Fim do mistério: Patricia Chacon vai para a Porto Seguro como COO 

Fim do ministério. A partir desta quarta-feira (06), Patricia Chacon chega para integrar a equipe como nova COO – Chief Operating Officer, sob a liderança de Rivaldo Leite, CEO da vertical Porto Seguro.

Patrícia vem para acelerar o crescimento com foco em excelência na operação. “A Patricia tem uma história reconhecida no mercado de seguros. Estamos felizes e confiantes de que a sua chegada irá fortalecer e acelerar a nossa trajetória de crescimento e digitalização, para entregar as melhores soluções em parceria com os nossos corretores”, explica Rivaldo Leite, CEO da Porto Seguro.

A Porto Seguro concentra as soluções de seguros da companhia nos segmentos Automotivo, Residencial, Patrimonial, Empresarial, de Vida e Previdência, entre outros. O objetivo da vertical é ir além da manutenção de liderança em auto e ramos elementares, atuando para expandir o mercado e servir mais clientes com soluções inovadoras, com olhar para o futuro, aliando conhecimento e tecnologia. “A posição recém-criada pela companhia visa garantir ainda mais a eficiência das operações, impulsionando o setor e fazendo com que o seguro seja cada vez mais inclusivo e acessível para as pessoas”, complementa Rivaldo.


Zurich recebe Selo de Direitos Humanos e Diversidade e se destaca em prêmios de Recursos Humanos 

Fonte: Zurich

O projeto Talentos do Futuro, parceria da Seguradora Zurich e a Z Zurich Foundation com o Instituto Techmail (ITM), foi reconhecido, pela segunda vez consecutiva, com o Selo Municipal de Direitos Humanos e Diversidade, entregue pela Prefeitura de São Paulo. A iniciativa é promovida pela Secretaria Municipal de Direitos Humanos e Cidadania (SMDHC) para reconhecer práticas de inclusão e diversidade em empresas, órgãos públicos e organizações do terceiro setor. 

O programa de capacitação Talentos para o Futuro é destinado a jovens de 16 a 21 anos de idade em situação de vulnerabilidade que estejam cursando o Ensino Médio em escolas públicas na cidade de São Paulo. 

O curso tem duração de três meses por turma, com uma carga horária de 312 horas de aula e um mínimo de 20 horas de palestras com temas transversais, como: Direitos Humanos, Violência Doméstica, Educação Financeira, Orientação profissional, Contabilidade no Mercado de Seguros, LGPD, Saúde mental, entre outros. 

Desde o início do projeto, em 2020, até agosto deste ano, já foram 337 jovens capacitados, sendo que 228 jovens estão inseridos no mercado de trabalho – uma empregabilidade de quase 70%. Em relação aos jovens capacitados, cerca de 55% deles estão no mercado segurador. 

“O universo corporativo como um todo precisa de mais diversidade. E não é só porque isso é o certo. A diversidade é fundamental para construirmos ambientes inclusivos e saudáveis de trabalho, mas também para contribuir com o clientecentrismo, já que a partir dela é possível ter mais representatividade dentro das empresas considerando os próprios clientes que iremos atender. Tudo isso contribui para o sucesso dos negócios”, aponta Carlos Toledo, diretor executivo de Pessoas & Cultura da Seguradora Zurich. 

Ele continua: “Então, o projeto Talentos para o Futuro é brilhante porque não só nos ajuda a cumprir o nosso papel social junto às comunidades em que atuamos, promovendo o ingresso de jovens em situação de vulnerabilidade no mercado de trabalho, como também oferece a vários setores, especialmente o de seguros, talentos qualificados com um olhar para a diversidade”, finaliza. 

Seguradora se destaca em premiações de Recursos Humanos 

Se a Zurich está preparando talentos externos para ingressar no mercado, o cuidado com as pessoas colaboradoras não poderia ser diferente. Não à toa, a seguradora também foi destaque pela atuação com seus talentos internos. 

