Brasilprev registra lucro líquido de R$ 1,9 bilhão em 2023

Angela Assis

Fonte: Brasilprev

A Brasilprev apresentou um lucro líquido ajustado no valor de R$ 1,9 bilhão em 2023, um crescimento de 28,1% em relação a 2022 (R$ 1,5 bilhão). O balanço mostra ainda que a carteira total de investimentos registrou aumento anual de 14,1%, totalizando R$ 398,4 bilhões em ativos sob gestão.

Atualmente, a Brasilprev conta com mais de 2,6 milhões de clientes, sendo 10,5% na carteira de planos empresariais e 89,5% em planos individuais. Desses, 26,2% pertencem ao segmento de crianças e adolescentes (produto Brasilprev Júnior), desenvolvido pela companhia em 1997, e no qual segue líder em reservas até hoje.

O crescimento da companhia no último ano manteve o foco em seu propósito de “transformar o jeito como o brasileiro prepara o seu futuro, promovendo o desenvolvimento sustentável”, que vai além de números. “Para atingirmos esses resultados, a Brasilprev coloca o cliente no centro de suas decisões e ações estratégicas. Para isso, fomentamos uma cultura de inovação que proporciona a melhor experiência na distribuição de produtos de previdência. Assim, buscamos manter o protagonismo no setor, com evoluções constantes em eficiência operacional associadas a uma governança robusta”, comenta Ângela Assis.

Cenário de crescimento

O planejamento e a evolução contínua da empresa ao longo do ano estiveram alinhados ao cenário de desenvolvimento do país. “O ano de 2023 foi marcado por um contexto favorável de crescimento econômico, desemprego em queda e moderação da taxa de inflação. Este contexto, aliado à agenda de reformas estruturais e início do ciclo de queda de taxa de juros vem contribuindo para evolução da indústria, que cresceu 14%, e que nesse ano se materializou na Brasilprev com uma evolução importante da nossa captação liquida, puxada tanto pelo crescimento do volume de recursos depositados pelos clientes como pela redução no índice de resgates”.

Arrecadação e resultado antes de impostos

A arrecadação dos planos de previdência da Brasilprev atingiu a marca de R$ 57,4 bilhões, representando uma expansão de 8,4% em relação ao ano anterior, mantendo a companhia em primeiro lugar entre as seguradoras neste ranking. O resultado acumulado até dezembro de 2023 antes dos impostos e participações foi de R$ 3,1 bilhões, um número 38,6% superior frente ao resultado do mesmo período de 2022. 

Susep divulga novas regras para PGBL e VGBL

Fonte: Susep

A Superintendência de Seguros Privados (Susep) informa que o Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP) publicou hoje as Resoluções nº 463/2024 e 464/2024, que fixam os novos marcos regulatórios referentes às regras de funcionamento e os critérios para operação da cobertura por sobrevivência oferecida em plano de previdência complementar aberta e de seguro de pessoas.

A medida, relacionada principalmente aos produtos PGBL e VGBL, tem como objetivo principal tornar os produtos de previdência complementar aberta e seguro de pessoas mais modernos, de modo a atender melhor às necessidades dos consumidores, criando condições mais favoráveis à formação de poupança previdenciária no país e à ampliação da eficiência e da competitividade no segmento. 

No caso da Resolução CNSP nº 464/2024, que trata do VGBL, o normativo, que tem vigência imediata, inclui, ainda, dispositivos que têm por objetivo manter a higidez do segmento,  preservando a sua natureza tipicamente de incentivo à formação de poupança previdenciária.

Em processo de debate amplo e transparente com a sociedade civil e com participantes do setor, as normas passaram por consulta pública e trazem avanços e aperfeiçoamentos relevantes para o desenvolvimento do mercado de previdência complementar aberta e seguro de pessoas, que atualmente conta com o montante de cerca de R$ 1,4 trilhão de reais de poupança. 

Para o superintendente da Susep, Alessandro Octaviani, trata-se de um redesenho do mercado de previdência complementar e seguro de pessoas que deve impulsioná-lo para um desempenho ainda melhor: “são normas que fomentam a concorrência e dão maior poder de decisão para o consumidor ao longo do tempo.” Octaviani ressalta, ainda, que as normas trazem mais qualidade de informação: “o consumidor passa a ter a riqueza informacional do que de fato está contratando, além de possuir maior poder sobre suas decisões econômicas, com diversas opções de escolhas ao longo do tempo.” 

