O Grupo Generali e a Swiss Life Global Solutions firmaram uma parceria comercial de longo prazo e um compromisso de vínculo para a aquisição da Swiss Life Network (SLN) pela Generali Employee Benefits (GEB) Network. Com essa transação, a Generali estabelecerá globalmente a rede número 1 em benefícios para colaboradores, e vai gerenciar mais de €3 bilhões em prêmios, com o objetivo de definir novos padrões de serviço e inovação para empresas multinacionais e seus funcionários ao redor do mundo.
O acordo combinará as forças de ambas as redes – Generali Employee Benefits (GEB) Network e Swiss Life Network – e seus portfólios complementares. Isso inclui sinergias em produtos oferecidos (proteção e previdência, pooling multinacional, resseguro para cativas), presença geográfica, segmentos de clientes e capacidades comerciais e técnicas, reforçadas por um objetivo claro de estabelecer uma nova referência no mercado global de benefícios para colaboradores, com foco em experiência do cliente, inovação e crescimento sustentável.
Ludovic Bayard – CEO da Generali Employee Benefits (GEB) Network (a unidade de benefícios para colaboradores da Generali Care) – irá liderar a nova rede. Essa unidade fará parte da Generali Care, o braço global de parcerias B2B2C/E do Grupo Generali, reportando-se a Antoine Parisi.
Frederik Van Den Eede, Chief Commercial Officer da GEB, e Michael Hansen, CEO da Swiss Life Network, liderarão conjuntamente a área comercial, garantindo uma transição suave e continuidade na excelência do atendimento a todos os clientes e parceiros. Além disso, a Generali Employee Benefits (GEB) Network receberá os experientes profissionais da Swiss Life Network em suas equipes após a conclusão da transação.
Ludovic Bayard, CEO da Generali Employee Benefits, afirmou: “A nova plataforma representa um marco importante no fortalecimento do negócio de benefícios para colaboradores da Generali. Ao combinar nossa rede consolidada com a expertise e excelentes relações com a Swiss Life Global Solutions, a Generali se torna o parceiro ideal para multinacionais e colaboradores ao redor do mundo. Estamos entusiasmados em receber a equipe e trabalhar com a Swiss Life Global Solutions Partners. Juntos, ofereceremos as melhores soluções disponíveis no mercado em proteção e previdência, aprimoradas por serviços digitais avançados que promovem o bem-estar das pessoas e impulsionam o desempenho sustentável dos negócios”.
“Este passo estratégico para fortalecer e ampliar nosso negócio de benefícios para colaboradores, que estabelece o novo líder global nesse segmento, reforça o compromisso da Generali em acelerar o crescimento em Care B2B2C/E, com foco claro na excelência em proteção e saúde. Isso está totalmente alinhado às ambições de nosso plano ‘Lifetime Partner 27: Driving Excellence’ e ao nosso objetivo de oferecer soluções Care de primeira linha e inovação para clientes multinacionais em todo o mundo”, Antoine Parisi, CEO Global da Generali Care.
Theo Iaponas, CEO da Swiss Life International, comentou: “Contribuímos com nossa expertise e excelentes relacionamentos com parceiros e clientes para a rede consolidada da Generali, que tem capacidades de resseguro e cativa. Criamos uma proposta de valor única como uma ‘Rede de Escolha’ para multinacionais”.
“Ao unir as melhores soluções de cativa e os modelos de pooling mais flexíveis, ofereceremos aos nossos parceiros de rede e clientes uma experiência completa em um só lugar, que reúne novas perspectivas e ideias através de uma equipe diversa e inclusiva a nível global, fortalecendo ainda mais nossa oferta de rede”, Michael Hansen, CEO da Swiss Life Network.
No mês de fevereiro, enquanto muitos aproveitam a folia, outros optam pelo descanso e, em muitos casos, por viagens durante o feriado prolongado. Esse cenário exige atenção redobrada com a segurança do lar, pois casas vazias por longos períodos ficam mais expostas a riscos como furtos, danos elétricos, vazamentos e incêndios, que podem passar despercebidos até o retorno dos moradores.
Antes de sair, é recomendável adotar cuidados preventivos, como desligar aparelhos da tomada, fechar registros de água e gás, e revisar as instalações. Mesmo assim, imprevistos ocorrem, especialmente no verão, devido às chuvas intensas ou oscilações na rede elétrica.
Por isso, além das ações preventivos já mencionadas, não se pode abrir mão de um seguro residencial, que é a melhor forma de garantir a reposição do patrimônio quando imprevistos acontecem. Veja só, o Seguro Residencial da Bradesco Seguros oferece proteção para diferentes situações que podem ocorrer durante a ausência dos moradores. O produto conta com coberturas contra eventos como incêndio, explosão, alagamentos, vendavais, danos elétricos, roubo e até em casos de prejuízos causados involuntariamente a terceiros com a cobertura de responsabilidade civil familiar.
