Narrativas femininas: amplitude e diversidade na comunicação

por Regina Macedo, Superintendente de Comunicação no Grupo Bradesco Seguros

Existem milhões de maneiras de olhar para o mundo em uma sociedade tão diversa e plural como a que vivemos. Cada um de nós é formado pelas pequenas e grandes vivências ao longo da vida, um painel interno de memórias. E o que nos faz ser quem somos, vem das maneiras e dos momentos em que escolhemos compartilhar, ou não, nossas dores e riquezas

Comunicar é trocar conhecimento, sentimentos, ideias. É o tecido que costura as experiências intrínsecas, que dá liga, compõe a narrativa e revela personalidade. 

Cada pessoa expressa seu repertório, seu jeito de ver o mundo, por meio das notícias que busca, filmes, seriados, livros com os quais se identifica e, é claro, há uma infinidade de opções em todos os meios de comunicação existentes. É de extrema importância acompanharmos o mundo e suas manifestações culturais, ampliando a visão e reflexão sobre as constantes mutações da sociedade. 

As histórias sobre mulheres, principalmente, são fonte inesgotável de transformação e inspiração, e contribuem para uma compreensão mais profunda da saga feminina em diversas culturas. Olhar além da nossa bolha individual amplia a visão, proporcionando uma apreciação mais rica e inclusiva da complexidade humana, além de nos sensibilizar a ouvir outras vozes que tantas vezes foram abafadas. 

Para aqueles que trabalham ou gostam de saber sobre os bastidores da área de comunicação, “The News Room” e “Borgen: o Reino, o Poder e a Glória” são seriados frequentes em minha lista de indicações. O primeiro acompanha os bastidores de um grande programa de televisão – semelhante ao recente “The Morning Show”, com Jennifer Aniston – após uma “crise ao vivo”. Na história, iremos descobrir como uma diretora recém-contratada irá contornar os desafios para reestabelecer a imagem do principal apresentador do projeto, tendo então a mulher como guia de mudança e em uma posição crucial para o sucesso de um negócio. Um tema conhecido por muitas de nós.

Já “Borgen” nos leva aos jogos da política, iniciando a história quando BirgittA Christensen, contra todas as expectativas, é eleita primeira-ministra da Dinamarca. Descobrir o universo por trás das câmeras já é entusiasmante, mas poder desbravar isso pelas estratégias e posicionamentos de uma mulher à frente de um dos cargos mais importantes do mundo, é uma forma irreverente de compreender as nuances do poder.

Em um mundo no qual ainda é necessário incentivarmos e abrirmos mais espaços para as mulheres, acredito ser indispensável a arte de poder experimentar, mesmo que por uma tela ou uma página, uma diferente inserção do papel da mulher nos mais diferentes cenários.

Ainda recomendo mais dois exemplos de protagonismo feminino: o primeiro é o filme “Tracks”, que para mim é a imagem visual da força de todas as mulheres, sejam para atravessar um deserto ou para conciliar a vida profissional e sonhos pessoais. Em 1997, a jovem Robyn Davidson (Mia Wasikowska) embarca em uma caminha de 2.700 quilômetros, pelo deserto da Austrália, partindo de Alice Springs. Acompanhada pelo fotógrafo do National Geographic, Rick Smolan (Adam Driver), documentado toda a viagem, e por seu fiel cachorro mais TRÊS camelos, ela pretende chegar até o Oceano Índico. Baseado no livro de Robyn Davidson, de mesmo nome.

Outra indicação é “Garota, mulher, outras”, uma prosa em poesia, se assim posso dizer. Com um formato diferente de tudo o que esperamos encontrar, Bernardine Evaristo nos conta a história de doze mulheres e nos permite adentrar o viver feminino em diferentes situações, evidenciando a pluralidade de quem somos e de quem podemos ser. O pano de fundo dessas histórias é uma Londres dividida e hostil, logo após a votação do Brexit: um lugar onde as pessoas lutam para sobreviver, muitas vezes sem esperança, sem que as suas necessidades sejam atendidas e sem que sejam ouvidas. Nesse ambiente opressor, as vozes de “Garota, mulher, outras” formam um coro e levantam reflexões poderosas sobre a estrutura da sociedade. Em 2019, venceu o Booker Prize, um dos mais importantes prêmios literários. 

Vale beber dessas fontes, se hidratar, e nutrir a própria narrativa de coragem ao longo da trajetória de cada uma de nós.

