Bradesco Seguros lucra R$ 6,5 bilhões até setembro, alta de 32%

O grupo Bradesco Seguros divulgou lucro líquido de R$ 6,5 bilhões, avanço de 32% nos primeiros nove meses de 2023, quase 50% do lucro recorrente do banco até setembro, que foi de R$ 13,4 bilhões. O faturamento com seguros, previdência e vida, saúde e capitalização totalizou R$ 78,6 bilhões, maior em 10,9%. O ROAE acumulado do período teve evolução, de 18,6% para 22% e o resultado financeiro cresceu 15,5%, alcançando R$ 5,8 bilhões. A teleconferência com analistas será realizada nesta sexta-feira, às 10h30.

Segundo dados do balanço do grupo, a expansão do faturamento, a boa performance da margem financeira, a melhora do índice de comercialização e a estabilidade do índice de eficiência administrativa, que permanece em um dos melhores patamares dos últimos trimestres, contribuíram para o avanço do resultado das operações, que totalizou R$ 13,1 bilhões no ano (+25,6% vs. 9M22).

As provisões técnicas cresceram 10,4%, chegando a R$ 350 bilhões, e os ativos financeiros evoluíram 9,1%, para R$ 374 bilhões. Em indenizações e benefícios, foram pagos R$ 40 bilhões no ano (+12% vs. 9M22). “O bom desempenho reflete a consistência da estratégia de atuação do grupo, focada no fortalecimento das áreas comerciais das empresas e os investimentos em tecnologia realizados nos últimos trimestres da ordem de R$ 2 bilhões, que aceleraram a transição digital da companhia, reduzindo despesas, otimizando processos e propiciando avanços importantes na jornada digital e na experiência tanto do cliente quanto do corretor.

Em um ambiente de forte incentivo à inovação, o grupo implementou diversos projetos relativos à transformação digital e envolvendo o uso massivo de dados, além de vários outros voltados ao clientecentrismo. Até setembro de 2023, as vendas por meios digitais cresceram 32,6%, ultrapassando R$ 2,4 bilhões. Para os próximos meses, estão previstas diversas iniciativas que promoverão ainda mais facilidades nas jornadas digitais de clientes e corretores, baseadas em demandas advindas de pesquisas promovidas pelo grupo.

No ramo de Saúde, o crescimento de prêmios da Bradesco Saúde superou 19%, com destaque para os planos regionais. No segmento Dental, vale ressaltar a performance da Odontoprev, operadora odontológica líder de mercado na qual o Grupo Segurador detém cerca de 53% do capital e que nos últimos 12 meses auferiu, pela primeira vez, lucro líquido superior a R$ 500 milhões.

Já a Atlântica Hospitais e Participações, também integrante do Grupo Bradesco Seguros, anunciou acordo para aquisição de 20% do capital do Grupo Santa, maior rede hospitalar do Centro-Oeste, região que apresenta forte expansão econômica apoiada no setor do Agronegócio. Atuando há 60 anos, o Grupo Santa conta com oito hospitais, dois centros radiológicos, 1.350 leitos e mais de um milhão de pessoas atendidas anualmente. Operação
sujeita a aprovação dos órgãos reguladores.

Em Previdência, cujas contribuições cresceram cerca de 13%, a Bradesco Vida e Previdência ampliou sua grade de fundos de investimento e a participação de gestores terceiros, reforçando, ainda, o foco nos produtos com atributos de longo prazo e com coberturas de riscos. A empresa também criou uma estrutura para assessoramento no período de pagamento de benefícios previdenciários, que passou a operar no terceiro trimestre.

No segmento Auto, com crescimentos de prêmios da ordem de 15%, a Bradesco Seguros lançou uma cobertura exclusiva para veículos elétricos e ofereceu em setembro, em comemoração ao Dia do Caminhoneiro, condições especiais para a contratação do Bradesco Seguro Caminhão, que apoiou o crescimento da carteira.

