Conheça os vencedores do VIII Prêmio de Jornalismo em Seguros 

premio de jornalismo em seguros

Em evento realizado casa de espetáculos Tokio Marine Hall, em São Paulo (SP), nesta terça-feira (3 de março), foram anunciados os vencedores da oitava edição do Prêmio de Jornalismo em Seguros, organizado pela Escola de Negócios e Seguros (ENS), Federação Nacional dos Corretores de Seguros (Fenacor) e Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg).

Esta edição contou com o apoio de grandes empresas e entidades do setor, que deram nome a cinco das seis categorias: Allianz – Seguro Rural; CAPEMISA – Previdência e Vida; Mapfre – Sustentabilidade & Seguros; Seguros Unimed – Seguros Gerais; FenaCap – Capitalização; e Saúde Suplementar.

A Tokio Marine, que também é patrocinadora do Prêmio, cedeu, em forma de permuta, a casa de espetáculos para sediar o evento de anúncio dos vencedores.

FINALISTAS

Os 30 trabalhos finalistas foram submetidos à Comissão de Julgamento, que elegeu os vencedores em cada uma das seis categorias e, também, o vencedor geral do Prêmio, que ganhou o título “Tokio Marine – Jornalista do Ano em Seguros”.

Os autores dos três melhores trabalhos em cada categoria foram contemplados com R$ 20 mil (1º lugar), R$ 10 mil (2º lugar) e R$ 5 mil (3º lugar), totalizando R$ 210 mil em premiações.

O vencedor do título “Tokio Marine – Jornalista do Ano em Seguros” foi Arthur Moraes, do Portal Seguro Gaúcho, autor da reportagem “Quando o Seguro sobe o morro: a inovação humana que floresce nas favelas brasileiras”. Primeiro colocado na categoria “Seguros Unimed – Seguros Gerais”, ele receberá, adicionalmente, bolsa de estudos em uma das imersões internacionais da ENS, com passagens e hospedagens pagas. Arthur Moraes obteve a maior média final entre os 6 primeiros colocados de cada categoria.

Uma novidade criada nesta edição foi a homenagem especial “AXA – Veículo do Ano em Seguros”, cujo objetivo é reconhecer o trabalho de excelência na difusão do setor. O veículo eleito foi a Revista Apólice que, em 2025, completou 30 anos de atuação no mercado. A placa foi recebida pelas diretoras da revista, Kelly Lubiato (Redação) e Graciane Pereira (Comercial).

Na saudação às mais de 200 pessoas presentes no evento, o presidente da ENS, Lucas Vergilio, destacou que a edição deste ano do Prêmio de Jornalismo em Seguros contou com aproximadamente 200 jornalistas cadastrados, de todas as regiões do País. “Isso prova que o seguro desperta o interesse dos veículos de comunicação. O nosso mercado está conquistando novos espaços. Esse é o caminho que queremos percorrer”, afirmou.

Por sua vez, o presidente da CNseg, Dyogo Oliveira, pontuou a importância da imprensa para fazer a ponte entre o setor segurador e a sociedade. “Temos vários canais à nossa disposição. Mas, o canal mais efetivo, que chega de fato até a população, é a imprensa”, frisou Oliveira.

Já o presidente da Fenacor, Armando Vergilio, parabenizou e agradeceu aos jornalistas presentes por ajudarem o setor na difusão do conhecimento. Ele lembrou ainda que o Prêmio de Jornalismo em Seguros é uma das principais premiações voltadas para a imprensa. “Esse prêmio também é a personificação da integração de nossas entidades, uma sinergia que tem crescido muito nos últimos anos”, assinalou Vergilio.

