Charles Parente assume o cargo de diretor da regional Centro-Norte da SURA 

Fonte: Sura

Seguros SURA anuncia Charles Parente como Diretor da Regional Centro-Norte do país. O novo executivo possui mais de 30 anos de experiência no setor securitário e foco em gestão empresarial. Parente, que ingressou na SURA em 2021 como Gerente de Filial, dará sequência a estratégia de aprimoramento da região Centro-Norte. O executivo acredita no potencial da regional e está confiante na evolução dos estados que irá comandar. “Estou muito feliz em assumir a Regional Centro-Norte da SURA. Tenho convicção de que, com a capacidade da equipe e o suporte dos corretores e parceiros, os objetivos de crescimento e rentabilidade serão alcançados”, comenta. 

A Regional Centro-Norte da SURA Compreende os estados de Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Bahia, Goiás, Pernambuco, Ceará e Espírito Santo.

Para o próximo ano, o executivo aposta na expansão regional dos negócios da SURA baseada na nova estratégia comercial e de diversificação do portfólio para a região, com o foco em produtos corporativos e de varejo. 

Graduado em matemática pela Centro Universitário Geraldo Di Biase do Rio de Janeiro e pós graduado em Economia Empresarial pela Universidade Federal Fluminense (UFF), o executivo possui mais de 30 anos de atuação no ramo securitário.

Valor: Investidor poderá decidir tributação de previdência complementar no resgate 

previdencia fenaprevi

Fonte: Valor, por Raphael Di Cunto e Marcelo Ribeiro

Vai à sanção presidencial projeto de lei que permite decidir qual tipo de tributação incidirá sobre o plano de previdência complementar na hora em que o investidor for resgatar o dinheiro — uma diferença que pode significar desde a isenção de impostos até a cobrança de alíquota de 35%. Atualmente, essa opção precisa ocorrer no momento de adesão ao plano.

A Câmara ainda não enviou a proposta para sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o que deve ocorrer nos próximos dias, mas quem estiver pensando em resgatar o dinheiro no curto prazo poderá se aproveitar dessa decisão em breve: o projeto vale tanto para os novos contratos, firmados após a vigência da lei, como para os atuais.

Ao receber o projeto, Lula terá 15 dias para decidir se o sanciona inteiro, em partes ou veta tudo. A expectativa do setor é que o texto seja integralmente sancionado, já que foi aprovado por unanimidade e com apoio do PT no Congresso, mas um veto parcial pode atingir os contratos já vigentes e liberar a mudança apenas para as adesões após a sanção da lei.

A proposta foi encampada por empresas do setor e associações de poupadores com a intenção de tornar mais atrativa a previdência complementar, ao diminuir as dúvidas sobre qual o melhor modelo de tributação. Hoje essa decisão precisa ocorrer décadas antes do prazo previsto para saque do dinheiro, o que torna mais difícil esse planejamento.

O texto beneficia os planos de previdência complementar privados e públicos, os Fundos de Aposentadoria Programada Individual (Fapi) e os planos de seguro de vida com cláusula de cobertura por sobrevivência sobre os rendimentos recebidos.

Há dois tipos de tributação sobre eles hoje. Uma é atrelada ao período de investimentos, chamada de tabela regressiva ou definitiva, com alíquota de 10% a 35%. Já a tributação progressiva soma o dinheiro recebido do plano com outras fontes de renda do investidor e tributa tudo junto conforme a tabela do Imposto de Renda, o que pode fazer a taxação variar de 27,5% à isenção.

Diretor de assuntos legislativos na Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), o ex-ministro do Planejamento Esteves Colnago afirma que a proposta diminui as incertezas do investidor. “O problema que eu tenho hoje é que não sei se vou conseguir ficar com o dinheiro parado por 26 anos. Embora seja um planejamento para aposentadoria, de longo prazo, ninguém tem certeza se não vai precisar do dinheiro antes”, diz.

Do ponto de vista dos fundos, o projeto pode atrair mais pessoas para esse tipo de investimento ao adiar a decisão sobre o volume de impostos que será necessário pagar na hora do resgate. “Isso primeiro vai facilitar a pessoa a decidir fazer um regime de previdência e não um investimento de curto prazo, porque dessa forma ela não será punida se precisar sacar o dinheiro antes”, diz Colnago.

