Moody’s eleva rating da Swiss Re Corporate Solutions

A Moody’s Ratings elevou a classificação de solidez financeira (IFSR) da Swiss Re Corporate Solutions Brasil Seguros (SRCSB) de Baa3 para Baa2 e alterou a perspectiva de classificação de positiva para estável.

Essa ação de classificação segue a elevação da Moody’s na classificação de títulos do governo do Brasil, de Ba2 para Ba1, que manteve uma perspectiva positiva. De acordo com a agência de classificação, a elevação da classificação da SRCSB para Baa2 incorpora os pontos fortes financeiros da empresa.

A elevação também se beneficia de dois níveis adicionais de melhoria em relação ao seu perfil de crédito independente de ba1, devido à alta probabilidade de suporte de sua controladora final, a Swiss Re Ltd., que também é a empresa holding da Swiss Reinsurance Company Ltd.

A suposição de suporte da afiliada baseia-se na marca compartilhada e no respaldo financeiro explícito por meio de contribuições de capital e suporte de resseguro, conforme observado pela Moody’s.

“O perfil independente da SRCSB foi anteriormente limitado pela classificação do governo do Brasil, refletindo os fortes vínculos com o soberano, já que a empresa opera exclusivamente no Brasil e possui uma grande exposição a títulos soberanos brasileiros em seu portfólio de investimentos, representando cerca de 95% dos investimentos totais em dezembro de 2023″, informa a agência.

“Portanto, a elevação da classificação soberana levou a uma melhoria no perfil independente da SRCSB, que não está mais limitada pelo soberano. Ao elevar a IFSR da SRCSB para Baa2, reconhecemos sua forte adequação de capital e boa diversificação de produtos”, acrescenta.

Compensando parcialmente os pontos fortes da SRCSB estão seus resultados historicamente baixos e voláteis, que, no entanto, melhoraram significativamente desde 2023, observaram os analistas.

Apesar da pequena presença da empresa no mercado geral de seguros brasileiro, ela ocupa uma posição relevante em seus principais segmentos de coberturas de agronegócios, engenharia e garantias.

Em 2023, a SRCSB reportou um lucro líquido de R$ 147,1 milhões, resultando em um retorno sobre o capital de 15,1%, superior aos R$ 18,2 milhões em 2022 e R$ 7,6 milhões em 2021.

Apesar das fortes chuvas e enchentes que causaram danos significativos à propriedade e perda de vidas no estado do Rio Grande do Sul, a SRCSB conseguiu reportar lucros adequados até julho de 2024.

“Nesse contexto, o impacto do evento para a SRCSB foi limitado, devido à forte proteção de resseguro e ao fato de que a empresa não subscreve seguro de automóveis, que foi particularmente impactado. Em 2023, cerca de 21% dos prêmios da empresa estavam relacionados a riscos localizados na região sul do Brasil – que foi afetada pelas enchentes –, sendo 58% deles coberturas de agronegócio”, afirmou a nota da agência.

“Os resultados preliminares reportados pela empresa mostraram um retorno sobre o capital anualizado de 9,9% em julho de 2024, abaixo dos 18,7% do ano completo de 2023, mas ainda condizente com sua classificação. A perspectiva foi alterada de positiva para estável, refletindo nossa expectativa de que a empresa continuará a manter uma capitalização adequada que sustentará sua estratégia de diversificação de negócios, apoiando uma melhoria gradual nos indicadores de lucratividade.”

Furacão Helene pode gerar perdas para setor de seguros entre US$ 10,5 bi e US$ 17,5 bi

A CoreLogic atualizou sua estimativa de perdas para o mercado de seguros devido ao furacão Helene, incluindo agora as perdas do Programa Nacional de Seguro contra Inundações (NFIP), elevando o total para uma faixa entre US$ 10,5 bilhões e até US$ 17,5 bilhões, informa o portal Artemis.

O National Flood Insurance Program é um programa administrado pela Federal Emergency Management Agency (FEMA) nos Estados Unidos, criado em 1968 para oferecer seguro contra inundações a proprietários de imóveis em áreas propensas a esse tipo de risco. O objetivo principal é mitigar os impactos financeiros das enchentes, uma vez que as seguradoras privadas, geralmente, não oferecem essa cobertura devido à alta frequência e gravidade das perdas relacionadas.

