AXA no Brasil se mobiliza pelo RS

Fonte: AXA

A AXA no Brasil tem acompanhado de perto os tristes acontecimentos causados pelas chuvas no Rio Grande do Sul nos últimos dias. Desde o primeiro momento, seus times comerciais e de atendimento se mobilizaram e se colocaram à disposição de corretores e vítimas nas regiões afetadas. 

Para contribuir, a seguradora tomou algumas medidas: 

  • As equipes de atendimento para serviços emergenciais foram deslocadas para prestar toda a assistência possível aos clientes de perto;
  • Para que se tenha uma liberação de indenizações mais célere, reforçou-se a possibilidade de  vistoria remota para regulação dos sinistros nas regiões atingidas;  
  • Prorrogação de 15 dias adicionais para boletos de parcelas com vencimento entre 1 e 15 de maio para os residentes nas regiões afetadas;
  • Prorrogação de 10 dias adicionais a cobertura das apólices com final de vigência entre 1 e 10 maio para os residentes nas regiões afetadas;

Em parceria com a Cruz Vermelha, a AXA está motivando os seus colaboradores a contribuírem com doações para as vítimas na região.

A área de experiência do cliente da AXA também tem acompanhado a situação e buscando outras medidas que possam contribuir para o auxílio às vítimas, garantindo o melhor atendimento aos segurados.

A empresa lembra também que emergências durante esse período devem ser comunicadas pelos seguintes canais de atendimento:

  • Para acionar o seguro: 0800 292 4357
  • Assistência 24h empresarial e condomínio: 0800 777 9144
  • Assistência 24h funeral e demais seguros: 0800 778 9125
  • Deficientes Auditivos: 0800 292 1900

Enchentes no RS: imóveis com financiamento têm cobertura para reconstrução

Por Rossana Costa, fundadora e diretora da GEO

Estamos vivendo a maior enchente da história do Rio Grande do Sul, onde os estragos já atingiram 80% do estado. Em uma situação onde centenas de pessoas perderam a vida e milhares suas casas, fica a dúvida de como será a reconstrução, após a tragédia. 

Uma notícia que pode acalentar quem adquiriu ou construiu imóveis por meio de financiamento imobiliário são as coberturas presentes no seguro Habitacional. Este seguro é obrigatório em todos os financiamentos imobiliários, contratados em quaisquer bancos, bem como para as  incorporadoras ou construtoras que fazem a venda parcelada do imóvel. “O seguro Habitacional é uma proteção para todo o ecossistema do crédito imobiliário, e neste momento é essencial para as familias”, afirma Rossana Costa, diretora da GEO, companhia especializada em tecnologia para seguros de linhas financeiras.

Cobertura de Danos Físicos ao Imóvel (DFI)

A cobertura de DFI tem como objetivo garantir a integridade do imóvel financiado. Além de oferecer proteção contra danos causados por incêndio, raio e explosão, estão ainda cobertos os prejuízos por eventos de causa externa, decorrentes de: inundação ou alagamento, ainda que decorrente de chuva, entre outros. Se houver necessidade de desocupação do imóvel devido à ocorrência de sinistro coberto, deverá ser prevista indenização, correspondente aos encargos mensais do financiamento.

Cobertura de Morte e Invalidez Permanente (MIP)

Além do DFI, o seguro habitacional também inclui cobertura MIP. Esta cobertura garante a quitação da dívida imobiliária e por conseguinte a permanência do imóvel com a família, em caso de falecimento do(s) contratante(s) do financiamento imobiliário. Além da quitação da dívida em caso de falecimento, também assegura a liquidação da dívida do devedor em caso de Invalidez Permanente Total por Acidente ou Doença

Como acionar o seguro

O movimento mais indicado é solicitar o acionamento do seu seguro Habitacional diretamente com o banco financiador, incorporadora ou construtora onde o crédito imobiliário foi contratado.