IRB(Re) registra lucro líquido de R$ 76,4 milhões no acumulado do ano até setembro

irb re ceo Falcao

Fonte: IRB      

O IRB(Re) fechou o terceiro trimestre de 2023 (3T23) com lucro líquido de R$ 47,7 milhões. Os números mostram evolução do ressegurador, com resultado positivo pelo terceiro trimestre consecutivo. Houve alta de R$ 346,5 milhões, com reversão do prejuízo líquido de R$ 298,7 milhões registrado no 3T22. Em relação ao segundo trimestre desse ano, o crescimento é de 137%. No acumulado do ano, a companhia obteve lucro líquido de R$ 76,4 milhões, alta de R$ 668 milhões ante os nove primeiros meses de 2022 (9M22).

“Poderíamos resumir nossos resultados em uma palavra: consistência. Os números são coerentes com a nossa estratégia e indicam evolução gradual e contínua. Trabalhamos para gerar resultados sustentáveis, no longo prazo. É importante dizer que, neste trimestre, reunimos nossos principais executivos para pensar o futuro da companhia. Em novembro, vamos finalizar o Orçamento Base Zero para 2024. Estamos focados em soluções de proteção da sociedade em diferentes aspectos, que serão materializadas no Plano de Negócios. Com isso, definiremos o volume e a velocidade de crescimento que desejamos para o IRB nos próximos anos, com a meta de rentabilidade sendo o ponto de partida. Continuamos, assim, cada vez mais próximos de nossos clientes e investidores, criando intimidade e melhorando nossos processos e a qualidade de nossos serviços”, comenta Marcos Falcão, CEO do IRB(Re).

Resultado de subscrição positivo

O resultado de subscrição do 3T23 foi positivo em R$ 10,8 milhões, registrando alta de R$ 550,1 milhões em relação ao 3T22, quando foi apurado valor negativo de R$ 539,3 milhões. Vale destacar que, neste 3T23, assim como nos dois trimestres anteriores, o resultado de subscrição no Brasil foi positivo: passou de R$ 270,9 milhões negativos, no 3T22, para R$ 64,4 milhões positivos. Já no exterior, no 3T23, o resultado de subscrição foi negativo em R$ 53,6 milhões. No acumulado do ano, a companhia apurou resultado de subscrição positivo em R$ 49,9 milhões, revertendo o resultado negativo dos nove primeiros meses de 2022, de R$ 1,296 bilhão, e apontando uma tendência de recuperação na operação.

Em linha com a estratégia de melhoria na qualidade de subscrição da companhia, o prêmio emitido total caiu 18,4% no 3T23 ante o mesmo período de 2022, alcançando R$ 1,967 bilhão. No 3T23, a participação de negócios firmados no Brasil teve alta, alcançando 85% do portifólio. Esse percentual era de 69% no 3T22. Em relação ao volume, houve recuo de 3,7% na comparação com o 3T22, para R$ 1,674 bilhão. O prêmio emitido no exterior, que representou 15% do portifólio, totalizou R$ 293,3 milhões no 3T23, o que representou queda de 56,4% em relação ao 3T22.

“Voltamos nosso foco para o Brasil e para a América Latina, onde conhecemos os riscos, as necessidades do mercado, as coberturas, as exposições, a sinistralidade e suas exposições catastróficas. Um passo à frente, refinamos nossa estratégia, adotando práticas diferenciadas para países com diferentes necessidades e oportunidades tais como Peru, Paraguai, Uruguai, Colômbia, Bolívia e México. E, o mercado global continua sendo analisado, mantemos a estratégia de desenvolver negócios não proporcionais, sem assumir grandes exposições catastróficas”, explica Daniel Castillo, vice-presidente de Resseguros do IRB(Re).

“Podemos observar uma redução do prêmio total do 3T22 para o 3T23. Essa redução é decorrente da limpeza de carteira, que foi acelerada nos negócios renovados em 2023. Embora tenhamos aceitado novos negócios, declinamos alguns não rentáveis e reduzimos a participação em outros, sempre com o objetivo de ter uma carteira com melhor qualidade e mais rentável. Renovamos 86% de todos os negócios que desejávamos manter e seguimos com uma carteira diversificada em nove linhas de negócios. Em relação à distribuição de negócios, nos 9M23, a linha patrimonial segue como destaque, com 35% da carteira”, completa Castillo.

