Pets podem contar com cuidado da seguradora Porto na apólice residencial 

Fonte: Porto

O Brasil é o 3º maior país em número de pets, com 149,6 milhões deles, segundo o IPB (Instituto Pet Brasil). Além disso, 58% são cães e 28%, são gatos, segundo pesquisa da GfK. Dessa forma, alinhado ao cuidado com os clientes e o carinho com seus bichinhos, o seguro Residencial da Porto oferece planos com novos serviços para os amigos de quatro patas como uma vantagem adicional para o bem-estar e a tranquilidade no dia a dia. 

Em parceria com a Petlove, os benefícios foram somados aos planos de assistência residencial do seguro, “Conforto” e “Exclusive”, que já contemplavam serviços como conserto de máquina de lavar roupa, louça, ar-condicionado, desentupimento, e agora contam com a Assistência Pet, que além de proporcionar saúde para cães e gatos, também traz economia para o bolso. 

Entre as opções oferecidas na assistência do Seguro Residencial, estão: consulta presencial com agendamento prévio; orientação veterinária por telefone; vacina polivalente e acesso ao clube de vantagens com descontos de até 30% em diversos procedimentos e produtos disponíveis no petshop online. Além de tudo isso, a Petlove possui mais de três mil clínicas credenciadas pelo Brasil atendendo às necessidades desses bichinhos tão queridos. 

VALOR: Câmara aprova projeto que permite uso de títulos de capitalização como garantia de obras públicas

Fonte: Valor

A Câmara dos Deputados aprovou na madrugada desta quinta-feira proposta que flexibiliza regras de licitação, autorizando a disputa fechada em licitações de obras e serviços e permitindo a utilização de títulos de capitalização como garantia pelas empresas contratadas. Enquanto 307 votaram a favor do projeto, 27 foram contrários e 1 se absteve. O texto, que já foi aprovado no Senado, segue para sanção presidencial.

A votação foi marcada pela resistência de alguns parlamentares da oposição, que reclamaram que o parecer do relator Elmar Nascimento (União-BA) foi protocolado na tarde de quarta-feira, horas antes de sua apreciação. Antes da aprovação do mérito, os parlamentares aprovaram o requerimento de urgência, que garantiu que a matéria pudesse ser analisada diretamente no plenário da Casa.

O projeto autoriza a disputa fechada – quando as propostas que concorrem permanecem em sigilo até a data e hora de divulgação – nas licitações de obras ou serviços de engenharia cujo valor estimado ultrapasse R$ 1,5 milhão. A validade da regra se estende para licitações para serviços de limpeza urbana e manejo de resíduos sólidos.

O texto permite que empresas que participem desses processos apresentem títulos de capitalização como garantia da contratação. Eu seu parecer, o relator argumenta que “a inclusão dessa possibilidade de prestação de garantia amplia o acesso a contratos com o Estado, e pode estimular uma maior competitividade entre os participantes, promovendo um ambiente mais inclusivo e dinâmico para os processos licitatórios e contratuais”.

A matéria autoriza ainda que municípios também utilizem atas de registro de preços de outras cidades, desde que precedidas de licitação, alterando a disciplina atualmente em vigor, que só admite a figura do “carona” em atas federais, estaduais ou distritais.

“Tal alteração parece-nos conveniente e oportuna, e condizente com a autonomia federativa municipal. Dessa forma, essa modificação imprimirá maior rapidez e eficiência nas compras e contratações por parte de entes municipais”, explica Nascimento em seu parecer.

Senador Sergio Moro faz sugestão ao PL de contratos de seguros

O Senador Sergio Moro sugeriu que a lei brasileira não se aplique a uma seguradora domiciliada no exterior em uma emenda ao PL 29/2017, exceto em caso de arbitragem. Segundo o argumento apresentado, isso tornaria a colocação de riscos no exterior, que, como dito, já é uma excepcionalidade decorrente, em regra, da falta de capacidade ou interesse das seguradoras brasileiras, extremamente difícil. Esse seria até elemento a indicar risco adicional para a manutenção, por grupos globais, de qualquer representação ou presença no Brasil, afetando decisões empresariais de investir ou manter investimentos aqui.

