Valor: regime de tributação para previdência privada é regulamentado

FONTE: Valor

A Receita Federal do Brasil publicou hoje (8) a Instrução Normativa que regulamenta a tributação dos planos de previdência privada complementar (de caráter previdenciário), do fundo de aposentadoria programada individual (FAPI), e dos seguros de vida com cláusula de cobertura por sobrevivência. A normativa RFB nº 2.209/2024, que determina a forma como a lei será executada, também define os procedimentos a serem adotados pelos beneficiários e pelas entidades de previdência complementar.

A Lei nº 14.803, de 10 de janeiro de 2024, alterou a Lei nº 11.053/2004 para permitir que os participantes e assistidos de planos de previdência complementar possam optar pelo regime de tributação (progressivo ou regressivo) no momento da obtenção do benefício ou do primeiro resgate dos valores acumulados.

Anteriormente, a escolha pelo regime tributário tinha que ser feita no momento da contratação do plano de previdência privada complementar. A migração só era possível do regime progressivo (sobre a renda) para o regressivo. Mas, nesse caso, a pessoa era “punida” e o tempo de investimento passava a ser calculado a partir do momento da portabilidade. Não era permitido mudar do regime regressivo para o progressivo. A Lei nº 14.803 acaba com essa restrição e com a punição e passa a permitir a escolha da tributação no momento mais adequado,podendo ser no recebimento do benefício ou dna requisição do primeiro resgate.

Conforme a Instrução Normativa que foi publicada hoje, os participantes que ingressaram até 10 de janeiro de 2024 em planos de previdencia vai sofrer a mudança de tributação no primeiro resgate dos valores. “Se a pessoa já tinha feito a opção antes data e já estava recebendo, ele não vai poder se beneficiar dessa nova Lei. Além disso, a normativa estende aos segurados de planos de seguro de vida com cláusula de cobertura por sobrevivência. Na Lei de janeiro não havia essa menção”, diz Luciana Simões Souza, líder da área de tributário e previdenciário do Andrade Foz Advogados.

Simões Souza e Juliana Assolari, tributarista e sócia do Lassori Advogados, explicam que a escolha do regime tributário da renda previdenciária trouxe a possibilidade do beneficiário realizar um planejamento mais eficiente, analisando qual regime de tributação é mais vantajoso no momento do recebimento do benefício ou resgate, proporcionando melhores chances de destinar os próprios recursos.

No regime de tributação regressivo, as alíquotas de imposto decrescem de 35% para 10%, de acordo com o tempo em que os recursos permanecem no plano de previdência. “Inicialmente, o investidor é tributado em 35% do valor recebido, mas a alíquota diminui cinco pontos percentuais a cada dois anos em que o dinheiro permanece investido, até atingir o mínimo de 10% após dez anos. Esse regime é mais vantajoso para aqueles que mantêm seus recursos investidos por um longo período, especialmente para quem pretende permanecer no plano de previdência privada por mais de dez anos”, diz Simões Souza, do Andrade Foz Advogados.

Já o regime progressivo, que é a regra geral, o valor recebido é somado aos demais rendimentos da pessoa física e tributado conforme a tabela progressiva do Imposto de Renda. Nesse caso, os benefícios estão sujeitos à incidência do imposto sobre a renda na fonte, aplicando-se a tabela progressiva mensal, e na Declaração de Ajuste Anual (DAA). As alíquotas variam até 27,5%, de acordo com as faixas de renda. Há, ainda, o ajuste da alíquota na DAA, considerando o somatório dos rendimentos tributáveis percebidos pelo participante.

Assolari, do Lassori Advogados, avalia que essa opção é mais indicada para quem efetua contribuições com visão de curto prazo e para aqueles que estão perto de usufruir do benefício de aposentadoria.

A escolha do regime tributário deve ser feita individualmente pelos participantes junto à entidade de previdência complementar ou sociedade seguradora. A lei permite que assistidos ou seus representantes legais façam a escolha quando os participantes dos planos não sinalizem o regime regressivo, mas é necessário cumprir com alguns requisitos para a obtenção do benefício ou resgate.

Luciana Simões Souza, líder da área de tributário e previdenciário do Andrade Foz Advogados, ressalta que a opção pelo regime de tributação do plano de saúde não pode ser alterada após a escolha.

Presidente da Fenseg afirma que bônus são benefícios individuais

bonus seguro automovel

A Superintendência de Seguros Privados (Susep) suspendeu, na segunda-feira (5), a aplicação dos novos critérios dos bônus nos seguros automotivos, que haviam entrado em vigor no último sábado (3). A suspensão veio a pedido da Fenacor, a federação dos corretores, que alegou que as mudanças poderiam causar efeitos negativos ao mercado. Procurados, Susep e Fenacor não responderam o pedido de entrevista para esclarecer o assunto, uma vez que já divulgaram cartas públicas.

