Hero Seguros e CRMBonus anunciam parceria de cashback em seguro-viagem

Fonte: Hero

A Hero Seguros, insurtech referência em seguro-viagem, anuncia parceria com a CRMBonus. Agora, ao contratar o seguro-viagem, os clientes receberão um SMS e terão acesso a um atrativo sistema de cashback no aplicativo Vale Bônus, podendo abater até 50% do valor das compras em qualquer loja que apareça no app. 

Na compra dos planos nacionais, os clientes ganham R$100 em cashback, enquanto a aquisição de planos internacionais oferece R$250 de retorno. Esse valor fica disponível um dia após o início da vigência do plano. A parceria, que estará válida a partir de 27/06, reforça o compromisso da insurtech em oferecer benefícios e inovação aos seus usuários.

“O turismo, tanto brasileiro quanto internacional, voltou a ganhar força e estabilidade pós pandemia. Segundo dados da FecomercioSP, o setor cresceu 8% no ano passado e a expectativa para 2024 é boa. Diante disso, criar ações que beneficiam ainda mais o consumidor final, é fundamental para manter o cenário positivo. Na Hero nosso foco é ajudar nossos parceiros, agências e distribuidores, a terem cada vez mais argumentos com seus clientes e conseguirem impulsionar seus negócios, e a parceria com a CRMBonus, vai exatamente ao encontro desse movimento”, comenta Guilherme Wroclawski, Co-CEO e cofundador da Hero Seguros,

A colaboração com a CRMBonus não é uma ação isolada, a Hero segue apostando em ações e campanhas inovadoras que aproximam a marca do consumidor final. Seja por meio de patrocínios em clubes ou campanhas como essa que está sendo anunciada, a insurtech continua investindo em novidades para fortalecer seu relacionamento com os clientes e aumentar a satisfação e fidelidade dos segurados.

Grupo HDI completa primeira etapa de roadshows com corretores pelo Brasil

No último dia 26 de junho, o Grupo HDI, um dos principais conglomerados seguradores do Brasil, completou a primeira fase de uma série de roadshows com corretores de diversos estados do Brasil. O objetivo principal dos encontros foi apresentar aos parceiros e colaboradores de filiais mais detalhes sobre a Yelum Seguradora, nova marca do Grupo que veio para dar continuidade ao legado da Liberty Seguros, adquirida em 2023. 

Depois de promover o lançamento oficial da Yelum em evento na cidade de Florianópolis, no dia 5 de junho, os executivos do Grupo HDI iniciaram os roadshows logo no dia seguinte, passando por Salvador (BA), Belo Horizonte (MG), São Paulo (SP) e Curitiba (PR). Com essas conversas, a companhia pôde reforçar a importância desse momento de transição e levar a essência e as particularidades da nova marca aos corretores, colaboradores e outros parceiros, mostrando como as fortalezas conquistadas pela Liberty permanecerão e nada será mudado, apenas melhorado. 

“O lançamento da Yelum está sendo um sucesso e sentimos que todos estão recebendo muito bem a nova marca, que vem justamente para ser mais flexível, em total sintonia com os parceiros e clientes”, explica o VP Comercial do Grupo HDI, Marcos Machini. “Os roadshows são momentos muito ricos, em que podemos ver de perto a empolgação e o entusiasmo de todos para começar a trabalhar com a Yelum. Em breve esperamos anunciar esses encontros em ainda mais cidades e continuar a atuar próximos aos parceiros rumo ao sucesso, agora com uma nova cara”, completa o executivo.

MAPFRE e BBM unem forças para o setor de seguros no agronegócio 

A Bolsa Brasileira de Mercadorias (BBM) e a MAPFRE, companhia global do mercado segurador e financeiro, estão unindo forças para atuar no segmento de seguros voltados ao agronegócio. De um lado está a MAPFRE, com expertise, raízes no agro e participação relevante no mercado de seguros rurais. Já a BBM possui especialização no setor agrícola onde atua há mais de 20 anos e agora vai ampliar os serviços oferecidos aos seus associados, ratificando a sua vocação de apoiar o crescimento do setor. “A parceria fortalece a capacidade de proteção e apoio ao desenvolvimento do setor agrícola do país”, resumiu Jonson Souza, diretor territorial da MAPFRE.

