Risco político é ameaça à economia global, afirma Coface

Coface Seguros Riscos Políticos

Fonte: Coface

O risco político está em alta este ano e é uma das maiores fontes de apreensão em relação ao desempenho econômico global. A avaliação é da Coface, líder global em seguro de crédito e pioneira no fornecimento de informações comerciais, em seu mais recente estudo global Coface Country Risk, que abrange 160 países.

Para a Coface, não há dúvida de que 2024 será um ano tumultuado, com eleições em mais de 70 países, incluindo sete dos mais populosos do mundo, e abrangendo metade da população mundial, ou 55% do PIB global. A onda de eleições, recorda o levantamento, começou em janeiro em Taiwan e vai se estender até novembro, nos Estados Unidos.

O estudo lembra que da Índia ao México, passando pela Áustria, Tunísia, Indonésia e El Salvador, “as eleições fornecerão uma oportunidade para que ventos populistas varram todos os cinco continentes. Isso dará impulso extra a uma tendência que se enraizou nos últimos dez anos e mais: o aumento da agitação social e da instabilidade (geo)política”.

De acordo com Ruben Nizard, economista da América do Norte e Diretor de Risco Político da Coface, com este calendário eleitoral supercarregado no horizonte, nosso mais recente índice de risco social e político destaca que a vulnerabilidade social e política está acelerando ao redor do mundo, criando incerteza e instabilidade em igual medida para nosso ambiente. A pontuação média global subiu para 38,6%, não muito longe do pico de 2021 (39,4%) após a crise da Covid-19, e acima dos níveis pré-Covid (média de 2016-2020: 36,9%). Nossos indicadores têm anunciado que estamos entrando em uma nova fase para esses riscos desde o início da década.”

Essa perspectiva foi um dos fatores que fizeram a Coface prever redução no crescimento do PIB mundial para 2,4% em 2024, depois de ter crescido 2,7% no ano anterior. Será o menor índice de aceleração desde 2011, com exceção da queda de 3,0% registrada em 2020, no pico da pandemia.

De acordo com Patricia Krause, economista-chefe da Coface América Latina, o ritmo menor da atividade econômica deve acontecer também no Brasil, com um crescimento de 2,0% em 2024, em comparação a 2,9% em 2023 e 3,0% em 2022. No continente, o quadro mais preocupante é, segundo ela, na Argentina, que deverá ter novo ano de recessão em 2024, em que pesem alguns resultados alcançados nos primeiros meses do governo Milei. Para Patricia Krause, esses números positivos registrados até aqui não são sustentáveis e não autorizam previsões otimistas em relação ao país.

No caso do Brasil, um dos principais pontos de atenção é a situação fiscal, principalmente pela provável elevação dos gastos públicos (incluindo programas sociais como o Bolsa Família e aumento real do salário mínimo), além da redução dos preços médios de commodities e despesas elevadas com juros. 

Piloto Gabriel Bortoleto visita Instituto Porto  

Piloto Gabriel Bortoleto visita Instituto Porto  

Fonte: Porto

No último dia 9, Gabriel Bortoleto, piloto recém-chegado à F2, visitou o Instituto Porto, organização sem fins lucrativos que tem como objetivo apoiar o desenvolvimento de projetos socioambientais e culturais da região de Campos Elíseos, no centro de São Paulo. 

Além de conhecer o projeto, as atividades e instalações do Instituto, Bortoleto reservou um tempo para falar com as crianças e jovens do programa Jovem Aprendiz sobre vida, sonhos e carreira, e respondeu as perguntas de ouvintes atentos, que foram desde “Se não fosse piloto, o que você seria?” e “Você gosta de Velozes e Furiosos?”, até as mais complexas, como suas motivações para se manter distante da família e perto do sonho, morando na Itália desde os 12 anos, e do que sente mais falta quando está longe do Brasil. 

“A visita do Bortoleto ao Instituto foi muito especial. As crianças e jovens se prepararam para a conversa, estudaram sobre ele, e estavam ansiosos para conhecê-lo. Esses encontros são sementes plantadas em cada um deles. Falar sobre lutar pelos sonhos e ter grandes responsabilidades é sempre de grande valor”, comenta Mirian Mesquita, gerente do Instituto Porto. 