Veja a relação completa dos vencedores por categoria:

ALLIANZ – SEGURO RURAL

1º)

Título: “Seguro no campo”

Autor: João Carlos Labruna

Veículo: Revista Segurador Brasil

2º)

Título: “Seguro Rural: a solução para evitar perdas no campo, mas burocracia ainda é obstáculo para os produtores de SC”

 Autor: Cristian Delosantos

 Veículo: CBN Floripa

3º)

Título: “Falta de subvenção a seguro rural ameaça a proteção da soja”

Autor: Rafael Walendorff

Veículo: Jornal Valor Econômico

CAPEMISA – PREVIDÊNCIA E VIDA

1º)

Título: “Entre o amanhã e o agora: aumento de plataformizados levanta debate sobre renda futura”

Autor: Patrícia Maria Alves

Veículo: Folha de Londrina

2º)

Título: “Mercado Segurador: o crescimento da previdência privada no Brasil”.

Autor: Verena Veloso

Veículo: BandNews Salvador 

3º)

Título: “Mulheres seguras: câncer de mama e outras doenças graves aumentam busca por seguro de vida entre público feminino”

Autor: Gilson Monteiro

Veículo: Portal TNH1.

MAPFRE – SUSTENTABILIDADE & SEGUROS

1º)

Título: “Taxonomia Sustentável Brasileira redefine regras do jogo para investimentos e sustentabilidade”

Autor: Carol Kossling

Veículo: O Povo

2º)

Título: “Seguro: O Agente Estratégico do Financiamento Climático Global”

Autor: Antonio Carlos Teixeira

Veículo: Revista Plurale.

3º)

Título: “Daqui pra frente, tudo vai ser diferente”

Autor: André Felipe de Lima

Veículo: Revista Apólice

SEGUROS UNIMED – SEGUROS GERAIS

1º)

Título: “Quando o Seguro sobe o morro: a inovação humana que floresce nas favelas brasileiras”

Autor: Arthur Moraes

Veículo: Portal Seguro Gaúcho

2º)

Título: “Golpe do seguro: quadrilhas inventam crimes para ter acesso a indenizações milionárias”

Autor: Marcelo Bruzzi

Veículo: Rede Globo/GloboNews.

3º)

Título: “Supervivência”

Autor: Cinthya Oliveira

Veículo: O Tempo

FENACAP – CAPITALIZAÇÃO

1º)

Título: “A vez da capitalização”

Autor: Thais Ruco

Veículo: Jornal dos Corretores de Seguros – JCS. 

2º)

Título: “Cotidiano e Esperança: os caminhos de Diandra e Wesley nas APAEs gaúchas”

Autor: Fernanda Torres

Veículo: Portal JRS.

3º)

Título: “Capitalização ganha força como garantia locatícia e vira solução de segurança e liquidez no mercado imobiliário”

Autor: Ana Mello

Veículo: CQCS

SAÚDE SUPLEMENTAR

1º)

Título: “Plano de saúde ainda é incompreendido, embora seja reconhecido pela população”

Autor: Carol Rodrigues

Veículo: Revista Cobertura

2º)

Título: “IA ganha ainda mais espaço na medicina privada”

Autor: Leticia Lopes

Veículo: Jornal O Globo

3º)

Título: “Custo dos planos de saúde para jovens dobra em cinco anos no Ceará e supera alta entre idosos”

Autor: Ingrid Coelho

Veículo: Diário do Nordeste 

“Tokio Marine – Jornalista do Ano em Seguros”

Vencedor – Arthur Moraes

Veículo: Portal Seguro Gaúcho

Homenagem ‘AXA – Veículo do Ano em Seguros’

Vencedor: Revista Apólice

CNseg, Anbima, B3 e Febraban lançam guia prático sobre investimento social privado

Um novo guia ensina o passo a passo para empresas realizarem ISP (Investimento Social Privado) como parte das estratégias de sustentabilidade, com foco em promover impacto positivo na sociedade. O manual foi lançado nesta terça-feira por meio de uma parceria entre a CNseg (Confederação Nacional das Seguradoras), Anbima (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais), B3 (Brasil, Bolsa, Balcão) e Febraban (Federação Brasileira dos Bancos).