Principais alterações

A Susep e o CNSP, neste momento em que o PGBL ultrapassou 25 anos de sua criação, efetuam uma revisão dos normativos de planos com cobertura por sobrevivência (PGBL e VGBL), visando a fortalecer a solvência do mercado, a transparência e a adequação dos produtos, bem como a defesa do consumidor, incentivando a criação de produtos mais modernos, que atendam aos interesses dos diversos momentos de vida do participante, mas mantendo as características de produtos de longo prazo. Espera-se também estimular o desenvolvimento e a competitividade do mercado de rendas (annuities), promovendo a oferta de benefícios com valores mais favoráveis aos participantes.

Dessa forma, os novos normativos foram pensados de modo a tornar mais atrativa esta opção de percepção de benefício, considerando o caráter previdenciário dos produtos, no sentido de incentivar a poupança popular de longo prazo, com vistas a resguardar o bem-estar e a saúde financeira do cidadão, principalmente quando este estiver já em idade avançada. 

Especificamente sobre as rendas, os normativos publicados trazem a possibilidade de o consumidor definir os parâmetros da renda no período que antecede o seu recebimento, escolhendo inclusive se deseja receber o benefício desta forma. O intuito é viabilizar a criação de produtos de caráter previdenciário que sejam menos engessados e mais flexíveis às necessidades e ao momento de vida do consumidor, permitindo, por exemplo, que este tenha a opção de usufruir uma renda, enquanto mantém os aportes ao plano, e possibilite aproveitar taxas de mercado em momentos favoráveis, além de definir o tipo e o período da renda no momento da contratação da própria renda e não mais no momento da contratação do produto.

Além disso, a nova regulamentação prevê a possibilidade dos planos instituídos, ou seja, aqueles que preveem uma contribuição mínima por parte dos instituidores, estabelecerem cláusula de adesão automática em suas disposições contratuais. 

O novo normativo reforça também a importância na prestação de informação aos consumidores, com alertas sobre a adequação dos produtos às suas necessidades e características pessoais, buscando, por exemplo, alertá-lo sobre sua faculdade em contratar a renda na empresa que oferecer as melhores condições e não apenas naquela em que estão os recursos, bem como sobre ser aconselhável a redução da exposição a risco dos investimentos, à medida que se aproxima o momento de gozo do benefício.

De acordo com a Diretora Julia Lins, “o mercado de sobrevivência tem tido evolução constante e consistente ao longo dos anos no país e contribuído para uma maior eficiência do sistema financeiro nacional, podendo auxiliar na redução de custos de transações, na geração de liquidez e, principalmente, no fomento aos investimentos, alavancando o crescimento econômico com a alocação eficiente de recursos, gerenciamento de riscos e mobilização de poupanças de longo prazo no país.”

Adicionalmente, com a publicação da Resolução CNSP nº 464/2024, busca-se compatibilizar a dinâmica dos produtos de acumulação aos fins da política nacional tributária exposta na recente Lei n° 14.754, de 2023, que dispõe sobre a tributação de aplicações em fundos de investimento no País e da renda auferida por pessoas físicas residentes no País em aplicações financeiras, entidades controladas e trusts no exterior. Com a nova regra, um segurado não poderá manter mais que 5 milhões de reais em um plano VGBL quando ele e seus familiares detiverem mais que 75% das cotas do fundo de investimento atrelado ao plano. 

Tal alteração teve por objetivo evitar o desvirtuamento dos produtos VGBL que, sem tal restrição, poderiam ser utilizados como forma de violar o princípio da isonomia tributária que a Lei pretendeu garantir. Assim, tal restrição busca reforçar o caráter securitário e previdenciário dos produtos de acumulação, evitando que o produto VGBL fuja à sua finalidade.

