Porto Seguro faz atuação emergencial em regiões atingidas por chuvas

Fonte: Porto

Fortes chuvas atingem o Alto Vale do Itajaí, no estado de Santa Catarina, gerando alagamentos e alertas para possíveis desastres. Com foco em garantir um cuidado próximo e adequado, a Porto Seguro – vertical de seguros da holding Porto – informa que tem acompanhado os desdobramentos relacionados aos eventos naturais, principalmente, na cidade de Taió. O município catarinense tem atraído olhares cautelosos devido a sua geografia mais propensa a inundações, deslizamentos e enxurradas. 

Desde 6 de outubro, a empresa tem prestado assistência reforçada no estado sulista, contando com uma operação especial com moto aquática e veículos 4×4. Os prestadores de serviço de regulação da Porto estão prontos para atendimento e seguem em alerta. A companhia reforça que está tomando as medidas necessárias para que todos tenham acesso à cobertura.

Marcelo Sebastião, diretor de Sinistros e Assistência da Porto Seguro, comenta a necessidade de cautela e atenção dos indivíduos da região nesse momento. “Deslocamos algumas viaturas especiais de São Paulo para as cidades mais afetadas com o propósito de auxiliar a sociedade local com o deslocamento em moto aquática e duas marruás em situações que sejam necessárias o desatolamento de veículos.Para garantir mais segurança para todos, recomendamos que moradores da região acompanhem as previsões meteorológicas e evitem os locais apontados como mais sensíveis pela Defesa Civil”, destaca.

Mês do corretor tem agenda intensa na Porto

Fonte:Porto

A Porto, que conta com mais de 33 mil parceiros corretores, organiza ações especiais durante todo o mês de outubro. Para a ocasião, a empresa montou uma agenda com videocasts, palestras, participação no Conec e outras ações para esses profissionais que fazem parte da história da companhia desde a sua criação, há mais de 77 anos.

Conec

Entre os dias 5 e 7 de outubro, a Porto marcou presença no Conec, um dos eventos mais relevantes do setor. Além dos painéis dos executivos da companhia ao longo dos dias, os Diretores Comerciais, Executivos de Produtos e Gerentes de Sucursais estiveram presentes no estande da Porto para receber os corretores. 

O espaço de 498m² recebeu os corretores para participarem das ativações, atividades e premiações. O projeto arquitetônico do estande foi pensado para criar uma experiência acolhedora e marcante do início ao fim do evento, e foi inspirado em uma pista de corrida de F1. Além disso, contou com a exposição de uma réplica de veículo dessa modalidade e simulador de realidade aumentada para mostrar como funciona uma corrida no autódromo.

Campanha especial 

Para celebrar a data, a Porto anunciou o lançamento de uma campanha para homenagear os corretores e valorizar o papel e a relevância da profissão para a vida das pessoas. Cerca de 80 corretores, de diversas regiões do Brasil, foram fotografados durante o Conec para compor um filme que deve ser veiculado em TV aberta entre os dias 18 e 22 de outubro.

O objetivo principal da campanha é homenagear esses parceiros e transmitir a mensagem “corretor é pra sempre”. A Porto pode estar presente em todos os momentos da vida do cliente, mas quem conhece o consumidor e está com ele nas necessidades e anseios é o corretor”, explica Oliver Zselinszky, superintendente de Marketing. “Outra ação da companhia que ganhou destaque no evento foi o nosso guincho, que percorreu as principais ruas da cidade de São Paulo com a mensagem: corretor é pra sempre”, complementa Oliver.

Ação promocional – Semana Turbinada Porto Saúde
No período entre os dias 17 e 23 de outubro acontecerá uma condição promocional para novas vendas do produto Seguro Saúde, da Porto Saúde, voltado para PMEs de 3 a 99 vidas, nas regiões comercializadas – São Paulo, Rio de Janeiro e Distrito Federal.

