Allianz Brasil atinge 50% de mulheres no Comitê Executivo

Marcia Evangelista Lourenço Allianz

Fonte: Allianz

A Allianz Seguros vem fortalecendo a caminhada rumo à equidade de gênero e, neste início de 2024, alcançou um marco importante no crescimento do protagonismo feminino dentro da empresa, com 50% de seu Comitê Executivo, que responde ao CEO, sendo ocupado por mulheres. A configuração atual conta com Karine Barros como diretora executiva Comercial e Rosely Boer na diretoria executiva de Operações e TI. Em janeiro, Maria Clara Ramos e Marcia Evangelista Lourenço passaram a liderar as diretorias executivas de Transformação, Estratégia e Marketing; e de Recursos Humanos e Comunicação, respectivamente.

“A Allianz preza por uma representação equilibrada em todos os níveis da companhia. Colocar a mulher no papel de protagonista não apenas fortalece nossa cultura corporativa, mas também impulsiona os nossos negócios e atuação. Reconhecer e promover o potencial e a capacidade das mulheres são essenciais para a sustentabilidade da empresa. Estamos comprometidos em criar um ambiente onde todas as mulheres possam se desenvolver e liderar, contribuindo assim para um futuro mais inclusivo e dinâmico em nossa indústria”, diz Marcia. Até o final de 2023, a Allianz Brasil contava com 58% do quadro de colaboradores ocupado por mulheres, assim como 41% das posições de liderança. A igualdade de gênero está presente não só dentro da empresa, mas também como contribuição para a sociedade como um todo: a inclusão e a diversidade se estendem, ainda, ao patrocínio à nadadora olímpica Ana Marcela Cunha e à triatleta paralímpica Jéssica Messali, que integram o time Brasil da Allianz.

Incentivo às mulheres

Karine Barros está há nove anos na Allianz Seguros e já foi responsável pelas áreas de Market Management e, desde 2018, era diretora executiva de Negócios Corporativos e Saúde. Em janeiro de 2022, assumiu como a primeira diretora executiva Comercial para liderar a venda de produtos e serviços do portfólio da Allianz em todo o país.

“É perceptível, nesse tempo que estou na Allianz, as oportunidades que a companhia oferece para o desenvolvimento e o crescimento profissional, independentemente da posição e área de atuação. E isso é fruto de autonomia e confiança atribuídas ao gestor”, comenta Karine, que deixa um conselho para as futuras executivas. “Nunca desista dos seus sonhos. A gente pode chegar aonde quiser. Mas, para isso, é importante ter disciplina. Estude, leia, aprenda e tenha ideias e iniciativas. Doe o seu melhor no que faz para que seu trabalho tenha destaque.”

Já Rosely Boer possui mais de 20 anos de experiência em Tecnologia da Informação, Gestão de Projetos, Gestão de Processos de Negócios, especialmente na área de seguros. Na Allianz desde 2001, ocupou diferentes cargos e posições, sempre à frente de projetos e inovações em processos, sistemas e tecnologia.

“As mulheres têm conquistado, sobretudo nos últimos anos, cargos mais altos na área de Tecnologia. Essa conquista é fruto de muito trabalho, dedicação, aperfeiçoamento e busca contínua por conhecimento, mas também não podemos deixar de destacar as oportunidades concedidas pelas empresas. Nessa minha jornada na Allianz, eu tive o prazer de trabalhar em vários projetos multidisciplinares, multiculturais, com colegas de outros países onde a Allianz mantém operações”, lembra.

Recém-chegada à Allianz Brasil, Maria Clara Ramos tem como destaque em sua trajetória profissional a atuação no mercado segurador. “Sinto-me muito honrada em ver que cada vez mais as mulheres têm ocupado um espaço importante na indústria de seguros. Eu cheguei até aqui fruto de muito trabalho, oportunidades e líderes que me formaram. Acredito que, de alguma maneira, isso serve de exemplo para que outras pessoas acreditem em seus potenciais e possam desenvolvê-los.”