O presidente da Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg), Antonio Trindade, esclarece que as mudanças têm a proposta principal de coibir fraudes na concessão da bonificação. Em carta à Fenacor (enviada antes da publicação da medida cautelar da Susep), a FenSeg convocou corretores para aprimorar as normas, mas o pedido à Susep já tinha sido feito e foi aceito e as medidas que entraram em vigor em 5 de agosto foram suspensas.

Diante disso, Trindade se mostra totalmente disposto a esclarecer o tema e retomar a comunicação com Fenacor e Susep para que o benefício ao consumidor volte a valor. “Trata-se de um benefício do consumidor. É um estímulo positivo para os bons motoristas e queremos que mais gente tenha bônus para que os acidentes se reduzam”, comentou. “Estamos abertos para fazer melhorias e estamos abertos para conversar sobre o tema e avançar no seguro de automóvel”.

Em resumo, os bônus em apólices de seguro auto são condições mais vantajosas que os segurados têm ao usar menos ou não acionar o seguro ao longo do período de vigência. Os clientes são classificados de acordo com estes critérios, e podem ter descontos ao renovar as apólices. Segundo Trindade, os ajustes foram motivados por sugestões trazidas pela equipe comercial e também fruto de denúncias recebidas de corretores sobre uma , “fabricação de bônus”.

Trindade destaca que um dos principais aspectos das alterações das regras foi manter o caráter pessoal e intransferível do bônus, valorizando seu comportamento positivo e melhorando suas condições de seguro. Para exemplificar a situação, compara a obtenção de bônus ao ganho de milhas em companhias aéreas: “Se você tem milhas na companhia aérea A, você não consegue transferir a milha para a companhia aérea B e vice-versa; ou você usa lá ou você não usa. No nosso caso aqui, você leva o seu bônus. [As] seguradoras de automóvel valorizam os clientes e mobilizam ainda mais aqueles que têm um bom histórico de comportamento de sinistros”.

O presidente da FenSeg diz que a decisão da Susep é “uma ordem para ser cumprida”, mas reafirma a convicção de que as mudanças oferecem inúmeros benefícios. “Posso resumir essas mudanças em seis pontos. A primeira é simplificar e personalizar os critérios de bônus, eliminar dúvidas, reduzir tempo e custo operacional, agilizar a emissão das apólices e, sobretudo, inviabilizar o uso indevido do bônus”, explica Trindade.

Brasil é estratégico para Munich Re, que avança em novos negócios

MUNICH RE

As principais renovações de contratos de seguros e de resseguros acontecem no segundo semestre do ano. Geralmente neste período do ano são realizados eventos tradicionais, que visam debates dos riscos, das coberturas, das condições de oferta de capacidades internacionais e locais. As conversas no Brasil começam antes para medir o termômetro da América Latina, uma vez que o setor representa 50% da produção de vendas de seguros e de resseguros da região. Somente nesta semana, três eventos importantes ocuparam a agenda dos executivos de riscos corporativos.

Além da busca de relacionamento e informações para a renovação dos contratos, o resultado desses encontros privados é importante para compor o cenário do tradicional encontro anual em Mônaco. O Monte Carlo Reinsurance Rendez-vous realiza a 66º edição de 7 a 11 de setembro. A resseguradora Munich Re, a maior do mundo, recebeu mais de 200 convidados nesta quarta-feira, em São Paulo. O cenário não poderia ser mais acolhedor. A tradicional festa alemã Oktoberfest. A 189 edição acontece neste ano entre 21 de setembro a 6 outubro em Munique, Alemanha.

“Temos grande interesse em investir no Brasil. Acompanhamos o desenvolvimento do país e do setor de seguros não apenas com capacidade financeira do resseguro, mas com soluções, tecnologia e nossa experiência mundial”, disse o alemão Matthias Marwege, head da unidade EULA (Europa LatAm) North LA&Caribe, Bogotá, Madrid, Brasil, em um excelente português. O executivo ganhou fluência na língua por acompanhar o Brasil há tempos e ter grande admiração pela cultura e pelos brasileiros, confidenciou. Ele participou da abertura da subsidiária local em 2008, quando o governo iniciou a abertura do mercado de resseguros. 

“Nós estamos dispostos a apoiar nossos clientes no desenvolvimento de soluções, inclusive para riscos de catástrofes. Temos desenvolvido parcerias com governos em países da América Latina mais expostos, como é o caso do Chile com terremotos, e podemos contribuir muito com o Brasil”, citou. Ter um programa para catástrofes é um tema em pauta no Brasil há tempos, mas ganhou tração com a tragédia vivida no Rio Grande do Sul, com perdas econômicas estimadas em até R$ 97 bilhões para a economia brasileira em 2024, segundo estimativa da CNC, Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo. Menos de 10% das perdas estão seguradas, segundo estatísticas da CNseg, a confederação das seguradoras.