Com o fortalecimento, as duas entidades juntas pretendem ser o forte  canal de distribuição dos seguros agrícolas do Brasil, fortalecendo a posição de ambas no mercado, promovendo estudos para melhorar a condição de preços das apólices e incentivando o uso dos recursos do governo para a contratação dos benefícios do seguro, tanto de produção, como de maquinário, armazéns e até de vida dos funcionários. “Queremos assim reforçar o nosso compromisso com a segurança e o bem-estar dos agricultores, sendo o seguro a principal fonte de tranquilidade para quem vive do campo”, pontuou o executivo da MAPFRE.

A BBM atua no mercado de seguros desde 2020, ano em lançou ao setor a plataforma BolsaAgro Seguros, operacionalizada pela corretora AgroSeguros.“A Bolsa se encaixa nesse cenário com a capilaridade de clientes que ela tem e pela sua penetração no mercado. Vamos usar toda a rede que temos no segmento para reforçar a importância do seguro agrícola”, declarou Cesar Costa, diretor-geral da BBM. Na prática, as duas entidades irão disponibilizar ao mercado os melhores produtos, cada um com sua característica, para oferecer tranquilidade ao produtor rural. “Enxergamos a MAPFRE como uma seguradora muito importante com um portfólio de seguros adequado ao mercado brasileiro”, completou.

Os profissionais para atuar no serviço, segundo a MAPFRE, estão capacitados para orientar desde a contratação até o acionamento da apólice, utilizando uma linguagem acessível e compreensível. Além disso, a MAPFRE destaca que é essencial disponibilizar materiais de comunicação que evitem o “segurês”, ou seja, é importante que os materiais e comunicações tenham uma linguagem clara e próxima do dia a dia do produtor ou segurado, facilitando a compreensão dos termos e condições do seguro, eliminando possíveis dúvidas e tornando o processo mais transparente e confiável para os clientes do agronegócio. Por isso, a seguradora tem investido em capacitações e treinamentos de seus corretores parceiros que levam aos clientes as melhores condições, contribuindo para sustentabilidade e desenvolvimento do agro brasileiro.

Seguro agrícola no Brasil

De acordo com um relatório do Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA), em 2022 apenas 7,25 milhões de hectares estavam segurados, representando menos de 10% da área plantada total no país, que é de 77,5 milhões de hectares, diferente de outros países produtores, como Estados Unidos, por exemplo, onde a contratação de seguro é praxe. Os números por aqui indicam um grande espaço para expansão no mercado. “Como seguradores, temos o desafio e a oportunidade de desenvolver soluções atrativas para os produtores rurais, além de promover uma mudança na cultura em relação à contratação de seguros, que ainda é incipiente no Brasil. À medida que os benefícios do seguro rural forem reconhecidos por quem vive do campo, esperamos uma significativa melhoria na cobertura de áreas seguradas, contribuindo desta forma para a estabilidade e o crescimento do setor agrícola”, espera Souza.

Alta nos pedidos de recuperação judicial mostra importância do seguro de crédito

Fonte: Wiz

Os pedidos de recuperação judicial por empresas brasileiras têm aumentado significativamente nos últimos anos, especialmente nestes primeiros meses de 2024. De acordo com dados da Serasa Experian, abril deste ano teve 184 solicitações, o que representa uma alta de 97,8% sobre o mesmo mês de 2023, quando foram 93 pedidos de RJ. Abril, até o momento, é o mês com mais pedidos de recuperação judicial em 2024, já que foram 183 solicitações em março, 169 em fevereiro e 149 em janeiro.

Se fizermos um comparativo do acumulado do ano, são 685 pedidos até o momento, uma alta de 79,3% em relação aos primeiros quatro meses de 2023. Segundo o levantamento, esse crescimento foi puxado por micro e pequenas empresas, que registraram 486 pedidos no quadrimestre, ou 70,9% do total. Companhias médias protocolaram 132 (19,3%), enquanto das grandes foram 18 (9,8%) requisições.

