Grupo MAG lança a MAG Capitalização


Fonte: MAG

O Grupo Mongeral Aegon, que atua no mercado segurador há mais de 189 anos, anuncia o lançamento da MAG Capitalização. Com o objetivo de estabelecer novos padrões e oferecer uma gama diversificada de títulos para atender às variadas necessidades dos seus clientes, a nova empresa visa gerar alternativas educacionais, que promovam a segurança financeira para emergências ou realização de projetos futuros. 

A MAG Capitalização inicia sua operação com as modalidades de Incentivo, Tradicional e Filantropia ainda no primeiro semestre de 2024. A meta é fechar até o fim do ano com mais de 41 mil clientes individuais ativos, emitindo cerca de 2,7 milhões de títulos em todas as modalidades ao final do primeiro ano de operação.

A empresa tem como principais direcionais, a inovação em produtos e a experiência dos seus usuários que será suportada por diversas soluções digitais. Aos parceiros de negócios, em especial, a MAG Capitalização oferece uma gama ampla de APIs que podem ser acessadas por meio do seu Portal de APIs e, para os que não possuam a infraestrutura necessária para operar no modelo Embedded, a companhia também desenvolveu o Portal do Parceiro para gestão da carteira de clientes, além de interfaces white label para distribuição de produtos.

“A MAG Capitalização chega ao mercado para proporcionar aos nossos clientes não apenas uma forma segura de guardar dinheiro, mas também um caminho para o crescimento financeiro. O foco da nossa operação é trazer clareza e acessibilidade de informações em todas as etapas dos processos para nossos clientes, de forma que se sintam seguros, desde a contratação até o pagamento do resgate”, comenta Gustavo Rosa, Superintendente em Negócios de Capitalização.

Os produtos foram desenhados para serem a melhor solução do mercado para os clientes e parceiros de distribuição, prezando pela transparência das informações por todas as partes envolvidas durante a vigência do produto.

Leonardo Lourenço, Diretor responsável pela nova iniciativa, aponta que a estratégia da companhia reflete a filosofia corporativa voltada para a inovação constante e a busca pela excelência em todas as interações. ”A MAG Capitalização não apenas responde às expectativas atuais dos usuários, mas também antecipa as futuras demandas do mercado. Utilizamos ferramentas que possibilitem autonomia e tranquilidade para consultas às informações dos títulos, extratos, resultado de sorteios e resgate. Isso eleva o padrão de serviço que não só atrai, mas também fideliza os usuários em um mercado cada vez mais competitivo,” comenta o executivo.
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A comercialização dos títulos da companhia será por meio de contratos de prestação de serviços para empresas B2B e do estabelecimento de parcerias comerciais B2B2C, integrando um portfólio abrangente de produtos e soluções. Além disso, a MAG Capitalização, por fazer parte do Grupo Mongeral Aegon, também atenderá ao seu ecossistema – seguros de vida e previdência – trazendo ainda mais valor para as soluções garantidas pelo Grupo. Já o segmento cooperativista, terá soluções desenvolvidas exclusivamente para atender aos interesses dos cooperados às condições comerciais, o que muitas vezes não ocorre ao se utilizar soluções padronizadas oferecidas no mercado.

Setor de saúde é o mais exposto a ameaças relacionadas à Inteligência Artificial, segundo Swiss Re Institute 

estudo swiss re

Fonte: Swiss Re Institute

Os setores de saúde e farmacêutico serão os mais afetados pelos efeitos adversos da inteligência artificial (IA) na próxima década, de acordo com um novo relatório do Swiss Re Institute. O estudo examina os riscos emergentes da IA em dez indústrias na próxima década, explorando a probabilidade e a gravidade de vários incidentes de perda relacionados à IA, devido a vieses de dados, ciberataques, riscos algorítmicos e de desempenho, entre outros.

Christoph Nabholz, Chief Research & Sustainability Officer da Swiss Re, afirma: “Embora os serviços de TI sejam atualmente os mais afetados pelos riscos da IA, como pioneiros nesta área, isto está prestes a mudar à medida que o uso da tecnologia se torna mais disseminado em todas as indústrias, como saúde e mobilidade. As seguradoras estão, portanto, começando a introduzir coberturas específicas para falhas de desempenho da IA – um dos maiores riscos para todas as indústrias.”
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À medida que a indústria da saúde utiliza cada vez mais IA para otimizar funções como administração, monitoramento de pacientes, diagnóstico e desenvolvimento de medicamentos, os riscos também aumentam e as consequências podem ser graves ou até fatais. Algoritmos de IA falhos ou tendenciosos, por exemplo, podem resultar em diagnósticos incorretos, levando a doenças graves ou perda de vidas.