O setor segurador tem, em sua essência, a missão de proteger pessoas, empresas e patrimônios, contribuindo para a estabilidade econômica e social do País. Ao incorporar o investimento social privado de forma estratégica, ampliamos essa vocação, direcionando recursos e conhecimento técnico para enfrentar desafios estruturais do Brasil. Este guia reforça o compromisso do setor com uma atuação responsável na construção de um ambiente mais resiliente, inclusivo e sustentável.”, afirmou o presidente da CNseg, Dyogo Oliveira.

O ISP é uma ferramenta para direcionar recursos privados para projetos com foco social que se conectam à área de atuação de cada empresa, ou seja, ao “core business” das companhias. A abordagem permite que a companhia gere impacto social positivo e cria valor em diversas frentes, como transparência, reputação e relação com stakeholders.

“O guia ajuda as empresas a conectarem o ISP aos temas materiais do negócio, com governança, indicadores e prestação de contas. Desta forma, o investimento social deixa de ser pontual e passa a compor a estratégia de valor da companhia”, avalia Fabiana Prianti, head da B3 Social.

O público-alvo do guia são instituições financeiras, do mercado de capitais, seguradoras e empresas abertas. Com viés educativo, o material é dividido em três blocos de conteúdo: compreender o universo do ISP, os benefícios e a conexão com a agenda ESG; implementar na prática, da definição projeto à avaliação de resultados; e se inspirar em casos reais de uso nos mercados financeiro, de seguros e de capitais.

“O investimento social privado é uma forma das empresas contribuírem para o enfrentamento dos desafios socioambientais do Brasil, ao mesmo tempo em que aumentam a resiliência das companhias, fortalecem suas estratégias ESG, beneficiam investidores e contribuem para retornos sustentáveis no longo prazo”, explica Luiz Sorge, diretor da Anbima e líder da Rede ANBIMA de Sustentabilidade.

O documento é resultado da união de forças do setor financeiro e busca estimular a prática de investimento social privado na estratégia das empresas. O material foi construído com apoio técnico do Idis (Instituto para o Desenvolvimento do Investimento Social).

“Ao orientar o uso planejado de recursos privados, o Guia de Investimento Social Privado contribui para o enfrentamento de desafios socioambientais, transformando doações em investimentos estratégicos, alinhados às melhores práticas ESG. A atuação da Febraban, por meio de diretrizes de autorregulação, promoção de boas práticas e iniciativas setoriais, reforça a ética, o monitoramento e o compromisso voluntário dos bancos com a sociedade, reafirmando o papel do setor financeiro como agente de transformação e desenvolvimento sustentável no país”, afirma Amaury Oliva, diretor de Sustentabilidade e Autorregulação da Febraban.

Bradesco Vida e Previdência lança BVP Planner: planejamento financeiro estratégico

A Bradesco Vida e Previdência acaba de lançar a BVP Planner, uma solução completa de planejamento financeiro e sucessório 360º, desenvolvida para entregar diagnósticos amplos e aprofundados sobre renda, proteção e construção de patrimônio de longo prazo.

Com interface intuitiva e uma abordagem totalmente integrada, a ferramenta organiza informações como bens, passivos, dívidas, fluxo de renda, objetivos de aposentadoria e necessidades futuras, proporcionando uma visão clara e estratégica da situação financeira do cliente. A partir desse mapeamento, torna-se possível elaborar planos mais aderentes ao perfil, às metas e ao momento de vida de cada pessoa.

“Nossa intenção é aprofundar conversas mais qualificadas sobre planejamento financeiro e sucessório, ajudando clientes e corretores no desenvolvimento de planos consistentes, incluindo soluções como seguro de vida e previdência privada. Essa é mais uma iniciativa para potencializar entregas personalizadas em cada atendimento”, observa Ricardo Campos, superintendente sênior de Negócios da Bradesco Vida e Previdência.

O lançamento da BVP Planner chega em um momento de transformação acelerada do mercado de seguros no Brasil, impulsionado pelo avanço da inteligência artificial em diversas frentes. Ao unir tecnologia, conhecimento técnico e visão consultiva, a ferramenta torna a jornada financeira do cliente mais eficiente, estratégica e conectada às suas reais necessidades — contribuindo diretamente para otimização de custos e para a melhor tomada de decisão.