A Resolução CNSP nº 464/2024, que dispõe sobre as regras de funcionamento e os critérios para operação da cobertura por sobrevivência oferecida em plano de seguro de pessoas (VGBL), dada a urgência do seu objetivo, possui vigência imediata. Já a Resolução CNSP nº 463/2024, que dispõe sobre as regras de funcionamento e os critérios para operação da cobertura por sobrevivência oferecida em plano de previdência complementar aberta (PGBL), terá vigência iniciada em 1º de abril de 2024, quando também deverá ser publicada a sua respectiva Circular.

Gallagher contrata Alan Castelo Branco como diretor de transportes

A corretora de seguros Gallagher contratou Alan Castelo Branco como diretor da área de transportes. Com mais de 16 anos de experiência no mercado de seguros, Alan passou por grandes empresas em sua trajetória e traz em sua bagagem uma expertise focada em Seguros e Gerenciamento de Riscos para o transporte de cargas. 

“Nosso foco será trabalhar com processos que atendam o cliente em todas as suas necessidades. A metodologia da Gallagher, oferece uma proposta de valor consultiva que potencializa a logística dos nossos clientes, em linha com o Core 360, aplicada com sucesso ao redor do mundo pela Gallagher.”, explica Alan.

Em sua opinião, a logística sofreu grandes mudanças nos últimos anos, nos impulsionando a desenvolver soluções cada vez mais completas. “A Gallagher é uma empresa com larga experiência em grandes riscos e atuação global. Quero garantir que cada operação seja acompanhada em todas as suas etapas, sempre com o objetivo de melhorar o nível dos serviços e reduzir os custos logísticos, trazendo desta forma, mais eficiência para toda a cadeia de suprimentos. Estamos preparados e segmentados para atender diferentes setores e perfis de clientes, sejam Embarcadores, Transportadores, Operações Logísticas, dentre outras empresas”, conclui. 

Para reforçar o time, a companhia também anuncia a chegada de Amanda Carvaes como gerente de transportes. Amanda atuou em seguradoras, corretoras e como risk manager em industrias.
 

Vencorr, Austral Education Group e Rice University fazem parceria

A insurtech brasileira Vencorr, especializada no mercado de seguros agrícola e de construção renovou a parceria com a Austral Education Group e a Rice University, situada em Houston, Texas. O projeto para 2024, envolvendo estudantes de MBA da Jones Graduate School of Business at Rice University, faz parte do programa Global Field Experience e está focado em explorar como a tecnologia proprietária da Vencorr pode servir como uma aliada para parceiros de distribuição.

Segundo a nota da Vencorr, a parceria é fruto do programa internacional do Austral Education Group, no qual empresas de todo o mundo enviam propostas de projetos a serem analisadas e selecionadas por universidades e faculdades afiliadas ao grupo. O projeto da Vencorr foi escolhido pela equipe da Jones Graduate School of Business at Rice University, destacando-se por seu potencial inovador e impacto transformador para o mercado de seguros.

A colaboração proporcionará à Vencorr análises e insights dos estudantes de MBA, para contribuir com o planejamento estratégico do Sistema Atriuz, tecnologia proprietária da Vencorr, em um agente de crescimento para a empresa.

O projeto terá início oficialmente em 28 de fevereiro, seguindo um cronograma que inclui uma fase de trabalho em São Paulo entre os dias 27 de abril e 3 de maio. Durante este período, reuniões presenciais no espaço Inovabra permitirão ajustes finais antes da apresentação conclusiva em 3 de maio.

Folha: Governo fecha brecha para super-rico fugir de nova tributação 

Fonte: Folha

O governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) editou uma norma para fechar brechas que poderiam servir de rota de fuga para investido ressuper-ricos após a aprovação da nova tributação dos chamados fundos exclusivos.

Uma resolução do CNSP (Conselho Nacional de Seguros Privados) proibiu a criação de novos planos familiares exclusivos de previdência com saldos individuais acima de R$ 5 milhões.

A decisão foi tomada nesta segunda-feira (19) pelo órgão, responsável por fixar as diretrizes e normas da política de seguros privados, e precisará passar por regulamentação da Susep (Superintendência de Seguros Privados).

Segundo técnicos do governo, o objetivo é evitar que esses fundos sejam usados de forma indevida para planejamento tributário e sucessório dos investidores de alta renda.