A companhia foi homenageada pela segunda vez consecutiva no 2° Prêmio Melhor RH Brasil, tendo Carlos Toledo representado a Zurich não só como um dos melhores profissionais de RH do país mas também como destaque do setor de Seguros. O executivo já tinha se destacado também pela segunda vez entre os líderes do Sudeste no mês de setembro. 


Carlos Toledo, diretor executivo de Pessoas & Cultura da Seguradora Zurich

“Diariamente, colocamos em prática nosso compromisso de crescer junto aos colaboradores, nos esforçando para oferecer um ambiente saudável, acolhedor, inclusivo e que propicie as condições necessárias para que as pessoas possam se desenvolver de maneira integral”, destacou o executivo. “Ter esse reconhecimento é a confirmação de que estamos fazendo um trabalho relevante, e que estamos na direção certa”. 

A Zurich já havia conquistado outras premiações de Recursos Humanos em 2023. Em setembro, a companhia ficou em 3º lugar Ranking GPTW Instituições Financeiras na categoria das empresas de grande porte. A seguradora também foi reconhecida entre as 10 melhores empresas para trabalhar em São Paulo e entre as 25 melhores do país em outros Rankings GPTW divulgados neste ano.

Ministro da Agricultura diz que negocia com equipe econômica mais R$ 500 mi para seguro rural

Vinicius Loures/Câmara dos Deputados

Fonte: Agência Câmara de Notícias

O ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, disse nesta quarta-feira (6), na Câmara dos Deputados, que está negociando com a equipe econômica do governo mais R$ 500 milhões para o programa de subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR).

Segundo o ministro, neste ano já foi consumido o valor reservado no Orçamento, de R$ 933 milhões, mas há necessidade de mais recursos devido às dificuldades climáticas enfrentadas pelos produtores rurais e o aumento do preço das apólices.

“Não podemos fechar o ano sem aportar, pelo menos, mais 500 milhões para o seguro rural. É prioridade total, e não há nenhuma insensibilidade do governo com relação a isso”, disse Fávaro.

Fávaro participou de audiência pública na Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural. O debate foi proposto pelo ministro, para apresentar os resultados da pasta e estreitar a relação com os parlamentares.

Cortes
O seguro rural é um auxílio fornecido pelo governo para que o produtor possa contratar uma apólice para cobrir riscos à safra, como estiagens. O orçamento para essa ação tem girado em torno de R$ 1 bilhão desde 2020.

O deputado Afonso Hamm (PP-RS) defendeu o fim do contingenciamento dos recursos reservados no Orçamento para o PSR. Ele é autor de um projeto nesse sentido que tramita na Câmara (PL 1511/23). “É muito importantes evoluirmos para que não possa haver cortes. Hoje, o seguro agrícola é um faz-de-conta”, disse.

Leite
Durante a audiência pública, deputados pediram apoio do ministro à cadeia de leite, segmento que enfrenta uma crise devido à alta das importações e a queda do preço aos produtores brasileiros. O deputado Domingos Sávio (PL-MG) lamentou que o decreto editado para ajudar o segmento só vai produzir efeitos a partir de janeiro.

Publicado em outubro, o decreto concede um benefício fiscal às empresas de laticínios ou cooperativas que comprarem leite no Brasil. Devido ao princípio da noventena (prevê um prazo de 90 dias para que mudança tributária entre em vigor), os efeitos do decreto só entram em vigor no fim de janeiro.

Para Sávio, a existência desse prazo incentivou os importadores a fazerem estoques de leite, prejudicando ainda mais o segmento nacional. “Isso agravou o problema, porque aí aumenta a importação”, disse.

O ministro reconheceu que houve aumento nas importações após o decreto. Outros deputados também criticaram a noventena ou pediram mais apoio à cadeia leiteira, como Welter (PT-PR) e Zé Trovão (PL-SC).

Trabalho temporário
O ministro da Agricultura também disse aos deputados, após questionamentos, que o governo está aberto a discutir o trabalho temporário no campo para participantes do Bolsa Família. O objetivo é permitir que o beneficiário trabalhe no período da colheita, sem perder o benefício.

