AXA no Brasil lança o RodaCast

axa podcast roda rico

Fonte: AXA

A AXA no Brasil anuncia o lançamento dos primeiros episódios do RodaCast, projeto que é parte da proposta de valor da companhia com uma série em formato de videocast. Patrocinadora da maior roda-gigante da América Latina, a Roda Rico, em São Paulo, a seguradora decidiu aproveitar a cabine personalizada para gravar os conteúdos do programa. Todos os episódios contam com apresentação de Emir Zanatto, CEO da TEx, e têm aproximadamente 30 minutos de duração. 

O episódio que inaugura o projeto traz a visão da CEO da AXA, Erika Medici, abordando o tema “Cultura, sociedade e economia do seguro no Brasil” e o segundo, com Daniel Akira, especialista em CX (customer experience) e UX (user experience), o debate é sobre experiência digital. Com previsão de lançamento de novos episódios a cada 15 dias ao longo do ano, o videocast contará com diversos convidados  e abordará outros temas, como tecnologia, CX, digital, ESG, entre outros. Alguns conteúdos serão disponibilizados para o público geral no canal da seguradora no YouTube.

Karine Brandão, Vice-Presidente Marketing e Comercial da companhia, comemora a chegada do projeto aos corretores parceiros: “É um prazer poder lançar essa série de vídeos tão ricos e importantes para os nossos corretores de todo o país. O objetivo do projeto é levar informação por meio de conversas descontraídas com grandes especialistas do mercado, sempre com temas que permeiam o dia a dia das corretoras e profissionais. Os conteúdos não estão relacionados apenas ao seguro em si, também falamos sobre assuntos que fazem parte do mundo dos negócios de maneira geral.  Todos eles contribuem de maneira significativa para as especializações dos corretores que trabalham com a AXA e trazem insights que podem ser aplicados no dia a dia dos profissionais. Estamos sempre buscando aprimorar nossa proposta de valor, trazendo para nossos parceiros materiais que os auxiliam de maneira prática. O RodaCast é mais um exemplo disso.”

O RodaCast faz parte dos conteúdos de capacitação Corretor Pro, lançado no ano passado e que contou com uma temporada chamada “Roda de Negócios”, com episódios que visavam estimular, aprimorar e transmitir conhecimento para os corretores parceiros. Todos os materiais podem ser encontrados no Portal do Corretor, na plataforma Meu Mundo AXA.

A companhia convida aqueles que ainda não são parceiros a se cadastrarem na AXA e usufruírem de todas as vantagens da proposta de valor da seguradora acessando https://corretor.axa.com.br/portal-corretor/

Definidos os 25 finalistas do Prêmio de Jornalismo em Seguros

Estão definidos os 25 finalistas do VII Prêmio de Jornalismo em Seguros! A apuração foi feita após a atribuição das notas pelos membros da Comissão de Seleção, que avaliaram os 306 trabalhos inscritos.

Agora, os finalistas passam pela análise da Comissão de Julgamento, que elegerá os vencedores em cada uma das cinco categorias e, também, o Vencedor Geral do Prêmio.

cerimônia de anúncio dos vencedores acontecerá no dia 11 de junho próximo, na casa de espetáculos Blue Note, em São Paulo (SP).

Organizada pela Escola de Negócios e Seguros (ENS), Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg) e Federação Nacional dos Corretores de Seguros (Fenacor), esta edição do Prêmio conta com o patrocínio de oito seguradoras: Prudential (Master), Porto (Ouro), Allianz (Prata), Bradesco Seguros (Prata), Brasilcap (Prata), Capemisa (Prata), Seguros Unimed (Prata) e Tokio Marine (Prata).

