Alba Seguradora comemora crescimento das vendas do seguro garantia estendida

Fonte: Alba Seguradora

O crescimento das vendas do seguro garantia tem beneficiado a Alba Seguradora, que aposta neste segmento. Em 2023, o seguro garantia estendida teve crescimento de 41,4% em sua demanda. Na Bahia, o crescimento do varejo em 5,6%, segundo o IBGE, impulsionou também a alta na procura pelo seguro em eletrodomésticos e eletrônicos, setor onde a garantia é especialmente importante para o consumidor e comumente mais contratado. 

Com o aumento da insegurança das cidades grandes e maior nível de preocupação dos consumidores com seus bens, o seguro garantia estendida tem crescido no Brasil inteiro, crescendo quatro vezes mais do que o varejo, segundo um levantamento da FenSeg (Federação Nacional de Seguros Gerais).

 Apesar de ser frequentemente utilizada para eletrodomésticos e eletrônicos, ela também pode ser adquirida para portáteis, móveis e colchões. A garantia estendida é opcional e passa a valer quando o prazo da garantia de fábrica termina, adicionando no mínimo seis meses a mais na garantia de fábrica. Além disso, é possível renovar o Seguro Garantia Estendida. Ela serve para quando um consumidor quer garantir mais tempo de proteção para seu produto, principalmente se o custo de reparos é alto e envolve uma complexidade maior.  

De acordo com Sergio Ramos, gerente do Canal Parceria da Alba Seguradora, “quando o consumidor adquire um produto, ele busca um sonho. Ao adquirir esse sonho, o consumidor quer saber que seu bem vai durar por mais tempo”.

 Em geral, não é possível acionar a a garantia estendida para avarias estéticas, como ferrugem, amassados e risco, danos causados por uso inadequado do produto e danos não funcionais, que não impedem o bom funcionamento do produto. Danos decorrentes de deterioração natural do produto também não são cobertos pela garantia estendida.  

Em 2023, a Alba Seguradora emitiu a primeira apólice de Seguro Garantia Estendida no Baianão Móveis, firmando a parceria entre a seguradora e o varejista. O Baianão Móveis possui 40 lojas em funcionamento atualmente. Além do Seguro Garantia Estendida, comercializado em lojas físicas e iniciando agora em e-commerce, a Alba também oferece o seguro de Acidentes Pessoais Individual com sorteio em série fechada. 

“Para nós, é muito importante firmar parceria com uma empresa com mais de 150 anos no mercado,”, destacou Rafael Bacetto, vice-presidente do Baianão. A Alba é uma das seguradoras mais antigas do Brasil, datada de 1870 (antiga Companhia de Seguros Aliança da Bahia) e oferece 10 linhas de negócios de Seguros, Pessoas e Gerais.  

Rivaldo Leite, CEO da Porto, comenta o balanço do trimestre e acompanha de perto a situação no Sul do país

Rivaldo leite CEO Porto Seguros

A Porto Seguro é a maior seguradora de auto e residência no Brasil. No Sul é a vice-líder, com vendas inferiores a R$ 800 milhões em 2023, uma vez sua expansão para fora do eixo São Paulo Rio começou na última década. Antes mesmo de comentar os resultados do primeiro trimestre deste ano, Rivaldo Leite, presidente da Porto Seguro, a mais representativa entre as quatro verticais do grupo Porto, afirmou que a prioridade da seguradora de auto, vida e riscos patrimoniais é cuidar das pessoas.

“Este é o lema do grupo Porto. Cuidar de pessoas. Temos um comitê de crise que acompanha dia e noite a situação do Rio Grande do Sul. Uma equipe de mais de 150 pessoas está dedicada a ajudar clientes, não clientes, funcionários e corretores que passam por dificuldades. Uma equipe monitora a situação para que possamos enviar mais gente para apoiar os afetados”, contou. 