Entre as causas que, na avaliação da Serasa Experian, ajudam a explicar o crescimento dos pedidos de recuperação judicial, estão as taxas de juros em níveis ainda elevados, que desestimulam o consumo, e a inadimplência das empresas e dos consumidores.

“Em um ambiente em que o risco de crédito é mais elevado, os bancos passam a ter maior aversão ao risco. A consequência é que as operações de crédito ficam mais caras, já que o spread bancário passa a embutir esse cenário de incerteza, o que traz dificuldades ainda maiores para a atividade empresarial”, afirma Marco Menezes, diretor comercial da Wiz Corporate, unidade de negócios da Wiz Co.

Menezes ressalta que o Seguro de Crédito emerge como uma ferramenta cada vez mais importante para proteger uma empresa contra perdas financeiras. O seguro oferece cobertura contra a falta de pagamento por parte de clientes da carteira da empresa segurada. Quando um parceiro comercial deixa de cumprir com suas obrigações financeiras, a seguradora assume esse ônus, absorvendo o prejuízo que, de outra forma, ficaria com a própria empresa. 

“Outra vantagem do Seguro de Crédito é facilitar o acesso a financiamentos, permitindo que a empresa faça operações de crédito com valores maiores e taxas menores. Isso porque esse seguro, ao mitigar o risco financeiro da empresa, acaba funcionando também como uma camada extra de proteção para o banco que lhe emprestará dinheiro”, comenta Juliana Botelho, especialista técnica da Wiz Corporate nos produtos de Crédito e Garantia.

A procura por esse tipo de produto vem crescendo ano a ano de forma consistente. Dados da Susep (Superintendência de Seguros Privados) mostram que a emissão de prêmios (ou seja, a contratação de novos seguros de crédito) avançou 30,18% em 2021, 18,81% em 2022 e 5,22% em 2023.

“Nós temos percebido esse mesmo movimento dentro da Wiz Corporate. Nossas vendas de seguro de crédito subiram 739% em relação ao primeiro bimestre do ano passado. Ao mesmo tempo em que o crescimento dos pedidos de recuperação judicial é um sintoma preocupante para o mercado, o seguro de crédito traz uma proteção significativa para as empresas, pois evita os riscos de um default em suas carteiras de recebíveis. É um produto que merece ser mais difundido”, analisa Menezes.

Seguradora Zurich é patrocinadora do Rio Open 2025

A Seguradora Zurich vai patrocinar a décima primeira edição do Rio Open, maior torneio de tênis da América do Sul e único da Associação de Tenistas Profissionais (ATP) no Brasil. O evento, que é um dos únicos torneios ATP 500 de saibro, ao lado de Barcelona e Hamburgo, ocorrerá de 15 a 23 de fevereiro do ano que vem, no Jockey Club Brasileiro, no Rio de Janeiro, e reunirá grandes nomes do tênis. O Rio Open, que também se destaca pela diversão, gastronomia e pegada sustentável, deve mobilizar um público em torno de 66 mil pessoas.

“Este patrocínio é o pontapé inicial de uma agenda de iniciativas da Zurich que terão como objetivo dar mais visibilidade e apoiar o futuro do esporte no Brasil. Acreditamos que o esporte é uma ótima ferramenta de inclusão e transformação social, além de um excelente caminho para disseminar a cultura de seguros na sociedade”, afirma Lucía Sarraceno, Diretora de Marketing e Clientes da Seguradora Zurich.

O Rio Open é um dos 16 campeonatos de nível ATP 500, uma das categorias mais importantes do tênis. Mantendo a tradição, jogadores da elite do tênis mundial fazem parte da chave principal. O evento apresenta em sua galeria de campeões nomes como Rafael Nadal, David Ferrer, Pablo Cuevas, Dominic Thiem, Diego Schwartzman, Laslo Djere, Cristian Garin, Cameron Norrie, Sebastian Baez e Carlos Alcaraz. O torneio já revelou jovens talentos como João Fonseca, Casper Ruud, Felix Auger Aliassime e o próprio Alcaraz. Entre os tenistas que já estiveram no top 10 do ranking da ATP, o Rio Open também viu em ação Kei Nishikori, Jo-Wilfried Tsonga, John Isner, Marin Cilic, Gael Monfis e Fabio Fognini.