Outras indústrias com maior risco de sofrer os efeitos adversos da IA nos próximos oito a dez anos são ‘mobilidade e transporte’ e ‘energia e serviços’, que ocupam o segundo e terceiro lugares, respectivamente. O setor de mobilidade e transporte estará altamente exposto ao risco da IA, principalmente devido ao uso de condução conectada e automatizada por IA, o que apresenta desafios em ambientes urbanos altamente diversificados. A energia provavelmente será outro setor a utilizar IA extensivamente, especialmente à medida que a transição para emissões líquidas zero em andamento exige eletrificação e a criação de redes inteligentes.

Pravina Ladva, Chief Digital & Technology Officer da Swiss Re, explica: “Os benefícios da IA são significativos para uma ampla gama de indústrias, mas também existem riscos que podem levar a potenciais vulnerabilidades. Dado seu papel como amortecedor de choques, a indústria de resseguros/seguros tem um papel importante a desempenhar na abordagem dos riscos relacionados à IA e na construção da confiança digital necessária para aproveitar todo o potencial dessas tecnologias emergentes.”

Ranking das indústrias em risco devido à IA

Aumento de fraudes leva operadoras de saúde a excluírem beneficiário e família de forma vitalícia 

André de Barros Martins alper seguros

Fonte: Alper

Após a onda de demissões registradas em 2023 por empresas que detectaram uso indevido do benefício de reembolso do plano de saúde, chegou a vez das operadoras de planos de saúde tomarem medidas mais rígidas e começarem a mitigar ocorrências de abusos fundamentadas na prática indevida conhecida como: reembolso sem desembolso. Entre as medidas mais polêmicas está o bloqueio e exclusão do beneficiário caso o mesmo queira novamente voltar a ser atendido pela operadora. 

Para André de Barros Martins, VP de Benefícios da Alper Seguros, a ação das operadoras é legal e visa proibir os excessos buscando assim, a plena garantia de funcionamento do ecossistema de saúde. “Acompanhamos de perto a ocorrência de adulteração em três vezes mais o valor original de uma nota fiscal obtida após a prestação de um procedimento médico. A operadora comprovou a fraude via verificação do valor contratado eletronicamente, e notificou o RH da empresa contratante. Como resultado, o funcionário teve a exclusão do grupo familiar do plano de saúde e foi imediatamente desligado da empresa empregadora”, relata o executivo.

Martins ainda aponta dado do IESS (Instituto de Estudos de Saúde Suplementar) divulgado em novembro de 2023 em que um estudo demonstra que as fraudes e desperdícios na utilização do plano de saúde representaram um custo de R$30 a 34 bilhões para os planos de saúde. Esse valor corresponde a 12,7% da receita anual do setor de saúde suplementar.

Além da exclusão, as operadoras têm adotado processos exigindo documentos e comprovação dos pagamentos realizados. Martins também pontua que hoje há vários tipos de fraudes e desperdícios cometidos pelos beneficiários. “Os excessos mais comuns incluem: ocultação de condições de saúde preexistentes na contratação, compartilhamento de dados de acesso aos sites das operadoras com terceiros, reembolso duplicado, empréstimo de carteirinha do plano, falsificação de informações ou documentos, superutilização de procedimentos desnecessários, enquadramento forçado em critérios de cirurgias e judicialização premeditada. Infelizmente, a somatória de ações equivocadas como essas prejudicam a fluência e a saudabilidade da cadeia de saúde no Brasil”, afirma. 

A fim de coibir as práticas abusivas, o mercado tem, cada vez mais, adotado a inovação e novas tecnologias no setor de saúde, novos processos e conscientização – como acessos exclusivos por aplicativos, reconhecimento facial, campanhas informativas e auditorias mais rigorosas. “As operadoras de saúde no país vêm fortemente implementando medidas para combater fraudes no processo de reembolso, tais como aumento da fiscalização, uso de tecnologias avançadas para detecção de padrões suspeitos, colaboração com órgãos reguladores, e ações judiciais para bloquear reembolsos e notificar crimes”, explica Martins. 