O Instituto oferece cursos profissionalizantes gratuitos para jovens e adultos com o objetivo de proporcionar uma melhor condição socioeconômica por meio do acesso ao emprego, e também o atendimento a crianças e adolescentes por meio do Ação Educa, uma iniciativa que visa complementar as atividades do ensino escolar com atividades socioeducativas, reforço nas disciplinas de português e matemática, aulas de inglês, artes, esportes, atendimento psicológico, entre outras. 

Em 2022 e 2023, as crianças do Instituto Porto tiveram a oportunidade de participar do GP São Paulo de Fórmula 1, interagiram com os pilotos e até ganharam bonés autografados. 

Em 2024, a Porto é mais uma vez patrocinadora do GP São Paulo de Fórmula 1, e Gabriel Bortoleto faz parte da squad de pilotos apoiados pela empresa, que conta também com Rubinho Barrichello, Dudu Barrichello, Fefo Barrichello e Aurélia Nobels.

Em janeiro, seguradoras contrataram R$ 2,8 bilhões em resseguro

As seguradoras contrataram R$ 2,8 bilhões em resseguros no primeiro mês do ano, alta de 3,6% em relação a janeiro de 2023. O valor, de acordo com a 40ª edição do Boletim IRB+Mercado divulgado pela plataforma IRB+Inteligência, é o maior já registrado pela série histórica, iniciada em 2014. A análise, feita a partir da base de dados publicada pela Susep em 1o. de abril, mostra que os prêmios cedidos em resseguros, que alcançavam o valor de R$ 557 milhões há dez anos, praticamente quintuplicaram de lá para cá.

Em janeiro, a alta na contratação de resseguros, apesar de recorde, não acompanhou a mesma velocidade de crescimento da emissão de prêmios em seguros. O faturamento total das seguradoras chegou a R$ 16,6 bilhões, valor 10,3% maior que o apurado em janeiro de 2023. Segundo o Boletim IRB+Mercado, que considera os seguros de danos, responsabilidades e pessoas, quase todos os segmentos cresceram, com destaque para o Crédito e Garantia, com a maior variação positiva (+21,8%), e Vida, com a maior variação nominal (+ R$ 745 milhões). Apenas o seguro Rural recuou no mês (-1,2%). 

Entre os grupos seguradores, 66% tiveram aumento no faturamento frente ao primeiro mês do ano passado. Ainda de acordo com o Boletim IRB+Mercado o lucro líquido das seguradoras teve leve alta (+2,4%), chegando a R$ 2,78 bilhões. Já a sinistralidade geral registrou nova queda de 1,5 ponto percentual (p.p.), fechando em 43%. A recuperação foi impulsionada, principalmente, pela queda no índice de sinistros dos segmentos Crédito e Garantia (-84,9 p.p.) e Corporativos de Danos e Responsabilidades (-4,4 p.p.)

Seguro Viagem cai 14,8%

Maior segmento, Vida, que responde por 33,7% do mercado, cresceu 15,3% na comparação com janeiro de 2023 e fechou o mês com faturamento de R$ 5,6 bilhões. Os produtos Vida e Acidentes Pessoais evoluíram 16,3% e 26,1%, respectivamente. Em movimento contrário, os seguros Viagem retraíram 14,8%. A sinistralidade do segmento recuou 0,4 p.p. e fechou em 28,3%. 

Automóvel, que responde por 27,8% do mercado, faturou R$ 4,6 bilhões, variação positiva de 4,7%. Desde outubro de 2021, a taxa de sinistralidade do segmento registra melhora. No primeiro mês de 2024, houve redução de 2,6 p.p. ante janeiro de 2023: 58,6%. Já Corporativo de Danos e Responsabilidades, que representa 20% dos prêmios emitidos, ampliou em 10,2% o faturamento: R$ 3,3 bilhões. A sinistralidade do segmento caiu 4,4 p.p. ficando em 30%, a melhor considerando os últimos dois anos.