Porto Bank lança nova funcionalidade para seus cartões de crédito

Marcos Loução Porto Bank

Fonte: Porto

O crescimento dos pagamentos digitais, somado ao número de dispositivos conectados, tem exigido um controle cada vez mais rigoroso por parte dos consumidores ao utilizarem os seus cartões de crédito. O fato é que o cliente não quer ter o desconforto de não saber o que comprou e de quem comprou e acaba exigindo, cada vez mais, clareza e transparência nas transações.

Não é nada incomum, consumidores relatarem problemas na identificação de algumas de suas transações ao utilizarem seus cartões. E, então, a ansiedade em relação a possíveis fraudes os leva a apresentar pedidos de estorno por vezes desnecessários e que poderiam ser evitados.

Para atender a essas necessidades crescentes dos consumidores, a Porto Bank passa a oferecer uma nova solução da Mastercard ao mercado: Ethoca Consumer ClarityTM, um serviço pioneiro que fornecerá aos titulares de todos os cartões de crédito Porto Bank mais detalhes sobre suas compras nas faturas digitais. 

A nova funcionalidade, que chega em primeira mão ao mercado pela Porto Bank, aprimorará a experiência digital dos consumidores, permitindo que tenham todas as informações pertinentes às operações realizadas no cartão, como nome completo do estabelecimento, logo e geolocalização no mapa. Com isso, os clientes dos cartões Porto Bank terão maior segurança para confirmações de transações e garantia de que, uma vez fraudulenta, poderão denunciar e solicitar o estorno. 

“Mais uma vez estamos realizando uma ação pioneira no mercado brasileiro e colocando a Porto Bank como provedora de tecnologia em prol dos clientes. Uma iniciativa que fortalece nosso compromisso com a segurança e com `Todo cuidado é Porto`.  Para nós, inovação é mais sobre criar soluções que atendam as necessidades de nossos clientes”, pontua Marcos Loução, CEO da Porto Bank, e reforça:

“Nosso esforço em inovar também diz respeito ao corretor, nosso parceiro de todas as horas, para que também tenha cada vez mais argumentos para fidelizar o cliente. Com essa nova funcionalidade dos cartões Porto Bank, eles terão mais um benefício imbatível, além dos já tradicionais descontos a partir dos pontos Porto Plus acumulados nos cartões de crédito Porto Bank”.

Reclamações que podem ser evitadas

É sabido que, por vezes, não é possível identificar imediatamente algumas cobranças no extrato do cartão de crédito. Por exemplo, o nome do comerciante pode ficar irreconhecível ou o nome do processador de pagamento ser exibido em vez do nome do comerciante. Com isso, surge a dúvida. E será para melhorar potencialmente esse tipo de situação que a Porto Bank lança a Consumer Clarity.

“O rápido crescimento da adoção digital exige aumento de confiança nos processos de uma transação. Para que isso aconteça, é essencial que emissores, comerciantes e consumidores tenham a visibilidade necessária sobre o que, quando e onde uma transação é uma realidade. Estamos muito satisfeitos com a parceria com a Porto Bank para ajudar a fornecer transparência aos seus clientes”, disse Leonardo Linares, Vice-Presidente Sênior de Soluções para Clientes da Mastercard Brasil.

Em vez de ligar para a central de cartões para abrir chamados para saber de qual compra se trata, o cliente Porto Bank poderá clicar e ter à disposição todas as informações necessárias para dirimir eventuais dúvidas. Caso constate fraudes ou compras indevidas, o consumidor poderá contestar imediatamente, ganhando, assim, tempo e agilidade.

Tokio Marine busca soluções para que o seguro garantia de obras volte a crescer

O seguro garantia de obras, que já foi há anos o grande alavancador do mercado de seguros no segmento de linhas financeiras, parece estar ganhando novamente sua força latente diante de tantos investimentos em obras de infraestrutura previstas no Brasil. Este produto perdeu força em 2014, quando as investigações da Lava Jato paralisaram os investimentos públicos em infraestrutura. 