Inicialmente, a CoreLogic havia estimado que as perdas no mercado de seguros privados relacionadas a danos causados pelos ventos e pela maré de tempestade do furacão Helene, nos estados da Flórida e Geórgia, estariam entre US$ 3 bilhões e US$ 5 bilhões.

Na última atualização, a empresa ampliou o alcance dos impactos, incluindo perdas em 16 estados. Como resultado, a estimativa de perdas de seguros privados relacionadas apenas aos ventos agora está entre US$ 4,5 bilhões e US$ 6,5 bilhões.

Somando-se às perdas seguradas privadas, a CoreLogic agora inclui as apólices de seguro contra inundações, estimando perdas adicionais de US$ 1,5 bilhão a US$ 4,5 bilhões para seguros privados contra enchentes.

Para o NFIP da FEMA, a CoreLogic estima uma perda entre US$ 4,5 bilhões e US$ 6,5 bilhões. Portanto, a estimativa total de perdas para a indústria de seguros pública e privada varia agora entre US$ 10,5 bilhões e US$ 17,5 bilhões.

Ações de re/seguradoras caem com temor da força do furacão Milton

Se o furacão Milton continuar direcionado para a área de Tampa Bay, isso poderá ser um grande teste para todo o mercado de seguros e resseguros, de acordo com analistas da Evercore ISI.

Um grande teste para os mercados de seguros e resseguros provavelmente seria igualmente desafiador para os títulos vinculados a seguros (ILS), dado que uma parte das perdas resseguradas e quaisquer reivindicações de retrocessão certamente teriam repercussões para os títulos de catástrofe e outros instrumentos de ILS.

Para o Brasil, que ainda aguarda autorização da Susep (Superintendência de Seguros Privados) para que seguradoras especializadas possam atuar com derivativos de catástrofes, ou Letras de Risco em Seguro (LRS), será uma lição observar como estes títulos podem ajudar em um momento de grande perda. Ou aprender como ser uma ajuda e não apenas uma discussão sobre de quem é a responsabilidade dos danos causados por uma catástrofe de grandes dimensões.

Refletindo esse teste extremo, os preços das ações de empresas de resseguros caíram ontem, com algumas empresas das Bermudas, como a RenaissanceRe, caindo quase 10%. Hoje, Munich Re recuava 1% no início do pregão, e Swiss Re 0,5%, mas fecharam em alta. Já nos EUA, algumas seguradoras registram queda, segundo levantamento feito pelo especialista Einar Riveiro, a pedido do Sonho Seguro.

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Alguns analistas agora sugerem que pode ser uma oportunidade histórica de compra para aqueles corajosos o suficiente para investir enquanto o Milton se aproxima da costa, estimando que a queda no preço das ações pode indicar que o mercado espera uma perda para a indústria acima de US$ 50 bilhões.

“A tempestade é um desdobramento após uma temporada de furacões geralmente mais baixa do que o esperado e tem o potencial de ser um grande evento de perdas para o mercado de seguros”, comentaram analistas da Evercore ISI explicaram sobre o Milton, informa o portal Artemis.

Em resumo, os analistas da Evercore ISI afirmam que um furacão de categoria 4 atingindo Tampa Bay é um grande teste para todo o mercado de seguros e resseguros após a reavaliação dos últimos anos, com RNR, EG e ACGL provavelmente sendo as mais impactadas entre as que acompanhamos.”

No entanto, eles também acrescentam que, “embora o furacão Milton seja um evento negativo, o desdobramento disso pode ser menos negativo ou até positivo para as taxas de seguro de propriedade em 1º de janeiro, dependendo da quantidade de danos causados pela tempestade. Isso também pode ajudar a trazer mais disciplina ao mercado primário, onde os aumentos das taxas de propriedade estão moderando.”

Alguns analistas agora sugerem que pode ser uma oportunidade histórica de compra para aqueles corajosos o suficiente para investir enquanto o Milton se aproxima da costa, estimando que a queda no preço das ações pode indicar que o mercado espera uma perda para a indústria acima de US$ 50 bilhões.

