Com o objetivo de promover acessibilidade e inclusão por meio da inovação tecnológica, a rede de clínicas Meu Doutor Novamed, do Grupo Bradesco Seguros, acaba de implementar o atendimento especializado a pacientes com deficiência auditiva. A ferramenta de tradução simultânea em Libras permite ao paciente uma comunicação sem barreiras em toda a sua jornada assistencial, desde o agendamento até a consulta com o médico.
O recurso de acessibilidade está disponível para acolher todos os que procuram pelos serviços da Meu Doutor Novamed, em qualquer uma das 31 clínicas da rede. A plataforma utilizada é uma central de Libras com tradução simultânea que facilita o diálogo entre médico, demais profissionais de saúde envolvidos no atendimento e o paciente. Pelo aplicativo, o paciente aciona uma videochamada intermediada por um intérprete de Libras, que traduz a conversa da pessoa com a deficiência auditiva para o ouvinte e vice-versa.
“Proporcionar acessibilidade faz parte do nosso modelo de atendimento com foco no cuidado integral do paciente. Esse novo formato de atendimento oferecido na rede Meu Doutor Novamed dá maior autonomia às pessoas que possuem a deficiência auditiva nessa jornada, tornando as suas experiências ainda mais completas e acolhedoras, a partir de recursos interativos que asseguram a plena comunicação com os médicos e equipe de atendimento”, explica Aline Thomasi, superintendente executiva da Bradesco Saúde e da Meu Doutor Novamed.
Como funciona?
O cuidado com o paciente começa ao agendar a consulta. Neste momento, ele recebe um vídeo explicativo em Libras sobre o funcionamento do aplicativo e aprende como utilizar a plataforma, antes mesmo da consulta. E assim, pode se preparar para o atendimento sem receio, sabendo que a sua comunicação com o médico ocorrerá com fluidez e qualidade nas interações. De maneira simples e direta, o paciente se conecta via aplicativo, e a conversa é intermediada por um intérprete de Libras, que traduz a em tempo real a consulta.
Em novembro de 2018, o piloto John Venera sofreu um acidente aéreo junto com um colega em um voo especial para a renovação dos certificados da aeronave. A queda, sem vítimas fatais, ocorreu na Serra do Mangaval, localizada em Cáceres, município mato-grossense localizado a 220 quilômetros de distância da capital, Cuiabá. No acidente, Venera fraturou os dois tornozelos, o fêmur, o nariz e machucou a testa.
Era um voo autorizado pela ANAC [Agência Nacional de Aviação Civil, reguladora da aviação civil no país] para regularizar esse avião e o acidente em si, não foi falha mecânica (…), mas foi uma sucessão de erros. Hoje eu falo que um acidente não acontece na hora, ele vem com uma sucessão de erros lá de trás. Na época eu tinha pouco tempo de empresa (…), vi uma sucessão de erros antes dessa operação, que vinha pela minha falta de maturidade. Isso é algo que eu não tenho vergonha de falar. Algumas decisões que foram tomadas ali em conjunto com o outro piloto que estava a bordo acarretaram no acidente. Eu tive um CFIT, né? É um acidente que por um milagre divino (…) eu tô aqui vivo hoje pra contar a história e evitar que se repita”, conta o piloto.
No episódio desta semana do Tá Seguro, videocast do InfoMoney que traduz o mundo dos seguros, Venera detalha a sua recuperação e a experiência com a utilização do seguro após o acidente. A indenização, ele conta, foi de cerca de R$ 70 mil e o ajudou no período de oito meses que levou para se recuperar e voltar a voar.
“Após 5 dias, a força aérea fez o nosso resgate. Dali para frente começou a questão de tratamento médico. Entre a entrada no hospital e a saída foi em torno de 30 dias, e uma recuperação total aí em torno de oito meses”, relata Venera. Segundo ele, foi uma “recuperação extraordinária”, já que os médicos previam cerca de um ano para o total restabelecimento de sua saúde.
O piloto relembra que utilizou o montante para custear remédios e fisioterapia, e “algumas contas” que ele tinha. “Porque acabei ficando desempregado nessa sequência do acidente. E aí o que aconteceu? Esse valor supriu as minhas necessidades, embora não a totalidade, mas ajudou muito”.