Com a maior variação para o mês de janeiro desde 2014, Individual contra Danos cresceu 18,8% na comparação anual, chegando a R$ 1,4 bilhão. O segmento, que responde por 8,2% do mercado, foi impulsionado pela alta de 32,2% na venda do seguro Compreensivo Residencial. A sinistralidade também subiu de 38,5% em janeiro de 2023 para 44,2%. 

Rural terminou janeiro com R$ 1,2 bilhão em prêmios emitidos. O segmento, que responde por  7,1% do mercado, viu a sinistralidade avançar 33,8 p.p., atingindo 71,3%. Menor segmento (3,2% do faturamento total), Crédito e Garantia faturou R$ 530 milhões em janeiro. Nesse mês, a sinistralidade reduziu 84,9 p.p. e atingiu 28,4%.

Artigo: o impacto do novo arcabouço fiscal no mercado de seguros

por Stephanie Zalcman e Guilherme Pugliesi*

O mercado de seguros é influenciado por diversos fatores e o arcabouço fiscal desempenha um papel crucial nesse cenário. Como as políticas fiscais adotadas por um país afetam as seguradoras e os consumidores, moldando seu comportamento e suas decisões, o arcabouço fiscal acaba trazendo várias implicações para o mercado de seguros.

As políticas fiscais impactam os prêmios de seguros e as deduções fiscais disponíveis para os segurados. Em alguns países, por exemplo, os prêmios de seguros de vida podem ser deduzidos do imposto de renda, o que incentiva a aquisição desse tipo de produto. Além disso, as seguradoras estão sujeitas a impostos, taxas e regulamentações que interferem em seus lucros e competitividade.

Os governos muitas vezes usam incentivos fiscais para promover certos tipos de seguros, como seguro saúde ou seguro de previdência privada. Isso pode incluir isenções fiscais para prêmios de seguros específicos ou benefícios fiscais para empresas que oferecem planos de seguro para seus funcionários. Esses incentivos podem influenciar a demanda por determinados tipos de seguros e moldar a estrutura do mercado.

Uma política fiscal sólida traz estabilidade financeira ao setor de seguros. Um ambiente fiscal favorável atrai investimentos e pode promover o crescimento sustentável do setor. É o que promete o Regime Fiscal Sustentável, conhecido como Novo Arcabouço Fiscal (PLP 93/2023). Ao substituir o Teto de Gastos atualmente em vigor por um regime fiscal focado no equilíbrio entre arrecadação e despesas, ele impõe maior rigor nas contas públicas, propiciando um ambiente mais estável e previsível. 

Por outro lado, políticas fiscais desfavoráveis ​​podem criar riscos e vulnerabilidades no mercado de seguros. Impostos excessivos sobre os prêmios de seguros desencorajam os consumidores a adquirir cobertura, deixando-os expostos a riscos financeiros significativos em caso de sinistro. Da mesma forma, políticas fiscais que favorecem alguns tipos de seguros em detrimento de outros podem distorcer a concorrência e criar desequilíbrios.

Investimentos trazem novas oportunidades 

O regime fiscal estabelecido amplia investimentos públicos em áreas como saúde, infraestrutura e financiamentos. Isso impulsiona o crescimento do setor, estimulando as seguradoras a alocar recursos em tecnologia, sistemas e estratégias preventivas de riscos. Ademais, tal estrutura propicia um ambiente mais competitivo, já que as seguradoras podem ajustar suas abordagens de acordo com sua disposição para riscos específicos, reduzindo prêmios e tornando os seguros mais acessíveis.

O Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) prevê uma série de medidas voltadas ao desenvolvimento econômico e social do país. Ele pode influenciar o mercado de seguros de diversas maneiras. 

Afinal, a implementação de grandes obras públicas em setores como transporte, energia, saneamento básico e habitação provoca a demanda por seguros relacionados a projetos de infraestrutura, como seguros de engenharia, garantia e responsabilidade civil. Empreendimentos como estradas, portos, aeroportos e usinas comportam riscos que necessitam de coberturas específicas. Isso sem falar que esses projetos podem suscitar riscos ambientais, cibernéticos e de segurança, entre outros riscos emergentes que o mercado de seguros terá que abordar desenvolvendo novos produtos.

