Porto Seguro inclui cobertura para pet no seguro residencial

Fonte: Porto

A Porto Seguro amplia as ofertas para clientes de seguros residenciais com a inclusão da cobertura de auxílio funeral pet. A novidade está disponível para os produtos Residencial Habitual, Veraneio e Premium, oferecendo uma solução completa para garantir o conforto dos animais de estimação e da família, mesmo nos momentos mais difíceis.

A partir de agora, clientes dos seguros residenciais da Porto Seguro que aderirem à nova cobertura poderão contar com o reembolso de despesas durante esse momento delicado com todo o cuidado oferecido pela Porto. A cobertura está disponível com opções de R$ 1.500 ou R$ 2.500, dependendo do produto contratado. Confira outros benefícios da nova cobertura:

  • Reembolso de despesas: Inclui custos com remoção, cremação ou sepultamento do pet, além de despesas com velório ou cerimônia e itens relacionados.
  • Amparo para pets até 7 anos: Animais com até 7 anos de idade no ato da contratação do seguro são elegíveis. Porém, caso o pet atinja essa idade durante a vigência do seguro, a cobertura continua garantida.
  • Documentação simples: Para acionar o seguro, são necessários documentos como a carteira de vacinação do pet e nota fiscal detalhada dos serviços prestados.

“A inclusão do auxílio funeral pet no Seguro Residencial demonstra nosso compromisso com o cuidado integral das famílias, incluindo seus companheiros de quatro patas, que, de acordo com o estudo da ABINPET(Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação) de 2022, já são mais de 160 milhões de pets no país,” afirma Marcel Tornero, Superintendente de negócios Ramos Elementares da Porto Seguro. “Nosso objetivo é proporcionar tranquilidade aos nossos clientes, não apenas protegendo seus bens materiais, mas também no cuidado de toda a família, incluindo os pets”.

Talanx visita Grupo HDI para reforçar operações e alinhar estratégias no Brasil

Fonte: HDI

Entre os dias 19 e 21 de agosto, o Grupo HDI recebeu em seus escritórios em São Paulo a visita dos executivos da HDI International – divisão do Grupo Talanx, um dos principais conglomerados seguradores multinacionais, com sede na Europa, e dona das operações da companhia. O encontro contou com a presença de Wilm Langenbach, Nicolas Masjuan e Maximiliano Casas – CEO, Head e Gerente de Desenvolvimento de Negócios da América Latina da HDI International, respectivamente –, que foram acompanhados pelo CEO da organização no Brasil, Eduardo Dal Ri.

Tendo a América Latina como alvo estratégico, a Talanx recentemente investiu mais de US$ 1 bilhão em aquisições no Brasil, visto que o país desempenha um papel de grande destaque nesse cenário, por se tratar da maior operação da companhia fora da Alemanha. Durante a visita, os profissionais discutiram estratégias de crescimento e aprimoramento das operações, incluindo a internalização da assistência aos segurados do Grupo HDI na Fácil Assist, empresa do grupo que oferece assistência 24h.

Além das reuniões nos escritórios da seguradora, Wilm, Nicolas e Maximiliano visitaram as instalações da Fácil Assist, onde foram recebidos por Eduardo Dal Ri e Luciane Merli, COO da empresa. Na ocasião, os executivos conheceram a estrutura da operação, que agora também passará a prestar assistência e atendimento aos clientes da HDI Seguros e Santander Auto. Anteriormente, a Fácil Assist já atendia os segurados da Yelum Seguradora – marca que veio para substituir a Liberty Seguros – e Aliro Seguro.

A internalização da assistência aos segurados da HDI na Fácil Assist é parte de uma estratégia que visa melhorar a experiência de clientes e corretores. Para apoiar essa expansão, a empresa ampliou sua rede de prestadores, garantindo a capacidade operacional necessária para atender à nova demanda. 

“Esse movimento de integração com a Fácil Assist é fundamental para assegurarmos um serviço de alta qualidade e com a agilidade que nossos clientes e parceiros esperam. Além disso, a visita dos executivos da HDI International reforça ainda mais nosso compromisso em continuar inovando e oferecendo serviços de excelência no Brasil, alinhados às melhores práticas internacionais. Estamos confiantes de que essa parceria fortalecerá ainda mais nossa presença no mercado brasileiro”, destacou Luciane Merli, COO da Fácil Assist.