Com o uso de IA’s, Icatu traz recado do futuro aos participantes do Web Summit Rio

Fonte: Icatu

 A Icatu desenvolveu uma ação que combina inteligências artificiais (IAs) para provocar o público a refletir sobre proteção, planejamento financeiro e longevidade no Web Summit Rio 2024. Em dose dupla, com estande e masterclass, a única seguradora a patrocinar esta edição trará uma ativação que provoca os participantes a refletirem sobre qual amanhã eles estão construindo a partir das visões e decisões que eles têm tomado hoje. O evento é um dos mais relevantes e influentes do mundo em tecnologia, inovação e negócios, e acontecerá de 16 a 18 de abril no Riocentro.

Com estande de 54m², a companhia convida o público a entrar na “Cápsula do Amanhã” para conhecer o seu eu do futuro em uma experiência imersiva e pessoal, com a combinação de diferentes modelos de IA. 

“Nosso objetivo no Web Summit Rio é estimular o debate sobre proteção e planejamento financeiro, que são o coração do negócio da Icatu Seguros, e um dos principais pilares para uma vida longeva e segura. Foi com isso em mente que criamos uma ativação que provoca os participantes a refletirem sobre a importância de começar a pensar no seu futuro hoje”, afirma Cinthia Kato, Diretora de Marketing e Canais da Icatu. “Dados do Datafolha mostram que cerca de 67% dos brasileiros não têm qualquer reserva financeira para lidar com os imprevistos da vida. Ou seja, para dois terços da população, viver mais não será, necessariamente, viver melhor. Essa realidade é o mote para o que buscamos debater no nosso estande e na Masterclass”, completa. 

Masterclass – Na quarta-feira, 17/04, às 15h30, na Sala de Masterclass 2, a Icatu promoverá a Masterclass “Longevidade e imediatismo: o desafio da geração do ‘pra ontem’ em planejar o futuro”, que trará reflexões sobre as gerações atuais e a sua relação com a longevidade. Com a moderação de Cinthia Kato, o bate-papo contará com a participação da Paula Englert, CEO da Box1824 e especialista no desenvolvimento de estratégias e caminhos de futuro em grandes corporações; e Viviane Palladino, CEO da “Mais Vívida”, startup voltada a socialização e lifelong learning da população 60+.

“Enquanto os 60+ vivem a expansão do seu futuro investindo em um presente mais saudável fisicamente, mentalmente e financeiramente para viver com mais força e relevância, os mais jovens, vivenciando este envelhecer expandido, tem a chance de saber como cuidar mais de si e dos seus para garantir esta longevidade mais plena. Estudar estes comportamentos é fundamental para entendermos o momento atual e futuro da nossa sociedade”, Paula Englert, CEO da Box1824.

Longevidade e a proteção financeira no Brasil – Até o final deste século, segundo dados da ONU, o mundo terá mais de 21 milhões de pessoas com 100 anos ou mais, e o Brasil ampliará sua população de centenários em mais de 110 vezes, para mais de 1,5 milhão. Com as novas tecnologias, a expectativa de especialistas é que os bebês que nascem agora vivam mais e cheguem à velhice cada vez mais saudáveis. No entanto, uma pesquisa feita pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas em parceria com o SPC Brasil e o Sebrae constatou que quase metade dos jovens dessa geração não têm controle sobre seus gastos (47%) e não sabem como fazer investimentos rentáveis. 

“São números que trazem alertas. Além disso, apenas uma em cada quatro pessoas dessa faixa etária (25%) se preocupa com a aposentadoria. Temos aqui um desafio e uma oportunidade para desmistificar a proteção e o planejamento financeiro e, consequentemente, auxiliar na sua democratização”, afirma Cinthia.

As ativações da marca estarão presentes na cobertura da Icatu no Instagram (@icatuseguros) e em conteúdos especiais no LinkedIn. Pela hashtag #IcatuNoWebSummitRio será possível acompanhar as ações da companhia no evento.

Serviço: 

Web Summit Rio 2024 

de 15 a 18 de abril de 2024 

Local: Riocentro: Avenida Salvador Allende, 6555, Barra da Tijuca, Rio de Janeiro – RJ 

Estande Icatu: Pavilhão 4 – E427.

