Governo de MT lança 1º edital de obra pública com cláusula de retomada no seguro garantia

Fonte: CNseg

O Governo de Mato Grosso lançou nesta quarta-feira (3), em cerimônia realizada em Cuiabá, a primeira licitação de obra pública do Brasil com previsão de Cláusula de Retomada no Seguro Garantia. O evento contou com a presença do governador Mauro Mendes e do secretário de Infraestrutura e Logística, Marcelo de Oliveira, do diretor de relações Institucionais da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), Esteves Colnago, e dos presidentes da Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg), Antônio Trindade, e da Comissão de Crédito e Garantia da FenSeg, Roque Melo.

Ao lançar o novo edital, o governador Mauro Mendes, lembrou que a burocracia às vezes diminui a efetividade da execução de empreendimentos. Para ele, essa alteração legislativa e lançamento do edital vai tornar a administração pública mais eficiente, e a parceria com o setor segurador está auxiliando nisso, trazendo ao gestor público formas para economizar e investir em diversas ações em prol da população do estado.

“Esse instrumento será praticado em todos os outros no estado. Contratar serviços com preço justo e capacidade técnica para garantir a execução qualitativa e no tempo previsto. Certamente, esse novo mecanismo, como dito pelos representantes do setor, é uma legislação eficiente e capaz de honrar os compromissos firmados em edital”, destacou.

Esteves Colnago parabenizou o governo do estado pela parceria inédita com o setor segurador. Para ele, essa cooperação, que foi amplamente debatida, demonstra a compreensão da importância do papel que os seguros desempenham como mitigadores de riscos em projetos e investimentos na infraestrutura do estado.

“A previsão da cláusula de retomada no seguro garantia em contratos de licitação viabiliza a sustentabilidade e sucesso de obras que o Estado compreende necessárias para seu desenvolvimento socioeconômico, tal como o asfaltamento da rodovia MT-530. É um selo que vai confirmar aquilo que foi contratado desde o início do edital”, afirmou o diretor da CNseg.

Iniciativa inédita

A cláusula de retomada irá permitir que as seguradoras possam assumir obras cujos contratos tenham sido descumpridos pela empresa vencedora da licitação. O objetivo é garantir a execução de obras com qualidade e dentro do prazo estipulado.

O secretário de infraestrutura e logística do MT, Marcelo de Oliveira destacou a retomada das obras no estado. A licitação apresentada nesta quarta-feira prevê o asfaltamento de 50 km da MT-430, nos municípios de Confresa e Vila Rica e tem um investimento previsto de R$ 110 milhões.

Segundo ele, atualmente o estado de Mato Grosso tem 374 contratos de serviços de engenharia de grande vulto, destes 40 são acima de R$ 50 milhões. Deste total, 369 contratos já contam com o seguro garantia. 

Desenvolvimento socioeconômico

Ao explicar a importância da alteração da norma que engloba o seguro garantia e cláusula de retomada, o Procurador-Geral do Estado do Mato Grosso (PGE/MT), Carlos Eduardo Bonfim, apontou a importância do diálogo com técnicos do governo estadual, da CNseg e Fenseg. 

Segundo ele, a redução do valor para obras de grande vulto (diminuindo de R$ 200 milhões para R$ 50 milhões) foi muito importante, pois vai auxiliar as construtoras a procurarem seguradoras para apólice junto a empresas que administram de forma exitosa as obras. Além disso, as seguradoras vão acompanhar juntamente com técnicos da Secretaria para garantia de qualidade e cumprimento de prazos da obra. 

O presidente da FenSeg, Antônio Trindade, ressaltou a importância da iniciativa promovida por Mato Grosso. Para ele, o estado inova, sendo a primeira unidade da federação a construir um mecanismo, que talvez pode servir de parâmetro para demais estados do país, para auxílio na redução de valores em obras de grande vulto, consequentemente ampliar empreendimentos de qualidade em prol da população.