KPMG aponta desafios do setor de seguros na avaliação do impacto das emissões de carbono

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Uma publicação da KPMG aponta os desafios do setor de seguros no cálculo e avaliação das emissões de carbono atreladas às atividades de subscrição e investimento, além do desenvolvimento de estratégias e execução de planos de transição de descarbonização. O relatório indica, ainda, a importância de a indústria seguradora abordar fatores ambientais, sociais e de governança (ESG), especialmente no que se refere às mudanças climáticas.

Em vez de transferir a culpa para setores de alta emissão, as seguradoras reconhecem que também têm um papel a desempenhar. Ao subscrever negócios intensivos em carbono, as seguradoras estão apoiando práticas empresariais insustentáveis. Com prêmios agregados globais em seguros de vida e não vida próximos a US$ 8 trilhões (ou 6,8% do produto econômico global), e com mais de US$ 36 trilhões em ativos globais sob gestão, a indústria de seguros e sua cadeia de suprimentos precisam alcançar as metas de neutralidade de carbono, acompanhando seu próprio progresso em emissões e investindo em setores e tecnologias menos intensivos em carbono.

O documento mostrou que a avaliação dessas emissões pelo setor é impulsionada por vários fatores externos, incluindo o aumento da regulamentação. Além disso, litígios crescentes, verificações independentes e alianças globais de redução de carbono estão moldando a necessidade de as seguradoras medirem e reduzirem as emissões.

Os principais desafios enfrentados pelo setor de seguros, segundo a publicação, são coleta de dados e estabelecimento de uma padronização para o cálculo das emissões de carbono. De acordo com o estudo, há dificuldade em obter dados precisos de fornecedores, clientes e outras partes envolvidas, além do acompanhamento do progresso. A adoção de um padrão é fundamental para apoiar a tomada de decisões estratégicas, financeiras e operacionais e para a mitigação dos riscos. Definição de planos de transição para uma economia de baixo carbono, com um plano bem-sucedido deve complementar a estratégia de negócios e de sustentabilidade da empresa.

“Embora a tarefa possa parecer complicada em função desses fatores, um padrão globalmente reconhecido para a contabilidade e relato de gases de efeito estufa foi lançado em 2022. Também existem plataformas de tecnologia em expansão que facilitam este trabalho. Ao garantirem a qualidade dos dados a respeito das suas emissões, os líderes terão uma visão mais nítida a respeito do próprio progresso em direção à jornada de descarbonização”, analisa a sócia de ESG para serviços financeiros da KPMG no Brasil, Maria Eugênia Buosi.

O setor de investimentos está formando suas próprias colaborações e redes para alcançar suas metas de monitoramento e redução de emissões. A Net Zero Asset Owners Alliance (NZAOA) é um bom exemplo de uma associação que destacou metas para a transição de seus portfólios de investimentos para emissões líquidas zero até 2050, com metas intermediárias de redução de CO2 entre 22% e 32% até 2025 e entre 40% e 60% até 2030, com metodologias e ferramentas disponíveis. Em 2021, oito companhias de seguros anunciaram um novo compromisso com uma economia de emissões líquidas zero e lançaram a NZIA. A aliança visa alcançar emissões líquidas zero de gases de efeito estufa até 2050, mas os compromissos dependem de ações dos governos para implementar novas políticas que apoiem a transição, o que tem demorado a se concretizar.

O relatório salienta, ainda, que eventos climáticos extremos estão se tornando cada vez mais frequentes e as perdas seguradas resultantes de desastres naturais estão aumentando. O documento explica que isso representa pagamentos de indenizações relevantes, que podem ameaçar a solvência de muitas empresas, o que está levando as seguradoras a reavaliarem as abordagens para a subscrição de riscos. 

“No entanto, criar exceções para esses eventos em políticas de seguro ou interromper completamente a subscrição é apenas tratar os sintomas das mudanças climáticas. Abordar o aumento das emissões de carbono na atmosfera pode efetivamente prevenir desastres climáticos, reduzir os danos às propriedades e proteger as seguradoras”, complementa o sócio-diretor líder de descarbonização da KPMG no Brasil, Felipe Salgado.

CNseg prestigia evento em comemoração aos 100 anos do Sindseg SC 

O presidente da CNseg, Dyogo Oliveira, foi o convidado de honra do almoço promovido pelo Sindicato das Empresas de Seguros de Santa Catarina (SindsegSC), nesta terça-feira (20), para comemorar o centenário da entidade catarinense.