Masterclass: “Longevidade e imediatismo: o desafio da geração do ‘pra ontem’ em planejar o futuro”

Dia 17 de abril, às 15h30 

Local: Masterclass 2 – Masterclass area A

Meu Doutor Novamed, do Grupo Bradesco Seguros, registra aumento em teleconsultas com médico de família

Fonte: Bradesco

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a Atenção Primária à Saúde (APS) é capaz de resolver até 80% das demandas por cuidados de saúde, reduzindo em 17% as internações e em 29% a procura por serviços de emergência. A rede de clínicas Meu Doutor Novamed reforça a importância do foco em prevenção e Atenção Primária à Saúde (APS). O conceito da APS contempla um conjunto de ações de saúde, no âmbito individual e coletivo, que abrange a promoção e a proteção da saúde, a prevenção de agravamentos, o diagnóstico, o tratamento, a reabilitação, a redução de danos e a manutenção da saúde com o objetivo de desenvolver um atendimento integral que impacte positivamente na situação de saúde das coletividades.

Pautada por essa missão, a rede Meu Doutor Novamed faz um balanço do seu programa Meu Cuidado, que visa o acompanhamento integral e longitudinal do paciente. Atualmente, o programa conta com mais de 160 mil pacientes ativos nos estados em que estão presentes as 31 unidades (SP, RJ, MG, RS, PR, BA e PE).  Entre os pacientes, 61% são do sexo feminino e 39%, do sexo masculino, e a faixa etária predominante é de 19 a 39 anos. Mesmo com o retorno das atividades presenciais, a busca pelo teleatendimento na modalidade médico de família teve um aumento de 46% no mês de janeiro e de 26% no mês de fevereiro, em relação aos mesmos períodos de 2023.

“Os números revelam uma nova consciência sobre a importância da prevenção. O médico de família desempenha um papel crucial na promoção da saúde, cuidando do paciente a longo prazo, valorizando o diagnóstico prévio de doenças e estimulando hábitos saudáveis”, diz Aline Thomasi, superintendente executiva da rede Meu Doutor Novamed.

O programa Meu Cuidado conta com telemonitoramento, acompanhamento do esquema vacinal, agilidade no agendamento de consultas, avaliação e rastreio periódico de risco para doenças ou alterações cardiovasculares, rastreio periódico de doenças crônicas, entre outros serviços.

Porto reúne seus principais executivos e corretores em evento em Campinas 

Na última sexta-feira (12/04), a Porto promoveu mais uma edição do “A Porto tá por Perto”, que visa fortalecer e cultivar ainda mais o relacionamento da companhia com seus corretores. Dessa vez, o encontro ocorreu na cidade de Campinas e contou com a participação de 280 corretores da região, além de reunir convidados de Bragança Paulista, Jundiaí e Sorocaba.

Os convidados puderam trocar experiências com os executivos da companhia, como Paulo Kakinoff (CEO da Porto), Rivaldo Leite (CEO da Porto Seguro), Patrícia Chacon (COO da Porto Seguro), Luiz Arruda (VP Comercial e Marketing da Porto), Marcos Loução (CEO da Porto Bank), Lene Araujo (CEO da Porto Serviço), Eva Miguel (diretora Executiva de Produção Brasil), Marino Anjos (diretor Comercial do Interior e Litoral Paulista) e mais 9 representantes de produtos e comerciais.

Na ocasião, os executivos apresentaram aos corretores uma série de ações, oportunidades e conquistas para a região do Interior Paulista, suas perspectivas sobre o futuro do mercado de seguros e novidades em relação às quatro verticais de negócio (Porto Seguro, Porto Saúde, Porto Bank e Porto Serviço). Temas relacionados ao ecossistema da seguradora, bem como as tendências do mercado segurador no Brasil foram amplamente debatidos durante o encontro.

“Estamos muito satisfeitos em proporcionar essa experiência única de troca e aprendizados com os corretores. Esse evento tem justamente o objetivo de nos aproximar ainda mais dos nossos parceiros, que são peças-chave no crescimento desse mercado. Foi um prazer passar o dia com esses grandes profissionais que fazem história com a gente e que são parte essencial para a estratégia de desenvolvimento regional que estamos buscando com mais intensidade em 2024.” comenta Arruda.

Eva destacou a importância da relação da Porto com o interior paulista e seu histórico com os corretores “Sempre valorizamos muito a nossa ligação com os corretores e por meio desse evento queremos reforçar ainda mais nosso compromisso, também, com os nossos parceiros da região do interior paulista, que desempenham um papel fundamental em nossa trajetória. Este evento evidencia esse compromisso em fortalecer conexões, além de alinhar nossas estratégias com as necessidades locais.”