“O trabalhador temporário não quer carteira assinada, porque ele vai perder o Bolsa Família. Isso leva o empresário, que precisa da mão de obra, à ilegalidade. Nós não queremos isso, o governo está aberto”, disse Fávaro.

Fonte: Agência Câmara de Notícias

COP28: CNseg e CPI desenvolverão estudo sobre os impactos socioeconômicos

Fonte: CNseg

A Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg) acaba de anunciar uma parceria com a Climate Policy Initiative (CPI)organização de análise e consultoria com profundo conhecimento em finanças e políticas, para produzirem um estudo com foco nos impactos socioeconômicos das mudanças climáticas no Brasil. A parceria foi estabelecida durante a COP 28, conferência das partes da ONU, que reúne anualmente países signatários da Convenção do Clima. 

Dyogo Oliveira, presidente da CNseg, ressalta que o levantamento será de extrema relevância para as seguradoras. “Teremos um banco de dados assertivo dos eventos climáticos e analisaremos os impactos causados nas vidas das pessoas a curto, médio e longo prazos. Essas informações serão utilizadas para aprimorar o papel do seguro na mitigação e prevenção destas ocorrências”, explica. 

Ainda no evento, que visa debater temas relacionados às mudanças climáticas, os executivos da CNseg também se reuniram com representantes do  Instituto Clima e Sociedade (iCS), organização filantrópica que apoia projetos e instituições que visam ao fortalecimento da economia brasileira e do posicionamento geopolítico do país. 

Na ocasião, Oliveira falou sobre o seguro catástrofe obrigatório, apresentado recentemente ao Ministério da Integração Nacional e do Desenvolvimento Regional (MIDR), que visa cobrir danos materiais na forma de indenização emergencial e auxílio funeral para às vítimas decorrentes de acidentes climáticos. O executivo também aproveitou a oportunidade para apresentar outra parceria selada durante a COP 28: a assinatura do convênio com o ICLEI, associação mundial de governos locais e subnacionais dedicada ao desenvolvimento sustentável, que visa elaborar seguros que darão mais celeridade na recuperação de danos às infraestruturas das cidades brasileiras impactadas por eventos climáticos extremos. 

Liberty Seguros é destaque em premiação de recursos humanos

Delane Giannetti

Fonte: Liberty

A Liberty Seguros, uma das principais seguradoras do Brasil, foi destaque na categoria de Seguros do 2º Prêmio Melhor RH Brasil.  O evento, que aconteceu na última segunda-feira, dia 4 de dezembro, foi promovido pelo Centro de Estudos da Comunicação (CECOM) e pela Melhor RH, plataforma formada por especialistas que faz a curadoria de conteúdos sobre recursos humanos e gestão de pessoas com foco em profissionais que vão aplicar esses conhecimentos nas empresas.

O Prêmio Melhor RH Brasil tem o objetivo de valorizar e reconhecer os mais relevantes gestores de recursos humanos do País, que se esforçam para promover mudanças positivas no ambiente de trabalho e garantir o bem-estar dos funcionários. Na atual edição, pelo menos três líderes de RH foram nomeados em cada uma das 25 categorias da premiação. A diretora de Talentos da companhia, Delane Giannetti, representou a seguradora na cerimônia, realizada no Teatro CIEE, em São Paulo. 

A área de RH é extremamente importante para a Liberty. Um dos principais pilares da empresa é o de que uma boa gestão de pessoas impacta diretamente nos resultados dos negócios. Por isso, a companhia trabalha de forma muito séria temas como diversidade, inclusão, equidade de gênero, empoderamento feminino, projetos de bem-estar e capacitação para colaboradores, além dos corretores parceiros. Todas as iniciativas são parte do compromisso da seguradora em criar um ambiente leve, acolhedor e flexível, para que todos possam se sentir à vontade para serem quem são.