Para uma plateia de mais de 150 executivos do setor de seguros, autoridades e jornalistas, Dyogo fez um balanço do setor em 2024 e apresentou dados sobre o impacto das mudanças climáticas no mercado de seguros, com destaque para as chuvas no Rio Grande do Sul. 

Dyogo destacou a importância do evento pela grandeza da data, já que não é todo dia que uma instituição consegue chegar ao centenário. “Esse encontro de hoje tem vários significados importantes, mas especialmente celebrar os 100 anos de uma instituição criada para desenvolver o mercado de seguros, e que congregar as pessoas que fazem parte do mercado e que trabalham para fazer o seguro chegar à população”, disse.

Dyogo ressaltou ainda a representatividade do setor segurador em Santa Catarina, estado no que os seguros respondem por 3,5% do PIB, o sexto maior do país em termos de consumo de seguros, diante das mudanças climáticas que o país vem enfrentando. “As chuvas no Rio Grande do Sul talvez tenham sido o fenômeno mais impactante, mas não foi o único, já que tivemos no passado recente episódios aqui mesmo em Santa Cataria e em outros estados. Eventos como esse são importantes para que a gente possa destacar para a sociedade como o setor de seguros tem um papel de destaque para ampliar a resiliência do país”, afirmou. 

Para João Amato, presidente do SindsegSC e anfitrião do evento, celebrar os 100 anos de uma entidade é reconhecer o legado de quem, há um século, teve a iniciativa de unir profissionais em prol de uma categoria. “Este encontro nos trouxe tanto a oportunidade de dar início às celebrações dos 100 anos quanto de olharmos para frente e pensar em como serão os próximos 100. Como podemos continuar a inovar, adaptar e liderar? Como podemos inspirar a próxima geração de líderes do setor de seguros? Essas perguntas precisam estar no nosso dia a dia, para focarmos na permanência incansável das nossas atividades para a sociedade catarinense”, conclui Amato.

RH Moderno’ e os desafios que vão além da conformidade trabalhista

Claudia Machado Howden Corretora

por Claudia Machado, vice-presidente de Benefícios na Howden Brasil

O bem-estar dos colaboradores é um tema recorrente nas organizações, liderado quase sempre pelas equipes ligadas a Recursos Humanos. Trata-se de uma temática que ficou mais contundente quando aprendemos a ser produtivos mesmo na distância física de nossos times, por exemplo. Nos últimos anos, passamos a lidar com a força do ‘RH Moderno’ dentro das companhias, uma área que, mais do que contar com um time estratégico, enxerga os desafios para além das questões trabalhistas. 

Ou seja: envolve o bem-estar dos funcionários e a gestão de novos comportamentos, principalmente das gerações mais jovens e suas interações com aqueles que são “jovens há mais tempo”. Esses fatores influenciam diretamente a taxa de turnover, que, quando alta, impacta negativamente a qualidade do serviço e a satisfação dos clientes.

Embora a legislação trabalhista e os procedimentos burocráticos possam parecer distantes dos problemas individuais dos funcionários, a gestão ineficiente dessas questões pode gerar consequências importantes, e não apenas no âmbito legal. Uma equipe de Recursos Humanos forte e experiente sabe que um afeta o outro. Por este motivo, os programas dentro desta área incluem políticas e procedimentos abrangendo as áreas de “Documentação e conformidade”, “Recrutamento e seleção”, “Aprendizagem e desenvolvimento”, “Gestão de desempenho e remuneração” e “Benefícios”.

Ter essa base de boas práticas não é apenas recomendável – é essencial. A falta de uma dessas políticas pode resultar em um RH inadequado, deixando funcionários e gestão desamparados e confusos. Por exemplo, é imprescindível que as empresas entendam quais são as reais insatisfações do time e identifiquem os pontos que são inegociáveis para eles. Afinal, quando as companhias entendem o que é importante para os profissionais, naturalmente entram em um processo de engajamento da equipe e, consequentemente, uma experiência do colaborador que vai favorecer a performance.

Mais do que nunca, os profissionais estão olhando para empresas que oferecem remuneração adequada e equânime, bem como um pacote de benefícios atrativo. Além disso, a cultura organizacional e uma jornada de trabalho justa são fatores que contribuem para a clareza de seus objetivos dentro das organizações.  

