Zurich reforça atuação no Rio Open 2026 com ativações imersivas e ampla presença de marca no RJ

Patrocinadora do Rio Open pelo segundo ano consecutivo, a Zurich Seguros prepara uma série de ativações durante a edição de 2026 do torneio, reforçando o tênis como um território estratégico de sua marca e aprofundando a conexão com o público por meio de experiências, conteúdo e forte presença urbana na cidade do Rio de Janeiro. 

O Rio Open 2026 acontece entre os dias 14 e 22 de fevereiro, no Jockey Club Brasileiro, e contará com um line-up de destaque no circuito mundial. O torneio terá nomes como Matteo Berrettini, ex-número seis do mundo e finalista de Wimbledon, e o brasileiro João Fonseca, um dos talentos confirmados para esta edição. 

Em ocasião do evento, a Zurich prepara a maior ação de marca já realizada pela companhia na cidade do Rio de Janeiro. Aproveitando a coincidência entre o Rio Open e o período do carnaval, a seguradora terá uma ampla estratégia de mídia, incluindo mídia OOH em aeroportos, envelopamento de VLT e metrô e ações em rádios e com influenciadores, reforçando sua presença em um momento de alta circulação de pessoas. 

“A combinação entre o Rio Open e o carnaval cria uma oportunidade única para ampliarmos nossa visibilidade e reforçarmos o posicionamento da Nova Geração de Seguros. É uma estratégia baseada em consistência, planejamento e oportunidade de mercado, conectando nossa marca ao esporte e às soluções que oferecemos para o dia a dia das pessoas”, explica Lucía Sarraceno, diretora de Marketing e Clientes da Zurich Seguros. 

Para o público do evento, a companhia levará ativações pensadas para traduzir os valores do esporte e o posicionamento da companhia. Entre as ações previstas estão ativações fotográficas e desafios de tênis, com brindes para os visitantes. Inspiradas no ambiente da quadra, essas experiências colocam o público na perspectiva do jogador, reforçando conceitos como preparo, constância e superação, atributos que dialogam tanto com o tênis quanto com a visão da seguradora sobre construir um futuro melhor. 

“O patrocínio pelo segundo ano consecutivo consolida o tênis como um território da nossa marca, conectado aos valores do esporte e ao nosso compromisso social. Durante o Rio Open, vamos trabalhar o mote ‘Orgulho em apoiar o Rio Open e as Novas Jogadas’, unindo o presente do torneio ao futuro que queremos ajudar a construir”, afirma Lucía. 

O compromisso social da Zurich também estará presente nas ações do evento. Em parceria com o Instituto Próxima Geração, a companhia promove novamente o Kids Day do Rio Open, levando jovens atletas de Belo Horizonte para vivenciarem o torneio e participarem de atividades na quadra principal com orientadores da ATP.  

O apoio ao esporte faz parte da estratégia de marca da Zurich no Brasil e se estende a diferentes modalidades. Além do tênis, a seguradora é a primeira patrocinadora oficial da Confederação Brasileira de Futebol Americano e das seleções brasileiras, apoiando o flag football em sua trajetória rumo aos Jogos Olímpicos de 2028. A companhia também investe em jovens talentos, como Agatha e Tabatha Carvalho, as Irmãs do Tênis, e o skatista Zion, e mantém parcerias com projetos sociais voltados à democratização do acesso ao esporte. 

No campo de conteúdo, a Zurich também patrocina o podcast New Balls Please!, apresentado por Fernando Meligeni e Fernando Nardini, ampliando sua presença no diálogo com fãs e praticantes da modalidade. 

Ao combinar experiências presenciais no torneio com uma presença urbana robusta e ações de impacto social, a Zurich reforça seu posicionamento de longo prazo no esporte, associando sua marca a valores como inclusão, responsabilidade social e investimento no futuro. O Rio Open 2026 é mais um capítulo dessa estratégia, que busca ir além da visibilidade e construir vínculos consistentes com a sociedade. 