Seguro Solidário: Sincor-SP e entidades se unem para prestar auxílio ao Rio Grande do Sul

Através do Comitê Corretor de Seguros Agente do Bem-Estar Social, o Sincor-SP e as entidades do Estado de São Paulo se unem ao movimento #todospeloriogrande para ajudar os profissionais de seguros que sofrem com a calamidade no Rio Grande do Sul.

É possível ajudar com doações diretamente para o SindsegRS (Sindicato das Empresas de Seguros do RS), através da chave Pix CNPJ 92947241/0001-60ou por depósito na conta Bradesco, agência 0491-0 e conta corrente 0555464-0.

“O nosso Estado está passando pela maior calamidade climática de todos os tempos. São mais de 380 municípios afetados, 16 mil pessoas morando em abrigos e nós, do sindicato, junto a todas as entidades do mercado de seguros nos unimos neste momento para ajudar quem mais precisa”, explica o presidente do SindsegRS, Guilherme Bini.

“Iniciamos agora a fase se reconstrução da vida de muitas pessoas e precisamos da colaboração de todos. Criamos uma chave Pix única, do SindsegRS, para receber as doações”, completa o presidente do Sincor-RS, André Thozeski.

Bini esclarece que os recursos arrecadados serão administrados com transparência. “Faremos a prestação de contas de como iremos utilizar os recursos e toda a ajuda será bem-vinda. Nós faremos juntos a mudança e a transformação na vida de milhares de famílias”, garante o presidente do SindsegRS.

No Estado de São Paulo, o Sincor-SP está engajado neste movimento e, junto a entidades do setor, vai atuar tanto na divulgação quanto na doação de recursos. “Estamos enviando recursos para lá e estimulando os corretores a fazerem o mesmo. Para ganhar mais força e alcançar mais pessoas, reunimos ainda as entidades para nos ajudar neste esforço coletivo”, aponta o presidente do Sincor-SP, Boris Ber.

A ação organizada pelo Sincor-SP conta com o apoio da Associação Paulista dos Técnicos de Seguro (APTS), da Câmara dos Corretores de Seguros do Estado de São Paulo (Camaracor), dos Clubes dos Corretores de Seguros do ABC, de Osasco, de São Paulo e de Sorocaba, do Clube Vida em Grupo SP (CVG-SP), do Sindicato das Empresas de Seguros e Resseguros (SindsegSP) e da União dos Corretores de Seguros (UCS).

RIMS 2024: Gestores são desafiados com incertezas inerentes aos eventos futuros, afirma Marsh

rims 2024, corretora de seguros marsh,

Priscilla Rosa, líder de contratos multinacional da Marsh no Brasil, destaca o potencial do Brasil no evento RISKWORLD, promovido pela RIMS, a associação de gestores de riscos dos EUA, durante os dias 5 a 8 de maio, em San Diego. “Entretanto, entendo que este ano segue como transição para retomada dos negócios a partir de 2025, tendo em vista que a retomada do segmento de grandes riscos, em 2024, depende de vários fatores, incluindo a recuperação econômica, as tendências do mercado de seguros e as condições específicas de cada setor”, diz.

As expectativas para o Brasil (PIB na casa dos 2%), ficam abaixo do realizado em 2023 (PIB 2,9%), muito por conta do agronegócio que teve um ano de 2023 espetacular. “Por outro lado, ainda há incertezas quanto às outras indústrias. A produção industrial, por exemplo, teve uma performance muito baixa e a tendencia não é de melhoria ainda neste ano”, comenta. “Apesar da tendência de queda de inflação, taxa de desemprego e Selic, haverá grandes desafios, não só internos, como também de políticas internacionais que afetam nosso país.