Parceria com estados

Desde 2023 a CNseg desenvolve um projeto de Parcerias com os Estados e Municípios. O objetivo da ação é promover projetos que possam auxiliar governos locais nas áreas de infraestrutura, com o seguro garantia no aprimoramento de editais, concessões e Parcerias Público Privadas (PPPs). Além disso, a Confederação quer continuar o diálogo com todas as Unidades Federativas e que, de forma descentralizada, possa apresentar as mais viáveis soluções de desenvolvimento regional, incluindo também, ações voltadas para o meio ambiente, segurança, inovação tecnológica, e auxílio às famílias em situação de baixa renda.

IRB(Re), maior ressegurador do Brasil, completa 85 anos

O IRB(Re) completa 85 anos de fundação hoje. Criado em 3 de abril de 1939 pelo presidente Getúlio Vargas, o ressegurador nasceu com a missão de regular e reter os riscos de empresas brasileiras, até então transferidos para o exterior. Mais tarde, em 1970, a data de fundação da companhia inspirou a assinatura do decreto que regulamentou a profissão e instituiu o dia do atuário.

“Construímos um conhecimento sobre resseguros no Brasil que nenhuma outra empresa tem. Graças à capacidade técnica dos nossos colaboradores, contribuímos para o desenvolvimento do país, assumindo riscos com responsabilidade. Atualmente, um terço do nosso time é composto por atuários”, conta Marcos Falcão, CEO do IRB(Re), que lançou hoje a marca comemorativa da empresa.

O ressegurador, que hoje é uma empresa privada e de capital aberto, reportou na semana passada lucro líquido de R$ 114,2 milhões em 2023 e, agora, volta seu foco para o futuro. “Chegamos aos 85 anos com espírito de startup, buscando novas soluções e oportunidades para ampliar o mercado de seguros e resseguros e reduzir o gap de proteção da nossa sociedade”, completa Falcão.

MAG Seguros em parceria com Peper lança o Educacional MAG

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Fonte: MAG

A MAG Seguros — seguradora especializada em vida e previdência — lançou em parceria com o Peper (Proteção Escolar Permanente), o “Educacional MAG”. O lançamento do produto aconteceu ontem, 3, na matriz da seguradora e teve como objetivo reforçar a importância do Seguro Educacional, tanto para as instituições de ensino quanto para os responsáveis financeiros pelos estudantes. O evento contou com a presença do Helder Molina, CEO da companhia, e dos diretores do PEPER, Elaine Patente e Alexandre Godinho.

O Educacional MAG é uma solução que oferece segurança e estabilidade financeira para os responsáveis pelo pagamento das mensalidades escolares. Para Waldemir Couto, diretor de mercado da MAG Seguros, com a chegada do produto educacional, a MAG completa o leque de proteções disponíveis para o ambiente escolar. 

“Já oferecemos o seguro Vida em Grupo para professores e funcionários, e no último ano, em colaboração com o Peper, introduzimos o seguro de acidentes pessoais para os alunos. Agora, com o Educacional MAG, disponibilizamos um portfólio completo de seguros, atendendo a todas as necessidades das escolas brasileiras e reforçando nosso compromisso com a segurança e o bem-estar das instituições de ensino do país”, complementa.

Por que contar com um seguro educacional?

Um seguro é um importante instrumento para um bom planejamento financeiro. Se tornando ainda mais pertinente quando o objetivo da proteção contratada é garantir que os filhos ou dependentes tenham acesso à educação de qualidade sem que isso comprometa a renda e o orçamento familiar.

Para as instituições de ensino, o seguro educacional é uma garantia de recebimento dos valores das mensalidades, de forma que, mesmo que os responsáveis sofram alguma instabilidade financeira, algo cada vez mais comum diante das circunstâncias econômicas atuais, os pagamentos sejam realizados. E os números ilustram bem tal situação: de acordo com dados levantados pelo Instituto Semesp, vinculado ao Sindicato das Entidades Mantenedoras de Ensino Superior (SEMESP), no primeiro semestre de 2020, que marcou o início da pandemia, a evasão apresentou um aumento de 14% em relação ao mesmo período de 2019. 