A mudança não vem da lei de licitações, que determina que a partir de janeiro de 2024 toda licitação pública apresente um seguro garantia para obras, com clausula de retomada para contratos acima de R$ 200 milhões. Vem da mudança de mentalidade dos órgãos públicos, das seguradoras e das construtoras, afirmaram Felipe Smith, diretor de produtos pessoa jurídica da Tokio Marine, Maria Stella Lopes Okajima, assessora executiva do gabinete do secretário de Estados do Mato Grosso, Venilton Tadini, presidente da Associação Brasileira de Infraestrutura e Indústrias de Base (Abdib) e Debora Schalch, advogada especialista em seguros e resseguros.

Eles participaram tanto da coletiva de imprensa como dos debates do evento Expertise, da Tokio Marine, que teve como tema o seguro garantia, com 250 convidados entre os quais cientes, corretores, representantes do governo, parceiros de negócios, assessorias e imprensa. 

Segundo Maria Stella, o governador do Mato Grosso, Mauro Mendes, que assumiu em 2019, pediu para as equipes viabilizarem o seguro garantia nos contratos públicos. “Trabalhamos muito e estamos otimistas com o resultado. Acredito que ajudamos a construir uma nova história para o seguro garantia, um instrumento importante para garantir obras acabadas. Pior do que a perda econômica com esqueletos espalhados pelo país, é o impacto social. Ninguém quer ver uma ponte que não conecta pontos nem hospitais ou escolas em ruínas em vez de servir a sociedade”, citou. 

A ideia do poder público é não ter obras inacabadas e da seguradora não deixar o sinistro acontecer. Para isso, é preciso ter condições de gerenciar o dia a dia da construção. Para a advogada que já atuou em centenas de litígios de seguro garantia, a Lei das Licitações veio para acabar com as 14 mil obras paradas no PAC em 2019. Hoje são 8 mil paradas, segundo diagnóstico do Tribunal de Contas da União. Motivo técnico, problemas orçamentários, corrupção e fraude são os principais motivos apontados pelo documento do TCU, explicou Debora Schalch. “A lei tenta corrigir os erros do passado. Temos de enfrentar este problema. A nova lei tem objetivo de dar mais integridade e transparência, com gestão e controle internos, são palavras chaves”. 

Depois de quase dois anos de debates e muitas mudanças para criar um clausulado que seja realmente claro e transparente, o mercado de garantia está sendo testado pelo estado do MT. “Foram muitas reuniões com seguradoras, resseguradoras por meio da Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg) para termos condições de garantir que os participantes da licitação encontrariam no mercado um produto aderente ao edital. Lançamos uma licitação com a exigência do seguro garantia e 11 empresas participaram do pregão realizado em 21 de junho. Em 30 dias vamos ver o resultado. Estamos muito otimistas que todas tenham apresentado o que o edital solicitou, que é um seguro garantia com clausula de retomada, com o percentual de 30% do contrato da obra”, disse. 

A primeira obra com a previsão de cláusula de retomada no seguro garantia será a pavimentação de 50,47 km da MT-430 nos municípios de Confresa e Vila Rica. A obra não liga a sede dos municípios, mas beneficia a população de regiões rurais, que poderão ter um acesso asfaltado até as cidades. O investimento previsto na obra é de R$ 113 milhões.

Segundo ela, chegar a este resultado – um edital claro e transparente – e seguradoras com oferta do produto solicitado, é para ser comemorado. “Quando o poder público consegue inovar, é algo para ser valorizado. Uma mudança importante foi termos no Estado a exigência do seguro para obras a partir de R$ 50 milhões, enquanto a Lei de Licitações exige para obras acima de R$ 200 milhões”, informou. Em 2023, uma concorrência do Mato Grosso foi cancelada, pois os participantes não encontraram o seguro nas condições solicitadas para comprar, uma vez que as seguradoras perderam o apetite diante de percentuais abaixo de 30% para obras vultosas. 