Segundo Leite, este é o quinto trimestre seguido que o grupo apresenta bons resultados. “É um momento especial, de colheita de frutos da criação das verticais e uma sequência de resultados positivos, como a maior contribuição das outras verticais na participação total do resultado de receita e lucro da holding”, comentou. 

A vertical de seguros registrou alta de 38% no lucro do primeiro trimestre, comparado ao mesmo período de 2023, para R$ 398 milhões, uma parcela significativa do lucro total do grupo de R$ 651 milhões, que avançou 90%. A melhora dos resultados da vertical no trimestre é explicada, principalmente, pela diminuição da sinistralidade através do aperfeiçoamento nos modelos de subscrição; aprimoramento no controle de sinistros; ajustes realizados nas tarifas e menor impacto de enchentes no período.

O executivo destaca o ganho de 320 mil veículos na frota, que ultrapassou 6 milhões de veículos até março. A frota segurada exposta em regiões com riscos de alagamento no Sul situa-se numa faixa de 0,5% e 1%, o que significa algo entre 30 mil a 60 mil carros, segundo informou o CEO da Porto, Paulo Kakinoff, em reunião com analistas.

O segmento Patrimonial apresentou a maior taxa de crescimento de seguros, com alta de 12,5%, seguido pelo Vida, com 12%. Em vida, a Porto ganhou 817 mil cientes, para 5,9 milhões de segurados. Saúde é outra vertical, mas o desempenho merece destaque. “Conquistamos 135 mil novos clientes, um avanço de 31,7%, para 562 mil”, acrescentou. 

O seguro auto segue crescendo e é o principal produto da holding, mas vem perdendo participação diante do avanço das outras verticais, como saúde, serviços financeiros e assistências. “Este foi o primeiro resultado publicado pela vertical Serviços e como imaginávamos, nos surpreendeu. Foram 695 mil atendimentos para carros e 530 mil atendimentos para residências e empresas no primeiro trimestre”, disse Leite. Um ponto importante é que o seguro auto, origem da seguradora fundada há 78 anos, tem sinergia com os outros produtos do grupo. 

“Os 36 mil corretores de seguros independentes, nossos principais parceiros de negócios, já entenderam há tempos que somos um grupo que presta serviços para 17 milhões de clientes, que tem o automóvel puxando a fila para outros produtos. Agora o mercado financeiro começa a perceber que a sinergia dos produtos e a reconhecer o potencial de crescimento. Temos 1,6 produto por cliente. Há três anos, era 1,3. Imagina o potencial em três anos com os investimentos que temos realizado em produtos, serviços, experiência do cliente, onde o corretor está incluído, e marca”, comentou.

Rivaldo Leite afirma que o grupo está focado em trazer novidades para clientes e corretores ainda neste ano, tendo sempre o foco em cuidar de pessoas. “Temos a vocação de cuidar de pessoas. Estamos empenhados em atender as pessoas, de uma forma cada dia menos burocrática, inclusive em situações de calamidade que acompanhamos no Sul. Essa dedicação que nos traz os resultados que apresentamos neste trimestre”. 

Ivan Gonzalez assumirá comando da Swiss Re Corporate Solutions em julho

A Swiss Re anunciou hoje que Ivan Gonzalez, CEO de Resseguros na China, foi nomeado CEO de Swiss Re Corporate Solutions (SRCS), sucedendo Andreas Berger a partir de 1º de julho de 2024. Ele também se juntará ao Comitê Executivo do grupo na mesma data.

Ivan Gonzalez é atualmente CEO de Resseguros na China, sendo responsável tanto pelos negócios de Property & Casualty (P&C) quanto de Life & Health (L&H) no país. Antes disso, liderou a Unidade de Negócios da SRCS nas Américas, gerenciando a América do Norte de 2017 a 2021 e a América Latina de 2011 a 2016. Anteriormente, trabalhou em Gestão de Ativos e Estratégia Corporativa.