Para esclarecer os beneficiários sobre as novas exigências das operadoras no combate às fraudes, a Alper Seguros preparou um material que reúne quais são as documentações necessárias, com conteúdo explicativo e prazos para a solicitação de consultas, exames, terapias e cirurgias das principais operadoras. A empresa segue empenhada na condução de campanhas e informativos estruturados para que suas empresas-clientes orientem seus funcionários e colaboradores sobre as melhores práticas de uso consciente do plano de saúde e de solicitações de reembolso.

Bradesco Vida e Previdência lança manual para corretores

Ricardo Ferraz, superintendente executivo da Bradesco Vida e Previdência.

Fonte: Bradesco

A Bradesco Vida e Previdência acaba de lançar o Manual Unificado do Corretor, para auxiliar esses profissionais com os processos de cotação, comercialização e atendimento aos clientes de Seguro de Vida e Seguro Viagem. O conteúdo, que unifica os guias de procedimentos operacionais, tornando o dia a dia mais ágil e eficiente, está disponível no Portal de Negócios, assim como outros materiais de apoio.

De maneira didática e objetiva, o manual traz desde informações sobre cadastro e canais de suporte ao corretor até explicações sobre o Portal de Negócios e orientações sobre os status das propostas, abordando, também, produtos, Portal do Segurado e App Bradesco Seguros.

“O Manual Unificado reforça nosso compromisso de oferecer instrumentos para ajudar os corretores a ampliar suas oportunidades de venda, em especial nos segmentos de Seguro de Vida e Seguro Viagem”, destaca Ricardo Ferraz, superintendente executivo da Bradesco Vida e Previdência.

Elaborado com base em insumos fornecidos por parceiros de negócios da Bradesco Vida e Previdência, o material também representa uma valiosa ferramenta de pós-venda, com informações sobre manutenção e renovação da apólice, sinistros e resgates, entre outros temas.

“É importante destacar que esse manual faz parte do conjunto de iniciativas que vêm sendo direcionadas a corretoras e assessorias desde a reestruturação comercial da companhia, incluindo eventos e encontros por todo o país, para intensificar ainda mais a sinergia com esses parceiros”, completa Ferraz.

Lucro das seguradoras avança no trimestre; perdas no Sul serão contabilizadas durante o ano

As seguradoras reportaram à Susep (Superintendência de Seguros Privados) lucro de R$ 7,3 bilhões no primeiro trimestre deste ano, avanço sobre os R$ 6,4 bilhões registrados em mesmo período de 2023. O Banco do Brasil, por meio da BB Seguros, lidera o ranking de lucro do setor no primeiro trimestre deste ano com ganho de R$ 1,3 bilhão, seguido pela Bradesco Seguros com R$ 1,27 bilhão, segundo ranking elaborado pela consultoria Siscorp.

O avanço do ganho contribui como um colchão para as perdas estimadas com o pagamento das indenizações em curso com a tragédia do Rio Grande do Sul. Segundo informou Dyogo Oliveira, presidente da CNseg, em evento do Itaú Asset nesta quarta-feira, 22, a entidade está perto de finalizar um levantamento preliminar sobre os impactos no Sul para o setor de seguros. Números devem ser divulgados até o fim da semana. Porém, o presidente da CNseg afirmou que, apesar de significativos, os dados revelam um quadro de coberturas limitadas em comparação aos potenciais danos na região.

Executivos envolvidos com resseguros afirmam que a conta será alta para o setor, porém pequena diante da perda econômica. “É muito prematuro falarmos sobre o total de perdas no Rio Grande do Sul, mas a previsão de recuperação econômica do estado deve ser em torno de R$ 90 bilhões e, aproximadamente, R$ 9 bilhões e R$ 15 bilhões arcados pelo mercado segurador”, projeta Luiz Araripe, Country Manager da Gallagher Brasil e CEO Gallagher Re.

Alfredo Chaia, gestor de risco da Veritas Risk, explica que o georreferenciamento de área atingidas, inclusive cotas de alagamento, a condição (a partir do acesso às locais segurados) para criar as evidencias de danos materiais diretos permitirá formular e regular as reclamações de sinistro – nos termos e coberturas das apólices. “Mas é razoável vislumbrar grande margem de perdas não seguradas; sejam por insuficiência de valor em risco, coberturas contratadas, limites e franquias, e ainda as muitas exposições a danos que não foram incluídas nas apólices, como lucro cessante para citar o mais trivial. Os prejuízos não segurados serão muito maiores”, aposta.