Poupar para a longevidade é essencial, alerta Eduardo Giannetti em evento da Bradesco Seguros

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O economista Eduardo Giannetti chamou a atenção para a rápida e profunda transformação demográfica que o Brasil está vivendo em sua participação no Fórum de Longevidade do grupo Bradesco Seguros, realizado nesta terça-feira, em São Paulo. Ele destacou que a taxa de fecundidade das mulheres brasileiras sofreu uma queda vertiginosa, passando de três filhos por mulher para menos de dois em um período de apenas 18 anos — uma velocidade sem precedentes quando comparada à Europa, onde essa transição demorou seis décadas.

A taxa de fecundidade atual no Brasil é de 1,57 filhos por mulher, abaixo do nível de reposição populacional de 2,1 filhos. “Embora a taxa esteja abaixo do necessário para manter a população estável, o Brasil ainda não sente uma queda populacional por causa do momentum demográfico”, explicou. A população brasileira, de acordo com ele, continuará crescendo até 2041, quando atingirá seu pico de 220 milhões de habitantes, e, a partir daí, começará a diminuir.

Giannetti utilizou metáforas geométricas para ilustrar a transição demográfica do país. No primeiro estágio, a população se assemelhava a uma pirâmide, com uma base larga, formada por muitas crianças, e um topo estreito, com poucos idosos. Com o passar do tempo, essa “pirâmide” se transformou em um “barril”, refletindo a queda nas taxas de natalidade e o aumento da expectativa de vida.

Atualmente, o Brasil se encontra nesse formato de barril, com uma proporção significativa de pessoas em idade ativa e uma base mais estreita. “Mas, à medida que a população envelhece, esse barril vai se transformar em um cogumelo, com a base cada vez mais estreita e um topo cada vez mais largo, composto por uma grande quantidade de idosos”, alertou Giannetti.

A proporção de brasileiros com mais de 60 anos era de 8,7% em 2000 e subiu para 15,6% em 2023. Em 2070, esse número chegará a 37,8%, com mais de um terço da população composta por idosos. Isso, segundo Giannetti, representa um desafio crítico para a economia do país, especialmente na questão da previdência, saúde e no aumento da produtividade.

“Precisamos urgentemente repensar a ideia de aposentadoria e como lidar com essa transição. A produtividade precisa aumentar, e os custos com saúde e manutenção de uma população envelhecida serão muito elevados”, disse Giannetti, frisando que a produtividade não significa necessariamente trabalhar mais horas, mas sim gerar mais valor com o trabalho realizado.

Giannetti também falou sobre a chamada “armadilha da renda média”, na qual o Brasil se encontra. Ele explicou que o país parou de convergir com as nações mais ricas e produtivas e ressaltou que apenas 12 países no mundo conseguiram escapar dessa armadilha nos últimos 70 anos, todos aumentando suas exportações e integrando-se mais à economia global.

“A produtividade é fruto de três fatores: capital físico, capital humano e instituições. Precisamos investir em infraestrutura e tecnologia (capital físico), melhorar a educação e qualificação dos trabalhadores (capital humano), e reformar as regras que regem nossa economia (instituições).”

O papel da poupança

Outro ponto de destaque foi a questão da poupança. Giannetti argumentou que, para aumentar o capital disponível e melhorar a infraestrutura do país, é necessário que os brasileiros poupem mais. “Temos uma cultura de aproveitar o presente, o que é bonito, mas precisamos aprender a sacrificar um pouco agora para garantir um futuro melhor.”

Para Giannetti, começar a poupar cedo é essencial, pois os juros compostos podem fazer uma grande diferença ao longo do tempo. “A transição demográfica torna essa necessidade ainda mais premente. Se não mudarmos, a transformação do barril em cogumelo será acompanhada por uma grave crise econômica e social”, concluiu.

A fala de Giannetti traz uma importante reflexão sobre os desafios que o Brasil enfrentará nas próximas décadas e sobre a urgência de tomar medidas para preparar o país para essa nova realidade populacional.