Como a solução da MAG Seguros funciona?

Na MAG Seguros, as coberturas oferecidas envolvem tanto a proteção financeira quanto a pessoal para alunos, colaboradores e pais, seja em caso de acidentes durante a vida escolar ou em situações que comprometam a capacidade de pagamento do responsável financeiro. Todo o portfólio vem acompanhado por uma série de diferenciais, entre eles a aceitação para o primeiro ingresso do responsável financeiro até 70 anos e a proteção a partir do pré-escolar até o ensino superior, garantindo opções competitivas e atrativas com soluções inovadoras oferecidas com excelência pela seguradora.

Seguradoras iniciam 2024 com lucro líquido de R$ 2,28 bilhões em janeiro

O lucro líquido registrado pelas seguradoras no primeiro mês de 2024 foi de R$ 2,28 bilhões, pouco acima dos R$ 2,19 bilhões de janeiro do ano passado. Vale lembrar que em 2023 o setor comemorou lucro recorde de R$ 29,9 bilhões, com as 50 maiores no positivo. A arrecadação das seguradoras no primeiro mês do ano foi de R$ 35 bilhões, representando uma alta de 12,5% em relação ao primeiro mês de 2023. Os valores que retornaram à sociedade somaram um total de R$ 20,7 bilhões, sendo apenas R$ 6 bilhões em indenizações de seguros e o restante em resgates de planos de previdência e títulos de capitalização, dinheiro que pertence aos investidores destes produtos.

Este é o primeiro dado divulgado pela Superintendência de Seguros Privados (Susep) neste ano. Historicamente, é praticamente o único mês no ano em que o grupo Bradesco Seguros perde a liderança do ranking produzido pela consultoria Siscorp. De acordo com os dados, o Banco do Brasil lidera o ganho em janeiro, com R$ 437 milhões, seguido pela Bradesco, com R$ 353,4 milhões. Em janeiro de 2023, o lucro ficou em R$ 439 milhões e R$ 404 milhões, respectivamente.

A Caixa manteve o terceiro lugar, com R$ 334,5 milhões. Já a quarta colocação mudou. A HDI saltou da 13a colocação de janeiro de 2023 para a quarta posição neste ano com lucro de R$ 144,7 milhões, após consolidar a aquisição de carteiras da Sompo e da Liberty Seguros no ano passado. Com isso, o Itaú foi rebaixado para a quinta colocação, com R$ 140 milhões em janeiro deste ano (R$ 142 milhões em 2023).

Aos olhos dos analistas, o setor de seguros tem pela frente um ano positivo, de acordo com o relatório do banco Pactual, com avaliação das empresas listadas em bolsa. O banco manteve a indicação de “compra” para as ações de BB Seguridade e da Porto Seguro, com preços-alvo de R$ 32,52 e R$ 30,89 respectivamente. No caso do IRB (Re), a casa reforçou a classificação “neutra” para os papéis com preço-alvo em 2024 de R$ 37,35.

A BB Seguridade também é citada como a queridinha dos analistas na bolsa em matéria do Valor, apontada por três corretoras participantes. Maria Fernanda Quelhas, analista de ações da Warren Investimentos, afirma que a BB Seguridade foi sua principal escolha no segmento devido à sua “posição em linhas de seguros rentáveis em comparação aos pares”.

Outra notícia que agita o noticiário de seguros é a Caixa. Segundo noticiou a Veja, o empresário José Seripieri Filho tem pressionado a direção da Caixa para que a estatal venda sua participação na corretora de seguros Wiz. Atualmente, a holding Caixa Seguridade (CSH) detém 25% dos papéis da corretora. Já o Valor Invest acrescenta que holding da Caixa Seguridade com os franceses da CNP mandatou o Bank of America (BofA) para vender a participação de 25% na distribuidora de seguros. A venda da posição da CSH, avaliada em R$ 620 milhões, será feita em bloco. O roadshow começa na semana que vem. 