Proteção obrigatória
A indenização recebida por Venera foi proveniente do RETA – seguro obrigatório cujo objetivo é a proteção de terceiros (passageiros, tripulantes, pessoas e bens no solo) no caso de acidentes aeronáuticos. Sua contratação é de responsabilidade do operador da aeronave (que pode ser o proprietário ou não).
Traduzindo isso para as pessoas que não são da aviação: é similar ao DPVAT. É um seguro que é calculado de acordo com o peso da aeronave e o número de assentos. O limite de indenização aos tripulantes, passageiros e para qualquer dano que essa aeronave cause no solo, é baixo. Hoje a gente fala em torno de R$ 98 mil por assento. É um seguro que paga médico, qualquer tratamento, ou no caso de vítima fatal, ele indeniza os R$ 98 mil para os beneficiários”, explica Luiz Eduardo Moreira, CEO da corretora de seguros Vokan e especialista em seguro aeronáutico.
De acordo com a advogada Sandra Assali, presidente da Abrapavaa (Associação Brasileira de Parentes e Amigos de Vítimas de Acidentes Aéreos), há discussões para aumentar o valor de cobertura obrigatória no Brasil, que já foi bem menor, e vem evoluindo com o passar dos anos.
Sandra conta que quando fundou a associação, o valor máximo de indenização desse seguro era de R$ 14 mil. Ela passou a acompanhar o tema mais de perto, a partir de 1996, quando o marido dela estava entre os passageiros do Focker 100 da TAM que sofreu um acidente aéreo logo após decolar do aeroporto de Congonhas, em São Paulo, a caminho do Rio de Janeiro.
Meu marido era médico cardiologista de uma multinacional alemã e foi para o Rio dar uma aula num congresso de Cardiologia. Era um dia de trabalho. Eu o deixei lá, ele foi e ia voltar no mesmo dia”, relembra.
Sandra conheceu as famílias das outras vítimas – um total de 99, sendo 3 atingidas no solo – e 80 viúvas. “Eles tinham idade entre 20 e 45 anos, muitos jovens, [deixaram] aquele monte de criança. Ficaram mais de 100 órfãos, menores [de idade]”, continua a advogada. Ao ver que todas as famílias estavam com as mesmas dificuldades, entendeu que era necessário fundar uma associação brasileira para definir parâmetros para situações como essa na aviação. “E hoje, 26 anos depois, já foram mais de 200 acidentes”, ressalta a presidente da Abrapavaa.
Tem cobertura extra?
Moreira explica que, além do seguro obrigatório, é possível contratar outras duas coberturas “extras” para aeronaves:
Seguro casco, que é o seguro da própria aeronave, contratado para proteger esse patrimônio do operador. Cobre, por exemplo, custos de remoção da aeronave que cair em uma mata, evitando multa ambiental;
Seguro LUC (Limite Único Combinado), que funciona “em excesso à apólice do RETA obrigatório”, podendo contratar o limite que desejar.
“Vai de 1 milhão de reais a 500 milhões de dólares a possibilidade de contratação desse seguro LUC”, exemplifica o CEO da Vokan. Para se ter uma ideia de custo, o seguro RETA de um avião de 15 lugares custa em média de R$ 3.500 a R$ 4.000 por ano. Já o seguro LUC sai em torno de 3 mil dólares para contratar um limite de cobertura de 5 milhões de dólares. “E se aumentar o limite para 10 milhões, o seguro não dobra, vai para 5 mil. São faixas”, complementa Moreira.
Segundo ele, quando um cliente diz que o “seguro tá caro”, o corretor sempre alega que se o avião vale um milhão de reais e cair, ele sabe quanto será necessário financeiramente para repor esse bem. Mas não é possível saber onde ele vai cair ou se vai bater em outro avião, tornando impossível essa previsão exata de perda financeira.
Casos emblemáticos geram mudanças?