Um estudo recente realizado pela operadora Alice, feito em colaboração com entidades como Beneficência Portuguesa de São Paulo e o Fleury, revelou que 80% dos profissionais afirmaram que a flexibilidade dos benefícios oferecidos pelas companhias impacta diretamente em seu bem-estar e produtividade. Isso reforça que o papel da liderança na construção de uma cultura organizacional saudável é crucial para o sucesso de qualquer empresa. Criar e manter um ambiente positivo exige mais do que palavras e metas distantes.

De modo geral, oferecer pacotes de benefícios competitivos, como seguros de saúde, planos de aposentadoria, entre outros, ajuda a criar um ambiente de trabalho onde os colaboradores se sentem valorizados e apoiados, além de aumentar a satisfação no trabalho e melhorar a produtividade do time – o que, consequentemente, auxilia na redução da rotatividade da equipe. Reforço, ainda, que uma estratégia de benefícios estruturada ajuda a alinhar as necessidades dos funcionários com os objetivos da organização, além de promover uma cultura corporativa saudável e sustentável.

A McKinsey & Company também trabalhou este tema em sua pesquisa com mais de 800 empresas em 13 países, que identificou que as companhias com culturas fortes apresentaram desempenho 70% superior em comparação com aquelas com culturas fracas. Sendo assim, sem uma estrutura robusta de RH focada no engajamento dos profissionais, as companhias correm o risco de lidarem com a alta rotatividade dos funcionários, o que pode impactar o sucesso e a lucratividade da organização. De nada adianta uma boa infraestrutura sem um atendimento adequado e que corresponda às expectativas dos clientes e trabalhadores.

A área de Recursos Humanos é um dos pilares centrais para gerar melhoria contínua do engajamento, produtividade e desenvolvimento dos funcionários. Trata-se de uma área que vai além de lidar com burocracias, ela é essencial para organizações que querem vencer em mercados competitivos. Afinal, não basta apenas motivar os funcionários, é preciso garantir a estabilidade e o bem-estar deles. 

Bradesco Seguros e C6 Bank lançam seguro residencial

Raquel-Cerqueira-superintendente-Bradesco-Seguros

A Bradesco Seguros, em parceria com o C6 Bank, acaba de lançar um seguro residencial exclusivo para clientes do banco digital. O produto, que pode ser contratado a partir do aplicativo do C6 Bank, prevê coberturas que mitigam danos causados à residência e fornece assistências essenciais para o dia a dia do cliente.

“Aqui na Bradesco Seguros buscamos sempre ampliar o acesso ao seguro e disseminar a cultura de proteção para a população. E a parceria com o C6 Bank traz mais uma opção financeiramente acessível e de fácil contratação para os clientes”, afirma Raquel Cerqueira, Superintendente Executiva de Ramos Elementares da Bradesco Seguros.

O cliente do banco poderá escolher entre três opções de planos, que variam de R$ 22,90 a R$ 104,90 mensais. As coberturas básicas protegem a casa dos seguintes riscos: incêndio; queda de raio e explosão; e impacto de veículos terrestres e fumaça. As três opções de plano incluem ainda coberturas para: vendaval, furacão, ciclone, tornado, granizo, neve e geada; moradia temporária; responsabilidade civil familiar; danos elétricos; e roubo.

“Além das coberturas, o seguro oferece uma série de assistências emergenciais que podem evitar desgastes e gastos extras no dia a dia”, destaca Raquel. No total, são 16 assistências disponíveis: encanador, eletricista, chaveiro, vidraceiro, desentupimento com maquinário, limpeza de caixa de gordura e esgoto, mudança e guarda-móveis, remoção inter-hospitalar, serviço de guarda de animal doméstico, serviço de restaurante e lavanderia, recuperação do veículo, regresso antecipado, locação de eletrodomésticos, fixação de antenas e coleta de itens, descarte inteligente ou doação.

“O lançamento do seguro residencial em parceria com a Bradesco Seguros é mais um passo na nossa estratégia de servir de forma ainda mais completa nossos clientes”, diz Marcelo Sayeg, head de seguros do C6 Bank. “Esse produto é fruto de um trabalho cuidadoso que uniu nossa experiência em venda digital com a construção de uma oferta que inclui ampla gama de coberturas para a residência do cliente, além de assistências que podem ser muito úteis para o dia a dia”.