“A Munich pode e quer ajudar a estabilizar as economias dos países afetados por catástrofes como esta. O Brasil vai precisar de mais seguro diante do aumento de eventos climáticos. O setor de seguros e de resseguros têm muito a contribuir para a mitigação e gestão dos riscos”. A conta das indenizações a serem pagas pela Munich Re com as perdas no Rio Grande do Sul ainda está sendo contabilizada.

O CEO da Munich Re no Brasil, Karsten Steinmetz, comenta que depois das enchentes, os clientes se preocupam em como adaptar o momento de negócios para o futuro. “Com o período de renovações neste segundo semestre, estamos juntos com nossos clientes na busca de soluções para mitigar riscos um cenário com mais volatilidade”, disse. 

Entre os convidados, parceiros de negócios. Roberto Teixeira, responsável por seguros na XP Inc, conta que graças a parceria com a Munich Re a seguradora tem resultados diferenciados. “Estamos juntos desde o início. Eles nos ajudaram a desenvolver a operação, com sistemas importantes de aceitação de risco e precificação. Diante disso, temos uma carteira saudável e que cresce mês a mês”, conta. De acordo com o executivo, a XP tem avançado na oferta de coberturas com a tecnologia. A expectativa é que novas coberturas sejam lançadas ainda neste ano dentro da parceria com a resseguradora. 

Também neste ano, a Munich Re comemorou uma parceria com a MAG Seguros para o uso de uma plataforma. “A Munich Re Automation Solutions representa um importante passo em frente na nossa estratégia de fornecer serviços eficientes e de alta qualidade aos nossos clientes. A SARA não só simplifica, mas também agiliza o processo de subscrição, oferecendo uma experiência mais rápida e personalizada, em linha com as expectativas das gerações mais jovens, que procuram comodidade e personalização nos serviços digitais”, comentou Nuno David, diretor comercial e marketing do grupo MAG. 

A tecnologia ofertada pela Munich RE também conquistou a Junto Seguros, especializada em seguro garantia, conta o CEO Roque de Melo, um dos convidados. “Temos avançado na nossa parceria e novidades estão para acontecer neste segundo semestre. Somos parceiros desde o início da nova fase da companhia e os resultados são realmente promissores”.

Já em riscos patrimoniais, o tema é mais reservado. Os corretores e clientes que renovaram o contrato antes do ocorrido no Sul, ou seja, até maio, estavam tranquilos, como a Sompo Seguros, que renovou no início de maio seu contrato de transportes. “A negociação já vinha acontecendo meses antes e renovamos com tranquilidade. A próxima renovação ainda está longe, mas acreditamos que não teremos problemas”, disse Adailton Dias, diretor executivo de produtos e resseguro. 

Igor Di Beo, vice-presidente técnico da HDI, Luis Nagamine, diretor geral da Mitsui Sumitomo Seguros (MSS), Felipe Smith, diretor executivo de produtos pessoa jurídica da Tokio Marine, e Edward Lange, CEO da Sancor Seguros Brasil, têm apenas uma leve apreensão com as renovações dos contratos previstas para o final do ano. Segundo Di Beo, será um momento importante de negociações, visto que o evento do Sul foi algo atípico. “Temos um mercado de resseguros com muita capacidade internacionalmente neste momento e certamente o Brasil é uma peça-chave para o crescimento das companhias”. 

Smith, da Tokio Marine, também acredita na estabilização de taxas e condições de contratos. “Estamos todos unidos na busca de soluções para os problemas de nossos clientes e este é um momento importante para mostrarmos a importância do seguro para proteção do patrimônio das empresas”. Lange também está tranquilo, uma vez que a safra do Sul tinha sido praticamente toda colhida uma semana antes das enchentes. “Se as chuvas torrenciais tivessem ocorrido uma semana antes, o setor viveria uma situação devastadora”, afirmou.

Nagamine concorda. “Nosso contrato tem renovação no final do ano e até lá ainda temos pontos importantes, como a temporada de furacões nos EUA, bem como a vulnerabilidade que temos vistos com o aumento dos eventos climáticos como do Sul. Mas tudo transcorrendo dentro do normal, nossa expectativa é otimista diante do crescimento da companhia. O grupo tem a ambição de se posicionar como líder do mercado corporativo no Brasil, seguindo os passos da matriz mundialmente. Temos novos negócios e há apetite por parte dos resseguradores, acostumados a lidar com eventos catastróficos esporádicos”. 

No entanto, quando a conversa é com os corretores de seguros e de resseguros, é preciso estar com uma caixa de lenços para secar as lágrimas. Afinal, com a tragédia do Sul, era este o cenário mais esperado: taxas elevadas e pouca capacidade para o Brasil, mesmo com o excesso de capital disponível no mundo. Importante lembrar que em 2022 as resseguradoras amargaram grandes perdas na carteira agrícola no país e restringiram a oferta e elevaram os preços.