Veja a íntegra abaixo:

SF/23365.27984-93

EMENDA No – CCJ

(ao PLC 29, de 2017)

Dê-se a seguinte redação ao art. 9o do Projeto de Lei da Câmara no 29, de 2017:

Art. 9o. …………………….. ……………………………………

§ 1o Ressalvados os casos de arbitragem, sujeitos a lei específica, aplica-se exclusivamente a lei brasileira aos contratos de seguro celebrados por seguradora autorizada a operar no Brasil.

§ 2o O disposto nesta Lei aplica-se, no que couber, aos seguros regidos por leis próprias.” (NR)

JUSTIFICAÇÃO

A presente emenda visa garantir o aprimoramento do texto para que não fique confusa a regulamentação da contratação de seguros no exterior.

Na redação inicial do PL, o inciso I do art. 9o deve ser excepcionado no caso de arbitragem. O inciso II impõe a lei brasileira a uma seguradora eventualmente domiciliada no exterior. Trata-se de extraterritorialidade inviável. E, ainda que fosse viável, a regra geral é a de que o segurado somente contrata seguros no exterior quando não encontra uma seguradora brasileira interessada em aceitar seu risco.

Nesse contexto, o inciso II resulta na possibilidade de a seguradora estrangeira vir a ser demandada no Brasil com base na lei brasileira. Isso, obviamente, tornaria a colocação de riscos no exterior (que, como dito, já é uma excepcionalidade decorrente, em regra, da falta de capacidade ou interesse das seguradoras brasileiras) extremamente difícil. Esse seria até elemento a indicar risco adicional para a manutenção, por grupos globais, de qualquer representação ou presença no Brasil, afetando decisões empresariais de investir ou manter investimentos aqui.

O inciso III traz problema semelhante ao inciso II, sendo a extraterritorialidade ainda mais inviável. É o caso, por exemplo, de segurado ser estrangeiro e ter contratado seu seguro no exterior. A sistemática, inclusive, não se harmoniza com as regras de contratação de seguro obrigatoriamente no Brasil impostas pela Lei Complementar no 126/2007.

Diante do exposto, conto com o apoio dos demais Pares para a aprovação da presente emenda com a finalidade de aprimoramento do texto e harmonia com os demais atos normativos que regulam a matéria.

Sala da Comissão,
Senador SERGIO MORO

Assinado eletronicamente, por Sen. Sergio Moropage2image18109936 page2image18110144

CNseg debate agenda de Seguros em evento da CNN

Fonte: CNseg

O presidente da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), Dyogo Oliveira, participou na última terça-feira, 28, do CNN Talks, um programa especial que reuniu autoridades e executivos para debater as expectativas para a 28ª edição da Conferência do Clima (COP-28), em Dubai, em que a CNseg estará presente.

Durante o painel “Brasil: O Protagonista da Agenda Verde no Mundo”, Dyogo Oliveira ressaltou a importância do setor segurador como aliado na construção de resiliência à transição climática, destacando desde a necessidade do incremento de instrumentos capazes de minimizar os impactos das catástrofes climáticas, passando pelo desenvolvimento de produtos sustentáveis e a possibilidade do setor ser financiador da agenda climática.

“A transição climática não será daqui a alguns anos, ela já é uma realidade. Só na agricultura, os danos causados pela seca e chuva levaram ao pagamento recorde de R$ 10 bilhões em indenizações em 2022. O que quero mostrar é que o setor segurador tem papel fundamental na reparação dos danos provocados por incidentes climáticos”, disse Oliveira. “Temos R$ 1,8 trilhão em reservas financeiras que podem ser utilizadas, com alteração regulatória, para financiar projetos de transição climática”, complementou o executivo.