No caso do regime regressivo, o investidor é taxado inicialmente em 35% do valor recebido. A alíquota diminui cinco pontos percentuais a cada dois anos em que o dinheiro está investido, até chegar ao mínimo de 10% após dez anos. Alguém que decida fazer um saque após seis anos, por exemplo, terá que pagar 20% sobre o valor retirado do fundo.

Já na tributação progressiva, o valor recebido é somado aos demais rendimentos da pessoa física e tributado conforme a tabela do Imposto de Renda. Em 2023, a faixa de isenção está em R$ 2.112, mas o governo criou mecanismo de dedução para que quem recebe até R$ 2.640 não pague imposto. Acima disso, há cobrança de 7,5% a 27,5% (acima de R$ 4.664).

Hoje a migração é possível do regime progressivo (sobre a renda) para o regressivo. Mas, nesse caso, a pessoa é “punida” e o tempo de investimento passa a ser calculado a partir do momento da portabilidade (portanto, começará na alíquota de 35%). Não é permitido, atualmente, mudar do regime regressivo para o progressivo. O projeto acaba com essa restrição e com a punição.

O setor ainda aguarda a decisão do governo sobre a sanção ou veto, mas as expectativas são positivas, já que a proposta caminhou sem nenhuma objeção do governo nas comissões da Câmara. Além disso, nenhum deputado interpôs recurso para que precisasse passar pelo plenário (o que evitaria a aprovação). O prazo acabou há duas semanas.

O projeto foi pautado em outubro pelo deputado Rui Falcão (PT-SP), presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), e o relatório da deputada Laura Carneiro (PSD-RJ) foi lido pelo deputado Helder Salomão (PT-ES) porque ela estava ausente. Em agosto, na Comissão de Finanças e Tributação, o parecer favorável à aprovação foi escrito pelo deputado Merlong Solano (PT-PI). Ou seja, a mudança recebeu amplo apoio dos petistas.

O temor das empresas é que, diante da preocupação do governo Lula de aumentar a arrecadação, haja uma preocupação na equipe econômica sobre possíveis perdas de receita. A posição da Consultoria de Orçamento e Fiscalização Financeira (Conof) da Câmara é que o projeto não causará “repercussão imediata” para a União. “Ainda que se argumente que o projeto pode demandar algum tipo de redução de receita pelo fato dos participantes e assistidos de plano de previdência complementar terem um prazo maior para optarem pelo regime de tributação, o projeto não altera nenhum fato gerador, base de cálculo, alíquota ou período de exigibilidade de tributos”, diz o parecer da Conof.

Para Guiherme Dias, especialista em educação financeira da Suno Research, o projeto é positivo para os investidores e não tem impacto na arrecadação da União. “O benefício para o investidor é muito grande, justamente por esse período de reflexão, de avaliação de qual é sua realidade, de qual é seu patrimônio, de qual será o patamar de seu benefício, porque terá mais clareza quando da escolha da tabela. Acho que esse é um dos motivos para a proposta ter passado com apoio de todas as frentes. Para o investidor, é benéfico. E para a União, não vejo impacto relevante em um primeiro momento”, diz.

Em sua avaliação, o avanço do texto não deve ter reflexo imediato em novas adesões aos planos de previdência complementar. Ele pondera que isso pode ocorrer caso seja feito um bom trabalho de divulgação do produto e de sua nova roupagem para os investidores em geral e defende que o presidente Lula sancione integralmente o texto. “Por que penalizar os que já pensaram no longo prazo e beneficiar os que estão entrando agora?”, questiona.

Seguradoras arrecadam R$ 319,2 bilhões até outubro, alta 8,4%

As seguradoras arrecadaram R$ 319,2 bilhões de janeiro até outubro, alta de 8,4% em relação ao mesmo período de 2022, totalizando R$ 319,2 bilhões em receitas. Pagaram em indenizações, resgates e sorteios R$ 185,64 bilhões no mesmo período, de acordo com dados divulgados pela Susep (Superintendência de Seguros Privados).

Os segmentos de seguros, danos e pessoas (excluindo-se VGBL), apresentaram crescimento de 9,71% no acumulado até outubro de 2023, em comparação aos primeiros dez meses de 2022, com uma arrecadação de R$ 155 bilhões.

De acordo com o Síntese, em comparativo com o mesmo período do ano passado, os seguros de danos tiveram aumento de 10,9% nas receitas até outubro de 2023. Na linha de negócios do seguro auto, os prêmios atingiram R$ 46,2 bilhões no acumulado até outubro de 2023, valor 11,8% superior ao do mesmo período do ano anterior.