No balanço mundial do primeiro semestre deste ano divulgado hoje, há menção a isso. Os preços para cobertura de resseguros aumentaram consideravelmente em alguns mercados, incluindo a América Latina e a Austrália. É uma reação comum quando há uma tragédia, mas eles esperam que a concorrência ajude a “soltar o freio de mão das resseguradoras para a cobertura de alagamento”.

Apesar de os corretores ganharem mais quando há aumento de preços, uma vez que a comissão equivale a um percentual do todo, esta volatilidade assusta clientes e reduz as coberturas numa tentativa de baixar o custo do seguro. E esta combinação é perigosa, pois coloca em risco o trabalho do corretor no caso de acontecer um sinistro e o valor não ser suficiente para cobrir as perdas. No Sul, por exemplo, há uma enxurrada de advogados buscando dados para processar o corretor pelas perdas não cobertas dos clientes.

“Tem cliente com agravamento de taxas que chega a triplicar o valor pago no ano anterior”, disse um comercial que pediu anonimato. “As condições de renovação estão difíceis. Temos de acessar diversos mercados para conseguir capacidade e um valor razoável. Afinal as perdas aconteceram no Sul e não podem influenciar todas as regiões com cenário estável de riscos há décadas”, comentou outro corretor. 

O que de certo temos para o tradicional evento de ressegurares na luxuosa cidade de Mônaco é que o ambiente de mercado continua promissor para as resseguradoras no Brasil, mas enfrenta incertezas causadas pela inflação, taxas de juros, pelos potenciais impactos dos riscos geopolíticos, pela desglobalização e por riscos dinâmicos, como as alterações climáticas, inteligência artificial e a cibersegurança. 

Os impactos da inflação e das taxas de juros também preocupam o setor em todo o mundo, mas no Brasil este é um fator de comemoração. “Sim, o ganho financeiro tem nos ajudado no Brasil”, reconhece Matthias Marwege. No geral, a receita de investimentos contribuiu significativamente para a lucratividade do setor de resseguros do Brasil e levou a resultados positivos para 2023. O repasse de prêmios das seguradoras para as resseguradoras alcançou R$ 25,2 bilhões em 2023, um aumento de 8,9% em relação ao ano anterior.

Segundo recente análise divulgada pela AM Best, que coloca o mercado de resseguros em avaliação negativa, as resseguradoras brasileiras registraram resultados finais positivos em 2023, mas isso se deveu principalmente à receita de investimentos. Para que a perspectiva seja revisada para estável, a volatilidade dos resultados técnicos e financeiros do setor precisaria diminuir, juntamente com uma receita técnica positiva.

Austral emite 4 mil apólices no primeiro semestre

Após a implementação da Iniciativa Plug-in, tecnologia que permite a contratação digital do Seguro Garantia Judicial para tickets pequenos e médios, a Austral Seguradora registrou 4.012 emissões no primeiro semestre de 2024. As modalidades mais procuradas são de Depósito Recursal e Judicial Trabalhista, seguidos dos ramos Judicial Tributário e Cível. 

O resultado em seis meses chega próximo à transação digital efetuada em todo o ano passado, quando foram negociadas 5 mil apólices. O número de corretoras conectadas à plataforma também aumentou, ampliando a penetração da Austral Seguradora no mercado de Garantial. Por meio do Portal Austral de API (Application Programming Interface), focado em automação e otimização de processos, os corretores conseguem mais eficiência na operação, permitindo desde a cotação do seguro até a emissão da apólice em tempo real. 

Referência em grandes riscos corporativos, a Companhia fechou 2023 com crescimento de 30%, no comparativo com 2022, com número recorde em prêmios de Garantia, totalizando aproximadamente R$ 240 milhões. A seguradora passou a ocupar a 4ª posição no ranking de 35 empresas.

“Atualmente cerca de 40% do volume de documentos emitidos já é conduzido através de nossas plataformas digitais, demonstrando um ganho de eficiência operacional significativo. Já para 2024, a estimativa de crescimento é de 100% no volume de documentos emitidos via plataforma, no comparativo ano a ano”, comenta Roberto Teixeira, gerente Comercial de Garantia. 

A Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg) estima que o segmento de Garantia vai crescer mais do que o mercado como um todo em 2024, assim como aconteceu no último ano. Esse incremento pode estar atrelado aos investimentos em infraestrutura, descomissionamento de plataformas de petróleo, segundo Roberto.

“As novas legislações, como a nova Lei das Licitações, e a retomada de julgamentos que estavam represados no CARF, além do Marco Legal das Garantias, também contribuíram para este cenário otimista. Até 2026, existe uma estimativa de R$ 1,4 trilhão de investimentos em infraestrutura, por meio de nove eixos que passam por setores como energia e transporte. Isso pode impactar o mercado com um crescimento de 25% ao ano, de acordo com os nossos estudos”, finaliza ele.