A Fitch divulgou que os efeitos da tragédia climática no Rio Grande do Sul nas notas de crédito de empresas de infraestrutura são diversos e dependerão do prazo e dos custos para reestabelecer as operações, bem como da liquidez e da estrutura da dívida de cada uma, com algumas geradoras de energia colocadas em observação negativa, diz a Fitch Ratings. “Ressaltamos que todos os projetos possuem seguro, mas os recursos podem não ser desembolsados a tempo para apoiar as obrigações financeiras e assim não considera as expectativas de pagamento de sinistros em seus cenários”.

Araripe comenta que o tempo de indenização depende da linha de negócio e o tipo de cobertura contratada. “Ramos como automóvel, que é muito mais binário, eu acho que vai ser muito mais fácil apurar a perda e o eventual pagamento. É a cobertura simples de alagamento em riscos empresariais que têm mais detalhes para a regulação das perdas, especialmente as que envolverem lucros cessantes. Essa sim vai demorar porque tem toda uma questão de impacto, de logística, de escoamento de produção”.

Para Leo Dale, CEO da Oneglobal Broking, um grande desafio é a exclusão padrão para alagamento nas apólices da região do Rio Grande do Sul, mesmo em apólices de risco operacional. “Muitos clientes optam por não contratar pelo alto valor da cobertura. E mesmo assim, a cobertura de lucro cessante padrão é decorrente da cobertura básica (incêndio) e não das demais coberturas como alagamento”, explica.

Segundo Rogério Cervi, da REP Corretora, de Nova Hamburgo (RS), as águas estão baixando, os danos estão sendo avaliados, e qualquer valor de perdas e necessidades para reconstrução é ainda especulação. “As seguradoras e resseguradoras estão agindo da melhor forma possível, emitindo relatórios (onde é possível) muito rápido. Recebemos ligações do pessoal de todos os níveis das seguradoras e todos estão empenhados ao máximo em pagar as indenizações”, afirmou.

Ele informa que na área de varejo, há uma ação gigante das seguradoras para pagar as indenizações, inclusive com carros submersos. “A única dificuldade é a transferência dos ativos, devido ao precário funcionamento dos cartórios, perda de documentos, etc. Mesmo assim, algumas estão buscando acelerar as indenizações. Isto é magnífico”, cita.

Todos concordam que a cultura de seguros é um problema generalizado do mercado, não só dos clientes/consumidores. “Como citou o Leo Dale, as coberturas desejadas, muitas vezes não estão disponíveis aos consumidores, por diversos fatores. Não vende porque não tem massa, não tem massa porque não vende. Precisamos aprender e saber precificar estes riscos, assim como furacões nos Estados Unidos e terremotos no Japão. E mesmo assim muitas residências na Flórida não conseguem mais comprar seguros. O problema nem é a precificação e sim a judicialização dos sinistros, com o judiciário de lá obrigando as seguradoras a pagar aquilo que não está precificado e nem constando no contrato”, acrescenta Cervi.

Nas projeções da CNseg, o setor de seguros vai crescer 12% neste ano, sem considerar a saúde suplementar, afirmou Oliveira. Segundo o dirigente, se for considerada a saúde suplementar, a indústria vai crescer menos frente a 2023, com avanço de 11% em termos de arrecadação. O segmento auto vai ter expansão de 13% em 2024 e o garantia de 22% no ano.

Porto Seguro anuncia assistência para pets no seguro de vida

Sabendo que os pets fazem parte das famílias e pensando no cuidado deles e em tranquilizar os tutores, a Porto Seguro anuncia ampliação do portfólio do Seguro de Vida em parceria com a PetLove. Com isso, os clientes podem contratar uma assistência para os pets por meio do seguro de vida, e contar com diversos benefícios para a saúde de seus cães e gatos. São eles:

  • Consulta não emergencial: uma consulta veterinária com clínico geral, cuidados essenciais para saúde do animal.
  • Tele orientação com veterinários: até três tele orientações para tirar dúvidas sobre a saúde do pet onde quer que o cliente esteja.
    Vacinação: garante uma vacina polivalente;
  • Assistência funeral: cremação coletiva do pet.