As estimativas da equipe econômica indicam que os fundos exclusivos de previdência já contem com cerca de R$ 60 bilhões, um volume ainda pequeno se comparado ao dos fundos exclusivos (mais de R$ 800 bilhões).

Mas a avaliação é que era preciso fechar o cerco, uma vez que esse produto conta com uma tributação mais favorável para incentivar a poupança no longo prazo – benefício que vinha sendo usado de maneira crescente como uma forma de planejamento indevido.

Comas alterações da legislação dos fundos exclusivos, havia possibilidade de um movimento de migração de recursos para fundos previdenciários, o que tiraria potencial de arrecadação da nova medida.

Esse produto já estava inclusive sendo oferecido pelas seguradoras para clientes de alta renda como substituição aos fundos exclusivos, que passaram a ser tributados pelo chamado come-cotas- recolhimento semestral de imposto sobre os rendimentos.

Hoje, os fundos VGBL têm um regime de tributação favorecido para quem poupa no longo prazo. A alíquota vai diminuindo quanto maior é o tempo da aplicação. Se o investidor sacar depois de dez anos, a alíquota é 10%. Também não há a cobrança do chamado do come-cotas.

Segundo técnicos, o que estava acontecendo é que as seguradoras montavam planos de fundos exclusivos para determinados clientes para esse produto. Com isso, os super-ricos conseguiam não só adiar o momento da tributação mas também reduzir a alíquota paga – em vez de pagar 15%, como nos fundos fechados, o recolhimento seria de 10%.

Segundo o Ministério da Fazenda, a nova regulamentação “veda de imediato” a constituição dos planos nessas características.

“O normativo inclui, ainda, dispositivos que têm por objetivo preservar a higidez do segmento de produtos de acumulação e sua natureza tipicamente de incentivo à formação de poupança longo prazo”, afirmou a pasta por meio de nota.

A lei que trata da tributação de recursos em offshores (com sede no exterior) e fundos exclusivos, instrumentos usados pelos chamados superricos, foi sancionada por Lula em dezembro do ano passado.

Icatu lança plataforma para melhorar experiência durante jornada de sinistro 

Fonte: Icatu

Com o objetivo de proporcionar uma melhor experiência para os clientes, corretores e beneficiários no momento de solicitação de uma indenização, a Icatu lança uma nova plataforma para dar ainda mais transparência e agilidade à jornada de sinistro do seguro de vida da companhia. A partir de agora, os novos solicitantes contarão com uma ferramenta adicional que enviará informações sobre cada etapa do processo via SMS, e-mail, além de uma interface de acompanhamento – possibilitando um status 100% digital e detalhado em todas as fases.


“O sinistro é o momento em que o cliente irá, efetivamente, usar o produto que ele contratou. Por isso, ter uma jornada simples e ágil é fundamental, sobretudo por ser um momento emocionalmente delicado. Queremos fortalecer nosso compromisso com uma relação de confiança e transparência por meio da nova plataforma, que chega para ser um reforço ao Agilize, canal já conhecido dos nossos parceiros e corretores”, explica Antonio Nicolella, Diretor da Central de Relacionamento com o Cliente (CRC) e de Operações da Icatu.

Visualização de documentos e pendências – Após a abertura do sinistro, o solicitante passa a receber atualizações sobre cada um dos passos do processo. Além disso, poderão realizar o envio de documentações pendentes, visualizar formulários necessários à regulação do sinistro e tirar dúvidas simples (FAQ) na nova plataforma.

“Para os corretores, a plataforma possibilita o estabelecimento de um relacionamento mais próximo com o cliente. Uma das possibilidades é que ele salve digitalmente todos os documentos apresentados durante uma visita ao cliente, por exemplo, tornando esta relação mais simples, transparente e intuitiva. Com seu tempo poupado, o corretor tem mais tempo para se dedicar ao que realmente importa: realizar seu trabalho consultivo e de apoio ao cliente de forma estratégica”, conclui o executivo.

Para que o corretor possa solicitar a abertura de um processo de sinistro, basta acessar Link. Clientes podem solicitar a indenização de um produto de Vida diretamente pelo site www.icatu.com.br, por meio da Central de Sinistro. Após a abertura da solicitação, o solicitante receberá o link para acessar a nova plataforma e acompanhar seu processo.