Confira abaixo a relação completa dos 25 finalistas por categoria:

MÍDIA IMPRESSA

  • Adriana Cotias (Jornal Valor Econômico)

“Previdência atrai R$ 12,7 bi em ano de saques em fundos”

  • Ana Luiza Serrão (Jornal O Povo)

“Com reservas de R$ 1,4 trilhão, setor de seguros pode baratear crédito mais que consignado no Brasil”

  • Carol Kossling (Jornal O Povo)

“Longevidade, sustentabilidade e ESG: os novos olhares do mercado de seguros”

  • Rafael Walendorff (Jornal Valor Econômico)

“Cálculo reforça potencial do seguro paramétrico”

  • Sérgio Tauhata (Jornal Valor Econômico)

“Catástrofe climática se torna cada vez menos previsível para seguradora”

WEBJORNALISMO

  • Cristiane Noberto (CNN Brasil)

“Com oferta de seguros, setor privado busca alternativas para minimizar perdas de imóveis por mudanças climáticas”

  • Fabiana Cambricoli (Jornal Estadão)

“Plano de saúde: fazer botox e pedir nota de consulta sai do bolso de todos, diz diretora de entidade”

  • Gustavo Rossetti Viana (Jornal Valor Econômico)

“A difícil tarefa de traçar um mapa de riscos de eventos climáticos”

  • Luanna Mikaelle (Revista Insurtalks)

“Seguro Prestamista pode ser solução para o desafio do acesso ao crédito pela população 70+”

  • Nathália Larghi (Site Valor Investe)

“Com cenário favorável e competição, mais fundos de previdência voltam a superar inflação”

(Coautor: Marcelo D’Agosto)

AUDIOVISUAL (RÁDIO E TV)

  • Aline Albuquerque (TV TEM/Afiliada da TV GLOBO em Sorocaba – SP)

“Governo altera previdência privada para atrair poupadores”

  • Andrielli Zambonin (NSC TV/Afiliada da TV Globo em SC)

“O papel do seguro rural diante de prejuízos no campo com desastres naturais”
(Coautores: Evandro Zucatti, Fabian Londero, Fernando Basei e Paulo dal Bello)

  • Joab Alves (TV Asa Branca/Afiliada da TV Globo em Caruaru – PE)

“Cresce busca por seguro veicular”

  • João Paulo Seabra (Rádio Cultura FM/Belém – PA)

“Série de 4 reportagens especiais sobre o mercado de seguros no Brasil”

  • Vinícius Rangel (Rede Massa/Afiliada do SBT no PR)

“Mulheres no trânsito: instrutora cria curso para ajudar motoristas a perder o medo de dirigir”

IMPRENSA ESPECIALIZADA DO SETOR DE SEGUROS

  • André Felipe de Lima (Revista Apólice)

“A crise mora ao lado”

  • Caroline Rodrigues (Revista Cobertura)

“A vilania da fraude na Saúde Suplementar”

  • Denise Bueno (Portal InfoMoney)

“Seguro de responsabilidade civil de executivos vive novo dilema com decisão de Toffoli”

  • Kelly Lubiato (Revista Apólice)

“Um mundo de oportunidades se abre aos 50+”

  • Sergio Vitor Guerra (Revista Seguro Nova Digital)

“As vozes que ecoam do topo”

CATEGORIA ESPECIAL “PRUDENTIAL ASG & SEGUROS”

  • Daniela Frabasile (Site B3 Bora Investir)

“Como as mudanças climáticas afetam o setor de seguros?”

  • Helio Marques (Revista Seguro é Seguro)

“O que a metodologia ESG tem feito a favor do comércio, setor de serviços e órgãos governamentais”

  • Jamille Niero (Portal InfoMoney)

“Falta preparo ao Brasil para enfrentar fenômenos climáticos cada vez mais extremos”

(Coautor: Dhiego Maia)

  • Rosana Hessel (Jornal Correio Braziliense)

“No setor de seguros, elas conquistam mais espaço”

  • Sônia Araripe (Revista Plurale)

“Business 20: o Seguro, a Agenda ESG e o G20”

(Coautor: Antonio Carlos Teixeira)

Pesquisador destaca o papel do mercado de seguros em mitigar impactos das catástrofes climáticas  

Fonte: FGV

Diante dos eventos de extremos climáticos que vem ocorrendo em diferentes regiões do Brasil, ocorreu na Câmara dos Deputados, em Brasília (DF), a Comissão Especial Sobre Prevenção e Auxílio a Desastres e Calamidades Naturais no dia 17 de abril de 2024. Na ocasião, o pesquisador do Instituto de Inovação em Seguros e Resseguros da Fundação Getulio Vargas (FGV IISR), Gesner Oliveira, apresentou uma estratégia para os municípios se adaptarem e mitigarem as consequências de catástrofes climáticas como as enchentes e secas. A estratégia leva em consideração o papel fundamental da indústria de seguros e vai dar origem a um manual que será lançado em julho. 