Lucro do Talanx Group cresce 25% e atinge recorde em 2025

O Talanx Group, controlador do grupo HDI no Brasil, encerrou o exercício de 2025 com lucro líquido recorde de 2,48 bilhões de euros, alta de 25% em relação ao ano anterior, segundo números preliminares e não auditados. O desempenho foi impulsionado pela forte operação do grupo e por uma experiência de sinistros mais favorável no segundo semestre, com contribuições equilibradas das áreas de seguros primários e resseguros.

A receita de seguros, ajustada pelos efeitos cambiais, cresceu 5%, alcançando 49,0 bilhões de euros. Considerando os números em euros correntes, o avanço foi de 2% frente a 2024. A rentabilidade também avançou, com retorno sobre o patrimônio (ROE) estimado em 19,7%, acima dos 17,9% registrados no ano anterior.

A companhia informou que a proposta de dividendos referente a 2025 será anunciada na conferência anual de resultados, marcada para 18 de março de 2026, quando serão divulgadas as demonstrações financeiras auditadas. Em linha com a política de dividendos de longo prazo, a administração pretende propor um valor superior ao distribuído em 2024, de 2,70 euros por ação, refletindo o desempenho robusto do exercício.

Para 2026, o Talanx confirmou a meta de lucro líquido em torno de 2,7 bilhões de euros, projeção elevada em novembro de 2025. Com isso, o grupo afirma estar confiante em atingir — e potencialmente superar — a previsão de resultados para 2027, de mais de 2,5 bilhões de euros, um ano antes do planejado.

BB Seguridade lucra R$ 9,1 bilhões em 2025

Delano Valentim de Andrade

A BB Seguridade anuncia ao mercado o maior lucro líquido gerencial recorrente de sua história, que alcançou R$ 9,1 bilhões em 2025. O valor representa uma expansão de 11,4% em relação ao ano anterior. Apenas no quarto trimestre do ano, o lucro líquido foi de R$ 2,3 bilhões, com alta de 5,1% quando comparado ao quarto trimestre de 2024.

O resultado operacional combinado das empresas do grupo alcançou a marca de R$ 7,0 bilhões em 2025, um crescimento anual de 2,1%, com a sinistralidade de seguros no menor patamar da companhia, o que evidencia a robustez do modelo de subscrição de risco. O crescimento do resultado financeiro somado das empresas evoluiu 61,3% em relação a 2024, favorecido pelo aumento do saldo médio de ativos e redução do custo do
passivo em previdência.

A alta capacidade de geração de caixa da Companhia permitiu a distribuição de R$ 8,7 bilhões de dividendos, um crescimento de 5,4% no volume destinado para remuneração aos nossos acionistas, representando cerca de 96% do lucro gerencial recorrente.

Delano Valentim de Andrade, presidente da BB Seguridade, afirma que “Em 2025, tivemos um resultado maravilhoso na última linha, mesmo em um ambiente que ao longo do ano se mostrou mais desafiador para o desempenho comercial. Com um resultado financeiro robusto, destinamos valores expressivos para remuneração aos nossos acionistas via dividendos. Em 2026, seguiremos trabalhando incansavelmente para oferecer a melhor experiência aos nossos clientes, com uma gestão cada vez mais integrada, que os coloque no centro das nossas decisões. Com isso, buscaremos habilitar ganhos de eficiência que expandam nossa capacidade de geração de valor e construção de resultados cada vez mais sustentáveis.”

Confira os destaques por companhia:

– Brasilseg: Em 2025, o lucro líquido gerencial recorrente subiu 12,0%, diante do crescimento de 40,1% do resultado financeiro e da expansão de 5,7% do resultado operacional não decorrente de juros. O resultado financeiro foi favorecido pela alta da taxa Selic, enquanto a elevação do resultado operacional veio do crescimento de prêmios ganhos retidos (+7,2%), com redução da sinistralidade (-1,1 p.p.).

– Brasilprev: No ano, o lucro líquido gerencial recorrente cresceu 23,4%, com melhora do resultado financeiro, favorecido principalmente pela marcação a mercado positiva dos ativos financeiros para negociação (+R$39,8 milhões em 2025 vs. -R$439,5 milhões em 2024) e pela redução na taxa média de atualização dos passivos onerosos, em linha com a redução do IGP-M.