Além de questões macroeconômicas, como inflação, PIB, cenário das indústrias, taxa de desemprego, entre outros, o Fórum Econômico Mundial, em colaboração com a Marsh, divulgou em janeiro seu relatório Global de Riscos. Esse relatório aborda cenários geopolíticos, econômicos e sociais que poderão afetar todas as empresas em breve, além de uma análise mais a longo prazo. Dentre os possíveis riscos, com foco especificamente no Brasil, os mais comentados, com certeza, serão inflação, Dívida Pública, catástrofes naturais e desigualdade social. Outros temas que certamente estarão no top of mind serão: desinformação, energia renovável, hidrogênio verde, wind offshore e Inteligência Artificial.

Para a executiva, o atual momento dos gestores de risco nunca foi tão desafiador estar nesse papel, e que é atualmente umas das profissões mais importantes do mercado. No atual cenário macroeconômico de 2024, com mais de 70 países enfrentando eleições, crises políticas, crescimento global do PIB abaixo dos últimos três anos, impactos de condições climáticas extremas sem precedentes, conflitos armados e outros riscos, é de extrema importância que os gestores de riscos possam contar com um consultor especializado.

“Esse consultor deve ser capaz de analisar não apenas os riscos transferíveis, mas também de tratar e minimizar aqueles que não podem ser transferidos”, afirma. “Empresas que não gerenciarem seus riscos enfrentarão impactos graves em suas operações. Para tomar decisões assertivas, é essencial ter um entendimento profundo de diversos temas. E é para isso que estamos aqui, para estar junto aos nossos clientes, nos momentos que importam”.

Entre os principais desafios e oportunidades da profissão de gestor de riscos, Priscila Rosa entende que os gestores de risco enfrentam desafios complexos, mas também têm a oportunidade de fornecer informações valiosas, que podem impulsionar e melhorar a vantagem competitiva da organização. “Dentre os diversos desafios, vejo as incertezas inerentes aos eventos futuros e suas consequências. É de suma importância avaliar e quantificar os riscos potenciais, mas normalmente as informações disponíveis são limitadas.”

Segundo ela, os riscos para as organizações estão em constante transformação e tendem a ficar cada vez mais complexos, devido à globalização, mudanças climáticas, mudanças regulatórias e avanços tecnológicos. Outro desafio importante é a conexão que os profissionais desse ramo precisam ter com outras áreas dentro das empresas, como operações, finanças, comercial, compliance, entre outros. Estar alinhado com os objetivos estratégicos da companhia é essencial. 

O ambiente está em constante mudança e os gestores de risco devem ser capazes de se adaptar rapidamente a novas ameaças e oportunidades. Isso porque quando bem-preparados e informados, também é possível encontrar grandes oportunidades. Através do conhecimento de seus riscos, os gestores podem fornecer informações valiosas e isso pode ajudar a organização a aproveitar oportunidades e evitar ameaças, acrescenta.

Como estamos em constante evolução, a executiva enfatiza que a gestão de risco deve ser um processo contínuo, aprimorando práticas e processos, para levar a organização a um caminho mais resiliente e eficiente. Outra oportunidade ao tratar os riscos é a inovação, que pode ajudar a impulsionar transformações importantes, o que pode refletir em uma vantagem competitiva. “Ao identificar e gerenciar os riscos de forma proativa, os gestores de risco têm condições de ajudar a organização a se destacar no mercado, conseguem evitar danos e prejuízos que poderiam impactar a saúde financeira de uma maneira irreversível”.

Dentro deste cenário, Priscila Rosa destaca o valor que seguradoras e corretores podem agregar ao gestor de risco. Ao utilizar dados, análises e tecnologia, como os disponibilizados pela Marsh, os executivos têm a oportunidade de adotar uma abordagem abrangente e proativa em relação aos riscos, resultando em decisões estratégicas alinhadas aos objetivos corporativos.