Ingressou inicialmente na Swiss Re em 2001 por meio do programa de trainees da empresa. Ivan Gonzalez é formado em Economia pela Universidad de los Andes em Bogotá e possui mestrado em Negócios e Assuntos Internacionais pela Columbia University em Nova York. Ele se mudará de Pequim para Zurique em julho.

“Estou satisfeito por termos conseguido nomear um sucessor interno tão competente para liderar a SRCS. Ivan possui um profundo conhecimento da SRCS, após passar dez anos em cargos de liderança lá e ajudar a reposicionar o negócio de um provedor generalista de capacidade para um parceiro especializado em riscos. Ele também traz uma mentalidade global, experiência internacional única – tendo trabalhado em Pequim, Singapura, Nova York, São Paulo e Zurique – e comprovadas capacidades de liderança para a função”, comentou CEO do Grupo Swiss Re, Christian Mumenthaler, em nota.

Sou Segura envia doações para o Rio Grande do Sul

A Sou Segura promoveu campanha para coleta de doações para as famílias do Rio Grande do Sul atingidas pelas chuvas e enchentes no estado. No total, foram arrecadados cerca de R$ 20 mil em contribuições.

O valor foi utilizado na compra de alimentos, mantas, água, roupas e produtos de higiene, que foram enviados para o Sul em caminhão disponibilizado graças à conselheira Isabel Azevedo, head de Pessoas e Transformação da Fairfax, e à equipe dessa seguradora, que demonstraram um empenho excepcional ao organizar uma ação sincronizada para servir como postos de coleta, triagem e gestão logística da campanha de doação.

O comprometimento e a coordenação deles garantiram um processo fluído e eficiente, permitindo um impacto significativo ao apoiar aqueles que mais precisam por meio dessa iniciativa. “Procuramos incluir nas doações produtos fundamentais para as mulheres que estão nos alojamentos, como calcinhas e absorventes, e insumos para ajudá-las no acolhimento das crianças, chupetas, mamadeiras, fraldas, fórmulas e leite em pó, entre outros”, afirmou a presidente da Sou Segura, Liliana Caldeira, ressaltando o compromisso da associação com a causa feminina.

As doações foram obtidas por meio da atuação conjunta da diretoria, integrantes do Conselho, embaixadoras, ex-mentoradas, ex-mentora(e)s, além das associadas.

Executivos do Grupo HDI viajam ao Rio Grande do Sul para apoiar população atingida pelas enchentes

Fonte: HDI

Após anunciar uma série de medidas para atender aos moradores do Rio Grande do Sul atingidos pelas enchentes, o Grupo HDI segue com a força-tarefa na região, acompanhando tudo de perto. Como parte da operação, o CEO da empresa, Eduardo Dal Ri, tem ido pessoalmente a Porto Alegre para contribuir e participar das ações da seguradora, e a companhia tem reforçado o suporte à comunidade, clientes, corretores e colaboradores atuando no local. 

A companhia deslocou a vice-presidência de operações do Grupo, incluindo o diretor de Sinistros e Operações, Marcio Probst, para o Sul para avaliar cada caso de perto e atuar de forma mais adequada e ágil em demandas relacionadas ao desastre. 

Outra medida tomada pelo Grupo HDI foi realizar uma live dos corretores da região Sul na última sexta-feira, dia 10, para abrir espaço para uma conversa mais próxima dos profissionais, além de dar suporte aos parceiros em um momento tão delicado. A companhia entrou nos detalhes de todo o trabalho que está fazendo nas regiões atingidas e reforçou que não está medindo esforços para estar o mais perto possível das pessoas que estão precisando de auxílio, sejam elas clientes ou não. 

Por fim, a Hannover Re, um dos maiores grupos líderes de resseguradoras do mundo, anunciou, em parceria com o Grupo HDI, uma doação significativa em dinheiro para auxiliar a população gaúcha que está sofrendo com as consequências da maior cheia da história do estado.