Índice de sinistralidade cai 42,8 p.p.

No 3T23, o sinistro retido total caiu 54,5%, em relação ao 3T22, fechando em R$ 630,8 milhões. Com isso, o índice de sinistralidade passou de 116,8% para 74%, uma queda de 42,8 p.p.. No acumulado do ano, esse índice é de 75,2%, redução de 33,1 p.p. frente os 9M22. A companhia melhorou o índice combinado – que inclui sinistralidade, comissionamento e demais despesas – em 44,7 p.p., passando de 156,1%, no 3T22, para 111,4% no 3T23. Considerando os 9M23, o índice combinado também apresenta evolução, passando de 143,7%, nos 9M22, para 110,2% agora.

“Ao compararmos o 3T23 com o 3T22, verificamos a redução do índice de sinistralidade. Vale a pena lembrar que a sinistralidade resulta dos contratos firmados em períodos anteriores. Dessa forma, depende dos processos de avaliação de risco quando eles são apresentados, assim como da adequada precificação. Cremos que as ações já citadas – como ajuste de preços, redução de exposições com cancelamento ou diminuição de participações em diversos contratos, além do alinhamento de condições comerciais e modificações técnicas nos negócios renovados – contribuem para a evolução deste índice”, explica Castillo.

Evolução do fluxo de caixa

Em relação ao caixa operacional, no 3T23, houve evolução do fluxo de caixa, com consumo menor de R$ 192 milhões, comparado a um consumo de R$ 789 milhões no 3T22. No acumulado dos últimos 12 meses, ou seja, de setembro de 2022 a setembro de 2023, o consumo foi de R$ 554 milhões. Apesar de ainda negativo, já apresenta uma tendência de recuperação no longo prazo.

“O consumo de caixa operacional continua em linha com o nosso planejamento. Com a estratégia de limpeza da carteira e, portanto, redução de prêmios recebidos, e ainda honrando sinistros de monta referentes a riscos assumidos em anos anteriores, é natural que haja este consumo de caixa”, diz Rodrigo Botti, vice-presidente Financeiro, Atuarial e Tecnologia do IRB(Re).

As despesas gerais e administrativas, no 3T23, totalizaram R$ 75,8 milhões, um decréscimo de 13,5% em relação aos R$ 87,6 milhões verificados no 3T22. Nos 9M23, a despesa totaliza R$ 250,4 milhões, alta de 5,5% frente os R$ 237,3 milhões dos 9M22. Vale lembrar que o montante de 2023 considera despesas não recorrentes de R$ 7,9 milhões com o PDV e R$ 25,4 milhões com o acordo assinado com o DoJ e SEC, excluindo esse impacto, o valor recorrente nos 9M23 é de R$ 217,1 milhões.

O resultado financeiro e patrimonial, no 3T23, foi positivo em R$ 182,9 milhões, 5,6% superior ao resultado do 3T22 (R$ 173,2 milhões). Nos 9M23, o acumulado é de R$ 424,1 milhões. “Neste trimestre, o resultado financeiro e patrimonial foi praticamente o dobro do trimestre anterior, quando apuramos R$ 95,8 milhões, e o maior desde o segundo trimestre do ano passado. Em relação à carteira de ativos financeiros, fechamos o 3T23 com R$ 8,5 bilhões”, explica Paulo Valle, diretor-geral da IRBAsset, braço de investimento do ressegurador.

Suficiência nos indicadores regulatórios

O IRB(Re) deve observar dois indicadores regulatórios, conforme dispõe normativo da Susep, órgão responsável pela supervisão do setor de seguros e resseguros: Índice de Suficiência de Patrimônio Líquido Ajustado em relação ao Capital Mínimo Requerido (CMR) e o Índice de Cobertura de Provisões Técnicas. No 3T23, a companhia apresentou suficiência em ambos os índices.