Promovido pela CNN Brasil, Oliveira esteve ao lado do governador do Pará, Helder Barbalho, do governador do Rio de Janeiro, Claudio Castro, e da secretária de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística do governo de São Paulo, Natália Resende, além de executivos da iniciativa privada.

A 28ª Conferência do Clima, a COP 28, acontece entre os dias 30 de novembro e 12 de dezembro deste ano em Dubai, Emirados Árabes Unidos. Ao longo da COP, o presidente da CNseg participará de dois painéis de debates. 

O primeiro será no dia 3 de dezembro, domingo, às 9h30 (horário de Dubai), no Pavilhão Just Transition, no qual Dyogo será um dos palestrantes do painel de lançamento do relatório “Just Transition Finance – Pathways for Banking and Insurance Activities”, organizado pela Iniciativa Financeira do Programa Ambiental das Nações Unidas, UNEP FI (em inglês). Dia 4 de dezembro, o executivo participa do painel promovido pelo Ministério das Cidades, às 15h (horário de Dubai), que terá como tema a “Adaptação climática inclusiva nas Cidades” e debaterá como as Cidades e suas áreas vulneráveis estão se preparando para os impactos das mudanças climáticas.

Fundo da MAG Investimentos agora está disponível na XP

Fernando Gabriades Mag Investimentos

Fonte: MAG

A MAG Investimentos – gestora de recursos do Grupo MAG – anuncia o lançamento do seu fundo de renda fixa na plataforma da XP Investimentos. O MAG Cash FI RF representa uma nova oportunidade de aplicação de recursos. O produto é uma alternativa para quem busca opções de investimentos em renda fixa e com baixo risco. O objetivo é gerar retornos superiores aos seus pares com baixa volatilidade. 

“Estamos falando de um fundo que, desde o início de suas operações, há nove anos, não apresentou nenhuma cota negativa, e vem mostrando resiliência durante as várias crises financeiras que vivemos nesses últimos tempos. Estar no ecossistema da XP, com certeza, potencializará ainda mais os resultados do MAG Cash”, destaca o sócio-diretor da MAG Investimentos, Fernando Gabriades. 

Estratégia
A gestão do fundo é focada em três estratégias: operações a termo, letras financeiras de grandes bancos, e operações compromissadas, e LFTs. As operações a termo são feitas por meio de acordo de compra e venda de ações em uma data futura e por um preço já estipulado pelo mercado. 

As letras financeiras, por sua vez, são títulos de renda fixa emitidos por instituições financeiras, com a finalidade de captar recursos de longo prazo. Enquanto isso, as operações compromissadas, são transações financeiras de venda de títulos, com a promessa de recompra desse mesmo título em uma data posterior, sendo essa transação usada para financiamento de curto prazo. 

Já a LFT é o antigo Tesouro Selic, que é um investimento em renda fixa pós-fixado, ou seja, acompanha o desempenho de um indicador do mercado financeiro, que neste caso é a Selic.

WTW apresenta ferramenta digital para mapear impactos climáticos na América Latina 

Fonte: Willis

Desde o seu lançamento em 2021, a WTW, em parceria com o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), está implementando uma iniciativa inovadora para apoiar os Bancos Nacionais de Desenvolvimento (BND) na identificação de “pontos críticos” relacionados a impactos climáticos potenciais. Essa iniciativa é focada na América Latina, especificamente no Brasil, México e Colômbia. 

A ferramenta, conhecida como HeatMapR, foi projetada para permitir uma análise abrangente, refletindo quais são os pontos críticos nos mais diversos setores, resultados dos impactos climáticos tanto atuais quanto os futuros (até 2030 e 2050). Esta análise abrange dois cenários climáticos, incluindo um de altas emissões. Por meio desta ferramenta, a pontuação de risco regional por setor e subsetor é calculada, fornecendo aos BNDs informações valiosas para avaliar investimentos em profundidade e entender melhor como um clima em constante mudança pode afetá-los. 