A ação terá condições diferenciadas para clientes e corretores. Para mais informações o Corretor poderá participar das Salas Virtuais nos dias:

● 11/10 – 9h30 – Corretores 
● 17/10 – 9h30 – Corretores
● 19/10 – 14h30 – Corretores

Acelera

O mês de outubro será marcado por duas semanas com a campanha de incentivos “Acelera”, que propõe para os corretores que se dediquem a um produto específico, com benefícios exclusivos para a ocasião. A agenda é a seguinte:

  • 2 a 6/10 Acelera Vida
  • 23 a 27/10 Acelera Cartão de Crédito

VideoCast 

No dia 18 de outubro, às 15h, Eva Miguel, Diretora Executiva de Produção Brasil, e Luiz Arruda, VP Comercial, Marketing, Clientes e Dados, comandam uma conversa com os Diretores Comerciais da Porto, abordando as iniciativas para os corretores, com duração de 1h30. Durante o encontro, serão sorteados brindes aos participantes com prêmios como notebooks, smartphones, pontos no Porto Plus e outros.

Para elas 

No dia 26 de outubro, 450 corretoras convidadas vão conferir gratuitamente a peça “Sylvia”, que ainda contará com coquetel de abertura e talk-show pré-espetáculo com a participação de Eva Miguel, acompanhada por mulheres executivas da companhia.

A iniciativa visa dar uma atenção especial às profissionais do segmento, por muito tempo considerado majoritariamente masculino. 

Conexão Corretor

Evento que ocorrerá na matriz da Porto – na cidade de São Paulo – para corretores do interior, litoral, estados do Rio de Janeiro e Espírito Santo, além das regiões Norte e Nordeste. A mestre de cerimônia será a Eva Miguel, que conduzirá um talk-show com o Luiz Arruda.

Programa de Sucessão

Nos dias 25 e 26 de outubro, ocorre o Programa Corretores em Sucessão 2023 com o CEO da Porto, Roberto Santos, que contará sobre a experiência no processo de sucessão. A ação tem como objetivo oferecer um ambiente para que os sucessores e sucedidos possam construir o futuro em conjunto com a Porto, com uma ampla gama de recursos voltados para o desenvolvimento de competências estratégicas.

FF>>Seguros lança modelo de contrato para equipamentos de construção civil

Fonte: FF Seguros

FF>>Seguros acaba de lançar no mercado a nova versão do seguro Riscos Diversos (RD) Equipamentos para o setor de Construção Civil – conhecido como Linha Amarela. Além do maquinário novo, a área de Varejo da Fairfax Brasil agora autoriza as empresas a fazer, por meio dos corretores de seguros, a cobertura contra danos em equipamentos com até cinco anos de uso, além de estender o ressarcimento de prejuízos para contratos de locação das máquinas.  

O seguro RD Linha Amarela foi desenvolvido pela equipe da Fairfax para atender especialmente as pequenas frotas de equipamentos utilizados nos canteiros de obras de construção civil. Vale assinalar que essa nova versão surgiu diante da forte demanda por parte dos corretores de seguros especializados neste modelo de cobertura. A modalidade objetiva oferecer às empresas proteção e cobertura contra danos em equipamentos como retroescavadeiras, pás carregadeiras, plataformas aéreas (articuladas, tesoura ou vertical), entre outros maquinários utilizados em serviços de engenharia em canteiros de obras, aterro ou terraplanagem.  

O seguro de RD Equipamentos visa garantir o ressarcimento de  prejuízos decorrentes de danos de causa externa, além da flexibilidade de considerar outras coberturas como roubos, furtos qualificados, incêncidos, danos elétricos e outras, ocorridos em máquinas e equipamentos nas mais diversas formas de utilização voltados as operações. 

Eduardo Pitombeira, head de Canais Digitais de Varejo da FF>>Seguros, informa que o produto atenderá equipamentos de até R$ 1 milhão e, cada apólice, poderá incluir até cinco itens. Segundo ele, a cobertura foi desenhada para simplificar toda a operação, seja do cliente ou do corretor.  

“O processo de aprovação do seguro é imediato. Ele é emitido 100% digital e não exige vistoria prévia na contratação do serviço. O ponto forte da solução é o sistema de Inspeção Digital: basta o segurado acessar o link disponibilizado pela seguradora para tirar as fotos das máquinas por meio do celular para que o contrato seja autorizado. A emissão da apólice é instantânea”, assegura Pitombeira.  