Munich Re divulga lucro de € 3,7 bilhões no primeiro semestre de 2024

Joachim Wenning munich re

A Munich Re gerou um resultado líquido de € 1,6 bilhão no segundo trimestre de 2024 e € 3,7 bilhões nos primeiros seis meses do ano. A receita de seguros de contratos de seguro emitidos aumentou no segundo trimestre para € 14,9 bilhões; o valor do primeiro semestre subiu para € 30 bilhões. Este desenvolvimento no segundo trimestre deve-se principalmente ao crescimento orgânico em ambos os segmentos de resseguros.

O resultado técnico total no segundo trimestre foi de € 2,5 bilhões. Devido principalmente às perdas cambiais contra o iene japonês e o peso mexicano, o resultado cambial caiu para € 70 milhões. O resultado operacional foi de € 2,2 bilhões e a taxa de imposto efetiva foi de 24,9% (24,6%).

O desenvolvimento dos preços foi, em geral, estável nos mercados setoriais, com diferentes tendências dependendo da experiência de sinistros, das expectativas de perdas futuras e da situação em cada mercado individual. Os preços para cobertura de resseguros aumentaram consideravelmente em alguns mercados, incluindo a América Latina e a Austrália. Esses aumentos de preços foram suficientes, de forma geral, para compensar as expectativas elevadas de perdas devido à inflação ou outras tendências emergentes, informa o grupo em comunicado sobre o balanço financeira divulgado nesta quinta-feira.

“O resultado demonstra nossa força operacional em resseguros e seguros primários, ambos os quais entregaram lucros acima do esperado. As renovações de julho, somadas ao ganho financeiro elevado dos reinvestimentos, contribuem para uma perspectiva otimista para o restante de 2024. Embora nossa meta de lucro para 2024 permaneça inalterada em € 5 bilhões, nosso impressionante resultado do primeiro semestre aumenta a probabilidade de que possamos atingir ou até superar nossa orientação para o ano completo”, comentou Joachim Wenning, presidente do Conselho de Administração do grupo alemão.

A Munich Re também prevê oportunidades de negócios no segundo semestre de 2024, apesar da incerteza perene em relação às taxas de câmbio, aos desenvolvimentos no mercado de capitais e à ocorrência de grandes sinistros. As metas para 2024, portanto, permanecem as mesmas conforme comunicadas no Relatório Anual do Grupo Munich Re 2023 e na declaração trimestral do 1º trimestre de 2024. Em outras palavras, a Munich Re ainda está visando um resultado líquido de € 5 bilhões para o exercício financeiro de 2024. O resultado do primeiro semestre aumenta a probabilidade de alcançar ou até superar a meta para o ano completo.

Allianz obtém lucro de € 5,2 bilhões no primeiro semestre de 2024

Oliver Bäte Swiss Re
Oliver Baete, chief executive officer of Allianz SE

A Allianz registrou um lucro operacional de €3,9 bilhões no segundo trimestre de 2024, com todos os segmentos da empresa contribuindo para esse resultado. O lucro líquido foi de €2,6 bilhões para o trimestre, em comparação com €2,5 bilhões do ano passado, impulsionado principalmente pelo crescimento do lucro operacional e por um resultado não operacional mais elevado.

O lucro líquido do primeiro semestre de 2024 foi de € 5,2 bilhões, um aumento de 13,9% em relação aos € 4,6 bilhões no primeiro semestre de 2023, enquanto o volume total de negócios aumentou 6,4%, para € 91 bilhões, com todos os segmentos de negócios contribuindo para esse crescimento. No segmento de Property & Casualty (P&C), o volume total de negócios aumentou 7,3%, alcançando € 44,8 bilhões no primeiro semestre de 2024, enquanto o lucro operacional do segmento subiu 3,3%, para € 4 bilhões.

O volume total de negócios aumentou 7,6% no segundo trimestre de 2024, para € 42,6 bilhões. Além disso, a Allianz relatou que sua taxa de capitalização de Solvência II era de 206% no final do segundo trimestre de 2024, em comparação com 203% no final do primeiro trimestre de 2024.

No segmento de P&C, o volume total de negócios aumentou 9,4%, para €19,3 bilhões, enquanto o segmento também gerou um lucro operacional de €1,9 bilhões, que a empresa descreveu como um “desempenho resiliente diante de perdas elevadas por catástrofes naturais e condições climáticas”.