“O acesso a ferramentas analíticas e tecnológicas, que avaliam a exposição e o impacto dos riscos, simplifica o processo de gerenciamento de riscos, fornecendo recursos essenciais para monitorar, mitigar e gerenciar os riscos nas empresas. A Marsh, por exemplo, possui a capacidade de oferecer suporte às organizações, permitindo que os gestores de risco reduzam e transfiram os riscos para seguradoras, quando apropriado. Dessa forma, estarão mais bem preparados para lidar com processos em constante mudança, regulamentações em evolução e condições econômicas voláteis, além de poder implementar estratégias focadas em alcançar as metas e resultados desejados em seus respectivos negócios.”

Segundo ela, estar no RIMS, atualmente uma das maiores feiras com foco em gerenciamento de riscos e seguros, é uma chance de conexão com colegas da indústria e clientes, trocar ideias, compartilhar experiências e estabelecer relações importantes para desenvolvimento de negócios. “Somado a isto, temos também oportunidades de aprendizado e desenvolvimento profissional, com diversas palestras e workshops sobre tendências e práticas mais recentes que serão ministradas por profissionais altamente qualificados neste setor”.

Como nos anos anteriores, os especialistas da Marsh fizeram apresentações sobre uma variedade de tópicos, incluindo ambientais, sociais e de governança (ESG), cibernéticos, fusões e aquisições (M&A), e muito mais. Havia também o Marsh Café, para facilitar reuniões com clientes e clientes potenciais. Especialistas também participaram de seções para demonstrar com profundidade e amplitude os recursos e soluções mais recentes de que o grupo dispõe.

RIMS 2024: Prestação de serviços aos clientes é o diferencial da Brokerslink num cenário competitivo

Ariel Couto, CEO da MDS Brasil e Americas Regional Manager da Brokerslink, afirma que há um consenso no mercado internacional que o efeito “hardening” ficou para trás, o que não significa que as taxas começaram, imediatamente a cair.  “A combinação região e atividade segue norteando o apetite do mercado segurador e ressegurador.  Riscos mais sujeitos às catástrofes naturais seguem enfrentando resistência do mercado no processo de renovação”, diz ele durante sua participação no RISKWORLD, evento promovido pela RIMS, associação de gestores de riscos dos EUA, que acontece entre 5 e 8 de maio em San Diego, Califórnia.

A Brokerslink, mais uma vez é a única rede de corretores com stand no evento, que conta com uma delegação de aproximadamente 80 executivos, representando cerca de 40 países. Sendo a delegação mais internacional do RIMS, a Brokerslink procura passar ao mercado a mensagem de que é a solução global para todas as necessidades relacionadas à contratação de seguros, resseguros e serviços ligados ao segmento.

Segundo Couto, a atratividade de um determinado risco para o mercado é função de alguns aspectos como a sinistralidade histórica, sua atividade, características físicas, processos de governança – incluindo planos de manutenção, contingência e recuperação, bem como a saúde financeira da empresa. “Um risco bem gerenciado é tratado de forma diferente no mercado, que passará, em breve, a considerar também os critérios de sustentabilidade no processo de subscrição”, diz.

Ter uma politica ESG já se tornou uma exigência para obter um programa de seguros com mais facilidade e em condições mais acessíveis, segundo ele. “Com a publicação da Circular Susep 666 as seguradoras que operam no Brasil deverão, de acordo com um cronograma definido, passar a considerar as políticas ESG na aceitação e precificação dos riscos.  Ao firmarem compromissos relacionados ao meio-ambiente, alguns resseguradores e algumas seguradoras internacionais já possuem políticas mais restritas para aceitação de riscos relacionados a atividades mais poluentes, por exemplo’, cita.

Para o executivo, se diferenciar num cenário de acirrada concorrência no mundo dos corretores, a palavra chave é a prestação de um serviço diferenciado, que engloba contar com uma equipe altamente qualificada, com amplo conhecimento técnico, bom relacionamento com os mercados, alcance global e o uso da tecnologia a favor dos clientes, promovendo experiências cada vez mais completas, seguras e amigáveis.