– Brasilcap: Em 2025, o lucro líquido também seguiu em alta em relação ao ano anterior, com expansão de 13,3% (R$318,2 milhões), performance que reflete o aumento de 0,2 p.p. na margem financeira e expansão no volume de ativos rentáveis. A arrecadação com títulos de capitalização teve crescimento de 1,2% no ano, influenciada pela expansão da base de títulos de pagamento mensal, que levou a uma maior recorrência no ano.

– BB Corretora: O lucro líquido da BB Corretora cresceu 6,9% em 2025, impulsionado pelo incremento das receitas de corretagem (+2,5%), com destaque para o maior reconhecimento de receitas diferidas de seguros, e expansão do resultado financeiro (+47,6%), com alta da taxa média de retorno e aumento no volume de
aplicações.

FenaSaúde completa 19 anos e destaca papel da saúde suplementar na sustentabilidade do sistema de saúde

Ao completar 19 anos de atuação, em 2026, a Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde) destaca sua trajetória e a relevância assistencial e econômica do setor em um momento decisivo para a sustentabilidade do sistema de saúde brasileiro.

Atualmente, os planos de saúde atendem mais de 53 milhões de brasileiros, representam aproximadamente 3,5% do Produto Interno Bruto (PIB) e geram cerca de 5 milhões de empregos. O setor responde ainda por 80% da receita dos principais hospitais e laboratórios privados, financiando a infraestrutura, inclusive de alta complexidade, que também serve de apoio ao Sistema Único de Saúde (SUS).

Para a FenaSaúde, a saúde suplementar tem um papel essencial no desenvolvimento social e econômico do país. “Ao financiar grande parte da rede de alta complexidade e contribuir para reduzir a pressão sobre o sistema público, o setor privado cumpre uma função social e garante acesso a milhões de brasileiros a uma saúde de qualidade”, afirma Bruno Sobral, Diretor-Executivo da entidade.

Judicialização e fraudes estão entre os principais desafios

Entre os principais desafios enfrentados pelo setor estão a judicialização, que acumulou R$ 18 bilhões em despesas desde 2019, e as fraudes e desperdícios, cuja estimativa do IESS impactam entre R$ 30 bilhões e R$ 34 bilhões por ano dos recursos da saúde suplementar.

Segundo o diretor-executivo da FenaSaúde, Bruno Sobral, o modelo de planos de saúde é baseado no mutualismo. “Trata-se de um pacto intergeracional, no qual os mais jovens apoiam os mais idosos e os saudáveis apoiam os doentes. Para que o sistema continue existindo para as futuras gerações, é fundamental um compromisso coletivo. Combater fraudes e garantir segurança jurídica é proteger o beneficiário que cumpre as regras”, destaca.

Agenda propositiva para 2026
 

Com foco no futuro, a FenaSaúde defende uma agenda de medidas estruturantes para ampliar o acesso e aumentar a eficiência do sistema de saúde. Entre as prioridades estão a interoperabilidade de dados entre os sistemas público e privado, com a adoção de um prontuário eletrônico único; a integração do processo de avaliação de tecnologias e a criação de uma agência única de Avaliação de Tecnologias em Saúde (ATS); a modernização das regras para estimular novos modelos de planos e maior concorrência; e o fortalecimento das agências reguladoras, como ANS e Anvisa.

No ano em que completa 19 anos, a FenaSaúde reafirma a defesa de uma regulação baseada em evidências, capaz de responder às demandas de saúde e o envelhecimento da população e de garantir a sustentabilidade do sistema de saúde brasileiro.

MNK International acelera expansão global com lançamento da MNK International Brasil

A MNK International, um dos principais corretores independentes do Lloyd’s de Londres, anunciou o lançamento da MNK International Brasil, corretora que oferece soluções de (res)seguros em um dos maiores e mais dinâmicos mercados de seguros do mundo.