Nos seguros de pessoas, o seguro de vida atingiu em outubro de 2023 o montante acumulado de R$ 24,8 bilhões, valor que representa um crescimento de 12,3% em relação ao mesmo período de 2022.

Na parte de previdência, os resgates do PGBL superaram as contribuições em R$ 0,37 bilhão no acumulado até outubro de 2023. A arrecadação do período foi de R$ 9,27 bilhões, enquanto os resgates acumulados até outubro de 2023 totalizaram R$ 9,64 bilhões.

O relatório traz, ainda, dados sobre os produtos de capitalização, que arrecadaram, nos primeiros dez meses de 2023, R$ 24,82 bilhões. Em relação aos resgates e sorteios, a capitalização retornou à sociedade R$ 20,31 bilhões no acumulado de janeiro a outubro de 2023.

Estes e outros destaques estão detalhados no relatório Síntese Mensal de outubro, que pode ser acessado no site da autarquia. Para consultar os dados da entidade de forma ainda mais dinâmica, basta acessar o Painel de Inteligência do Mercado de Seguros, o Painel Susep.

Mais de 2 mil corretores já foram contemplados pela parceria entre Porto Seguro e BYD 

São Paulo, Brasil 26-11-2021 Retrato de Rivaldo Leite, VP comercial e de Marketing da Porto Seguro na sede da empresa em São Paulo. Foto: ©Fernando Martinho

Fonte: Porto

Desde o lançamento da parceria entre Porto Seguro e a BYD mais de 2.000 corretores já emitiram apólices para os seus clientes. A ação promocional que se estende até 20 de dezembro de 2023 para quem adquirir os modelos 2023/2024 (0km) de BYD Song Plus*, BYD Yuan Plus*, BYD Tan EV* e BYD Dolphin EV GS* mantém o vínculo já estabelecido entre Corretores e Clientes.

A oferta é válida para todo Corretor cadastrado no Grupo Porto que tenha um cliente que adquira um desses veículos dentro do prazo da campanha. Caso o cliente já possua um Corretor no produto Automóvel na Porto, a apólice manterá essa relação, incluindo a comissão. Caso contrário, será creditado o Corretor que primeiro enviar a cotação para a Seguradora.

Como em toda emissão feita no Grupo Porto, o time da Emissão Automóvel valida o vínculo e informa previamente tanto o Corretor que inseriu a proposta quanto o detentor da mudança na emissão. Além disso, para clientes que já possuem um seguro, serão mantidos os bônus na migração.

Os modelos elegíveis para a apólice subsidiada integralmente pela BYD serão identificados pelo número do chassi enviado pela montadora, e a Porto emitirá o seguro por meio dos corretores parceiros considerando as seguintes condições**:

  • Seguro válido para uso particular dos veículos por pessoas físicas***.
  • Abrangência do seguro: nacional.
  • Cobertura compreensiva: 100% FIPE com franquia 50% da obrigatória.
  • Cobertura para terceiros (Danos Materiais e Danos Corporais): a partir de R$ 150.000, dependendo do modelo do veículo.
  • Acidentes pessoais a passageiros (APP): R$ 5.000.
  • Cobertura para vidros.
  • Carro reserva: 15 dias.
  • Tipo de Seguro: Válido para Seguros Novos e Renovação Interna. Para clientes que já possuem um seguro, será necessário cancelar a apólice atual e realizar um seguro novo com manutenção do bônus (Endossos não estarão disponíveis).
  • Vigência: 01 ano de seguro.
  • Forma de Pagamento: somente boleto à vista.

Por ser um seguro subsidiado, a apólice não poderá ser cancelada após emissão e não haverá restituição de prêmio em hipótese alguma.

* Não é válido para o modelo BYD Dolphin Plus. Os veículos elegíveis serão identificados pelo chassi enviado pela montadora BYD e serão barrados em momento de proposta para tratativa do time Porto, que emitirá apólice de seguro gratuita de acordo com as condições disponíveis para cada modelo.

**Os seguros são emitidos com condições específicas.

***O seguro não é válido para motoristas de aplicativos e/ou que exerçam atividade remunerada de direção de veículos de passeio para transporte de passageiros. As regras de aceitação serão determinadas pela seguradora e perfis fora do estipulado podem ser recusados.