“Como uma pessoa nascida no Rio Grande do Sul, me sinto particularmente triste e afetado por tudo o que está acontecendo na região nas últimas semanas. Como companhia e como seres humanos, não podemos deixar de ajudar e fazer tudo o que está ao nosso alcance para dar suporte a essas pessoas”, diz Eduardo Dal Ri. “O momento requer toda nossa solidariedade e seguiremos sem medir esforços para ampliar cada vez mais nossa atuação na força-tarefa de auxílio e suporte a essas cidades atingidas”, completa o executivo.

Todas essas iniciativas estão sendo realizadas pelo Grupo HDI como apoio institucional, entretanto, a seguradora também está mobilizando colaboradores, clientes e corretores que desejam auxiliar individualmente com doações via pix ou transferência para a conta exclusiva da companhia com o parceiro social.

Movimento União BR

Banco Santander (033)
Agência: 4328
Conta corrente: 13005915-1

Chave PIX: 9151@institutodacrianca.org.br (e-mail)
Titularidade: Instituto da Criança
CNPJ: 02.744.697/0001-30

México avança em títulos de catástrofes do Banco Mundial para assegurar sua resiliência

Fonte: Artemis

Com o bem-sucedido lançamento do título de catástrofe IBRD CAR México 2024 (Pacífico) no valor de US$ 175 milhões, em seguida ao título de US$ 420 milhões IBRD CAR México 2024 que oferece proteção contra furacões do Atlântico e terremotos, o México agora possui US$ 110 milhões adicionais em financiamento de risco de desastres para apoiar sua resiliência, afirmou Héctor Santana Suárez, do Ministério da Fazenda do México.

“México estabelece o padrão para o gerenciamento de risco de desastres ao utilizar ferramentas financeiras inovadoras como títulos de catástrofe do Banco Mundial para proteger os fundos públicos dos efeitos de desastres naturais”, explicou Mark Roland Thomas, diretor do Banco Mundial para o México.

Com o título de catástrofe IBRD / FONDEN 2020 anterior, de apenas US$ 485 milhões, a renovação desta cobertura agora se expandiu para US$ 595 milhões graças ao forte apoio dos investidores aos mais recentes títulos de catástrofe emitidos pelo Banco Mundial para o México.

Apenas para o risco de furacões do Pacífico, o novo título de catástrofe aumentou a proteção em US$ 50 milhões em relação ao título anterior, enquanto para furacões do Atlântico, a cobertura permaneceu em US$ 125 milhões com o novo acordo.

Para o risco de terremotos, com a renovação do título de catástrofe, o México agora tem US$ 295 milhões em financiamento de risco de desastres disponível, muito mais proteção do que os US$ 235 milhões de cobertura de terremotos do título de catástrofe de 2020 que expirou.

Héctor Santana Suárez, Chefe de Seguros, Pensões e Segurança Social no Ministério da Fazenda do México, comentou: “A renovação e expansão da cobertura de furacões para a costa do Pacífico demonstra o compromisso do Governo do México em estar financeiramente preparado para desastres naturais. Juntamente com os recentes títulos de catástrofe de terremoto e furacão do Atlântico emitidos pelo Banco Mundial, este título de catástrofe aumenta a resiliência do México contra eventos futuros em US$ 110 milhões em comparação com a cobertura de título de catástrofe que estava anteriormente em vigor”.

Segundo Suárez, os acordos de seguro apoiados pelos títulos de catástrofe do Banco Mundial complementam os outros instrumentos de financiamento de risco de desastres do México e são parte fundamental da estratégia federal de Proteção Financeira de Riscos de Desastres apresentada pelo Ministro da Fazenda do México, Rogelio Ramírez de la O, conforme evidenciado pelo pagamento de US$ 60 milhões pelo furacão Otis recebido pelo México através do título de catástrofe anterior”.

Jorge Familiar, Vice-Presidente e Tesoureiro do Banco Mundial, acrescentou: “A emissão deste título de catástrofe de US$ 175 milhões, a quarta tranche fornecida ao México para cobertura de riscos de desastres, eleva a proteção total de seguro do país através dos títulos de catástrofe do Banco Mundial para US$ 595 milhões.