Zurich Santander Brasil anuncia Alejandro Widder como CEO

A Zurich Santander Brasil está sob nova liderança. Com sólida trajetória no setor de seguros e mais de 30 anos de experiência em Finanças, Produtos e Ciências Atuariais, Alejandro Widder assumiu a posição de CEO com o objetivo de impulsionar o desempenho da companhia, mirando a evolução constante da experiência do cliente e ampliar o alcance das soluções de Seguros e Previdência no país, em prol da proteção dos brasileiros.

“É um desafio que assumo com grande senso de responsabilidade e visão de longo prazo, guiado pelo propósito de inovar constantemente para proteger as pessoas e seus projetos, enquanto contribuímos para promover um mercado segurador cada vez mais humano, ético e sustentável. Nesse compromisso, reitero a preocupação constante da companhia com a experiência dos mais de 8 milhões de clientes que nos conferiram a sua proteção, com a evolução de todas as frentes tecnológicas, dados e, consequentemente, de crescimento e transformação”, afirma o executivo.

Widder construiu carreira em seguradoras de destaque na América Latina, com passagens pela Argentina e pelo México, além de atuação em posições regionais. Ao longo desse percurso, liderou áreas estratégicas como Finanças, Atuarial, Produtos, Pricing, Subscrição, Analytics, Clientes (CX) eEstratégia, acumulando visão integrada do negócio de seguros.

Desde 2018 na Zurich Santander Brasil, ingressou como responsável pela área financeira (CFO) e, progressivamente, ampliou seu escopo para incluir frentes-chave da companhia. Agora, no comando da operação, lidera uma equipe de mais de 400 profissionais, com foco em crescimento sustentável, excelência operacional e consolidação da cultura de proteção e educação previdenciária no mercado brasileiro.

MetLife amplia presença em esporte e bem-estar e reforça estratégia de marca para 2026

A MetLife Brasil anuncia a ampliação de sua estratégia de patrocínios e ativações para 2026, reforçando sua presença em iniciativas que conectam esporte, bem-estar e impacto social. O movimento tem como foco o fortalecimento do relacionamento com corretores, parceiros comerciais e públicos estratégicos. Como parte desse plano, a seguradora confirma a renovação da parceria com o piloto Átila Abreu, um dos principais nomes da Stock Car Pro Series, e amplia o investimento na categoria ao longo do ano.

Presente na principal competição do automobilismo nacional, a MetLife consolida sua atuação em um ambiente que traduz valores diretamente conectados ao seu negócio: planejamento, disciplina, consistência e performance de longo prazo. A parceria com a Stock Car reforça a estratégia da companhia de associar sua marca a experiências de alta performance, confiança e visão de futuro.

Entre os destaques de 2026 está a presença da MetLife no Truck Lounge, espaço premium da Stock Car voltado a experiências exclusivas, networking e hospitalidade corporativa. O ambiente será utilizado para encontros com parceiros, ações de relacionamento e iniciativas voltadas ao fortalecimento do ecossistema de distribuição da seguradora.

“O automobilismo reflete atributos muito próximos da nossa atuação no mercado de seguros. Assim como nas pistas, nossa operação exige precisão, estratégia, visão de longo prazo e confiança. A parceria com o Átila representa exatamente essa combinação de disciplina, solidez e compromisso com resultados consistentes”, afirma Denise Coelho, diretora de Marketing e Comunicação da MetLife Brasil.

Da performance ao cuidado: compromisso com a saúde e a vida

Além do esporte, a MetLife reforça em 2026 seu compromisso social por meio do apoio a instituições de referência em saúde no Brasil, ampliando sua atuação em iniciativas voltadas à proteção da vida e ao cuidado com as pessoas.

Entre as organizações apoiadas estão o Hospital Pequeno Príncipe, o maior hospital exclusivamente pediátrico do país e referência na América Latina em saúde infantil, e o Hospital de Amor, reconhecido nacionalmente pela excelência no atendimento oncológico gratuito e pelo impacto social de suas ações de prevenção, diagnóstico e tratamento do câncer.