No manual de resiliência climática para municípios existem dois focos: enchentes e secas. De acordo com Gesner Oliveira, os efeitos das mudanças climáticas sobre a população têm sido amplamente discutidos de forma bastante sistemática, pois há uma ideia intuitiva de que é preciso prevenir as consequências oriundas desses eventos, mas a questão principal é como fazer isso. 

“Para lidar com a seca, por exemplo, há uma forma de prevenção bastante eficaz que é a reutilização da água, atividade bastante exercida em outros países, mas que o Brasil faz muito pouco. Apenas 1,5% do efluente do esgoto é tratado para a água ser utilizada, mas temos capacidade pra aumentar este índice em pelo menos 10%, contribuindo para que esta água possa ser utilizada em diferentes tipos de irrigação e nas diversas indústrias”, destacou Oliveira. 

Outro exemplo apontado pelo professor diz respeito às enchentes. Neste aspecto, ele ressalta que é preciso investir em uma infraestrutura de drenagem adequada, capaz de absorver água que vem de grandes volumes de chuva, algo que apenas 2/3 dos municípios brasileiros podem contar. “Precisamos de mais parques lineares, com solos capazes de absorver essa água, bem como áreas de retenção”. 
 

Papel da indústria de seguros no âmbito das mudanças climáticas 

O pesquisador deixa claro que essas iniciativas já foram discutidas em diversas circunstâncias anteriores, porém, sem uma estratégia definida sobre como implementá-las. É neste ponto, que entra o papel da indústria de seguros e resseguros. 

“Na hora de implementar essas infraestruturas, na maioria das vezes falta verba por parte do município, do estado ou do Governo Federal. Então, a grande questão é como levantar recursos para implementar essas soluções”, afirma Gesner. O pesquisador acredita ser necessário estimular investidores a adentrarem em empreendimentos desta natureza. 

“Os municípios precisam de seguros, mas nem sempre possuem condições de arcar com os custos. Ao vender um seguro para extremos climáticos a um determinado município ou indivíduo, a seguradora poderia securitizar esses contratos”, explicou. 

A securitização transforma títulos de crédito, como faturas não pagas ou dívidas de empréstimos, em títulos negociáveis no mercado de capitais. Para Gesner, esta seria uma forma de incluir o setor privado e os filantropos na estratégia de mitigação dos danos em decorrência das catástrofes climáticas. 

“Unimos as estratégias de securitizar as apólices que protegem os municípios das consequências climáticas, junto ao investimento em projetos que possam reutilizar água de enchentes em períodos de seca severa. Neste cenário, os riscos diminuem e os investidores passam a enxergar um município como resiliente, aumentando o estímulo para investir no local e, consequentemente, contribuindo para a proteger a região de eventos climáticos extremos”. 

O manual de resiliência para cidades enfrentarem eventos climáticos extremos se originou a partir de uma pesquisa sobre Seguros e Mudanças Climáticas, realizada em parceria com a pesquisadora da Queen Mary University of London (QMUL) e do FGV IISR, Franziska Arnold-Dwyer,. Em breve, o artigo sobre este estudo será lançado.

Unidade Lojacorr BH inaugura Espaço Nilton Molina

por Déborah Gurgel, de Belo Horizonte

A Unidade Belo Horizonte da Lojacorr inaugurou o Espaço Nilton Molina. Um ambiente exclusivo de convivência, consultoria e capacitação para o desenvolvimento de novos negócios em seguros de vida.

O fundador e presidente do Instituto de Longevidade MAG, Nilton Molina, esteve presente na inauguração, junto com executivos da companhia seguradora.

Também participaram do evento José Heitor Silva, fundador da Lojacorr; Diogo Arndt Silva, presidente do Conselho da Lojacorr; Antonio Carlos Fois, diretor Regional Centro Sudeste; Andreia Padovani, presidente do SindSeg MG/GO/MT/DF e diretora Regional MG da Tokio Marine, além de aproximadamente 45 corretores parceiros.