Reconhecida pelo mercado brasileiro como especialista na oferta de soluções diferenciadas na cobertura de seguros corporativos (Empresas, Cargo, Riscos Financeiros, Agro e Pessoas), a FF>>Seguros tem ampliado seu portfólio de produtos no segmento de Varejo. Esse movimento é resultado da consolidação de sua plataforma digital multiprodutos FF PLACE desenvolvida exclusivamente para corretores de seguros e parceiros. Rápida e descomplicada, a plataforma digital oferece uma solução integrada e proporciona a melhor experiência para toda a cadeia de relacionamento do setor de seguros. A FF PLACE facilita o dia a dia do corretor, tanto para consultas quanto emissão de apólices, movimentando o mercado e aumentando as oportunidades de negócios e sua relação com clientes. 

A nova versão do Seguro RD Equipamentos foi lançado em setembro e passa a integrar o portfólio de produtos de Varejo da Fairfax composto hoje pelo Seguro de Responsabilidade Civil Profissional (E&O) voltado para as categorias de Médicos, Dentistas e Corretores de Seguro, Seguro de Responsabilidade Civil para Administradores e Diretores (D&O) e Seguro Garantia Judicial de Depósito Recursal.  No primeiro semestre, a seguradora lançou o Seguro de Bike e oferece diversos modelos de cobertura, como roubo ou furto, danos à bicicleta e a terceiros.  

Susep e CNseg apostam numa rápida aprovação do PL de seguros pelo Parlamento

O novo marco regulatório dos contratos de seguros, conhecido como PL 29/2017, que atende as principais demandas do mercado de seguros, visa trazer mais segurança ao consumidor. Essa foi a mensagem transmitida pelo presidente da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), Dyogo Oliveira, e pelo superintendente da Superintendência de Seguros Privados (Susep), Alessandro Octaviani, em coletiva de imprensa na tarde desta segunda-feira.

Segundo Octaviani, as mudanças que derivam de um amplo e profundo debate com a CNseg já foram encaminhadas para o Senado. “Será votado dentro do calendário da Casa. Fizemos nossas colaborações e ajustes. Agora é com o Parlamento, que tem a sua fala própria. É um poder e os senadores podem realizar ajustes”, comentou. Ele também afirmou que não tem como precisar uma data sobre quando será votado, mas espera que seja algo rápido diante da urgência que o ministério da Fazenda tem colocado neste tema e por já ter um acordo com todos.

O prazo para as seguradoras implementarem as mudanças será de um ano contado a partir da data da publicação, acrescentou Oliveira. Questionado se já tinha um estudo preparado sobre os principais impactos nas seguradoras, como custos para a implementação e se isso seria repassado ao preço do re/seguro, o presidente da CNseg disse que isso será feito assim que o PL for aprovado. “Por enquanto, o que temos, é um plano de comunicação para divulgação do PL, que começa com esta coletiva”.

O tema está entre as prioridades da agenda microeconômica do Ministério da Fazenda, e tem um claro objetivo de trazer mais clareza aos contratos. Na prática, o projeto de lei cria uma legislação própria para contratos de seguros, que, segundo a Susep, alinha o Brasil aos principais mercados no mundo, como Alemanha, Inglaterra entre outros, com uma lei específica para contratos e um órgão regulador.

Quanto as queixas de resseguradores de que o PL penaliza as negociações por não estar em conformidade com o que é praticado no mundo global de resseguros, Octaviani afirma que tudo está sob controle. “É de todo interesse da Susep aprofundar uma agenda de diálogo para equalizar condições tributárias para que as resseguradoras possam conseguir competir em igualdade com o mercado local. Já existe esta agenda e está dinâmica. Queremos um mercado de resseguros mais pujante do que ele já é e há uma proposta para modificar a tributação de resseguros, tornando as condições brasileiras equilibradas em relação às dos demais países”, afirma. 

Segundo ele, isso ajuda a atrair investidores e traz melhor clareza aos operadores e aos clientes. “Não que antes não tinha clareza. Mas ela não é mais a que os tempos atuais exigem e demandam. As informações são mais acessíveis e circulam muito mais rápido”, explicou. O governo acredita que o PL pode impulsionar a venda de seguros, enquanto os seguradores e corretores acreditam que o que fará o setor avançar é o emprego, o aumento da renda e os investimentos que estão travados desde 2014.

“Quanto mais os consumidores usarem e sentirem confiança nos produtos e nos serviços vendidos pelas seguradoras, mais vão comprar. O Brasil figura como a oitava economia do mundo, mas em seguros está em 18º no ranking mundial. Isso mostra porque temos uma agenda regulatória importante para melhorar o ambiente de negócios, com olhos a levar o setor a uma participação de seguros para 10% do Produto Interno Bruto (PIB) nos próximos anos como estima estudo da CNseg“, comentou o titular da Susep.