Notícias sobre a regulação do setor de seguros seguem na pauta do setor, principalmente sobre o andamento no Senado da aprovação do PL 29, que muda os contratos de seguros. Há também outras frentes de mudanças comandadas pela Susep, que luta para aumentar seu quadro de funcionários e assim fazer frente a tantas mudanças propostas, inclusive de fiscalização online das seguradoras, com o andamento dos prazos do Open Insurance e do Open Banking, que se consolidam no Open Finance.

Será um ano de muito trabalho para todos os segmentos do setor e portes de companhias, de grandes grupos seguradores a insurtechs, considerando-se que a taxa básica de juros da economia, que remunera quase a totalidade dos R$ 1,5 trilhão da carteira de investimentos das seguradoras, está num ciclo de queda; a maior parte da população ainda tenta reduzir o endividamento; e os parrudos investimentos em infraestrutura anunciados pelo governo Lula, que certamente demandarão diversos tipos de seguros, estão previstos para se tornarem realidade a partir de 2025.

Todos tem um dever de casa a mais. As alterações climáticas revelam fenômenos meteorológicos mais severos, resultando num impacto crescente nas economias. Portanto, torna-se ainda mais crucial tomar medidas de adaptação e as seguradoras precisam mostrar aos clientes e aos governos como podem ajudar.

Na pauta da semana temos as mudanças que o governo pretende fazer no contrato de concessão da Enel Distribuição São Paulo, que vence em 2026. É um assunto importante para seguros tanto pelos contratos em vigor, como por ser este um modelo que pode vir a ser usado em outros contratos que envolvam seguro garantia e como as mudanças climáticas impactam a todos.

Felipe Estefam, sócio do escritório Cascione Advogado, explica que é possível redigir salvaguardas que evitem que um contrato de concessão fique burocrático demais e com cláusulas exageradas. “É possível utilizar como parâmetro modelagens que fazem a distinção entre eventos de força maior que podem ou não ser seguráveis. Nessas modelagens, o privado assume os riscos seguráveis de força maior e que não possam ser objeto de cobertura de seguros oferecidos no Brasil na época de sua ocorrência.”

Bom ano a todos. Em breve temos a divulgação do resultado do primeiro trimestre do ano, com uma sinalização mais consistente do desempenho das seguradoras.

Andreas Berger assume em julho o cargo de CEO da resseguradora Swiss Re

Andreas Berger Swiss Re

A Swiss Re anunciou hoje que Andreas Berger, CEO da Swiss Re Corporate Solutions, se tornará CEO do grupo Swiss Re a partir de 1º de julho de 2024, substituindo Christian Mumenthaler, que deixará o cargo. “Estou honrado com a decisão do Conselho de me nomear para liderar esta grande empresa. A Swiss Re possui uma excelente rede de clientes globais em resseguros e soluções corporativas, sustentada pela marca incrivelmente forte e solidez de capital da Swiss Re. Estou ansioso para trabalhar com todos os meus colegas do Comitê Executivo do grupo, com os funcionários da Swiss Re e com o Conselho de Administração para fortalecer ainda mais a marca e servir os clientes da Swiss Re para atingir seus objetivos”, disse Andreas Berger em nota.