A anfitriã do evento, Janaina Luz, gestora da Unidade Lojacorr BH, disse que o espaço nasceu de um sonho e do desejo de homenagear Nilton Molina, um dos maiores especialistas em seguro de vida e previdência privada do País. A executiva contou que a ideia surgiu há um ano, durante a Convenção Nacional Lojacorr, em Curitiba/PR.

“O senhor Molina ministrou uma palestra inspiradora e foi aplaudido de pé por todos os presentes. Uma frase que ele disse me marcou muito: ‘não percam o desejo e a oportunidade de sonhar. Afinal, se você sonha, você está vivo’. A partir daí foi plantada uma semente no meu coração e comecei a trabalhar intensamente no projeto de viabilizar um espaço para que os corretores parceiros se sentissem inspirados a proteger vidas. Ao contá-lo desse sonho e da vontade de que estivesse aqui conosco neste momento, ele aceitou o convite”, comentou a executiva, bastante emocionada.

A emoção também tomou conta do homenageado. “Hoje é um dia especial e único na minha vida. O que a Janaina e a Lojacorr prepararam foi algo diferente e tem tudo a ver com minha trajetória. Estou muito feliz com essa homenagem e, principalmente, pelo que me foi proporcionado nesta oportunidade: sensibilizar os corretores para a importância do seguro de vida”, enfatizou Molina.

Segundo o presidente do Instituto de Longevidade, um dos seus grandes desafios é motivar os corretores de seguros a atuarem no ramo de vida. “Há 40 anos alimento o sonho de colaborar para que os corretores, principalmente aqueles que se dedicam ao seguro auto, aprendam a vender seguro de vida, a proteger famílias e a atender plenamente as necessidades de seus clientes de forma consultiva”.

Diogo Arndt Silva, presidente do Conselho da Lojacorr, também declarou: “essa merecida homenagem comunga com os propósitos e valores da organização. Buscamos dia a dia inspirar e ajudar cada corretor a prosperar conosco e enxergar novas oportunidades. Juntos, vamos construir futuros melhores”.

Ao final do evento, Molina foi presenteado com uma escultura, especialmente criada para ele por uma artista plástica capixaba, e retribuiu o carinho autografando os exemplares de sua biografia, gentilmente ofertada a todos os convidados que prestigiaram o evento. 

“Janaina, estou contigo nesse sonho! Por isso, me ofereço a ministrar treinamentos, rodas de conversa, com os corretores Lojacorr sobre técnicas de vendas do seguro de vida”, anunciou Nilton Molina. A gestora da Unidade agradeceu e adiantou: “um novo momento memorável já está sendo preparado para todos os corretores parceiros. Molina é inspiração”, finalizou.

CNN: Gaúchos perderam 200 mil carros na enchente e a minoria deve ter seguro

chuvas no sul carros Miguel Noronha

Fonte: CNN, por Fernando Nakagawa

Gaúchos perderam 200 mil carros na enchente. A estimativa é da Bright Consulting, consultoria especializada no setor automotivo. Além disso, as concessionárias que foram atingidas pelas águas devem ter perdido 3 mil carros zero quilômetro que estavam à venda.

Segundo Cassio Pagliarini, analista da Bright, “é razoável considerar que 5% a 10% da frota gaúcha esteja inutilizada”. Segundo o Sindipeças, o Rio Grande do Sul tem frota de 2,8 milhões de veículos. Diante desses números, a consultoria trabalha com a estimativa de 200 mil veículos perdidos para as águas.

Pagliarini avalia que a minoria desses carros tem seguro contra enchente. Para ele, cerca de 30% desses veículos – ou cerca de 60 mil unidades – devem contar com seguro por enchente.

Seguro contra enchentes

Sobre a cobertura de seguros, a Confederação Nacional das Empresas de Seguro (CNseg) esclarece que os donos de veículos serão indenizados caso o contrato tenha proteção específica contra enchentes.

“As seguradoras irão indenizar os clientes que não contrataram seguro para enchente? Este produto estava disponível e o cliente optou por contratar ou não essa cobertura”, cita a área de perguntas e respostas da CNseg relacionada à tragédia no Rio Grande do Sul. Os produtos mais baratos disponíveis no mercado não cobrem enchente – normalmente, indenizam apenas em caso de furto e roubo.