Ambos citaram como mudanças principais a regulação do processo de indenização, do cosseguro (seguro compartilhando entre seguradoras), dos prazos de pagamentos. Segundo o titular da Susep, boa parte das mudanças visam uma redução da litigiosidade. “Quando colocamos clareza do início ao fim dos pontos da contratação de seguros, isso traz uma redução dessa litigiosidade”, disse. Segundo ele, há um acordo com o Superior Tribunal de Justiça (STJ) e outros tribunais para desenvolver métricas que vão avaliar a diminuição dos processos envolvendo o mercado de seguros.

Em cosseguro, o PL traz o tema pois não há legislação sobre isso e diante de alguns litígios, se fez necessário regular. O que ficou definido até agora é que a seguradora líder administra a divisão de riscos com seus pares. Se houver arbitragens, ela tem de comunicar a existência do cosseguro em detalhes, e cada qual é responsável pelo pedaço do contrato que assumiu. Até então, a líder responde pelo contrato total. 

O tratamento dado quando há aquisições e fusões de empresas também ficou mais claro, explicou Oliveira. “A transferência das carteiras está sob os cuidados da Susep, responsável por garantir os direitos dos consumidores numa situação como esta”. A versão anterior do PLC exigia que a operação tinha de ter autorização de todos os segurados da carteira.

A regulação do sinistro passou a ter prazo. Trinta dias para seguros massificados e 120 dias para grandes riscos, a depender de uma regulação específica que será publicada posteriormente. O prazo sempre começa a contar após a apresentação de todos os documentos necessários para a regulação, que já serão conhecidos no ato da assinatura do contrato. “Quanto tiver um problema, os clientes saberão quais são esses documentos. Isso traz simplicidade e clareza para o segurado e para a seguradora”, ressaltou o titular da Susep.

Há também uma obrigação de as seguradoras compartilharem com os segurados como foi calculada a indenização. Um questionário sobre os temas relevantes para pagamento do sinistro deve ser claro, para evitar a negativa do valor por alegações aleatórias. “Todos saberão o prazo limite e se terão ou não uma indenização e assim poderão avisar os acionistas sobre a situação financeira do acidente. Muitas vezes um acidente grave, como explosão em fábrica, gera um fato relevante para reportar as perdas e o contrato de seguro tem de ser claro para que os acionistas sejam informados”, argumentou Octaviani.

Oliveira destacou ainda a aprovação de produtos, que hoje tem sido ágil e na versão antiga do PL retrocederia a ter de aguardar a Susep a aprovar todo e qualquer produto. “As empresas têm de informar a Susep sobre os produtos, mas não precisam aguardar a aprovação”, informou.

Como advogados avaliam …

“Sem conhecer a versão final, antevejo problemas se forem mantidas as normas contra os resseguradores, que no mundo todo atuam de comum acordo com as seguradoras, estabelecendo livremente as bases do contrato de resseguro”, afirma o advogado Walter Polido, especializado no setor de re/seguros.

Segundo ele, não é bom para o Brasil distanciar-se dos demais mercados internacionais. “A Lei de Arbitragem brasileira é única e não deve ser criado um subsistema exclusivo para seguro e resseguro, tornando o Brasil diferenciado dos demais países do mundo. Para os seguros de massa, a nova lei terá impacto bem menor do que nos grandes riscos, não há dúvida sobre isso, mas o Brasil precisa estar aberto para o resseguro externo, sem amarras que possam distingui-lo, negativamente, dos demais países”.

Para João Marcelo, sócio fundador na Santos Bevilaqua Advogados, aparentemente, só aconteceram mudanças de redação resultadas das sugestões das associações Abecor, ABGR, Abinsurtech, ANRE e Fenaber. “As únicas mudanças mais importantes foram quanto ao regulador de sinistro e sua independência, sem solução dos maiores problemas, e quanto à aprovação prévia de condições contratuais, cuja regra expressa foi eliminada, mas que continua lá indiretamente em outros dispositivos”, comenta o advogado João Marcelo. “Em suma, aproveitaram as sugestões e críticas ao conteúdo para melhorar a redação e eliminar algumas normas mais programáticas, em esforço para sugerir concessões que na realidade não ocorreram”.