“A Allianz apresentou resultados fortes nos primeiros seis meses do ano e estamos confiantes em nossa capacidade de alcançar nossas metas anuais. Nosso desempenho demonstra as forças centrais e a resiliência da nossa empresa, especialmente considerando que nossos resultados foram alcançados em meio a uma atividade significativa de catástrofes naturais no segundo trimestre – e notadamente em nosso mercado doméstico. A maneira como a Allianz respondeu aos nossos clientes afetados pelas enchentes na Alemanha refletiu a melhor combinação possível de compaixão, agilidade e expertise. Equipes, apoiadas por ferramentas digitais de processamento de sinistros, visitaram quase todas as propriedades afetadas dentro de duas semanas após o evento, o que tranquilizou nossos clientes e limitou os danos”, comentou Oliver Bäte, CEO da Allianz SE, em comunicado.

Alunos do projeto Programadores Cariocas visitam CNseg

cnseg

Fonte: CNseg

Nesta quarta-feira (07), a Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg) promoveu a formatura dos estudantes do projeto Programadores Cariocas do Mercado Segurador, que proporcionou a formação de jovens para o mercado de seguros, com o objetivo de inovar e capacitar as futuras gerações, e realizado em parceria com o Senac Rio. Participaram do evento os formandos e representantes da CNseg e das seguradoras que contrataram 10 dos 50 estudantes participantes.

Para o presidente da CNseg, Dyogo Oliveira, a iniciativa é muito importante pois cria um círculo virtuoso, dando oportunidade e trazendo para o mercado de trabalho esses jovens. “Desejo que muitas outras instituições e empresas se espelhem no projeto e desenvolvam seus próprios programas, com começo, meio e fim, dando esse pontapé inicial que as vezes não se consegue sozinho” afirmou Dyogo.

Como afirma o presidente da Federação Nacional de Capitalização (FenaCap), Denis Morais, o mercado segurador tem não só o objetivo, mas o dever de participar desse processo, que traz ao mercado a oportunidade para esses jovens. “Projetos como este mostram como é possível realizar iniciativas inovadoras, com objetivos claros, como oferecer a oportunidade do primeiro emprego ao jovem”, destaou.

A turma de programadores teve 80% de aproveitamento, com 40 estudantes formados pelo Senac. Dentre eles, os melhores alunos já foram contratados pelas empresas parceiras, e há previsão de abertura de mais cinco vagas. A oportunidade de ingressar no mercado de trabalho foi um divisor de águas para muitos jovens, especialmente os de baixa renda, como o estudante do Complexo da Maré, Gabriel Silva, de 21 anos. “Eu nunca tive nenhum contato com programação, então basicamente mudou a minha vida, porque eu sempre gostei muito de tecnologia. Quando tive a chance de entrar nesta segunda edição do Programadores Cariocas no mercado segurador, fiquei muito empolgado.”

A CNseg continua comprometida em apoiar iniciativas que promovam a educação e a capacitação de jovens, fortalecendo o mercado segurador e contribuindo para o desenvolvimento social e econômico do país. Este projeto demonstra o potencial transformador de parcerias entre instituições de ensino e o setor privado, criando oportunidades e abrindo portas para um futuro promissor.

Simple2u lança seguro para bicicletas 

leonardo lourenco mag seguros simple2u

A Simple2u, seguradora digital especializada em soluções sob demanda e integrante do Grupo MAG, anuncia o lançamento de seu Seguro Bike. Uma solução completa, livre de burocracias e carências, 100% personalizada e digital para bicicletas, o produto está disponível para ciclistas de todo o Brasil. 

Com a crescente preocupação da população em relação a um futuro sustentável, muitas pessoas estão optando pela bicicleta como meio de transporte para reduzir emissões de carbono. Um estudo da revista Communications Earth and Environment, aponta que, se cada brasileiro pedalar 2,6 quilômetros por dia, as emissões poderiam ser reduzidas em 686 milhões de toneladas por ano. A demanda por bicicletas também reflete esse movimento, segundo a Abraciclo, a produção de bicicletas no país cresceu em 6% em 2023, atingindo cerca de meio milhão de unidades. Com o aumento do uso de bicicletas no país, a necessidade de soluções de proteção eficiente também cresceu.

O grande diferencial do Seguro Bike da Simple2u é a personalização e autonomia que o serviço oferece aos ciclistas. Com três tipos de planos, sendo eles: Essencial, Mais e Completo. Os clientes podem escolher as coberturas e assistências de acordo com suas necessidades específicas. As coberturas vão desde roubo e furto qualificado, até proteção contra acidentes pessoais, assistência para a bicicleta, transporte e cobertura internacional.

Após a contratação do plano, o Seguro Bike é ativado no dia seguinte. A startup se destaca por seu modelo inovador de contratação por créditos, permitindo que os ciclistas comprem proteção apenas para os dias que realmente necessitam. Caso os créditos não sejam utilizados, eles retornam como cashback, garantindo economia e flexibilidade.