“Temos muito orgulho do trabalho de RH que desenvolvemos na Liberty, porque nos preocupamos com a individualidade de cada colaborador e estamos focados diariamente em fazer com que todos se sintam à vontade e incluídos em todas as nossas ações e decisões”, comenta Delane. “Portanto, o Prêmio Melhor RH Brasil vem para coroar esse trabalho e mostrar que nossa estratégia foi muito bem desenvolvida. Estamos muito felizes por esse reconhecimento”, finaliza a executiva.

Nova presidente fala dos planos para a Sou Segura 

Fonte: Sou Segura

A nova diretoria da Sou Segura foi eleita em Assembleia Geral realizada dia 30 de outubro. A presidente é a advogada e professora Liliana Caldeira, que promete dar continuidade ao que classifica como “intenso e brilhante trabalho” iniciado e desenvolvido pelas presidentes anteriores, Simone Vizani e Margo Black, que receberam o título de “Presidente de Honra” da entidade, por conta de suas respectivas atuações ambas determinantes e marcantes para a existência da entidade.

“A Sou Segura já tem lançado os pilares de suas ações na busca de oportunidades equânimes no mercado corporativo e no mundo de mulheres empresárias. São eles: a capacitação e a rede de apoio a todas as mulheres através de mentoria e de networking. Seguiremos nas capacitações sejam elas por palestras, treinamentos, podcasts, programas da TV Segura, mentorias, e, também, estimulando mulheres a escrever em nossa coluna Fala Mulher, dando espaço e lugar de fala a elas nos podcasts, nos programas de TV e em nossos eventos”, adianta, acrescentando ainda que essas iniciativas buscam “demonstrar efetivamente que lugar de mulher é onde ela quiser estar e a Sou Segura estará aqui sempre a estimular as mulheres a encontrarem e se posicionarem no lugar que elas escolherem”.  

Nesse contexto, Liliana Caldeira pretende adotar a frase “rumo à equidade através da sororidade feminina” como um “verdadeiro mantra” a inspirar a nova diretoria da Sou Segura a seguir em frente “com irmandade e solidariedade”.  

Segundo ela, essa frase deve ecoar em todas as ações e iniciativas da nova gestão, demonstrando que as mulheres, juntas, sempre mais fortes do que quando trabalham e lutam em uma prática solitária. “Há cada vez mais uma conscientização das mulheres de que essa união é essencial e que somos muito maiores e melhores quando ouvimos nossa intuição e agimos com sensibilidade e acolhimento uma a outra”, frisa.  

Assim, tais práticas poderão ser comprovadas nos eventos, mentorias e, principalmente, nas “pequenas e rotineiras ações umas com as outras, porque é na simplicidade da rotina que demonstramos nossa sororidade e nossa fortaleza feminina”.     

Outra prioridade será tornar a Sou Segura cada vez mais “nacional”. A intenção é expandir ainda mais a abrangência geográfica com eventos realizados fora do eixo Rio e São Paulo. Para tanto, será indispensável a atuação das “embaixadoras”, além da inclusão de mulheres de estados de todas as regiões do Brasil no Conselho Consultivo. “Apenas com a inclusão de mulheres de outras regiões, de diversas etnias, de outras classes, de outras condições estaremos praticando, de fato, uma política de diversidade, com escuta ativa de várias falas e com a absorção de outros olhares singulares para formar, integrar, compor e representar a multiplicidade do universo feminino de nosso país”, finaliza Liliana Caldeira.  

A nova presidente da Sou Segura é mestra em Direito Econômico pela UFRJ e pós-graduada em Direito Empresarial pela FGV, licenciada em Filosofia pela UERJ e professora da Escola de Negócios e Seguros (ENS) nos cursos de graduação e pós-graduação e de formação de corretores de seguros e do IPETEC – Instituto de Pesquisa Educação e Tecnologia da UCP – Universidade Católica de Petrópolis. 

Atua também como conteudista e elaboradora de materiais didáticos para a ENS, escreve artigos técnico-jurídicos publicados na mídia especializada em seguros e é coautora do livro “Mulheres no Seguro”, publicado pela Editora Leader. 

