“Precisamos construir um sistema em que o mercado financeiro ganhe dinheiro fazendo o que é certo”, afirmou o presidente da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), Dyogo Oliveira, durante o seminário “Finanças Hoje para o Nosso Amanhã: Reorientando finanças para a sustentabilidade ambiental”, organizado pelo Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima, em 30 de setembro, no Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro.
No painel que debateu “Como o valor dos ativos ambientais influencia as decisões dos atores financeiros”, o presidente da CNseg afirmou que o mercado financeiro ainda não acordou para a urgência da crise climática e que “o problema não é a falta de recursos, mas a falta do entendimento dos riscos”, declarou.
Apesar de reforçar o papel da regulação para o setor, Dyogo destacou a existência de entraves na regulação, especialmente no setor segurador, para que as empresas possam investir em projetos que tragam maior resiliência para o país. “As seguradoras brasileiras possuem cerca de R$ 2 trilhões em reservas, mas restrições regulatórias de investimentos dificultam a alocação em projetos capazes de apoiar o Brasil a se tornar mais resiliente para enfrentamento das crises climáticas”, pontuou destacando que os títulos verdes do Tesouro Nacional poderiam ser uma opção, mas que até agora só foram comercializados no exterior.
Além do desafio regulatório, Dyogo foi categórico ao reafirmar a necessidade de se ampliar a cobertura securitária em áreas com mais riscos ambientais. Citando como exemplo o caso das últimas enchentes no Rio Grande do Sul, informou que “as indenizações pagas pelas seguradoras giraram na ordem dos R$ 6 bilhões, mas isso corresponde a apenas cerca de 6% do total do prejuízo na região”.
A ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva, em sua fala na abertura do evento, informou, com dados do Fórum Econômico Mundial, que 50% do PIB mundial depende muito ou moderadamente da natureza e mais de 75% do que é produzido no Brasil depende diretamente das chuvas das nuvens originadas na Floresta Amazônica, que são espalhadas por todo o país por meio dos “rios voadores”. “A sustentação da vida na terra depende de uma natureza suficientemente equilibrada, mas essa inegável obviedade é um ponto cego que nos impede de perceber que precisamos urgentemente pensar e agir de forma muito diferente do que temos feito”, afirmou. E para melhor tangibilizar o problema, ela informou que, no momento, 58% do território brasileiro passa por período de seca, sendo que 1/3 desses 58% em seca extrema, com 931 focos de incêndio. “Há rios na Amazônia que tinham 14 metros de profundidade e agora estão com apenas 70 centímetros”, declarou.
Também presente no evento, o ex-ministro da Fazenda, Armínio Fraga, foi outro que se mostrou pessimista em relação a como o Brasil e o mundo têm lidado com a crise climática: “Estamos indo, de fato, para um desastre”, declarou. Ainda assim, ele reconhece as vantagens do Brasil nesse contexto, devido à sua matriz energética mais limpa, que poderia ser exportada. O mesmo potencial ele identifica no mercado de crédito de carbono, com capacidade, até mesmo, para restaurar as nossas florestas, desde que, “no desenho desse mercado, não prevaleçam ideias atrasadas e não bem-intencionadas”, afirmou. “Quem polui o planeta deve pagar mais e quem economiza carbono deve ser premiado por isso”, concluiu.
O seminário realizado no Museu do Amanhã faz parte do calendário de atividades que antecedem a 19ª Cúpula do G20 na capital fluminense, entre 18 e 19 de novembro deste ano. Composto por 19 países e as Uniões Africana e Europeia, o Grupo dos 20 (G20) é um fórum internacional estabelecido em 1999 para fortalecer a cooperação econômica entre os países membros. Em dezembro de 2023, o Brasil assumiu a presidência do G20, com um mandato que se estende até 30 de novembro de 2024 e tendo o Rio de Janeiro como a capital-sede.
Wiz Co (B3: WIZC3), corretora completa de seguros especializada em bancassurance e distribuidora de consórcios e crédito, escolheu o tema “De Volta para o Futuro – Um Evento Wizpetacular” para sua confraternização com colaboradores da empresa e players do mercado de seguros. O evento será no dia 27 de novembro de 2024, em Brasília.
A promessa do evento é de proporcionar uma experiência imersiva e nostálgica para mais de 1.000 convidados, incluindo colaboradores da Wiz Co e parceiros líderes do setor de seguros. A ocasião contará com a presença de C-levels de setores como bancos, corretoras, seguradoras e apoiadores do mercado.
