“Fecha com a Porto” inicia edição 2026 com nova premiação e foco no protagonismo do corretor

O corretor de seguros permanece no centro da estratégia da Porto, consolidando-se como o principal elo de confiança e consultoria para o mercado brasileiro. Como forma de valorizar essa parceria e estimular o crescimento contínuo, a companhia lança a edição 2026 da “Fecha com a Porto”, considerada a maior campanha cross de incentivo do mercado segurador.
 

A iniciativa, que abrange as verticais de Seguro, Saúde e Bank, traz atualizações estratégicas para tornar a disputa ainda mais dinâmica e equilibrada. Uma das grandes novidades deste ano é a inclusão de Barretos no calendário de premiações, atendendo a pedidos recorrentes dos profissionais de todo o país.
 

Além da nova experiência, a edição de 2026 introduz os Pontos Múltiplos, uma mecânica que permite ao corretor multiplicar sua pontuação e acelerar sua posição no ranking, recompensando quem performa com maior intensidade. No total, a Porto prevê premiar mais de 700 corretores ao longo do ano, distribuídos entre as experiências de Barretos, o GP de São Paulo de Fórmula 1 e uma viagem exclusiva.
 

“Na Porto, celebramos um compromisso contínuo com o fortalecimento dos corretores. A ‘Fecha com a Porto’ cresce ano após ano porque acompanha o ritmo desses profissionais e a complexidade do mercado, focando na construção de negócios sustentáveis, e não apenas em resultados imediatos. Mais do que premiar, a campanha foi desenhada para impulsionar a jornada de cada parceiro, respeitando seus diferentes perfis e ambições de forma genuinamente democrática”, comenta Emerson Valentim, Diretor Executivo Comercial da Porto.

A campanha teve seu lançamento oficial no dia 28 de janeiro, no PodPorto especial com a liderança da companhia. Vale ressaltar que as vendas realizadas desde o dia 1º de janeiro já estão sendo contabilizadas para o ranking oficial. Os corretores podem acompanhar seu desempenho e conferir o regulamento completo pelo portal Corretor Online ou pelos canais oficiais de comunicação da Porto.

Serasa oferece seguro gratuito a 100 mil foliões no carnaval de São Paulo

Aproveitando o período de Carnaval, em que muitos brasileiros saem às ruas para aproveitar blocos e desfiles, a Serasa disponibiliza gratuitamente 100 mil  Seguros Bolsa Protegida para os foliões em São Paulo. O produto, já disponível no mercado a todos os brasileiros, prevê indenização em casos de roubo ou furto qualificado da bolsa e dos itens que estiverem dentro dela, além de cobertura para transações indevidas, situações sob coação e assistência no pós-ocorrência conforme condições gerais do produto. 

Segundo uma pesquisa realizada pela Serasa em parceria com o Instituto Opinion Box, 47% dos brasileiros acreditam que o carnaval é o período mais perigoso do ano para golpes e fraudes. Enquanto 44% afirmam se preocupar mais com a segurança nessa época, o que evidencia a importância de soluções de proteção acessíveis e com preço justo para a população.

“Esse lançamento em um período tão importante faz parte do movimento de ampliar nossa plataforma de seguros e assistências no ecossistema da Serasa, buscando apoiar os consumidores nas situações do dia a dia e ajudá-los a evitar prejuízos financeiros inesperados”, afirma Guilherme Mendes, especialista em seguros da Serasa. “A ação especial em São Paulo se deve a grande densidade populacional da maior capital brasileira, que concentra milhares de blocos e pessoas nas ruas durante o Carnaval – um período em que aumentam os riscos e, consequentemente, a busca por soluções que ajudem a proteger o bolso do consumidor.”

Como resgatar o Seguro Bolsa Protegida de forma gratuita

Como parte da promoção Carnaval Bolsa Protegida, a Serasa disponibiliza 100 mil seguros Bolsa Protegida gratuitamente, a partir desta quarta-feira (04). A ação é válida até 22 de fevereiro ou enquanto houver disponibilidade de seguros, exclusivamente para consumidores que estiverem localizados na cidade de São Paulo durante o período da campanha.

Para participar, é necessário estar com a geolocalização ativa no aplicativo da Serasa e seguir as orientações da plataforma. Após a ativação, o consumidor passa a contar com 30 dias de proteção sem custo, conforme as coberturas e os limites de indenização do plano informados no momento da contratação. 