Além das coberturas, o seguro disponibiliza um conjunto de assistências que ajudam a resolver emergências de forma rápida, como serviços de chaveiro, eletricista, encanador e uma série de serviços agendados que auxiliam na manutenção do imóvel e reparação de pequenos danos, proporcionando conveniência ao dia a dia do segurado.
Esses serviços são fundamentais para evitar que pequenos incidentes se transformem em grandes prejuízos e podem ser acionados via App da Bradesco Seguros, WhatsApp no número (21) 4004-2702, ou via Central de Relacionamento através do número 4004 0237 (capitais e regiões metropolitanas) ou 0800 237 0237 (demais regiões).
“A orientação é que os moradores avaliem suas necessidades e se informem sobre as opções de proteção disponíveis antes de viajar. A combinação entre cuidados preventivos e um seguro residencial adequado garante mais tranquilidade durante o descanso e segurança na proteção do patrimônio”, explica Eduardo Menezes, Superintendente de Ramos Elementares da Bradesco Seguros.
O IRB(Re) registrou lucro líquido de R$ 504,8 milhões em 2025, alta de 35,5% frente ao resultado positivo de R$ 372,7 milhões apurado em 2024. Os números, divulgados hoje (12/02) conforme a Visão Negócio, mostram evolução do ressegurador, que apurou lucro de R$ 143,3 milhões no quarto trimestre do ano passado (4T25), valor 27,4% maior que os R$ 112,5 milhões verificados no 4T24. O bom desempenho foi influenciado pelo resultado de subscrição e o resultado financeiro.
Considerando a divisão do portfólio de negócios, o lucro líquido da carteira P&C do IRB(Re) fechou 2025 em R$ 490 milhões, ante resultado positivo de R$ 394 milhões em 2024. No 4T25, P&C registrou lucro líquido de R$ 126 milhões, alta de 71%. Já em Vida houve reversão do prejuízo de R$ 21 milhões, em 2024, para lucro de R$ 15 milhões no ano passado. No 4T25, a carteira Vida teve resultado positivo em R$ 17 milhões.
“Nossos resultados de 2025 mostram, claramente, a evolução da companhia. As curvas do resultado de subscrição e do lucro líquido são crescentes e positivas. 2025 consolida a retomada da companhia. Após cinco anos, vamos voltar a distribuir dividendos. Zeramos os prejuízos acumulados e encerramos o ano com R$ 145,7 milhões em reservas de lucros. Vamos submeter aos acionistas uma proposta de distribuição de proventos, a ser deliberada na AGO de 31 de março. Seguimos comprometidos com resultados sustentáveis, no longo prazo, e com foco na rentabilidade do nosso negócio. Nesse sentido, passamos a falar do futuro e a analisar novas oportunidades para crescer”, afirma Marcos Falcão, CEO do IRB(Re).
Resultado de subscrição cresce 63,9% em 2025
O resultado de subscrição totalizou R$ 740,6 milhões no ano passado, superior em 63,9% aos R$ 451,8 milhões apurados em 2024. Considerando o 4T25, o resultado de subscrição chegou a R$ 292,8 milhões frente aos R$ 177,8 milhões no 4T24.
A carteira P&C registrou resultado de subscrição positivo de R$ 285 milhões no 4T25, chegando a R$ 732 milhões na soma dos últimos 12 meses. Em Vida, houve resultado positivo de R$ 8 milhões no 4T25, o que contribuiu para acumular R$ 9 milhões em 2025, revertendo o resultado negativo registrado um ano antes.
“O nosso resultado de subscrição, que foi beneficiado pela queda da sinistralidade e do custo de aquisição, é consequência da estratégia adotada pela companhia, sempre com foco na rentabilidade dos negócios, reforçando nossos diferenciais competitivos e fortalecendo a proximidade com os nossos clientes”, diz Daniel Castillo, vice-presidente de Resseguros do IRB(Re).
Em 2025, os prêmios retidos totalizaram R$ 3,5 bilhões, redução de 12,5% em relação a 2024. A participação de negócios firmados no Brasil chegou a 62,7% do prêmio retido em 2025 (R$ 2,2 bilhões) – em linha com a estratégia de concentração de negócios no país. No 4T25, o prêmio retido somou R$ 875,2 milhões (-2%), sendo 65,4% referentes ao mercado doméstico.
Por carteira, o prêmio retido da carteira P&C fechou 2025 em R$ 3,4 bilhões, ante R$ 3,3 bilhões em 2024. No 4T25, o prêmio retido P&C foi de R$ 847,8 milhões, alta de 9,6% em comparação com o 4T24. Em Vida, houve redução de R$ 678 milhões, em 2024, para R$ 134 milhões, em 2025. No 4T25, Vida somou R$ 27 milhões em prêmio retido, ante R$ 119 milhões um ano antes.
