Bradesco Seguros integra soluções digitais e fortalece Minhas Proteções no aplicativo

Dando mais um passo em sua jornada de inovação, a Bradesco Seguros amplia o Minhas Proteções, solução digital que concentra, em um só lugar, as principais informações sobre seguros e produtos de previdência complementar contratados pelos clientes ou compartilhadas de outras instituições. Focada em facilitar a visualização e a gestão das proteções pessoais, a ferramenta foi desenvolvida para oferecer mais praticidade, autonomia e clareza ao cliente. 

“O Minhas Proteções nasce para simplificar a vida dos nossos clientes, reunindo, em um único ambiente digital, informações importantes sobre seus seguros e previdência, reforçando nosso compromisso com a inovação e a experiência digital do cliente”, afirma Guilherme Jun Haraguchi, Superintendente da Bradesco Seguros. 

A funcionalidade permite que o cliente visualize seus produtos de forma integrada, mesmo que tenham sido contratados de outras instituições, sem a necessidade de acessar diferentes plataformas. Isso garante mais controle e organização das suas proteções, com uma experiência fluida e centralizada. 

Com mais de 40 serviços disponíveis, relacionados a Saúde, Dental, Auto, Residencial, Vida, Seguro Viagem, Capitalização e Previdência, o app da Bradesco Seguros oferece acesso rápido a funcionalidades como: 

  • Emissão de 2ª via de boleto 
  • Consulta de coberturas e assistências 
  • Visualização de carteirinhas de saúde e dental 
  • Busca de médicos e clínicas credenciadas 
  • Solicitação de reembolsos 
  • Contratação de produtos, como o plano Dental, diretamente pelo aplicativo 

A iniciativa acompanha as transformações do setor, fortalecendo a experiência do cliente em um ambiente cada vez mais digital e conectado, consolidando a Bradesco Seguros como referência em inovação no ecossistema de seguros. 

Beazley sinaliza apoio a oferta de 8 bilhões de libras da Zurich


Fonte: Reuters

A seguradora britânica especializada Beazley recomendaria uma oferta adoçada de aquisição no valor de 8 bilhões de libras (US$ 10,97 bilhões) pela Zurich Insurance Group assim que a empresa suíça fizer uma proposta firme, informou a Beazley nesta quarta-feira, após rejeitar múltiplas ofertas anteriores.

Pela proposta aprimorada, a Zurich — a segunda maior seguradora da Europa — pagaria 1.310 pence por ação em dinheiro, além de dividendos permitidos de até 25 pence por ação, avaliando a Beazley em até 1.335 pence por ação.

A Beazley havia rejeitado em janeiro uma oferta de 1.280 pence por ação da Zurich, depois de também ter recusado, em junho do ano passado, uma proposta de 1.315 pence.

O conselho da Beazley afirmou estar inclinado a recomendar a oferta caso a Zurich apresente uma proposta formal até 16 de fevereiro, conforme as regras britânicas de aquisições.

“Após o anúncio, os riscos parecem baixos — tanto de surgir uma oferta concorrente quanto de haver ameaça ao fechamento da operação”, disse Mark Kelly, CEO da consultoria MKI Global.

A aquisição da Beazley daria à Zurich uma presença mais forte em seguros especializados, que abrangem áreas como cibernético, marítimo, aviação e espaço, além de obras de arte, e ampliaria sua atuação no Reino Unido em um momento em que a exposição aos Estados Unidos e o dólar fraco têm pesado sobre o desempenho e as ações do grupo.

“A Zurich aguarda com expectativa o início da due diligence confirmatória na Beazley e trabalhar com a Beazley rumo a um anúncio de oferta vinculante”, afirmaram as empresas em comunicado conjunto.

A operação também marcaria mais uma investida estrangeira sobre uma companhia listada em Londres, com as avaliações relativamente mais baixas no Reino Unido continuando a atrair compradores internacionais.

A seguradora suíça havia divulgado na segunda-feira uma participação de 1,47% na Beazley.

IRB confirma novos processos arbitrais na B3 com pedidos que somam R$ 330 milhões

Fonte: Infomoney

O IRB (IRBR3) confirma que foram protocolados dois processos arbitrais contra a companhia na Câmara de Arbitragem do Mercado (CAM), após a B3 pedir esclarecimentos sobre reportagem do Valor Econômico intitulada “Itaú Asset e mais 90 fundos entram com novas arbitragens contra o IRB”.