Porto Seguro e Porto Bank anunciam novidades na parceria com a rede Estapar

São Paulo, Brasil 24-10-2016 Retrato de Jaime Soares, superintendente do Porto Seguro Auto. Fotos : Fernando Martinho.

Fonte: Porto

A Porto Seguro e a Porto Bank anunciam benefícios adicionais para clientes e corretores na rede Estapar. Segurados Porto Seguro Auto possuem 15% de desconto em algumas unidades da rede de estacionamentos (o cliente pode consultar as operações participantes no site Estapar) e aqueles que usarem a Tag Porto Bank* como forma de pagamento garantem mais 15% de desconto. 

Além da conveniência, as vantagens exclusivas exemplificam o cuidado em cada um dos serviços prestados. “Com a parceria queremos que o nosso público desfrute, cada vez mais, de praticidade e comodidade no seu dia a dia. A nossa missão é a de proporcionar as melhores soluções, por meio do uso da tecnologia, sempre em parceria com os nossos mais de 33 mil corretores. Afinal, Todo Cuidado é Porto”, comenta Jaime Soares, diretor de Automóvel da Porto Seguro.

Para quem possui a tag atrelada ao Cartão de Crédito Porto Bank, o pagamento é feito diretamente na fatura mensal, sem a necessidade de enfrentar filas nos guichês, tornando o tráfego de entrada e saída mais cômodo e econômico. 

A iniciativa também traz mais comodidade e oportunidades de negócio para os corretores, pois com o seguro auto, o corretor também pode oferecer o Cartão Porto Bank que conta com a Tag sem mensalidade e outros inúmeros benefícios.

Parceria antiga

“Acreditamos que ter bons parceiros de negócios é imprescindível para alavancar o crescimento da nossa empresa e proporcionar um atendimento de excelência. Esse é o caso da Porto Seguro, com quem temos uma relação comercial já de 30 anos, sempre atuando em sinergia, mirando a melhor experiência possível aos nossos usuários. Isso inclui as inovações e vantagens que são ofertadas por meio desses benefícios adicionais”, destaca Marcella Mosquini, head de marketing da Estapar.

Porto inicia pré-venda para Cirque du Soleil em 22 de fevereiro 

Fonte: Porto

Quem navegar pelo aplicativo da Porto nos próximos dias, com certeza, vai se surpreender com uma novidade: a vela que é o símbolo da companhia estará congelada e não será por acaso. A ação anuncia o começo da pré-venda exclusiva para os clientes do Cartão de Crédito Porto Bank para o espetáculo “Crystal”, do Cirque du Soleil, todo feito sobre o gelo. Apresentada pela Porto, a turnê terá temporada no Rio de Janeiro, de 13 a 23 de junho, no Rioarena, e em São Paulo, de 5 de julho a 6 de outubro no Parque Villa-Lobos. 

Pré-venda

Os clientes do Cartão de Crédito Porto Bank terão acesso a uma pré-venda a partir de 22 de fevereiro, oferecendo aos titulares (e seus dependentes) um desconto especial de 20% e a conveniência de parcelamento em até 6 vezes sem juros. Esse benefício será concedido até o dia 10 de março e os interessados podem adquirir até seis ingressos por CPF. Todos os setores estão inclusos. 

A venda para o público em geral acontecerá a partir do dia 12 de março e os ingressos podem ser parcelados em até 3 vezes. Na venda geral, Clientes Porto contam com 10% de desconto, além de parcelar os ingressos em até 6 vezes sem juros.

Na turnê do Cirque du Soleil, todo cuidado é Porto

A Porto, que no ano passado apoiou iniciativas como o The Town e o GP São Paulo de Fórmula 1, lançou recentemente sua plataforma de comunicação “Todo cuidado é Porto”, que reforça para o público externo a essência da companhia com o objetivo de gerar conexão e aproximar a marca ainda mais dos consumidores. 