Inspirado no filme “De Volta para o Futuro”, o evento proporcionará uma experiência de viagem no tempo ao destacar a modernidade e inovações tecnológicas que impulsionam o futuro da empresa. O ambiente será dividido em duas áreas temáticas: o laranja, que representa o passado e o presente, e o azul, simbolizando o futuro da Wiz Co, marcado por tecnologia e inovação.
“Vamos seguir a tradição dos eventos de fim de ano da empresa, repetindo outras edições de sucesso. Temos certeza de que entregaremos um evento memorável, que reforçará nosso compromisso com a inovação e fortalecerá nossa conexão com parceiros e colaboradores”, afirma Carolina Lopes, Superintendente de Comunicação e Marketing da Wiz Co.
Os convidados da Wiz Co estarão envolvidos em um ambiente transformador, com ativações exclusivas apoiadas pelos parceiros. As atrações incluem a réplica do DeLorean, que é a máquina do tempo no filme, cenografias futurísticas, interação com atores que interpretarão os personagens McFly e Doc Brown, oportunidades interativas para fotos, além de dois shows, tudo projetado para deixar uma marca duradoura nos participantes.
A MAG Seguros, especializada em vida e previdência, anuncia ao mercado o Acolhe BEN, um novo processo de pagamento mais acolhedor e eficiente que oferece suporte aos beneficiários dos ex-segurados da empresa, de sinistros oriundos de morte por acidente ou doença. Unindo acolhimento, inovação e transparência, a iniciativa tem o objetivo de auxiliar gratuitamente os beneficiários após a ocorrência do sinistro, com auxílio na organização da documentação para entrada no aviso de sinistro, além de oferecer atendimento psicológico e consultoria financeira.
Dentre os suportes disponibilizados pelo Acolhe BEN estão seis sessões para assistência psicológica e uma consultoria personalizada de investimentos feita pela MAG Consultoria de Investimentos para orientar os beneficiários em seus investimentos para garantir o uso assertivo dos recursos.
“Com o Acolhe BEN, estamos redefinindo a experiência do pagamento de benefícios, oferecendo um suporte abrangente que combina empatia e eficiência. Nosso compromisso é estar ao lado dos nossos beneficiários, proporcionando um atendimento que vai além do pagamento do benefício. A ideia é dar uma assistência evitando processos burocráticos e exaustivos, além de proporcionar assistência emocional e financeira, transmitindo tranquilidade e segurança em todo o processo”, comenta Marco Antonio Giorgetti, diretor de Operações da MAG Seguros.
Denominados de Agentes do BEN, a iniciativa conta com os profissionais treinados e especialmente qualificados para auxiliarem o beneficiário em todos os processos do programa de forma ágil e acolhedora.
Fabíola Santos, Agente do BEN da ação, afirma: “É necessário estabelecer uma relação de empatia com o beneficiário. Do outro lado do telefone tem um familiar que perdeu seu ente querido, e temos sempre em mente que o nosso contato pode servir de acalanto e chegar no momento certo com nossa assistência. Todos têm reconhecido a importância de a MAG Seguros conduzir essa iniciativa. Nossa equipe está engajada para que todos os pilares do Acolhe BEN sejam um sucesso.”
O Acolhe BEN contempla os beneficiários dos ex-segurados da MAG Seguros de sinistros oriundos de morte por acidente ou doença (Modelo de Negócios – VI Rede, com exceção dos Instituídos e Previdência Pública).
A Porto Seguro deu um passo importante na sua estratégia de sustentabilidade ao ampliar, desde fevereiro de 2024, o serviço de Descarte Sustentável para o portfólio de seguros de automóveis. O serviço, que já era oferecido no Seguro Residencial, agora também faz parte das apólices de Auto, permitindo que os segurados descartem móveis e eletrodomésticos de forma sustentável. Essa ação tem um papel fundamental na preservação ambiental, garantindo que os itens descartados sejam processados corretamente, minimizando o impacto ambiental.
A iniciativa funciona de maneira prática para o segurado, que pode agendar o recolhimento diretamente com a Porto. Após a coleta, os materiais passam por um processo de descaracterização e são separados por tipo para reciclagem. Dessa forma, o seguro da Porto não apenas oferece segurança contra imprevistos, mas também colabora com a sustentabilidade ao dar o destino correto aos itens descartados.
O Descarte Sustentável é realizado em parceria com a Ecoassist, uma empresa especializada na gestão de resíduos e soluções sustentáveis. A parceria tem se destacado pela excelência do serviço, segundo a própria seguradora. “Desde o início de nossa parceria, temos oferecido a solução de Descarte Sustentável com excelência, assegurando o compromisso da Porto com a sustentabilidade e o meio ambiente”, informa a Porto Seguro.