Bradesco Seguros: o desafio de envelhecer no Brasil

Até 2038, o Brasil atingirá seu pico populacional com cerca de 230 milhões de habitantes, mas a partir daí, a população começará a decrescer. “O único segmento da população que continuará crescendo será o de pessoas com mais de 60 anos”, afirmou Alexandre Kalache, médico epidemiologista especializado no estudo do envelhecimento, em sua fala de abertura no Fórum de Longevidade da Bradesco Seguros, evento do qual participa ativamente há 18 anos.

Kalache enfatizou que o Brasil enfrenta um desafio sem precedentes na história mundial. “Nenhum outro país enfrentou algo assim, nós somos cobaias,” declarou, referindo-se ao rápido envelhecimento da população brasileira. Ele argumenta que o Brasil precisa estar preparado para um cenário onde os idosos terão um papel ativo e fundamental na sociedade, contribuindo para a competitividade e produtividade do país.

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Os quatro pilares do envelhecimento saudável

Para que esse grupo de 60 anos ou mais possa contribuir plenamente, Kalache apontou a necessidade de focar em quatro pilares essenciais: saúde, conhecimento, participação social e propósito. Ele destacou que, além de envelhecer de forma ativa, é crucial fortalecer o tecido social, assegurando que as pessoas idosas possam contar com redes de apoio, sejam elas familiares ou de amigos.

Um ponto que Kalache ressaltou com ênfase foi o desequilíbrio de gênero na questão do cuidado. “As mulheres cuidam, cuidam, cuidam, enquanto nós, homens, muitas vezes, esperamos ser cuidados.” Para ele, é essencial que a cultura do cuidado seja abraçada por todos desde a infância, citando a forma como brinquedos e comportamentos são moldados de forma desigual entre meninos e meninas.

A importância do propósito

Outro aspecto central do discurso foi o propósito de vida. Kalache frisou que a longevidade só faz sentido se for vivida com um propósito. Ele elogiou a missão da Bradesco Seguros, que há 18 anos carrega a bandeira da longevidade, promovendo debates e ações em torno do envelhecimento ativo. “Sem missão, sem propósito, a vida fica vazia,” disse Kalache, lembrando que, aos 60 anos, muitas pessoas ainda têm um terço da vida pela frente.

Com uma visão que une dados estatísticos e reflexões pessoais, Alexandre Kalache trouxe à tona a necessidade de revermos nossos hábitos e paradigmas para enfrentar o envelhecimento de forma coletiva, inclusiva e propositiva.

Todo ano, o grupo Bradesco faz uma homenagem a pessoas que representam a longevidade no Brasil e no mundo, de Cid Moreira a Jane Fonda. Neste ano, Zezé Motta subiu ao palco para receber a homenagem de toda a diretoria do grupo Bradesco Seguros. Maria José “Zezé” Motta de Oliveira é uma atriz e cantora brasileira, considerada uma das maiores artistas do país, expoente da cultura afro-brasileira. Tem 80 anos. “Parece que tudo foi fácil, mas não. Foi preciso driblar muitos desafios e oportunidades”, disse.

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Apenas 38% dos brasileiros entendem o conceito de longevidade, segundo pesquisa da Bradesco Seguros

regina Macedo bradesco seguros longevidade

No Brasil, 9 em cada 10 pessoas dizem ter algum conhecimento sobre o conceito de Longevidade, mas apenas 38% declaram saber exatamente o seu significado. Este cenário é um dos achados da recém-lançada pesquisa pelo Grupo Bradesco Seguros, em parceria com o Instituto de Pesquisa Locomotiva e o especialista em envelhecimento Alexandre Kalache, que avaliou o Indicador de Longevidade Pessoal (ILP) dos brasileiros.

“Temos um compromisso de longa data com a longevidade e buscamos sempre novas formas de trazer o tema para o nosso dia a dia. Pensando nisso, desenvolvemos o ILP, uma metodologia inovadora, que aborda diferentes aspectos que contribuem com a longevidade”, explica Alexandre Nogueira, diretor de Marketing do grupo Bradesco Seguros.