“Queremos estar conectados com as pessoas e com os nossos negócios. Não é somente um patrocínio. Por meio do espetáculo, queremos mostrar o nosso ecossistema de soluções e serviços, em parceria com os nossos corretores parceiros, que são uma rede muito forte para a Porto. Iremos oferecer todo o cuidado para quem já é cliente e quem ainda vai ser. Estamos fazendo isso com uma plataforma de cultura e entretenimento para todas as pessoas com as quais nos relacionamos, dos clientes aos parceiros, passando pelas comunidades onde atuamos. Teremos campanhas de incentivo focadas para os corretores com benefícios para que eles também vivenciem a magia de Cirque du Soleil, com sessões exclusivas que eles poderão convidar seus clientes. ‘No seu dia a dia ou em um grande espetáculo, todo cuidado é Porto’, essa será a nossa principal mensagem para o público”, destaca Luiz Arruda, VP comercial e marketing da Porto. 

Mídia

Neste projeto em específico, que vai permear todas as frentes de comunicação da Porto, seja no offline ou no online, passando pela publicidade e pelo PR, todo o time de parceiros estará envolvido. Haverá momentos específicos em que será ativada uma etapa com foco mais em digital, outro com ênfase mais em OOH, ou seja, existe uma estratégia de comunicação bem estruturada, da mesma forma que ocorreu em The Town, no Rock in Rio e no GP de São Paulo. 

Conceito

“Crystal” integra a arte deslumbrante da patinação no gelo com acrobacias que desafiam a gravidade, estabelecendo um novo marco nos 40 anos de história da empresa. Esta produção única promete uma experiência imersiva que combina os encantos da patinação com a emoção das performances aéreas. Em São Paulo, o espetáculo será apresentado na maior tenda que o Cirque du Soleil já trouxe para o Brasil com capacidade para 3.582 lugares, ocupando 6.300 metros quadrados e com 20 metros de altura. Essa estrutura viajará em 45 containers e levará cerca de 30 dias para ser completamente instalada no local.

MAPFRE e Banco Senff consolidam parceria por meio de seguro de fatura garantida e empresarial 

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Fonte: Mapfre

A Mapfre e o Banco Senff, empresa focada em oferecer soluções financeiras para o varejo, com mais de 4,2 milhões de clientes anunciam uma parceria que oferece soluções de seguros para pessoas físicas e jurídicas que utilizam o cartão Senff como método de recebimento e pagamento.

Por meio de dois produtos, a companhia oferece seguros para clientes e parceiros do banco paranaense: o prestamista, que é atrelado ao saldo devedor dos contratantes da apólice, e um empresarial, com cobertura em casos de incêndios, danos elétricos, explosões, entre outros, além de uma série de assistências emergenciais e de reparo. 

“O Banco Senff é um dos grupos mais consolidados no sul do país, referência no mercado com diversas soluções financeiras para o varejo. É mais um parceiro estratégico para a Mapfre , que segue com o seu plano de expansão comercial em todo o território nacional. Disponibilizamos dois produtos para uma rede que possui mais de 4 milhões de clientes por todo o país e acreditamos que essa parceria traz benefícios para ambas as empresas e para os clientes do Banco Senff, que ganham acesso a um amplo portfólio de produtos e serviços”, afirma Raphael Bauer, diretor-geral comercial da Mapfre.

“Esta parceria com o Banco Senff é de extrema importância para nós e vai ao encontro de nosso plano de expansão comercial. Agora, com essa novidade, conseguimos levar mais comodidade, em forma de serviços, aos nossos clientes, principalmente na região Sul do Brasil ”, afirma Luciano Bezas, diretor Comercial de Canais Estratégicos da Mapfre.

Os clientes interessados em adquirir o Seguro Fatura Garantida Senff + Mapfre devem autorizar a contratação do serviço, que será cobrado diretamente da fatura do cartão. O seguro prestamista quita a dívida do contratante em eventos como morte, invalidez, doenças graves e em situações de imprevistos financeiros, como desemprego involuntário. 

Já o seguro empresarial oferece, além das coberturas, serviços emergenciais como chaveiro, encanador, eletricista, vidraceiro, limpeza e segurança, reparos (como consertos de ar condicionado e eletrodomésticos) e comodidades (guarda e transferência de móveis, regresso antecipado em caso de sinistro da empresa e recuperação de veículo).  