Localizado em Curitiba (PR), o Hospital Pequeno Príncipe recebe crianças e adolescentes de todo o país para tratamento em 47 especialidades médicas, como cirurgia pediátrica, hepatologia, oncologia, cardiologia, cirurgias cardíacas, neurologia, nefrologia, ortopedia, pediatria e doenças raras, entre outras. Já o Hospital de Amor, leva cuidados de excelência a todo o Brasil com suas unidades fixas e móveis. Hospitais, centros de prevenção e carretas equipadas garantem atendimento humanizado e diagnóstico precoce.

“Na MetLife, acreditamos que esporte e saúde são pilares fundamentais de cuidado e prevenção ao longo da vida. Ao apoiar essas instituições, colocamos nosso propósito em prática, estar sempre ao lado das pessoas e ajudar a construir um futuro mais seguro para todos”, completa Denise Coelho.

Zurich fecha acordo para adquirir Beazley por £ 8,1 bilhões e cria líder global em seguros Specialty

Foi fechado um acordo para que a seguradora global Zurich adquira a seguradora especializada Beazley, com sede em Londres, em uma transação integralmente em dinheiro no valor de £ 8,1 bilhões (US$ 10,8 bilhões), unindo “duas empresas altamente complementares para estabelecer uma líder global em seguros Specialty”.

Os Conselhos de Administração de ambas as companhias aprovaram os termos de uma oferta recomendada, totalmente em dinheiro, feita pela Zurich para adquirir a totalidade do capital social emitido e a ser emitido da Beazley.

No mês passado, foi divulgado que as duas seguradoras haviam chegado a um acordo de princípio sobre os principais termos financeiros, após a Zurich apresentar uma proposta melhorada de até 1.335 pence por ação da Beazley, depois de a Beazley ter rejeitado diversas propostas anteriores feitas pela Zurich ao longo de 2025 e no início de 2026.

Nos termos da transação agora acordada, os acionistas da Beazley terão direito a receber um valor total de 1.335 pence por ação, sendo 1.310 pence por ação em dinheiro (contraprestação em caixa) e um dividendo de 25 pence por ação.

O anúncio confirma que os acionistas da Beazley terão direito a receber, no total, aproximadamente £ 8,1 bilhões (US$ 10,8 bilhões) em dinheiro, montante que sobe para £ 8,2 bilhões (US$ 11 bilhões) quando incluído o pagamento permitido do dividendo intermediário de 25 pence por ação.

CNseg: seguradoras colocam em ação plano emergencial para atender clientes e não clientes em MG

O presidente da Confederação Nacional das Seguradoras, Dyogo Oliveira, afirmou que o setor segurador brasileiro já colocou em prática um protocolo especial de atendimento diante das fortes chuvas que atingiram cidades da Zona da Mata mineira, com dezenas de mortes e impactos severos sobre a população e a infraestrutura local. A declaração foi dada após reunião convocada pela Superintendência de Seguros Privados com representantes de seguradoras e entidades do mercado, realizada nesta manhã de segunda-feira.

Segundo ele, em situações de calamidade pública as companhias adotam medidas extraordinárias para garantir agilidade e reduzir burocracia. “Normalmente são acelerados os pagamentos e as avaliações de indenizações, reduz-se a exigência de documentos e facilita-se a sua apresentação. Em alguns casos, as seguradoras chegam até a provocar os clientes, ligando ou enviando mensagens para verificar se houve sinistro relacionado à apólice”, explicou.

De acordo com o dirigente, esse procedimento já está sendo aplicado nas cidades mineiras afetadas, bem como em outras regiões impactadas por eventos climáticos extremos. Além disso, diversas seguradoras disponibilizaram equipes e equipamentos de resgate para apoio local. “Uma vez que o equipamento está na rua, ele acaba atendendo também veículos sem seguro, ajudando a liberar vias e a remover automóveis que estejam impedindo o trânsito. Há um esforço de atenção mesmo para quem não é segurado”, destacou.