Encerrado o volume de 100 mil seguros disponibilizados – ou para consumidores que não estiverem na cidade de São Paulo durante o período da ação – o Seguro Bolsa Protegida segue disponível para contratação com valores a partir de R$ 4,90, com diferentes opções de cobertura, permitindo que cada pessoa escolha a alternativa que melhor se encaixa no seu orçamento.

Durante o Carnaval de São Paulo, a Serasa também marcará presença nas ruas com a distribuição de brindes, como doleiras, chapéus e outros itens no bloco Filhos de Gil (16/02).

Acrisure Brasil reforça gestão de benefícios e equipe de riscos corporativos

A Acrisure Brasil inicia, em 2026, uma nova fase de equilíbrio operacional entre seus principais segmentos de atuação. A companhia busca consolidar ainda mais seu portfólio de benefícios e expandir a área de Riscos Corporativos para equalizar a participação dessas frentes em seus negócios.

A organização pavimentou sua relevância no segmento de Benefícios por meio de um modelo de consultoria especializada e de alta proximidade (high-touch), consultiva e técnica. Ancorada em inteligência de dados, essa abordagem gera insights acionáveis sobre o perfil de saúde e os fatores de risco das populações seguradas, traduzindo análises em iniciativas preventivas e em uma gestão de sinistralidade mais eficaz para os clientes corporativos.

A operação brasileira expandiu significativamente seu alcance após a transição da marca It’sSeg para Acrisure em agosto de 2025, integrando-se ao ecossistema da fintech norte-americana — a oitava maior corretora de seguros do mundo. O movimento combina a escala de uma potência global com o DNA empreendedor e a expertise local que guiam suas operações no mercado nacional.

Ao aliar excelência técnica a um relacionamento consultivo próximo, a Acrisure Brasil se posiciona como parceira estratégica na garantia da sustentabilidade de longo prazo dos programas de saúde corporativos. “Não somos apenas uma corretora que adquire empresas para ganhar volume. Integramos sócios que mantêm a paixão pelo negócio e a proximidade com o cliente, potencializados por uma infraestrutura tecnológica que apenas uma das maiores fintechs do mundo pode oferecer”, destaca o CEO Thomaz Menezes.

Ecossistema de proteção e verticais estratégicas

A robustez em território nacional se reflete em um vasto portfólio de proteção e gestão de capital humano e seguros pessoais. Além de Benefícios, a empresa utiliza inteligência de negócios e análise de dados para entregar soluções preditivas em gestão de saúde populacional, gestão de afastados e otimização do FAP (Fator Acidentário de Prevenção).

A companhia também mantém uma robusta operação de Riscos Corporativos — com equipes especializadas em P&C (Patrimonial e Responsabilidade Civil), Linhas Financeiras, Garantia, Transportes, Frota, Afinidades, Energia e Cyber —, além de Resseguros. Para sustentar seus objetivos estratégicos, a Acrisure Brasil acelera a expansão em frentes complementares em 2026:

  • Riscos Corporativos: Liderada pela vice-presidente de Riscos Corporativos, Karina Andrade, a divisão foca em serviços consultivos de alta complexidade. “Nosso objetivo é ser um braço estratégico, traduzindo riscos em soluções que garantam a continuidade dos negócios. Aliamos a agilidade de uma fintech à nossa capacidade técnica para entregar uma visão 360º que o mercado tradicional muitas vezes não alcança”, afirma a executiva.
  • Canal Brokers: O Canal Brokers é uma peça fundamental na estratégia de crescimento sustentável e no reequilíbrio do portfólio no Brasil. “Nossos corretores têm uma boa capilaridade e já possuem relacionamentos de confiança com os clientes. Oferecemos suporte aos parceiros em ramos complexos como Patrimonial, Transportes e Cyber. Assim realizamos um cross-selling que gera valor para o cliente e acelera a consolidação da Acrisure como uma plataforma completa de soluções”, explica Patrícia Martins, Diretora do Canal Brokers.
  • Acrisure Re: A operação de Resseguros continua ganhando relevância como facilitadora para os setores de infraestrutura, agronegócio e energia. Sob a liderança de Isabella Ximenez, a divisão trabalha em estreita colaboração com líderes de seguros patrimoniais para entregar soluções sob medida em toda a América Latina. “Conectamos necessidades locais complexas à capacidade financeira dos maiores mercados do mundo, impulsionando a eficiência de capital e a inovação”, observa Ximenez.

O futuro: IA com propósito humano

A companhia também destaca a evolução da Auris, a plataforma de inteligência artificial da Acrisure projetada para antecipar necessidades de proteção por meio de uma visão completa e integrada do cliente.