Um exemplo do uso da HeatMapR foi o exame da carteira de investimentos do Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais (BDMG) e do FIRA, um banco nacional de desenvolvimento do México. Esse levantamento incluiu uma análise detalhada das localizações de investimento, até mesmo em nível municipal, levando em consideração ameaças específicas relacionadas a essas localizações. A análise também capturou a vulnerabilidade de investimentos em subsetores, levando em conta características intrínsecas, como a dependência de energia ou recursos naturais. 

Além de analisar os setores de maior risco dos BNDs, a ferramenta oferece uma visão profunda sobre como ameaças climáticas específicas, como secas na agricultura, podem resultar em impactos físicos, como a perda de colheitas, e eventualmente afetar os negócios gerados pelos clientes. 

A HeatMapR também oferece recomendações para aumentar a resiliência climática em setores vulneráveis, sugerindo aos BNDs que financiem investimentos em adaptação climática. Essa abordagem inclui a expansão das linhas de crédito existentes em condições favoráveis e a promoção de assistência técnica para ajudar os clientes a adotar tecnologias e práticas que aumentem a resiliência. 

A colaboração técnica com BDMG e FIRA foi complementada por programas de capacitação destinados a equipar o pessoal dos bancos com conhecimentos sobre riscos climáticos e oportunidades de investimento resilientes. Esta abordagem sistemática, desde a seleção de portfólios até a identificação de investimentos resilientes, ajuda os BNDs a cumprir sua missão, mesmo diante dos desafios apresentados pelas mudanças climáticas. 

Alejandro Contreras, diretor associado de Clima e Resiliência da WTW, enfatizou a importância da ferramenta. “A quantificação do risco climático físico a nível de ativos é um passo analítico fundamental, que pode ser realizado para a maioria dos setores expostos. Com isso, é possível identificar perdas financeiras que podem ser mitigadas por meio de investimentos destinados a aumentar a resiliência climática dos ativos”, explica o executivo. 

Essa abordagem inovadora e prática é um passo importante na direção de uma gestão eficaz dos riscos climáticos, garantindo que os BNDs possam continuar a cumprir seu papel essencial, independentemente das condições climáticas em constante mudança.

Icatu discute a evolução da Previdência Privada e o cenário de investimentos do País

Icatu Seguros Henrique Diniz

Fonte: Icatu

Nesta quinta-feira (30), a Icatu realiza mais uma edição do Encontro com Gestores, evento que reúne especialistas de mercado e gestores de fundos de investimento para debater o momento e a evolução da previdência privada no Brasil. Entre as gestoras que integram a programação estão nomes como Verde Asset, Absolute Investimentos, JGP, Icatu Vanguarda e SPX Capital. O evento acontece a partir das 9h e terá transmissão online e gratuita por meio do canal do Youtube da Icatu.

Maior seguradora independente do País e com mais de 30 anos no mercado, a Icatu é a primeira a alcançar R$50 bi sob gestão em previdência e possui um dos mais robustos e diversificados marketplace do Brasil, com cerca de 160 fundos de grade e mais de 100 dos melhores gestores. Com o encontro, a companhia prevê promover mais conhecimento aos participantes de planos acerca das melhores práticas do produto na atualidade, como uma gestão adequada dos fundos e um melhor aproveitamento dos benefícios que previdência aberta oferece.

“Temos muito orgulho de dizer que este é um dos encontros mais relevantes do País. Nele, reunimos grandes gestoras independentes de fundos de previdência e especialistas do mercado segurador para debater o futuro da previdência aberta. Estes interlocutores estão na vanguarda do mercado para dar luz às mais modernas estratégias de investimento dentro deste universo, além de discutir como as características e benefícios do produto podem se encaixar a diferentes perfis de clientes”, afirma Henrique Diniz, Diretor de Produtos de Previdência da Icatu. “A Previdência Privada tem se tornado cada vez mais relevante nesse contexto, após avanços regulatórios importantes. É um produto competitivo, com benefícios e particularidades únicas – como a possibilidade de conversão em renda, por exemplo – que precisam ser mais exploradas e desmistificadas na sociedade”, completa.