Raphael Miranda, sócio titular do Raphael Miranda Advogados, afirma que “este projeto de lei é muito bom para os segurados e para as seguradoras, pois cria regras claras para o mercado, em benefício de todos, que querem o desenvolvimento do setor de seguros no país.”

Icatu amplia cobertura de doenças graves no Seguro de Vida

Luciana Bastos Icatu Seguros

Fonte: Icatu

A Icatu constatou aumento na procura por coberturas que podem ser utilizadas em vida no portfólio de seguros ofertado pela companhia. Só no primeiro semestre de 2023, houve crescimento de 113% na busca por coberturas como Invalidez, Doenças Graves e Diárias de Incapacidade Temporária e Internação Hospitalar. Atenta a este cenário, a Icatu ampliou sua cobertura e agora conta com 24 doenças graves nos seguros de vida individual Essencial e Horizonte. As novas atualizações já estão disponíveis no portfólio da seguradora.

“Gostamos sempre de reforçar que o seguro de vida é sobre a vida e, mais do que isso, que é uma proteção para todas as fases e momentos dela. É uma satisfação observar uma crescente busca e conscientização por parte da população em relação ao seguro e às diversas possibilidades de cobertura oferecidas, pois essa é uma tangibilização do nosso compromisso social. A chegada destas novas coberturas – que incluem também doenças como Alzheimer, Parkinson e ELA – é resultado de um processo constante de escuta das necessidades dos nossos clientes, parceiros e corretores. Temos orgulho de dizer que as decisões da Icatu estão sempre em linha com as demandas do mercado e da sociedade”, afirma Luciana Bastos, diretora de Produtos de Vida da Icatu.

Evolução na categoria – Nos últimos cinco anos, a evolução total da companhia na carteira geral de seguro de vida foi de 90%, sendo hoje líder entre as seguradoras independentes, considerando os prêmios ganhos. Só no primeiro semestre de 2023, a Icatu observou aumento de cerca de 40% no Vida Individual.

Os investimentos da Icatu em inovação têm impulsionado o seu crescimento. Foram mais de R$ 1 bilhão considerando os últimos cinco anos. Para 2023, a estimativa é o investimento de mais de R$400 milhões em iniciativas de tecnologia, inovação, transformação e experiência digital.

Magalu e BNP Paribas Cardif lançam produto com cobertura de saúde a partir de R$ 22,80 mensais

1-Sheynna Hakim

Fonte BNP

O Magalu e a BNP Paribas Cardif acabam de lançar o Proteção Saúde Magalu. Com abrangência nacional e valor acessível, o seguro tem cobertura de 10 mil reais para diagnósticos de doenças graves como câncer, AVC e infarto para o titular do plano. O produto também oferece uma ampla rede de profissionais e serviços credenciados que atendem desde a medicina tradicional à complementar, além de uma plataforma personalizada de agendamento, que pode ser feito por meio da geolocalização do segurado, garantindo ainda mais praticidade.

“Precisamos nos atentar para a saúde das pessoas. Ao cuidar dos clientes, promovemos uma relação mais humana”, afirma Carlos Mauad, CEO da Fintech Magalu. “O Proteção Saúde Magalu traz mais segurança aos nossos consumidores, com preços acessíveis, o que segue a missão da nossa companhia e os objetivos da nossa parceria com a Cardif”.

O seguro está disponível no plano individual, que custa 22,80 reais por mês, e familiar (até três dependentes) por 32,40 reais mensais. Nas redes credenciadas, estão disponíveis serviços de telepsicologia e telemedicina com clínico geral sem custo adicional, além de especialidades como cardiologia, pediatria, neurologia, ginecologia, obstetrícia, ortopedia, entre outros, com coparticipação.

Os planos também contam com uma ampla oferta de descontos em consultas presenciais, exames laboratoriais clínicos e de imagem (ressonância magnética, raio-x, ultrassonografia etc.), atendimentos complementares como massagem, acupuntura, peeling e Reeducação Postural Global (RPG) e um clube de benefícios com ofertas especiais em educação, lazer, compras e parcerias exclusivas do Magalu. O Proteção Saúde é vendido na loja e, em breve no site do Magalu, de forma individual, ou seja, não é necessário comprar outro produto para adquiri-lo.