Marcos Kobayashi assume a liderança do canal varejo da Tokio Marine

A Tokio Marine Seguradora comunica ao mercado mudanças na estrutura da diretoria Comercial Nacional Varejo. Após mais de 20 anos de dedicação, João Luiz de Lima deixará a companhia para se dedicar a projetos pessoais e passará o bastão para o atual diretor comercial Nacional Vida, Marcos Kobayashi, que vai liderar também o Canal Varejo, a partir de 02 de janeiro de 2024.

“Me orgulho e sou muito grato pela minha trajetória na Tokio Marine. São muitos anos de trabalho junto com um time comercial comprometido e motivado e Parceiros de Negócios de todo o País que possibilitaram à Companhia atingir o patamar no qual está hoje. Durante todos esses anos, passamos juntos por diversos desafios e inúmeras conquistas, dos quais não esquecerei. A diretoria Comercial Varejo ficará em ótimas mãos no comando de Marcos Kobayashi, com quem tenho o prazer de trabalhar há muito tempo e que tanto vem contribuindo para os excelentes resultados da Tokio Marine na carteira de Pessoas”, comenta João Luiz de Lima. 

De acordo com o presidente José Adalberto Ferrara, a experiência de Marcos Kobayashi, que completará 40 anos de atuação no mercado securitário no mesmo dia que assumirá o Canal Varejo, fortalecerá ainda mais a atuação da companhia, em um trabalho conjunto com os Diretores das Regionais SP Capital; SP Interior; RJ/ES; Norte; Nordeste; Minas Gerais; Centro-Oeste e Sul.

“Gostaria de agradecer ao João Luiz pela dedicação à Tokio Marine e reforçar minha plena confiança de que o Kobayashi, que já vem desempenhando um excelente trabalho no Vida, dará continuidade a este trabalho no varejo. A ideia é manter o forte relacionamento com os corretores e assessorias, nossos principais canais de distribuição, e a quem devemos os excelentes resultados da companhia nos últimos anos.” completa Ferrara. 

Atualmente, a Tokio Marine conta com cerca de 40 mil corretores e assessorias em sua base, cujo trabalho como consultores de proteção é fundamental para a expansão da cultura do seguro no País.

AXA se mobiliza por inclusão de pessoas com deficiência

Fonte: AXA

Segundo dados do IBGE de 2022, a taxa de participação das pessoas com deficiência no mercado de trabalho é de 28,3%. Ela é bem inferior quando comparada à inserção de pessoas sem deficiência: 66,3%. Os números contabilizam quem está ocupado e quem está em busca de emprego. Essa diferença mostra como é desafiador para que PCDs consigam entrar no mercado de trabalho. Porém, não basta apenas oferecer vagas exclusivas para esse público: é preciso entender e trabalhar questões específicas ligadas a ele, preparando o ambiente corporativo para acolher essas pessoas. Foi pensando nisso que o Grupo AXA criou o Programa Exchange, que reúne iniciativas ao redor do mundo no intuito de criar um ambiente realmente inclusivo e influenciar o mercado. 

A AXA no Brasil faz parte dessa iniciativa global e uma das ações replicadas no país é um programa de mentoria que envolve os integrantes do Comitê Executivo. Nele, os executivos participaram de uma série de encontros com colaboradores da AXA – PCDs ou que tenham algum parente próximo que seja – que se inscreveram para participar do projeto.

As duplas são formadas por pessoas que tenham uma atuação profissional próxima e façam parte das mesmas áreas na companhia. Nos encontros, o mentorado tem uma visão dos conhecimentos, ferramentas e estratégias necessárias para sua evolução profissional. Já o mentor, também é beneficiado, uma vez que pode ter uma compreensão maior dos trabalhadores com deficiência, seus desafios e possibilidades na empresa. 

Ao longo de um ano, as duplas participam de três a seis conversas sobre esses temas e também podem desenvolver debates e projetos sobre como a AXA pode continuar aprimorando a inclusão de pessoas com deficiência, não só da porta para dentro, mas também pensando em ações para os seus outros públicos de interesse.