Paralelamente às ações emergenciais, o setor iniciou o levantamento de dados para dimensionar o tamanho dos prejuízos e avaliar as consequências econômicas dos eventos. O objetivo é subsidiar tanto o pagamento de indenizações quanto a formulação de políticas públicas mais estruturadas.

A reunião desta manhã, promovida pela SUSEP, reuniu entidades como a Federação Nacional dos Corretores de Seguros e representantes de diferentes segmentos com atuação nas áreas afetadas. Para o presidente da CNseg, o encontro foi “muito proveitoso” e evidenciou a necessidade de avançar na construção de ferramentas estruturadas que permitam não apenas a absorção dos riscos e o pagamento de indenizações, mas também atuem como instrumentos de prevenção e preparação da infraestrutura municipal, estadual e federal para lidar com eventos climáticos cada vez mais frequentes.

Nesse contexto, ele lembrou que o setor já disponibilizou uma ferramenta de risco de alagamento, recomendando que a população consulte o instrumento e que as seguradoras utilizem essas informações para desenvolver produtos mais adequados aos riscos climáticos.

Entre as propostas discutidas, está a possibilidade de identificar, no Sistema de Registro de Operações (SRO), os pagamentos de sinistros relacionados a desastres naturais, permitindo maior transparência e acompanhamento estatístico. A SUSEP ficou de avaliar a viabilidade da medida.

Também foi debatida a construção de uma solução de seguros por meio do Fundo Nacional de Calamidades Públicas. O fundo já existe, mas atualmente não pode operar por meio de seguros. “Eventualmente seria necessário alterar a lei para que ele pudesse atuar com seguros”, afirmou o presidente da CNseg, ressaltando que a proposta foi bem recebida, embora ainda não haja decisão definitiva.

Para o dirigente, o momento exige mobilização e ações concretas. “As seguradoras e resseguradores podem ser um mecanismo importante para reduzir o impacto nos orçamentos públicos e gerar uma resposta mais rápida para atendimento da sociedade”, concluiu, reforçando que o setor seguirá colaborando intensamente com o grupo de trabalho criado pela SUSEP para analisar soluções específicas para cada tipo de desastre.

Europ Assistance investe em 13 projetos de impacto social e cultural em 2026

A Europ Assistance Brasil anuncia o investimento de mais de R$ 2 milhões em 13 projetos incentivados ao longo de 2026 e reforça seu compromisso em ações de impacto social, sustentabilidade e fomento à cultura no Brasil.

Os investimentos em projetos sociais contemplam nove iniciativas, com foco em inclusão de pessoas com deficiência, empoderamento feminino, conscientização sobre mudanças climáticas e promoção da igualdade, que ampliam o acesso à saúde, esporte, educação e comunidades. Já na frente cultural, são quatro projetos incentivados voltados à música, literatura, artes e produção cultural, que contribuem para o desenvolvimento da economia criativa no país.

“Cada um dos projetos que apoiamos traduz o compromisso da Europ Assistance em contribuir ativamente para uma sociedade mais inclusiva, sustentável e acolhedora. São iniciativas que dialogam com desafios reais do país e reforçam nosso papel em gerar impacto positivo para as pessoas e comunidades”, afirma Sergio Marcos, CEO da Europ Assistance Brasil.

No pilar de pessoas, a Europ Assistance Brasil apoia o Instituto Barueri Paralímpico, que atua no desenvolvimento do esporte paralímpico como instrumento de inclusão e transformação social. A companhia também investe na Casa do Vovô, instituição dedicada ao acolhimento e cuidado de idosos, alinhada ao seu segmento de atuação na prestação de serviços voltados ao público 65+ e Hospital de Base de São José do Rio Preto, por meio de iniciativas voltadas à melhoria da infraestrutura e atendimento hospitalar.

A empresa também apoia a ONG Doutores da Alegria, que utiliza a arte do palhaço para humanizar o atendimento hospitalar de crianças e adolescentes, e a Associação Alma Autista, voltada ao acolhimento, inclusão e desenvolvimento de pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA) e suas famílias.