“Esse seguro é a realização de um sonho antigo da BNP Paribas Cardif. Nosso propósito é o de tornar os seguros acessíveis e a ideia desse produto é dar acessibilidade à saúde online, além de benefícios em medicamentos e telepsicologia. Por isso, combinamos a nossa experiência e conhecimento em seguros, com o alcance e a confiança do Magalu para trazer uma nova opção para a população se cuidar. Um seguro diverso, acessível em custo, aberto para toda a família e inovador em termos de oferta”, diz Sheynna Hakim, CEO da Cardif Brasil.

Atendimento de qualidade e preço acessível

Com esse lançamento, a BNP Paribas Cardif amplia seu portfólio e reforça seu propósito de oferecer seguros mais acessíveis, com serviços de qualidade, atendimento ágil, tecnologia e preços justos. Além de, também, seguir o propósito do Magalu de democratizar o acesso dos clientes aos mais diversos produtos e serviços. Essa parceria tem um grande papel na promoção da responsabilidade social no mercado brasileiro. 

Prudential do Brasil lança seguro de vida com cobertura vitalícia para doenças graves

Fonte: Prudential

A Prudential do Brasil lança o seguro Prudential Vida e Saúde, com cobertura vitalícia para doenças graves. O produto pode ser adquirido por pessoas com idades entre 14 e 70 anos e possibilita utilizar até 50% do capital segurado total contratado para morte em uma indenização em vida. O valor da cobertura é o maior já oferecido pela modalidade no país e pode chegar a R$ 5 milhões.

Este adiantamento poderá ser feito após a quitação da apólice e em casos de diagnóstico de 13 tipos de doenças graves e procedimentos médicos cobertos, como câncer, AVC, insuficiência renal terminal, esclerose múltipla, queimaduras graves, transplante de órgãos, cirurgia para troca de válvulas cardíacas, entre outros. Ao adquirir essa cobertura, o cliente passará a contar também com assistências como telemedicina para especialidades médicas, psicoterapia, segunda opinião médica, entre outros. O Prudential Vida e Saúde é um seguro de vida e não tem relação com seguro ou plano de saúde.

De acordo com o vice-presidente de Marketing, Produtos e Digital da Prudential, Carlos Cortez, o novo produto foi pensado para todas as fases da vida da pessoa, oferecendo tranquilidade financeira em um momento de necessidade. “O novo Prudential Vida e Saúde é inovador porque acompanha a evolução do cliente combinando saúde e longevidade. Temos orgulho de manter a vocação pioneira da Prudential e inovar oferecendo produtos e coberturas exclusivas para doenças graves no Brasil”, afirma.

A demanda por proteções que podem ser usadas em vida vem crescendo ano a ano no Brasil. Essa tendência já havia sido observada pela Prudential em um estudo que apontou que mais de 40% dos clientes buscaram a proteção em vida como motivação para a contratação do seguro. Somente no primeiro semestre, a Prudential registrou R$ 195 milhões em prêmios emitidos no ramo de Doenças Graves Individual, o que representa um crescimento de 22%, acima da média do mercado. Atualmente, a Prudential é líder de mercado em Doenças Graves, com cerca de 50% de participação de mercado.

Europ Assistance amplia parceria com a Prudential no Brasil

Aua Prudential passará a contar com assistências especializadas da Europ Assistance (EA) em Funeral, produtos voltados para empresa e viagem. Outra novidade é que a EA abrigará também uma célula exclusiva para atendimento dos clientes da seguradora. O espaço contará com 15 profissionais, que atuarão 24 horas, todos os dias da semana. Atualmente a carteira da Prudential tem 3,7 milhões de vidas seguradas.

“Nós somos obcecados pelo cliente e essa célula exclusiva vai proporcionar a excelência nos atendimentos com informações claras e transparentes, com alto padrão de qualidade e acolhimento. Uma operação construída por pessoas, para proteger pessoas”, disse Anderson Vicente, coordenador de Assistência e Sinistro da Prudential.

“Para nós é uma grande satisfação ampliar a parceria que temos com uma marca tão significativa como a Prudential. A oferta de novos produtos e a inauguração dessa nova célula exclusiva de atendimento são dois marcos importantes no histórico de relacionamento entre essas duas grandes multinacionais”, destacou Rogerio Guandalini, diretor Comercial e Marketing da Europ Assistance no Brasil.