Mas as oportunidades que o PAC fomenta não param por aí. Por meio de parcerias público-privadas e concessões de infraestrutura, o PAC atrai investimentos privados que também demandam seguros, quando esses investidores buscam proteger seus ativos e mitigar os riscos associados a esses empreendimentos. 

Além disso, o próprio crescimento econômico impulsionado pelo PAC pode levar a um aumento na atividade empresarial. A consequência é uma procura maior por seguros empresariais, como seguros de propriedade, responsabilidade civil e seguros de saúde corporativa.

Em resumo, o mercado de seguros pode ser beneficiado pela ação governamental em diversas frentes. De um lado, políticas fiscais inteligentes, como o Novo Arcabouço Fiscal, podem promover o crescimento sustentável do setor. De outro, o PAC, ao estimular o desenvolvimento econômico e social do país, gera uma miríade de novas oportunidades de negócio para esse mercado, ao provocar a demanda por seguros em diversas searas.

Por isso, a expectativa do setor é no sentido de que os governos adotem uma abordagem equilibrada e bem pensada ao formular políticas públicas. Com isso, sai ganhando não apenas o mercado de seguros, responsável pela geração de milhares de empregos, mas também as empresas e consumidores, que contam com opções mais diversificadas e acessíveis para se protegerem contra riscos.

* Stephanie Zalcman é diretora técnica de Operações e Estruturação na Wiz Corporate e Guilherme Pugliese é diretor de P&C e Setor Público na Wiz Corporate

Odontoprev patrocina espetáculo A Noviça Rebelde, no Rio de Janeiro

Fonte: Odontoprev

Este ano, a Odontoprev, empresa de planos odontológicos, decidiu entrar em cena e patrocinar um dos espetáculos mais aguardados pelo público: A Noviça Rebelde. A iniciativa chega como uma continuação dos projetos culturais apoiados e lançados pela empresa nos últimos anos.

Sheila Ferrari, Gerente Executiva de Marketing, Pesquisa e Sustentabilidade da Odontoprev, destaca a importância de promover a cultura como um agente transformador da sociedade. “O objetivo da Odontoprev é valorizar a arte e aproximá-la cada vez mais do público. Para nós, o investimento em projetos de caráter social, ambiental, esportivo e cultural é também uma forma de cuidar das pessoas, promovendo qualidade de vida, bem-estar e, acima de tudo, despertando sorrisos.”

O espetáculo, que conquistou a Broadway e marcou a vida de milhares de pessoas desde a sua estreia, em 1959, será exibido no Rio de Janeiro e São Paulo, entre abril e julho deste ano, e espera receber mais de 100 mil pessoas durante toda a temporada, considerando os dois estados. A peça estreia com um elenco de peso, como Larissa Manoela, Malu Rodrigues e Pierre Baitelli.  

Serviço:
A Noviça Rebelde
Local: Teatro Riachuelo
Endereço: Rua do Passeio , 40 – Centro – Rio de Janeiro – RJ
Quando: 19 de abril a 23 de junho de 2024 – múltiplas sessões
Ingressos a partir de R$ 19

Capital global de resseguro atinge US$ 729 bilhões em 2023

resseguro

Com o portal Risk Insurance

A indústria global de resseguros experimentou um aumento significativo na lucratividade e no retorno sobre o patrimônio (ROE) em 2023, levando a um aumento de 12% no capital, para um recorde de US$ 729 bilhões, de acordo com o Relatório de Mercado de Resseguros de 2023 da Gallagher Re.

O capital do ressegurador do índice aumentou 12%, para US$ 599 bilhões, principalmente devido ao maior lucro líquido e aos ganhos de investimento não realizados, cujas significativas participações acionárias nos EUA aumentaram de valor durante o ano. O capital alternativo, incluindo obrigações catastróficas, totalizou US$ 107 bilhões, acima dos US$ 96 bilhões em 2022.