Além das palestras, trocas de experiências e networking, os corretores puderam usufruir de um café da manhã de boas-vindas, almoço, happy hour e coquetel após o evento. Atualmente, a Porto conta com mais de 33 mil corretores.

Zurich está entre as melhores empresas do país em diversidade, equidade e inclusão pelo GPTW 

Fonte: Zurich

O compromisso da Zurich de manter um ambiente de trabalho cada vez mais acolhedor, inclusivo, com equidade, representatividade e oportunidades iguais, tem gerado sucessivos resultados e reconhecimentos por parte de organizações especializadas em tendências de gestão de pessoas. A seguradora acaba de ser anunciada como destaque em cinco pilares do Ranking do Great Place to Work (GPTW) com foco em diversidade e conquistou o primeiro lugar entre as seguradoras para pessoas negras, LGBTI+ e mães e pais trabalharem, com o primeiro lugar em Primeira Infância.

Há dois anos, a companhia já havia conquistado posições nos rankings de Diversidade & Inclusão, considerando a categoria Mulheres. Com o resultado de agora, é a primeira vez que a Zurich também configura no ranking étnico-racial, pessoas com deficiência, LGBTQIA+ e primeira infância. 

“Acreditamos em um ambiente de trabalho inclusivo, diverso e com equidade. Por isso, temos feito esforços concretos para construir um espaço seguro e uma cultura que reflita os diversos perfis de talentos da companhia. O reconhecimento do GPTW é um estímulo para continuarmos investindo no desenvolvimento de todas as nossas pessoas”, diz Carlos Toledo, diretor executivo de Pessoas & Cultura da Seguradora Zurich. 

Com a atuação dos grupos de afinidades, foi possível proporcionar mudanças positivas no comportamento e na visão da empresa. As ações em prol da diversidade e da inclusão são desenvolvidas com base em direcionadores que permitem valorizar e potencializar o desenvolvimento de talentos, priorizando a equidade entre as posições que ocupam dentro da empresa. 

A companhia tem políticas consolidadas no que diz respeito à equidade de gênero e ascensão das mulheres em posições de liderança. É parte da estratégia da organização atingir um índice de 28% (25% atualmente) de mulheres no nível de diretoria no Brasil até 2024 e de 50% na liderança geral (49% atualmente). O executivo ressalta que a Zurich prioriza também benefícios com foco em parentalidade. 

A companhia disponibiliza licença de 180 dias para o responsável pela criança, e 42 dias para o corresponsável – extensível a todas as pessoas, independentemente do estado civil, do gênero ou da orientação sexual. Crianças recém-nascidas ou adotadas recebem um plano de previdência com aporte único de R$ 1.000. A seguradora também conta com a Jornada Parental para auxiliar as pessoas cuidadoras a conciliarem a vida profissional e familiar. Já para quem está em fase de amamentação, existe um lactário, que garante privacidade para coleta e armazenamento seguro. 

Diversidade  

Atualmente, a Zurich conta com 28% do total das profissionais autodeclaradas negras ou pardas (+2% acima de 2022), sendo 16% delas em posições de liderança. Diante desse diagnóstico e com ambição de aumentar ainda mais a diversidade étnico-racial interna, a companhia criou um programa de estágio com o objetivo de ampliar as oportunidades para negros e pardos desde o início da carreira até a evolução para cargos de liderança na empresa. “Dessa forma, a companhia oferece oportunidade para alcançarem seus potenciais máximos de desenvolvimento profissional”, diz. 

O programa de estágio conta com diversas ações que contribuem para o desenvolvimento do jovem talento. Nessa primeira edição, foram contratados 15 jovens com idade entre 20 e 26 anos, sendo 53% mulheres. Cada jovem é acompanhado por um tutor para o desenvolvimento de um projeto para melhorar a produtividade da área de atuação. A meta da companhia é ter 30% de profissionais negros até 2025. 

Para apoiar o desenvolvimento desses talentos, a empresa oferece uma mentoria para não-líderes ou integrantes do primeiro nível de liderança para um próximo nível de carreira. A primeira turma, já finalizada, contou com 13% dos participantes sendo promovidos. 

De acordo com Toledo, esses projetos comprovam a importância do assunto diversidade dentro da companhia e vem, cada vez mais ganhando espaço. “Por isso, ainda no âmbito do desenvolvimento profissional promovemos, em 2022, um Estágio Afirmativo para pessoas negras e indígenas, sem restrição de gênero, idade, deficiência ou orientação sexual”, ressalta. 