“Nosso Foco atual na área de seguros fecha a cesta de produtos financeiros que oferecemos aos nossos clientes PF e PJ, fortalecendo todo o ecossistema Senff.  A Mapfre, com sua presença global e sólida com atuação em dezenas de linhas de seguros, foi nossa escolha para levar proteção a nossos clientes e parceiros” afirma Marco Senff, Diretor Comercial do Grupo Senff. 

“Escolher a Mapfre para atuar nos produtos Fatura Protegida e Empresarial, foi fundamental para buscarmos a flexibilidade e a confiança que os clientes Senff já possuem com o grupo há mais de 130 anos. Os dois produtos vão ajudar nossos clientes e parceiros a terem tranquilidade com o que realmente importa nos seus momentos de maior dificuldade” afirma Rodolfo Brandão, Head de Seguros do Grupo Senff. 

A comercialização ocorrerá em toda a rede de distribuição do banco, de forma presencial, nos canais digitais e por meio de parceiros.

Seguro contra perdas causadas por hackers volta à mesa de negociações

BLUECYBER

Eis o mais recente artigo publicado no Infomoney

De olho no crescente interesse da população com a proteção para ataques de hackers, a insurtech Bluecyber Seguros atraiu investidores e concluiu uma rodada pre-seed no valor total de R$ 7 milhões, liderada pela gestora de venture capital Invisto, com participação da Bossa Invest e investidores estratégicos do mercado de seguros.

Eles vislumbram um crescimento exponencial do seguro cibernético no Brasil e na América Latina. Trata-se do risco mais temido pelas empresas. Exemplos não faltam que justifiquem investimentos em proteção. São inúmeros. Só para citar um dos mais comentados pelos profissionais especialistas no assunto, em 2020, usando o login de um único funcionário, um hacker conseguiu mover-se dentro dos sistemas de computador de uma empresa de bebidas e fechar toda a operação.

A seguradora e as resseguradoras tiveram de desembolsar US$ 2 milhões para a companhia. Isso inclui quase US$ 1 milhão em receita perdida, US$ 600 mil em resgate para voltar online e honorários para advogados e especialistas em direito digital. O negócio tinha comprado uma apólice com um limite de US$ 10 milhões e estava pagando apenas US$ 21 mil em prêmios por ano, com uma franquia de US$ 25 mil.

Diante de prejuízos incalculáveis, com eventos catastróficos, causando dezenas de bilhões de dólares em danos, o mercado de re/seguros se retraiu para estudar mais como ofertar gestão e proteção de riscos. Depois de quase três anos com reajuste pesados e coberturas restritivas, pesquisas mostram um cenário mais promissor. Os preços dos seguros de segurança cibernética começaram a se estabilizar após anos de aumentos trimestrais nas taxas.

Porém, com condições de aceitação ainda severas. Quem não aceita as regras de proteção, por exemplo, paga cinco vezes mais. As restrições à cobertura de seguros cibernéticos – especialmente exclusões de guerra –, são a realidade deste potencial mercado. A preocupação com o potencial de mais catástrofes pós-pandemia, a guerra na Ucrânia, a epidemia de ransomware e o aperto dos reguladores, acionistas e outras partes interessadas relevantes fizeram com que muitas seguradoras repensassem a gestão de cenários que consideram potencialmente catastróficos.

Isso é considerado relevante pelos especialistas, pois muitas seguradoras reviram coberturas e a forma como as cláusulas são detalhadas, impondo mais transparência ao que está e não está coberto pelo seguro. Por outro lado, o campo do contrato dedicado a exclusões se ampliou.

Segundo o executivo, há um expressivo potencial de crescimento no Brasil. O mercado global de seguro cibernético segue com grande expectativa de crescimento. Segundo dados da Munich Re em 2019 o mercado global de Seguro Cyber movimentou US$ 5,8 bilhões e em 2022 saltou para US$ 11,9 bilhões. E as previsões são de fechar na casa de US$ 22 bilhões em 2025 e US$ 33,3 bilhões em 2027.

No mercado americano, segundo dados da NAIC (National Association of Insurance Comissionaire) no fechamento de 2022 o seguro cyber registrou vendas de US$ 9,7 bilhões em prêmios emitidos, refletindo um crescimento de 48% do período anterior e totalizando e 3,9 milhões de apólices.