Além dos acidentes aéreos vivenciados pelo piloto John Venera, que sobreviveu a uma queda, e por Sandra Assali, cujo marido foi a vítima fatal, os especialistas comentam sobre outros casos emblemáticos, como o que ocorreu com o time de futebol Chapecoense que caiu na Colômbia a caminho de um jogo em 2016, e do então candidato à Presidência, Eduardo Campos, que caiu no litoral paulista em 2014 durante a campanha eleitoral. Os dois, que seguem sem solução definitiva, tiveram um fator em comum – algum nível de irregularidade na operação.
No caso do acidente de Campos, apontam, era um avião emprestado cujo atual dono não tinha atualizado a apólice. Já no caso da Chapecoense, a provável causa da queda foi pane seca – risco excluído da apólice.
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Na análise da advogada, os acidentes “trazem lições” e ensinam as empresas quais regras precisam ser modificadas e readequadas.
Quais cuidados o consumidor pode ter?
Segundo os especialistas, dificilmente os aviões de companhias comerciais terão algum problema. “100% das linhas aéreas têm o seguro casco e o seguro LUC”, aponta Moreira. “Na aviação executiva nem todos contratam”, acrescenta. Em ambos os casos, o consumidor sempre pode checar pelo menos se a manutenção do avião que irá embarcar está em dia.
A ANAC disponibiliza o Registro Aeronáutico Brasileiro (RAB), sistema de consulta no qual o consumidor insere o prefixo da aeronave e pode conferir o status em tempo real. E, se o consumidor encontrar algum problema – como taxis aéreos clandestinos (os chamados TACs) – também é possível denunciar pelos canais da ANAC, reforça Sandra.
O Tá Seguro é o videocast criado pelo InfoMoney para descomplicar o universo dos seguros. Todos os episódios estão disponíveis no YouTube e nas principais plataformas de podcast (clique aqui para ouvir no Spotify). E se você tem alguma história relacionada ao mundo dos seguros ou dúvida e quer vê-la esclarecida envie para seguros@infomoney.com.br que a gente vai consultar os melhores especialistas para te responder! E sem vergonha, hein? Não existe pergunta boba demais nem específica demais: pode abrir seu coração!
Em linhas gerais, um seguro-viagem não cobre o segurado em situações de guerra – sendo este considerado um “risco fundamental” e, portanto, excluído em apólices de qualquer ramo de seguro, é o que explica Gustavo Cunha Mello, professor e especialista em gestão de riscos.
O seguro-viagem integra o ramo de “seguro de pessoas” e tem por objetivo garantir aos segurados, durante período de viagem previamente determinado, o pagamento de indenização quando da ocorrência de riscos previstos e cobertos na apólice.
Este seguro deve oferecer, no mínimo, as coberturas básicas de morte acidental e/ou invalidez permanente, total ou parcial por acidente, podendo ser oferecidas outras coberturas, desde que estejam relacionadas com viagem, como, por exemplo, perda ou roubo de bagagem, retorno antecipado, cancelamento da viagem, entre outras situações.
“Quando tem uma guerra, todas as pessoas que estão viajando para aquele país vão dar sinistro ao mesmo tempo, por isso é um risco fundamental”, diz Mello. O segundo ponto, continua o especialista, é que em países em guerra a seguradora fica impedida de conseguir prestar alguns serviços já que, muitas vezes, “não é uma opção dessa seguradora mandar um avião para buscar as pessoas”, uma vez que aeroportos e mesmo espaços aéreos são fechados. “Nenhum avião civil pode entrar e nem quer entrar” em zonas de guerra, porque além de proibidos pelos governos, ficariam suscetíveis a serem atingidos.
A prestação de serviços como um todo acaba sendo impactada, uma vez que toda a infraestrutura do país fica prejudicada – dos aeroportos às comunicações, acrescenta Mello. “A seguradora não consegue atender nessas condições, não consegue se comunicar com os hospitais, com as pessoas e nem com empresas transportadoras para poder ajudar quem está lá no local”.
De acordo com o especialista, riscos fundamentais “não são cobertos em nenhuma apólice porque são tratados pelo Estado”. Nesses casos, quem tem autoridade para enviar aviões e repatriar os brasileiros é o próprio Estado brasileiro com a autorização dos governos dos países envolvidos no conflito.