LGBTQI+ 

Em 2023, a Zurich reforçou seu posicionamento a favor da diversidade ao ser, pelo segundo ano, a seguradora oficial da Parada do Orgulho LGBT+, em São Paulo. Foi uma oportunidade para a companhia se posicionar a favor da manifestação social oferecendo proteção aos participantes do evento a partir de um seguro. 

Internamente, todos os benefícios oferecidos pela seguradora são inclusivos. Carlos Toledo cita o exemplo do programa “Entre Laços” que disponibiliza uma equipe multidisciplinar para acompanhar pais e mães durante a gestação e o bebê durante os primeiros seis meses de vida da criança. O programa oferece o mesmo suporte para pais de crianças adotadas. “Cônjuges homoafetivos são beneficiados pois a adoção é muito comum em casais LGBTQIA+”, diz. 

Pessoas com Deficiência 

Para permitir a inclusão de Pessoas com Deficiência, a Zurich tem a preocupação de tornar os locais de trabalho cada vez mais acessíveis e, para isso, tem adotado medidas como pesquisas internas para entender a necessidade dos PCD’s no ambiente de trabalho como cadeiras adaptadas ou fones de ouvido adaptados. 

Por querer tornar o ambiente inclusivo foi elaborado um Guia Rápido de Diversidade, Equidade, Inclusão & Pertencimento com orientação para evitar expressões consideradas ofensivas a grupos minorizados. Além disso, todos podem fazer aulas de libras com o conteúdo on-line disponibilizado para todos. 

“O fato de a Zurich estar entre as melhores empresas no quesito diversidade é resultado do trabalho feito internamente para dimensionar o assunto com participação da alta liderança da companhia. Para isso, temos um orçamento permanente dedicado para programas de desenvolvimento afirmativo como a mentoria e o estágio afirmativo, além de aumento nos benefícios dedicado a jornada parental com foco no cuidado de mães e pais”, diz o Diretor Executivo de Pessoas & Cultura da Seguradora Zurich.

Algoritmos são usados para otimizar (ou não) os preços de seguros

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Eis o mais recente artigo para o Infomoney

Claro que ninguém quer perder dinheiro. Muito menos as seguradoras. Uma coisa que poucos sabem é que elas têm o direito de buscar reembolso pelos prejuízos que pagaram aos seus clientes devido a danos causados por terceiros. Por isso não se assuste se receber da seguradora uma mensagem de cobrança pelos danos causados a alguém que não foram indenizados por você ou pela sua seguradora.

Isso é conhecido como sub-rogação. Quando uma seguradora paga uma indenização a um segurado por danos causados por outra pessoa ou entidade, ela pode buscar reembolso desses valores junto ao responsável pelos danos. Isso é feito para proteger a seguradora contra perdas financeiras injustas e para responsabilizar os culpados pelos danos que causaram. Em muitos casos, quem paga por estes valores é a seguradora do réu. Se ele não tem seguro, terá de arcar com a conta.

Recentemente, a Juíza Ana Paula da Veiga Carlota Miranda, da 3ª Vara Cível da Comarca de Cuiabá, condenou a Energisa Mato Grosso – Distribuidora de Energia a ressarcir a Porto Seguro em R$ 8,3 mil. A sentença foi resultado de uma ação de ressarcimento de danos movida pela seguradora contra a concessionária de energia elétrica. Segundo a magistrada, ficou comprovado que os danos ocorreram devido a um surto elétrico na rede de energia fornecida pela ré, a Energisa Mato Grosso. A responsabilidade da concessionária de energia elétrica foi baseada na legislação, que estabelece a responsabilidade objetiva das empresas prestadoras de serviços públicos. Além disso, foram citados dispositivos do Código Civil que tratam da reparação de danos causados a terceiros por ato ilícito.

O valor da sentença é irrisório diante dos números divulgados pela empresa no ano passado, como o lucro de R$ 2,26 bilhões e as vendas de R$ 31,7 bilhões. Mas, se estiver ocorrendo em outros estados, onde a penetração de seguros é maior, pode movimentar milhões de reais para a rubrica “recuperação” do balanço financeiro. E quanto mais dinheiro entra, mais é possível baixar o preço final do seguro, com intuito de aumentar as vendas e entregar mais resultados aos acionistas.