Além de contar com um stand no evento, a Brokerslink promoveu um café da manhã na segunda-feira, dia 6, para todos os membros presentes, além de oferecer, no mesmo dia, em conjunto com a corretora norte-americana Alliant, membro da rede nos Estados Unidos, uma recepção para todo o mercado, que contou com cerca de 1000 participantes.  Os corretores da Brokerslink presentes ao evento se dividiram entre as inúmeras reuniões com clientes, seguradores e os muitos eventos promovidos no período.

RIMS 2024: Greenberg fala sobre reforma jurídica, inflação, mudança climática e transição energética

Com agências internacionais

“A inflação dificilmente voltará à meta de 2% do Fed (banco central americano). Vamos viver de forma mais permanente em um mundo com inflação mais alta”, disse Evan Greenberg, CEO da Chubb, durante a sessão de abertura desta terça-feira do RISKWORLD, a conferência anual da Risk & Insurance Management Society Inc. (RIMS).

Seguradoras e segurados devem se adaptar a níveis mais altos sustentados de inflação econômica e “inflação social”. As pressões inflacionárias na economia dos EUA não devem diminuir, e os aumentos em veredictos e acordos judiciais continuarão devido a mudanças nos valores sociais e financiamento de litígios, afirmou ele.

Segundo ele, as corporações devem se preparar para financiar, com apoio das seguradoras, uma campanha de reforma jurídica de longo prazo para deter a tendência. Mudanças climáticas e a transição para energia renovável, aumento do protecionismo, mudanças nas cadeias de suprimentos e gastos baseados em déficit contribuem para a inflação mais alta, afirmou ele.

Ressaltou que a inflação social também aumenta os custos. “Este é o problema que, para dizer o óbvio, é duradouro. Não é episódico. Não está indo embora e está piorando”, disse ele. Mais vereditos individuais, ações coletivas e novas teorias de responsabilidade estão aumentando o custo de acordos e vereditos, acrescentou.

“Além disso, a advocacia de litígio se tornou uma “indústria lucrativa” com novas fontes de financiamento, e a sociedade está se tornando mais “anti-corporação”, afirmou. “Não vamos resolver isso simplesmente como uma indústria de seguros. Mas podemos fazer muito para apoiá-lo”, disse Greenberg.

“As corporações devem desenvolver um plano de longo prazo para apoiar a reforma jurídica. Isso vai custar dinheiro. Vai exigir talento. Terá que ser abordado como uma campanha política de longo prazo”, afirmou Greenberg.

Andreia Paterniani e Cristiane Martins da Silva são nomeadas diretoras na seguradora Sompo

Fonte: Sompo

Sompo acaba de anunciar que Andreia Paterniani e Cristiane Martins da Silva foram nomeadas como novas diretoras executivas. Andreia Paterniani assume o cargo de Diretora Executiva de Sinistro, enquanto Cristiane Martins da Silva será responsável pela Diretoria Executiva de Atuarial, Gestão de Riscos e Compliance. Esta é a primeira vez que mulheres ocupam cadeiras no board da companhia. A Sompo também anuncia a promoção de Roberta Caravieri ao cargo de Diretora de RH e Sustentabilidade e Isabel Candido Willig ao cargo de Diretora Jurídica.

Com isso, a seguradora conta agora com cinco mulheres em cargos de diretoria, uma vez que, em janeiro deste ano, já havia anunciado a contratação de Maria Cristina Bettencourt como diretora de Resseguros, Atuarial de Produtos, Produtos Corporativos e Precificação.

Os reconhecimentos que levaram à contratação ou promoção de mulheres em cargos de liderança em áreas estratégicas e complexas, que exigem alto grau de conhecimentos específicos, reflete o compromisso contínuo da Sompo em promover Diversidade, Equidade & Inclusão em todos os níveis, bem como um avanço nos esforços da companhia na promoção da equidade.