“Na Acrisure, a tecnologia não substitui o consultor; ela amplia suas capacidades. O futuro do seguro é, sem dúvida, digital, mas a confiança e as relações humanas permanecem no centro de toda transação bem-sucedida”, reforça Menezes.

Grupo Bradesco Seguros lucra R$ 10,1 bilhões em 2025 e representa 41% do ganho do banco

Grupo Bradesco Seguros encerrou 2025 com lucro líquido de R$ 10,1 bilhões, crescimento de 11,2% em relação a 2024, com retorno sobre o patrimônio líquido médio (ROAE) de 21,9%. No quarto trimestre, o resultado foi de R$ 2,8 bilhões, alta de 10,6% na comparação anual. O faturamento total — que inclui prêmios de seguros, contribuições de previdência e receitas de capitalização — alcançou R$ 118,5 bilhões no ano. O lucro líquido recorrente do banco Bradesco cresceu 26%, para R$ 24,6 bilhões, em 2025. Apenas no último trimestre, o lucro foi de R$ 6,5 bilhões. Assim, o lucro da seguradora representou cerca de 41,1% do lucro do banco em 2025.

Segundo o presidente do grupo, Ivan Gontijo, o avanço vai além do desempenho financeiro pontual. “Encerramos 2025 com crescimento robusto no nosso lucro líquido, tanto na comparação anual — que alcançou a marca de dois dígitos — quanto na trimestral. Mais do que os números, porém, gostaria de destacar o aspecto qualitativo da evolução que vem marcando esse resultado nos últimos anos, com retorno do patrimônio líquido médio acima do patamar de 20%, o que reforça a posição de liderança da companhia e seu potencial de geração de valor no longo prazo”, afirmou o executivo ao Sonho Seguro. O resultado da operação de seguros crescerá entre 6% e 8% em 2026.

O resultado das operações de seguros, previdência e capitalização somou R$ 22,3 bilhões em 2025, crescimento de 16,1% em relação ao ano anterior. O desempenho foi impulsionado principalmente pela alta de 20,6% do resultado industrial, favorecido pela melhora de 3,8 pontos percentuais na sinistralidade. O resultado financeiro também contribuiu, com avanço de 9,3% no período. Em indenizações e benefícios, o grupo devolveu à sociedade R$ 60,7 bilhões, alta de 7,3% frente a 2024.

Para o presidente, a eficiência na alocação de recursos foi determinante. “Esse desempenho amplia a capacidade de investimento em setores estratégicos para a operação, como inovação e tecnologia, fundamentais para evoluirmos ainda mais nossos diferenciais em gestão de risco e experiência do cliente. Chamo a atenção, também, para a eficiência da gestão das nossas reservas, que proporcionou um resultado financeiro consistente, refletindo a diversificação da carteira de investimentos da companhia e a captura de oportunidades no cenário econômico-financeiro”, disse.

No trimestre, a Bradesco Saúde ampliou presença em praças estratégicas, com o lançamento do Efetivo Plus, opção mais acessível de plano de saúde com abrangência nacional, reforçando a expansão e diversificação de portfólio para atender às necessidades de clientes de diversos perfis. O novo produto voltado a pequenas e médias empresas, já disponível em São Paulo, no Rio Grande do Sul e no Distrito Federal, oferece diferenciais em rede e cobertura, podendo ser contratado com ou sem coparticipação.

A Atlântica Hospitais e Participações, por sua vez, chegou a 21 unidades em operação, totalizando mais de 2,2 mil leitos hospitalares. No último quadrimestre, a companhia anunciou a incorporação de duas novas unidades hospitalares de referência: Hospital e Maternidade Glória D’Or (RJ) e Maternidade São Luiz Star (SP).

Já a Bradesco Vida e Previdência avançou estrategicamente no portfólio de Seguros de Vida, Viagem e Prestamista. Além disso, em Previdência Privada, lançou um produto VGBL (Vida Gerador de Benefício Livre) para alta renda que desonera a taxa de administração e oferece benefícios por fidelidade. Também foi disponibilizada, inicialmente a um grupo-piloto, uma ferramenta de IA com funcionalidades que possibilitam a corretores e advisors aprimorar ainda mais sua atuação consultiva.