A matéria apontava que a Itaú Asset, representando alguns de seus fundos, teria se unido a outros investidores em uma arbitragem e que o escritório Modesto Carvalhosa, Kuyven e Ronco Advogados teria ingressado com novo processo em nome de cerca de 90 fundos, com pedido de indenização que poderia alcançar aproximadamente R$ 1 bilhão.

Em resposta, o ressegurador afirmou que, no dia da publicação da reportagem, não tinha conhecimento dos procedimentos citados. Segundo o IRB Re, apenas na manhã de 2 de fevereiro foi notificado pela CAM sobre o pedido de instauração do Procedimento Arbitral CAM 319/26, que envolve fundos administrados pela Itaú Unibanco Asset e outros que já haviam figurado como requerentes no Procedimento CAM 238/23, instaurado em janeiro de 2023 e do qual parte dos investidores havia sido excluída anteriormente por questões formais, conforme divulgado ao mercado.

O IRB acrescentou que, em 3 de fevereiro, recebeu nova notificação referente ao Procedimento Arbitral CAM 316/25, que reúne 76 pessoas jurídicas, muitas delas fundos de investimento.

De acordo com a companhia, ambos os processos têm como principal pedido a condenação ao pagamento de indenizações por supostos prejuízos decorrentes da queda no valor de mercado das ações.

Nos documentos apresentados até agora, o IRB informou que, no caso do CAM 319/26, os requerentes são representados pelo escritório Condini e Tescari Advogados e que o valor da causa foi fixado provisoriamente em R$ 10 milhões, apenas para fins de custas processuais. Já no CAM 316/25, os investidores são representados pelo escritório Modesto Carvalhosa, Kuyven e Ronco Advogados, com valor estimado provisoriamente em R$ 320 milhões.

Chubb vê mercado de seguros corporativos mais competitivo em meio a transição gradual

O ambiente de subscrição em seguros patrimoniais e de responsabilidade civil (property/casualty) para empresas está em “transição” há alguns trimestres, com o mercado global se tornando gradualmente mais competitivo a cada período, afirmou na quarta-feira o CEO da Chubb.

Segundo Evan G. Greenberg, a concorrência tem se mostrado mais acentuada nos seguros patrimoniais para grandes contas e no segmento upper middle market. Em responsabilidade civil, os preços seguem em processo de ajuste: continuam a se fortalecer nas áreas que ainda exigem recomposição de taxas, enquanto, nos segmentos onde isso não é necessário, os aumentos de preços perderam ritmo. Já as linhas financeiras permanecem em um ambiente mais frouxo de precificação.

Os comentários foram feitos durante a teleconferência de resultados do quarto trimestre, período em que o lucro líquido da Chubb avançou 24,7%, para US$ 3,21 bilhões, impulsionado por um índice combinado recorde para o trimestre, de 82,1%. Com isso, o índice combinado anual atingiu o menor nível histórico da companhia, em 85,7%, melhorando frente aos 86,6% registrados em 2024.

A redução das perdas com catástrofes e o aumento da receita financeira também contribuíram para o desempenho. Os prêmios emitidos líquidos no quarto trimestre cresceram 8,9%, para US$ 13,13 bilhões. Em property/casualty, os prêmios avançaram 7,7%, para US$ 11,31 bilhões, enquanto o resultado de subscrição saltou 39,6%, alcançando US$ 2,2 bilhões.

As perdas com catástrofes antes de impostos somaram US$ 365 milhões no trimestre, queda expressiva em relação aos US$ 607 milhões registrados no mesmo período do ano anterior. A receita líquida de investimentos aumentou 8,0%, para US$ 1,69 bilhão.

As operações de seguros agrícolas da Chubb na América do Norte tiveram desempenho especialmente forte no quarto trimestre, com crescimento de prêmios superior a 45%. Na região, os prêmios de property/casualty cresceram mais de 6,5%, com destaque para o middle market e o small commercial, ambos com alta acima de 6%. Os prêmios de property/casualty avançaram 7,5%, enquanto as linhas financeiras cresceram 1,5%. Os novos negócios nos segmentos de middle market e small commercial foram considerados fortes, com expansão superior a 17% em relação ao ano anterior.