Icatu assume a liderança na categoria de seguro de vida coletivo 

Luciana Bastos Icatu Seguros

Fonte: Icatu

 A Icatu – maior seguradora independente do Brasil com atuação em Seguro de Vida, Previdência Privada e Capitalização – tornou-se líder no segmento de Seguro de Vida Coletivo, modalidade ofertada especialmente para empresas para contratação em grupo. Segundo dados da Federação Nacional de Previdência Privada e Vida (FenaPrevi), a companhia acumulou mais de R$1,3 bilhão em prêmios diretos de janeiro a agosto de 2023, representando um crescimento de 20% em comparação ao mesmo período do ano anterior.
 

De acordo com a Diretora de Produtos de Vida da Icatu, Luciana Bastos, os números positivos são reflexo da eficácia do desenvolvimento de produtos e serviços cada vez mais alinhados às constantes evoluções e necessidades do mercado. “Nosso modelo de negócios é B2B2C por natureza. Ao longo dos últimos 30 anos, construímos uma sólida reputação e expertise no relacionamento com corretores e parceiros de diferentes setores da economia, criando melhores jornadas e produtos únicos e adaptados à realidade de cada um dos nossos clientes. Nosso propósito é oferecer soluções de qualidade, flexíveis e que auxiliem empresas a protegerem o seu maior capital: as pessoas”, afirma a executiva.

Para se destacar neste mercado, que hoje representa 58% dos seguros de vida contratados no Brasil (SUSEP), a companhia tem investido em tecnologias para agilizar processos. Entre os destaques, está a redução do prazo médio para emissão de apólices da modalidade de Seguro de Vida em Grupo em cerca de 75%, por meio de automação e revisão de processos, documentos, jornadas e sistemas.

No Icatu Vida PME, produto específico para pequenas e médias empresas, a companhia automatizou as rotinas de cadastro e implantou a assinatura digital, reduzindo o tempo de contratação e implantação do seguro para apenas um minuto. “Estamos sempre atentos às novas tecnologias que possam acelerar e melhorar a jornada das empresas e dos corretores. Implementamos a jornada digital de contratação e o fluxo de envio das faturas do seguro por e-mail. Essas iniciativas já estão gerando importantes resultados: de janeiro a agosto deste ano, o Icatu Vida PME registrou crescimento de 32%”, afirma a executiva.

Nos últimos cinco anos, a Icatu registrou um crescimento total de 90% em toda a sua carteira de Seguro de Vida, tornando-se líder entre as seguradoras independentes em prêmios ganhos. Em 2023, a seguradora prevê acelerar ainda mais sua evolução com o investimento de mais de R$ 400 milhões em iniciativas de tecnologia, inovação e transformação digital.

Bradesco Seguros prevê um 2024 de forte concorrência, produtos inovadores e muita solidez

BRADESCO SEGUROS Ivan Gontijo e ceos

O grupo Bradesco Seguros vem com tudo para avançar em 2024, e, ao que tudo indica, com a mesma equipe. A troca de comando no banco anunciada em novembro não deve ter efeitos no braço segurador, que respondeu por 50% do lucro do banco no acumulado do ano até setembro. Indagado sobre uma possível troca, Ivan Gontijo, presidente do braço de seguridade do Bradesco, afirmou que a atual diretoria deve se manter no próximo período.

“As nossas perspectivas incluem novos produtos e processos, com a tecnologia auxiliando cada dia mais a levarmos produtos para os diversos segmentos da economia e classes sociais. Estamos investindo nas nossas parcerias comerciais, elevando o número de corretores e de assessorias. Temos viajado por todo o Brasil para construirmos produtos e serviços personalizados para cada região e estamos encantados com o que temos visto. A economia do Nordeste, o agronegócio, ambos pujantes, e que nos sinalizam que provavelmente teremos um ano com muitas oportunidades dentro e fora do banco do Amazonas ao Rio Grande do Sul”, afirmou em entrevista, juntamente com os executivos que comandam as verticais do grupo.

Depois de investir mais de R$ 2 bilhões nos últimos dois anos em tecnologia, os executivos das empresas do braço de seguridade estão animados com o próximo ano.  “2023 foi um ano desafiador, mas conseguimos nos manter na liderança do setor considerando-se todos os segmentos, com excelente resultado, de R$ 6,5 bilhões em lucro líquido, mesmo devolvendo à sociedade mais de R$ 40 bilhões em indenizações entre janeiro e setembro. Em 2024, cada uma das nossas empresas – Bradesco Auto Re, Bradesco Vida e Previdência, Bradesco Capitalização e Bradesco Saúde tem a meta de lançar ao menos um produto por trimestre para atender as características regionais, com uma visão integrada do cliente”, contou Gontijo. 