Comissão aprova projeto que obriga seguradora a notificar beneficiário de apólice sobre morte de segurado

Fonte: Agência Câmara de Notícias

A Comissão de Previdência, Assistência Social, Infância, Adolescência e Família da Câmara dos Deputados aprovou projeto que obriga empresas seguradoras a notificar os beneficiários de valores previstos em contrato em 30 dias após tomarem conhecimento da morte do segurado.

O texto aprovado altera ainda o Código Civil para estabelecer que o prazo de um ano para o beneficiário solicitar os valores do seguro de vida ou de título de capitalização só começa a contar após ele ser notificado da morte do segurado.

Foi aprovado o texto do relator, deputado Allan Garcês (PP-MA), que reuniu sugestões do Projeto de Lei 2138/21, do deputado Pedro Vilela (PSDB-AL), e de outros dois projetos apensados.

O relator concordou com a ideia principal das propostas, que é notificar o beneficiário em caso de morte do segurado. “É comum que os familiares fiquem sabendo da informação de que parentes falecidos tinham direito a receber indenizações, mas, em razão do curto prazo de um ano para reivindicarem esse direito, muitos não conseguem receber a indenização das seguradoras”, disse o relator.

Sistema unificado
O novo texto prevê que um consórcio formado por seguradoras de vida e sociedades de capitalização crie o Sistema de Informações sobre Seguros de Vida e Títulos de Capitalização, para centralizar informações sobre apólices, segurados e beneficiários das indenizações contratadas. O objetivo é facilitar o acesso dos beneficiários de seguros a informações sobre seus direitos.

Por fim, a proposta exige que as seguradoras informem o contratante, no ato da aquisição do seguro ou título, sobre a importância de se manter atualizados os dados do beneficiário ou, na ausência dele, dos familiares cadastrados.

A proposta altera também o Decreto-lei 73/66.

Próximos passos
O projeto ainda será analisado, em caráter conclusivo, pelas comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, a proposta precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado.

Prudential investe R$ 5 milhões para inclusão social de jovens no Rio ao longo dos próximos três anos

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Fonte: Prudential

A seguradora Prudential do Brasil renova seu compromisso com jovens em vulnerabilidade social da cidade do Rio de Janeiro. A companhia aportou R$ 5 milhões ao longo do próximo triênio para a segunda fase do programa Jovens pro Futuro, que oferece capacitação profissional e apoio ao primeiro emprego a jovens com idades entre 15 e 29 anos. As instituições Redes da Maré, CIEDS e Centro de Promoção da Saúde (CEDAPS) são parceiras da seguradora neste programa e para o próximo ciclo, passam a fazer parte também as ONGs Crescer e Viver e Generation Brazil.

Lançado em 2021, o programa conta com o apoio da BrazilFoundation e já recebeu outros R$ 5 milhões em iniciativas de inclusão social que ajudaram cerca de 250 jovens a ingressarem no mercado de trabalho. Mais de 3,4 mil pessoas também foram beneficiadas com cursos de capacitação técnica e profissional, como gestão de projetos, desenvolvimento de sistemas web, programação e ferramentas digitais para o mercado de trabalho, entre outros.

IcatuCast discute como o mercado imobiliário pode impulsionar as vendas dos corretores

Fonte: Icatu

O mercado imobiliário ganhou novo fôlego nos últimos anos, adaptando-se às novas rotinas e prioridades da população, como lazer, segurança e economia. Essas e outras tendências foram debatidas no terceiro episódio do IcatuCast – Corretor que Inspira, videocast da Icatu Seguros dedicado aos corretores. Com o tema “Mercado Imobiliário: Tendências e oportunidades de negócios”, este episódio tem como objetivo auxiliar o corretor a adaptar suas estratégias de venda a partir das necessidades dos clientes, além de esclarecer os diferenciais das garantias locatícias.

Com a participação de Marcelo Oliveira, Diretor de Produtos de Capitalização, e Natanael Castro, Superintendente de Produtos Capitalização da Icatu, o episódio traz ainda diversas dicas para corretores, como: estratégias de venda com abordagens para locadores e locatários; e parcerias com imobiliárias e corretores de imóveis para alavancar a oferta da garantia locatícia.