Efetividade da ouvidoria do setor segurador supera 98%, afirma CNseg

Fonte: CNseg

Quase a totalidade dos registros de ouvidoria do mercado segurador foi tratada sem que houvesse a aplicação de multas pelo Procon e disputas legais, conforme aponta o novo Relatório de Atividades das Ouvidorias do Setor Segurador. O documento, desenvolvido pela Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), revela que o Índice de Efetividade das Ouvidorias (IEO) das empresas no ano de 2022 atingiu o marco significativo de 98,4% no que diz respeito a demandas de Seguros, Previdência Complementar Aberta e Capitalização. O resultado representa o crescimento de 0,3 p.p. em comparação com 2021, quando a taxa de resolução estava na casa dos 98,1%. 

O elevado percentual de tratamento das demandas reflete o empenho das ouvidorias em dar respostas claras aos consumidores e das seguradoras em prestar informações adequadas aos consumidores no momento da contratação dos seguros. Além disso, contribui o esforço da CNseg e das Federações em democratizar o conhecimento sobre a atividade securitária. De acordo com o relatório, desconsiderando a Saúde Suplementar, das 157.882 demandas registradas nas Ouvidorias do setor segurador, apenas 1,4%, o equivalente a 2.264 casos, evoluíram para processos formais, enquanto os órgãos de defesa do consumidor aplicaram multas em apenas 0,2% dos casos, totalizando 280 ocorrências. 

Outro critério considerado na elaboração do relatório consistiu na análise dos cadastros registrados no Sistema Coletor de Dados das Ouvidorias. Em 2022, esse sistema reuniu um total de 213.182 registros provenientes das 114 empresas associadas à CNseg, as quais representam 91,2% da arrecadação do mercado segurador. Desse total, 5.713 estavam relacionados ao DPVAT e foram direcionados à seguradora Líder, uma redução de 58% em relação ao ano anterior com uma taxa de solução de 87% no portal Consumidor. gov. br e o prazo médio de respostas de 5,2 dias. 

Na lista de ramos mais demandados, o documento mostra que, em Danos e Responsabilidades, o seguro Automóveis se destacou com 52,7% das citações, as quais estavam relacionadas ao processo de regulação de sinistros, pagamento de indenizações, riscos excluídos, cancelamento indevido da apólice e fornecimento de peças. Na Cobertura de Pessoas, o Prestamista liderou com 54,6% das menções que abordavam temas como não reconhecimento da compra, cancelamento da apólice, problemas com documentos obrigatórios e questões relacionadas à venda ou cobrança indevida. Em adição, 71,7% das menções da Saúde Suplementar estavam vinculadas aos planos coletivo-empresarial. As principais razões para os cadastros incluíam reanálise de negativa, discordância com o valor e negativa de reembolso, além de dificuldades no agendamento e cancelamento.

No que diz respeito à Capitalização, a modalidade tradicional foi mencionada pela grande maioria dos consumidores, alcançando a marca de 91,5%, trazendo questões como valor do resgate e/ou restituição, bem como informações gerais sobre produtos e serviços. Por outro lado, na Previdência, o destaque recaiu sobre o Plano Individual de Risco, representando 45,8% do total de registros. Os principais motivos abordados foram o pagamento de resgate, o cancelamento do plano e questões relacionadas à documentação. 

O relatório mostrou ainda que, pela primeira vez, a plataforma Consumidor.gov.br, canal de atendimento obrigatório para o setor, foi o maior canal de entrada de demandas das ouvidorias de Seguros, Previdência Complementar Aberta e Capitalização, com 32,3%, seguido pelo telefone, 25,8%, Este último ainda usado de forma expressiva, segundo o estudo, por 66,5% dos consumidores de planos de saúde. Entre as diferentes regiões do país, o Sudeste teve destaque com 60,1% do total de demandas dirigidas às ouvidorias. Os estados de São Paulo, com 82.056 registros, e Rio de Janeiro, com 27.431, se sobressaem, contribuindo, juntos, com mais da metade, ou seja, 52% do total de registros em nível nacional.

O Sul segue em segundo lugar, com 30.817 cadastros, impulsionado pelo Rio Grande do Sul, que contribuiu com 15.009 registros, correspondendo a 48,7% do total da região e ocupando a terceira posição no ranking nacional de demandas. Completam a lista o Nordeste, com 30.661 registros; o Centro-Oeste, com 15.357 casos; e o Norte, com 6.779 cadastros, região esta que concentra os três estados com menor registros de ouvidoria: Amapá (189) Roraima (213) e Acre (363).