O presidente da Abdib reforçou a importância do seguro para o Brasil. “As perspectivas econômicas a partir de 2024 são promissoras, e há mais de 500 novos projetos nas áreas de logística e transportes, energia, saneamento básico e infraestrutura social em estruturação no país, que, juntos, somam cerca de R$ 1 trilhão em investimentos, cuja maior parte deverá ser realizada nos curto e médio prazos. É preciso estarmos atentos aos riscos e incertezas que precisam ser mitigados”. 

E, segundo as vozes femininas do evento, Maria Stella e Débora, a Tokio Marine foi a única seguradora a abraçar esta nova fase do seguro garantia, buscando solucionar, de forma transparente, as dores dos clientes e das re/seguradoras. A dedicação da seguradora visa ser referencia em seguro garantia de contratos em três anos, com estimativas de chegar a prêmios de seguros de R$ 600 milhões em 2027.

“Realmente nos dedicamos muito para colocar o seguro garantia como um instrumento que agrega valor ao país ao mitigar riscos de contratos. Contratamos profissionais especializados para fazer uma subscrição do risco auxiliando em mudanças que coloquem em risco o projeto. Investimos também em tecnologia para fazer testes de estresse com os projetos, como mão de obra disponível na região e impactos das mudanças climáticas”, cintou. 

Como resultado, a Tokio Marine criou serviços personalizados que atendem às necessidades dos clientes não apenas no que tange à nova Lei de Licitações, como também na garantia para obras privadas. “Com isso, aumentamos o tamanho de nossa equipe com a contratação de mais 16 especialistas, sendo sete deles para a área técnica, nove para área comercial, três focados na Diretoria Comercial Corporate e 6 colaboradores para a área de Estratégia de Negócios focados do atendimento do Canal Varejo Brasil”, reforça. 

Não serão todas as companhias que terão o seguro garantia com clausula de retomada para ofertar. Nem todos os governos conseguirão reduzir os riscos para ter um seguro com preço adequado. E não são todas as construtoras que oferecem dados transparentes para serem avaliados pelas re/seguradoras e conseguirem um bom preço. 

A conclusão é que será um mercado para especialistas e para governos que decidam ter uma gestão transparente e focada em realmente entregar obras que atendam às necessidades da sociedade. “Para atrairmos investimentos, temos de ter uma infraestrutura que atraia o empresário a investir no Estado. Temos investido com recursos próprios. E sabemos que o seguro tem um papel importante no estilo de gestão do nosso governador”. 

Seguro garantia pode ajudar governo a evitar obras paradas no Brasil, defende CNseg

dyogo oliveira cnseg

As seguradoras estão preparadas para atender a ampliação de seguros nas obras públicas aguardando apenas a regulamentação da Nova Lei de Licitação, informou o presidente da Confederação Nacional das Seguradoras, Dyogo Oliveira, durante o XII Fórum de Lisboa, nesta quarta-feira, 27 de junho. 

Oliveira afirmou que o Seguro Garantia poderia solucionar 70% dos problemas financeiros e técnicos das empresas contratadas pelo governo. “A nova lei de licitações traz inovação aos contratos e cria uma experiência de relacionamento do Estado com execução de obras públicas. Nada diferente do que se pratica em países desenvolvidos. As seguradoras oferecem o seguro para obras com bons projetos e com todos os riscos avaliados”. 

Sob o tema “Concessões e Serviços Delegados”, o executivo participou do painel ao lado de Afrânio Vilela, Ministro do Superior Tribunal de Justiça; Benjamin Zymler, Ministro do Tribunal de Contas da União; Leandro Marin, da AEGEA Saneamento e Rafael Carneiro, Advogado. 

Segundo a CNseg, o Seguro Garantia é um instrumento eficiente para garantir a funcionalidade das concessões de serviços delegados e o efetivo cumprimento das atividades concedidas. Além disso, pode fornecer compensação financeira ao Estado, caso ocorram atrasos na conclusão de projetos, danos materiais ou outras perdas financeiras e ao oferecer uma camada adicional de proteção financeira, pode estimular o investimento público em projetos de infraestrutura fundamentais para o desenvolvimento do país, como aqueles incluídos no Novo PAC, estimado em R$ 1,7 trilhão. 