A Porto optou por não comentar o assunto, ao ser questionada se este tipo de ação estaria ocorrendo também em São Paulo, maior mercado consumidor de seguros do Brasil. A Enel, concessionária de energia de São Paulo, do Ceará e de 66 cidades no Rio de Janeiro, enfrenta uma grave crise de multas e até ameaça de fim do contrato de concessão diante de cobranças do governo paulista pelas perdas geradas aos consumidores devido à demora no restabelecimento de energia em dias de temporais.

Além da falta de luz que prejudicou hospitais, colégios, comércio e famílias, as árvores destruíram carros e fiações, resultando em oscilações com o liga e desliga de energia que queimaram equipamentos dos consumidores. A Enel informou, em novembro passado, quando São Paulo parou, que ‘a manutenção da arborização no espaço público, incluindo podas preventivas e periódicas para evitar o contato das árvores com a rede elétrica, é atribuição de responsabilidade das prefeituras’.

A pressão sobre os governos — federal, estaduais e municipais — para ressarcimento dos prejuízos que causam à população pela falta de gestão do dinheiro que recebem em tributos é grande. A sociedade tem valorizado o que paga e exige contrapartidas, como ter atendimento de saúde, educação, segurança. Três itens que pesam no orçamento da classe média obrigada a contratar serviços privados.

Penalizar o causador do prejuízo serve para educar as pessoas comuns e os gestores de recursos públicos. No mundo todo. Nos países desenvolvidos, boa parte da criminalidade é contida pela educação, parrudo e eficiente sistema de segurança e pelos avanços da tecnologia, com uso da IA.

Nos EUA, maior consumidor de seguros no mundo, com 44% dos US$ 7 trilhões em vendas anuais, as companhias de seguros já utilizam imagens aéreas de casas. O Geospatial Insurance Consortium, financiado pela indústria, tem um programa de imagens de aviões que diz cobrir 99% da população dos EUA. O levantamento leva em conta o investimento em segurança, se a região é propensa a inundações ou alagamentos, se está num possível trajeto de um tornado ou furação e se o governo local tem investido em gerenciamento de riscos, levando em conta um plano de contingenciamento para o agravamento dos eventos da natureza.

O escopo do trabalho do atuário leva em conta tanto o escoamento da água fluviais, a coleta de lixo, a limpeza de córregos entre outros. Se não estiver em conformidade, as seguradoras enviam uma carta para os clientes de propriedades consideradas de maior risco informando que o seguro não será renovado. Foi o que fez a State Farm, uma das maiores dos EUA, no mês passado. Avisou que planeja reduzir a cobertura em cerca de 30 mil propriedades residenciais e 42 mil propriedades comerciais.

Daí começam manifestações públicas, pois ninguém quer ficar sem seguro e correr o risco de perder ou ter seu patrimônio desvalorizado. Flórida e Califórnia impuseram tantas leis de proteção ao consumidor, que as seguradoras abandonaram as vendas em diversas cidades e os moradores ficaram sem seguros e viram os preços de seus imóveis declinarem em razão disso.

Vários estados nos EUA restringem os motivos pelos quais as seguradoras podem citar para não renovarem as apólices. O não pagamento do seguro é o principal. Entre os seguros residenciais, um dos poucos motivos permitidos é o não cumprimento da manutenção do telhado. Algo como acontece aqui com carros. Quanto mais velho o telhado, maior o risco de sucumbir a uma chuva de granizo. Então as seguradoras americanas alegam que este cliente tem de pagar mais pelo seguro.

O comissário estadual de seguros da Califórnia, Ricardo Lara, se empenha em mudar a legislação do estado para atrair as seguradoras. “O momento em que vivemos é como um casamento forçado com o setor de seguros, onde eles não vão gostar de todas as reformas que queremos fazer, e nós também não vamos aceitar tudo o que eles pedem. Vamos ficar juntos pelas crianças agora’”, disse em uma entrevista no Insurance Diversity Summit, evento realizado em Los Angeles em abril, da qual a CNseg, confederação das seguradoras, teve relevante participação. O objetivo do encontro foi debater soluções para que a população, dos EUA e mundial, que lida com preços elevados de seguros ou com a falta de oferta, consiga ter acesso a proteção financeira em tempos de eventos climáticos mais intensos.

Vemos um problema semelhante no Brasil com planos de saúde, regulados pela Agência Nacional de Saúde (ANS), fundada juntamente com a aprovação de uma lei dura para o setor de saúde em 2000. Praticamente não há mais oferta de planos individuais.

Os planos coletivos praticam aumentos abusivos. Uma parte dos que tinham planos privados migraram para o Sistema Único de Saúde, do governo federal, que não tem recursos suficientes para reduzir a fila com mais de 1 milhão de cirurgias eletivas paradas no país, segundos dados divulgados pelo Ministério da Saúde no ano passado.