No segmento Auto, a Operação Emergencial para Tratamento de Sinistros, criada pela Bradesco Seguros para prestar suporte rápido e eficaz a segurados em situações de catástrofes naturais em todo o Brasil, completou dez anos em 2025. No total, foram realizadas 45 edições, com mais de 15 mil atendimentos emergenciais e R$ 250 milhões em indenizações pagas, consolidando o programa como uma das principais referências do setor em atendimento a desastres climáticos. Ainda na frente ambiental, o projeto Oficina Sustentável, criado em 2022 em parceria com a Ecoassist, atingiu a marca de mil toneladas de resíduos automotivos destinados à reciclagem, tendo registrado aumento de volume de 60% em 2025, frente a 2024.

Em Ramos Elementares, foi lançado o Bradesco Seguro Residencial Pet, iniciativa que reforça sua atuação no ecossistema de bem-estar e conveniência. O novo produto une a cobertura residencial tradicional a um portfólio completo de serviços de saúde para animais domésticos, refletindo o movimento de diversificação da seguradora diante das transformações no perfil das famílias brasileiras.

A Bradesco Capitalização alcançou, no trimestre, crescimento de 20,2% no faturamento pelos canais digitais, na comparação com o mesmo período do ano anterior. Destaque para o lançamento do produto sazonal Max Virada do Milhão, comercializado até 26/12, e que possibilitou ao cliente concorrer a prêmios no valor de até R$ 1 milhão em 27/12, além de participar dos sorteios mensais.

VALOR: Pai de Vorcaro contrapôs seguradoras por crédito de carbono

Fonte: Valor, por Rita Azevedo

Em meio à batalha judicial das seguradoras para barrar uma lei que as obriga a investir parte de suas reservas técnicas e provisões em créditos de carbono, Henrique Vorcaro, pai de Daniel Vorcaro, do Banco Master, tentou convencê-las a mudar de ideia, apurou o Valor.

Em março de 2025, a Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg) apresentou uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) contra um dispositivo da Lei nº 15.042, de 2024, que instituiu o Sistema Brasileiro de Comércio de Emissões de Gases de Efeito Estufa (SBCE).

Um dos artigos do texto determina que seguradoras, entidades de previdência complementar, sociedades de capitalização e resseguradores adquiram créditos de carbono ou cotas de fundos de investimento nesses ativos no percentual mínimo de 0,5% ao ano sobre suas reservas técnicas e provisões – valores que as seguradoras são obrigadas a separar e manter aplicados para garantir que terão dinheiro suficiente para pagar indenizações futuras aos segurados.

Após a apresentação da ADI, Henrique Vorcaro buscou pessoalmente contato com representantes do setor segurador para tentar uma espécie de negociação, visando manter a obrigatoriedade do investimento nos créditos de carbono, disseram fontes. O argumento usado era de que os recursos seriam cruciais para o crescimento desse mercado e beneficiaria essencialmente o país.

A família Vorcaro tem relação com ativos ambientais associados à contabilização de carbono em florestas por meio da Alliance Participações e Investimentos. A empresa tem como sócios, além de Henrique Vorcaro, sua filha, Natália Vorcaro. Fontes ouvidas pelo Valor reforçam que, além do empresário, nomes de partidos do Centrão tentaram articulações no mesmo sentido, mas não tiveram sucesso.

A ADI 7795 começou a ser julgada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) em 19 de dezembro. O julgamento foi interrompido ontem a pedido do ministro Cristiano Zanin. Até agora, foram três votos favoráveis à derrubada da obrigação dos investimentos.

O relator da ação, ministro Flávio Dino, disse, durante o voto, que ao obrigar apenas as empresas seguradoras a investir nos créditos de carbono, o Legislativo cometeu discriminação, especialmente levando em conta que as empresas do setor não são as maiores responsáveis pela emissão de gases de efeito estufa.

“O critério de diferenciação – ser sociedade seguradora, entidade aberta de previdência complementar, sociedade de capitalização e ressegurador local – não está diretamente vinculado ao propósito da norma, na medida em que tais entidades não são as maiores contribuintes para emissão de gases de efeito estufa. Há, portanto, violação ao princípio da isonomia”, afirmou o ministro.

Pelo mesmo motivo, Dino também considerou violado o princípio do poluidor-pagador. Os ministros Alexandre de Moraes e Dias Toffoli acompanharam o voto do relator.

O parecer da Procuradoria-Geral da República (PGR) tinha seguido a mesma linha. Na manifestação sobre o tema, Paulo Gonet, disse que não havia o que se criticar “quanto à constitucionalidade da lei sob o ângulo formal”, mas que, em relação à compatibilidade material das normas impugnadas com princípios constitucionais da isonomia, da proporcionalidade, da livre iniciativa e da segurança jurídica há alguns pontos que devem ser considerados.