Em uma escala de 0 a 100, que avalia parâmetros desde saúde física e mental a interações sociais e educação financeira, a média da população brasileira é de 64 pontos – ressaltando que há espaço para melhorias em termos de conhecimento e atitudes para uma vida mais longeva. Apesar de apenas 46% avaliarem o tema como uma prioridade pessoal, 8 em cada 10 pessoas têm interesse em adquirir mais conhecimento sobre longevidade.

“Sabemos que ainda existe um grande caminho para o brasileiro seguir quando o assunto é longevidade e planejamento de vida, por isso o ILP se torna ainda mais relevante, ao proporcionar uma visão holística de qualidade de vida e sua manutenção com o passar da idade”, completa a superintendente de Comunicação do Grupo Bradesco Seguros, Regina Macedo.

Segundo o estudo, a sociedade ainda não atribui aos idosos conceitos como como vida social ativa, com 80% dos respondentes associando-os a conceitos conservadores. Em contrapartida, 71% declararam que as pessoas mais velhas são fontes de inspiração e 89% concordam que elas têm muito a ensinar aos mais jovens.

“O ILP veio para desmistificar algumas percepções. Dados da pesquisa mostram que as pessoas mais velhas são mais ativas e exemplares que os jovens em diversos aspectos. 65% do público 50+ afirmaram estar satisfeitos com suas relações pessoais, enquanto os jovens de 18 a 29 anos, comumente associados a uma vida social ativa, mostraram que, na verdade, têm mais frustrações nessa área: 19% não estão satisfeitos com suas relações pessoais”, destaca Alexandre Kalache.

De modo geral, as finanças se mostraram o aspecto mais desafiador da longevidade para os brasileiros: somente 4 em cada 10 entrevistados possuem reserva financeira para a aposentadoria. Ainda assim, quase metade (49%) considera que suas atitudes financeiras contribuem para a longevidade.

Ganhando cada vez mais espaço nos debates, a saúde mental também foi um pilar com baixo desempenho. Apesar de 61% das pessoas considerarem que suas ações com a saúde mental contribuem muito para a longevidade, apenas 29% afirmam ter muitas oportunidades para realizar atividades de lazer.

O brasileiro demonstra preocupação com os cuidados com a saúde, comumente associados a longevidade, mas alguns recortes se destacam negativamente: 52% dos brasileiros entre 18 e 29 anos buscam atendimento de saúde apenas quando estão com muito incômodo/problemas graves de saúde; menos de 1/3 da população come 3 ou mais porções de frutas, legumes ou verduras por dia; e, nas classes D e E, 10% não costuma consumir estes alimentos.

“Mais do que uma pesquisa, o ILP é um legado para a população, colocando a longevidade em pauta com mais profundidade e cuidado”, finaliza Regina Macedo.

DESTAQUES

  • A sociedade brasileira ainda não atribui aos idosos conceitos como como vida social ativa, com 80% dos respondentes associando-os a conceitos conservadores. Em contrapartida, 71% declararam que as pessoas mais velhas são fontes de inspiração e 89% concordam que elas têm muito a ensinar aos mais jovens.
  • 65% do público 50+ afirmaram estar satisfeitos com suas relações pessoais, enquanto os jovens de 18 a 29 anos, comumente associados a uma vida social ativa, mostraram que, na verdade, têm mais frustrações nessa área: 19% não estão satisfeitos com suas relações pessoais;
  • Finanças se mostraram o aspecto mais desafiador da longevidade para os brasileiros: somente 4 em cada 10 entrevistados possuem reserva financeira para a aposentadoria. Ainda assim, quase metade (49%) considera que suas atitudes financeiras contribuem para a longevidade.
  • 52% dos brasileiros entre 18 e 29 anos buscam atendimento de saúde apenas quando estão com muito incômodo/problemas graves de saúde; menos de 1/3 da população come 3 ou mais porções de frutas, legumes ou verduras por dia; e, nas classes D e E, 10% não costuma consumir estes alimentos.

Só 12% das empresas do índice sustentável da Bolsa têm seguro ambiental

FONTE: Estadão

Entre as 79 empresas listadas na B3 com selo de sustentáveis, apenas 10, ou 12% do total, contam com seguro contra riscos ambientais. A informação é de levantamento feito pela comissão de Responsabilidade Civil da Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg) a partir de dados divulgados pela Bolsa sobre as práticas dessas companhias. Entre as 69 que não têm o seguro, apenas duas não têm exposição a riscos ambientais.