A entidade destaca que não há expectativa de cobertura ampliada diante da tragédia. “Muito tem-se falado em fazer um movimento similar ao período da pandemia da Covid-19, quando as apólices de seguro de vida não tinham a opção de contratar adicional para pandemia. Neste caso, existia essa opção, e a contratação ou não, foi uma decisão do segurado”, explica a entidade.

Diante da tragédia e de outros prejuízos materiais, o analista lembra que é de se esperar que muitos motoristas usem os recursos financeiros disponíveis em despesas urgentes, como reconstrução de casas.

A Bright Consulting estima também que as concessionárias gaúchas devem ter perdido 3 mil carros – em sua maioria novos – que estavam nas lojas.

O setor automotivo sofre, ainda, com a queda da produção na fábrica gaúcha da montadora General Motors em Gravataí. Além da falta de peças produzidas no estado e que são usadas na montagem de veículos por montadoras em todo o Brasil.

Allianz reforça ações emergenciais no Sul

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Fonte: Allianz

 A Allianz Seguros segue focada no apoio ao Rio Grande do Sul e reforça suas ações emergenciais no Estado. Somada à operação especial já realizada pela companhia em atenção aos segurados, a seguradora anuncia a ampliação de medidas para auxiliar colaboradores, corretores, clientes e a população em geral.

Em prol da população do Rio Grande do Sul, a Allianz apoiará a ONG Parceiros Voluntários, entidade local criada há 27 anos e que está atuando na linha de frente com doações de suprimentos para auxiliar as vítimas das enchentes. A Allianz também promove uma campanha de incentivo para que seus colaboradores de todo o país, que desejam apoiar a causa, efetuem doações por meio da instituição gaúcha. Além disso, a Allianz realiza, junto à Allianz Partners, uma campanha de doação de agasalhos para serem enviados ao Rio Grande do Sul.

Colaboradores, corretores e clientes

Entre as medidas adotadas especificamente para os seus colaboradores, que atuam no Rio Grande do Sul e foram afetados de alguma maneira pela tragédia, está a ampliação do PAC (Programa de Apoio ao Colaborador) aos seus familiares – pais e irmãos, que podem ter acesso a atendimentos psicológico, jurídico, social e financeiro. A antecipação e resgate de alguns benefícios, também estão sendo oferecidos aos colaboradores da Allianz atingidos pelas enchentes no Rio Grande do Sul.

A empresa também fez uma atualização importante no prazo para pagamento das apólices aos segurados que residem no Rio Grande do Sul. As parcelas com vencimentos entre os dias 1º e 31 de maio foram prorrogadas para 30 de junho, sem cobrança de juros. Já aos corretores parceiros que atuam no Estado, a Allianz realizará a antecipação do pagamento das comissões adicionais.

“Nós, da Allianz Seguros, nos solidarizamos com cada pessoa que foi afetada pelos temporais no Rio Grande do Sul. Diante deste momento difícil, estamos unindo esforços e com a atenção voltada para atender e auxiliar não só os corretores e clientes da região, mas principalmente os nossos colaboradores e também a população gaúcha”, declara Eduard Folch, presidente da Allianz Seguros.

Bradesco Vida e Previdência e CNT anunciam parceria

Fonte: Bradesco

A Bradesco Vida e Previdência e a Central de Negócios Turísticos (CNT) acabam de anunciar uma parceria para a comercialização de seguro viagem da companhia em planos nacionais e internacionais.

O Seguro Viagem da Bradesco Vida e Previdência oferece 20 planos com as mais diversas coberturas e assistências. É um produto personalizável, com valores de limite de coberturas adequados a qualquer destino e opções que vão desde o cancelamento prévio de viagem, atendimento completo em caso de emergências médicas com ampla rede médica ou garantindo o reembolso caso o cliente queira ir a um hospital de sua preferência (sem a necessidade de avisar previamente à companhia), além de perda, danos ou extravio de bagagem. O segurado conta ainda com assistências diferenciadas como remoção inter-hospitalar, hospedagem pós alta hospitalar, visita ao usuário hospitalizado e hospedagem PET de até 15 dias, para cães e gatos.