Um deles é que a escolha das entidades “que devem suportar o ônus do financiamento da medida de estímulo ao mercado de carbono” se deu, basicamente, porque essas instituições dispõem de uma vasta reserva financeira, caracterizada pela liquidez e que está sujeita a regulação pelo Poder Público.

Para Gonet, a escolha das instituições operadoras do Sistema Financeiro Nacional (SFN) para financiar o mercado de crédito de carbono se baseou em fatores insuficientes para se justificar constitucionalmente. “Do fato de essas entidades disporem de recursos consideráveis para serem investidos não se pode deduzir que se possa, só por isso, obrigá-la a alocá-los em um determinado mercado, independentemente de as finalidades deste ostentarem elevado sentido social”, diz.

Ainda não é claro quando as seguradoras devem começar a cumprir a lei, caso o dispositivo continue valendo, já que será necessário um processo de regulamentação. Na redação original, as seguradoras deveriam cumprir a obrigação no ano de entrada em vigor da lei e o percentual de destinação era maior, equivalente a 1% das reservas técnicas. Isso foi posteriormente modificado, com a exclusão do prazo e a redução da parcela para 0,5%.

Em novembro, o Ministério da Fazenda informou que, antes da regulamentação da lei, haverá uma consulta pública sobre como se dará essa aplicação.

Procurada, a CNseg não quis se manifestar. A defesa de Henrique Vorcaro não comentou.

Porto registra lucro líquido recorde de R$ 3,4 bilhões e amplia rentabilidade para 22,7%

Porto, com 19 milhões de clientes, encerrou 2025 com lucro líquido de R$ 3,4 bilhões, alta de 28% em relação a 2024, em um ano marcado pela celebração de seus 80 anos. A receita anual alcançou R$ 41 bilhões, crescimento de 12%, enquanto a rentabilidade sobre o patrimônio (ROAE) avançou 2,7 pontos percentuais, para 22,7%. As verticais de saúde, banco e serviços representaram, juntas, 49% do total da companhia. Com a menor dependência do seguro automóvel — hoje responsável por cerca de 30% do resultado, ante participação maior em anos anteriores —, o impacto da volatilidade é avaliado como significativamente menor.

O desempenho foi impulsionado pela diversificação do portfólio. As verticais de Saúde, Banco e Serviços passaram a responder por 49% do total da companhia, aumento de 7 pontos percentuais frente a 2024, com retornos individuais superiores a 23%. Segundo a empresa, a estratégia de fortalecimento do ecossistema contribuiu para um crescimento mais equilibrado e sustentável.

No quarto trimestre de 2025, os resultados também avançaram em dois dígitos. As receitas somaram R$ 11 bilhões, alta de 11% na comparação anual, e o lucro líquido atingiu R$ 839 milhões, crescimento de 25%. O ROAE do período ficou em 22,5%, mantendo-se acima do patamar de 20%.

O resultado financeiro foi de R$ 289 milhões no trimestre, aumento de 6%. Já a receita da carteira de aplicações financeiras, excluindo previdência, ALM e rolagem de títulos, chegou a R$ 473 milhões, equivalente a 79% do CDI, reflexo principalmente da maior alocação em títulos indexados à inflação. A companhia realizou ainda uma rolagem de carteira de R$ 109 milhões, com efeito esperado de alongamento do duration e elevação das taxas médias desses papéis.

O índice de eficiência operacional permaneceu estável no trimestre, em 11,2%. No acumulado do ano, o indicador recuou para 10,9%, melhora de 0,4 ponto percentual em relação a 2024, marcando o sexto ano consecutivo de ganho de eficiência, segundo a empresa.

Paulo Kakinoff demonstra otimismo em relação a 2026 e avalia que o mercado brasileiro de seguros dá sinais claros de vigor, sobretudo em função da ainda baixa penetração dos produtos no país. Segundo o executivo, esse fator estrutural cria uma correlação direta com o potencial de crescimento do setor nos próximos anos.

Na comparação internacional, Kakinoff destaca que o Brasil ainda está muito aquém dos principais mercados globais. Especificamente em vida, a média mundial de penetração dos seguros gira em torno de 4% do PIB, no Brasil esse percentual não chega a 1%. Em países como a Itália, a taxa é de 2,8%; nos Estados Unidos, alcança 5,1%; e, em Hong Kong, chega a 17,4%. Até mesmo mercados desenvolvidos com menor peso relativo, como a Austrália, apresentam cerca de 1% do PIB em seguros, patamar ainda distante da realidade brasileira.