O que pode acontecer, continua Mello, são as empresas privadas (seguradoras e demais corporações que operam com seguro e assistência viagem) contribuírem com consulados e embaixadas na organização de filas de espera para o retorno com aviões da FAB (Força Aérea Brasileira), por exemplo. “Eles dão algum apoio mantendo a família informada aqui e ficam acompanhando e servindo de ponte para falar com a família aqui ou para falar com a embaixada, mas não que a seguradora vai desembolsar ou pagar um transporte para isso”, exemplifica.
Israel x Hamas: como as seguradoras atuam neste conflito?
Apesar de a guerra ser um risco excluído no seguro-viagem, como explica o especialista, algumas seguradoras optaram por estender algumas coberturas aos segurados. Uma delas é a Coris, que anunciou na segunda (9) a prorrogação gratuita de todas as coberturas vigentes para os clientes que estão em Israel ou com destino ao país. A companhia também está oferecendo suporte logístico e emocional para os grupos que estão no país, através da sua central própria de atendimento.
“Além da prorrogação da apólice, também estamos oferecendo todo apoio necessário aos nossos parceiros agentes e corretores por meio da nossa central de atendimento, mesmo que eles não tenham emitido o seguro da Coris para os seus clientes. Mais do que nunca, é o momento de nos unirmos para trazermos de volta de forma segura e eficaz todos os viajantes brasileiros que se encontram em Israel”, declara Cláudia Brito, sócia-diretora comercial e marketing da Coris Brasil. Desde o início dos conflitos em Israel, a companhia alega ter mantido contato direto com a sua rede credenciada, localizada no Egito.
Em entrevista ao InfoMoney, Claudia diz que as condições normais do seguro-viagem excluem a indenização ao passageiro que tiver a viagem interrompida ou não conseguir viajar porque o local está em guerra. Geralmente a indenização seria utilizada para pagamento das multas – o que não tem cobertura em conflitos.
Contudo, ela conta que “algumas companhias aéreas até estão concedendo o benefício [ao passageiro] de escolher um outro destino, desde que haja essa possibilidade, mas algumas não estão nem retornando para dizer se pode ter isenção de multa ou não. Então, na realidade, os passageiros estão nas mãos das companhias aéreas”, comenta.
Sem citar números, Claudia informa que a central de atendimento da seguradora foi contatada por viajantes questionando os seguintes pontos:
como poderiam sair de Israel;
o que fazer caso se machucassem após o período de contratação do seguro acabar;
pedido de endereço e telefone do consulado para entender o que o governo brasileiro pretendia fazer para auxiliar os brasileiros no local;
se o bilhete aéreo teria validade.
Ela explica que as coberturas prorrogadas contemplam os atendimentos que não sejam relacionados diretamente à guerra. Ou seja, se o segurado for atingido por estilhaços derivados de armas ou bombas, ele será levado diretamente para o hospital público. “A gente não tem e nem pode ter nenhuma intercedência sobre isso”, pontua. Mas atendimentos por telemedicina, até para um “apoio emocional”, são feitos pela equipe baseada no Brasil – exceto quando há necessidade de prescrição de algum remédio em receita médica. Nesses casos há um operador local que guia o segurado.
Claudia conta que o perfil de quem contrata apólices de seguro-viagem na companhia visando o turismo religioso (que contempla não só viagens a Israel, mas também cidades portuguesas como Fátima e Lourdes, por exemplo) costuma ter faixa etária de 50 anos ou mais e viaja em grupo.
A Porto também anunciou, na quarta (11), que também estenderá gratuitamente o período de algumas coberturas do seguro-viagem para clientes que estão neste momento em Israel e na Palestina.
Os segurados que se encontram na região e que tem o término da vigência do contrato entre 7 e 31 de outubro terão as coberturas de “Remarcação de Passagem para Regresso” e “Despesas Médicas, Hospitalares e Odontológicas” estendidas, a princípio, até o próximo dia 31.