O governo ainda tem de lidar com a judicialização da saúde e com as queixas do consumidor de saúde, líder no ranking de reclamações de órgãos reguladores. Foram identificados, em 2022, cerca de 460 mil novos processos judiciais sobre saúde no Brasil, sendo 164 mil sobre saúde suplementar, segundo o Painel de Estatísticas Processuais de Direito da Saúde, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

Dados da Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde) revelam que entre os assuntos mais judicializados estão o fornecimento de medicamentos, o tratamento médico-hospitalar, o reajuste contratual e os leitos hospitalares. Ou seja, ninguém feliz nesta rede de conexão e a discussão parece ser infinita, sem solução do problema para a sociedade.

Uma das saídas das seguradoras tem sido usar a IA para equilibrar as expectativas e os resultados futuros. O Brasil ainda trabalha para tornar o banco de dados que tem de fato inteligente. A pretensão é ter um mercado de seguros mais maduro com o convencimento dos usuários a autorizarem o compartilhamento de dados. Clientes relutam em aceitar descontos em troca do consentimento às seguradoras de automóveis que querem rastrear como seus clientes dirigem.

Depois disso, o esforço está na organização e análise dos dados para aprimorar a avaliação dos sinistros, a personalização de apólices, incremento do atendimento ao clientes, na detecção de fraudes e nas previsões de tendências usando dados históricos e algoritmos generativos para que possam prever tendências futuras no mercado de seguros e se prepararem para alterações no produto diante do comportamento do cliente, do ambiente regulatório, da macroeconomia e das mudanças climáticas.

Enquanto o banco de dados cresce e a inteligência artificial aprende a analisá-lo, a sociedade é treinada para colocar em prática a máxima do ditado popular: “o custo do cuidado é sempre menor do que o custo do reparo”.

Tacylla Mussana assume como coordenadora de produtos da Seguradora ALM

Fonte: ALM

A Seguradora ALM anuncia a contratação de Tacylla Mussana. A executiva chega para assumir novos desafios na carreira, depois de passagens por empresas como Itaú e Banco Bmg. “É uma excelente oportunidade de colocar em prática todo conhecimento adquirido no decorrer da minha vivência, no ambiente corporativo. Acompanhar todas as fases do desenvolvimento de um produto é essencial para agregar valor ao cliente e podermos atingir as expectativas de vendas que temos como meta”, afirma a executiva. 

Tacylla Mussana é formada em Administração de Empresas. Trabalhou na Caixa Econômica Federal, no Banco Itaú e no Banco Bmg, onde se especializou na área de Produtos.  Possui certificado internacional Scrum Product Owner CSPO, pela Scrum Alliance, além de atuar com Google Cloud e GCP.

Fundador e sócio da Thinkseg, Andre Gregori inicia parceria com Aruana Seguradora 

Andre Gregori seguros

Aruana Seguradora anuncia parceria com o sócio e fundador da Thinkseg, Andre Gregori, para a implementação de soluções de inovação e desenvolvimento de novos produtos na companhia que tem 20 anos de mercado. “A primeira grande ação da reestruturação é a vinda do fundador da Thinkseg, Andre Gregori, como presidente do Conselho de Inovação e Desenvolvimento da Aruana”, diz o diretor executivo da Aruana Seguradora, Paulo Augusto Freitas de Souza, em nota.

O diretor executivo da Aruana explica que a companhia está sendo reestruturada para aproveitar o crescimento do setor de seguros no Brasil. “A expansão da arrecadação no mercado de seguros subiu dois dígitos em 2023 e será mantida em 2024. Diante de tantas oportunidades, a perspectiva é de que a Aruana Seguradora alcance 1 bilhão, em prêmios, em até 5 anos”, afirma Fretas de Souza. 

”Estou feliz em aceitar esse desafio, pois vejo o mercado com muitas oportunidades não exploradas. Minha larga experiência no setor reúne inúmeros componentes para gerar valor à nova estratégia, como, por exemplo, habilidades de inovação, não só tecnológica, mas de precificação, fluxos e, principalmente, atendimento ao cliente. Sabemos bem o que nossos parceiros precisam e o que o cliente final deseja”, diz o sócio fundador da Thinkseg, Andre Gregori, também ex-sócio do BTG Pactual. 