De acordo com Jacques de Vaucleroy, vice-presidente do Conselho de Administração da Swiss Re, o Conselho determinou por unanimidade que Andreas Berger é a pessoa certa para aproveitar o momento atual da empresa e liderar a Swiss Re na próxima fase de seu desenvolvimento. “Após cinco anos na Swiss Re, ele tem um histórico convincente, ressaltado pela recuperação bem-sucedida da unidade de negócios de soluções corporativas que liderou. Ele demonstrou um forte foco na execução e, ao mesmo tempo, inovou o negócio com soluções baseadas em análise de dados. Ele levará adiante uma cultura de desempenho e conquistas e fortes valores de liderança. O minucioso processo de planejamento de sucessão do Conselho resultou na nomeação de um excelente candidato para o cargo de CEO do Grupo, ao mesmo tempo que demonstrou a força e a profundidade da liderança da Swiss Re.”

O Conselho também agradeceu a Christian Mumenthaler, que conduziu a empresa durante um período com elevada atividade de catástrofes naturais, um ambiente de taxas de juros baixas sem precedentes e a pandemia de COVID-19. Durante o seu mandato de oito anos, os prêmios ganhos e as receitas de taxas da Swiss Re cresceram de cerca de US$ 30 bilhões em 2015 para US$ 45 bilhões em 2023. A capitalização do grupo também foi substancialmente fortalecida, como evidenciado pelo aumento do índice do teste de solvência suíço.

“Com os ventos favoráveis para cumprir todas as metas financeiras para 2023, um aumento de dividendos e os efeitos positivos da reorganização do grupo, agora é o momento certo para a sucessão do CEO. Christian é um líder incrivelmente dedicado, apaixonado e intelectualmente forte que causou impacto, também além da Swiss Re. Em nome do Conselho, quero expressar gratidão e apreço pelo seu forte compromisso e pelas suas contribuições para o sucesso da empresa. Desejamos a ele tudo de melhor”, ressaltou Vauckeroy em comunicado enviado à imprensa.

“Foi um verdadeiro privilégio servir e liderar a Swiss Re por tanto tempo”, comentou Christian Mumenthaler. “Estou imensamente grato pela experiência e pelo progresso que toda a empresa fez durante esse período, reunindo tantos talentos excepcionais em torno de um propósito significativo. Tenho o prazer de entregar o comando quando a empresa conseguiu cumprir suas promessas. Sinto que agora é o momento certo para seguir em frente. É fantástico nomearmos um de meus colegas para me suceder. Com Andreas, a Swiss Re estará em boas mãos.”

Riscos cibernéticos, tecnologia e macroeconomia lideram riscos de seguros no Brasil

principais riscos para seguradoras

A PwC divulgou o resultado do recorte Brasil da 9ª edição da pesquisa Banana Skins, que analisa os riscos do mercado segurador e mapeia os riscos mais urgentes que o setor enfrentará em todo o mundo nos próximos três anos. O estudo é publicado a cada dois anos e é patrocinado pela PwC com o Centro para o Estudo de Inovação Financeira (CSFI, na sigla em inglês), do Reino Unido. A pesquisa foi realizada em 2023, com base em respostas de 589 líderes empresariais de 39 países.

Alguns destaques

O crime cibernético aparece em primeiro lugar na lista de riscos tanto no Brasil como no mundo. Um ataque bem-sucedido pode comprometer a continuidade dos negócios e permitir o roubo de dados sensíveis, com consequências desastrosas para a reputação das empresas de seguros e a credibilidade de todo o mercado. Os resultados desta edição indicam a crescente sofisticação dos ataques cibernéticos, com hackers e outros criminosos utilizando uma grande variedade de “vetores de ataque” – ou seja, métodos que os atacantes empregam para invadir sistemas de TI, a fim de explorar vulnerabilidades nas defesas das seguradoras. Há também um aumento da preocupação em relação ao uso da inteligência artificial como uma arma poderosa para violar a segurança das seguradoras.