Parte do bom desempenho vem da nova estrutura comercial, que começou a vigorar para valer no início de 2023. “Antes, trabalhávamos com uma área comercial única para todo o grupo, mas agora cada área de negócios tem sua própria estrutura de vendas. São segmentos distintos, que exigem uma especialização no atendimento consultivo ao cliente. Tem sido uma experiência interessante, que nos mostra a importância de falarmos a língua de cada região onde atuamos e esta estratégia tem gerado novos negócios para o grupo”, afirmou. 

Gontijo afirma que o corretor é o principal canal de vendas do grupo. “O canal digital tem crescido em produtos específicos, que nos ajudam a disseminar a cultura de seguros no país, chegando em todos os municípios onde temos presença. O título de capitalização é um exemplo de digital, assim como o seguro de vida com custo inferior a R$ 10 mensais. Ao cruzar dados de vendas com dados do IBGE, que mostram 5,5 mil municípios em todo o Brasil, ficamos orgulhosos ao constatar a nossa capacidade de distribuição. Temos pelo menos uma apólice em cada município do país, graças ao apoio dos corretores de seguros nesta jornada”. 

Com toda a estrutura comercial e de backoffice, colaboradores treinados e engajados e comunicação afinada, sem segurês, o desafio é chegar a um faturamento de R$ 100 bilhões em 2023. Até setembro, o grupo contabilizou R$ 79 bilhões, segundo dados divulgados no balanço. Sendo historicamente o último trimestre o melhor do ano para todo o setor, a meta se mostra próxima de ser conquistada. “Não queremos vender por vender. Queremos conscientizar a população sobre os produtos do setor, para que ela saiba o que compra e use quando for necessário. Além da proteção da apólice, seja para automóvel, residência, vida, patrimoniais, vida, previdência, saúde, odontológico, os produtos contam com assistências pensadas para realmente ajudar nossos clientes em situações emergenciais no momento de suas necessidades”, acrescenta o presidente. 

Os efeitos das mudanças climáticas estão entre os desafios enfrentados por Ney Dias, CEO da Bradesco Auto/RE (Bare), em 2023 e que seguem na agenda de 2024 como prioridade. “Normalmente temos dois eventos classificados como calamidade no ano. Em 2023 tivemos um recorde. Sete. Por enquanto. A concorrência acirrada em automóvel é outro bom desafio que está no radar das maiores companhias. Todos precisam gerir o orçamento com taxas de juros num ciclo de baixa. Certamente todos terão de compensar a redução dos ganhos financeiros com ganho operacional. Aumentar a base de clientes faz parte da estratégia e para isso precisamos trazer novas soluções aos clientes para sermos a primeira opção dos corretores. Estamos preparados tecnologicamente para atrairmos bons riscos e com bons profissionais no relacionamento com os corretores. Isso certamente nos ajudará a manter o crescimento da receita para remunerar investimentos na estrutura e no canal de distribuição. Como disse nosso presidente, temos oportunidades como o segmento de máquinas agrícolas, que cresce de forma consistente e deverá manter o ritmo para o próximo ano”. 

Jorge Nasser, CEO da Bradesco Vida e Previdência e da Bradesco Capitalização, aposta no fechamento de 2023 com a retomada da captação positiva no plano de previdência. “Também tivemos um ano desafiador no segmento de previdência. Estrategicamente começamos a captar clientes fora do banco e temos condições de crescer duas vezes dentro de casa. Investimentos no teleatendimento de clientes, ampliamos a nossa estrutura, e o leque de serviços de conveniência ficou mais parrudo. Tudo isso contou pontos para comemorarmos o resultado do ano, que ainda não acabou, mas temos muitos motivos para nos orgulhar. Temos uma grade maior de produtos, de canais de distribuição e de relacionamento com especialistas de investimentos para complementar a oferta aos clientes do banco de curto, médio e longo prazo”, afirmou. 