“Estamos empolgados em lançar um seguro completo que não apenas protege nossos clientes e suas bicicletas, mas promove um estilo de vida mais saudável e sustentável, a estimativa é que o Seguro Bike tenha uma curva de crescimento de 150% da carteira no próximo trimestre.” afirma Leonardo Lourenço, diretor da Simple2u. “Com o Seguro Bike, os ciclistas podem desfrutar de sua paixão com a tranquilidade de estarem protegidos contra os imprevistos do dia a dia”, completa o executivo.

Icatu Seguros lança assistente com AI generativa para revolucionar o dia a dia dos corretores

Icatu seguros Vilardi, vp comercial

A Icatu Seguros anuncia o lançamento da A.V.I. (Assistente Virtual da Icatu) projetada para facilitar a gestão de carteira e o apoio às vendas dos corretores no segmento de Vida Individual. Mais uma funcionalidade e inovação da Casa do Corretor, portal da companhia dedicado aos profissionais, a tecnologia foi desenvolvida por meio de avançados modelos de automação e Inteligência Artificial (IA) generativa para entregar uma experiência ágil, inédita e personalizada aos corretores na palma da mão, via WhatsApp.

Vai funcionar assim: a assistente recebe a ordem e dados que o corretor passar. Acessa dados do Portal do Corretor, onde estão as informações dos produtos e dos corretores. O texto não é frio e antipático. É personalizado e tem um toque humano, carregado de educação financeira para mostrar a importância do seguro de vida no orçamento familiar. Se o corretor aprovar o texto, dá um comando, por voz ou texto, e a A.V.I. envia a proposta para o WhatsApp do cliente. 

É realmente uma revolução para o corretor de seguros, uma vez que o tempo hoje é um dos ativos mais valiosos do ser humano. Há 10 anos, o corretor de seguros sequer vendia seguro de vida, segmento dominado por bancos tanto na venda de planos coletivos como individuais. Ai foi a vez de canais alternativos. Empresas como um grande canal de clientes, como redes de varejo (de supermercados a comércio virtual), imobiliárias, telecomunicações, concessionárias, fintechs, entre outros disputarem com o bancassurance os clientes com produtos modulares, simples e preços acessíveis.

Com a pandemia, o segmento vida passou por uma revolução que teve a tecnologia e a conscientização sobre a importância do seguro de vida como um instrumento importante dentro do planejamento financeiro familiar. Como resultado, o corretor passou a demandar produtos e tecnologia para explorar infinitas possibilidades dentro da carteira de clientes de seguro de carro, empresarial, saúde entre outros. Esta demanda fez a Icatu Seguros, que é a principal seguradora não ligada a banco, a desenvolver diversos projetos que culminaram no lançamento da assistente. 

“A A.V.I. é a primeira e única assistente IA para corretores do mercado segurador que permite a gestão da carteira de seus clientes na palma da mão. Ela nasce para trazer mais agilidade e produtividade, o que tende a permitir a escalabilidade dos seus negócios. Na prática, é o pioneirismo e eficiência da Icatu colocado à disposição desses grandes parceiros nessa jornada de proteção financeira da sociedade”, destaca Luciano Soares, CEO da Icatu Seguros.

Alexandre Vilardi, vice-presidente corporativo da Icatu Seguros, conta que assistente está programada para se adaptar a diferentes perfis de clientes, baseando-se em fatores como histórico, risco e cobertura. “Um corretor, agora, pode enviar dados básicos como sexo biológico, idade e valor de cobertura desejada e, em cerca de 40 segundos, receber uma cotação – uma otimização impressionante de 85% do tempo tradicional, que era de aproximadamente 5 minutos”, cita. 

A A.V.I. oferece uma série de funcionalidades que facilitam a vida do corretor. Com alguns cliques, é possível fazer a cotação, verificar informações sobre inadimplência na carteira de Seguro de Vida, conferir o valor de comissões das diversas linhas de negócios (Vida, Previdência ou Capitalização) e sanar dúvidas sobre produtos e soluções da Icatu, sempre adequando-se ao perfil de cada cliente.

A grande inovação da A.V.I. reside na combinação de tecnologias avançadas de automação, APIs proprietárias da Icatu e algoritmos de IA integrados ao WhatsApp Business. Isso permite que a assistente ofereça respostas automáticas e personalizadas a perguntas diversas, feitas por escrito, comando de voz ou envio de imagens e arquivos. Essa tecnologia, que compreende voz e imagens instantaneamente, proporciona agilidade, precisão e satisfação no atendimento ao cliente.

Para Vilardi, a IA é uma aliada fundamental: “A Icatu vê a tecnologia e a Inteligência Artificial, principalmente, como um suporte e ferramenta para as pessoas. Será essencial para alavancar o trabalho de venda consultiva que é intenso e complexo. No fim do dia, o que queremos é que a jornada do corretor seja mais fluida e que ele tenha tempo para se dedicar ao que é mais importante: ouvir seus clientes. A A.V.I. nasce de um compromisso da Icatu com a inovação e a melhoria contínua dos nossos processos.”