“A diversidade é um valor fundamental que impulsiona a empresa para um futuro mais equânime. A presença de mulheres em cargos de liderança é essencial para construir um ambiente de trabalho mais representativo e inclusivo”, afirma Alfredo Lalia Neto, CEO da Sompo. “Quando assumi a Sompo, em 2021, havia apenas uma diretora. Agora são cinco, sendo que duas delas estão no board, contribuindo com as decisões e direcionamentos da companhia. Consideramos essencial buscar ferramentas e caminhos que garantam às pessoas a segurança de serem quem são, com a certeza de que poderão encontrar igualdade de oportunidades no ambiente de trabalho”. 

A Sompo tem demonstrado um forte compromisso com a equidade de gênero e a promoção do papel feminino no setor. A empresa é patrocinadora da iniciativa “Sou Segura”, que busca fortalecer a importância e representatividade das mulheres no mercado segurador. Além disso, em 2023, a Sompo realizou a primeira edição do Programa Eles com Elas, um programa de mentoria feminina projetado para promover um ambiente de trabalho mais equitativo.

Vale lembrar que, desde 2019, a Sompo é signatária dos Princípios de Empoderamento das Mulheres (WEPs), uma iniciativa da ONU Mulheres junto ao Pacto Global que estabelece parâmetros para a igualdade de gênero por meio do empoderamento das mulheres. Esta iniciativa faz parte do esforço contínuo da Sompo por meio de seu squad de Diversidade, que promove ações, práticas e políticas para fomentar a igualdade de oportunidades e o respeito mútuo no ambiente corporativo.

MetLife inaugura um espaço de colaboração voltado para transformação e inovação

A MetLife Brasil realizou um evento interno com colaboradores para inaugurar um novo andar em seu prédio, no Brooklin, na capital Paulista, destinado a ser um hub de inovação da empresa. Com design integrativo e moderno, áreas de convivência e criatividade, o espaço, localizado no13º andar, marca uma nova jornada de transformação da companhia, o que contribuirá com mais agilidade no desenvolvimento de produtos e soluções, no estudo de possibilidades ao mercado e na resolução de processos internos, o que já se reflete no momento histórico da MetLife no País. Em 2023, ano que a área de transformação foi criada, a seguradora registrou o melhor ano de sua história no Brasil, com crescimento de 33% na emissão de prêmios em relação a 2022 e um lucro líquido cinco vezes superior ao ano anterior. 

Na ocasião, além de conhecerem os espaços e dialogarem com os líderes das áreas envolvidas na construção deste novo modelo de trabalho, os colaboradores fizeram visitas guiadas para entender a nova metodologia de trabalho, que começa a ser implementada agora em maio.

“Nos últimos anos, temos acelerado nossa trajetória de crescimento, e, não à toa, temos construído novas formas de distribuir nossos produtos para proteger e dar suporte a mais famílias. Temos a responsabilidade de continuar crescendo no nosso mercado, de aumentar nossa relevância nas discussões da indústria, de criar soluções que possam levar proteção e oportunidades de acesso a soluções de saúde e vida a mais pessoas. O espaço, não só une os times, como se configura em uma área que fará uso de metodologias ágeis e inteligência artificial para proporcionar o melhor aos nossos canais comerciais”, afirma Breno Gomes, CEO da MetLife Brasil. 

Para Fernando Trujillo, SVP Transformation da MetLife Brasil, a nova “Cultura Maker” que a MetLife está adotando, convida todos os colaboradores a dedicar mais tempo para experimentar novas ideias, tecnologias, novas formas de executar velhos processos com simplicidade e eficiência. “Estamos entusiasmados com o resultado de criar conexões mais rápidas entre as diversas áreas e com mais tecnologia e inovação, o que com certeza se configurará em na oferta de mais agilidade na resolução de processos e etapas cruciais da inovação”, comentou.