Manoel Peres, CEO da Bradesco Saúde e Mediservice, conta que o segmento de saúde suplementar passa por grandes transformações. “A pandemia mudou o mundo em muitos aspectos e trouxe muitos reflexos para o setor, sensível para a opinião publica e temos que debater como juntos, governo e operadoras, vamos atender os anseios da população. E certamente isso trará modificações importantes no setor”, pontuou. O executivo acredita que no aspecto econômico, a taxa de juros tende a impactar a maioria dos negócios, e destaca preocupações com as questões regulatórias e outros normativos específicos do setor, que impactam severamente o setor de saúde suplementar, que está há dois anos com resultados negativos. 

“O grupo Bradesco tem um conjunto de operações, como o dental, com a Odontoprev com mais de 8 milhões de clientes, investimos no grupo Santa, com seis hospitais na região do agronegócio, clínicas especializadas em atendimento oncológico. Nos associamos ao hospital Albert Einstein para a criação de hospital em São Paulo com 300 leitos, e com a Beneficência Portuguesa e com o Grupo Fleury. São iniciativas que mostram nosso interesse pelo negócio e sua boa evolução para atender aos anseios dos clientes. Destaco também a Novamed, que já conta com 150 beneficiários em atendimento primário”, cita. 

Roberto Chamberlain, diretor-geral da holding, ressaltou que o segurador tem estrutura patrimonial muito sólida e governança robusta. “Encerramos os nove primeiros meses de 2023 com patrimônio líquido de R$ 31 bilhões, provisões de R$ 350 bilhões, lucro de R$ 6,5 bilhões, ROE de 23%, e participação importante no resultado do banco. Isso nos traz uma garantia de solidez vital para os negócios em que atuamos. Todos ligados a longevidade dos clientes, que fazem um depósito hoje para receber uma aposentaria em 20, 30 anos”, comenta o guardião das finanças do grupo Bradesco Seguros. “Zelamos para entregar aos nossos clientes a confiança que depositaram em nós hoje”. 

ARTIGO: Mudando o pensamento sobre seguros

por Eduardo Figueiredo, líder de Riscos Corporativos e Corretagem da WTW

Embora os últimos anos tenham sido de boa evolução no mercado e na forma de se enxergar seguros no Brasil, existe ainda, uma mentalidade muito equivocada de que seguros “são contratados para não serem usados”, que refletem apenas gastos. 

Quando entramos no mundo corporativo, principalmente tratando-se de empresas de médio e pequeno porte, não são raras aquelas que ainda não perceberam o valor estratégico de se contratar um seguro (independentemente de qual for). Alguns profissionais ainda consideram isso como um desperdício de dinheiro ou investimento malfeito.

Contudo, aos poucos, essa mentalidade também está mudando. As pessoas e as empresas brasileiras estão percebendo que aderir aos seguros é uma questão estratégica, usando-os como um importante elemento de apoio em suas atividades diárias, com reflexo direto em seus resultados.

Durante a pandemia, várias pessoas deixaram de ver o seguro de vida como algo mórbido para enxergá-lo como ele realmente é: uma proteção e segurança de que haverá apoio de forma objetiva caso um fato triste acometa a família. 

E essa nova perspectiva de se encarar o seguro está se espalhando entre outras modalidades, que também estão diretamente relacionadas às vidas das pessoas. O seguro de bicicletas, para dar apenas um exemplo, não era comum há alguns anos, mas, atualmente, está ganhando cada vez mais notoriedade e importância, pois o segmento está evoluindo para atender as principais mudanças demográficas e de estilo de vida das pessoas. 

No campo corporativo também estamos vendo essa mudança de pensamento. As apólices de seguro passam cada vez mais a fazer parte da estratégia das empresas, sendo usadas não só como um importante instrumento de transferência de risco, mas também, por exemplo, como ferramenta de suporte à estratégia de vendas, levantamento de recursos e garantia de projetos. 

Para citar mais alguns exemplos, temos o seguro de crédito, que é uma proteção contra eventuais não pagamentos de distribuidores; o seguro de Garantia judicial que pode ser usado para aumentar o caixa da empresa; o D&O, que reflete uma segurança a mais para executivos; e o seguro para riscos cibernéticos, que com uma série de serviços agregados, ganhou ainda mais relevância, tendo em vista o elevadíssimo número de ataques hackers no mundo e, particularmente, em nosso país.

A questão é que o Brasil ainda está bem longe dos países mais maduros economicamente, onde o setor de seguros já assumiu esse papel estratégico há muitas décadas. O volume de seguros no Brasil ainda representa menos de 4% do PIB nacional, enquanto em países mais desenvolvidos este valor supera 10%. 