“O primeiro indicador fechou o 3T23 com suficiência de R$ 589 milhões, ou seja, 50% acima do capital requerido, o melhor patamar desde setembro de 2021. O indicador de suficiência de garantia encerrou o trimestre com suficiência de R$ 608 milhões”, diz Thais Peters, diretora de Controles Internos, Riscos e Conformidade do IRB(Re).

Liberty Mutual reverte prejuízo e registra lucro líquido de US$ 219 milhões no terceiro trimestre

A Liberty Mutual Holding Co. divulgou lucro líquido no terceiro trimestre de US$ 219 milhões, em comparação com um prejuízo líquido de US$ 353 milhões durante o mesmo período do ano passado. O prêmio líquido emitido total foi de US$ 12,2 milhões, acima dos US$ 11,8 milhões relatados no mesmo período do ano anterior.

A seguradora atribuiu o desenvolvimento positivo aos melhores resultados de subscrição em seu negócio Global Risk Solutions, combinados com o aumento da receita líquida de investimento, que ajudou a “compensar a pressão contínua da inflação e do clima severo que impactou as linhas pessoais dos EUA”, disse o presidente e CEO Tim Sweeney em um comunicado à imprensa.

“Apesar desses desafios, o índice combinado subjacente nos mercados de varejo dos EUA melhorou 2,4 pontos, e continuamos a tomar medidas agressivas de taxas e não taxas para fazer com que esse negócio retorne à lucratividade desejada”, disse Sweeney.

O índice combinado total de 102,6% foi uma melhoria em relação aos 106,7% no terceiro trimestre de 2022, e o Sweeney disse que a seguradora continua “focada em continuar a melhorar a lucratividade da subscrição para atingir uma meta de índice combinado de 95%.

A Liberty Mutual confirmou no final do mês passado que irá despedir 2% da sua força de trabalho nos EUA, ou cerca de 850 pessoas, como parte de uma transformação plurianual dos seus negócios.

Prêmio de Inovação em Seguros registra recorde de projetos inscritos

Fonte: CNseg

 A edição 2023 do Prêmio Antônio Carlos de Almeida Braga de Inovação em Seguros, Previdência Aberta, Saúde Suplementar e Capitalização, organizado e promovido pela Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), registrou o marco recorde de 209 inscrições, superando as 12 edições anteriores. Do total, foram habilitados 60 projetos na categoria de Produtos e Serviços, 50 em Processos e Tecnologia, 48 no grupo Comunicação e 33 em Sustentabilidade.

A equipe responsável pela premiação destacou alguns fatores determinantes para o significativo aumento no número de inscrições e projetos qualificados. Segundo eles, o elevado engajamento de profissionais de diversos setores, aliado à estrita observância do regulamento, resultou na aprovação de 91% das inscrições para a fase de competição. Além disso, a adesão de novas empresas interessadas em participar da premiação, em benefício do setor segurador, também foi reconhecida pela equipe como um fator crucial para esse sucesso.

Todos os autores já foram notificados sobre o status de seus trabalhos e deverão ficar atentos ao anúncio da lista de finalistas, prevista para o dia 14 de novembro de 2023. Todo o cronograma do Prêmio com as próximas fases do concurso também pode ser consultado no site oficial.

A entrega dos prêmios está marcada para acontecer no dia 30 de novembro de 2023, no Museu do Amanhã, Rio de Janeiro. O Prêmio de Inovação em Seguros tem o objetivo de reconhecer as iniciativas dos profissionais da área de seguros, que apresentem relevantes impactos para suas empresas, seus acionistas, para o setor e à sociedade.

Zurich divulga resultado até setembro, compra de corretoras e destaca bom desempenho no Brasil

Os prêmios brutos emitidos de seguro de Property & Casulty (P&C) no grupo Zurich aumentaram 9% em termos comparáveis no ano, totalizando US$ 34,59 bilhões nos nove meses até 30 de setembro, enquanto os prêmios de novos negócios em seu braço de seguros de vida aumentaram 23% para US$ 12,17 bilhões. Com isso, a empresa está confiante de que terminará o ano com força e atingirá suas metas financeiras para 2023-2025.