A orientação da seguradora é que a “Remarcação de Passagem para Regresso” deve ser feita por meio de reembolso, considerando os limites de valores contratados. Caso o retorno ao Brasil ocorra em aviões da FAB, o cliente poderá utilizar a cobertura inclusive para ir da cidade onde o avião pousará até sua cidade de residência, acrescenta a companhia, que diz ainda que seguirá acompanhando os desdobramentos do conflito e poderá oferecer uma nova extensão.
Em resposta ao questionamento do InfoMoney, a Porto informou, por meio de sua assessoria de imprensa, não ter números de clientes no local até o momento, já que o seguro-viagem pode ser contratado de uma forma mais ampla (geograficamente), podendo fechar a apólice com mais de uma região contemplada – trechos para Israel, Alemanha, Itália e Egito, por exemplo.
Brasileiros de volta ao país
O primeiro avião de resgate trazendo brasileiros de Israel pousou em Brasília por volta das 4h10 de quarta-feira (11). A aeronave KC-30 da Força Aérea Brasileira (FAB), com 211 passageiros, decolou de Tel Aviv às 14h12 (horário de Brasília) de terça (10) e fez um voo direto de cerca de 14 horas.
Estão previstos mais quatro voos até domingo (15), na operação “Voltando em Paz”, que é coordenada pelos ministérios da Defesa e das Relações Exteriores. O Itamaraty já colheu os dados de pelo menos 2,7 mil brasileiros interessados em deixar a região e voltar ao Brasil, e a estimativa é retirar 900 brasileiros de Israel e da Palestina.
A subsidiária italiana da Allianz anunciou a aquisição da Tua Assicurazioni SpA da Assicurazioni Generali SpA por 280 milhões de euros. A Tua Assicurazioni possui uma carteira de seguros de propriedades e acidentes (P&C), com prêmios brutos emitidos globais de cerca de 280 milhões de euros em 2022, geridos principalmente através de uma rede de distribuição de quase 500 agentes.
A transação está sujeita a aprovações regulatórias, previstas para o início de 2024. Após a conclusão, a participação de mercado de P/C da Allianz na Itália deverá aumentar em aproximadamente um ponto percentual, consolidando sua posição como o terceiro player no mercado italiano no segmento de P&C.
Giacomo Campora, CEO da Allianz Itália, comentou: “A aquisição da Tua assicurazioni enquadra-se perfeitamente na nossa estratégia, aumentando a nossa presença em P&C com foco no varejo e nas PME. Desde 2014 temos integrado com sucesso três grandes grupos de agentes profissionais ( Milano, SASA e recentemente Aviva), graças à profundidade e amplitude dos nossos produtos e à plataforma técnica moderna e eficiente. Estamos confiantes de que os novos agentes e os seus clientes irão se beneficiar com a adesão à Allianz.”
Levar sempre a melhor solução para os seus clientes e construir, junto com os corretores, caminhos para o sucesso. Esses são os valores que a AXA no Brasil deseja reforçar em outubro, quando se comemora o Mês do Corretor. A celebração desses profissionais que são essenciais para a estratégia da seguradora está em linha com a campanha da marca da AXA, que tem no patrocínio da Roda Rico a sua materialização.
Como anunciado no início de 2023, a companhia tem o objetivo de estar entre as cinco maiores seguradoras dos segmentos em que atua até 2028. E em outubro, a empresa reforça que o corretor é o protagonista nessa trajetória rumo ao topo, em parceria com a AXA no Brasil.
Muito além de ressaltar a importância dos corretores, a AXA preparou um mês especial para reconhecer a parceria com estes profissionais. Uma das ações é a pontuação em dobro da Top Club, campanha do Clube de Experiências AXA, que premia anualmente os profissionais que se destacarem em vendas com viagens nacionais e internacionais.
Durante o mês de outubro, a emissão de apólices dos seguros Riscos Nomeados, Riscos Operacionais, Responsabilidade Civil Geral, Vida e Acidentes Pessoais, Vida Flex , Responsabilidade Civil para Diretores e Administradores e Responsabilidade Civil Profissional garante uma pontuação extra na Top Club. Esses pontos dão um fôlego a mais na corrida para que os corretores possam estar entre os mais bem colocados em sua categoria ao final da campanha 2023, que levará os corretores no ano que vem para Trancoso, Porto de Galinhas, além de Roma e Florença, na Itália, de acordo com a sua categoria.