O lucro líquido divulgado pelas resseguradoras do índice foi de US$ 97 bilhões, acima dos US$ 23 bilhões no ano fiscal de 2022, devido à maior subscrição e rentabilidade do investimento.

Para as 16 empresas do subconjunto, que forneceram as informações relevantes, o crescimento das receitas permaneceu forte em 7,6%, mas abaixo do crescimento histórico observado em 2021 e 2022.

O relatório anual acompanha o capital e a rentabilidade da indústria global de resseguros, analisando 43 resseguradoras globais no Gallagher Reinsurance Index, bem como detalhes adicionais sobre 16 “subconjuntos” de empresas que divulgam perdas por catástrofes naturais e liberações de reservas do ano anterior.

“Os ROE subjacentes foram materialmente mais elevados devido a uma redução adicional nos rácios combinados subjacentes e a rendimentos de investimento recorrentes mais elevados”, afirmaram os autores do relatório. “O ROE dos resseguradores excede agora confortavelmente o custo de capital da indústria.”

O crescimento do capital da indústria foi impulsionado pelas empresas do índice, que contribuem com mais de 80% do capital total da indústria, e por uma quantidade crescente de capital alternativo não vida, afirmou Gallagher Re.

O índice combinado comunicado para o grupo do subconjunto melhorou 5,7 pontos percentuais, para 88,9% em 2023, apesar de um aumento moderado no índice de despesas. Isto deveu-se a um menor impacto das catástrofes naturais, a uma redução no rácio de perdas por desgaste no ano corrente e a um ligeiro aumento na libertação de reservas.

“A melhor experiência em catástrofes naturais das resseguradoras contrasta fortemente com as perdas globais seguradas por catástrofes naturais, que a Gallagher Re estima que permaneçam elevadas em US$ 123 bilhões em 2023”, afirmou o relatório.

“As empresas do subconjunto sofreram uma proporção reduzida dessas perdas nos últimos três anos, de 9,2% em 2021 para 8% em 2022 e 7,3% em 2023. Isto reflete pontos de ligação mais elevados e a natureza das perdas catastróficas de 2023, que foram dominadas por os chamados perigos ‘secundários’, em vez de furacões que atingem a costa dos EUA.”

O relatório também observou que o grupo do subconjunto gerou um ROE de 14,3% em 2023, acima do custo médio ponderado de capital para o período 2017-2023.

“Estes fatores não só reforçam a resiliência e o potencial poder de ganhos da indústria de resseguros, mas também colocam os resseguradores numa melhor posição para absorver qualquer potencial volatilidade dos lucros, como as perdas causadas por catástrofes naturais”, afirmou o relatório.

Seguro agrícola é beneficiado por avanços do Zarc da soja

Guilherme Frezzarin, superintendente de agronegócios da FF Seguros.

Fonte: FF Seguros

Neste mês, o Zoneamento Agrícola de Risco Climático (Zarc) para a cultura da soja completa um ano desde a sua atualização, que foi anunciada pelo Ministério da Agricultura em abril de 2023. Os resultados da mudança são claros: a ferramenta impulsiona a mitigação de riscos climáticos. “Acreditamos que o mercado já está bem adaptado ao novo Zarc da soja. Com o auxílio dessa ferramenta em uma versão mais completa e precisa, os agricultores estão conseguindo melhorar o manejo”, diz Guilherme Frezzarin, superintendente de agronegócios da FF Seguros.

Desde sua implementação, o novo Zarc tem fornecido aos agricultores uma visão mais precisa e detalhada das condições edafoclimáticas que afetam suas colheitas. Uma das mudanças mais significativas foi a alteração da classificação de solos, que passou a ter uma abordagem mais complexa e completa, considerando os percentuais de argila, silte e areia dos solos e o parâmetro de Água Disponível (AD).

“O Zarc é uma ferramenta poderosa para os produtores, que permite planejar a safra e adequar as janelas de cultivo para proteger a lavoura contra intempéries e preservar o máximo potencial produtivo da soja. A tendência é que o Zarc evolua cada vez mais e possa trazer recomendações para necessidades específicas e condições locais”, opina Frezzarin.