O seguro ambiental cobre prejuízos das empresas diante de danos que suas operações causem ao meio ambiente. Contratá-lo conta pontos para que as companhias entrem no Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE) da Bolsa, que foi considerado para a pesquisa. Somadas, as empresas do índice têm valor de mercado de quase R$ 2 trilhões, e respondem por quase 40% do total negociado em ações na B3.

O presidente da comissão de Responsabilidade Civil da FenSeg, Fábio Barreto, afirma que a baixa procura por esse grupo de companhias mostra que muitas empresas do País ainda veem o seguro como custo extra, e não como proteção.

Nos primeiros seis meses deste ano, o seguro contra riscos ambientais cresceu 15,8% no Brasil, chegando a uma arrecadação de R$ 87,2 milhões. As indenizações pagas subiram 122,8% no mesmo período, para R$ 64,8 milhões, de acordo com a Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg).

Seguros Unimed e IGS firmam parceria para assistência 24 horas 

unimed seguros

Fonte: Unimed

A Seguros Unimed, braço segurador e financeiro do Sistema Unimed, anuncia uma nova parceria estratégica com a IGS (Integral Group Solution), empresa de assistência 24 horas, fundada há mais de 12 anos na Argentina, que vem crescendo e ganhando mercado no Brasil desde 2020. A IGS será responsável por atender grande parte do portfólio de assistências 24 horas nos Seguros de Vida e Saúde, que complementam as coberturas já oferecidas pelo seguro com a proposta de torná-los ainda mais completos. Cerca de 2,3 milhões de clientes passarão a ser atendidos pela IGS.

Esta colaboração oferece aos clientes uma combinação entre inovação e atendimento humanizado, marcando um avanço no compromisso da empresa com a qualidade e eficiência, reforçando o pilar estratégico da Seguradora que é colocar o cliente no centro de sua operação. Entre os mais de 20 tipos de serviços que serão atendidos pela IGS, podemos destacar a assistência viagem, um dos principais benefícios do Seguro Saúde, a garantia funeral, e a assistência escolar do portfólio de Produtos Vida.

“A nova parceria reforça o nosso compromisso com a excelência no atendimento. A expertise da IGS em soluções inovadoras e tecnológicas não só complementa, mas também potencializa nossa missão de oferecer o melhor para nossos clientes. Estamos entusiasmados com a oportunidade de integrar essas tecnologias de ponta e elevar ainda mais o padrão de qualidade dos nossos serviços”, ressalta Wilson Leal, Diretor-Executivo de Mercado e Tecnologia. 

Referência no setor de assistência 24 horas, a IGS se destaca por sua abordagem tecnológica e personalizada no atendimento, com uma gama diversificada de serviços e um histórico de eficiência, a empresa é reconhecida pela qualidade e inovação de suas soluções.

Cleiton Wasen assume diretoria de dados e inteligência artificial da Agger

Fonte: Agger

A Agger, parceira de corretores com a maior plataforma de gestão e cotações de seguros do Brasil, anuncia Cleiton Wasen como diretor de Dados e Inteligência Artificial, a nova posição inaugura também uma nova área na companhia, que será responsável por otimizar produtos e serviços por meio de soluções baseadas em dados. O departamento contará com uma equipe especializada no desenvolvimento de projetos de IA, bem como  na manutenção dos produtos e organização de dados empresariais para clientes internos. 

Wasen acumulou uma vasta experiência como diretor de desenvolvimento na Infocap Tecnologia, uma das principais organizações do setor segurador da região Sul. Após 24 anos de atuação na Infocap, que foi adquirida pela Agger em janeiro deste ano, ele assume agora um papel estratégico na inovação tecnológica da companhia, contribuindo com o compromisso de revolucionar a distribuição de seguros no Brasil.