O negócio brasileiro será liderado pelo CEO Sergio Clark e pelo diretor Internacional Alexandre Dabus. Tanto Sergio quanto Alexandre são figuras altamente respeitadas no setor, com experiência no Brasil, América Latina e mercados internacionais, trazendo profundo conhecimento em programas globais e trabalho com clientes multinacionais. Sergio possui mais de 50 anos de liderança em corretagem, tendo fundado e desenvolvido grandes operações de corretagem, incluindo uma joint venture com a JLT antes do negócio ser vendido à Marsh. O histórico de Alexandre inclui o desenvolvimento de carteiras de clientes multinacionais para o parceiro brasileiro da Gallagher e para a Marsh, antes de se juntar a Sergio em uma corretora start-up especializada.

Com sede em São Paulo, a MNK International Brasil ajudará clientes brasileiros a acessar capacidade global e de seguros especializados, além de apoiar organizações multinacionais com operações locais. Como parte do MNK Group, com sede em Londres, a empresa se beneficiará do acesso à rede global do Grupo, incluindo MGAs e outras entidades detentoras de risco em múltiplas jurisdições. Isso permitirá que os clientes utilizem soluções inovadoras em setores como grandes riscos industriais, petróleo e gás, engenharia, linhas financeiras, marítimo, propriedade e outros riscos complexos.

“À medida que continuamos nosso rápido crescimento na América Latina, expandir para o Brasil é um próximo passo natural para a MNK International. No Brasil, estamos fazendo parceria com uma equipe de liderança que passou décadas construindo confiança no mercado. A MNK International Brasil fortalecerá a forma como apoiamos clientes internacionais com interesses no Brasil e ajudará clientes brasileiros a acessar as melhores soluções em todo o mundo”, afirmou Naman Kumar, CEO da MNK International, em nota.

Sergio Clark, CEO da MNK International Brasil, acrescentou que o Brasil é um mercado exigente que valoriza experiência, relacionamentos e consistência. “Por isso nosso objetivo é construir um negócio focado e eficiente desde o primeiro dia. Estamos prontos para priorizar oportunidades novas e emergentes no mercado, aproveitando nossa capacidade e redes extensas para oferecer soluções inovadoras que atendam às necessidades de nossos clientes. Com a profunda expertise e conhecimento do grupo nos apoiando, estamos prontos para crescer rapidamente e perseguir essas novas oportunidades, combinando forte conhecimento local com acesso ao mercado global.”

Fast Shop projeta crescimento acima de 30% na área de serviços

Para 2026, a Fast Shop projeta crescimento mínimo de 30% no faturamento da área de Serviços. A estratégia inclui o uso de inteligência artificial na análise de dados, monitoramento de mercado, simplificação de processos e maior precisão no timing de lançamento de novos serviços.

Segundo a Diretora de Serviços da Fast Shop, Paula Akemi Kajihara, que lidera há 20 meses a área responsável pela expansão da vertical de serviços da companhia, contou que a varejista registrou crescimento de 28% na anexação de serviços financeiros e de 15% no faturamento de serviços operacionais.

Desde sua chegada, a área passou por uma reestruturação com foco em análise de dados, desenvolvimento de novos serviços e ajuste do portfólio às demandas dos consumidores. Entre as iniciativas implementadas estão Apple Care Services, Troca Garantida, Entrega com Instalação e serviços operacionais para produtos de grande porte.

Além da atuação no varejo, Paula Akemi tem trajetória no mercado segurador e é uma das autoras do livro ELAS no Seguro – Histórias de coragem, transformação e protagonismo feminino no mercado de seguros, lançado no último dia 4 de fevereiro. Na obra, a executiva aborda temas relacionados à liderança, desenvolvimento profissional e à atuação feminina nos mercados de seguros, finanças, serviços e varejo.

IRB(Re) lança polo latino-americano para risco e resiliência climática

Líder em resseguros no Brasil, o IRB(Re) lança, no início de março, o Centro Brasileiro de Estudos de Risco e Resiliência, sediado no Maravalley, polo de inovação e tecnologia do Porto Maravilha, no Rio de Janeiro. A iniciativa é uma parceria com a versão europeia do centro, ligada à Universidade do Sul da Dinamarca.