No consolidado de 2025, os prêmios emitidos líquidos da Chubb cresceram 6,6%, totalizando US$ 54,84 bilhões. Em property/casualty, os prêmios alcançaram US$ 47,56 bilhões, alta de 5,4%, enquanto o resultado de subscrição do segmento avançou 11,6%, para US$ 6,53 bilhões. O índice combinado de property/casualty melhorou para 86,0%, ante 86,6% em 2024.

As perdas com catástrofes antes de impostos somaram US$ 2,92 bilhões no ano, acima dos US$ 2,39 bilhões registrados em 2024. Já a receita líquida anual de investimentos cresceu 9,0%, para US$ 6,47 bilhões.

Novas perspectivas para a área de Sinistros

por Viviane Mardirossian, diretora de Sinistros do IRB(Re)

Não é incomum ver, no escritório de uma seguradora ou resseguradora, o último andar ocupado pelo departamento de sinistros, cujos integrantes normalmente são rotulados como aqueles que trazem más notícias, tornando o resultado mais difícil de alcançar. No entanto, os tempos são outros e essa visão não mais reflete uma abordagem de negócios otimizada, capaz de enxergar todo o potencial que a área de sinistros pode oferecer.
 

A comunicação sempre foi e segue como o fator-chave. Quando há um fluxo constante de informações entre as áreas de sinistros e subscrição, é possível perceber melhorias na precisão da precificação e oportunidades para oferecer soluções personalizadas aos clientes. 
 

Para ilustrar, imagine o exemplo fictício de uma carteira de responsabilidade civil em que o departamento de sinistros recebe um aumento de sinistros relacionados a determinado CEP, devido ao aumento de incidência de câncer de mama em mulheres abaixo de 65 anos para um produto vendido sem subscrição médica. Além de trabalhar de perto com as cedentes para ajudar a mitigar o número de casos, o feedback para a subscrição é extremamente importante, pois revela não apenas a existência da exposição, mas também que há sinistros sendo recebidos e acompanhados pelos especialistas para serem resolvidos de forma adequada e ágil.
 

Quatro pontos podem facilmente melhorar a rentabilidade da subscrição, se bem explorados: 
 

1 – É tudo uma questão de dados!
Se há algo a que o departamento de sinistros tem acesso são dados; e dados valem ouro. Patrimonial, Responsabilidade Civil, Vida, Saúde… Um arquivo rico em exemplos de tudo que pode dar errado em todos os tipos de coberturas, dando à subscrição uma visão dos possíveis desvios daquela carteira. Em tempos de inteligência artificial, construir um banco de dados que permita que as informações de sinistros estejam facilmente disponíveis durante as renovações pode dar vantagem na precisão da precificação, levando a resultados lucrativos.
 

Nos sinistros patrimoniais, saber como estão sendo praticados os valores de franquia e como o valuation previsto realmente funciona diante de um sinistro concreto é um bom exemplo. A área de sinistros também pode identificar lacunas para desenvolvimento de produtos, já que está familiarizada com situações em que observou uma falta de cobertura durante a análise de determinado sinistro. 
 

2 – Você promete, nós entregamos!

Há uma expressão francesa usada para identificar seguradoras que diz que são “marchand de sécurité”, ou seja, “vendedores de segurança”. A natureza do contrato de seguro é aleatória, o que significa que você não precisa necessariamente enfrentar o resultado para que o contrato seja cumprido, mas, quando algo acontece, é preciso estar preparado para lidar com o cliente em um momento delicado, o que naturalmente exige muita expertise. A relação segurado/seguradora está na linha de frente, mas a relação seguradora/resseguradora normalmente é a chave responsável pelo grande “boleto” a ser pago caso algo ocorra, então a pressão é comum em momentos de estresse, e estar ao lado do cliente ajuda a superar desafios que podem levar a mal-entendidos.
 

No resseguro, buscar alinhamento com o cliente demonstra empatia e permite conhecer seus processos, o que se torna um atalho natural quando há um caso complexo a ser resolvido. Os claims reviews permitem atualizações contínuas na carteira de sinistros, ajudam a entender as melhores práticas e evitam surpresas com novos sinistros não notificados e ajustes de reservas, levando também à melhoria da subscrição e mitigação de riscos.
 