Atualmente, o serviço está disponível em apólices de Auto e nos planos Conforto e Exclusive do Seguro Residencial. Para o futuro, a expectativa da Porto é que mais segurados utilizem o benefício, ampliando o impacto positivo da iniciativa. Segundo a companhia, à medida que os clientes perceberem a conveniência e a contribuição ambiental do serviço, o número de acionamentos tende a aumentar, consolidando o Descarte Sustentável como um diferencial significativo no portfólio de seguros da empresa.
Essa expansão reflete o compromisso da Porto com sua matriz estratégica de sustentabilidade, que ganhou ainda mais destaque em 2023. A companhia pretende levar o Descarte Sustentável para outros produtos do seu portfólio, sempre com o objetivo de facilitar a vida dos clientes e contribuir para um futuro mais sustentável.
A inovação introduzida no Seguro Auto é considerada um marco para o setor de seguros como um todo. Com a liderança da Porto no mercado de seguros de automóveis e residências no Brasil, a inclusão desse serviço deve ter um impacto considerável na sustentabilidade dessas carteiras. “A Porto está inovando ao levar a sustentabilidade e a comodidade para os seus segurados, fortalecendo seu DNA de inovação. Cada vez mais o Seguro Auto da Porto se posiciona como uma solução completa para a vida do segurado, além de cuidar apenas do veículo”, afirma a Ecoassist.
Em janeiro de 2024, a Porto também passou a integrar o Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE) da B3, consolidando ainda mais sua posição como uma empresa comprometida com práticas ambientais, sociais e de governança. A entrada no ISE reforça a visão de longo prazo da seguradora em relação à sustentabilidade.
Outro ponto relevante é o esforço das seguradoras de automóveis em mitigar danos ambientais causados por tragédias climáticas, como as enchentes no Sul do Brasil. Parte significativa dos veículos irrecuperáveis foi destinada à reciclagem, e a Porto também esteve envolvida nesse processo, destacando sua atuação para reduzir o impacto ambiental causado pelos resíduos automotivos.
A Porto Seguro está, assim, no caminho de transformar suas apólices em instrumentos não só de proteção financeira, mas também de preservação ambiental, promovendo uma consciência sustentável no setor de seguros e contribuindo para um futuro mais verde.
A MetLife, uma das maiores seguradoras de vida do mundo, realizou um evento especial para seus corretores de seguros, o “Be Private”, de 24 a 28 de setembro, no Peru. A jornada começou no Aeroporto Internacional de São Paulo, onde 160 convidados, entre corretores e staff, se reuniram para uma experiência marcante. O ponto alto? A visita a Machu Picchu, uma das sete maravilhas do mundo.
“O nosso negócio, seguros, é baseado em confiança e tem como objetivo a construção de relacionamentos para manter nossas empresas saudáveis e em ritmo de crescimento. Trabalhamos num mercado movido por empatia, confiabilidade e respeito. Este evento constrói relações e conexões, e desejo que todos aproveitem esta experiência planejada com muita dedicação de todos especialmente para vocês”, disse o CEO da MetLife, Breno Gomes, aos convidados.
Segundo Ramon Gomez, vice-presidente comercial da MetLife, o evento foi planejado por seis meses internamente. Para os 74 corretores de seguros da categoria “Private”, com faturamento anual em torno de R$ 2 milhões, e seus acompanhantes, a experiência começou um mês antes, com sete vídeos do jornalista Eduardo Bueno, que os preparou com histórias fascinantes sobre a cultura inca, criando um clima de expectativa crescente para conhecer o Império do Sol, o luminoso reino Inca, instalado no coração das cordilheiras dos Andes, no Peru.
“Nunca houve uma arquitetura tão conectada com a natureza quanto a dos incas. Tampouco houve uma cidade como Machu Picchu, instalada no topo dos picos andinos, nem uma gastronomia tão única e saudável quanto a cozinha que os incas desenvolveram, baseada em mais de 30 tipos de milho e cerca de mil variedades de batatas, além de superalimentos como quinoa, chia e amaranto, cultivados no mágico e místico Peru, um lugar cósmico, que conecta o Sol e a Terra”, narrou Bueno nos vídeos, detalhando os locais que o grupo visitaria em uma aventura inesquecível de quatro dias.