Apesar de esforços da SUSEP e outros órgãos do setor no sentido de modernizar o mercado local, tentando garantir-lhe mais liberdade e facilidade na busca por soluções diferenciadas e inovadoras, ainda esbarramos em discussões sobre legislação e pensamentos mais retrógrados que reduzem a velocidade de nosso desenvolvimento nesta área.

A bem da verdade, a cada dia que passa, o nosso mercado amadurece e ganha relevância. Não duvido que, em pouco tempo, o Brasil mudará definitivamente seu pensamento sobre os seguros, adotando-os como um importante elemento de apoio aos negócios e às vidas das pessoas.

Como se preparar para a aposentadoria começando agora?

Uma das maiores preocupações do trabalhador brasileiro é a aposentadoria. Quanto tempo de contribuição é necessário? Será que o dinheiro vai ser suficiente? Como as reformas, que já vieram e ainda estão por vir, vão afetar meus rendimentos? Para responder estas e outras dúvidas, a jornalista especializada em economia e finanças, Mara Luquet, lança pela editora Almedina Brasil o livro Como ter dinheiro para a vida toda. 

Para mostrar como se preparar para um futuro tranquilo e saudável, a autora se dedica a simplificar conceitos tais como inflação, contribuição facultativa para o INSS e ativos financeiros. O objetivo é ajudar cidadãos de todas as idades a se preparar para novos desafios, já que mudanças na pirâmide etária do país – aumento da expectativa de vida e queda de natalidade – alteram fortemente o cenário previdenciário. 

Com uma linguagem didática que permite ao leitor se aprofundar em assuntos complexos, cada capítulo foca em um tema específico de forma objetiva. Vantagens e riscos de fundos de pensão, como fazer as pazes com a Receita Federal e planejamentos para um plano de saúde são alguns dos assuntos abordados. 

Pensada para incentivar a busca pelo bem-estar integral na velhice, a obra vai além da discussão sobre investimentos. Como Luquet explica, garantir capital financeiro não é suficiente par uma aposentadoria satisfatória – é preciso, também, manter saúde física e mental, cultivar bons relacionamentos interpessoais e estimular o intelecto a partir do trabalho e da cultura. 

Como ter dinheiro para a vida toda integra a coleção MyNews Explica!, fruto da parceria entre a Almedina Brasil e o My News. De maneira descomplicada, o lançamento oferece conselhos valiosos para quem preza não apenas por uma terceira idade tranquila, mas também por uma qualidade de vida que se inicie ainda na juventude. Afinal, nunca é cedo demais para começar a pensar no futuro. 

Sompo Seguros lança Universidade Corporativa e firma parceria com ENS

Fonte: Sompo

A Sompo Seguros lança a Sompo Academy, uma universidade corporativa voltada à capacitação e desenvolvimento dos colaboradores da companhia, composta por quatro grandes frentes: Negócios, Comportamental & People Skills, Ferramentas & Metodologias, além do Subsídio ao ensino e idiomas como forma de investir no futuro das pessoas. Como primeira ação da iniciativa, a companhia acaba de formalizar uma parceria inédita com a Escola de Negócios e Seguros (ENS) para a produção e curadoria de cursos desenvolvidos sobre os mais variados temas relacionados ao mercado de seguros. 

“A Sompo Seguros é reconhecida pelo alto grau de conhecimento técnico de sua equipe. O lançamento da Sompo Academy tem o propósito de garantir todas as condições para que nossos colaboradores tenham as ferramentas para o desenvolvimento profissional.  Contar com o suporte da ENS, que é referência de mercado há 52 anos, em um modelo de parceria inédito no mercado segurador, tem especial importância”, destaca Alfredo Lalia Neto, CEO da Sompo Seguros.

“Além do aprimoramento das competências técnicas e comportamentais daqueles que estão na linha de frente dos negócios, também temos o objetivo de investir na formação daqueles que estão no início da vida profissional, já pensando no futuro e sustentabilidade da companhia. Dessa forma, contribuímos não só para minimizar a demanda do mercado de profissionais com capacitação técnica em seguros, como também buscamos promover a diversidade na seleção desses jovens colaboradores em formação como parte de uma estratégia que permita reduzir disparidades de instrução e experiências prévias. Com isso, pretendemos fazer com que mais pessoas tenham as habilidades necessárias para avançar na carreira ao mesmo tempo que reforçamos nosso compromisso de promover um ambiente de trabalho mais inclusivo, com representatividade de pensamento, inovador, criativo, eficiente e amigável para todos”.