“Atualmente, observamos que as gerações mais novas têm demonstrado uma vontade de sair de casa mais cedo do que as gerações anteriores. Um marco importante e que demanda um investimento. Alguns, pela impossibilidade da compra, recorrem ao aluguel, o que traz um novo desafio: a garantia exigida pelo locador. É nesse momento que o corretor de seguros desempenha um papel importante, podendo assessorar a imobiliária sobre os tipos de garantias que podem ser acopladas a um contrato de locação”, contextualizou Marcelo Oliveira.

“Os corretores de imóveis muitas vezes não têm visão de todas essas possibilidades. Com isso, se o corretor de seguros enxergar esse segmento como uma oportunidade para expandir seu negócio e carteira, ele poderá, no futuro, ter clientes potenciais para outros produtos além da capitalização, ofertando, por exemplo, seguro de vida e previdência privada”, completou Natanael Castro durante o episódio. 

A companhia, além de ofertar a Garantia de Aluguel, lançou no último ano o Dupla Garantia, solução inédita no mercado que combina título de capitalização com seguro prestamista. “O produto oferece maior proteção tanto aos locadores quanto aos locatários, cobrindo riscos sociais como perda de emprego, doenças ou falecimento”, comentou Marcelo.

O episódio faz parte da segunda temporada do IcatuCast, que conta com rodas de conversas e um novo cenário para papos descomplicados sobre temas relevantes para a jornada no mercado de seguros. 

PL de seguros: a importância da segurança jurídica e estabilidade no mercado segurador

metlife

Por José Neto, AVP Legal Officer da MetLife Brasil

Recentemente, o Senado aprovou um projeto de lei que cria novas regras para contratos de seguros privados, introduzindo uma série de alterações significativas que afetam todos os envolvidos no setor, abrangendo segurados, corretoras e seguradoras. Conhecido como PL 2.597/2024, o Marco Legal de Seguros, como é chamado por muitos, promete atualizar as normas gerais dos contratos de seguros no país. Atualmente, o projeto ainda precisa ser aprovado pela Câmara dos Deputados, devido às alterações realizadas durante a tramitação no Senado.

As novas regras propostas têm sido debatidas entre especialistas do setor sob diferentes pontos de vista. Enquanto alguns observam a iniciativa como um avanço necessário que alinha o Brasil a práticas internacionais, outros apontam possíveis desafios que demandam grande diálogo e cooperação de todos os envolvidos, uma vez que o objetivo deve continuar sendo o desenvolvimento sustentável do mercado de seguros, aumentando ainda mais sua relevância como instrumento de proteção social.

Ao considerar seguros de vida, é importante lembrar que se está lidando com apólices e produtos que muitas vezes têm vigência por décadas. Nesse contexto de longo prazo, um elemento se destaca como essencial e determinante para a relação entre as partes: a segurança jurídica. Contudo, o processo de consolidação jurisprudencial de novas leis e regulamentações pelo Judiciário é longo, passa por diversas discussões em suas diferentes instâncias e, até lá, todas as partes, inclusive os segurados, passarão por momentos de incertezas.

Talvez mais do que em outros setores, a segurança jurídica é ainda mais crucial para o setor de seguros. Isso ocorre porque, conforme estipulado pelo Código Civil e pelo Projeto de Lei, os contratos de seguro são fundamentados em “riscos predeterminados”. As seguradoras fazem a precificação de seus produtos com base nas condições e riscos estabelecidos no momento da contratação.

Quando se trata de uma relação de longuíssimo prazo e com riscos predeterminados que embasam a precificação do produto, é fácil imaginar quão danosa pode ser a falta de segurança jurídica para o desenvolvimento do mercado de seguros e, por consequência, o aumento de seu impacto como instrumento de proteção social. Por essas razões, a segurança jurídica torna-se essencial para que o mercado possa ter previsibilidade e estabilidade. Sabe-se bem o que acontece quando não se tem segurança jurídica: judicialização (que já apresenta números alarmantes).

Diante disso, é fundamental que a discussão sobre o Marco Legal de Seguros considere não apenas as características e os impactos das mudanças propostas, mas também a necessidade de garantir um ambiente regulatório mais previsível e estável.

Por esse motivo, as mudanças trazidas pelo projeto de lei devem ser interpretadas com prudência. A Superintendência de Seguros Privados (Susep) desempenhará um papel crucial na normatização dessas regras, sendo fundamental o desenvolvimento de um diálogo constante e transparente entre as partes. Isso promoverá um ambiente de negócios estável e confiável, beneficiando todos os participantes, incluindo os segurados.