Tecnologia

O risco tecnológico figura entre os cinco primeiros em todos os segmentos da indústria de seguros. Ele ficou em quarto lugar no mundo e em segundo no Brasil. O dado preocupa porque existe a possibilidade de as seguradoras não conseguirem acompanhar os avanços proporcionados pela transformação digital, como a adoção de modelos de negócios digitais e o desenvolvimento de recursos e interfaces para o cliente. Um dos principais obstáculos à modernização tecnológica é o custo associado. No entanto, o investimento em novas tecnologias, por si só, não assegura uma implementação eficaz. A adaptação e o gerenciamento das mudanças são aspectos fundamentais, como destacado pelos respondentes. Na pesquisa, a gestão de mudanças aparece como o quinto risco mais relevante no Brasil e o décimo no mundo.

Risco regulatório

O risco regulatório (quarto lugar no Brasil e segundo no mundo) preocupa pelo volume crescente de regras e regulamentações. São exemplos as novas obrigações de divulgação impostas pela adoção da IFRS 17, assim como a necessidade de relatar riscos não financeiros associados à agenda ambiental, social e de governança (ESG). Essas exigências ampliam o escopo de responsabilidades das empresas e podem influenciar o risco reputacional.

AI

O risco do uso indevido da inteligência artificial generativa foi incluído entre as principais ameaças pela primeira vez na pesquisa. Ele ficou em sétimo lugar no mundo e em sexto no Brasil. Os principais pontos de atenção são as dificuldades de regulamentação da inteligência artificial, a falta de transparência dos modelos “caixa-preta” e o potencial de dependência excessiva de fontes de dados interligadas, que poderiam criar riscos sistêmicos.

Mudanças climáticas

As mudanças climáticas apareceram entre os cinco principais riscos em todas as regiões pesquisadas: Américas, Europa, África, Ásia e Oceania. Na classificação global, esse risco ocupa a terceira posição. No Brasil, porém, ficou de fora da lista das dez principais preocupações e ocupa o décimo terceiro lugar. 

MAG Seguros tem índice de excelência na avaliação de corretores

Fonte: MAG

A MAG Seguros – empresa especialista em vida e previdência – recebeu por meio do índice de recomendação, NPS (Net Promoter Score), a nota de 85 na avaliação de seus corretores ativos. Essa é a segunda maior pontuação da história da companhia, cujo objetivo é gerar a melhor experiência de atendimento para seus clientes e parceiros. Os corretores da MAG classificaram a empresa ao nível de excelência, destacando no índice pontos como: imagem da empresa, características, qualidade e variedade dos produtos, além do processo de pagamento de benefícios. 

Em relação aos clientes, a avaliação também é positiva, com NPS 54. A companhia se manteve na ‘zona de qualidade’ tendo como principais destaques pelos segurados o bom atendimento do corretor, a comunicação após a contratação do seguro e o fácil acesso às informações de produtos contratados. 

“Nosso compromisso na MAG Seguros é gerar a melhor experiência para nossos parceiros e clientes. Resultados tão positivos como estes chancelam que estamos no caminho certo, ao trazermos para o nosso dia a dia humanização e agilidade em nossos processos, para benefício de nossos segurados e parceiros.” comenta Nuno David, Diretor Comercial e de Marketing da MAG Seguros.

Em 2024, a seguradora lançou uma nova diretoria de experiência do cliente, reforçando o olhar da MAG em trazer os valores do cliente para o centro de seus processos. Essa nova área é ligada ao marketing, sob gestão do Executivo Leonardo Secundo, e dividida em dois grandes grupos: Sucesso do Cliente e Suporte ao Cliente, com o foco em atender nossos diversos públicos de forma não só reativa, mas também pró-ativa.

A área de Suporte do Cliente, responsável pelo atendimento reativo de clientes e corretores, têm índices de resolução de 89% já em primeira chamada (o first call resolution). Já a área de Sucesso do Cliente, responsável por construir jornadas de relacionamento, teve um expressivo aumento de 102% de pontos de contato de comunicação com o cliente só nos últimos 7 meses.