Metas do Grupo Allianz

A equidade de gênero é um objetivo importante também para o Grupo Allianz, que conta com uma Política de Diversidade, Equidade e Inclusão. A expectativa é de que, até o final de 2024, o Grupo atinja 30% de mulheres em todos os seus Conselhos de Administração. Também é esperado que 30% dos executivos globais sejam liderados pelo público feminino e a presença de 30% das mulheres como executivas sêniores, assim como 40% para executivas Allianz e 50% em todos os tipos de talentos.

Solon Stahl e César Saut palestram juntos no Gramado Summit

Fonte: Icatu

O diretor executivo da Sicredi Pioneira RS, Solon Stahl, e o vice-presidente da Icatu, César Saut, falarão para o público do Gramado Summit no dia 11 de abril, às 15 horas, no palco principal do evento. Numa abordagem conjunta, os executivos trarão reflexões sobre o momento atual do cooperativismo, as evoluções do sistema ao longo da história e a sua importância no mundo contemporâneo. O evento ocorre a partir de quarta-feira (10) e vai até sexta-feira (12), no Serra Park, em Gramado – RS.

“Na palestra queremos dar um tom de modernidade ao cooperativismo, já que várias práticas consideradas modernas hoje em dia, como colab, crowdfunding, economia compartilhada, cashback, cocriação, ESG, customer centric, já são elementos presentes nas cooperativas, desde sempre. Isso quer dizer que somos um modelo de negócio super atual e conectado com todas as novas tendências, mas não por uma questão estratégica, e sim por DNA. Vamos demonstrar que cooperativa é pop”, ressalta o diretor executivo da Sicredi Pioneira RS, Solon Stahl.

A visão de César Saut está alinhada a este pensamento. “Eu acho muito oportuna esta reflexão profunda, o foco dos empreendimentos e as formas de nos relacionarmos com propósito, sendo o ente preponderante em todos os diálogos. Não se trata só de dinheiro ou de resultado, a pandemia nos mostrou isso, o importante é termos com quem contar. Então, além de entender a influência das inovações, tão presentes no ambiente de negócios, precisamos ser provocados a refletir sobre qual é a nossa missão e quais são os princípios que nos fazem ser pop. E até, num exercício de humildade, estarmos atentos ao mundo, mas valorizando demais os nossos fundamentos e o que está ao nosso redor”, afirma o vice-presidente da Icatu.

Palco Negócios Conscientes terá mais de 30 atrações

As cooperativas Sicredi Pioneira, Sicredi Serrana, Sicredi Caminho das Águas e Central Sicredi Sul/Sudeste são patrocinadoras do evento, juntamente com a Icatu Coopera – marca criada para atender associados do Sistema Cooperativo em todo o Brasil, na área de Seguro de Vida e Previdência. Além do patrocínio, as instituições também levam ao evento o palco Negócios Conscientes, que vai abordar temas ligados aos movimentos mundiais que buscam por impactos mais positivos no ecossistema de negócios.

Já estão confirmadas mais de 30 atrações, entre palestras, painéis e apresentação de case de instituições públicas e privadas, que incorporam este modelo de negócio. Entre os speakers que falarão no palco Negócios Consciente estão nomes como o de Carolina Pancotto Bohrer, Diretora do Banco Central do Brasil (BACEN); Fabiola Nader Motta, Gerente Geral da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB); Paulo César TINGA, empresário e ex-jogador de futebol; Manoela da Costa, CEO do Parque Vila da Mônica, além de executivos do Sicoob, Cresol e diversos gestores do Sicredi.

Um Negócio Consciente vai muito além do lucro. A expressão teve origem a partir do Capitalismo Consciente, movimento global que se originou nos Estados Unidos e objetiva conscientizar lideranças para práticas empresariais baseadas na geração de valores para todos os stakeholders. Trata-se de empresas que atuam alicerçadas em propósitos maiores, gerando também valor intelectual, físico, ecológico, social, emocional, ético e até mesmo espiritual a todas as partes interessadas do negócio, sem prejuízo à geração de lucros a investidores e acionistas.