“A parceria com a CNT mostra a confiança que o mercado tem em nossos produtos e serviços. Ficamos felizes em poder contribuir com a empresa e agregar valor aos seus clientes por meio da oferta do nosso Seguro Viagem, que é um produto de excelência”, afirma Bernardo Castello, diretor da Bradesco Vida e Previdência.

“A CNT, pioneira em produtos para o turismo, traz um diferencial de mercado em parceria com a Bradesco Vida e Previdência. Uma novidade para o mercado de turismo: o Seguro Viagem mais completo do mercado. A adesão a esse produto ocorrerá de forma rápida e online, e oferece todas as garantias que o Seguro Viagem disponibiliza aos seus clientes. Nossa intenção é levar para as agências de viagens, operadoras de turismo e consolidadores um produto robusto que atenda às necessidades dos viajantes. Temos certeza de que o produto será um sucesso”, informa André Khouri, CEO da CNT.

Serasa compra TEx e entra forte no mercado de seguros

A Superintendência-Geral do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou a compra da Tex Soluções em Tecnologia, empresa focada no mercado de seguros, pela Serasa Experian. A decisão, tomada na segunda-feira e publicada no Diário Oficial da União desta quarta-feira, 15, segundo informou o portal Telesintese, que rastreia o Diário Oficial.

Procuradas, Serasa e Tex confirmam a informação, mas não podem dar mais detalhes neste momento. De acordo com o portal, o valor da negociação não foi divulgado, mas o parecer do Cade mostra que a Serasa Experian adquiriu a totalidade do grupo Tex.

A Serasa engloba serviços como retenção e rentabilização de clientes, gestão de portfólio de crédito e de cobrança, proteção à fraudes, certificação digital, bem como suporte a decisões de crédito por meio de softwares e ferramentas analíticas especializadas. Já a Tex é especializada em soluções que vão desde ferramentas que permitem cotações de seguros de forma simultânea, até funcionalidades de inteligência de mercado para o setor.

Com a compra da Tex, entra, portanto, em um novo mercado, que é o de seguros. “Como justificativa para a realização da operação, as requerentes explicam que, para o Grupo Serasa Experian, representa uma oportunidade de ampliar o escopo de serviços ao consumidor, visando proporcionar soluções mais abrangentes e adaptadas às necessidades dos clientes”, diz o parecer.

No ano passado, a Serasa Experian teve um faturamento acima de R$ 750 milhões, enquanto o grupo Tex registrou faturamento de mais de R$ 75 milhões. Por causa desses valores, a operação precisou passar pela análise do Cade.

De acordo com a lei de defesa da concorrência brasileira (Lei nº 12.529 de 2011), a análise prévia da autarquia é necessária quando pelo menos um dos grupos envolvidos na operação houver obtido, no ano anterior, faturamento bruto anual de R$ 400 milhões ou mais, e quando um outro grupo participante do negócio tiver faturamento igual ou superior a R$ 30 milhões.

Maxpar atualiza curso sobre as assistências disponível na Escola de Negócios e Seguros

Regis Melo Maxpar

Fonte: Maxpar

A Maxpar lançou um novo formato para o curso das assistências Vidros; Farol, Lanterna e Retrovisor; Lataria e Pintura; e Roda, Pneu e Suspensão, que está disponível para corretores de todo o Brasil na Escola de Negócios e Seguros (ENS) – a principal instituição formadora de corretores e corretoras de seguros no Brasil. São novos conteúdos com foco em promover uma melhor experiência e que desempenham um papel fundamental no avanço do mercado segurador e na geração de novas oportunidades de negócio, tanto para os profissionais recém-formados, quanto para os já estabelecidos na área.

Ao realizar o curso, que está disponível gratuitamente, o corretor seguirá uma trilha de conhecimento que evidencia e detalha as principais informações das assistências e argumentos de venda, com o objetivo de ajudá-lo a se diferenciar no mercado e aumentar as taxas de renovação. Isso porque as assistências da Maxpar estão em crescente destaque no segmento, sendo cada vez mais demandadas pelos segurados: nos últimos 3 anos, apenas a solução de Lataria e Pintura registrou alta de 390%, por exemplo.