Entre os painéis agendados, a companhia promove o tema “Evolução Regulatória e Previdência Privada: competitividade e desempenho frente a outros tipos de investimentos”, que encerra o evento e contará com a participação de Luciano Soares, CEO da Icatu, e de Henrique Diniz.

Na conversa, os executivos abordarão a efetividade da previdência privada em relação a outros tipos de investimentos e ressaltarão aspectos como a facilidade nos processos de sucessão patrimonial e a possibilidade de benefícios fiscais, entre outros diferenciais únicos do produto.

A programação do Encontro com Gestores conta ainda com os painéis “O que esperar dos fundos de crédito privado“, com a participação de Stefan Castro, da Absolute Investimentos, Antonio Correa, da Icatu Vanguarda, e Alexandre Muller, da JGP; e “Perspectivas 2024”, com Tiago Fernandes, da SPX Capital, e Luiz Parreiras, da Verde Asset.

O Encontro com Gestores será mediado por Talita Raupp e Guilherme Argollo, ambos da equipe de produtos de previdência da Icatu. Para assistir a transmissão ao vivo, acesse o canal da Icatu no YouTube.

Grupo Apisul anuncia ciclo de expansão no setor

Fonte: Apisul

Há quase 40 anos no mercado de seguros, o Grupo Apisul anuncia um ciclo de expansão nas áreas de gestão de riscos corporativos, trazendo soluções que vão desde o seguro da frota, monitoramento até encontrar um condutor ideal para o veículo. Uma cobertura de ponta-a-ponta. Para iniciar esse novo movimento, a marca lança o Apisul Day.

Apisul Day será um circuito itinerante que levará o Grupo Apisul para dentro das organizações com o objetivo de promover uma imersão, em especial, apresentar seu know-how em gestão de riscos corporativos e todo ecossistema de soluções para o segmento de transporte e logística. Ou seja, será a oportunidade para que as empresas conheçam a fundo as mais de 30 ferramentas que são aliadas para este setor.

Somente em 2022, a companhia teve mais de R$ 1,2 trilhão em cargas seguradas. Tal volume a classifica como uma das corretoras mais especializadas em transporte de cargas do país. As soluções oferecem assistência em todas as etapas do transporte e garantem uma operação eficiente e segura. 

Para Marcus Cunha, diretor comercial e de marketing do Grupo Apisul, o investimento em inovação, tecnologia e inteligência artificial permitem um gerenciamento de riscos com o monitoramento de mais de 5 milhões de viagens por ano.

“Somos considerados o primeiro ecossistema brasileiro de soluções para transportadoras e embarcadores de cargas e queremos disponibilizar mais amplamente todas as soluções para o mercado. Faz parte do nosso DNA, construir novas perspectivas e ofertar um serviço cada vez mais exclusivo. E, para isso, nada mais aderente do que irmos até as empresas e apresentarmos o que temos de melhor. O transporte de cargas tem aumentado a cada ano e, com isso, novas demandas estão surgindo. Estamos prontos e atendemos todos os tamanhos de operação no Brasil e América do Sul”, destaca Cunha.

Pensando nas necessidades do mercado em franca expansão, todos os seguros para transporte de carga Apisul estão alinhados as normas técnicas e novas obrigações legais, dessa forma, trazendo mais tranquilidade e confiança para quem contrata os serviços. 

Entre os produtos disponíveis estão a cobertura de “Responsabilidade Civil Veicular (RC-V) lançado recentemente pela Aphicor, uma empresa do Grupo Apisul (canal de distribuição exclusiva para corretores parceiros), atendendo assim uma demanda de mercado.  