No Brasil, o tema começa a ganhar corpo com algumas seguradoras testando o mercado com apoio dos resseguradores. Os números ainda são tímidos se comparados com o mercado americano, mas as expectativas são animadoras. Em 2019, o ano em que a Susep estabeleceu um ramo específico para cyber, o total de prêmio emitido foi de R$ 21 milhões e 2023 fechou com R$ 206 milhões.

O capital aportado na Bluecyber viabilizou a aquisição da ISMAC (www.ismac.io), startup que desenvolveu uma plataforma de Serviços de Segurança Gerenciados (MDR), que permite empresas, de todos os tamanhos e setores, contarem com uma plataforma de segurança da informação personalizável e de baixo custo.

“Com a aquisição da ISMAC, a Bluecyber incorpora uma plataforma de detecção e resposta a ameaças cibernéticas, que utiliza inteligência artificial e aprendizado de máquina para identificar e mitigar riscos em tempo real”, conta Eduardo Rocha, cofundador e CEO da Bluecyber.

A Bluecyber é uma MGA integral, no estilo americano, ou seja, desenvolve seus produtos, os canais de distribuição e recolhe os prêmios, sempre registrando suas apólices em parceria com uma seguradora regulamentada pela Susep, que no Brasil é a Seguros Sura. O foco da companhia está na proteção digital de PMEs e famílias em toda a América Latina. “A expectativa é fecharmos 2024 com 10 mil assinaturas de proteção digital em vigor”, conta.

Além de coberturas relacionadas a vazamento de dados que cobre indenizações a titulares de dados, multa de LGPD, honorários advocatícios, roubo de identidade digital, despesas com advogados para processo contra causadores de bullyings entre outros, a assinatura de proteção digital oferece Help Desk para assuntos tecnológicos do dia a dia de famílias em PMEs, disponibiliza antivírus sem custo adicional para ser instalados em todos os dispositivos do assinante. Oferece também monitoramento de vulnerabilidades em websites e nos dispositivos.

A estratégia de distribuição é baseada em canais tradicionais, principalmente os corretores de seguro, assim como também via canais não-tradicionais, como bancassurance e afinidades, em um formato 100% digital. 

A Bluecyber pretende expandir as equipes de desenvolvimento, subscrição e comercial, além do investimento em pesquisa e desenvolvimento para simplificar e massificar a proteção da vida digital de PMEe e famílias em toda América Latina, através de soluções via assinatura mensal, que incluem assistências, monitoramento de segurança, gerenciamento de risco cibernético, resposta a incidentes automatizadas e indenizações financeiras em casos de incidentes.

“Com a crescente sofisticação das ameaças cibernéticas, é fundamental que as empresas estejam preparadas para enfrentar os desafios de segurança digital. A ISMAC traz uma tecnologia de ponta, que nos permitirá antecipar e mitigar riscos, protegendo os ativos e a reputação de nossos segurados”, afirma Rocha. A expectativa é expandir as operações para outros países da América Latina ainda em 2024 em parceria com a Seguros Sura.

Daniel Arruda, fundador da ISMAC, e agora responsável pela gestão de risco e compliance da Bluecyber, enfatiza que “essa solução permite que a empresa monitore continuamente sua carteira de segurados, detectando e respondendo a incidentes de segurança de forma ágil e eficiente, minimizando o impacto de ataques e entregando mais valor para o segurado, além de diminuir a frequência e severidade dos sinistros.”

“Estamos entusiasmados com as oportunidades que a plataforma ISMAC pode nos agregar” comenta Claudio Macedo, cofundador da Bluecyber, que tem 36 anos de marcado segurador no Brasil e Europa e foi pioneiro na corretagem de seguro cibernético no Brasil desde 2017. “Estamos confiantes de que esta nova fase será um divisor de águas na indústria de seguros cibernéticos, trazendo soluções inovadoras e abrangentes para canais de distribuição, principalmente os corretores de seguros”, adiciona.

A ISMAC foi uma das startups aceleradas pelo AlperTech Startups em 2022, iniciativa de inovação da Alper Seguros. A Bluecyber e ISMAC se conheceram e se aproximaram no ambiente do INOVABRA, ecossistema de inovação mantido pelo Bradesco.