“Este é um sinal muito forte sobre a saúde de nossa empresa, nosso crescimento, nossas capacidades e sobre o comportamento responsável em relação aos acionistas. Os negócios na Austrália, China e América do Sul estão indo muito bem”, disse Mario Greco, CEO do Grupo. “Os prêmios brutos emitidos da América Latina dispararam 32% devido ao forte crescimento comercial e maiores vendas no varejo em toda a região, especialmente no Brasil e no México”, acrescentou.

Compra de corretoras

O grupo segurador Zurich anunciou que vai comprar um portfólio de corretoras por US$ 760 milhões, após uma forte receita em ambos os seus negócios de propriedade e acidentes e especialmente no seu negócio de vida nos primeiros nove meses do ano, com recompra de ações adicionais por vir.

A seguradora suíça disse que sua subsidiária nos Estados Unidos, a Farmers Group, adquirirá três entidades de corretagem – Kraft Lake Insurance Agency, Western Star Insurance Services, Farmers General Insurance Agency – e o braço de serviços do programa de seguros contra inundações da Farmers Exchanges por US$ 760 milhões.

Isso ocorre após a Zurich ter adquirido na semana passada uma participação majoritária no negócio de acidentes do Kotak Mahindra Bank para ganhar uma maior presença no mercado indiano.

Latin Re anuncia Marcos Maurélio para atender demanda de corretores parceiros

Fonte: Latin Re

A Latin Re anuncia a chegada de Marcos Maurélio como Diretor Comercial, assumindo a liderança da área de Wholesale. Essa divisão foi cuidadosamente planejada e criada para oferecer suporte abrangente e especializado aos corretores que buscam adentrar no mercado de riscos corporativos, como Aeronáutico, Marítimos, Óleo & Gás, Energia, Patrimonial, Linhas Financeiras, Responsabilidade Civil, Riscos Diversos e Complexos.

Com mais de 40 anos de experiência no mercado de seguros, Marcos Maurélio traz consigo uma vasta bagagem profissional, com passagem por grandes corretoras internacionais. Sua expertise e conhecimento do setor de seguros e resseguros o qualificam para liderar esse novo braço da Latin Re.

“É gratificante fazer parte do time de especialistas da Latin Re, onde disponibilizamos soluções estruturadas aos corretores e seus clientes. Nossa tomada de decisão é local, mas com a capacidade e governança de nível global. As exposições aos riscos estão se tornando cada vez mais desafiadoras, e os (res)seguradores estão se tornando mais criteriosos na análise e aceitação das demandas por seguros. Colocamos à disposição de nossos clientes e parceiros toda a nossa expertise para viabilizar seus negócios”, diz Maurélio.

A Latin Wholesale foi criada para apoiar corretores que desejam contar com o apoio, expertise e relacionamentos da Latin RE em riscos corporativos nas áreas que não possuem especialização. A Latin Wholesale desenvolve soluções personalizadas que atendem às necessidades específicas de cada corretor, compreendendo as particularidades e demandas únicas de cada cliente. A companhia está pronta para desenvolver parcerias sólidas e duradouras com corretores, oferecendo a tranquilidade de contar com uma equipe de especialistas que acompanhará todas as etapas das colocações.

Governo quer reforçar setor de seguros

Haddad seguros congresso IBDS

Fonte: Agência Brasil

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, disse hoje (8) esperar que um novo marco regulatório para os contratos de seguros no Brasil seja aprovado no Congresso até o início do ano que vem, nos termos do acordo alcançado pelo governo junto a empresas e a Superintendência de Seguros Privados (Susep).

O ministro afirmou ter a expectativa de que o tema seja discutido no Senado “nas próximas semanas” e de que “seja votado em caráter terminativo até o fim desse ano ou, no mais tardar, no início do ano que vem”.

Um projeto de lei sobre o assunto estava parado no Congresso desde 2017 e teve a tramitação destravada em março, quando a Comissão de Constituição e Justiça do Senado aprovou o desarquivamento da matéria. O senador Jader Barbalho (MDB-PA) foi escolhido como novo relator.