Atualmente, o Brasil vive um novo cenário após a entrada em vigor da Nova Lei de Seguros, em 11 de dezembro de 2025. Alguns aspectos serão ativos importantes nesse período de transição, e o contato direto do departamento de sinistros com o cliente, sendo o canal responsável por entregar o que foi vendido, é um grande ativo e não pode ser subestimado. 
 

3 – Comunicação clara e proativa
Para o cliente, ter um contato nomeado que possa ser acionado sempre que precisar de ajuda ou tiver uma dúvida específica é muito importante. Está comprovado que visitas e revisões de sinistros fortalecem o relacionamento com os clientes, melhorando a subscrição e levando à mitigação de riscos.
 

A comunicação não se limita aos clientes externos; também é extremamente importante para clientes internos e stakeholders, como as equipes que trabalham na análise de riscos e precificação. Dar feedback rápido ao departamento de subscrição e a outros clientes internos sobre sinistros importantes é fundamental não apenas para garantir transparência na empresa, mas também para permitir o aprendizado com os sinistros e consequente melhoria nos parâmetros de subscrição.
 

4 – Prevenção de riscos
Por fim, falar sobre sinistros normalmente nos leva ao cenário do “depois”, mas precisamos começar a observar o que os sinistros podem fazer para mitigar o cenário do “antes”, contribuindo para uma avaliação assertiva de riscos e feedback de prevenção para clientes e até segurados.
 

Ao falar de riscos patrimoniais e grandes riscos, ter uma visão clara dos subcontratados que atuam em uma planta e se possuem apólices próprias de E&O traz alívio adicional caso algo dê errado. Inspeções prévias também podem apontar medidas de segurança que podem ser tomadas para evitar acidentes. Em apólices de responsabilidade civil para construção, é notável o papel importante desempenhado por inspeções prévias no mapeamento de propriedades circunvizinhas e seu entorno, formando o “antes” do início da obra e evitando sinistros por danos já existentes, algo muito comum observado no dia a dia da área de sinistros.
 

A partir desses pontos, podemos concluir que a transformação do departamento de sinistros, de uma visão tradicional de backoffice para um parceiro proativo e orientado à excelência no atendimento, não é apenas uma questão de mudança organizacional, mas uma necessidade estratégica para seguradoras e resseguradoras que buscam lucratividade sustentável e relações mais sólidas com os clientes. 

Quando as equipes de sinistros são capacitadas para cumprirem promessas, fornecerem feedback funcional e se envolverem diretamente com os clientes, tornam-se catalisadoras de inovação e confiança. Essa mudança não só melhora os resultados operacionais, mas também posiciona o departamento de sinistros como pilar da resiliência e do crescimento empresarial em um cenário de seguros em rápida evolução. 

Eleições, clima e novo marco regulatório pautam a edição nº 935 da Revista de Seguros da CNseg

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Já está disponível a edição nº 935 da Revista de Seguros, publicação da CNseg que reúne análises e reportagens sobre temas centrais para o setor segurador e para a economia brasileira. A nova edição aborda o cenário eleitoral de 2026, os desdobramentos da COP30, mudanças regulatórias, desafios climáticos e transformações em curso no mercado.

A matéria de capa examina como as eleições presidenciais de 2026 influenciam a estabilidade econômica e o comportamento dos investidores. Com base em estudos da CNseg e entrevistas com especialistas, a reportagem mostra que anos eleitorais tendem a ampliar a volatilidade dos ativos e a dispersão das projeções de mercado, exigindo maior atenção de investidores institucionais, incluindo o setor de seguros.

Outro destaque é a cobertura da COP30, realizada no Brasil, que reforça o papel dos seguros na agenda climática. A edição analisa como a articulação entre seguros, ciência e finanças verdes passa a orientar decisões de investimento, políticas públicas e estratégias de adaptação às mudanças climáticas.

A revista também dedica espaço à Lei nº 15.040, que estabelece um novo marco legal para o mercado de seguros. A legislação redefine direitos e deveres, promove ajustes nas práticas do setor e introduz mudanças relevantes na relação entre seguradoras, corretores e consumidores.

Completam a edição reportagens sobre a sustentabilidade da saúde suplementar, os desafios do seguro rural diante do aumento de eventos climáticos extremos, a situação hídrica no País, os impactos ambientais da expansão da inteligência artificial e as iniciativas da CNseg voltadas à educação financeira e à ampliação da cultura do seguro no Brasil.