CNseg apresenta Seguro Social de Catástrofe como uma das saídas para proteger famílias em Los Angeles

por Carla Simões

No painel “Não deixando ninguém para trás: Inclusão financeira e fechando as lacunas de proteção frente às mudanças climáticas”, o presidente da Confederação Nacional das Seguradoras abriu seu discurso citando que os prejuízos recentes causados pelas chuvas e inundações em cidades do Espírito Santo, Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro têm sido cada vez mais frequentes no Brasil. Afim de minimizar a tragédia no Brasil, Dyogo Oliveira defendeu a proposta construída pelo setor segurador: o Seguro Social de Catástrofe. 

Dyogo Oliveira explicou que o modelo para seguro social de catástrofe está em debate com o governo brasileiro e com o Congresso Nacional e funcionaria como um instrumento de proteção e amparo financeiro para a população atingida pelos desastres provocados por chuvas, inundações, alagamentos ou deslizamentos.

“Claramente os países menos desevolvidos e as populações de menor renda terão impacto muito maior que os paises ricos e a população com maior renda”, falou durante sua apresentação. “Éimpossível se pensar em uma resposta única para proteger a população da emergência climática de forma justa. Se quisermos efetivamente não deixar ninguem para trás quanto às mudanças climáticas, é preciso adaptar diferentes estratégias ao contexto de cada país, de cada região”. 

No mesmo painel participaram Anais Symenough, advogada da African Risk Capacity; Michael Mendez, professor assistente de políticas ambientais e planejamento na Universidade da Califórnia, Steven Rothstein, diretor-gestor pela Ceres, e Nora Vargas, presidente do Conselho da Prefeitura de San Diego. 

Dyogo ressaltou a uma plateia de executivos do mercado segurador, reguladores e acadêmicos de vários países que o Brasil precisa criar programas para enfrentamento das catástrofes, que estão se tornando cada vez mais frequentes. Por isso, disse ele, o Seguro Social de Catástrofe é fundamental porque proporcionará uma indenização emergencial e auxílio funeral para vítimas de calamidades públicas.

O seguro será privado e contratado mediante pagamento mensal de R$ 2 a R$ 3, com cobrança na conta de energia elétrica. A cobertura alcançaria imóveis residenciais localizados em área urbana ou rural. A indenização prevista seria de cerca de R$ 15 mil por residência afetada. 

A CNseg desenvolveu o projeto a partir dos dados oficiais que apontam um aumento da população vulnerável, explicou. Apenas como exemplo, em 2010, o censo do instituto brasileiro de geografia e estatística, IBGE, trouxe à luz um dado preocupante: mais de 8 milhões de brasileiros viviam em áreas de risco. Quatorze anos depois, especialistas estimam que essa população seja de mais de 10 milhões.

Aprovação do PLC 29 na CCJ do Senado está dentro do esperado, afirma CNseg 

Esteves Colnago CNSEG

A aprovação do PLC 29 na tarde desta quarta-feira, dia 10 de abril, na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado está dentro da tramitação prevista, afirma o diretor de Relações Institucionais da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), Esteves Colnago.

“A aprovação hoje é fruto do amplo diálogo entre o setor segurador, o Ministério da Fazenda e a Superintendência de Seguros Privados (Susep) e o Senado. Representa um acordo entre as partes e traz uma importante consolidação do marco legal do setor segurador e um olhar mais atento ao segurado”, destacou.

O texto do projeto, conhecido como o marco nacional dos seguros, trata de princípios, regras, carências, prazos, prescrição e normas específicas para seguro individual ou coletivo e outros temas relacionados ao seguro privado.