“Esta significativa expansão de tamanho fortalece a proteção financeira do México contra desastres naturais. Nosso programa de títulos de catástrofe é um testemunho de nossa abordagem inovadora para alavancar os mercados de capitais em benefício de nossos países membros.”

No total, 22 investidores institucionais apoiaram a emissão da tranche de catástrofe de furacões do Pacífico para o México, que oferece US$ 175 milhões de proteção de seguro de desastre paramétrico de vários anos ao país.

Dos investidores que apoiam a tranche de notas de furacões do Pacífico, 47% eram dos Estados Unidos, 28% da Europa, 23% de Bermudas e 2% da Ásia e Austrália.

A base de investidores para as notas consistiu em 73% de fundos especializados em títulos ligados a seguros (ILS), 13% de seguradoras e resseguradoras, 10% de gestores de ativos ou fundos hedge e 4% de investidores diretos de fundos de pensão.

Comentando sobre a estruturação e colocação bem-sucedidas do último título de catástrofe do México, Paul Schultz, CEO da Aon Securities, disse: “Após a colocação bem-sucedida das tranches de Furacão do Atlântico e Terremoto mais cedo este ano, a Aon Securities tem orgulho novamente de se associar ao Banco Mundial para ajudar o Governo do México a garantir proteção crítica contra furacões do Pacífico. Esta colocação e arranjo de seguro relacionado formam uma parte importante da estratégia de gerenciamento de risco do Governo do México para desastres naturais, que visa proteger a população, reduzir a exposição fiscal e contribuir para a resposta do governo.

“Além disso, os recursos provenientes das notas serão usados pelo Banco Mundial para financiar projetos sustentáveis elegíveis, que são projetados para alcançar impactos e resultados sociais e ambientais positivos.

“Os objetivos sociais do Governo do México e do Banco Mundial são de extrema importância para a Aon Securities, e estamos orgulhosos de fazer parte do impacto que eles criam.”

Cory Anger, Diretor Executivo da GC Securities, também afirmou: “É uma honra termos concluído a última parte da renovação de títulos de catástrofe relacionados ao México do Banco Mundial, apoiando o Governo do México por meio da emissão das Notas da Classe D do Banco Mundial.

“Dado o compromisso do México e do Banco Mundial de proteger consistentemente o México contra catástrofes naturais, esta transação demonstra a parceria sustentável dos investidores em títulos ligados a seguros (ILS) para apoiar regiões recentemente afetadas por perdas com capacidade expandida.”

Andreas Müller, chefe de Retrocessão Global e ILS na Munich Re, também comentou: “A Munich Re tem o prazer de ver o governo do México e o Banco Mundial concluírem com sucesso e aumentarem a transação de mercado de capitais com um volume de $175 milhões para a proteção contra furacões do México na costa do Pacífico. Levando em consideração as classes de títulos de catástrofe A, B e C já colocadas, o volume total da transação chega a quase USD 600 milhões, o que é um grande sucesso. A Munich Re está feliz e orgulhosa de fazer parte dessa transação e gostaria de agradecer a todas as partes envolvidas por tornarem isso possível.”

Projeto sobre garantia de empréstimo com previdência privada deve ser arquivado

Fonte: Agência Senado

A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) rejeitou nesta terça-feira (14) proposta apresentada há cinco anos pelo então senador Alvaro Dias que permitia o uso de recursos acumulados em planos de previdência privada como garantia de empréstimos ou financiamentos. O PL 2.011/2019 recebeu parecer pela prejudicialidade do senador Wellington Fagundes (PL-MT) e deverá ser arquivado.

O autor do projeto afirmou na justificativa do PL que o objetivo seria contribuir para a redução das taxas de juros de empréstimos e financiamentos. Em 2019, a proposta foi aprovada pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). 