Os corretores que atendem a MAG também possuem canais de engajamento exclusivos com a empresa, caso do Conecta MAG, um suporte exclusivo no Telegram que fornece conteúdos de qualidade incluindo dicas de vendas, informações sobre campanhas oficiais e materiais digitais de suporte, fornecendo aos corretores recursos essenciais para apresentar os produtos a seus clientes, além do Sexta Super, um programa semanal exibido em todas as unidades da seguradora, apresentando pautas sobre produtos, campanhas de vendas e dia a dia nas vendas. 

“As plataformas e canais que trazemos para nossos corretores e parceiros seguem em linha com o nosso objetivo de oferecer possibilidades para uma maior valorização destes profissionais. A avaliação feita por eles, reconhecendo nossa atuação como parceiros durante o atendimento diário, nos orgulha e motiva a buscarmos a cada dia mais excelência em nossos processos, para alcançarmos juntos, taxas cada vez mais altas, tanto de recomendação quanto de satisfação de nossos clientes e parceiros”, complementa o executivo Nuno David. 

A pesquisa quantitativa de NPS vem sendo realizada anualmente pela MAG Seguros desde 2012, entre seus clientes e corretores, para verificar o nível de satisfação e o quanto os participantes recomendam à seguradora no mercado. O estudo segue as guidelines da Aegon, um manual de boas práticas para o desenvolvimento da pesquisa de forma que ela seja comparável com todas as empresas do grupo, além das diretrizes do IPEC Inteligência, regidas por padrões éticos da Associação Brasileira das Empresas de Pesquisa (ABEP) e da European Society of Market Research (ESOMAR)

Desafios da proteção de dados e a fraude na saúde: uma questão de bilhões de reais

Claudia Machado Howden Corretora

Por Claudia Machado, VP de Benefícios da Howden Brasil

Segundo o Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS), a partir de pesquisa realizada pela consultoria Ernst &Young (EY), R$ 34 bilhões dos gastos das operadoras médico-hospitalares com contas e exames, em 2022, foram consumidos indevidamente por fraudes, como, por exemplo, reembolso sem desembolso, além de desperdícios com procedimentos desnecessários no país.

No ano passado, a imprensa deu um bom espaço para casos de empresas que demitiram colaboradores por justa causa. Essas demissões foram fundamentadas juridicamente por práticas fraudulentas, infração ética, quebra de confiança na relação de trabalho, violação das políticas internas, entre outros pontos.

E um questionamento ganhou a cena: como essas empresas tiveram conhecimento das ações envolvendo, inclusive, questões de saúde de seus funcionários? A utilização de informações sensíveis precisa acompanhar princípios legais defendidos pela Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).

A legislação impõe que sejam considerados elevados padrões de segurança de informações pessoais. Porém, embora a LGPD imponha limitações ao acesso e ao uso de dados em saúde, existem métodos legais que as organizações do setor e as companhias podem adotar para gerenciar os planos de saúde e otimizar as suas operações.

As empresas contratantes de convênio médico, por exemplo, podem monitorar a utilização dos seus colaboradores e dependentes, é um método que passa pelo consentimento no uso dos dados. Porém, é importante ter transparência e governança, para implementar essa supervisão, é necessário que todos saibam o momento que essas informações serão utilizadas e compartilhadas. 

Outro método que também pode ser adotado é a parceria das organizações de saúde com entidades autorizadas para acessar e processar determinadas informações dos beneficiários, sempre em conformidade com a LGPD. 

Hoje, mesmo com essas possibilidades de gerenciamento do sistema, o setor da saúde está passando por um momento turbulento, com a sua sustentabilidade fortemente ameaçada. Por isso, o combate às fraudes tem que ganhar cada vez mais espaço. Afinal, temos aí uma questão de bilhões de reais. As perdas prejudicam a sinistralidade, o desempenho das operadoras e impactam diretamente as mensalidades dos planos de saúde.

Entidades do setor, como a Associação Brasileira de Planos de Saúde (Abramge) e a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), têm divulgado amplamente informações sobre como utilizar corretamente o convênio médico, apontando situações de violação que podem levar o usuário a perder seu benefício ou responder a um processo criminal. Por exemplo, emprestar carteirinhas, fraudar reembolsos, falsificar pedidos médicos, entre outros.