Celebrando um ano de aplicação no campo, o Zarc inspira outras iniciativas, abrindo caminho para uma agricultura mais inteligente, personalizada e resiliente contra os desafios climáticos. Um exemplo disso é que a Embrapa lançou o Documento 447 – Níveis de manejo do solo para avaliação de riscos climáticos na cultura da soja, que propõe incorporar novos indicadores ao Zarc, já que o aporte de água nos sistemas agrícolas é um fator decisivo para o desenvolvimento da plantação.

A iniciativa da Embrapa prevê a criação de áreas de produção de soja em quatro níveis de manejo (NMs) para considerar os impactos de práticas agrícolas sobre características do solo. O modelo defende a aplicação do Índice de qualidade estrutural do solo (IQEs), obtido por meio do Diagnóstico Rápido da Estrutura do Solo (DRES). “Em conformidade com a qualidade e o histórico do manejo adotado, a metodologia prevê a adequação de parâmetros dos modelos do Zarc que determinam a disponibilidade de água para a cultura, gerando assim riscos hídricos decrescentes do primeiro ao quarto nível (NM1 ao NM4)”, afirmou a Embrapa em comunicado.

Segundo Frezzarin, a proposta da Embrapa é vanguardista e vai inspirar os agentes de mercado. Na FF Seguros, os cuidados com o manejo de solo já vinham sendo considerados pela equipe de subscrição desde 2021, valorizando as áreas de clientes que aplicavam boas práticas, como a adequada rotação de culturas e técnicas de conservação. “Temos tecnologia para identificar o tipo de solo, o tipo de manejo, as culturas antecessoras e a recomendação de correção de solo para aderir ao seguro. A cultura do seguro faz parte desse pacote de tecnologias”, conta Frezzarin.

O setor de seguros e seus clientes podem ser beneficiados pela aplicação do Zarc e mudanças vindouras. “Os produtores brasileiros estão na vanguarda da tecnologia, visando produzir com qualidade, resiliência e responsabilidade socioambiental. Nesse sentido, a FF Seguros inova junto com os produtores e se posiciona como uma parceira que oferece o seguro ideal”, diz o superintendente de agronegócios da FF Seguros.

Os avanços do Zarc colaboram para mitigar riscos com mais precisão. Dessa forma, a seguradora pode ajustar suas políticas e taxas para oferecer apólices mais competitivas, com preços e condições que reflitam a realidade de produção do agricultor e de forma cada vez mais assertiva.

Governo sinaliza mudanças no seguro rural para atender produtores de várias culturas

Fonte: Agência Câmara de Notícias

Após audiência pública na Comissão de Agricultura da Câmara dos Deputados nesta quinta-feira (11), o governo sinalizou para ajustes nas novas regras do seguro rural do Proagro para minimizar perdas dos pequenos agricultores. Eles reclamam de limites para o acionamento do seguro por produtores que têm várias culturas em uma mesma propriedade.

Hoje, o produtor pode acionar o seguro até sete vezes para um período de cinco anos, mas em um mesmo CPF. Antes, era possível acionar até três vezes, mas por cultura. O objetivo é cair para cinco acionamentos entre 2025 e 2026.

Presidente da Associação dos Produtores de Cebola de Santa Catarina, Jelson Gesser disse que o produtor é incentivado a ter uma produção diversificada. “Produtor de Santa Catarina cultiva mais do que uma lavoura na propriedade dele. Até porque sempre foi pregado pelos órgãos de pesquisa e extensão rural que nós precisávamos diversificar na nossa propriedade”.

Uso inadequado
Claudio Filgueiras, responsável pela área de agronegócio do Banco Central, disse que serão feitos ajustes, mas explicou que o governo precisa reduzir os gastos com o Proagro porque em 2023 ele custou R$ 8 bilhões para o Tesouro.