A nova cobertura já está disponível dentro do produto “Vida do Seu Jeito”. “A novidade reforça nosso compromisso em oferecer aos clientes soluções completas que garantam o bem-estar de toda a família, incluindo seus pets, mesmo nos momentos mais difíceis”, afirma Lucimara Santos, Gerente Comercial de Vida e Previdência da Porto Seguro.

Promoção especial em maio:

Como a preocupação em oferecer o melhor para seus clientes também é uma das missões dos mais de 37 mil Corretores parceiros da companhia, durante o mês de maio, os clientes que fizerem a contratação do seguro de vida Porto Seguro com valores a partir de R$ 100 ganham um voucher para resgatar na PortoPlus com itens para relaxar, como vale-iFood, Spotify, Netflix e outros.

AM Best mantém rating de Austral Seguradora e Austral Re 

Fonte: Austral

A agência global de avaliação de riscos AM Best, especializada no setor de seguros e resseguros, manteve o índice de Força Financeira do Grupo Austral, que opera a Austral Seguradora e Austral Resseguradora, em A- (Excelente). Este nível de rating é atribuído a grupos seguradores e resseguradores que, na avaliação da agência, possuem uma excelente capacidade de atender às suas obrigações operacionais. O rating de Crédito de Emissor de Longo Prazo (ICR de Longo Prazo) também permaneceu em “a-” (Excelente). Além disso, foi mantido o ICR de Longo Prazo “bb+” (Fair) da Austral Participações SA.

Em comunicado divulgado dia 15 de maio, a agência ressalta que as classificações refletem a solidez do balanço patrimonial da Austral, avaliado como mais forte, bem como seu desempenho operacional adequado, carteira de negócios diversificada e gestão apropriada de riscos empresariais. 

A agência também afirma que as perspectivas das companhias são estáveis, com impacto positivo de rating a médio prazo, a partir do desempenho operacional e baixa volatilidade do Grupo

“Esta é uma chancela importante que reconhece os esforços do Grupo Austral na melhoria da modelagem de risco e gestão de capital interno. A agência também destaca o nosso crescimento em meio ao cenário macroeconômico, seja a seguradora com portfólio robusto em energy, garantia e financial lines, seja da resseguradora, no competitivo mercado brasileiro e na América Latina como um todo”, afirmam os CEOs da Austral Seguradora e da Austral Re, respectivamente, Carlos Frederico Ferreira e Bruno Freire.

Em sua análise, a AM Best também reforça que a Austral apresenta uma sólida estrutura de capital, evidenciada pelo Best’s Capital Adequacy Ratio (BCAR), que está avaliado no nível mais forte.  

Estadão: A partir de 2027, reforma tributária zera IOF de seguros

Por Matheus Piovesana, Broadcast, Agência Estado

O setor de seguros deve deixar de recolher alguns dos tributos sobre bens e  serviços que hoje recolhe, mas ainda há outros pontos em discussão, como a incidência do Imposto sobre  Valor Agregado (IVA) sobre receitas de caráter financeiro. 

As seguradoras hoje recolhem IOF sobre prêmios de seguro, em alíquota que vai de 4,65% a mais de 7% a  depender da linha de negócio. “A partir de 2027, isso zera”, disse o diretor Técnico e de Estudos da  Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), Alexandre Leal, em evento da Itaú Asset voltado a executivos do setor de seguros. 

Leal disse que as seguradoras devem ter a mesma alíquota de outras atividades do setor financeiro, mas que  este porcentual ainda não está definido, e por isso, não é possível estimar o impacto sobre cada uma das  empresas. 

De acordo com ele, o setor ainda debate com o governo diferentes pontos da reforma, que deve ter a  regulamentação debatida no Congresso nos próximos meses. Um deles é a tributação ou não das receitas de  caráter financeiro, ou seja, que não vêm da venda de produtos e serviços.

Parceria fechada com a Nuclea (ex-CIP) para fazer com que as seguradoras conheçam melhor os clientes.

O presidente da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), Dyogo Oliveira, disse que a entidade deve utilizar uma parceria fechada com a Nuclea (ex-CIP) para fazer com que as seguradorasconheçam melhor os clientes.

“Com a parceria com Nuclea, nós vamos desenvolver produtos conjugando informações, para conhecer melhor os clientes”, afirmou ele durante evento da Itaú Asset voltado a executivos de seguradoras.

A Nuclea é a responsável por processar uma série de operações do Sistema Brasileiro de Pagamentos (SPB) e operações como as de portabilidade bancária, o que faz com que sua base tenha uma série de dados dos clientes do setor. Essa interação entre bancos e seguradoras é a gênese do Open Finance, nome que designa a união entre o Open Banking e o Open Insurance.