Grupo Bradesco Seguros abre inscrições para o Programa de Estágio 2026

Valdirene Soares Secato, Diretora de Recursos Humanos, Ouvidoria e Sustentabilidade do Grupo Bradesco Seguros.
Valdirene Soares Secato, Diretora de Recursos Humanos, Ouvidoria e Sustentabilidade do Grupo Bradesco Seguros.

O Grupo Bradesco Seguros está com inscrições abertas para o Programa de Estágio 2026 até o dia 6 de março. O primeiro ciclo deste ano conta com mais de cem vagas para estudantes de nível superior ou tecnólogo em áreas como tecnologia, operações, administrativo, analytics, juridico, compliance, entre outras. As oportunidades são para atuação nas cidades de São Paulo, Osasco, Campinas e Santos (SP); Rio de Janeiro (RJ); Curitiba (PR); Brasília (DF); Belo Horizonte (MG) e Porto Alegre (RS).  

Durante o programa, os estagiários participam de uma jornada que contempla integração, imersão no negócio, capacitações comportamentais e desenvolvimento de competências corporativas. A iniciativa também promove encontros por meio do programa de integração o Abrace, que visa promover a troca de experiências entre os participantes, além de recebê-los de forma especial e personalizada. Toda a estrutura do programa, é baseada na cultura dos “5 Cs” da companhia: Centralidade nas Pessoas, Conexão, Coerência, Coragem e Consistência. 

“O desenvolvimento de profissionais é um dos pilares do nosso compromisso com as pessoas. O Programa de Estágio representa uma jornada de aprendizado contínuo, que reconhece e valoriza o potencial de cada participante, incentivando seu crescimento com propósito”, diz Valdirene Soares Secato, diretora de Recursos Humanos, Ouvidoria e Sustentabilidade da seguradora. 

O processo seletivo inclui testes on-line, avaliações, dinâmicas de grupo e entrevistas, com realização prevista entre fevereiro e abril. As admissões devem ocorrer a partir de maio. As inscrições podem ser feitas pelo link. Comprometido com a promoção da diversidade em suas múltiplas dimensões, o programa valoriza diferentes trajetórias, vivências e perfis, buscando construir um ambiente cada vez mais inclusivo. 

Desde 2022, a seguradora conta com um programa de estágio exclusivo que registra altos índices de interesse.  

Além disso, o Programa de Estágio é a primeira iniciativa a receber o selo de marca empregadora “Com Você — cuidando de cada passo”, estratégia do Grupo Bradesco Seguros lançada em 2026 para reforçar seu compromisso com a experiência do talento. O selo traduz a proposta de valor da marca empregadora, destacando o cuidado com cada etapa da jornada, o estímulo ao desenvolvimento e ao protagonismo na carreira, a construção de um ambiente de pertencimento que inspira confiança e valoriza o bem-estar. 

Confira os pré-requisitos e o perfil: 

  1. Estar cursando a partir do 2º semestre da graduação (bacharelado e/ou licenciatura) ou o 1º semestre de curso tecnólogo. 
  2. Disponibilidade para jornada de estágio de 20, 25 ou 30 horas semanais e possibilidade de realizar de um a dois anos de estágio. 
  3. Disponibilidade para trabalhar no modelo híbrido ou 100% presencial, de acordo com a área. 

O que oferecemos: 

  • Bolsa-auxílio compatível com o mercado; 
  • Seguro contra acidentes pessoais; 
  • Auxílio-transporte; 
  • Cesta de serviços bancários; 
  • Consultas Novamed in company
  • Cursos para apoiar o desenvolvimento pessoal e profissional; 
  • Programa Viva Bem; 
  • Day off no dia ou no mês do aniversário; 
  • Oportunidade de participação em programas de voluntariado; 
  • TotalPass; 
  • Incentivo à realização de cursos universitários e de idiomas em escolas parceiras. 

Zurich anuncia destinos internacionais para campanha de incentivo “Vou com a Zurich”

Marcio Benevides

A Zurich Seguros anuncia os destinos da edição 2026/2027 da campanha de incentivo “Vou com a Zurich”, iniciativa que reconhece os corretores e parceiros de negócios com melhor performance em vendas e reforça o relacionamento da companhia em seus canais de distribuição. Os parceiros serão premiados com viagens internacionais com direito a acompanhante, em experiências exclusivas pensadas para ir além do turismo convencional. 