A diretora Jurídica da CNseg, Glauce Carvalhal acredita que o projeto é de grande relevância para o setor uma vez que compatibiliza a legislação do setor com o modelo adotado em diversos outros países, tais como Itália, França, Portugal, Espanha, Argentina e Chile, que também contam com uma lei específica para o contrato de seguro. “Na prática, o Brasil passará a ter um microssistema jurídico sobre o contrato de seguro, o que pode promover uma melhor estruturação e clareza e previsibilidade, tanto para os consumidores, como para as seguradoras”, afirma.

Glauce destaca ainda que a aprovação de uma nova lei trará desafios que demandarão diálogo entre os diferentes atores sociais e profundo sentido de cooperação para se alcançar os melhores resultados. “Ao fim, buscamos um arcabouço legal que assegure a sustentabilidade e a perenidade das empresas em prol da sociedade brasileira”.

O mercado segurador desempenha um papel fundamental ao proporcionar segurança à sociedade. Nesse sentido, a lei é importante pois dá ainda mais força a um setor que hoje representa 6,1% do PIB e que vem fazendo um esforço permanente para tornar o consumidor o foco do mercado segurador, o que se vem se refletindo em números cada vez mais robustos do setor. Tanto em indenizações pagas quanto em receitas auferidas. Em 2023, as empresas pagaram R$ 225,2 bilhões aos clientes e beneficiários e receberam R$ 387,9 bilhões de receitas em suas operações de seguros, vida e previdência, capitalização (excluindo dados de Saúde Suplementar). As indenizações, benefícios, sorteios e resgates pagos cresceram 2,5% sobre o resultado de 2022, e a arrecadação 9%.

O projeto, que está em tramitação no Senado Federal, voltará à Câmara dos Deputados uma vez que houve alteração no texto inicialmente aprovado. A expectativa do setor é de que haja uma rápida tramitação no Congresso, respeitando os prazos dos parlamentares, que ainda poderão se manifestar em relação ao novo texto. 

Tokio Marine promove segunda edição do Green Vida Brasil no ano

Fonte: Tokio

A Tokio Marine realiza no dia 11 de abril mais uma edição da campanha Green Vida Brasil, consolidado movimento de conscientização sobre a importância do Seguro de Vida para a proteção pessoal, financeira e familiar e que envolve, de forma sincronizada, Assessorias, Corretores, escritórios e sucursais da Seguradora em todo o país.

Assim como na primeira edição do ano, realizada em fevereiro, a campanha oferece vários incentivos para os Parceiros de Negócios da Companhia incrementarem suas vendas. Os Corretores poderão contar com o Agenciamento Extra, o que garante 100% de agenciamento adicional para cada apólice de Seguro de Vida Individual emitida com agenciamento via pagamento com cartão de crédito ou débito em conta. Caso o pagamento seja realizado com cartão de crédito, além do agenciamento extra no ano da contratação, os Corretores receberão o agenciamento prolongado por cinco anos.

A Corretora ranqueada com maior Prêmio Emitido Líquido de cada sucursal ganha um voucher de R$ 500. Além disso, junto aos seus Clientes, os Corretores poderão concorrer a sorteios registrados na Loteria Federal de R$ 2 mil em uma série exclusiva de capitalização. Lançada em 2020, a campanha Green Vida Brasil está em sua 16ª edição e é voltada especialmente para a venda dos Seguros Vida Individual e Simples Vida Empresa (VG e AP).

Mary Help e IZA Seguros lançam seguro de acidentes para diaristas e profissionais de serviços domésticos

A IZA Seguros, seguradora digital brasileira especializada em produtos personalizados para profissionais autônomos e pessoas físicas, selou a parceria com a Mary Help, uma plataforma de serviços domésticos que conecta profissionais de limpeza, lavanderia, passaderia, entre outros, a clientes que precisam desses serviços. A novidade irá possibilitar uma cobertura dedicada a acidentes pessoais durante a atuação integral destes profissionais nos dias em que são agenciados, assim como durante um período do trajeto de ida e volta.