Para o relator na CAE, a importância do projeto é evidente considerando o crescimento da previdência complementar no Brasil. Em seu relatório, Wellington Fagundes mencionou que, segundo dados da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima), em fevereiro de 2024, havia cerca de R$ 1,4 trilhão aplicado em fundos de previdência complementar.

No entanto, destacou o o senador, a Lei 14.652, de 2023, já prevê a possibilidade de garantir operações de crédito com o direito ao resgate de planos de previdência complementar aberta, de indenizações de seguros de pessoas, do Fundo de Aposentadoria Programada e de títulos de capitalização: 

— Reconhecendo o mérito e a importância desse projeto de lei, mas como já foi atendido por nova lei, por esse motivo, votamos pela declaração de prejudicialidade — afirmou Wellington Fagundes.

Conforme o Regimento Interno do Senado, a prejudicialidade do projeto deve ser declarada no Plenário e o projeto será arquivado. Por ter sido analisado de forma terminativa na CAE, valerá a decisão do colegiado.

Warren Buffett compra ações da seguradora Chubb, avaliadas em US$ 6,7 bi

com agências internacionais

Warren Buffett finalmente revelou sua escolha secreta de ações em um novo documento regulatório, e é a seguradora Chubb. Seu conglomerado Berkshire Hathaway comprou quase 26 milhões de ações da Chubb, com sede em Zurique, por uma participação avaliada em US$ 6,7 bilhões de dólares. A seguradora de propriedades e acidentes tornou-se a nona maior participação da Berkshire no final de março.

As ações da Chubb saltaram quase 7% nas negociações estendidas após a notícia da participação da Berkshire. As ações ganharam cerca de 12% no acumulado do ano.

A seguradora Ace Limited adquiriu a Chubb original em 2016 por US$ 29,5 bilhões em dinheiro e ações, e a empresa combinada adotou o nome Chubb. Evan Greenberg, CEO da Chubb, é filho de Maurice Greenberg, ex-presidente e CEO da gigante de seguros American International Group.

A Berkshire, com sede em Omaha, tem uma grande presença no setor de seguros, desde a joia da coroa da seguradora de automóveis Geico até a gigante de resseguros General Re e uma série de serviços de seguros residenciais e de vida. O conglomerado também adquiriu a seguradora Alleghany por US$ 11,6 bilhões em 2022.

A Berkshire mantinha esta compra em segredo há dois trimestres consecutivos. A Berkshire recebeu tratamento confidencial para manter confidenciais os detalhes de uma ou mais de suas participações acionárias. O tema desta participação misteriosa não foi abordado na reunião anual da Berkshire em Omaha no início deste mês.

Muitos especularam que a compra secreta poderia ser uma ação de banco, já que a base de custo do conglomerado para participações acionárias de “bancos, seguros e finanças” saltou em US$ 1,4 bilhão no primeiro trimestre, após um aumento de US$ 3,59 bilhões no segundo semestre do ano passado, de acordo com registros separados da Berkshire.

Allianz registra lucro líquido de 2,5 bi de euros no primeiro trimestre

Oliver Bäte Swiss Re
Oliver Baete, chief executive officer of Allianz SE

A Allianz SE anunciou um aumento do seu lucro operacional em 6,8%, atingindo 4 bilhões de euros, em comparação com 3,7 bilhões de euros no mesmo período do ano anterior. O resultado líquido atribuível aos acionistas também registou um aumento, passando de 2 bilhões de euros no ano anterior para 2,5 bilhões de euros. Este crescimento, como destacou a seguradora, foi apoiado uniformemente em vários segmentos de negócios, com contribuições significativas tanto dos serviços de seguros como dos resultados de investimento.

O volume total de negócios da empresa expandiu 5,3% para 48,4 bilhões de euros, com contribuições positivas de todas as divisões. Notavelmente, o segmento de bens e acidentes registou um crescimento substancial devido a estratégias de preços eficazes, enquanto o segmento de vida/saúde registou ganhos principalmente devido às fortes vendas nos EUA e em Itália.