“Foi com muito entusiasmo que recebi o convite para liderar a área de Dados e IA. A Agger possui um banco de dados valioso que pode desempenhar um papel fundamental na evolução do mercado de seguros. Com o novo setor, a empresa reforça o compromisso de levar a transformação digital ao mercado de seguros. Estou muito animado para contribuir com essa trajetória junto de uma equipe de profissionais competentes. Seguiremos firme com o propósito de oferecer as melhores soluções tecnológicas e serviços inovadores ao setor segurador”, celebra Cleiton.


O departamento liderado por Wasen será responsável por desenvolver soluções de dados que proporcionem aos clientes da Agger um entendimento mais profundo do mercado brasileiro, permitindo a otimização de produtos e serviços de forma eficaz e inovadora. O investimento na área permite que a companhia possa expandir, ainda mais, sua atuação e relevância no mercado de seguros, sendo referência em inovação e fonte de dados.


“No setor de seguros, existe uma demanda crescente por produtos e serviços baseado em dados. Com isso, por meio da nossa ampla base de informações e da experiência acumulada no setor, o foco será criar soluções de Business Intelligence (BI) e Inteligência Artificial (IA) que gerem um alto impacto para nossos clientes. A expectativa é que, ao longo de 2025, a área já inicie o processo de data-driven culture, com a produção de ao menos um produto comercial baseado em IA, disponibilizando agentes de suporte por para todos os produtos da empresa”, finaliza o executivo.

Icatu Seguros estimula debate sobre o ‘Corretor do Futuro’

A Icatu Seguros, maior seguradora independente do Brasil em Seguro de Vida, Previdência e Capitalização, marca presença no 23º Congresso Brasileiro dos Corretores de Seguros e Exposeg, promovido pela Federação Nacional dos Corretores de Seguros Privados (Fenacor), com diversas ações especiais. No evento, celebrado no Mês do Corretor, a Icatu abordará o tema “Corretor do Futuro” e como a tecnologia é uma importante aliada dos corretores.

A seguradora terá pontos de experimentação para que os visitantes possam conhecer e experimentar a A.V.I. (Assistente Virtual Icatu), projetada para revolucionar a gestão da carteira de clientes e apoiar as vendas dos corretores no segmento de Vida Individual por meio de Inteligência Artificial (IA). Os profissionais poderão conferir na prática como ela pode facilitar seu dia a dia, além de receberem dicas para garantir maior produtividade e eficiência na utilização.

“Atualmente, apenas 17% dos brasileiros têm seguro de vida, sendo desses, 58% seguros feitos por empresas para os colaboradores. É verdade que este dado nos mostra um desafio, mas também indica uma evidente oportunidade de expansão. Evoluir este indicador significa, entre outros fatores, ampliar a conscientização sobre a importância de ser previdente e estar protegido. E o papel consultivo do corretor é peça fundamental dessa engrenagem”, comenta Luciano Soares, CEO da Icatu Seguros

“Essa missão tende a demandar que o corretor tenha cada vez mais conhecimento sobre tecnologias capazes de agregar valor, eficiência e garantir mais tempo para oferecer um atendimento conectada à realidade do seu cliente. O corretor do futuro é aquele que se adapta, absorve e sabe usar essas ferramentas a seu favor”, completa Soares.

Debate sobre o papel social do setor – No evento, a Icatu participará ainda do painel “A Importância Social do Seguro de Pessoas”, marcado para o dia 12, às 14h30. Com a presença do CEO da companhia, Luciano Soares, o debate reunirá executivos do setor e contará com a mediação de Fernando Dantas de Santana, presidente do Sincor-CE, além da presença de Alaor Silva Junior, CEO do PASI – parceiro da Icatu no segmento PME.

No mesmo dia, a Icatu oferecerá uma experiência especial com ilustradores que criarão caricaturas digitais ao vivo dos visitantes do estande. Essas imagens personalizadas serão enviadas para os corretores, para que possam compartilhar essa recordação em suas redes sociais, celebrando a parceria e a importância de seu papel no mercado de seguros.

Serviço – Painel “A Importância Social do Seguro de Pessoas”

Data e Local: 12 de outubro na EXPOMAG (RJ) – Plenária Mezanino A

Palestrante Icatu: Luciano Soares (CEO)

Horário: 14h30 às 16h.