Filgueiras disse ainda que foram verificadas situações de uso inadequado do programa, como a de um produtor que conseguiu receber R$ 1 milhão do governo em 41 coberturas. “Pode ser que a nova regra tenha sido muito dura. Por isso que estamos discutindo com o ministério alguns ajustes para o próximo Plano Safra, mas nós não podíamos aceitar, no Banco Central, alguém receber isso tudo de um programa do governo.”

O deputado Pezenti (MDB-SC) disse que o governo precisa cortar despesas, mas afirmou que não considera altos os gastos com o Proagro. “Eu acho que R$ 8 bilhões gastos no Proagro são bastante dinheiro, mas não para um governo que gasta R$ 16 bilhões em Lei Rouanet para incentivo à cultura”, declarou.

Outras mudanças no programa foram a redução do faturamento mínimo para enquadramento no Proagro de R$ 335 mil para R$ 270 mil por ano; e a redução da garantia mínima, uma renda mínima entre as safras, de R$ 40 mil por ano para R$ 9 mil por cultura. Outra mudança, segundo Claudio Filgueiras, também quer induzir os produtores a plantarem em períodos de menor risco.

Fonte: Agência Câmara de Notícias

Instituto de Longevidade MAG completa 8 anos com informações voltadas para geração prateada 

Fonte: MAG
 


Hoje, 12, o Instituto de Longevidade MAG – associação sem fins lucrativos que estuda os impactos socioeconômicos do envelhecimento e oferece soluções para pessoas 60+, aposentados e pensionistas -, celebra seus oito anos de história. A organização, fundada pela MAG Seguros, reforça seu caráter associativo para contribuir para o dia a dia dos seus associados, além de continuar promovendo ações de interesse público que promovam a Longevidade Financeira dos brasileiros.

Dentre os parceiros envolvidos na oferta de serviços aos associados, além da própria MAG Seguros, estão entidades importantes, como o INSS (Instituto Nacional do Seguro Social), órgão do Ministério da Previdência Social e ligado diretamente ao Governo Federal, além das redes de farmácias DrogaRaia e Drogasil. 

Benefícios e impacto social por meio do Programa ViverMais

Atualmente, pessoas acima dos 60 anos, ou aposentados e pensionistas de qualquer idade, podem se associar ao Instituto contratando o Programa ViverMais, que oferece uma série de benefícios:

  • Seguro de Vida
  • Serviço de Assistência Funeral
  • Telessaúde
  • 2ª opinião médica
  • Assistência Residencial
  • Apoio tecnológico
  • Descontos em medicamentos;
  • Atendimento INSS;
  • Cursos de capacitação;
     

A organização oferece aos interessados a oportunidade de degustar gratuitamente por 3 meses dos seguintes benefícios do Programa: 

  • Descontos em medicamentos;
  • Atendimento INSS;
  • Cursos de capacitação;

Ainda em 2024, o Instituto de Longevidade lançará um novo plano associativo, com novos benefícios. É só acompanhar o portal da organização para ficar sabendo mais.

Portal

Durantes os oito anos de atuação, o portal do Instituto de Longevidade concentrou todas as informações sobre os projetos e serviços correntes, além de promover conteúdo relevante e exclusivo, o que rendeu importantes números consolidados:

  • Mais de 31 milhões de leitores e 71 milhões de páginas visualizadas;
  • Mais de 3 mil conteúdos próprios publicados como matérias;
  • 236,3 milhões de pessoas impactadas pela imprensa;
  • Mais de 38 mil pessoas 60+ e/ou aposentadas cadastradas para receber informações.

O reconhecimento através de números expressivos reforça o orgulho do Instituto em se posicionar como uma associação que representa os brasileiros acima dos 60 anos, além de aposentados e pensionistas de todas as idades. “Queremos seguir apoiando o segmento que defendemos e colaborando na geração de benefícios aos nossos associados. O aniversário é um marco que reflete não apenas a passagem do tempo, mas também o compromisso contínuo com a promoção da qualidade de vida e da longevidade financeira para milhões de brasileiros”, destaca Nilton Molina, Presidente do Instituto de Longevidade MAG. 