A divisão de gestão de ativos, por sua vez, beneficiou do aumento dos ativos sob gestão (AuM) e de taxas de desempenho mais elevadas, registando uma taxa de crescimento interno de 7,5%.

“O forte desempenho da Allianz no primeiro trimestre demonstra o nosso compromisso inabalável com a criação de valor”, disse Claire-Marie Coste-Lepoutre, CFO da Allianz SE. Ela destacou as principais conquistas em todas as linhas de negócios: forte crescimento interno e disciplina em sinistros patrimoniais, crescimento generalizado e uma margem atraente em vida/saúde, e entradas líquidas significativas de terceiros e taxas de desempenho na gestão de ativos.

“Tivemos um início de ano muito bom e a nossa capacidade de criar valor para os nossos acionistas é apoiada por um forte rácio Solvência II de 203%. Confirmamos a nossa perspetiva para o ano inteiro de um lucro operacional de 14,8 bilhões de euros, mais ou menos mil milhões de euros”, disse ela.

Oliver Bäte, CEO da Allianz SE, também refletiu sobre o desempenho da empresa no primeiro trimestre do ano. “Os fortes resultados da Allianz demonstram a qualidade dos nossos fundamentos, o valor da consistência na execução da nossa estratégia e a vantagem dos amplos talentos e conjuntos de competências que estão representados em toda a nossa organização”, disse ele. Bäte destacou ainda a importância da sua abordagem em tempos de incerteza, enfatizando a posição da Allianz como parceiro preferencial no setor de seguros.

SulAmérica e Rede D’Or mobilizam doações e disponibilizam consultas para ajudar vítimas do Sul  ‌‍  

A SulAmérica expressa sua solidariedade aos familiares das vítimas e às milhões de pessoas afetadas pelas recentes enchentes no Rio Grande do Sul e anuncia uma série de medidas de apoio para ajudar nas operações de recuperação da região.  As ações da companhia vão desde doações de cestas básicas, materiais hospitalares, priorização de chamadas do RS até disponibilizar atendimento médico via teleconsulta para toda população gaúcha.

Em um esforço em parceria com a Rede D’or, a SulAmérica está comprometida com as seguintes ações:

  • Doação de materiais hospitalares e medicamentos: A SulAmérica está doando materiais hospitalares e medicamentos para instituições de saúde da região, visando fortalecer o sistema de saúde local e garantir assistência adequada às vítimas das enchentes.
     
  • Doação de 10 mil cestas básicas: Em parceria com a ONG Ação da Cidadania, estão sendo doadas 10 mil cestas básicas para ajudar a suprir as necessidades básicas das famílias afetadas pela tragédia.
     
  • Campanha de doação em unidades hospitalares: Uma campanha de arrecadação de roupas, agasalhos e roupas de cama está sendo realizada nas unidades hospitalares do Rio de Janeiro e de São Paulo, contando com o apoio de colaboradores e parceiros.
     
  • Oferecimento de teleconsultas via plataforma DocWay: A SulAmérica está disponibilizando teleconsultas via plataforma DocWay, proporcionando acesso rápido a orientações médicas para aqueles que necessitam de assistência médica, mas estão impossibilitados de se deslocar devido às condições adversas causadas pelas enchentes. 

Além dessas ações, a SulAmérica está tomando medidas específicas para garantir atendimento médico imediato às vítimas das enchentes. Foi disponibilizado um telefone 0800 para orientação médica por telefone, com enfermeiras disponíveis 24 horas por dia, 7 dias por semana, com transbordo para médicos, se necessário, durante o horário comercial.
 

“Neste momento difícil, expressamos nossa solidariedade às vítimas das enchentes no Rio Grande do Sul. Estamos empenhados em direcionar todos os esforços possíveis para amenizar o impacto na população gaúcha e contribuir para a recuperação da região”, disse Raquel Reis, Presidente da SulAmérica Saúde e Odonto.