Dados do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) apontam que o Brasil possui cerca de 4,9 milhões de pessoas que atuam apenas como diaristas no País, representando uma importante parte da economia informal. “Essa parceria reforça a versatilidade da nossa solução, que é 100% personalizável, podendo ser aplicada em qualquer empresa que conecte profissionais autônomos a um ecossistema”, afirma Amanda Nespatti, Co-fundadora e Líder de Marketing, Vendas e Parcerias da IZA.

A cobertura possui indenização de até R$ 30 mil para casos de despesas médicas e hospitalares, invalidez parcial e total, morte acidental e auxílio funeral. Além disso, um suporte que – em caso de afastamento temporário – possibilita uma renda diária garantida equivalente aos ganhos dos profissionais durante o intervalo necessário para recuperação.

Câmara dos Deputados aprova projeto de lei que recria DPVAT 

dpvat

Fonte: Infomoney, Jamille Niero

A Câmara dos Deputados aprovou, na noite desta terça-feira (9), o Projeto de Lei Complementar (PLP) 233/2023, que recria o DPVAT (seguro obrigatório para vítimas de acidente de trânsito), no retorno das atividades parlamentares após o “superferiado” de Páscoa. Com alterações, a proposta foi aprovada em plenário por 304 votos – eram necessários pelo menos 257 sim – e agora segue para apreciação do Senado Federal.

Entre as emendas recebidas pelo relator, deputado Rubens Pereira Júnior (PT-MA) durante a discussão no plenário, foi acatada a sugestão de estender a cobertura do SPVAT (novo nome do seguro) para as vítimas de acidentes de trânsito ocorridos entre 1º de janeiro de 2024 e a data de início de vigência da lei. 

O PLP 233/23 foi enviado pela gestão de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao Congresso, em outubro do ano passado, e propõe que o novo DPVAT continue sob a gestão da Caixa Econômica Federal.

A instituição financeira administra os recursos arrecadados com este seguro, incluindo a análise dos pedidos e pagamento das indenizações desde 2021. Neste mesmo ano, o seguro obrigatório deixou de ser pago pelos proprietários dos veículos no país.

O banco suspendeu o pagamento de novas indenizações para vítimas de acidentes de trânsito ocorridos a partir de 15 novembro, alegando que os recursos que haviam no fundo destinado para tal fim acabaram. Desde então, já somam cerca de 10 mil as solicitações de indenização feitas à Caixa que não foram pagas para acidentes ocorridos desde a data da suspensão até 31 de dezembro de 2023.

Estimativa divulgada recentemente pela Susep aponta que seriam necessários cerca de R$ 3,5 bilhões para custear o SPVAT (Seguro Obrigatório para Proteção de Vítimas de Acidentes de Trânsito), que substitui o DPVAT, em 2024. O cálculo considera um ano completo, ou seja, de 1º de janeiro a 31 de dezembro de 2024.

O projeto propõe que o custo anual do seguro SPVAT aos proprietários de veículos terrestres “será de abrangência nacional e poderá ser diferenciado por categoria tarifária do veículo, conforme definido pelo CNSP (Conselho Nacional de Seguros Privados)”, órgão responsável por fixar as diretrizes e normas da política de seguros privados.

CNseg apresenta agenda de sustentabilidade durante Cúpula Global de Seguros em Los Angeles

Enquanto a indústria de seguros se reúne para a primeira Cúpula Global de Seguros Sustentáveis em Los Angeles (EUA), 32 grupos da rede Insure Our Future enviaram uma carta às principais seguradoras de combustíveis fósseis do mundo, detalhando como elas podem acelerar a transição para uma economia limpa.