Participaram do evento 33 corretores de São Paulo, 10 do Sul, 21 de Minas Gerais, Centro-Oeste e interior, e 10 do Rio de Janeiro, Espírito Santo e Nordeste, todos com acompanhantes. Desse grupo, cerca de 80% já haviam participado de experiências anteriores criadas pela seguradora anualmente para premiar os melhores, e 20% eram corretores que registraram um crescimento extraordinário e conquistaram um lugar nesse seleto grupo. No ano passado, a viagem foi para Fernando de Noronha. Em 2022, uma expedição para nunca mais esquecer na Floresta Amazônica.
O primeiro dia tinha tudo para parecer uma experiência cansativa – 12 horas entre o primeiro e o último convidado chegarem ao Aeroporto Internacional de São Paulo, de onde partiram dois voos no final da noite de segunda-feira, 23. SQN. Foi um reencontro. Um momento de muita descontração em um restaurante fechado para acomodar e alimentar todos antes da viagem de 5 horas até Lima. A viagem é algo desejado e esperado pelos corretores que já se tornaram amigos, quase uma confraria, nascida nas viagens da MetLife em parceria com a Motivation, agência responsável por toda a jornada desenhada por Ramon Gomez e sua equipe comercial, de marketing e comunicação.
Ao desembarcar na capital do Peru, na terça-feira, o grupo teve a tarde livre para explorar a cidade e à noite foi recebido com um coquetel seguido de um jantar extraordinário no Cala Restaurant, à beira do Oceano Pacífico, onde o chef Alfredo Aramburu, premiado internacionalmente, preparou um menu de quatro etapas. “O ceviche era tão espetacular que roubou a cena”, comentou Gomez. Praticamente todos concordam com Ramon. O ceviche, uma das especialidades da gastronomia peruano, estava realmente sensacional.
Na quarta-feira, o grupo seguiu para Cusco, antiga capital do Império Inca, situada nos Andes peruanos. Os corretores ficaram hospedados em dois luxuosos hotéis: o Belmond Palacio Nazarenas e o Belmond Hotel Monasterio. A recepção, realizada em um antigo monastério, incluiu uma belíssima interpretação de “Ave Maria”, criando um ambiente de reverência e encantamento. Mesmo com os desafios da altitude, que causaram desconforto para alguns, Gomez comentou em tom descontraído: “Avisamos para não beber no primeiro dia, mas ninguém nos ouviu”, brincou.
Na quinta-feira, após um café da manhã típico da culinária peruana, os corretores visitaram o sítio arqueológico de Moray e as Salinas de Maras, com guias locais escolhidos a dedo para compartilhar histórias e curiosidades sobre as criações dos incas.
Seguiram para um almoço no Belmond Sacred Valley, um cenário deslumbrante, cercado pelo Rio Urubamba e pelas montanhas do Vale Sagrado. “O sol simplesmente se abriu para nós, foi um momento de grande descontração”, comentou Ramon, que cantou “Hey June”, dos Beatles, junto com Gustavo Doria, influenciador de inovação em seguros, e Luiz Vicente, proprietário da Motivation.
Nesse dia, também houve uma visita à comunidade Chinchero, a 30 quilômetros de Cusco, conhecida como a cidade do arco-íris, que preserva muitos dos costumes andinos. “Nas nossas viagens, priorizamos trazer um pouco das comunidades locais para enriquecer culturalmente o grupo e também ajudar a população local”, destacou Gomez. Os convidados receberam cachecóis de lã como presente da MetLife e, claro, saíram carregados de lembranças para si e seus familiares.
Na sexta-feira, dia 28, aconteceu o ponto alto da viagem: a visita a Machu Picchu, um santuário de profunda conexão espiritual e histórica. Divididos em dois grupos, os participantes partiram em trens – “Hiram Bingham, A Belmond Train” e “PeruRail Vistadome Observatory” – rumo à cidade Inca, construída no topo dos picos andinos no início do século XV e redescoberta por Baltasar de Ocampo no final do século XVI.
Elevada à categoria de Patrimônio Mundial pela UNESCO e uma das sete maravilhas do mundo, Machu Picchu recebe cerca de 3,6 mil turistas por dia. Os convidados tiveram experiências únicas, alguns meditando ou caminhando descalços entre as ruínas. “Foi emocionante. Eu vi pessoas chorando de emoção. A previsão era de chuva, mas tivemos um céu com sol e nuvens, criando um cenário dramático e inesquecível”, destacou Gomez no encerramento do encontro, no sábado, dia 28, na capela do Monastério.
O evento da MetLife não apenas celebrou a importância dos corretores para o sucesso da empresa, mas também proporcionou uma experiência repleta de aprendizado cultural e momentos de descontração, fortalecendo ainda mais a conexão entre a companhia e seus parceiros de negócios.