Projetos e serviços

O Instituto de Longevidade MAG tem um importante histórico de ações de interesse público voltadas a ampliar o debate e promover melhorias nas condições do envelhecimento da população brasileira:

  • IDL 

Índice de Desenvolvimento Urbano para Longevidade, o IDL objetiva medir o grau de preparação dos municípios brasileiros para o envelhecimento de suas populações. Foram realizadas 3 edições, a última tendo sido lançada em 2023, alcançando a marca de 5.570 municípios avaliados (todos do Brasil). 

  • GPL 

O projeto Gestão Pública para Longevidade foi uma capacitação oferecida a gestores públicos e membros de conselhos da pessoa idosa, desenvolvida pelo Instituto de Longevidade MAG com o apoio do Conselho Nacional da Pessoa Idosa. A relevância da proposta do GPL fez com que o projeto fosse apoiado com recursos do Fundo Nacional da Pessoa Idosa. 

  • Pesquisa de Preparação para Aposentadoria 

A Pesquisa de Preparação para Aposentadoria foi um estudo para mensurar o grau de preparação dos brasileiros para aposentadoria, avaliando desde aspirações até planos efetivamente implementados pelos indivíduos para garantir a sua segurança financeira em seu futuro. 

  • Guia da Longevidade Financeira 

O Instituto de Longevidade MAG elaborou o conceito de Longevidade Financeira, que indica os principais passos para alcançar o bem-estar financeiro ao longo de toda a vida. São eles: Ganhar mais, Poupar certo, Gastar bem, Investir melhor e Proteger capital. Através do Guia da Longevidade Financeira, um e-book que apresenta de forma fácil e aplicável maneiras para alcançar a tranquilidade financeira. O material está disponível para acesso no portal do Instituto. 

  • Indicadores Macroeconômicos 50+

Os Indicadores Macroeconômicos 50+ propõem analisar o IPCA, um dos principais indicadores de inflação do país – , com ênfase na cesta de consumo de pessoas mais velhas. Através de um balanceamento no percentual de cada rubrica que compõe o IPCA, o IPCA Aposentados e o IPCA 50+, é possível compreender a realidade macroeconômica desses segmentos, contribuindo com o debate sobre a Longevidade Financeira nessa etapa da vida.

Marcel Giacon assume diretoria comercial do canal corporativo da FF Seguros

marcelo giacon FF Seguros

Após se dedicar 10 anos ao projeto de crescimento da FF Seguros no mercado brasileiro, o diretor comercial do Canal Corporate, Carlos Eduardo Silvestre, deixa a companhia. O executivo Marcel Giacon, que já lidera as áreas de Bancassurance e Affinity, assume também o estratégico canal Corporate da seguradora, unificando todos os canais comerciais sob uma única diretoria.

“É com grande honra e entusiasmo que aceitei o convite para liderar o Corporate na FF Seguros. Estou confiante de que, com o apoio de nossa equipe excepcional, seremos capazes de superar as metas desafiadoras que temos pela frente e alavancar as sinergias criadas pela unificação dos canais comerciais”, afirma Marcel Giacon.

A FF Seguros agradece todo o empenho e dedicação de Eduardo Silvestre e deseja pleno sucesso em seus novos desafios no mundo corporativo.

FF Seguros registrou o melhor resultado de sua história em 2023. As vendas superaram R$ 1,6 bilhão, o que representa 23% de crescimento. O lucro líquido chegou a R$ 137 milhões. O resultado com subscrição alcançou R$ 37 milhões e o índice combinado 95%, ambos indicadores relevantes na avaliação do desempenho de uma seguradora. 

Giacon assume uma área que se consolidou no ano passado, depois de várias iniciativas e investimentos em pessoas e tecnologia. A FF Seguros atua com cinco unidades de negócios: Property & Casualty (P&C), que concentra os riscos patrimoniais de grandes empresas; Linhas Financeiras com as modalidades de seguro garantia, D&O/E&O, fiança locatícia PJ; Transportes de mercadorias; Agronegócios e Digital. A maior participação nas vendas ainda vem de grandes riscos, segmento responsável pelo início da FF Seguros que estreou sua operação no Brasil em 2010.