O Brasil estava representado no evento pelo presidente da CNseg, a confederação das seguradoras, Dyogo de Oliveira. As demandas dos manifestantes incluem parar imediatamente de segurar projetos novos e ampliados de carvão, petróleo e gás. O grupo também pede na carta que seja se estabeleça mecanismos robustos de devida diligência para garantir que os clientes respeitem e observem todos os direitos humanos.

O objetivo do grupo é que os poluidores, e não os indivíduos e as famílias, paguem pelos custos crescentes dos desastres climáticos. Como pano de fundo, os líderes citam a crise do custo de vida, agravada pelo aumento dos prêmios de seguro ou pela perda total da cobertura do seguro em algumas áreas de alto risco. Tal medida vem sendo tomada pelas seguradoras, que tentam limitar as suas perdas relacionadas com o clima, transferindo-as para as comunidades. Por exemplo, doze grandes seguradoras restringiram a cobertura relacionada com o clima na Califórnia, causando perdas no valor das casas.

“Sabemos que a transição climática tem diferentes implicações a níveis nacional, regional e global e que não há resposta simples para isso. Por isso, o setor segurador desempenha um papel importante neste processo ao elaborar produtos e serviços para melhor gerenciar os riscos crescentes das mudanças climáticas”, discursou Oliveira.  

A uma plateia de executivos do mercado segurador, reguladores, governos, acadêmicos e consultorias do mundo todo, Oliveira apresentou o Roadmap de Sustentabilidade em Seguros da CNseg.  Durante o painel “Ampliando a Sustentabilidade em Seguros”, ele explicou que o Roadmap vai orientar as ações da Confederação para fomentar práticas mais sustentáveis e a sinergia entre as agendas de sustentabilidade e relações de consumo na construção de produtos adaptados à necessidade do consumidor.

O documento foi construído pela equipe técnica da confederação levando em consideração quatro referências fundamentais: 1) princípios para sustentabilidade em seguros (PSI); 2) os aspectos ASG mais relevantes para o nosso mercado; 3) o nosso arcabouço regulatório temático; e 4) os onze objetivos ambientais, climáticos e sociais que serão abordados pela taxonomia sustentável brasileira.

Dyogo enfatizou que o Roadmap brasileiro possui ainda três eixos principais que vão refletir as necessidades e desafios específicos de Seguros Gerais, Previdência Privada, Vida, Saúde Suplementar e Capitalização com ênfase particular nos temas ambientais, sociais e de governança. Os três eixos são a) promoção de uma transição justa para economia sustentável e de baixo carbono; b) o estímulo à resiliência da sociedade frente às mudanças climáticas; e c) e a promoção da inclusão e combate à desigualdade

“Em cada um dos eixos escolhemos as iniciativas que vão promover a sinergia entre as agendas de sustentabilidade, biodiversidade e relações de consumo”, informou. “O mercado apoia a construção de uma taxonomia sustentável em seguros para classificar produtos de seguros, serviços e assistências oferecidas ao consumidor”, disse o presidente da CNseg.

No caso de Seguros Gerais, as alterações climáticas podem impactar os sinistros pelo aumento de desastres naturais e mudanças nos padrões climáticos e pluviométricos de determinadas regiões. Por isso, as seguradoras precisam considerar essas questões na gestão e subscrição de riscos para criar novos produtos ao consumidor e empresas apoiando e protegendo os negócios. 

Em relação à Vida e Previdência, deve se levar em conta questões sociais e demográficas. Se, por um lado, o aumento da longevidade da população impõe desafios à gestão de produtos de previdência complementar, a ascensão das camadas mais baixas da população trazem oportunidades relevantes para o setor. Na mesma linha, os produtos de Capitalização promovem a inclusão financeira, especialmente corroborando para a acumulação de recursos a longo prazo com objetivo de gerar receitas e acumular patrimônio. 