O diretor de Seguros do Itaú, Eduardo Domeque, afirmou que Oliveira tem feito mudanças desde que assumiu a CNseg, em maio de 2022. A chegada do executivo à entidade veio em um esforço de construir diálogo com o governo e também com outras esferas da sociedade.

Oliveira disse que a CNseg tem buscado falar com a sociedade de forma ampla, inclusive simplificando o discurso. Também disse que a entidade está buscando uma regulação menos custosa e participando da agenda econômica do governo. “Temos dialogado com governo, estados e municípios.”

Setor deve crescer 13% em 2024

O Valor informa que nas projeções da confederação, o segmento auto vai ter expansão de 13% em 2024 e o garantia vai avançar 22% no ano O setor de seguros vai crescer 12% neste ano, sem considerar a saúde suplementar, afirmou Oliveira, no evento. Segundo o dirigente, se for considerada a saúde suplementar, a indústria vai crescer menos frente a 2023, com avanço de 11% em termos de arrecadação.

Segundo Oliveira, a entidade está perto de finalizar um levantamento preliminar sobre os impactos do evento no Sul para o setor de seguros. O dirigente não revelou os números, que segundo ele, devem ser divulgados até o fim da semana. Porém, o presidente da CNseg afirmou que, apesar de significativos, os dados revelam um quadro de coberturas limitadas em comparação aos potenciais danos na região, acrescenta o Valor.

MAG contrata solução de subscrição de seguro de vida da Munich Re

A Munich Re Automation Solutions Ltd, fornecedora líder de soluções automatizadas de subscrição e análise para o setor de seguros de vida, anunciou que sua solução de avaliação de risco SARA está agora em operação com a seguradora de vida brasileira MAG Mongeral Aegon.

Trata-se de uma solução de subscrição digital de última geração, implantada no ponto de venda, que a MAG (especialista em seguradoras de vida) utilizará para automatizar novos negócios em seu segmento privado.

“Estou entusiasmado em ver a MAG adotar nossos serviços automatizados de subscrição. Ao aproveitar o SARA, a MAG não apenas agilizará seus processos, mas também melhorará a experiência do cliente no ponto de venda. Este passo marca um marco significativo em nossa parceria e reforça o compromisso da Munich Re com o mercado brasileiro”, comentou Alberto Abalo, CEO da Munich Re Life and Health, Sul da Europa e América Latina, em nota.

“A parceria com a Munich Re Automation Solutions representa um importante passo em frente na nossa estratégia de fornecer serviços eficientes e de alta qualidade aos nossos clientes. A SARA não só simplifica, mas também agiliza o processo de subscrição, oferecendo uma experiência mais rápida e personalizada, em linha com as expectativas das gerações mais jovens, que procuram comodidade e personalização nos serviços digitais”, comentou Nuno David, diretor comercial e marketing do grupo MAG, em nota.

SARA é uma solução de software como serviço (SaaS) que pode ser facilmente integrada via API (Application Programming Interfaces) aos sistemas das seguradoras. Impulsionado pelas diretrizes de subscrição da Munich Re e apoiado por mais de 140 anos de experiência no setor, o conjunto de regras de subscrição da SARA é continuamente atualizado e fornece insights de dados para gerar resultados de negócios lucrativos. A SARA pode subscrever mais de 90% dos pedidos de seguro de vida no ponto de venda em menos de dois minutos, ao mesmo tempo que oferece aos clientes uma experiência personalizada.

Haddad defende cooperativas de seguros e PL 29 em audiência pública

Fernando Haddad

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad participa da Comissão de Finanças e Tributação da Câmara dos Deputados nesta quarta-feira (22). O objetivo da sessão foi prestar esclarecimentos sobre a política econômica do país.

Durante a audiência pública, dentre os principais pontos, Haddad destacou as cooperativas de seguro. Segundo o ministro, a sociedade precisa das cooperativas de seguros, especialmente agora com a perspectiva de mudanças climáticas, de regime de chuvas diferenciado. Haddad também afirmou que é necessário pensar em um programa de seguros diferenciado. Em sua fala, destacou que existem dois projetos tramitando no Congresso Nacional: um deles, está há 20 anos tramitando no senado, o outro está na Câmara, os quais podem ser aprovados.