“Dois efeitos limitaram o crescimento do prêmio total. O primeiro deles foi a limpeza da carteira de Vida, que vinha se mostrando deficitária. Com o cancelamento dos prêmios de Vida que não eram rentáveis, a lucratividade desta linha de negócios aumentou. Um segundo efeito que impactou a linha de prêmios foi a crise no setor agro, com alto nível de inadimplência e pedidos de recuperação judicial, que afetou o volume de prêmios de seguro e, consequentemente, de resseguro. A rentabilidade da linha de negócios agro continuou positiva durante 2025”, afirma Castillo.
Daniel Castillo: foco na rentabilidade dos negócios e na proximidade com clientes
Sinistralidade cai 6,5 p.p.
O índice de sinistralidade, em 2025, foi de 57,4%, queda de 6,5 pontos percentuais (p.p) em relação ao apurado em 2024. O resultado foi influenciado pela gestão ativa de sinistros anteriores a 2020 junto às cedentes, em um esforço conjunto para conciliar sinistros antigos. O trabalho resultou em R$ 63 milhões de redução no sinistro no 4T25 e o total de R$ 198 milhões ao longo de 2025.
Em termos nominais, o sinistro retido total caiu 21,1% no ano passado em comparação com 2024, passando de R$ 2,5 bilhões para R$ 2 bilhões. No último trimestre do ano passado, a sinistralidade totalizou 51,6%, redução de 12,4 p.p. em relação ao 4T24. Já o sinistro retido total caiu 23,8% no 4T25, somando R$ 526,8 milhões.
O índice combinado total – que inclui sinistralidade, comissionamento e demais despesas – passou de 101,2%, em 2024, para 96,9%, em 2025, registrando queda de 4,3 p.p.. No 4T25, foi de 94,3%, ante 98,8% no 4T24. Considerando a divisão do portfólio de negócios, o índice combinado no segmento P&C fechou 2025 em 96%, praticamente estável em relação a 2024 (97%). Analisando conforme a geografia, P&C doméstico obteve 89% de índice em 2025, e P&C internacional, 107%. No 4T25, o índice combinado P&C foi de 94%. Já o índice combinado de Vida fechou 2025 em 122%, mesmo índice verificado um ano antes. No 4T25, 110%, frente a 140% do 4T24.
Resultado financeiro e patrimonial sobe 19,6%
O resultado financeiro e patrimonial da companhia em 2025 superou o apurado um ano antes em 19,6%, passando de R$ 604,5 milhões para R$ 723 milhões. No 4T25, foi de R$ 164,4 milhões, maior 50,6% em relação ao 4T24, quando alcançou R$ 109,2 milhões.
“Neste trimestre, o resultado financeiro foi beneficiado, principalmente, pelo resultado das carteiras de investimento onshore. No ano, o impacto da venda da dívida soberana (Global 26) foi negativo em R$ 71 milhões. Cabe mencionar que, em 2026, teremos redução da despesa financeira das debêntures devido à redução do estoque e maior rentabilidade com o vencimento de aplicações do legado”, conta Paulo Valle, diretor-geral da IRB(Asset), braço de investimentos do ressegurador.
O IRB(Re) encerrou 2025 com R$ 8,7 bilhões sob gestão, sendo 57% onshore, em reais, e 43% offshore, para a cobertura dos passivos operacionais em diversas moedas, principalmente o dólar.
Suficiência chega a 268% no 4T25
A suficiência do Patrimônio Líquido Ajustado em relação ao Capital Mínimo Requerido, que era de R$ 894 milhões, em 31 de dezembro de 2024, chegou a R$ 1,6 bilhão, em 31 de dezembro do ano passado. Com isso, o indicador de Solvência Regulatória atingiu o índice de 268%, alta de 85 p.p. em relação ao verificado um ano antes.
“Nosso indicador segue crescendo, o que nos mantém em um patamar de solvência similar ao das maiores resseguradores internacionais. O resultado se deve a um aumento substancial do nosso Patrimônio Líquido Ajustado sem aumento do Capital Mínimo Requerido, fruto da gestão do nosso capital, tanto na área financeira quanto de subscrição”, diz Eduarda de La Rocque, diretora de Controles Internos, Riscos e Conformidade do IRB(Re).
IFRS 17
O IRB(Re), além de reportar seus números considerando a Visão Negócio da IFRS 4, utilizada pelo regulador setorial, a Susep, publicou seus resultados de 2025 em IFRS 17, metodologia adotada pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM). Considerando a IFRS 17, o resultado da companhia em 2025 foi positivo em R$ 391 milhões, ante R$ 806 milhões em 2024. O resultado da prestação de serviços de resseguros totalizou R$ 579 milhões em 2025, abaixo dos R$ 777 milhões registrados em 2024.
“O segmento de Vida foi o principal impacto no período, refletindo cancelamentos de contratos realizados ao longo de 2025, além do efeito não recorrente de um contrato específico que havia beneficiado positivamente o resultado em 2024. O arrefecimento no segmento rural também contribuiu para a redução da prestação de serviços no exercício. É importante destacar que o desempenho do P&C permaneceu resiliente, apresentando evolução positiva versus 2024, com crescimento de 11% na carteira”, afirma Frederico Knapp, CFO do IRB(Re).