Evento na Roda Rico
No dia 21 de outubro, a AXA reúne alguns dos seus corretores parceiros em um evento na Roda Rico, que coroa a comemoração do Mês do Corretor. Será um dia inteiro com a maior roda-gigante da América Latina fechada para a empresa e seus parceiros poderem aproveitar a vista de São Paulo, estreitar laços e conhecerem mais sobre o amplo portfólio da AXA, bem como sua Proposta de Valor, ressaltando pontos como a campanha Top Club 2023.
“Desenvolvemos ações que colocam o corretor no centro, e mostram que estes profissionais são muito importantes para a AXA. Além do mês de outubro, passamos o ano inteiro construindo uma relação sólida e oferecendo aos corretores produtos de qualidade, uma Proposta de Valor robusta e uma parceria de negócios que nos coloca lado a lado para criarmos juntos soluções efetivas para os nossos clientes. Este trabalho a muitas mãos, com as portas da nossa companhia realmente abertas tem nos possibilitado um crescimento eficaz, levando conosco os corretores que admiram essa maneira de trabalhar. Temos a certeza de que esse é só o início de um caminho incrível rumo ao topo”, afirma Karine Brandão, Vice-Presidente Comercial e Marketing da AXA no Brasil.
Diante dos acontecimentos dos últimos dias, a Porto Seguro estenderá gratuitamente o período de algumas coberturas do Seguro Viagem para clientes que estão neste momento em Israel e na Palestina.
Segundo a assessoria de imprensa, não há números de clientes no local até o momento, já que o seguro-viagem pode ser contratado de uma forma mais ampla (geograficamente), podendo fechar a apólice com mais de uma região contemplada – trechos para Israel, Alemanha, Itália e Egito, por exemplo.
Os segurados que se encontram na região e que tem o término da vigência do contrato entre 07/10/2023 e 31/10/2023 terão as coberturas de “Remarcação de Passagem para Regresso” e “Despesas Médicas, Hospitalares e Odontológicas” estendidas, a princípio, até o dia 31/10/2023.
A “Remarcação de Passagem para Regresso” deve ser feita por meio de reembolso, considerando os limites de valores contratados. Caso o retorno ao Brasil ocorra em aviões da FAB, o cliente poderá utilizar a cobertura inclusive para ir da cidade onde o avião pousará até sua cidade de residência.
A companhia seguirá acompanhando os desdobramentos do conflito e poderá oferecer uma nova extensão.
A Generali criou o Programa de Amamentação, ação que incentiva as mães em período de amamentação a trabalharem 100% remoto.
O retorno da licença maternidade pode trazer incertezas para a mulher em razão da nova dinâmica em seu lar com a chegada de um novo membro na família. Para quem já passou por isso, sabe que uma das maiores preocupações tem relação com a alimentação do bebê.
O Ministério da Saúde preconiza a alimentação exclusiva no seio materno até a criança completar 6 meses de vida e incentiva a amamentação após este período por 2 anos ou mais, sem haver a necessidade de oferecer nenhum outro tipo de leite para crianças amamentadas, ressalvadas situações específicas de saúde envolvendo mães ou bebês.
Exercendo a empatia com a colaboradoras nesta situação, embora a empresa já ofereça o trabalho híbrido, o Comitê de Engajamento da Generali Brasil sugeriu uma flexibilidade ainda maior para elas e que foi adaptada pela Área de Pessoas e Organização. Ao retornar de licença maternidade, a colaboradora pode optar pelo benefício pelo período de até um ano após o nascimento do bebê.
“Essa iniciativa reflete nosso compromisso contínuo com a saúde e bem-estar. Reconhecemos que as mulheres enfrentam desafios únicos a partir da maternidade e estamos empenhados em apoiá-las em todas as fases dessa jornada. Nosso objetivo é criar um ambiente de trabalho seguro e saudável em que todas as pessoas tenham as condições para atenderem às suas mais diversas necessidades, ou seja, reforçando o pertencimento com as nossas práticas de DEI (Diversidade, Equidade e Inclusão)”, afirma Débora Pinto, diretora de RH.