“Este é um momento histórico para a Sompo, uma das maiores seguradoras do nosso mercado, e também para a ENS, a principal instituição de ensino em seguros do nosso País. Isso porque estamos selando um acordo extremamente importante, especialmente para a vida profissional de muitos colaboradores da Sompo, que irão agregar novos conhecimentos aos seus currículos e, assim, valorizar suas carreiras. Parabenizo a Diretoria da Sompo por apostar no conhecimento como diferencial competitivo neste momento de reposicionamento estratégico da companhia. A ENS tem plena consciência da importância da missão que a ela foi confiada e da imensa responsabilidade que é capacitar os colaboradores desta grande empresa. Posso assegurar que entregaremos programas educacionais de excelência e absolutamente alinhados com os anseios de todos”, afirma a diretora de Ensino da ENS, Maria Helena Monteiro.

Por meio da parceria, o corpo docente da ENS vai desenvolver treinamentos voltados às áreas relacionadas aos negócios da Sompo Seguros. Estão previstos cursos que abordam produtos das áreas de Grandes Riscos, Garantia, Responsabilidade Civil, Engenharia, Transportes, Máquinas & Equipamentos Agrícolas e Não-Agrícolas, Seguro Rural, entre outros. O gerenciamento de riscos, que é uma das principais expertises da companhia, entra como um tema de especial atenção. Também devem ser produzidos treinamentos específicos para a área de resseguros, atendimento comercial, matemática financeira e contabilidade de seguros e questões jurídica-regulatórias específicas do segmento. Serão conteúdos programáticos feitos sob demanda, suportados por materiais como apostilas, infográficos, videoaulas, rodas de conversa ao vivo e online e sessões tira-dúvidas, sempre atendendo à metodologia reconhecida da ENS. 

Prudential do Brasil renova patrocínio à tenista Bia Haddad Maia

Bia Haddad e Prudential
crédito - divulgação WTA

A seguradora Prudential do Brasil anuncia a renovação do patrocínio até 2025 à tenista Bia Haddad Maia, primeira brasileira a figurar no top 10 do ranking mundial da Associação de Tênis Feminino (WTA, na sigla em inglês) depois da Maria Esther Bueno. A parceria, iniciada em janeiro de 2023, também será renovada com o técnico da atleta, Rafael Paciaroni.

“Estamos muito felizes e orgulhosos de renovar essa parceria. Bia é exemplo de garra, força e determinação. Em um ano histórico, ela provou ser uma atleta resiliente e de alta performance, atributos que conversam com os valores da nossa marca. Seguiremos juntos torcendo pelas suas vitórias”, celebra o vice-presidente de Marketing e Clientes da Prudential do Brasil, Carlos Cortez.

“Estou muito feliz em continuar fazendo parte da família Prudential por mais dois anos. Sempre busco parceiros que estejam alinhados aos meus valores e que também possam me dar segurança para entrar em quadra tranquila, tanto pensando na vida profissional, quanto pessoal. Sei que estou em boas mãos”, Bia Haddad Maia.

Para a gerente sênior de Marketing da Prudential, Fernanda Riezemberg, a renovação do patrocínio à atleta compõe a estratégia para os próximos dois anos, consolidando a seguradora como importante incentivadora do esporte nacional. “Estar ao lado das pessoas em todos os momentos e cuidar dos seus legados é missão da Prudential, por isso, queremos estar ao lado de Bia em sua jornada, seja protegendo, apoiando nos desafios, ou celebrando suas conquistas”, afirma.

O patrocínio prevê a inclusão da logomarca da Prudential na viseira utilizada pela atleta, participação em conteúdos para redes sociais, presença em eventos corporativos, realização de uma clínica de tênis, entre outros. Em 2023, Bia Haddad participou do primeiro torneio de tênis promovido pela Prudential, o Prudential Open, e também esteve na convenção anual da seguradora com parceiros comerciais, realizada em Roma.

Conquistas de campeonatos – Com o patrocínio da Prudential, Bia Haddad conquistou importantes vitórias. Foi campeã de duplas no WTA 1000, em Madrid, vice-campeã de duplas em Indian Wells 1000 e campeã em simples e duplas do WTA Elite Trophy. Ao todo foram 25 campeonatos, com destaque para a participação na semifinal de Roland Garros, nas oitavas de final de Wimbledon e na semifinal de Abu Dhabi 500.