A operação brasileira da Mapfre, companhia global de seguros e serviços financeiros, encerrou 2025 com lucro líquido de 268 milhões de euros, alta de 5,1% em relação ao ano anterior e o maior resultado já registrado pela empresa no país. O desempenho mantém o Brasil entre os principais polos de rentabilidade do grupo segurador espanhol. Com cerca de 15% dos prêmios globais, o Brasil respondeu por quase 25% de todo o lucro mundial da Mapfre em 2025.
O índice combinado de Não Vida, indicador que mede a relação entre despesas e sinistros sobre os prêmios arrecadados, fechou o ano em 72%, com leve melhora de 0,7 ponto percentual frente a 2024 e em patamar considerado de excelência no setor. O retorno sobre o patrimônio líquido (ROE) atingiu 27,6%, impulsionado pela disciplina de subscrição, pela diversificação de portfólio e pelo resultado financeiro.
No recorte por linhas de negócio, o ramo de Seguros Gerais registrou índice combinado de 63,3%, um dos melhores níveis históricos da operação, enquanto Vida Risco manteve rentabilidade consistente, com indicador de 82,4%. O segmento de Automóveis permaneceu próximo ao ponto de equilíbrio, em 101,6%, refletindo ajustes tarifários implementados ao longo do ano e da eficiência da carteira.
Segundo Felipe Nascimento, CEO da Mapfre no Brasil, o desempenho confirma a maturidade e a relevância da operação local dentro do grupo. “Concluímos 2025 com o melhor resultado da nossa história no país, preservando margens e ampliando eficiência mesmo em um cenário macroeconômico mais desafiador. O resultado reflete a parceria estratégica com o Banco do Brasil e demais distribuidores junto à combinação entre diversificação de portfólio, foco em eficiência operacional e proximidade com o cliente, que nos permitem crescer de forma sustentável e com rentabilidade. Para este ano, seguiremos investindo em inovação, distribuição e qualidade de serviço para ampliar nossa participação de mercado”, afirma o executivo.
O volume de prêmios no Brasil somou 4,32 bilhões de euros em 2025, retração de 10% frente ao ano anterior, impactada principalmente pela depreciação do real diante do euro e pela desaceleração de linhas mais dependentes de crédito, como Agro e Vida Risco. Em moeda local, a queda foi mais moderada. Já os ramos de Seguros Gerais, tanto no segmento corporativo quanto no varejo, avançaram ao longo do ano e ajudaram a sustentar a margem operacional, compensando parcialmente os efeitos cambiais.
“Nosso objetivo em 2026 é crescer acima do mercado em todas as frentes, apoiados em uma estratégia multiproduto e multicanal. Esse movimento traduz um posicionamento mais próximo, simples e integrado, alinhado à evolução da nossa identidade de marca, apresentada globalmente neste início de ano, e à transformação que a companhia vem construindo nos últimos anos”, explica Nascimento.
Desempenho global
Considerando todos os países em que a companhia atua, a Mapfre registrou lucro líquido de 1,079 bilhão de euros em 2025, alta de 19,6% na comparação anual e a primeira vez em que o grupo supera a marca de 1 bilhão de euros de resultado.
O volume global de prêmios atingiu 29,1 bilhões de euros, avanço de 3,6% em euros. O índice combinado não vida consolidado recuou para 92,2%, o melhor nível histórico da companhia, enquanto o retorno sobre o patrimônio líquido alcançou 12,4%.
Entre as regiões, a Ibéria, que reúne Espanha e Portugal, reportou lucro de 450 milhões de euros, crescimento de 22,7%. A América do Norte registrou resultado recorde de 139 milhões de euros, avanço de 41,8%. Já a Mapfre RE, unidade de resseguros e riscos globais, alcançou lucro histórico de 381 milhões de euros, favorecida pela ausência de grandes eventos catastróficos no quarto trimestre e pelo desempenho financeiro da carteira de investimentos.
A Tokio Marine Seguradora realizou a coleta de mais de 28 toneladas de resíduos em 2025 por meio do Seguro Residencial Premiado, iniciativa realizada em parceria com a Ecoassist, empresa especializada em logística reversa e consultoria ambiental. Entre os materiais recolhidos estão eletrodomésticos, eletrônicos, móveis, plásticos, entre outros itens descartados de forma ambientalmente responsável.
Por meio da contratação da Assistência VIP, disponível no Seguro Residencial da Tokio Marine, os segurados contam não apenas com o serviço de descarte ecológico, mas também com consultoria ambiental, que oferece orientações sobre consumo consciente de água e energia elétrica, descarte correto de resíduos, reciclagem e práticas sustentáveis no dia a dia.