Regis Melo, coordenador comercial Corretores na Maxpar, ressalta a importância dessa atualização. “Estamos introduzindo uma abordagem inovadora, com o objetivo de proporcionar maior proteção aos clientes dos corretores e corretoras de seguros. Nesse novo formato, os profissionais terão acesso a estudos de caso reais, que ilustram a importância de oferecer determinados serviços aos clientes, além de e-books informativos para auxiliar no cotidiano da corretora. Todas essas iniciativas foram concebidas com base no feedback valioso dos corretores e corretoras de seguros que participaram da capacitação durante o primeiro ano de parceria com a ENS”, comenta.

Para acessar o curso, o link é este: https://bit.ly/3V3klqW.

Lucro da Swiss Re chega a US$ 1,1 bilhão no primeiro trimestre de 2024

Christian Mumenthaler Swiss Re

O grupo Swiss Re registrou um lucro líquido de US$ 1,1 bilhão no primeiro trimestre de 2024. Pela primeira vez, divulga os resultados de acordo com as normas IFRS após a transição do US GAAP a partir de janeiro de 2024. Diante disso, o resultado não é comparável ao primeiro trimestre de 2023, divulgado sob as regras contábeis antigas, explica o grupo em comunicado à imprensa.

“A Swiss Re teve um bom início de ano, com todos os nossos principais negócios apresentando fortes resultados”, afirmou na nota o CEO do grupo, Christian Mumenthaler. Conforme o diretor financeiro John Dacey, a transição para o IFRS do US GAAP representa uma oportunidade para demonstrar o valor econômico dos negócios.

As receitas de seguros atingiram US$ 11,7 bilhões no primeiro trimestre de 2024. O resultado dos serviços de seguros, refletindo a rentabilidade da atividade de subscrição, foi de US$ 1,4 bilhão. O retorno sobre o capital próprio (ROE) alcançou 21,3% no período.

Conforme anunciado no “Dia do Investidor” em dezembro de 2023, a Swiss Re começou a incluir uma reserva de provisão para incerteza sobre novos negócios subscritos em seus negócios de propriedade e acidentes, o que se estima que reduzirá os lucros pós-impostos do grupo em aproximadamente US$ 500 milhões em 2024.

O segmento de resseguro de “Property and Casualty” (P&C Re) reportou um lucro líquido de US$ 552 milhões nos três primeiro meses do ano. O resultado foi impulsionado pela disciplina de subscrição e por uma baixa incidência de catástrofes naturais no período, apoiada por um sólido resultado de investimento. A receita de seguros nos primeiros três meses de 2024 atingiu US$ 5 bilhões.

O grupo aumentou seletivamente as reservas para grandes catástrofes naturais e eventos provocados pelo homem, e aumentou as reservas em linhas de vítimas.

A P&C Re obteve um resultado de serviços de seguros de US$ 704 milhões e um índice combinado de 84,7% no primeiro trimestre. A divisão tem como meta um índice combinado abaixo de 87% para o ano inteiro.

A divisão de resseguro de vida e saúde (L&H Re) reportou um lucro líquido de US$ 412 milhões de dólares no primeiro trimestre. Conforme o grupo, “esse resultado reflete a mortalidade nos EUA em linha com as expectativas e um resultado de investimento mais elevado impulsionado pelo aumento dos rendimentos”.

A L&H Re alcançou receita de seguros de US$ 4,8 bilhões, com um resultado de serviços de seguros de US$ 434 milhões. A divisão tem como meta um lucro líquido de aproximadamente US$ 1,5 bilhão para 2024.

A Swiss Re Corporate Solutions, de seguros corporativos do grupo, reportou um lucro líquido de US$ 194 milhões nos primeiros três meses de 2024. “As grandes perdas causadas por catástrofes naturais, no valor de US$ 66 milhões, foram causadas principalmente pelo terremoto de Noto, no Japão.

A receita de seguros no primeiro trimestre foi de US$ 1,8 bilhão, beneficiando-se do ambiente de taxas mais favoráveis na maioria dos segmentos e do crescimento de novos negócios. A Corporate Solutions obteve um resultado de serviços de seguros de US$ 213 milhões e um índice combinado de 89,9% no primeiro trimestre. A divisão tem como meta um índice combinado abaixo de 93% para o ano inteiro.