De acordo com Lygia Muriel, diretora executiva do Grupo Apisul São Paulo, o início deste novo ciclo é um movimento para “A Nova Apisul”. Uma iniciativa que chega para transformar o relacionamento com o mercado. ”Tenho a missão de trazer um fluxo de inovação para Apisul e agora iniciamos essa nova fase. Queremos mostrar o quanto as nossas soluções permitem uma gestão de transporte e logística mais assertiva, segura e controlada. Isso auxilia no aprimoramento da cadeia, reduz custos e aumenta o desempenho de uma operação. Somos a única brasileira do setor de seguros e serviços para transporte com Certificação de Qualidade da Câmara Internacional de Transporte (CQCIT). Ter essa certificação é a confirmação para o nosso cliente que ele está no melhor lugar”, finaliza. 

Para facilitar ainda mais e possibilitar que as soluções cheguem as empresas, a marca possui uma cadeia de distribuição chamada Aphicor Corretora que expande os contatos comerciais por meio de uma rede de parceiros e autônomos. Ela funciona online, possui preço competitivo, condições especiais, e principalmente, dinamiza os processos no dia a dia.

Simple2u lança plataforma de APIs em parceria com a Sensedia

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Fonte: MAG

A Simple2u, seguradora digital especializada em  soluções sob demanda e integrante do Grupo MAG, apresenta ao mercado seu Portal de  APIs, uma plataforma que irá redefinir a forma como seus parceiros se conectam e  distribuem seguros de maneira ágil e personalizada. A novidade visa abrir as portas da  Simple2u para que qualquer parceiro possa oferecer seus seguros de forma integrada  em seus canais de relacionamento, com larga escala e seguindo padrões e processos  facilmente apresentados no Portal, com especial atenção à segurança cibernética. 

“O Portal de APIs da Simple2u não é apenas um catálogo de produtos, mas uma solução completa que oferece aos parceiros uma visão abrangente de como se integrar ao ecossistema de seguros da Simple2u e oferecer experiências excepcionais aos clientes. A plataforma apresenta regras claras e documentadas, permitindo uma integração rápida e personalização dos produtos de seguros, de acordo com as necessidades únicas de cada parceiro”, destaca Leonardo Lourenço, diretor executivo da Simple2u. 

A construção de um portal de APIs foi realizada em parceria com a Sensedia, para oferecer experiência simplificada com funcionalidades tanto para o usuário técnico como para o de negócios. Além de ter a garantia da segurança e suporte para absorver mais parceiros, ampliando capilaridade e estrutura para evitar gargalos.

“Com o B2D (Business to Developer), conseguimos dar maior voz à comunidade de usuários desenvolvedores. Um dos diferenciais da nova estrutura é a documentação funcional das APIs no portal com uma linguagem única e de fácil acesso para todos os parceiros internos e externos”, comenta Rafael Flexa Diretor de Desenvolvimento de Negócios Sensedia

O portal foi construído com base nas melhores práticas do mercado, garantindo que os  parceiros da Simple2u tenham acesso a operações de alto desempenho e qualidade. “A  plataforma adota o modelo aberto para negócios, que é uma tendência em constante  crescimento”, ressalta o diretor da Simple2u.  “No portal, os parceiros terão acesso a todo o portfólio de soluções oferecidas pela  Simple2u e podendo aplicá-las e personalizá-las de acordo com a sua necessidade, com  uma experiência digital de ponta a ponta. Assim como está em nosso DNA, entendemos  que a liberdade de escolha precisa estar presente em todos os momentos da nossa vida,  incluindo no seguro que você contrata”, afirma Leonardo. 

Potencial 

Desde 2019, o mercado de seguros sob demanda ganhou uma oportunidade para mostrar o potencial dos seus serviços. Ela veio por meio de uma mudança da Superintendência de Seguros Privados (Susep) na Circular 592, trazendo condições para a customização de planos de seguros com vigência reduzida de contrato e período intermitente. 

A partir disso, o que se notou no ano seguinte foi o crescente interesse de consumidores pelo tipo de cobertura, chamando a atenção inclusive de outros segmentos, como varejistas, fabricantes, entre outros participantes não tradicionais. De acordo com a Deloitte, o mercado de seguros incorporados será ampliado para US$ 722 bilhões até 2030.