Benefícios do programa
O trabalho remotoproporciona diversos benefícios, tais como:
Flexibilidade:possibilidade de adaptar o formato de trabalho às necessidades da mãe.
Deslocamento:redução do estresse com o deslocamento diário para o trabalho, proporcionando economia de tempo.
Tempo:mais tempo com a família e com o bebê, especialmente no primeiro ano de nascimento.
Conforto:ambiente mais confortável e acolhedor para realizar a amamentação e eventual extração do leite.
Após o período estipulado, ou caso a colaboradora deseje retornar ao trabalho híbrido antes de um ano, é necessário comunicar a Área de Pessoas e Organização com no mínimo 15 dias de antecedência. Todo o ambiente presencial será organizado para receber a pessoa da maneira mais confortável e acolhedora possível.
“O Programa de Amamentação é um reflexo tangível de nosso compromisso com as pessoas. Acreditamos que quando nossos funcionários se sentem valorizados e apoiados em todas as fases de suas vidas, todos nós prosperamos e a empresa alcança novos patamares de sucesso”, finaliza Débora.
A Liberty Seguros anunciou o relançamento de sua segunda campanha publicitária de residência para conscientizar a sociedade, de forma leve e bem-humorada, sobre a importância das proteções do segmento. Com o mote “Não espere por imprevistos para ter sua casa protegida”, o projeto foi desenvolvido em parceria com a agência de publicidade Greenz em formato de vídeos, e é alinhado ao novo posicionamento de marca da companhia, que tem como mensagem “Liberdade pra viver do seu jeito”.
A campanha é totalmente digital e faz parte da estratégia da seguradora de fomentar a contratação de seguros residenciais, segmento que registrou R$ 2,3 bilhões em prêmios no primeiro semestre de 2023, de acordo com a Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg) – crescimento de 13% em relação ao mesmo período de 2022.
A campanha
Para o desenvolvimento da estratégia de campanha, a Liberty concentrou-se no principal benefício das coberturas para residências: a sensação de segurança que os clientes desfrutam ao saber que estão protegidos e têm acesso a assistências para uma ampla gama de incidentes que podem acontecer em suas residências no cotidiano, incluindo problemas hidráulicos, reparos em vidros, suporte elétrico e muito mais.
Nesse contexto, surgiu o conceito “Não espere por imprevistos para ter sua casa protegida”. A campanha trouxe três vídeos nos quais essa sensação de segurança é personificada pela Estátua da Liberdade, símbolo da Liberty Seguros. Cada peça retratou uma situação de imprevisto residencial diferente – como problemas hidráulicos, quebra de vidro e falhas elétricas -, na qual um dos personagens se transforma na estátua e, graças à confiança de que o seguro da Liberty tomará as medidas necessárias e realizará as manutenções, enfrenta a situação com serenidade.
O principal objetivo da companhia com essa iniciativa foi fomentar a adesão aos seguros residenciais, especialmente em um contexto de trabalho híbrido, no qual as pessoas passam mais tempo em suas casas. O conteúdo da campanha será veiculado nas principais plataformas e streamings, de acordo com as regiões estratégicas para a empresa, e nas redes sociais de todo o país.
Ações da Liberty em residência
Pensando em sempre apoiar o trabalho dos corretores parceiros na frente de seguros para casas e apartamentos, em agosto a Liberty lançou a ferramenta Oportunidade de Negócios Residência, que foi desenvolvida com base em análises avançadas de dados. Por meio do cruzamento de informações, o algoritmo identifica perfis com potencial de compra de produtos do nicho e os apresenta na base de clientes dos corretores, no Meu Espaço Corretor, plataforma para parceiros presente no portal da companhia.
Antes disso, no início de 2022, a companhia havia lançado a Meu Momento Residência, ferramenta 100% digital e que proporciona aos corretores uma venda simples e alinhada às preferências dos consumidores. A plataforma também oferece oportunidades de negócios para os parceiros, pois, ao utilizá-la como canal de vendas, cada corretor recebe um link para personalizar os pacotes de coberturas e assistências que querem oferecer em suas lojas virtuais. Com a loja pronta, os profissionais podem compartilhar links com os potenciais clientes e disponibilizar todas as cotações e detalhes dos produtos por meio da ferramenta.