Na esteira da implantação do Plano de Desenvolvimento do Mercado de Seguros (PDMS), em que o setor projeta seus objetivos e caminhos para os próximos anos, Dyogo Oliveira, presidente da CNseg, acredita que os ouvidores têm se mostrado fundamentais para que o setor mantenha seu maior trunfo: “a confiança do consumidor”. “Como nos anos anteriores, as ouvidorias do setor de seguros se mostraram aptas a prestar o atendimento de nível mais qualificado aos consumidores, reforçando sua importância como meio alternativo de solução de conflitos de consumo e como ferramenta estratégica de melhoria de processos”, ressaltou. 

O presidente da Comissão de Ouvidorias da CNseg, Silas Rivelle, informou que no ano de referência do relatório também ocorreu a revisão do marco regulatório das Ouvidorias, quando foi editada a Resolução CNSP nº 445/22, que dispõe sobre a instituição de ouvidoria pelas sociedades seguradoras, entidades abertas de previdência complementar e sociedades de capitalização. “As poucas e pontuais alterações em relação ao normativo anterior reforçam a percepção do setor de que foi um sucesso optar pelas Ouvidorias como meio eficaz de solução de conflitos de consumo e como ferramenta estratégica de melhoria de processos”, ressalta. 

O Relatório é composto pelas ações da Comissão de Ouvidoria da CNseg, análise das demandas tratadas pelas ouvidorias, em que são abordados o Índice de Efetividade das Ouvidorias, números e informações referentes às demandas tratadas no ano, além da análise específica das demandas do Seguro DPVAT. As demandas tramitadas nas ouvidorias são monitoradas pela Comissão de Ouvidoria da CNseg desde 2006, possibilitando a identificação de pontos de atenção e tendências do setor ao longo dos anos.

Titular da Susep pontua mudanças acordadas no PL de seguros

Alessandro Octaviani Susep

Hoje, as 14 horas, o superintendente da Superintendência de Seguros Privados (Susep), Alessandro Octaviani, e o presidente da CNseg, Dyogo Oliveira, darão uma coletiva de imprensa para falar sobre o PL 29/2017, que muda os contratos de seguros no Brasil. Para quem está muito curioso, o Valor desta segunda-feira antecipa algumas mudanças.

Em entrevista ao Valor, Octaviano comentou que as regras que determinam a relação entre as seguradoras e os consumidores estão no Código Civil, onde ficam “perdidas” em meio a outros tantos assuntos. Com o PL 29, o Brasil ficaria alinhado com os principais mercados no mundo, onde o mercado é regulado dessa forma: uma lei específica para contratos e uma autoridade – no caso, a Susep.

INDENIZAÇÃO

Entre as principais mudanças ele cita a forma como se regula o pagamento da indenização. Hoje, comentou Octaviani ao Valor, praticamente não há punição para uma seguradora que demora a pagar e também não há obrigação de transparência no cálculo. Com o acordo, foi fechado um conjunto de prazos “curtos, mas factíveis” e a obrigação de as seguradoras compartilharem com os segurados como foi fixada a indenização.

QUESTIONÁRIO DE RISCOS

Havia também resistência nas novas normas para a prestação de informações. No modelo atual, explicou o superintendente, a seguradora espera do segurado os dados relevantes para avaliar riscos. “Se algo for omitido, mesmo que sem culpa, a seguradora depois pode se desvincular do contrato”, disse. O projeto de lei determina a aplicação de um questionário obrigatório e vinculante, no qual a seguradora deve perguntar tudo o que considere relevante. “O que não foi perguntado, depois não poderá ser usado para afastar o direito à indenização do segurado”.

RESSEGUROS

Na Política Nacional de Acesso a Seguros, um conjunto mais amplo para elevar a penetração de seguros no Brasil, existe, por exemplo, uma proposta para modificar a tributação do setor de resseguros, tornando as condições brasileiras equilibradas em relação às dos demais países. No PLC 29/2017, existe apenas um ponto que trata dos resseguros. Diz que, quando a resseguradora atuar como seguradora, precisará seguir as normas vigentes no Brasil para esse produto. Esse ponto despertou algumas críticas pontuais, admitiu Octaviani. Porém, não foi objeto de divergência com a CNSeg.