Os diversos modelos de seguro sob demanda são um desafio para as Insurtechs, empresas de tecnologia atuantes no mercado segurador, e que vem contribuindo para as inovações do setor. Em 2022, foram investidos US$ 8 bilhões neste mercado, conforme revelou o relatório “Insurtech Global Outlook 2023” da NTT DATA, empresa de consultoria em tecnologia.

Parcerias que geram valor 

A Simple2u entrega soluções tangíveis aos seus parceiros e clientes. Com a integração  via Portal das APIs, é possível comercializar seguros de diferentes categorias, como  Celular, Bike, Acidentes e Residencial, em plataformas tecnológicas que compartilham  sinergias com os produtos da Simple2u. No modelo B2B2C, a empresa oferece a  capacidade de agregar valor aos produtos ou serviços dos parceiros, permitindo que  eles ofereçam soluções de seguros inovadoras e personalizadas.  

“Além de oferecer todo o suporte tecnológico que está no DNA da Simple2u, priorizamos  ainda o suporte humano, mesmo em uma operação digital. Também no portal, assim  como na operação antes deste lançamento, o time de parcerias é o ponto de contato  principal para auxiliar os parceiros, além de contarmos com a central de atendimento à  disposição para atender as necessidades dos clientes”, afirma Leonardo. 

Com mais de 10 parceiros em distribuição , o Portal das APIs já está disponível. Para  obter mais informações, visite o site simple2u.com.br ou entre em contato pelo e-mail  parcerias@simple2u.com.br. 

Desafio do setor de seguros em 2024 será superar os resultados de 2023, SRO e Open Insurance

2023 é um ano para comemorar muito, afirma Rivaldo Leite, presidente do Sindicato das Seguradoras de São Paulo e CEO da Porto Seguros. Segundo ele, o resultado do setor de seguros chegou a R$ 22 bilhões até setembro, com 50 companhias no azul. “Esse resultado tem de ser comemorado. Todos estao na mesma direção, buscando crescimento e queremos que a participacao no PIB passe dos atuais 6,4% para 10% do PIB até 2030, como prevê o estudo de Plano de Desenvolvimento do Mercado de Seguros (PSMS), divulgado pela Confederacao das Seguradoras (CNseg).

Leite também esta animado com 2024. “Todos nós juntos para fazer um ano melhor ainda do que foi 2023”, disse. Entre os desafios, o executivo disse que é como superar 2023. “Temos um crescimento no país inteiro. O Nordeste desponta como uma região que terá investimentos expressivos. São Paulo é um estado rico e certamente terá um crescimento em vários ramos e não só em seguro de carro.

Leite também destacou a atenção máxima ao tema “mudanças climáticas” e também ao segmento de saúde suplementar. “Esses são desafios, mas não tenho dúvida que conseguiremos achar uma solução conjunta”, afirmou durante almoço de confraternização com executivos de seguros.

Dyogo de Oliveira, presidente da CNseg, reforçou o otimismo de Leite. “Foi um ano bom, de muita inovação, de muitas mudanças, de muito trabalho e muitas realizações”, disse. Ele trouxe uma lista de 20 tópicos. Começou pela reforma tributária, garantindo que o setor terá uma boa condição. “Também conseguimos adiar o SRO para 2025 com muito diálogo com a Susep e assim preservaremos a integridade das informações do setor”.

Como não podia deixar de citar, Oliveira citou o acordo feito com o governo sobre o PL 29/2017. “Foi o melhor que conseguimos. Não é o ideal, mas garanto que está muito melhor do que era no início. Também nos orgulhamos muito da realização da FIDES 2023, um grande evento, com debates relevantes para a sociedade”.

Para fugir do rótulo de “poliano” (jogo do contente), o presidente da CNseg citou desafios como saúde suplementar, SRO e Open Insurance. “Ter uma certificadora monopolista lançando uma SPOC é um absurdo que não podemos aceitar”, afirmou. Sem citar nomes, mas ele se refere a B3. “Também será preciso entender o PL 29 que será aprovado no Parlamento e colocá-lo em vigor no prazo de um ano”.