Para esta nova edição, os vencedores da categoria Premium terão como destino o Panamá. Já os parceiros da categoria Infinite Blue embarcarão para Málaga e Sevilla, no sul da Espanha. Os roteiros foram definidos com foco em proporcionar vivências diferenciadas, promovendo integração, troca de experiências e momentos de conexão entre corretores, parceiros de negócios e executivos da seguradora. 

Criada em 2012, a campanha “Vou com a Zurich” é parte da estratégia da companhia para valorizar o papel dos corretores e parceiros de negócios, que atuam como elo fundamental entre a seguradora e seus clientes. “Essa iniciativa é uma forma concreta de reconhecer a importância dos corretores e parceiros de negócios para os nossos resultados e para a construção de relacionamentos sólidos e duradouros. Celebrar essas conquistas juntos faz parte da nossa cultura”, afirma Marcio Benevides, diretor executivo de Distribuição. 

Para Sidemar Spricigo, diretor executivo de Parcerias, a campanha também representa um agradecimento pelo empenho dos profissionais ao longo do ano. “Nossos corretores e parceiros de negócios têm participação direta no crescimento da Zurich no Brasil. Oferecer experiências marcantes é uma maneira de reconhecer esse esforço e reforçar a parceria que sustenta nossa estratégia de expansão”, destaca o executivo. 

Além do anúncio dos novos destinos, a Zurich também se prepara para realizar, nos próximos meses, as viagens de premiação da edição anterior da campanha. Os corretores e parceiros de negócios reconhecidos em 2025 irão, em 2026, para Bariloche, na Argentina, na categoria Premium; e para a África do Sul, na categoria Infinite Blue

Ao longo de sua trajetória, a campanha já levou corretores e parceiros a destinos como Ilha de Comandatuba, Fernando de Noronha, Mendoza, Croácia e Cartagena, consolidando-se como uma das principais iniciativas de relacionamento da companhia com o mercado. “Buscamos, a cada edição, surpreender nossos parceiros com experiências únicas, que reforcem vínculos e valorizem quem constrói diariamente a história da Zurich”, conclui Benevides. 

Suhai Seguradora anuncia naming rights do Festival Interlagos 2026 

 

A Suhai Seguradora anuncia a aquisição dos naming rights do Festival Interlagos, que passa a se chamar Suhai Festival Interlagos, marcando um novo patamar da parceria entre a seguradora e o maior evento de experiências automotivas e motociclísticas da América Latina. Além de reforçar sua atuação histórica na edição Moto, a companhia estreia como patrocinadora da edição Automóvel, ampliando sua presença no evento e aprofundando sua estratégia de posicionamento no universo do entretenimento e da experiência. Em 2026, o Festival deve atrair mais de 400 mil pessoas, entre motoristas e motociclistas, influenciadores, pilotos e entusiastas.
 

Presente no Festival Interlagos desde 2023 como patrocinadora âncora da edição Moto, a Suhai Seguradora acompanha a evolução do evento e amplia, a cada ano, sua atuação junto ao público motociclista. “Nos últimos anos, o patrocínio ao Festival Interlagos teve um papel importante e contribuiu para a Suhai estreitar o relacionamento com o público motociclista, fazer parte do seu dia a dia e consolidar seu lugar de liderança no mercado de seguros para motos”, comenta Ana Paula Rodrigues, diretora de Marketing da Suhai Seguradora.
 

Em 2026, ao ampliar sua presença no evento e assumir os naming rights, a companhia dá um novo passo estratégico, com foco em expandir o diálogo com outros públicos e fortalecer sua atuação no universo de carros. Atualmente, a Suhai soma mais de 1,3 milhão de segurados em todo o país, e aposta no Festival Interlagos como uma plataforma para acelerar seu crescimento e ampliar sua relevância no setor automotivo.
 