“É importante lembrar que o Seguro Garantia não significa somente amparo para cumprimento de obrigações contratuais das concessões dos serviços de transportes e energia, mas pode representar também a atuação efetiva da iniciativa privada, no caso as seguradoras, na fiscalização da atividade do concessionário ou do executor, no caso de obras públicas, principalmente de infraestrutura”.

Em 2023, a demanda pelo Seguro Garantia avançou 24,3% em relação ao ano de 2022, com R$ 4,3 bilhões arrecadados. Para 2024, a projeção de crescimento é de 24,3%, repetindo o bom desempenho do ano passado.

Brasil: um cemitério de obras inacabadas 

Em recente evento promovido pela CNseg com executivos do setor segurador e lideranças do executivo, legislativo e judiciário, o vice-presidente do Tribunal de Contas da União, Ministro Vital do Rêgo, mostrou preocupação com o imenso “cemitério de obras inacabadas” no Brasil. Segundo ele, atualmente são cerca de 9 mil obras paralisadas.

Por isso, Vital do Rêgo se mostrou favorável ao produto oferecido pelas seguradoras uma vez que o setor dispõe de instrumentos eficientes e por isso, deve ser cada vez mais “acionados” para evitar esse cenário, qualificando o contratante e mitigando os riscos. 

A nova Lei de Licitações, 14.133/21, prevê, entre outras atualizações, que, nas contratações de obras e serviços de engenharia de grande vulto, poderá ser exigida a prestação de garantia, na modalidade seguro-garantia, com cláusula de retomada em percentual equivalente a até 30% (trinta por cento) do valor inicial do contrato.

Seguro Garantia na prática

Já é possível ver isso na prática no estado do Mato Grosso que lançou edital para a primeira licitação de obra pública do Brasil com previsão de Cláusula de Retomada no Seguro Garantia. A licitação prevê o asfaltamento de 50 km da MT-430, nos municípios de Confresa e Vila Rica e tem um investimento previsto de R$ 110 milhões. 

A cláusula de retomada irá permitir que as seguradoras possam assumir obras cujos contratos tenham sido descumpridos pela empresa vencedora da licitação. O objetivo é garantir a execução de obras com qualidade e dentro do prazo estipulado.

“Nossa expectativa é que esse instrumento seja amplamente incorporado aos projetos de infraestrutura, no sentido de proteger os investimentos públicos e oferecer segurança jurídica ao Estado.”, afirma Dyogo.
 

Com agilidade de insurtech, Alba Seguradora avança para conquistar parceiros comerciais e clientes

Não existe nada melhor do que amar o que faz para ter garra para enfrentar desafios com respostas inovadoras. E é isso que está acontecendo na vida de Carlos Trindade, CEO da Alba Seguradora desde o início de 2024. Mais conhecido como Beto Trindade, ele assumiu o desafio de colocar em prática o plano estratégico de tornar a seguradora, fundada em 1870, uma das líderes nos segmentos em que atua. Em tão pouco tempo e num ritmo de quem não tem tempo a perder, os resultados já sinalizam o ritmo de insurtech instalado na seguradora com sede em Salvador, Bahia.

Dados do 1º trimestre de 2024 mostram alta de 4.115% na venda de apólices de acidentes pessoais coletivos, comparado ao mesmo período de 2023. Em vida em grupo, o avanço foi de quase 4.889%. Já o seguro de garantia estendida apresentou um indicador mais tradicional de crescimento: 17%. Claro que percentuais enormes mostram que a base antes era pequena. No entanto, sinaliza o potencial adormecido do mercado de seguros, que quando bem estimulado, com boas ofertas e experiência diferenciada ao cliente, avança bravamente, principalmente em mercados pouco explorados, como Norte e Nordeste, onde a Alba tem parceria com a rede de varejo Baianão, com 44 lojas, e novas parcerias relevantes em andamento estimadas para serem divulgadas ainda neste ano.

“Nos últimos 12 meses de retomada de operação da seguradora firmamos contratos que somam R$ 108 milhões no canal parceria e R$ 163 milhões no canal corretor”, conta com imenso orgulho o executivo que antes de assumir como CEO já atuava como consultor da Alba, tendo ocupado cargos de vice-presidente e CEO de empresas, bem como participado de conselhos de administração em sua trajetória profissional de mais de 30 anos.