O processo de utilização do serviço é simples: o Cliente deve entrar em contato com os canais digitais de atendimento da Seguradora para realizar o agendamento da coleta em sua residência. Após a retirada, os itens passam por um processo de triagem, desmontagem e separação por tipo de material, sendo encaminhados para reciclagem ou descarte adequado, conforme a natureza de cada resíduo.
“Nosso objetivo é ir além da proteção tradicional do seguro e gerar valor para o Cliente em diferentes momentos da sua jornada. A Assistência VIP do Seguro Residencial permite que o segurado descarte resíduos de forma correta e ainda receba orientações para um consumo mais sustentável, de maneira simples e prática.” destaca Magda Truvilhano, Superintendente de Produtos RD Massificados da Tokio Marine.
A iniciativa reforça o compromisso da Tokio Marine com a incorporação contínua de práticas ESG (Environmental, Social and Governance) no desenvolvimento de produtos e serviços. Em linha com essa diretriz, a Seguradora vem ampliando as soluções sustentáveis em seu portfólio e, em 2025, o serviço foi integrado à Assistência Completa do Seguro Condomínio, contemplando o descarte adequado de equipamentos tanto das áreas comuns quanto dos próprios condôminos.
Além disso, desde novembro, os seguros Residencial e Condomínio passaram a incluir, nos planos voltados à sustentabilidade, o serviço de limpeza de placas solares, incentivando o uso dessa tecnologia como alternativa para a geração de energia limpa e ambientalmente segura.
“A coleta de mais de 28 toneladas de resíduos ao longo de 2025 demonstra como iniciativas integradas podem gerar impacto ambiental positivo. Essa parceria com a Ecoassist reforça nosso papel em fomentar soluções que contribuam para a preservação do meio ambiente e para uma sociedade mais sustentável”, finaliza a executiva.
O Grupo HDI encerrou 2025 com R$15,8 bilhões em vendas, reforçando sua posição como um dos principais conglomerados do mercado segurador brasileiro. Os números representam uma prévia do fechamento anual e já configuram um marco relevante para a trajetória da companhia, uma vez que o desempenho reflete sua estratégia de atuar com um portfólio completo e flexível, capaz de atender a diferentes perfis de clientes, necessidades de proteção e momentos de vida.
O ano da empresa foi marcado por um avanço relevante na diversificação do mix de vendas. A participação dos segmentos de Vida e Ramos Elementares aumentou de forma consistente no total de prêmios emitidos, atingindo 31% da carteira da companhia – em 2024, este número era de 20%. Esse movimento indica o fortalecimento das linhas não-Auto, resultado de ajustes no portfólio e foco comercial, equilibrando a exposição do negócio e ampliando as oportunidades de crescimento sustentável.
O segmento Auto respondeu por R$10 bilhões em vendas, sustentando sua posição como um dos principais produtos do Grupo. O resultado foi impulsionado pela atuação integrada das marcas HDI, Yelum, Aliro e Santander Auto, além do suporte de estruturas próprias, como a Fácil Assist e a Agrega, voltadas à assistência ao segurado e ao relacionamento com parceiros.
Ainda ao longo de 2025, a companhia atendeu a mais de 500 mil sinistros, com média mensal superior a 42 mil ocorrências, prestou mais de 900 mil assistências a clientes, que resultaram em cerca de 1,2 milhão de serviços realizados – uma média de 1,3 serviços por atendimento.
“Esses resultados refletem a consistência da nossa estratégia multimarcas e a força de um amplo portfólio pensado para diferentes públicos e necessidades. Mais do que números absolutos, eles mostram a capacidade do Grupo HDI de executar com eficiência, investindo nas melhores soluções para clientes e corretores”, afirma Eduardo Dal Ri, CEO do Grupo HDI.
Com aproximadamente seis milhões de clientes, 30 mil corretores ativos e presença em 98,9% dos municípios brasileiros, o Grupo HDI reforça sua posição como a segunda maior seguradora do Brasil em P&C – que abrange seguros patrimoniais e de responsabilidade –, combinando capilaridade, eficiência operacional e proximidade com parceiros e segurados.
Ao longo de 2025, o Grupo também avançou na integração das operações da HDI Seguros com a HDI Global Brasil, movimento que ampliou a atuação em Grandes Riscos e negócios internacionais – expandindo a capacidade de distribuição e o portfólio –, ao mesmo tempo em que simplificou processos e fortaleceu a oferta no varejo. A consolidação proporciona aos clientes e corretores uma estrutura única, com jornadas mais simples e eficientes.
Mesmo em um ambiente competitivo e desafiador para o setor, o Grupo HDI manteve foco na execução comercial, no fortalecimento da relação com corretores e parceiros, e na evolução contínua de produtos e serviços, apoiada pelo uso da inovação, análise de dados e iniciativas de transformação digital.
Para 2026, a companhia mantém a ambição de elevar sua competitividade com uma estratégia comercial ainda mais robusta, ampliando a diversificação do portfólio e reafirmando o compromisso de entregar as melhores experiências, soluções flexíveis e resultados consistentes para clientes, corretores e parceiros.