Atualmente, a Aruana atua nos ramos de vida, responsabilidade civil facultativa (RCF), responsabilidade civil profissional (RCP) e seguro residencial. No passado, a Aruana Seguradora teve como carro-chefe dos seus negócios o seguro do trânsito DPVAT (Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Via Terrestre). 

O fundador da Thinkseg explica que o Conselho de Inovação vai transformar os negócios da Aruana Seguradora. O objetivo é estar presente em grandes riscos, novos produtos atrelados aos riscos do mercado de crédito de carbono, presença em plataformas digitais e em programas internacionais. “O modelo que divulgaremos, em breve, será totalmente novo”, comenta Gregori em comunicado. 

Paulo Augusto Freitas de Souza e Andre Gregori contam que o Conselho será composto por três integrantes na fase inicial. Mas, o objetivo é chegar a 7 participantes até o final de 2024. Por enquanto, a fase é de prospecção dos participantes do Conselho em diferentes setores: varejo, bancário, infraestrutura, energia, agronegócio e automobilístico. 

Susep publica regulamentação complementar sobre os produtos PGBL e VGBL

Fonte: Susep

A Superintendência de Seguros Privados (Susep) publicou hoje, com vigência imediata, as Circulares Susep nº 698/2024 e nº 699/2024, que dispõem sobre as regras e critérios complementares de funcionamento e de operação da cobertura por sobrevivência oferecida em planos de previdência complementar aberta e em planos de seguro de pessoas, respectivamente.  

De acordo com a diretora da Susep, Julia Normande Lins, “a atualização e consolidação da regulamentação específica proposta por essas circulares contribuirá para o crescimento do mercado de anuidades e modernização dos seus produtos, bem como para o aumento e o estímulo da consciência e da poupança previdenciária”.

As novas circulares regulamentam e tem por objetivo complementar dispositivos das Resoluções CNSP nº 463/2024 e nº 464/2024, recentemente aprovadas pelo Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP), e que fixaram o novo marco regulatório sobre a matéria. Dentre as principais novidades, destacam-se:

  1. Inclusão da definição do conceito de “ciclo de renda”;
  2. Previsão da opção de o segurado contratar renda vitalícia nos planos indicados nas Resoluções;
  3. Inclusão da faculdade do participante fazer aportes, no período inicial de adesão a plano com cláusula de Opt Out; e
  4. Tratamento da nova pertinência temática trazida pelo “Fundo ou Plano Exclusivo Familiar” relativamente à Resolução do VGBL.

Com a publicação das Circulares Susep nº 698/2024 e nº 699/2024, a autarquia finaliza a consolidação de seus normativos que tratavam da cobertura por sobrevivência oferecida em planos de previdência complementar aberta e em planos de seguro de pessoas, com a consequente revogação de outras seis circulares, cujos conteúdos foram ajustados e incorporados às novas circulares, trazendo maior simplificação regulatória para o mercado.  

Sem Parar nomeia José Luiz Machado a Diretor de Seguros 

Sem Parar nomeia José Luiz Machado a Diretor de Seguros

O Sem Parar, ecossistema de mobilidade com foco em veículos, anuncia a promoção de José Luiz Machado ao cargo de Diretor de Seguros. Com o sucesso da implementação do core de seguros e a importância que ele vem ganhando na estratégia macro da companhia, a área ganha um diretor e, em breve, abrirá novas oportunidades para profissionais do ramo.   

Com uma experiência de mais de 15 anos no setor, José Luiz, que está há dois anos e meio na companhia e ajudou a construir a frente de seguros na empresa, continuará a desempenhar um papel fundamental na condução da inovação e na expansão das ofertas de seguros do Sem Parar, alinhadas às necessidades dos clientes. 

Para o executivo é uma honra liderar uma equipe com mais de 30 pessoas dedicadas e comprometidas em oferecer soluções de seguros que ajudam o Sem Parar a ampliar seu portfólio em mobilidade e a ser o melhor amigo do motorista. “Nessa nova cadeira, meu principal desafio será manter o crescimento acelerado do time de seguros, explorar novas oportunidades dentro do ecossistema do Sem Parar e nas operações de seguro do B2B e, para isso, eu conto com um time muito sênior”, comenta em nota.

José Luiz Machado é formado em Administração com ênfase em Seguros pela Escola de Negócios e Seguros, e pós-graduado (MBA) em Marketing Digital Estratégico e Gestão de Dados Estratégicos pela Universidade Veiga de Almeida, e MBA em Marketing digital e Inovação pela Fundação Getúlio Vargas.