Sem poder citar metas e projeções para o ano completo de 2024, em razão da seguradora fazer parte da holding Grupo Aliança da Bahia e ser listada em bolsa, Trindade conta que o crescimento já exigiu investimentos para a ampliação do escritório de São Paulo e de Salvador para suportar uma equipe maior.

“Neste ano internalizamos o atendimento aos clientes e aos corretores e assessorias para preservar nossa voz aos nossos públicos. Já contratamos 10 pessoas para São Paulo e seis para Salvador. E vamos crescer mais, pois temos ampliado nossas parcerias comerciais e expandindo nossa atuação em segmentos diversos do setor de seguros”, informa.

A seguradora visa ampliar o portfólio de serviços e incluir a distribuição de seguros massificados, com foco em vida e patrimonial, principalmente para pequenas e médias empresas, uma vez que a renovação tecnológica em parceria com a i4pro, provedora de infraestrutura digital para seguros, está a pleno vapor.

“A pandemia despertou na população a importância de ter proteções financeiras como seguro. Ao mesmo tempo, revolucionou o mercado de seguros com novas tecnologias, processos, produtos e atendimento aos parceiros e clientes em diversas plataformas”, comenta. Estão no radar desde produtos simples de vida até os mais sofisticados que mesclam risco com acumulação em fundos de investimentos.

São muitas ações em andamento, que vão desde parcerias com MGAs até uma comunicação simples e eficiente para atuação em todo o Brasil, mas Trindade reluta em antecipar todas elas. Mas dá spoiler: todas elas estão conectadas ao que chama de fitdigital (venda física e por meio digital) para que assessorias, corretores e parceiros corporativos possam ofertar atendimento personalizado para cada perfil de público da cadeia de clientes e “com garantia da nossa voz, gerenciada pelo marketing, para levarmos juntos mais proteção financeira para os brasileiros”.

EZZE ingressa no segmento de cooperativas

EZZE Seguros

Fonte: EZZE

A EZZE Seguros acaba de anunciar o seu ingresso no setor de cooperativas. Em sintonia com sua estratégia multicanal e multiprodutos, a companhia investe em tecnologia e passa a oferecer uma plataforma de produtos modernos para proteção completa com excelente custo-benefício aos cooperados brasileiros.

Enquanto modelo econômico sustentável, o cooperativismo tem atraído, cada vez mais, negócios que geram impactos socioeconômicos positivos.Hoje já são mais de 4,6 mil cooperativas no Brasil, as quais reúnem mais de 20 milhões de cooperados e mais de 520 mil empregados.

Segundo o diretor comercial de Cooperativas da EZZE, Everson Carvalho, a nova área da companhia está alinhada com as estratégias dos sistemas cooperativos de levar proteção robusta aos cooperados, sejam eles pessoas físicas ou jurídicas. “Nos preparamos para conquistar um espaço importante nesse mercado dedicado ao fomento da economia local e ao retorno financeiro para a comunidade em forma de indenizações”.

Ainda conforme o diretor, o canal de cooperativas é atualmente o mais capilarizado do Brasil e está distribuído por todo o território nacional. “Por isso a tecnologia aplicada é fundamental para que haja presteza e eficiência no atendimento, seja o associado urbano ou rural”, ressalta.

A EZZE disponibilizará aos cooperados de diferentes tipos de negócios os mais de 70 produtos do seu portfólio, entre eles os seguros Automóvel, Frota, Transportes, Empresarial, Linhas Financeiras e Seguro Garantia.

A distribuição poderá ser disponibilizada por meio remoto ou no ponto de venda físico para atender um nicho que atualmente conta com uma relativa baixa cobertura securitária.

“No cooperativismo há o senso de pertencimento e fidelidade do cooperado junto à sua cooperativa, o que torna essa relação ainda mais consolidada e duradoura. Esse fato reforça muito o propósito da relação de longo prazo que a EZZE está buscando”, finaliza Everson Carvalho.