A Prudential do Brasil anuncia a nomeação de Bruno Guaglianone como novo Diretor de Parcerias Comerciais, com reporte direto ao Vice-Presidente de Parcerias Estratégicas Multicanais, Carlos Cortez. A chegada do novo executivo visa acelerar o crescimento seguros Vida em Grupo e o lançamento de novos produtos, garantindo a sustentabilidade do Canal Corretor.
Com mais de 17 anos de experiência no mercado de seguros, Bruno Guaglianone retorna à companhia para liderar o crescimento do canal de corretoras com foco tanto na expansão de bases quanto no desenvolvimento de novos produtos sustentáveis para o Canal Corretor.
“Bruno traz profundo conhecimento do mercado e sólida experiência na construção de parcerias de alto impacto, atributos essenciais para acelerarmos nosso plano de expansão em 2026”, afirma Carlos Cortez.
Bruno já atuou em posições de liderança comercial em grandes players do setor, como SulAmérica e Alper, e terá missão estratégica de reforçar o papel da Prudential junto às corretoras parceiras em todo o país.
“Estou feliz em retornar à Prudential e com os desafios que temos à frente. A seguradora tem um papel fundamental no desenvolvimento do mercado de seguros de pessoas no Brasil, especialmente junto ao Canal Corretor. Vou trabalhar em parceria com corretores e parceiros para ampliar nossa presença geográfica e desenvolver soluções que gerem valor sustentável para o mercado, para os parceiros e, principalmente, para os clientes”, reforça Bruno.
A Casa do Seguro na COP30, iniciativa que funcionou como embaixada do setor segurador durante a 30ª edição da Conferência do Clima, realizada em Belém, encerrou oficialmente suas atividades com a aquisição de 105 créditos de carbono, equivalentes a 105 toneladas de dióxido de carbono equivalente (tCO₂e), destinados à neutralização integral das emissões de gases de efeito estufa (GEE) geradas ao longo dos 11 dias do evento.
A aquisição dos créditos pela Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg) em volume superior às 104,258 toneladas de CO₂ equivalente emitidas reforça o papel da CNseg nas discussões ambientais no Brasil.
A compensação em volume superior ao emitido foi realizada com o apoio da Eccaplan, empresa pioneira no Brasil em soluções sustentáveis e inovadoras para quantificação e compensação de emissões, e é uma prática padrão do mercado de carbono: os créditos são negociados exclusivamente em unidades inteiras, cada uma correspondente a uma tonelada (1.000 kg) de CO₂.
“Como não é possível adquirir frações, as 104,258 toneladas apuradas no inventário exigiram o arredondamento para cima, resultando na compra de 105 créditos. Esse procedimento garante a neutralização total das emissões e reforça o compromisso climático ao ultrapassar a neutralidade estrita”, destaca Claudia Prates, diretora de Sustentabilidade da CNseg.
A compensação foi realizada por meio do projeto Cerâmica Kamiranga, localizado em São Miguel do Guamá, no Pará. O projeto foi selecionado por seu alinhamento geográfico e por apresentar impactos socioambientais relevantes na região amazônica. A iniciativa atua na substituição do uso de lenha nativa por biomassa renovável no processo produtivo cerâmico, evitando de forma contínua a emissão de gases de efeito estufa. Cada tonelada de CO₂ evitada é convertida em um crédito de carbono, posteriormente comercializado e permanentemente aposentado, assegurando que a redução de emissões seja real, mensurável e definitiva.
Os 105 créditos adquiridos pela Casa do Seguro já foram formalmente aposentados em nome da organização, o que significa que não estão mais disponíveis para comercialização em plataformas públicas. Essa aposentadoria permanente garante a integridade ambiental da compensação e evita qualquer possibilidade de dupla contagem.
Claudia Prates acredita ainda que a aquisição dos créditos contribui para a viabilidade econômica do projeto, assegurando sua operação, manutenção e expansão. “Os recursos gerados fortalecem toda a cadeia do mercado de carbono, remunerando etapas como estruturação metodológica, monitoramento, verificação independente, registro e gestão, o que confere rastreabilidade, legitimidade e confiabilidade ao processo”, disse.
O inventário de emissões contemplou diferentes frentes operacionais do evento. Nos deslocamentos terrestres, foram considerados os trajetos realizados pela equipe ao longo das fases de montagem, realização e desmontagem, com distribuição modal informada de 70% em motocicletas, 20% em automóveis e 10% em ônibus, além de quatro caminhões que percorreram, ao todo, 46.136 quilômetros até Belém. Nos deslocamentos aéreos, foram contabilizadas viagens de cerca de 70 pessoas, com origens distribuídas entre São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília. Também foi incluído no cálculo o consumo de 14.650 litros de óleo diesel utilizados em geradores, enquadrados na categoria de infraestrutura.