Para o CEO, a expansão da demanda vem acompanhada de um processo de transformação na forma como os seguros são distribuídos e comercializados, com modelos mais fluidos, simples e adaptados às necessidades dos clientes, o que ajuda a destravar o acesso aos produtos.

Otimismo com 2026

O grupo Porto projeta receita financeira entre R$ 1,4 bilhão e R$ 1,8 bilhão para 2026, após essa linha ter alcançado R$ 1,4 bilhão no ano anterior. Na vertical mais recente, de serviços, a expectativa é de receita entre R$ 2,6 bilhões e R$ 2,9 bilhões, com índice de G&A de 9% a 10%.

Na Porto Seguro, as receitas e prêmios totalizaram R$ 5,8 bilhões, crescimento de 3%, com destaque para os segmentos patrimonial e vida. No seguro auto, os prêmios ficaram praticamente estáveis, enquanto a frota segurada avançou 4%. O lucro do período foi de R$ 459 milhões. Já a Porto Serviço registrou receita de R$ 663 milhões, alta de 3%, com forte expansão dos produtos digitais, e lucro trimestral de R$ 84 milhões, crescimento de 42%.

Para a vertical de seguros, a companhia estima que o prêmio ganho crescerá entre 3% e 7%, que a sinistralidade ficará na faixa de 50,5% a 54,5% e que o índice de G&A será de 10% a 10,6%. No seguro automóvel, Kakinoff avalia que, apesar de a penetração ainda ser inferior à observada em outros mercados internacionais, trata-se de um dos ramos mais consolidados no Brasil, com forte tradição. Ainda assim, apenas cerca de 20% da frota nacional conta com cobertura. O executivo destaca que o segmento se beneficia da customização de produtos e da integração com outras soluções, embora o ritmo de crescimento permaneça condicionado à venda de veículos novos.

A Porto Saúde apresentou crescimento de 23% na receita, para R$ 2,3 bilhões, influenciada pelo aumento de 23% no número de beneficiários de seguro saúde e de 19% em odontologia. Em saúde, a Porto projeta aumento de 14% a 22% no prêmio ganho, sinistralidade de 72% a 77% e índice de G&A de 4,7% a 5,7%. Kakinoff observa que o mercado permaneceu por anos praticamente estacionado em torno de 50 milhões de segurados. Nos períodos mais difíceis, esse número chegou a recuar para 49 milhões ou avançar marginalmente para 51 milhões. Mais recentemente, no entanto, o total do setor de saúde suplementar atingiu cerca de 52 milhões de beneficiários, sinalizando uma retomada apoiada no lançamento de produtos mais customizados e com preços mais acessíveis. Nesse contexto, ele cita iniciativas como o Porto Bairro, voltado à inserção de pequenas e médias empresas no mercado de saúde suplementar, com foco na utilização da rede local de hospitais e clínicas. A proposta permite mensalidades abaixo de R$ 200 por vida, ampliando o acesso e a capilaridade da oferta.

No braço de serviços, a Porto Serviço encerrou o período com receita de R$ 663 milhões, alta de 3%, com destaque para a forte evolução dos produtos digitais, que avançaram 38% no quarto trimestre de 2025 e 73% no acumulado do ano, enquanto o resultado trimestral alcançou R$ 84 milhões, crescimento de 42%. Segundo o executivo, a companhia construiu uma operação de serviços com ampla cobertura geográfica e elevados níveis de NPS, voltada principalmente ao mercado endereçável de serviços residenciais, ainda marcado pela predominância da economia informal.

Kakinoff afirma que a estrutura já está preparada para atender tanto a demanda de seguros residenciais quanto vendas avulsas, por meio de varejistas, montadoras e outros canais parceiros. Atualmente, a Porto conta com mais de 60 parceiros ativos, base que cresce mês a mês e tem potencial para dobrar. O executivo ressalta que, apesar de ser um negócio desafiador, que exige energia e disciplina operacional para ganhar escala, os resultados vêm da própria operação integrada ao ecossistema da companhia, sem depender de iniciativas fora do grupo Porto.