Nos quatro dias, o tema principal entre os convidados era o dificil cenário do mercado para renovação de contratos de planos de saúde, com reajustes que mesmo com muita consultoria, soluções e inovações para administração da carteira, tem gerado muitos conflitos entre os participantes do mercado. Por outro lado, os corretores comemoraram as renovações dos programas de seguro de vida, que vive um bom momento, assim como o seguro odontológico.
A viagem, marcada por risadas, conexões e novas amizades, certamente ficará na memória de todos os participantes. “Foram quatro dias intensos, que geraram momentos inesquecíveis e novos negócios. E saibam, este era o plano B. Esperamos colocar no ar o plano A em 2025”, concluiu Gomez, instigando a competição entre os corretores especialistas em planos de benefícios empresariais.
Como ressaltou Eduardo Bueno em um dos vídeos, o Peru é um lugar para estabelecer profundas conexões. “O Peru nos proporciona uma autodescoberta, com o trem das nuvens serpenteando entre as montanhas para revelar um novo mundo. Um mundo onde a vida selvagem e humana devem permanecer seguras. Afinal, não é isso o que todos queremos? Uma vida segura e plena, tanto na terra dos incas quanto em nossa própria terra, em uma conexão que transforma.”
Sim! É o que querem, literalmente, todos os participantes que mergulharam nesta jornada de conexão no Peru, segundo relatos dos participantes ao Sonho Seguro. O comprometimento de todos com o crescimento da área de benefícios é o que realmente faz o segmento de pessoas avançar. Segundo a CNseg, confederação das seguradoras, o segmento registra um ano aquecido, com a projeção de crescimento saltando de 8,4%, em dezembro de 2023, para 15,1% na projeção atual, puxado por seguros de vida e prestamista, além dos planos da família VGBL. Se o segmento de saúde desafia a todos, a área de vida equilibra os negócios, afirmam os parceiros comerciais. Mas este debate fará parte de outra reportagem.
Obrigada MetLife, por dar o exemplo do cuidado, do querer bem. De gerenciar riscos, mitiga-los. De sempre achar uma solução amorosa para os problemas corriqueiros que uma viagem desta apresenta. Se este foi o plano B, certamente em 2025 teremos uma sociedade ainda mais protegida. Afinal, todos querem vivenciar o plano A sem sequer saber o que será. Os corretores só têm uma certeza: será sempre excepcional estar com a MetLife.
equipe comercial do novo Grupo HDI, liderada pelo diretor Paul Canarin, participou na última terça-feira, 24 de setembro, do 6º Trocando Ideias de 2024 realizado pela União dos Corretores de Seguros (UCS).
Augusto Esteves, presidente da UCS, destacou que a UCS é um time de corretores de seguros que atua na busca de soluções transformadoras e inovadoras para a categoria. “É pelo trabalho conjunto e dedicação de cada um que podemos celebrar nossas conquistas. Este ano é de celebração e conquistas, pois completamos 20 anos de trabalho, promovendo aperfeiçoamento dos corretores de seguros, agregando outros profissionais e entidades do setor para evoluir juntos”, afirmou.
O diretor Comercial, Paul Canarin, trouxe novidades do Grupo. “Quero deixá-los a par de todos os avanços que fizemos no primeiro semestre, o que estamos fazendo no segundo semestre e o que vem pela frente”.
Ele apresentou a criação da marca Yelum, que tem como conceito “Liberdade por caminhos seguros” e reforça a continuidade e confiança aos clientes e profissionais: “Liberty Seguros agora é Yelum Seguradora”. O nome Yelum, remetendo à luz, simboliza segurança e clareza no caminho, enquanto a cor amarela foi escolhida para representar brilho e confiança.
Paul lembrou que o vice-presidente Comercial do Grupo HDI, Marcos Machini, esteve em um Trocando Ideias UCS assim que a Liberty foi comprada, e que não ocasião fez promessas de melhorias e agora é momento de apresentar essas realizações. “O Grupo vem crescendo, se desenvolvendo, e o mercado do Brasil e da América Latina é foco de investimento da HDI”.
Foi apresentado o time de gerentes comerciais e a potência do Grupo HDI em todo o mundo. “Temos mais de 100 anos de atuação na Alemanha e até hoje os principais ativistas do grupo são as grandes indústrias alemãs. Cerca de 30% das ações estão na bolsa de valores da Alemanha e os outros 70% nas mãos dos nossos principais acionistas, ou seja, no final do exercício a companhia investe a maior parte dos dividendos em expansão mundo afora, até pela característica dos alemães de expandir seus negócios. É um detalhe sutil, mas que faz muita diferença para entendermos o crescimento do Grupo HDI. Olhando para o futuro se tem uma certeza clara de que o Grupo será ainda mais forte no Brasil, já somos a segunda empresa do setor brasileiro (descontando previdência e saúde), e estamos em nova fase de reinvestimento no país”.