Para este ano, estão previstos investimentos de aproximadamente R$40 milhões de reais exclusivos exclusivamente nas áreas de tecnologia e inovação, com foco na experiência e na jornada de corretores e clientes. “A arquitetura tecnológica de portais de serviços será ampliada para sustentar a jornada do crescimento operacional, além de centralizar o uso de dados como pilar estratégico. Estamos olhando para frente, não só para a MetLife, mas como esse novo momento poderá ser um marco para impulsionar o setor como um todo e até a troca de experiências”, acrescenta a AVP de New Business & Innovation, Paula Toguchi.

Munich Re obtém receitas de € 15,1 bilhões no primeiro trimestre de 2024

Christoph Jurecka Munich Re

A resseguradora global Munich Re anunciou hoje um aumento nas receitas de seguros provenientes de contratos emitidos para € 15,1 bilhões no primeiro trimestre de 2024, impulsionado pelo crescimento orgânico no seu negócio de resseguros e também na ERGO International.

No mês passado, a Munich Re pré-anunciou um lucro líquido de € 2,1 bilhões para o primeiro trimestre de 2024 e um índice combinado de resseguro de 75,3% em seguros gerais (Property & Casualty -P&C) e um resultado técnico total em vida e saúde ( L&H) de € 586 milhões.

Hoje, a resseguradora divulgou os seus resultados completos para o primeiro trimestre do ano, que, juntamente com o aumento das receitas de seguros, incluem um resultado técnico total de € 2,8 bilhões, acima dos € 1,8 bilhão no primeiro trimestre de 2023, e um resultado operacional de quase € 3 bilhões, em comparação com € 1,8 bilhão no ano passado.

“A Munich Re iniciou o novo ano financeiro com grande impulso. Nosso resultado líquido do primeiro trimestre deste ano é quase 70% superior ao de 2023. Cada linha de negócios desempenhou um papel neste desempenho impressionante. Além disso, obtivemos um impulso com as renovações do tratado em 1 de Abril, onde aproveitámos oportunidades de crescimento atraentes num contexto de taxas elevadas contínuas. Ainda esperamos gerar um lucro de 5 mil milhões de euros em 2024. Na verdade, tornou-se mais provável que ultrapassemos essa meta”, afirmou Christoph Jurecka, Diretor Financeiro (CFO).

No primeiro trimestre de 2024, o segmento de resseguros contribuiu com € 1,888 bilhão para o resultado líquido, o que representa uma melhoria em relação aos 1,051 mil milhões de euros do primeiro trimestre de 2023. As receitas de seguros provenientes de contratos de seguros emitidos aumentaram de € 9,232 bilhões para € 9,858 bilhões. Ao mesmo tempo, o resultado técnico total aumentou 77% para € 2,2 bilhões, e o resultado operacional aumentou 77% para € 2,592 bilhões.

Dentro dos resseguros, o braço de P&C produziu um resultado líquido de € 1,336 bilhão no primeiro trimestre de 2024, em comparação com € 760 milhões no primeiro trimestre de 2023, uma vez que as receitas de seguros provenientes de contratos de seguro emitidos aumentaram ligeiramente para € 6,831 bilhões. O índice combinado de resseguros P&C melhorou de 86,5% para 75,3%, e o índice combinado normalizado foi de 79,5%.

Durante o trimestre, as principais perdas superiores a 30 milhões de euros cada, totalizaram 650 milhões de euros para a Munich Re, o que é inferior aos € 1,035 bilhão do ano passado, e inclui ganhos e perdas resultantes do resultado de grandes perdas de anos anteriores. As despesas com grandes sinistros corresponderam a 9,9% da receita líquida de seguros, valor inferior à média de 14%. As grandes perdas provocadas pelo homem aumentaram para € 418 milhões, contra € 165 milhões, sendo a maior perda individual o colapso da ponte Francis Scott Key, em Baltimore. As principais perdas resultantes de catástrofes naturais caíram para € 232 milhões, contra € 870 milhões.

