A Swiss Re anunciou a venda do negócio de P&C (Property & Casualty) europeu da iptiQ para a Allianz Direct, em linha com sua decisão estratégica de se retirar da iptiQ. A Allianz Direct, seguradora online pan-europeia do Grupo Allianz, assumirá a operadora de risco sediada em Luxemburgo (iptiQ EMEA P&C S.A.), mais de 100 funcionários atualmente trabalhando na Suíça, Alemanha, Espanha, Holanda e Itália, e todos os acordos de distribuição.
A iptiQ é uma seguradora digital que faz parcerias com outras seguradoras, corretores, bancos e marcas de consumo para oferecer produtos de seguro inovadores de P&C, além de seguros de vida e saúde, diretamente aos consumidores finais (B2B2C). No início deste ano, a Swiss Re anunciou seus planos de retirada da iptiQ, após concluir que, em um contexto estratégico, não seria o melhor proprietário para o negócio a longo prazo.
Jef Van In, CEO da iptiQ, afirmou: “Estamos muito satisfeitos por ter encontrado um novo proprietário para o negócio de P&C europeu da iptiQ. Esta transação é um marco importante no plano da Swiss Re de se retirar do negócio da iptiQ, enquanto nos esforçamos para entregar o melhor resultado possível para as diferentes unidades dentro do negócio e para todos os nossos stakeholders. Continuamos totalmente comprometidos em apoiar todos os nossos clientes, parceiros e colegas durante o período de transição.”
A aquisição ampliará ainda mais a presença da Allianz Direct no segmento B2B2C, ao assumir mais de 130.000 clientes da iptiQ. A transação está alinhada com o objetivo da Allianz Direct de expandir suas operações B2B2C, aproveitando o modelo de negócios e a expertise distintos da iptiQ nesse segmento.
Philipp Kroetz, CEO da Allianz Direct: “A aquisição do negócio europeu de P&C da iptiQ reforça nosso compromisso em ampliar nossa presença nos principais mercados europeus, tanto na distribuição B2C quanto na B2B2C. Estamos entusiasmados em receber a equipe da iptiQ na Allianz Direct e ansiosos para o nosso sucesso futuro. Tenho confiança de que, juntos, iptiQ e Allianz Direct podem aproveitar a escala e competitividade da plataforma para seus produtos e operações, impulsionando ainda mais o sucesso para nossos parceiros de negócios.”
O braço de seguridade do Itaú apresentou resultado recorrente gerencial do terceiro trimestre de R$ 1 bilhão e no acumulado do ano de R$ 3,05 bilhões, avanço de 9,6% em relação ao mesmo período anterior. O valor ainda representa uma participação pequena do ganho do banco, comparado a outras empresas do setor. O lucro recorrente do banco Itaú de julho a setembro foi de R$ 10,675 bilhões, alta de 6% no trimestre e de R$ 30,5 bilhões no acumulado do ano.
O resultado de seguros, previdência e capitalização foi de R$ 8,3 bilhões de janeiro a setembro deste ano, avanço de 12,6% em relação ao mesmo período do ano passado. No terceiro trimestre, o ganho foi de R$ 2,5 bilhões, 15% acima do resultado do mesmo período de 2023.
O aumento no acumulado de nove meses, segundo dados divulgados pelo banco, ocorreu devido ao crescimento dos prêmios ganhos, relacionado com as maiores vendas de seguros. Além disso, o grupo registrou alta das receitas líquidas de capitalização, das receitas de prestação de serviços e da margem financeira gerencial.
Os prêmios ganhos cresceram 8,2% de janeiro a setembro, para R$ 5,1 bilhões, e 8,4% no trimestre, para R$ 1,7 bilhão, principalmente por maiores vendas nas carteiras de seguros prestamista, vida, acidentes pessoais e cartão protegido.
As receitas de prestação de serviços aumentaram 24,4% referente a comissões, por maiores vendas de seguros de terceiros. A queda de 25,8% da margem financeira gerencial ocorreu principalmente pela redução da taxa de juros no Brasil. A agenda de seguros de bancassurance continua evoluindo, contribuindo para formação de carteira futura e oferta de proteção aos clientes.
A BB Seguridade obteve lucro líquido gerencial, que não considera os efeitos do IFRS 17 e eventos extraordinários do período, de R$ 2,3 bilhões no terceiro trimestre de 2024, número que representa um aumento de 10,1% na comparação com o mesmo períododo ano anterior.
No acumulado dos nove meses, o lucro gerencial cresceu 5,7% e alcançou R$ 6 bilhões, com a evolução de 12,1% do resultado operacional da Companhia mais do que compensando a retração do resultado financeiro.
“O grupo continua superando desafios inerentes ao dinamismo, competitividade e complexidade do mercado de proteção e acumulação e isso se deve à execução da estratégia da Companhia, que se fundamenta em três fortes pilares como a experiência do cliente, diversificação da distribuição e modernização tecnológica, aliada à solidez do grupo empresarial e à competência do seu corpo funcional”, afirma o presidente da BB Seguridade, André Haui, em nota.
O executivo acrescenta que “neste cenário, visualizamos oportunidades para ampliar a atuação para além do canal bancário, implementando novos modelos de parcerias e expandindo negócios no segmento de pessoa jurídica (PJ). O nossocomprometimento com a entrega de valor para a sociedade e a melhor experiência para os nossos clientes continuará nos guiando em direção a esse propósito.”