“Todos os cálculos seguiram a metodologia do Programa Brasileiro GHG Protocol, utilizando fatores de emissão específicos para cada modal de transporte e fonte energética, com base em dados operacionais fornecidos pela própria organização”, explicou Claudia.
A compensação resultou na concessão do selo Evento Neutro, que atesta a realização de inventário completo das emissões e a compensação ambiental integral dentro do escopo definido. O registro da neutralização é vitalício e pode ser verificado publicamente, sustentado por metodologia reconhecida, dados reais validados tecnicamente e compensação realizada com créditos provenientes de projetos auditados, o que reforça a transparência e mitiga riscos de greenwashing.
Para o mercado segurador, a iniciativa representa uma sinalização objetiva de governança ESG, alinhando discurso e prática na condução de eventos institucionais e fortalecendo a credibilidade do setor diante de segurados, investidores e da sociedade. Já para a CNseg, o processo consolida a autoridade institucional em temas de clima e sustentabilidade, além de estabelecer um modelo replicável para todo o ecossistema segurador, posicionando o setor como protagonista na agenda climática brasileira.
A Casa do Seguro foi um projeto concebido pela Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg) para promover o debate sobre temas estratégicos, entre eles o papel do mercado segurador na resiliência climática e na agenda de mitigação das emissões de gases de efeito estufa. Essa abordagem se insere em uma trajetória já consolidada da entidade na incorporação de práticas sustentáveis em seus eventos institucionais.
Antes mesmo da compensação dos créditos de carbono da Casa do Seguro, a CNseg já havia recebido o selo de Evento Neutro pela realização da Conseguro 2025, reconhecimento concedido com base na realização de inventário e neutralização das emissões no mercado voluntário de carbono, o que reforça a continuidade e a coerência da atuação da entidade na agenda climática.
O Carnaval reúne fatores que elevam a exposição de celulares a furtos e roubos, como grandes aglomerações, distração e uso intenso do aparelho ao longo do dia e da noite. Dados da Secretaria de Segurança Pública de São Paulo mostram que, entre 28 de fevereiro e 4 de março de 2025, foram registrados 3.678 furtos e roubos de celulares no estado, evidenciando a vulnerabilidade dos foliões em ambientes de grande circulação.
Mesmo com ações de segurança pública que contribuíram para reduções pontuais em algumas regiões, grandes eventos seguem concentrando ocorrências desse tipo. Informações do Fórum Brasileiro de Segurança Pública indicam que os furtos de celulares acontecem com maior frequência aos finais de semana e em locais de grande fluxo de pessoas, cenário típico do período carnavalesco.
Esse contexto também se reflete no mercado de seguros. Segundo dados da Zurich Seguros, líder em proteção para celulares no Brasil, o período entre o Carnaval e o pós-Carnaval está entre os mais críticos em termos de sinistralidade: o intervalo tem o maior índice de acionamento do seguro do ano, com crescimento de 20% comparado a média dos demais meses, tendo como base o ano de 2025. E por isso, a proteção do seguro celular é fundamental.
“O Carnaval reúne uma combinação de fatores que aumenta o risco de perda do celular, como aglomeração, distração e uso constante do aparelho. Muitas vezes, o consumidor só percebe a dimensão do prejuízo depois que o problema acontece”, afirma Carlos Eduardo Silva, superintendente de Parcerias da Zurich Seguros.
Dados históricos acompanhados pela seguradora indicam ainda uma mudança no perfil dos sinistros ao longo dos últimos anos. Os furtos passaram a representar a maior parte das ocorrências registradas, superando outros tipos de danos. “Em 2018 os registros de furtos representavam 43,7% do total de casos notificados. Já em 2023 e em 2024, essa proporção foi, respectivamente, de 53% e 56%”, complementa o executivo. Isso indica que a atenção dos foliões deve ser redobrada.
Além da perda do aparelho em si, o impacto tende a ser ampliado pela dependência crescente do smartphone no dia a dia. É de conhecimento público que uma parcela significativa da população utiliza o celular como ferramenta de trabalho, especialmente em atividades ligadas à economia informal, o que faz com que a perda do dispositivo represente não apenas um transtorno, mas também impacto direto na renda.
“O celular deixou de ser apenas um meio de comunicação. Ele concentra informações pessoais, profissionais e financeiras e, para muitas pessoas, é essencial para o trabalho, para a organização da vida cotidiana e para o acesso a serviços digitais que fazem parte da rotina”, explica Carlos Eduardo.
Durante o Carnaval, esse risco é potencializado pelo uso intensivo de meios de pagamento digitais. O Pix está entre os meios de pagamento utilizados durante a folia, o que reforça a importância da proteção de um dispositivo que concentra dados sensíveis e acesso a recursos financeiros.
Gap de proteção
Para além da época carnavalesca, o mercado de seguros para celulares segue em crescimento no Brasil, acompanhando a valorização dos aparelhos e a maior percepção de risco por parte dos consumidores. Informações da FenSeg apontam que, atualmente, esse mercado movimenta cerca de R$ 2 bilhões por ano.