O foco está em unir ciência aplicada, inteligência e conhecimento de mercado para identificar problemas relacionados à resiliência climática e buscar soluções práticas, usando instrumentos de seguro e resseguros. Outra meta é atrair talentos e formar cientistas de riscos.

Também são parceiros o Impa Tech, a FGV, a UnB e a PUC-Rio, além de seguradoras, instituições públicas, bancos de desenvolvimento e associações setoriais.

Modalidade de incentivo é usada por empresas para estimular vendas e engajar clientes

A versatilidade dos Títulos de Capitalização na modalidade de Incentivo tem ampliado as possibilidades de empresas que buscam estruturar campanhas promocionais com foco em engajamento, relacionamento e estímulo ao consumo. Muito além de viabilizar sorteios, a ferramenta vem sendo incorporada às estratégias de diferentes segmentos com varejo, beleza, alimentos, além de indústrias e prestadores de serviços, como um instrumento capaz de gerar valor tanto para marcas quanto para consumidores, aliando segurança jurídica, previsibilidade de custos e transparência operacional.
 

Ao permitir o desenvolvimento de ações sob medida, a modalidade contribui para a fidelização de clientes e para o estímulo a comportamentos estratégicos, como aumento do ticket médio, maior frequência de compra e participação ativa em campanhas promocionais. O modelo é flexível e pode ser adaptado a diferentes objetivos comerciais, formatos de campanha e perfis de público.
 

De acordo com dados divulgados pela Superintendência de Seguros Privados (Susep) e analisados pela Federação Nacional de Capitalização (FenaCap), entre janeiro e novembro de 2025, os sorteios dessa modalidade somaram R$ 300 milhões, um crescimento de 50% em relação ao mesmo período do ano anterior. A arrecadação totalizou R$ 1,1 bilhão, avanço de 31,3%, reforçando a confiança das empresas nesse instrumento de premiação em dinheiro, que possibilita planejamento claro de custos e execução organizada das campanhas.
 

A Capitalização garante que o consumidor participe de sorteios de forma totalmente regulamentada, recebendo o prêmio líquido de impostos, com liquidez imediata e sem custos adicionais.
 

“Os Títulos de Capitalização na modalidade de Incentivo oferecem uma estrutura completa para sorteios em dinheiro. O promotor define o valor total que será entregue, contrata uma sociedade de Capitalização e recebe uma série de Títulos compatível com o montante acordado e a quantidade de números da sorte que serão distribuídos aos consumidores”, explica o diretor-executivo da FenaCap, Natanael Castro.
 

Cada série de Títulos é composta por três componentes: a cota de Capitalização, que é devolvida ao promotor – pessoa jurídica- que contratou a promoção após o período de carência; a cota de sorteio, que cobre o valor da premiação, inclusive impostos; e a cota de carregamento, que remunera a sociedade de Capitalização pela operação. Assim, o custo da promoção corresponde ao valor desembolsado pelo promotor, menos o valor devolvido ao final da carência (cota de Capitalização). 
 

Entre os diferentes usos da modalidade, destacam-se ações realizadas por shoppings, supermercados, indústrias e empresas de bens de consumo, que podem vincular a participação nos sorteios a comportamentos específicos dos consumidores, como valor mínimo de compras, frequência de visitas ou engajamento em campanhas sazonais. O modelo pode ser aplicado em datas comemorativas, liquidações ou ações contínuas de relacionamento.
 

“Embora seja amplamente adotada em ações promocionais no varejo, a modalidade também pode ser utilizada por empresas de diferentes setores, sempre com o objetivo de incentivar comportamentos específicos do consumidor final. Por ser flexível, é possível desenhar a promoção de acordo com a estratégia do cliente, tornando-a uma solução consolidada no mercado”, acrescenta Castro.
 