Alegar desconhecimento das regras do jogo já não cabe mais! Precisamos achar soluções para os desafios enfrentados na gestão de colaboradores e benefícios empresariais perante a LGPD.

Elysangella Nunes assume comando de comunicação, sustentabilidade e relações institucionais da Allianz

Elysangella Nunes, Superintendente de Comunicação, Sustentabilidade e Relações Institucionais da Allianz SegdXJvc19jculkX2RpdnVsZ2Hn428ucG5n

A Allianz Seguros anuncia Elysangella Nunes como superintendente de Comunicação, Sustentabilidade e Relações Institucionais, em substituição a Daniela Satake, que estava na comunicação desde 2005, sendo os últimos 10 anos neste cargo, que parte para novos desafios depois de consolidar a seguradora alemã como uma das três seguradoras do Brasil que mais colaboram com os profissionais do jornalismo. 

Com mais de 20 anos de experiência em comunicação corporativa e branding e passagens por corporações renomadas como Air Liquide Brasil, Tivit e pelas corretoras de seguros Aon e WTW, a executiva chega com o desafio de fomentar e integrar a comunicação interna e com a imprensa de todo o país, fortalecer a imagem corporativa, impulsionar a divulgação estratégica dos negócios e das ações de diversidade & inclusão e sustentabilidade.

Elysangella possui graduação em Comunicação Social, com ênfase em Publicidade e Propaganda, além de MBA em Comunicação com o Mercado, pela Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), e MBA em Gestão Empresarial, pela Fundação Getúlio Vargas (FGV).

“Estou extremamente animada com o novo desafio. Com a experiência que trago dos diferentes setores pelos quais passei, espero agregar ainda mais valor ao posicionamento e comunicação interna e externa da empresa. Vamos trabalhar para compartilhar boas narrativas que reflitam a nossa nova cultura e valores, e como impactamos positivamente a sociedade por meio de nossas ações de diversidade & inclusão e sustentabilidade”, comenta Elysangella Nunes.

A executiva reportará à Marcia Evangelista Lourenço, diretora executiva de Recursos Humanos, Comunicação e Sustentabilidade.

Tokio Marine presta auxílio às vítimas dos temporais em Petrópolis 

Sergio Brito diretor da TOKIO MARINE Seguradora

Fonte: Tokio

Com o intuito de prestar auxílio às comunidades impactadas pelas volumosas chuvas que atingiram a cidade de Petrópolis na última semana, a Tokio Marine Seguradora anuncia a doação de 4,5 toneladas de alimentos ao Fundo Municipal de Assistência Social da cidade localizada na Região Serrana do Rio de Janeiro. De acordo com a Secretaria de Proteção e Defesa Civil de Petrópolis, as chuvas na região passaram de 500 mm em março – índice 66% acima do esperado para todo o mês.

Essa é mais uma iniciativa da companhia para ajudar as populações de regiões mais suscetíveis aos impactos causados por intempéries. “A doação às vítimas das tempestades ocorridas em Petrópolis é um reflexo do compromisso e do cuidado da Tokio Marine com as comunidades nas quais está inserida. A Região Serrana do Rio de Janeiro foi uma das localidades mais impactadas pelas fortes chuvas nas últimas semanas, por isso seguimos monitorando de perto os eventos críticos nessa região a fim de prestar o auxílio necessário à comunidade local” comenta Sérgio Brito, diretor comercial Varejo RJ/ES da Tokio Marine.

Nas últimas semanas o Estado do Rio de Janeiro enfrentou fortes chuvas em razão da chegada de uma frente fria. Além da Região Serrana do estado, as intempéries ocorreram de maneira mais severa na Baixada Fluminense e Região dos Lagos, somando mais de 500 desabrigados.