Com foco no empoderamento de meninas, a Europ auxiliza as entidades que utilizam o esporte como ferramenta de desenvolvimento pessoal, autonomia e fortalecimento da autoestima com destaque para o Audax e o Em Busca de Uma Estrela, que incentiva a participação feminina no futebol.

Uma das pautas mais urgentes da atualidade, a conscientização sobre mudanças climáticas também está no centro das atenções da Europ Assistance Brasil. A empresa apoia a Ecorun, evento esportivo e educativo que promove a educação ambiental e incentiva práticas sustentáveis.

Nossos investimentos nas áreas cultural e esportiva são direcionados a projetos aprovados por leis de incentivo — tanto à cultura quanto ao esporte — que ampliam o acesso à arte, fortalecem a formação de novos talentos e promovem inclusão e desenvolvimento social. Entre as iniciativas apoiadas estão o Em Busca de Uma Estrela, dedicado ao estímulo de jovens meninas com talentos para o futebol; o Livro de Gastronomia, que valoriza a culinária brasileira e preserva tradições; as ações da OPUS, com produções musicais e cênicas de grande alcance; o Tokio Marine Hall, que fomenta apresentações em um dos principais palcos culturais do país.

“Seguiremos investindo em iniciativas que gerem impacto positivo com responsabilidade e visão de longo prazo. Acreditamos que esse é o caminho para contribuir efetivamente com a sociedade”, finaliza Sergio.

O seguro como pilar invisível da indústria audiovisual 

por Ricardo Minc

Com a proximidade de grandes premiações internacionais, como o Oscar, o audiovisual volta a ocupar o centro do debate cultural e econômico. O olhar do público e da crítica se volta às narrativas, às performances e à inovação técnica, mas pouco se fala sobre um elemento silencioso que sustenta praticamente todas as grandes produções: o seguro. Não como acessório burocrático, mas como parte estrutural da viabilidade do projeto.

Produção audiovisual é criatividade, mas também é operação. Envolve pessoas, cronogramas rígidos, contratos complexos, equipamentos de alto valor, locações sensíveis e exposição constante a terceiros. Nesse contexto, assumir integralmente o risco não é ousadia criativa, é fragilidade financeira. A própria história da indústria demonstra que os riscos não são hipotéticos.

Acidentes em sets de filmagem acompanham o cinema desde sempre. Em 1982, durante a produção de Twilight Zone: The Movie, um helicóptero perdeu o controle e matou três pessoas em cena, em um dos episódios mais graves da história do setor. Décadas depois, em 2021, o filme Rust voltou a expor a vulnerabilidade dos sets quando um disparo com arma cenográfica matou a diretora de fotografia Halyna Hutchins, interrompendo a produção e gerando repercussões jurídicas e financeiras. Há ainda inúmeros casos de dublês gravemente feridos, incêndios em estúdios, acidentes com veículos em cena e produções paralisadas por lesões de atores.

Esses episódios deixam claro que o risco está espalhado por toda a cadeia produtiva. Ele pode estar no elenco, em um equipamento essencial, em uma locação externa, em uma cena de ação ou até em um arquivo digital perdido. O papel do seguro não é eliminar o risco – isso seria impossível – mas impedir que um imprevisto transforme um projeto viável em uma perda irreversível.

Por isso, as produções profissionais recorrem a diferentes camadas de proteção. Há seguros voltados a interrupções e cancelamentos, que preservam o orçamento quando filmagens precisam ser suspensas por acidentes, ordens de autoridade ou falhas operacionais. Outros se concentram no elenco e em profissionais-chave, garantindo a continuidade artística e financeira caso alguém indispensável se torne indisponível. Há coberturas que absorvem impactos de acidentes pessoais e viagens, protegem equipamentos de alto valor e resguardam o material filmado, hoje, em grande parte digital, contra perdas, danos ou corrupção de dados.

Do ponto de vista jurídico, o seguro de Errors & Omissions é o que sustenta o direito de exibir a obra. Ele protege produtores, investidores e distribuidores contra alegações de plágio, uso indevido de imagem, falhas contratuais ou problemas na cadeia de direitos, sendo frequentemente uma exigência para a comercialização do conteúdo.