O Porto Bank registrou crescimento de 31% na receita trimestral, para R$ 2,1 bilhões, puxado pelo avanço do consórcio, cartões, financiamentos, empréstimos e capitalização. O lucro líquido do banco somou R$ 219 milhões, alta de 35%. Na Porto Saúde, a receita cresceu 23%, alcançando R$ 2,3 bilhões, com aumento do número de beneficiários em saúde e odontologia. O lucro foi de R$ 170 milhões, avanço de 22%, com índice combinado de 89%. O Porto Bank deve registrar receita total entre R$ 7,5 bilhões e R$ 7,9 bilhões em 2026, com índice de eficiência de 27% a 31% e perdas de crédito estimadas entre R$ 2,7 bilhões e R$ 3,1 bilhões.

Além dos resultados financeiros, a companhia celebrou em 2025 a inclusão no IBrX 50, após completar um ano no Ibovespa, reforçando sua presença entre as empresas mais líquidas da B3. A Porto também manteve reconhecimento em rankings de marca e gestão de pessoas, além de elevados índices de satisfação dos clientes.

“Esses números são reflexo da qualidade das soluções e do atendimento oferecidos aos nossos mais de 18 milhões de clientes. Em 2025, celebramos nossos 80 anos com a certeza de que a essência que nos trouxe até aqui é o que vai nos levar adiante”, finalizou o CEO do Grupo Porto.

Porto Serviço bate recorde e atende 23 mil chamados em um único dia 

A Porto Serviço, empresa do Grupo Porto especializada em serviços emergenciais e de manutenção para casa e carro, registrou recorde em janeiro com 23 mil atendimentos em um único dia. 

Mais do que um marco, esse número mostra a alta capacidade da empresa de atender à crescente demanda por serviços residenciais ou para o carro, reforça a estratégia de democratizar o acesso a serviços de qualidade, com a confiança e a garantia da marca Porto, e de estar por perto em todos os momentos da vida – da assistência emergencial, à conveniência de uma manutenção programada. 

“Durante a Alta Temporada, que vai de dezembro a março, a Porto é, historicamente, mais acionada, mas a média ficava em torno de 15 mil atendimentos por dia, e este ano passamos muito dessa marca”, comenta Marcelo Sebastião, diretor de Operações da Porto Serviço, que reforça a importância dos investimentos da companhia na capacitação da rede de prestadores de serviços em 2025. 

“No ano passado, fizemos um trabalho intenso com os prestadores em todas as principais cidades do País para habilitá-los para o atendimento dos mais diversos serviços, e agora vimos o quão preparados estamos para o aumento da demanda”, diz. 

O volume recorde de atendimentos não aconteceu por acaso. O movimento é impulsionado pelas estratégias da Porto Serviço que ampliam a atuação junto a grandes empresas por meio de parcerias, e pela venda de serviços avulsos ou via planos por assinatura. Somada a isso, a expansão do portfólio da Porto Serviço, que hoje conta com mais de 50 serviços para casa e carro, garante uma crescente sólida. 

A soma de uma rede de prestadores distribuídos por todo o Brasil, com as estratégias da empresa para crescer de maneira sustentável reforçam o plano de crescimento da unidade de negócio.

Tokio Marine cresce 15,4% no Rio de Janeiro e Espírito Santo

A Tokio Marine Seguradora anuncia crescimento de 15,4% na Diretoria Regional RJ/ES, com faturamento de mais de R$ 1,15 bilhão em 2025 e desempenho positivo em todas as Linhas de Negócio como nas carteiras de Auto (14,9%), RD Massificados (20,1), Vida (12,1%) e Produtos PJ (19,5%).
 

Segundo o Diretor Comercial Regional RJ/ES, Sérgio Brito, o último ano foi extremamente positivo, resultado do trabalho integrado entre o time Comercial, Corretores e Assessorias. “Esse desempenho reflete a forte especialização técnica da Tokio Marine em todas as suas áreas de atuação, aliada a investimentos consistentes em tecnologia, excelência operacional e uma equipe comercial preparada para atender com proximidade e dedicação”, explica. “A forma como nos relacionamos com os Corretores e Assessorias, oferecendo suporte técnico e atuando lado a lado, tem sido um diferencial claro no mercado. Aqui, acolhemos e apoiamos verdadeiramente nossos parceiros”, reforça.
 

Para 2026, o objetivo é continuar com o crescimento de dois dígitos e ultrapassar a marca de R$ 1,3 bilhão. “Queremos seguir obtendo bons resultados em todas as carteiras em que atuamos, com foco em PJ, Vida, Fiança e Residencial, seguindo com qualidade nas entregas e no suporte comercial e técnico para auxiliar Corretores e Assessorias no fechamento de novos negócios”, finaliza. 