A companhia é multimarcas no Brasil. “Temos as marcas HDI, Yelum e Aliro. A Sompo Consumer, que adquiríamos em maio de 2022, já foi absorvida e não aparece mais. Na antiga Liberty, agora Yelum, decidimos ter uma segunda marca, e com a Aliro, que veio com a Liberty, uma terceira. Queremos nos posicionar com três marcas por alguns fatores. O primeiro é que queremos estar presentes mais vezes nos cálculos e cotações de seguros, tendo mais chances de fechar o negócio. Por enquanto pode haver grandes diferenças de preços, porque ainda temos diferentes equipes de precificação, mas a ideia é que cheguemos em um posicionamento de preço mais equilibrado entre as marcas. E vamos nos posicionar nos próximos anos como marcas para atender a diversos públicos: a premium, HDI; a intermediária, Yelum; e a de entrada, Aliro. Também temos empresas com processo de maturidade diferente em tecnologia, se uníssemos poderia ter problemas de sistemas. Ter as três marcas é uma estratégia de crescimento que já se provou eficiente para nós”.
Paul Canarin destacou que a companhia vem crescendo, com quase 40 anos de mercado. “Era bem focada em automóvel, mas cresceu, se diversificou, e quero tirar esta imagem de empresa nichada de vocês, pois essa companhia não existe mais. Hoje é um grupo grande, pujante, que tem portfólio de produtos e está investindo cada vez mais”, disse. “Temos corretores que já são bastante parceiros da empresa, outros menos, provoco vocês, independentemente do nível de parceria que tenham, a testar o Grupo. Estou trabalhando em outra companhia, porque mudou completamente. O grupo é outro hoje”, garantiu.
A vice-presidente da UCS, Catia Guirao, apresentou o trabalho dos grupos Trocando Negócios, que realizam reuniões online semanais sobre diversos ramos de seguros, levando conhecimento e promovendo a diversificação da carteira do corretor de seguros.
E também destacou a nova campanha da UCS que incentiva a doação de sangue. Além do apoio à campanha Gotas Eficientes, criada pela ONG Adote um Cidadão, que promove há 25 anos ações de inclusão, lazer e cidadania para pessoas com deficiência e jovens em situação de vulnerabilidade social, a UCS também incentiva a doação ao banco de sangue do hospital A. C. Camargo Cancer Center, no bairro da Aclimação, na capital paulista.
A Universeg, plataforma exclusiva para corretores de seguros do Grupo Bradesco Seguros, acaba de disponibilizar a 2° temporada da “Websérie Agro GBS”. Esse novo conteúdo oferece treinamentos essenciais para que os corretores conheçam os principais aspectos sobre o agronegócio, capacitando-os para oferecer e comercializar os produtos desse segmento, de uma forma totalmente imersiva no ambiente Agro. As gravações ocorreram em uma fazenda, proporcionando uma nova experiência para os corretores parceiros.
Na primeira temporada, o treinamento abordou as características da indústria agro brasileira, ampliando o conhecimento sobre o setor e atendendo a um mercado em crescimento no país. Os episódios contaram com a participação de profissionais da Bradesco Auto/RE, do Banco Bradesco, Bradesco Financiamentos, Swiss Re Corporate Solutions e Sustentabilidade do Grupo Bradesco Seguros.
Já a segunda parte é composta por sete episódios, que exploram temas como manejo de animais, pastagem, maquinários agrícolas, mudanças climáticas, formas de financiamento ao agricultor, seguro de safra, fazendas, animais, com o intuito de aprofundar o conhecimento sobre as necessidades do setor agropecuário.
Ao final, é disponibilizado um E-book com a síntese dos vídeos e dicas de cross-selling para vendas consultivas envolvendo Saúde, Dental, Vida, Previdência, Frotas, Seguro de Caminhões e tudo alinhado ao contexto do agronegócio!
Para conhecer e acompanhar todas as novidades, acesse:
Computador: Portal de Negócios > Meus Treinamentos – Universeg;
Realizada pela BNP Paribas Cardif, líder mundial em parcerias bancassurance, junto do Instituto Ipsos, a nova edição da pesquisa Protect and Project Oneself indica que 88% dos brasileiros consideram que as dificuldades ligadas à queda do poder de compra são o problema de ordem social que gera maior preocupação em 2024.