Um exemplo recente e emblemático foi o caso da minissérie Bebê Rena. Após enorme sucesso de público, a produção passou a enfrentar questionamentos públicos e jurídicos relacionados à representação de pessoas reais, à caracterização dos personagens e aos limites entre narrativa autobiográfica, ficção e direito à imagem. Independentemente do mérito das alegações, o caso ilustra com clareza um ponto central: mesmo obras consagradas, amplamente aclamadas e já distribuídas globalmente permanecem expostas a riscos jurídicos relevantes. É exatamente nesse momento que o seguro de E&O deixa de ser um requisito contratual e se revela um pilar essencial de proteção financeira e continuidade comercial.

Quando a produção envolve cenas de ação, dublês, veículos, aeronaves, embarcações ou efeitos especiais, o risco se intensifica e exige ainda mais rigor. Esses elementos não inviabilizam a criação, mas reforçam uma premissa básica: sem transferência adequada de risco, o custo de um único evento pode superar todo o orçamento do projeto.

Esse aspecto ganha relevância adicional em produções financiadas por fundos públicos, coproduções internacionais ou investimentos privados estruturados. O seguro passa a ser um requisito de governança, transparência e preservação de recursos, contribuindo para a sustentabilidade econômica do setor e para a confiança de investidores, financiadores e parceiros institucionais.No fundo, o seguro atua como um instrumento de governança. Ele impõe planejamento, protocolos de segurança e disciplina financeira. Reduz desperdícios, protege recursos públicos e privados e reforça a confiança de investidores e financiadores. Não é coincidência que investidores exijam limites elevados de responsabilidade civil, não para imobilizar capital, mas para estruturar o risco de forma profissional.

Não por acaso, no setor de seguros o valor pago não é tratado como “custo”, mas como prêmio. É, de fato, um privilégio ter uma produção totalmente segurada. Isso traz tranquilidade, protege o investimento e permite que o produtor concentre tempo e energia no que realmente sabe fazer: produzir e contar histórias. Reter risco é uma decisão profissional. Transferi-lo adequadamente também.

Circuito da Longevidade Bradesco Seguros atrai mais de cinco mil pessoas em São Paulo

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Mais de cinco mil atletas lotaram a Praça Charles Miller, no Estádio do Pacaembu, em São Paulo, para participar do Circuito da Longevidade Bradesco Seguros. A etapa paulistana contou com provas de 5km e 10km e sempre marcou presença em temporadas passadas do projeto. Os atletas Willian Pires e Julia Mendes foram os vencedores da categoria 10km, com os tempos de 34’48 e 43’08. Já nos 5km, Gabriel Jomba e Mariana Shinzato saíram campeões, ao marcarem 16’59 e 20’30, respectivamente.

“A praça Charles Miller é um excelente espaço para a realização de corridas. Temos um percurso que otimiza a performance de todos os participantes, o que estimula ainda mais à prática de atividades físicas. O Circuito da Longevidade faz parte do nosso compromisso em apoiar ações que incentivem a conquista da longevidade com qualidade de vida e poder ver lotada a 1ª etapa de 2026 é sinal de muito sucesso”, comenta Ana Claudia Frighetto Gonzalez, superintendente sênior de Marketing do Grupo Bradesco Seguros.

Os longevos também se destacaram e provaram a importância de se manterem ativos por meio da corrida. Bezino dos Santos, de 76 anos, e Marisa Santana, 72, obtiveram marcas expressivas na prova de 10km, conquistando tempos de 1h12’ e 1h09’. 

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A próxima edição do evento já tem data marcada, 26 de abril, em Brasília (DF) e as inscrições já podem ser realizadas por meio do site www.runningland.com.br. Criado em 2007 com o objetivo de sensibilizar a população brasileira sobre a importância da atividade física para um futuro saudável, com qualidade de vida e bem-estar, o Circuito da Longevidade ainda passará por diversas cidades brasileiras ao longo de 2026.