Nesta quarta-feira (8), Haddad disse ter alcançado consenso com representantes do mercado e os reguladores para viabilizar a aprovação rápida do PL. “Depois de meses de negociação, o senador Jader Barbalho tem nas mãos hoje o resultado de um entendimento”, disse Haddad na abertura do 3° Congresso Internacional do Direito do Seguro, em Brasília.

“A parte final [do acordo] foi negociada na minha mesa. Entendo que isso contemplou as preocupações tanto do setor regulado quanto o regulador, no caso a Susep, na direção de um marco regulatório mais moderno, que dê mais segurança para os contratantes, que equilibre a relação e possa fazer nosso mercado regulado prosperar”, acrescentou Haddad.

Entre as arestas aparadas, esteve o desentendimento sobre o cálculo de sinistro e o dever das seguradoras de pedir todas as informações necessárias ao segurado antes da assinatura de contrato, de modo a não poder, depois, alegar o ocultamento de algum detalhe e consequente anulação do contrato.

O novo projeto para o setor foi apresentado em outubro pelo governo junto com Confederação Nacional das Seguradoras (CNSeg), que apoia a iniciativa. “Quanto mais confiança nos produtos de seguro, mais fácil será expandir esse mercado”, disse o diretor-presidente da entidade, Dyogo Oliveira, na ocasião.

Caso o novo projeto de lei seja aprovado, a estimativa da Fazenda é que o setor nacional de seguros e resseguros possa, no mínimo, dobrar de tamanho, diante da maior segurança jurídica proporcionada aos contratos.

“O Brasil tem um enorme mercado potencial de seguro, raramente comparável a qualquer outro mercado do mundo. Somos a 11ª economia do mundo e ficamos com a 7ª posição em ranking de alta no PIB do 2º trimestre de 2023, mas o mercado de seguros é apenas o 19º”, estimou Alessandro Octaviani, superintendente da Susep.

Hoje, não há leis específicas para regulamentar o contrato de seguro, que é regido por dispositivos inseridos em diferentes partes do Código Civil. O projeto de marco regulatório do setor é tido como uma das prioridades para a política macroeconômica do governo e faz parte da Política Nacional de Acesso ao Seguro.

Valor: Acordos realizados têm sido descumpridos, diz Haddad

Eis um PL de seguros, que ficou em discussão por quase 20 anos, que será um osso duro de roer para o ministro Haddad.

Segundo publicou o Valor, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou nesta quarta-feira, sem citar nomes, que acordos realizados com ele têm sido descumpridos. No momento, o ministro destacava positivamente a maneira como havia sido alcançado um “entendimento” entre as diversas partes envolvidas no marco regulatório de seguros “depois de meses de negociação”.

“A pessoa senta na minha mesa, faz um acordo e tenta descumprir o acordo, como se ele não tivesse acontecido. Felizmente os que agem assim estão sendo derrotados, porque estamos agindo com transparência, seriedade, dignidade. Não estamos pedindo nada que não seja do interesse público. Nós vamos defender as nossas teses à luz do dia para firmar um entendimento a respeito do que é bom para o Brasil.”

Haddad disse acreditar que o novo marco regulatório do setor de seguros poderá ser aprovado em caráter definitivo pela Câmara dos Deputados ainda neste ano ou “no mais tardar, no começo do ano que vem”.

Corretora Alper divulga balanço, compra de corretora e que Wanburg Pincus quer comprá-la

aquisição

Ontem foi um dia e tanto para a corretora de seguros Alper Seguros. O grupo informou à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) que recebeu uma oferta de compra de um fundo controlado pela gestora americana Warburg Pincus. Ela propôs pagar R$ 43,50 por ação, contemplando até 19.561.704 papéis em circulação. A oferta avalia a corretora de seguros em R$ 850,9 milhões e representa um prêmio de 19,18% sobre o fechamento do papel na terça-feira (8) e de 32,19% sobre a média ponderada dos últimos 30 dias.

A proposta de oferta pública de aquisição de ações (OPA) precisa ser aprovada em assembleia geral extraordinária (AGE) por pelo menos 50% dos acionistas. A Warburg Pincus diz que, até o momento, 37,34% dos acionistas já se manifestaram favoravelmente à proposta.