HDI faz primeira live com as três marcas e lança plataforma unificada para corretores

HDI Seguros Liberty Seguros Sompo Seguros

O grupo HDI promoveu nesta terça-feira, dia 9 de abril, a primeira live incluindo a consolidação da integração Liberty e Sompo, com o CEO da empresa, Eduardo Dal Ri, e com o VP comercial, Marcos Machini. Ambos ressaltaram o crescimento da companhia no primeiro trimestre do ano, creditando o bom desempenho aos corretores. Trouxeram novidades como a plataforma digital unificada, prometeram que as viagens de campanhas, que a HDI não tinha e sim a Liberty, serão mantidas, e afirmaram que a nova marca que substituirá a Liberty está no forno e em breve será anunciada.

Um dos principais pilares do Grupo HDI é o crescimento mútuo junto aos parceiros, que são fundamentais para a expansão dos negócios e a sustentabilidade do mercado. Diante disso, o Cresça Corretor é um programa de relacionamento dedicado a potencializar o sucesso de toda a empresa, oferecendo suporte para impulsionar as vendas, evoluir a eficiência operacional e expandir o conhecimento dos corretores. A seguradora acredita que o caminho para a transformação do mercado e o sucesso sólido dos negócios é construído em sintonia com esses profissionais.

A companhia viabiliza o projeto por meio do lançamento constante de iniciativas voltadas para os negócios, para que os corretores possam continuar atuando como o principal elo entre a empresa e os consumidores, e para o aprendizado e a eficiência dos parceiros, que impactam no crescimento da companhia como um todo. Durante a transmissão, Machini afirmou que o Cresça Corretor, além de ser uma super novidade, é um reforço do compromisso da empresa com este público. O executivo ainda ressaltou que haverá muitos momentos para escutar, trabalhar e comemorar com os profissionais.  

Já Dal Ri reforçou que a companhia estará sempre focada em oferecer a melhor jornada para os parceiros e clientes, e ainda comunicou sobre a nova marca que será lançada pela empresa, garantindo que estão a todo vapor nesse desenvolvimento. “Estamos muito felizes em poder criar uma marca do zero e temos uma responsabilidade gigante com os corretores nesse projeto. Queremos que essa construção seja em conjunto. Não vamos parar até sermos capazes de proporcionar a melhor experiência possível aos nossos parceiros com todas as empresas do Grupo. Por isso, esperem sempre o melhor de nós”, destacou o executivo.

“É sempre muito bacana poder dividir as novidades do Grupo HDI com os corretores, parceiros de longa data da companhia e pontos centrais da nossa estratégia de negócios”, comentou Machini. “Temos um compromisso forte com esses profissionais e o novo Cresça Corretor vem justamente para colocar esse foco em prática. Sempre buscamos aprimorar os recursos que disponibilizamos a eles, incluindo ferramentas, treinamentos e trocas, para que criemos uma comunidade de crescimento mútuo, além dos laços comerciais, em que cada passo dado pelos parceiros é em direção a um futuro mais próspero e inovador.”

Allianz Seguros sorteia ingressos para o show do Andrea Bocelli no Brasil

A Allianz Seguros lança a campanha “Bora pro Show Andrea Bocelli”, que sorteará 20 pares de ingressos para a apresentação de Andrea Bocelli no Brasil. O tenor, compositor e produtor musical italiano chega ao país em maio, para dois shows no Allianz Parque.

A promoção é válida até as 23h30 do dia 25 de abril para clientes Allianz Seguros que possuem apólices vigentes durante o período de participação nos produtos de Acidentes Individual, Agrícola Cultivo, Agrícola Equipamentos, Automóvel, Caminhão, Empresa PME, Moto, Riscos Diversos Equipamentos, Residência e Vida Individual.

Os segurados concorrem, no setor de cadeira inferior, a ingressos para o show do dia 26 de maio e devem realizar a inscrição no site da promoção e cadastrar o seguro Allianz do qual são clientes. Cada cliente receberá um número da sorte por seguro cadastrado (limitado a três apólices por pessoa). Se você é cliente da Allianz em mais de um seguro, as suas chances de ser sorteado aumentam.