Para os consumidores, o principal benefício é receber o prêmio em dinheiro de forma prática e sem custos adicionais, podendo utilizá-lo da maneira que julgarem mais adequada. Para os promotores, a operação garante previsibilidade, transparência e facilidade na execução da campanha, enquanto as sociedades de Capitalização estruturam a série de Títulos, asseguram a conformidade regulatória e viabilizam toda a operação, recebendo a remuneração por meio da cota de carregamento. Eventualmente, intermediários especializados, como corretores ou empresas focadas em promoções, podem participar da concepção e operacionalização da ação, ampliando a eficiência das campanhas.

Tokio Marine cresce 7,5% na capital paulista e região metropolitana de São Paulo 

A Tokio Marine Seguradora cresceu 7,5% na Capital paulista e região metropolitana de São Paulo, com produção de mais de R$ 2 bilhões em 2025. Responsável pelo relacionamento com Corretores e Assessorias das cidades de São Paulo, Região Metropolitana e Litoral, a Diretoria atribui o desempenho positivo ao crescimento das carteiras de RD Massificados (17,7%,) com destaque para o Seguro Aluguel (31,6%); RC Geral (74,9%) e Riscos Diversos (47,8%).
 

Para Alexsandro Priuli, Diretor Comercial Regional SP Capital da Tokio Marine, o forte relacionamento construído pela equipe Comercial com os Parceiros de Negócio foi decisivo para os excelentes resultados alcançados em 2025. “Na Tokio Marine, trabalhamos com um modelo de atendimento dedicado e especializado para Corretores e Assessorias, sustentado por intensa capacitação técnica e por uma atuação próxima, ágil e estratégica. Esse esforço conjunto nos permite compreender profundamente as necessidades dos parceiros, entregar soluções sob medida, e é justamente essa relação de confiança que impulsiona nosso desempenho”, destaca.
 

Para 2026, a projeção é de crescimento acima de dois dígitos, com foco nas carteiras de Vida, Empresarial, Garantia, Frota e Transportes. “Queremos que, neste ano, o Seguro Empresarial seja o grande destaque da Diretoria SP Capital e Região Metropolitana. Para isso, continuaremos implementando melhorias no produto e no Portal, além de contar com Gerentes Especialistas preparados para oferecer suporte imediato aos nossos Corretores e Assessorias”, finaliza.

180 Seguros anuncia José Filippini como novo CFO

180 Seguros anuncia a chegada de José Filippini como seu novo Chief Financial Officer (CFO). Com 17 anos de trajetória nas áreas de Finanças, Dados e Estratégia, o executivo construiu sua carreira em grandes seguradoras da América Latina.

Ao longo de sua experiência profissional, Filippini ocupou posições como CFO e Diretor de Analytics na Youse Seguros, além de ter sido consultor estratégico da Caixa Seguradora. Nesse período, liderou frentes como planejamento financeiro, precificação, transformação digital, data analytics, controles internos, gestão de riscos e performance de negócios. Mais recentemente, foi Diretor Financeiro do Familhão, plataforma brasileira de clube de benefícios e sorteios que tem Luciano Huck como sócio e principal embaixador da marca. 

Na 180 Seguros, o executivo chega para fortalecer a governança financeira  e apoiar a próxima fase de crescimento e consolidação da seguradora, contribuindo para decisões estratégicas orientadas por dados e eficiência operacional.

”A 180 Seguros construiu um negócio que combina tecnologia, dados e distribuição no modelo B2B2C de forma muito consistente. Chego com o objetivo de fortalecer a estrutura financeira da companhia para sustentar um crescimento cada vez mais escalável, previsível e alinhado às necessidades dos parceiros e do mercado” afirma José Filippini, novo CFO da 180 Seguros. 

“A chegada do Filippini reforça nosso compromisso com uma gestão financeira sólida, estratégica e preparada para escalar. Sua experiência será fundamental para sustentar o crescimento da 180 com previsibilidade e disciplina financeira”, complementa Mauro Levi D’Ancona, CEO da 180 Seguros.

Com a contratação, a 180 Seguros dá mais um passo na consolidação de sua estrutura executiva, alinhando crescimento, eficiência financeira e ambição estratégica em um mercado cada vez mais orientado por tecnologia e dados.