Mapfre divulga resultado de edital dos projetos incentivados de 2025/2026

Letícia Matuck, gerente de eventos e patrocínios da Mapfre

A Mapfre anuncia os projetos contemplados por seu edital de patrocínios incentivados para 2026. Os investimentos priorizam iniciativas de cultura, esporte, saúde e inclusão social e integram a estratégia da companhia para o desenvolvimento socioeconômico do Brasil.

Os projetos selecionados se enquadram nas Leis de Incentivo à Cultura e ao Esporte, bem como fundos da Infância, Adolescência e do Idoso. Também foram escolhidos programas federais de apoio à atenção oncológica (PRONON) e à saúde da pessoa com deficiência (PRONAS).
 

Para a gerente de eventos e patrocínios da Mapfre, Letícia Matuck, a escolha dos projetos reflete o DNA de cuidado da marca. “Nosso objetivo é incentivar projetos que buscam um impacto positivo em nossa sociedade, abrangendo diferentes aspectos da vida comunitária. Os patrocínios nos ajudam a identificar e apoiar iniciativas que fazem a diferença na vida das pessoas e se conectam com o nosso propósito de cuidado”, explica a executiva. 
 

O processo de seleção dos projetos foi conduzido por um Comitê de Patrocínios da MAPFRE, que avaliou todas as inscrições com base em critérios como impacto social, inovação, sustentabilidade e alinhamento com os valores da companhia.
 

Entre os selecionados estão grandes produções culturais que celebram a música brasileira, como os musicais de Gilberto Gil e Tom Jobim. No pilar esportivo, a companhia mantém sua presença em competições de alto rendimento, como a Porsche Cup, e segue fomentando o esporte e lazer por meio de projetos como o circuito “Desbrava” e o “Educação Através do Esporte”. 
 

O cuidado à longevidade também ganha força com o apoio a programas de inteligência artificial, tecnologia e lazer para a terceira idade, além de aportes tecnológicos essenciais para a saúde pública, como a implementação de cirurgia robótica em oncologia urológica da Santa Casa de Misericórdia da Bahia. 
 

Já o apoio ao Fundo da Infância e Adolescência é realizado por meio de ações como as oficinas de Dança para crianças e jovens do Instituto Olga Kos o projeto “Quixote Jovem Cidadão”, que visa desenvolver competências para o mundo do trabalho e estimular o protagonismo de adolescentes em vulnerabilidade social em São Paulo.

MetLife abre inscrições para Programa de Estágio 2026

A MetLife Brasil, uma das maiores empresas de serviços financeiros do mundo, abriu inscrições para o programa de estágio NextGen 2026, voltado a estudantes universitários com previsão de formatura a partir de junho de 2028. O prazo para candidatura vai até 28 de fevereiro. Com oportunidades em diferentes áreas, o programa busca atrair jovens talentos interessados em desenvolvimento profissional, protagonismo e crescimento na companhia. Não há limite de idade para participação. 

Durante o processo seletivo, a MetLife adota uma abordagem de “portas abertas”, oferecendo aos candidatos um dia de imersão presencial para vivenciar a cultura da companhia e conhecer as oportunidades do programa. Os participantes também terão contato com estagiários que já atuam na empresa, que compartilharão suas experiências e estarão disponíveis para esclarecer dúvidas sobre a rotina e o ambiente de trabalho.

“O Programa de Estágio MetLife 2026.1 foi estruturado para oferecer uma experiência prática de aprendizado e desenvolvimento desde o início do processo seletivo. A proposta é atrair estudantes com perfil curioso e protagonista, que queiram construir uma trajetória profissional em um ambiente colaborativo e voltado ao crescimento”, afirma Gustavo Fermino, diretor de Recursos Humanos da MetLife Brasil.

Inscrições e seleção

Os interessados podem se inscrever por meio do link de Programa NextGen 2026.1. Para participar, é recomendável ter conhecimentos no pacote Office, disponibilidade para atuação em modelo híbrido na região da Berrini, em São Paulo, e estar cursando ensino superior em áreas como administração, economia, ciências contábeis, ciências atuariais, psicologia, marketing, publicidade e propaganda, engenharias, estatística e cursos correlatos.

O prazo de inscrição se encerra em 28 de fevereiro. Ao longo do processo seletivo, a companhia prioriza a troca de experiências e a comunicação contínua com os candidatos, desde as etapas iniciais até o início oficial dos aprovados.

“Com 157 anos de atuação global, a MetLife convida estudantes que desejam iniciar sua trajetória profissional em uma companhia presente em diferentes mercados e culturas”, finaliza Fermino.