Além de ser um diferencial para os parceiros, ela permite que os clientes escolham os produtos que façam mais sentido para seus momentos e patrimônios, com três opções de pacotes diferentes por até menos de R$ 1,00 por dia, e planos pré-selecionados pelos próprios parceiros: Conforto Essencial, Conforto Standard e Conforto Extra.
“No início do ano, nossa campanha de residência fez muito sucesso não só entre os corretores e segurados, mas também com consumidores em geral. Por isso, resolvemos relançá-la, como uma forma de mostrar aos nossos públicos a tranquilidade que é ter proteções residenciais, além de reforçar nossos serviços, produtos e ferramentas para este segmento”, explica a diretora de Transformação da Liberty Seguros, Daniela Bouissou. “Nossa ideia é mostrar o trabalho que fazemos na frente de residência por meio de peças bem-humoradas e, assim, comunicar para a sociedade que, com a Liberty, as pessoas podem ter mais liberdade para viver o dia a dia sem precisar se preocupar com possíveis imprevistos”, completa.
O Banco BRB e a BRB Seguros desenvolveram o Crédito Protegido Sênior, seguro prestamista destinado a pessoas entre 71 e 85 anos, em parceria com a BNP Paribas Cardif, maior especialista em seguros massificados do País e líder mundial em parcerias bancassurance e seguros prestamista.
Com coberturas que incluem morte natural ou acidental, invalidez permanente total por acidente, o Crédito Protegido Sênior é um produto inovador no mercado, que contribuirá no acesso ao crédito para quem tem a partir de 71 anos, além de protegê-los de possíveis imprevistos. As pessoas estão vivendo cada vez mais e precisam continuar sendo atendidas em todas as esferas, cuidando da saúde, da qualidade de vida e tendo suporte para realizações financeiras, independentemente da idade.
“A partir da parceria com a BNP Paribas Cardif, o portfólio de seguridade do BRB ficou ainda mais forte para apresentarmos as soluções mais modernas de produtos ao nosso público, de acordo com a necessidade de cada perfil e sempre primando pela proteção e pelos cuidados completos. Seguiremos trabalhando para oferecer um atendimento de excelência e a melhor experiência aos nossos clientes”, afirma o presidente do BRB, Paulo Henrique Costa.
“Com o Crédito Protegido Sênior, apostamos na longevidade da população, pois sabemos que o brasileiro vive cada vez mais e com mais saúde. Além de oferecer novas soluções de seguros, esse produto tangibiliza nossa preocupação com a promoção da inclusão e coloca em prática o que acreditamos que é a função social que o seguro exerce. Sem contar que essa é uma parcela da população que movimenta R$1,6 trilhão por ano no Brasil, precisam ter mais oferta de crédito e oportunidades para se protegerem em momentos de dificuldade”, salienta Sheynna Hakim, CEO da BNP Paribas Cardif no Brasil.
Nilton Molina, presidente do Conselho de Administração da MAG Seguros e vice-presidente do Conselho de Administração do SICOOB, participou do Encontro de Presidentes, organizado pela SICOOB, instituição financeira cooperativa presente em todo o Brasil. Realizado na Bahia, a segunda edição do evento reuniu 100 dos principais executivos das filiadas ao SICOOB para discutir temas relevantes para o planejamento e gestão estratégica do sistema.
Durante o encontro, Molina fez uma palestra sobre “O Futuro e a Longevidade”. “Tenho grande contentamento ao falar sobre este tema e, desta vez, em especial, para este importante grupo. Sem dúvidas, o mundo está mudando e emerge a ideia de discutimos cada vez mais sobre os impactos sociais, econômicos e comportamentais da longevidade, tanto em nosso país, como no mundo”, comenta o executivo.
O Encontro de Presidentes contou com participantes das duas centrais: SICOOB Central Crede Minas e SICOOB Central Bahia. Além disso, compareceram representantes do SEBRAE, FAEMG SENAR e do Centro Cooperativo SICOOB.
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