Inicialmente, a A.V.I. atuará no segmento de seguro de vida, mas a previsão é que, em médio prazo, ela abranja todas as linhas de negócio da companhia, focando na proteção financeira completa. No futuro, a ferramenta deve ainda incluir a capacidade de prever a predisposição dos clientes a comprar outros produtos, oferecendo insights valiosos para vendas mais eficazes, graças a modelos de IA preditivos.

A palavra de ordem é mobilidade e agilidade na palma da mão com o uso de tecnologia para tornar o dia a dia do corretor de seguros mais dinâmico, o que soa como mantra na vida dos empreendedores. “Queremos contribuir para otimizar o tempo do corretor de seguros e ele tenha mais tempo livre para investir em atividades mais estratégicas. Com a A.V.I., ele pode sair de uma reunião e pedir para a assistente, por voz ou foto de um anotações, que a assistente virtual elabore uma proposta de seguro de vida individual”, afirma Eduardo Vieira dos Santos, superintendente de Soluções Digitais da Icatu Seguros. 

Para Santos, a A.V.I. não é apenas uma assistente virtual; é o símbolo do compromisso da Icatu com a inovação e a excelência no atendimento, tornando a jornada dos corretores mais eficiente e produtiva, enquanto prepara o terreno para um futuro onde a tecnologia e o toque humano caminham lado a lado. “Esse lançamento chega na esteira de diversas outras inovações que temos trazido para a nossa base de corretores nos últimos anos. Esse novo movimento estratégico é resultado do reconhecimento, da valorização e do apoio que nos comprometemos a ter diariamente com estes profissionais.”

O grupo Icatu bateu recorde de R$ 4,2 bilhões em prêmios retidos em 2023, um crescimento de 21% em relação a 2022, destacando-se os produtos de Vida Individual, que cresceram 90%. O balanço do primeiro semestre deste ano está previsto para ser divulgado em breve. A expectativa com este lançamento é dar um importante salto nas vendas entre os 10 mil corretores de seguros ativos. “Não temos números, uma vez que este modelo de negócio começa agora. O que sabemos é que a oferta de seguro pelos corretores vai aumentar muito e com isso a chance de novos negócios é relevante”, finaliza Vilardi.

Seguro garante mais tranquilidade e proteção para atletas

Fonte: Generali
 

Em meio ao espírito olímpico e à busca por saúde e conquistas de medalhas, o Brasil tem visto um crescimento significativo no número de praticantes de esportes. Durante a preparação para grandes eventos, a possibilidade de lesões e imprevistos pode aumentar, no entanto.

Por isso, a proteção é um produto crucial para atletas que desejam competir com tranquilidade. Somente o karatê e o kickboxing atraem, de acordo com a Confederação Brasileira de Karatê e a Confederação Brasileira de KickBoxing, em torno de 1,2 milhão de praticantes em todo o país.

Pensando nisso, a Generali Brasil, em parceira com o consultor esportivo e ex-atleta Alfredo Apicella, oferece, desde 2023, o Esporte Seguro, um produto feito sob medida para Confederações e Federações Esportivas para garantir a tranquilidade dos atletas durante competições nacionais e internacionais, bem como nos treinamentos. O seguro é essencial para esse público, isso porque a prática esportiva envolve riscos e imprevistos que podem afetar diretamente a carreira dos atletas. 

O produto é oferecido por meio de três planos (bronze, prata e ouro), com coberturas para hospitalização, invalidez e morte decorrentes de acidentes ocorridos durante competições ou treinamentos. O custo anual varia de R$ 34 a R$ 320, dependendo do plano escolhido. Por menos de R$1 por dia, Confederações e Federações Esportivas podem oferecer o plano mais completo aos seus atletas.

De acordo com Cláudia Lopes, Diretora Comercial e Marketing da Generali Brasil, as coberturas específicas para atividades esportivas oferecem segurança financeira e proteção, permitindo que os atletas se concentrem exclusivamente na competição. “Há várias razões pelas quais um atleta deve considerar adquirir um seguro contra acidentes. Por exemplo, se um atleta se machucar durante uma competição, o seguro garante um valor para cobrir parte das despesas com hospitalização. Além disso, em alguns eventos esportivos, é necessário apresentar um comprovante de seguro contra acidentes para participar”, explica a executiva.

Alfredo Apicella, consultor exclusivo do Esporte Seguro em parceria com a Generali, explica que “a iniciativa é válida para diversas modalidades, podendo ser adaptada para outros esportes. Para acessar as coberturas do produto, o atleta deve ser membro de uma confederação que já tenha um contrato estabelecido com a Generali.”