“Quando falamos sobre inclusão, sem dúvida alguma passamos por um valor muito importante: a empatia. É impossível trabalhar esse tema sem se colocar no lugar do outro, ouvir, entender e trocar. Nesse sentido, o Exchange tem um enorme potencial para continuar avançando, pois ele já nasce nesse lugar”, afirma Alexandre Campos, Vice-Presidente de RH, Compliance, Jurídico e Sustentabilidade, que também é um dos mentores do programa. O executivo acrescenta que o programa pode contribuir para o avanço na construção de um ambiente de trabalho cuidadoso com esses profissionais e que compreenda suas reais necessidades. “A empresa tem que estar preparada para receber todos os talentos e integrá-los verdadeiramente ao negócio”, completa Alexandre. 

Além do Exchange, a AXA no Brasil também vem debatendo a inclusão em rodas de conversas e na participação em eventos como Dive In, festival global que aconteceu em setembro e fala sobre diversidade e inclusão em seguros e resseguros. 

Trocas de experiências

Uma das mentoradas brasileiras, Katiane Souza, esteve em Paris, na sede do grupo, onde se reuniu com profissionais da AXA do mundo inteiro para trocar experiências e ampliar o debate sobre o tema, pensando em soluções. Além disso, Katiane também é uma das integrantes da AXA Voices of Disability, campanha global que será lançada em 5 de dezembro pelo grupo, com o intuito de mobilizar AXAs ao redor do mundo em torno do tema e engajar ainda mais pessoas nesse assunto. 

Com o apoio do seu mentor, Alexander Galli, Vice-Presidente de Riscos, Katiane também desenvolveu um projeto com alguns passos para que a AXA no Brasil possa avançar em termos de inclusão de pessoas com as chamadas “deficiências invisíveis”, como a auditiva, que é o seu caso. Entre as propostas, eles apontam caminhos como adotar o uso do cordão verde com desenhos de girassóis, representação das deficiências ocultas. 

“Participar do projeto foi muito importante para mim. Durante as mentorias, o Alexander Galli falou muito sobre confiança e persistência. Pude ouvir histórias sobre a vida dele e me inspirar para aplicar soluções parecidas na minha jornada. Me senti muito motivada e acolhida ao perceber o olhar da empresa e da liderança para a inclusão. Alexander Galli contribuiu para que eu me sentisse preparada para representar a AXA no Brasil no encontro da França. Para mim, essa foi uma experiência única para refletir sobre o tema, trocar e pensar no futuro. Antes de participar do Exchange, eu ficava receosa de me comunicar com outras pessoas e acho que, com as mentorias, derrubei essa barreira que eu mesmo havia criado inconscientemente”, afirma Katiane Souza. 

Além do projeto pensado por Katiane, outras ideias saíram das mentorias e estão em análise para implementação na AXA. Reinaldo Mendonça, outro mentorado do Exchange, pensou em um projeto de apadrinhamento para oferecer suporte necessário para que novos colaboradores PCDs se sintam incluídos na AXA. Antes da chegada deles, são feitas rodas de conversa com o time e com o gestor sobre capacitismo e outros temas. E, ao começar suas atividades, o colaborador PCD recebe um padrinho, participante do programa Exchange.

Já Ingrid Machado se debruçou na inclusão de pessoas que estão no espectro autista. Sua ideia tem como objetivo pensar na criação de vagas que permitam que essas pessoas usem suas melhores habilidades, como hiperfoco, alta concentração e um olhar atento aos detalhes. 

COP28: Fundador da corretora de seguros Howden convoca setor privado para tornar países vulneráveis mais atrativos para investimentos

Fonte: Reinsurance News, por Saumya Jain

Em um discurso principal na Ilha da Esperança (na Zona de Inovação) na COP28 nos Emirados Árabes Unidos, David Howden, fundador e CEO da corretora de seguros global Howden, discutiu o poder do setor privado para proteger países vulneráveis contra os impactos das mudanças climáticas e desbloquear investimentos em seu futuro.