No que diz respeito ao resseguro de vida e saúde, o segmento produziu um resultado técnico superior de € 586 milhões em comparação com € 320 milhões no primeiro trimestre de 2023. A contribuição para o resultado líquido da liberação da margem de serviço contratual ficou em linha com as expectativas, diz Munique Re. O resultado líquido do segmento aumentou para € 552 milhões, contra € 291 milhões, e as receitas de seguros provenientes de contratos de seguro emitidos aumentaram para € 3,027 bilhões, contra € 2,734 bilhões.

A Munich Re também comentou a sua experiência nas renovações de resseguros de 1 de abril de 2024, revelando que conseguiu aumentar o volume de negócios emitidos em 6,1%, para € 2,6 bilhões.

“A empresa explorou seletivamente as atuais condições de mercado favoráveis para expandir negócios atraentes, com oportunidades de crescimento sendo concretizadas especialmente na Índia, na América Latina e na Europa. Isso envolveu tanto o fortalecimento dos relacionamentos com os clientes existentes quanto o estabelecimento de novos”, afirma a empresa.

GLOBO: Bradesco Seguros recebe pedidos de indenização que ultrapassam R$ 100 milhões 

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Fonte: O Globo

Em menos de uma semana do início da segunda Operação Emergencial de Tratamento de Sinistros da Bradesco Seguros realizada este ano, no estado do Rio Grande do Sul, a seguradora recebeu mais de 400 chamados emergenciais, a maior parte deles de Santa Cruz do Sul, São Leopoldo, Caxias do Sul e Porto Alegre, e a estimativa de indenizações já ultrapassa os R$ 100 milhões. O valor é 20 vezes superior ao desembolsado na operação realizada em janeiro quando foram feitas mais de 600 indenizações, principalmente, em Porto Alegre, Gravataí e Canoas, cidades que voltaram a ser atingidas pelos fortes chuvas no Rio Grande do Sul.

Essa é a 45ª operação emergencial da seguradora, que iniciou esse programa em 2015, quando houve um forte tornado no Sul do país. O ano passado, no entanto, o grupo estabeleceu um recorde devido a fenômenos naturais extremos, com um total de oito operações entre janeiro e dezembro, principalmente nas regiões Sul e Sudeste do Brasil. Em 2022, havia sido realizada apenas uma.

No mesmo período, a seguradora observou um salto na utilização das coberturas relacionadas a riscos climáticos – como tempestades, vendavais e e enchentes – no Brasil. Houve crescimento de mais de 377% nos chamados, com cerca de 6,2 mil avisos de sinistros, em 2023, contra 1,3 mil no ano anterior . Em termos de indenizações, o aumento foi de 435%: passando de R$ 6,7 milhões em 2022 para quase R$ 30 milhões no ano passado.

Os desastres climáticos estão, de fato, mexendo com o mercado segurador. Pela primeira vez em cinco anos, Grupo Bradesco Seguros , que é líder do setor nacionalmente, identificou um crescimento acima da média nacional do já consolidado mercado do Rio de Janeiro: o estado cresceu 15,6% no primeiro bimestre deste ano contra 15,1% da média nacional. Nos anos anteriores, o mercado fluminense vinha ficando ao menos dois pontos percentuais abaixo da média de crescimento do país. Na avaliação de Saint’Clair Lima, diretor da Bradesco Seguros, pesa nesse resultado uma mudança na percepção da importância do seguro, principalmente, diante do aumento de fenômenos naturais extremos no estado.

Os dados comprovam isso ao apontar um crescimento expressivo da contratação de seguros que contam com coberturas para risco climáticos no estado. Segundo a Bradesco, a venda de seguros residenciais no mercado fluminense cresceu 19,5% contra 9,1% registrado no Brasil; no segmento de automóveis houve alta de 13,3% ante a uma média nacional de 1,9%.