A aquisição dos naming rights está diretamente conectada ao posicionamento da Suhai de democratizar o acesso ao seguro no Brasil, ao ampliar a visibilidade da marca e aprofundar o diálogo com públicos que ainda não percebem o seguro como um serviço acessível ou conectado à sua realidade. O movimento também reflete uma tendência crescente no mercado, em que marcas de segmentos tradicionais, como o de seguros, passam a utilizar experiências de entretenimento como ferramenta de aproximação, construção de relacionamento e conexão emocional com o público.
 

Nesse contexto, a Suhai amplia sua presença em plataformas culturais e de experiência, associando sua marca tanto a grandes eventos, como o Suhai Festival Interlagos, quanto a espaços permanentes de entretenimento, como o Suhai Music Hall, casa de shows e eventos inaugurada em setembro de 2025, na zona sul de São Paulo. A estratégia acompanha o recente reposicionamento da marca, que inclui identidade visual renovada, novo tom de voz e uma comunicação mais próxima e acessível.
 

O impacto do evento
Em 2025, o Festival Interlagos impactou mais de 1,6 bilhão de pessoas, o que representa um aumento de 78% em relação a 2024, com mais de 250 mil visitantes presenciais ao longo de 10 dias de evento. O período também reuniu mais de 100 marcas expositoras e contou com centenas de ativações de experiência, reforçando a dimensão, a relevância e o apelo do evento.
 

Para a 8ª edição, o Suhai Festival Interlagos anuncia novos formatos, mais conteúdo em tempo real, integração total entre canais e ações inéditas de experiência, com previsão de crescimento de 30% no impacto de audiência, expansão para novos públicos, novas parcerias e canais. Já a Suhai Seguradora, além do naming rights, marcará presença por meio de ativações interativas, distribuição de brindes, parcerias com influenciadores, patrocínio da sala de imprensa e ofertas exclusivas para o público do evento, reforçando sua proposta de estar próxima da rotina, da emoção e da experiência de motociclistas e motoristas.

Previdência privada tem o pior resultado da captação líquida dos últimos anos em 2025

Edson Franco CEO Zurich COP30 sustentabilidade

Os planos de previdência privada aberta registraram captação líquida – que se refere aos aportes realizados menos as retiradas – de R$ 4 bilhões em 2025, uma queda de 93,5% em relação ao montante de 2024, segundo Relatório da Federação Nacional de Previdência Privada e Vida — Fenaprevi.

O total de aportes do ano passado foi de R$ 157,1 bilhões, uma retração de cerca de 20% na mesma base de comparação (o equivalente a uma diminuição de quase R$ 40 bilhões em aportes). Ao mesmo tempo, os resgates aumentaram, somando R$ 153,2 bilhões, uma alta de 13,2%.

Segundo o presidente da Federação, Edson Franco, os resultados de 2025 comprovam o impacto da cobrança do IOF nos planos VGBL. “Houve um claro desincentivo à poupança previdenciária, gerado por tal medida. Nos planos VGBL saímos de uma captação liquida de quase R$ 60 bi para pouco mais de 3 bilhões de reais. Vale ressaltar que em todos os meses em que a cobrança do IOF esteve em vigor a captação líquida ficou negativa”, destaca.

Franco aponta que estes são os piores resultados da série histórica. “É um volume de recursos que deixou de ser alocado para aumentar a proteção financeira de longo prazo das famílias e que dificilmente voltará para o sistema. Tais resultados transformam 2025 no pior ano para a previdência privada aberta no Brasil. Uma perda para a sociedade e para a economia do país”, enfatiza.

O setor encerrou 2025 administrando R$ 1,8 trilhão em ativos, o equivalente à, aproximadamente, 14% do PIB brasileiro.

Mais de 11 milhões possuem planos de previdência aberta no país

O montante informado (ativos) pertence aos mais de 11,2 milhões de pessoas que possuem 13,7 milhões de planos de previdência privada aberta no Brasil. Do total de planos, pouco mais de 8,6 milhões são do tipo VGBL – Vida Gerador de Benefício Livre – o que corresponde a 63% do total; Outros 3,2 milhões de planos (23%) são PGBL – Plano Gerador de Benefício Livre – e cerca de 2 milhões (14%) se referem aos Planos Tradicionais.

Ao analisar a distribuição dos aportes por tipo de plano, o relatório da Federação aponta que 88% do total arrecadado, no ano de 2025, foi destinado aos planos VGBL; enquanto outros 10% foram aportados em planos PGBL e os 2% restantes em nos Tradicionais.