Howden destacou a crença de que os riscos climáticos para países vulneráveis no Global South são impossíveis de segurar. “O problema não é que eles sejam impossíveis de segurar, é que não houve ninguém para pagar o prêmio na escala necessária. No entanto, o fundo de Perdas e Danos tem o poder de mudar isso”, disse Howden. Global South abrange Brasil, Índia, Paquistão, Indonésia, China, Nigéria e México.

No dia de abertura da COP28, o presidente da cúpula, Sultan Al Jaber, revelou que o fundo de perdas e danos tornou-se operacional. Ele tem como objetivo fornecer assistência financeira a países extremamente expostos ao risco das mudanças climáticas e apoiar a mitigação e recuperação das mudanças climáticas.

Howden, no início deste ano, ao refletir sobre a COP27, questionou se alguém realmente modelou os riscos desses países e calculou quanto é necessário para protegê-los.

“Notavelmente, a resposta foi ‘não’. Então, pedimos à Universidade de Cambridge para reunir as pessoas para fazer isso. O que foi diferente sobre a pesquisa deles foi que ela considerou as perdas como uma porcentagem do PIB. A razão pela qual isso é tão importante é porque muda o foco para proteger países, não prédios”, explicou ele.

A pesquisa e o relatório subsequente alertam que a maioria dos países vulneráveis pode perder mais de 100% do PIB em 2024 devido a desastres relacionados ao clima que são seguráveis.

O relatório, que modela a implementação de Perdas e Danos, revelou que esses riscos são seguráveis e propõe uma solução usando o poder do resseguro e dos mercados de capitais para aumentar dramaticamente o impacto do financiamento.

“Ao entender o risco para toda a economia, fomos capazes de calcular quanto custaria colocar em prática uma garantia contratual para financiamento pré-acordado. Isso fornece tanto o financiamento necessário para responder a um desastre quanto a certeza de que essas economias não serão aniquiladas.

“Esses são dois lados de uma moeda muito poderosa: financiamento garantido e pré-acordado para responder quando um desastre ocorrer – ou até mesmo antes – e a certeza necessária para tornar os países vulneráveis mais atrativos para investimentos, tornando este modelo a maneira mais economicamente poderosa de usar o dinheiro doador”, disse Howden.

Ao encerrar seu discurso, Howden enfatizou o desejo de trabalhar com países vulneráveis ao clima para tornar isso realidade e convocou o setor privado a apoiar isso como um mecanismo crucial a ser implementado para tornar esses países mais atrativos para investimentos.

No entanto, para colocar isso em prática, Howden observou a necessidade de apoio de países doadores.

PicPay faz parceria com seguradora MetLife para vender seguro para parcelamento de fatura de cartão

O PicPay começou a oferecer em seu aplicativo produtos de seguros da MetLife, terceira empresa com quem a fintech firma acordo no setor, após a Icatu e a Kovr. A MetLife vende, através da companhia, o seguro de fatura protegida, que é oferecido quando o cliente contrata o parcelamento da fatura de cartão de crédito.

O seguro cobre o pagamento total ou parcial do parcelamento em caso de imprevistos. A cobertura para perda de renda é de R$ 1,5 mil. O preço mensal é de R$ 6,90, com gratuidade no primeiro mês de contratação. O seguro também tem sorteios mensais de R$ 5 mil aos clientes.

O PicPay já oferece seguro de vida para celular e também para carteira digital. Este último é o primeiro do mercado a proteger contas de outras instituições que estejam conectadas ao aplicativo via Open Finance, de acordo com a empresa.

“O hub de seguros tem demonstrado um crescimento robusto”, diz em nota o executivo de Seguros do PicPay, Cláudio Miranda. “Com oferta acessível aliada à facilidade de contratação pelo app, onde é possível resolver toda a vida financeira, acreditamos que vai contribuir ainda mais para o engajamento, satisfação e principalidade dos usuários.”