Os resultados acompanham a tendência global de preocupação com desafios financeiros – maior do que os riscos relacionados a violência e problemas de saúde. O aumento da taxa de juros, por exemplo, preocupa 72% da população brasileira e, ainda que as taxas de desemprego no país tenham sido reduzidas, 63% dos brasileiros se consideram expostos ao risco de perder sua fonte de renda no curto e no médio prazo.
Mesmo diante desse cenário, os brasileiros tendem a pedir mais por empréstimos. A pesquisa da BNP Paribas Cardif mostra que eles estão mais propensos a tomar crédito para financiar a compra de imóveis (72%), iniciar seus próprios negócios (68%) e receber tratamento médico (66%). Também tem crescido a intenção de seu uso para aquisição de carro (61%; +20 pontos comparado à última edição da pesquisa, feita em 2021), realização de reformas num imóvel (61%, +17 pontos) e contratação de cursos (60%, +13 pontos).
“Essa grande preocupação com questões financeiras torna os empréstimos e financiamentos mais propícios para a população local. Queremos garantir que os brasileiros se sintam mais tranquilos ao tomar crédito para financiar seus projetos por meio de produtos como o seguro prestamista, que pode amortizar parcial ou totalmente as parcelas devidas em casos de perda de renda”, explica Marcel Dorf, diretor executivo comercial da BNP Paribas Cardif Brasil, em nota enviada à imprensa.
Os dados da Protect and Project Oneself deste ano informam que 63% dos brasileiros já conhecem os seguros dessa modalidade, enquanto 14% não só entendem as vantagens desse tipo de proteção financeira, como já contrataram a cobertura. “Esses números mostram um avanço na relação dos brasileiros com os seguros, mas, ao mesmo tempo, revelam que ainda há muito espaço para o crescimento desses produtos no país dentro dos próximos anos”, analisa Marcel Dorf.
Cerca de 77% do público brasileiro já teve ao menos uma dificuldade para adquirir um seguro de proteção financeira – incluindo termos de contrato (30%) e complexidade do serviço (23%). Segundo Marcel Dorf, a BNP Paribas Cardif Brasil tem investido ao longo dos últimos anos em soluções que justamente tornam os produtos mais acessíveis e simplificados.
“Muitas vezes, a burocracia e a linguagem complexa dos contratos dificultam a compreensão das vantagens que as proteções oferecem, afastando um público em potencial. Em 2022, fizemos uma força-tarefa de simplificação e reduzimos 70% dos riscos excluídos e 25% dos documentos exigidos nos nossos principais produtos. Também expandimos nosso catálogo de produtos com soluções mais abrangentes. Para nós, essas são iniciativas-chave para tornar os seguros mais acessíveis no Brasil”, comenta Marcel Dorf.
Cenário global
A pesquisa Protect and Project Oneself foi realizada em 21 países na Europa, na Ásia e na América Latina, incluindo França, Espanha, Itália, Alemanha, Chile, Brasil, Peru, México, China, Coreia do Sul, Japão e Índia. Ao todo, 21 mil pessoas foram entrevistadas – todas acima de 18 anos e decisores financeiros dentro de seu núcleo familiar – para que fosse possível identificar quão preocupadas elas estão diante dos mais variados riscos da vida e da sociedade, apontando possíveis tendências para a contratação de seguros ao redor do mundo.
Os resultados da pesquisa de 2024 mostram que as pessoas hoje estão um pouco menos preocupadas com imprevistos do que em 2021. Entretanto, os níveis de preocupação ainda estão acima daqueles registrados em 2019. Embora o mundo venha se recuperando da pandemia gradualmente, existem outros desafios em curso, fazendo com que os receios relacionados à Covid tenham perdido espaço para preocupações com a inflação desde 2022.
Em uma escala global, 79% dos participantes da pesquisa expressaram estar particularmente preocupados com os conflitos internacionais, 76% com as mudanças climáticas e 75% com a queda no poder de compra. O desemprego destaca-se como questão prioritária na América Latina e na Ásia (86% e 71% dos entrevistados, respectivamente).
A perda de renda mantém-se no topo do ranking para três quartos das pessoas ouvidas globalmente pela pesquisa. A segurança cibernética, que foi um novo tópico adicionado à pesquisa deste ano, ocupou imediatamente a segunda posição, sendo citada como a principal preocupação por 74% dos entrevistados.
Preocupações em relação a agressões físicas e violência (+3 pontos em comparação com 2021), além de roubo ou danos a automóveis (+2 pontos em comparação com 2021), também cresceram, ao passo que os números relativos à saúde diminuíram desde o início da crise sanitária – mas ainda são superiores aos valores registrados pré-pandemia.