“Esse movimento reflete uma mudança gradual no comportamento do consumidor, que passa a enxergar o celular como um bem que merece cuidados semelhantes aos de outros itens de valor do dia a dia. Nesse cenário, o seguro celular ganha relevância como uma forma de proteção e de redução de impactos em situações de perda ou roubo.
Atualmente, cerca de 10 milhões de smartphones contam com algum tipo de cobertura no país, o que indica espaço relevante para expansão, já que isso representa apenas 4% da base total de smartphones em uso no país.
“Apesar do crescimento dos últimos anos, o percentual de proteção ainda é muito baixo. Há muito espaço para crescer, para promover a conscientização sobre a importância do seguro, e isso não pode acontecer apenas depois que um infortúnio acontece”, pontua o superintendente de Parcerias da Zurich Seguros.
Em um cenário de maior circulação de pessoas e uso intensivo do celular, o planejamento passa a ser um aliado importante para quem quer aproveitar a folia com mais tranquilidade. A combinação entre conscientização, escolhas preventivas e soluções de proteção ajuda a reduzir imprevistos e a minimizar transtornos em um dos períodos mais movimentados do ano.
A aprovação de Eduardo Cruci como diretor técnico da Junto Seguros pela Superintendência de Seguros Privados (Susep), formalizada nesta semana, consolida a nova configuração das áreas de Risco de Crédito e Underwriting da Junto Seguros em um momento decisivo para o seguro garantia no país — agora sob as regras já vigentes do Marco Legal dos Seguros (Lei 15.040/2024), em vigor desde 11 de dezembro de 2025.
Referência nacional no segmento e pioneira na emissão da primeira apólice de seguro garantia no Brasil, a companhia atravessa uma fase de fortalecimento técnico e expansão em um ambiente regulatório mais exigente. A formalização do executivo ocorre no momento em que o setor combina forte demanda por infraestrutura com novas obrigações legais que impactam diretamente subscrição, provisões e gestão de sinistros.
Com quase 30 anos de experiência em crédito, underwriting e finanças corporativas, Cruci passa a comandar de forma integrada duas áreas-chave para a tomada de risco. O movimento consolida uma operação unificada, com maior robustez técnica e agilidade decisória, especialmente em projetos estruturados de concessões, PPPs e contratos públicos e privados de grande porte — operações que exigem interlocução sofisticada com resseguradores e modelagens financeiras detalhadas.
O pano de fundo é um mercado em expansão. A Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg) projeta crescimento de de 13,6% em 2026. Em 2024, as vendas superaram R$ 5 bilhões, e a Junto lidera o ranking da modalidade.
Segundo Cruci, o ciclo de investimentos em infraestrutura — com mais de 560 projetos em desenvolvimento e demanda estimada superior a R$ 750 bilhões — exige estruturas financeiras robustas, com seguros e garantias desenhados de forma integrada à concessão de crédito. “Projetos de longo prazo demandam disciplina técnica na análise e gestão ativa do risco ao longo de todo o contrato”, afirma.
Com o novo marco já em vigor, o impacto operacional é concreto. Em sinistros, o prazo prescricional passa a contar apenas após o aviso formal, ampliando a perenidade do risco e pressionando provisões. A exigência de liquidação em até 120 dias encurta a janela de atuação da seguradora, enquanto a aceitação tácita impõe prazos rígidos mesmo em riscos de alta complexidade e valor bilionário. O resultado é um ambiente que combina maior proteção ao segurado com necessidade de rigor técnico redobrado por parte das seguradoras.
A resposta da Junto foi estrutural. A companhia reforçou o time de sinistros com profissionais mais seniores e ampliou a atuação da área de controle de riscos, que passa a ter papel ainda mais protagonista no pré e no pós-sinistro. A meta é reduzir ambiguidades contratuais, acelerar análises sem comprometer a qualidade técnica e preservar a sustentabilidade da carteira no longo prazo.
Além do ambiente regulatório, o executivo aponta fatores macroeconômicos que exigem cautela: juros elevados comprimindo retornos de projetos, inflação impactando custos de obras, eventos climáticos severos e gargalos na cadeia de fornecedores que afetam cronogramas e margens. “O mercado está mais seletivo. Há oportunidades relevantes em rodovias, ferrovias, portos e aeroportos, mas o cenário exige disciplina e avaliação integrada de crédito e subscrição”, diz.
A formalização da liderança de Cruci ocorre, portanto, em um ponto de inflexão para o seguro garantia: crescimento estrutural da demanda por infraestrutura, maior sofisticação dos contratos e um arcabouço regulatório que eleva o padrão técnico do setor. A aposta da Junto é que a integração entre risco de crédito e underwriting — com visão financeira completa do projeto — será determinante para sustentar a liderança no próximo ciclo de investimentos.
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