Os maiores acionistas da Alper são: Brasil Capital Gestão de Recursos (8,65%), CAAS Fundo Multimercado (13,498%), Credit Suisse (9,497%), Pátria Investimentos (9,026%) e Stirling Fundo de Investimento em Participações (16,798%).

A corretora também divulgou a aquisição da MettaSeg Corretora de Seguros, especializada em seguro transporte. É a 17ª aquisição nos últimos 5 anos e a quarta focada em transporte. A corretora está sediada em São Paulo e possui expertise no segmento de transportes, com mais de R$25,9 milhões em prêmios em 2022. 

Resultados

A receita líquida de R$81 milhões no 3T23, o que representa um crescimento de 17,4%, maior do que o registrado no mesmo período em 2022. No acumulado do ano, o faturamento é de R$225,3 milhões, representando um aumento de 30,8%. O EBITDA Ajustado atingiu R$16,8 milhões – um aumento de 25,4% quando comparado ao 3T22.

SulAmérica lança hub de conteúdo sobre finanças pessoais com a B3

Fonte: SulAmérica

Para viver a saúde de maneira completa, também é necessário cuidar do bolso. Pensando nisso é que a SulAmérica acaba de lançar o SulA in, um hub de conteúdo 100% gratuito que contempla assuntos de A a Z no quesito saúde financeira. Apoiada pela B3 Educação, a plataforma possui 25 cursos elaborados com o apoio da área de educação da bolsa do Brasil. Entre os temas estão reserva de emergência, objetivos financeiros, renda fixa, previdência privada, investimentos ESG e derivativos.

Os cursos foram desenvolvidos em função de três perfis de conhecimento: iniciante, para aqueles que conhecem pouco ou nada das operações de renda variável; intermediário, para os que já possuem algum conhecimento e desejam aprofundá-los; e os cursos avançados, estes destinados a aprimorar o conhecimento dos clientes com maior conhecimento das operações de renda variável. Eles foram desenvolvidos por uma equipe multidisciplinar de docentes com amplo conhecimento das operações e, desenvolvidos e gravados em aulas de até 20 minutos pelo time da E-ensino Soluções Educacionais, que coordena o projeto pedagógico.

No SulA in, o público terá acesso a atualizações diárias sobre o mercado financeiro, tendências sobre o segmento de investimentos, morning call, conversas com especialistas, tutoriais, dicas e eventos, bem como lâminas de rentabilidade, comparativos, coberturas e contratação dos produtos da SulAmérica Vida, Previdência e Investimentos.

“O interesse em investimentos e no mercado financeiro em si cresceu de forma vertiginosa no Brasil nos últimos anos. O acesso a estes produtos também ficou muito mais fácil. Por isso, ao longo dos últimos meses, começamos a desenvolver o SulA in, uma das nossas apostas no pilar de inovação”, comenta Marcelo Mello, CEO da SulAmérica Vida, Previdência e Investimentos. “Nossos conteúdos visam atingir um público bem amplo, como clientes, prospectivos, corretores, assessores de investimentos e colaboradores. Afinal, cuidar da saúde financeira também é investir na sua saúde integral”, acrescenta.

O executivo conta também que um dos objetivos é se apropriar de um território educacional e inovador ainda pouco explorado. “Seja investidor iniciante, intermediário ou especialista, o SulA in é o lugar perfeito para quem quer ter uma relação mais saudável com o dinheiro. Afinal, planejamento financeiro é essencial para todas as pessoas, independente de sua faixa etária ou classe social”, diz.

“A B3 tem uma longa trajetória de apoio à educação financeira que começou com os projetos de popularização do mercado de capitais, no final dos anos 1990. A parceria com a Sul América possibilita que outros públicos tenham acesso a esse tema tão relevante e que conecta a B3 no seu propósito de conduzir o desenvolvimento econômico sustentável para a sociedade prosperar”, comenta Christianne Bariquelli, superintendente da B3 Educação.