A publicação da Resolução (Nº 103/2024) do Comitê Gestor Interministerial do Seguro Rural nesta segunda-feira (30/9) deve aumentar a disponibilidade de valores para o seguro rural uma vez que autoriza a destinação de emendas parlamentares, de deputados federais e senadores, para este propósito.
Segundo o governo federal, a intenção da normativa é fortalecer e complementar o orçamento do Programa de Subvenção ao Prêmio (PSR) a partir de 2025. Segundo consta na publicação, a iniciativa pode permitir direcionar esses recursos para ações específicas, como projetos-piloto com subvenção e limites diferenciados para incentivar a cultura do seguro rural em determinada cultura ou região do país.
Segundo o diretor de relações institucionais da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), Esteves Colnago, a resolução faz parte do Plano Trienal 2025-2027 do PSR, que deverá ser publicado na próxima semana no Diário Oficial da União. Segundo ele, além de um conjunto de regramentos, a norma traz segurança para o setor, além da possibilidade de destinar recursos tanto do orçamento direto quanto do orçamento de emenda parlamentar para programas pilotos de subvenção seguro rural.
“Por exemplo, se alguém quer fazer um programa piloto de feijão em alguma cidade, ali os parlamentares que têm a sua base de eleitoral próxima àquela localidade, vão se sentir mais incentivados a pegar um pedaço do recurso que ele tem das emendas e destinar para a subvenção do seguro rural daqueles produtores que são da sua base. A colocação da emenda do seguro rural e a destinação do seguro para a subvenção daquela população, de interesse do parlamentar, fomenta que mais recursos sejam destinados para essa política tão importante que é a subvenção do seguro rural”, afirmou.
Resolução e plano trienal
Pela Resolução publicada, o comitê gestor poderá aprovar percentuais e limites diferenciados de subvenção para inclusão de novos produtos de seguro, bem como novas atividades, regiões e coberturas. Esses incentivos serão oficializados por projetos-pilotos, que deverão ser submetidos para aprovação do colegiado.
O Plano Trienal aprovado pelo comitê ainda traz estimativas de orçamento para o PSR no período. Consta na publicação que o valor enviado pelo governo no Projeto de Lei Orçamentária Anual de 2025 é de R$ 1,060 bilhão. Para 2026, esse valor oscila pouco, para R$ 1,098. Em 2027, o montante inicial poderá ser de R$ 1,137 bilhão.
O documento mantém o percentual de subvenção em 20% para a soja e de 40% para demais culturas. Para as regiões Norte e Nordeste, foram mantidos os percentuais de 35% para a soja e de 45% para demais atividades.
A Federação Nacional de Capitalização (FenaCap) assinou na quinta-feira (19/09) um termo de cooperação com a Associação Pacto de Promoção da Equidade Racial. A iniciativa resulta em um protocolo ESG, que auxiliará a entidade e suas associadas em ações voltadas aos colaboradores e à comunidade em que estão inseridas. A participação neste movimento é voluntária.
A assinatura ocorreu às vésperas do Dia da Inclusão e da Diversidade no Setor de Seguros, celebrado nesta quarta-feira (25/09). Entre os objetivos do Pacto estão aumentar a equidade racial no mercado corporativo no Brasil e incidir na cultura e na estrutura organizacional de empresas, mobilizando as companhias para a agenda ESG; além de ampliar e qualificar o investimento social privado e fortalecer organizações negras.
Para a FenaCap, a adesão ao Pacto é um passo crucial para a consolidação de ações efetivas, voltadas à diversidade e à equidade racial:
“Investir em promoção da equidade racial é uma medida urgente e necessária para que tenhamos uma sociedade cada vez mais pautada pelo respeito e pela diversidade. Um setor como a Capitalização, que está presente nos mais diferentes lares brasileiros, de todas as regiões do país, não pode ficar de fora de ações dessa natureza, e é por isso que a Federação assume aqui este compromisso”, afirma Denis Morais, presidente da FenaCap.
As empresas interessadas podem aderir à iniciativa por meio da assinatura do termo de parceria, divulgar sua participação no Pacto de Promoção de Equidade e calcular o seu respectivo Índice ESG de Equidade Racial (IEER), com o apoio de uma empresa certificadora. O objetivo é medir o desequilíbrio racial dentro das organizações. O Índice pode ser melhorado, por exemplo, com a adoção de ações afirmativas e com investimentos sociais em projetos e organizações pautadas em educação, cultura e outras frente de promoção social
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