Seguros: lucro líquido da operação cresce 9,3%
No acumulado até setembro de 2024, o lucro líquido da operação de seguros evoluiu 9,3%, impulsionado pela queda das despesas com sinistros e crescimento de 8% do prêmio ganho retido, fatores que levaram a uma redução de 3,0 p.p. da sinistralidade. Os prêmios emitidos aumentaram 1% no comparativo, enquanto os prêmios retidos cresceram em velocidade superior (+7,6%), com destaque para o forte desempenho comercial nos seguros prestamista (+16,4%), penhor rural (+25,8%) e vida produtor rural (+14,9%).
Previdência: captação líquida continua evoluindo
Nos nove primeiros meses do ano, a captação líquida em previdência acumulou R$7,9 bilhões, montante 8,1% superior ao reportado no mesmo período do ano passado, beneficiado pelo incremento das contribuições (+4,8%) e pela redução do índice de resgates (-0,7 p.p.). As receitas com taxa de gestão cresceram 10,2%, impulsionadas pela expansão das reservas deprevidência que alcançaram o saldo de R$ 423 bilhões ao final de setembro, alta de 11,5% em 12 meses.
Capitalização: lucro líquido cresce 5,9%
O lucro líquido da operação de capitalização cresceu 5,9% no acumulado de 2024, em função da alta do resultado financeiro (+8,3%), com expansão do saldo médio de aplicações. A arrecadação registrou aumento de 4,1%, atribuído ao maior ticket médio dos títulos. Ao longo dos primeiros nove meses deste ano, a Brasilcap distribuiu R$43,4 milhões em prêmios de sorteio.
A Chubb Ltd. registrou lucro líquido de US$ 2,32 bilhões no terceiro trimestre, um aumento de 13,8% em relação ao mesmo período do ano anterior, enquanto os prêmios líquidos de propriedade/acidentes escritos subiram 5,4%, totalizando US$ 13,8 bilhões.
Os prêmios globais de propriedade/acidentes líquidos escritos, que excluem a agricultura, aumentaram 7,6%, chegando a US$ 10,9 bilhões, com os prêmios comerciais subindo mais de 8%, segundo o comunicado de resultados da seguradora divulgado na terça-feira após o fechamento do mercado.
Os prêmios na América do Norte subiram 7,8%, incluindo um crescimento de 7,2% nos prêmios comerciais, com linhas de propriedade/acidentes aumentando 9,9% e linhas financeiras caindo cerca de 5%.
A receita de subscrição de propriedade/acidentes aumentou 11,7%, alcançando US$ 1,46 bilhão, enquanto o índice combinado da seguradora melhorou para 87,7%, em comparação com 88,4% no mesmo período do ano anterior.
A receita líquida de investimentos subiu 14,8%, totalizando US$ 1,51 bilhão.
As perdas por catástrofes antes de impostos foram de US$ 765 milhões, incluindo US$ 250 milhões causados pelo Furacão Helene, em comparação com US$ 670 milhões no terceiro trimestre do ano passado.
Os preços no mercado de propriedade/acidentes comerciais permaneceram semelhantes aos trimestres anteriores, segundo Evan G. Greenberg, presidente e CEO da Chubb.
“As tendências do mercado foram consistentes com as do trimestre anterior. As condições gerais são favoráveis tanto em propriedade, que está gradualmente mais competitiva em algumas áreas, quanto em acidentes, que está progressivamente mais firme”, disse Greenberg em uma teleconferência de resultados na manhã de quarta-feira.
A inflação dos custos de sinistros permanece estável e dentro do que a Chubb considerou em sua precificação e reserva, disse Greenberg. “A precificação para ambos continua à frente dos custos de sinistros; a propriedade se tornou mais competitiva nos segmentos de grandes contas e E&S, enquanto a precificação de propriedade de mercado médio subiu em relação ao trimestre anterior”, afirmou Greenberg.
O portfólio de propriedade da Chubb está “bem precificado”, com termos e condições estáveis em relação aos trimestres anteriores, disse ele.
Acidentes “estão se firmando em áreas que precisam de taxa”, com taxa e preço de acidentes subindo em relação ao trimestre anterior, acrescentou Greenberg, observando que a Chubb vê essa tendência como “duradoura”.
As linhas financeiras na América do Norte caíram cerca de 5%, segundo Greenberg.
O CEO da Chubb acrescentou que a seguradora emitiu US$ 1,2 bilhão em novos negócios no trimestre, um aumento de 18% em relação ao mesmo período do ano anterior.
A Prudential do Brasil, maior seguradora independente no segmento de pessoas do país, participa da Expo Franchising ABF Rio, de 7 a 9 de novembro, no Riocentro, no Rio de Janeiro. Quem visitar o estande da companhia terá oportunidade de conhecer o modelo de negócios da Prudential e descobrir como construir uma trajetória de sucesso ao empreender com propósito, por meio do seguro de vida.
Reconhecida como uma das cinco maiores microfranquias do país, a Prudential possui hoje 39 pontos de apoio distribuídos por 14 estados brasileiros que dão suporte aos negócios da rede. Desde 2004, a seguradora atua no modelo de franquia e, atualmente, já conta com mais de 1,9 mil corretoras franqueadas Life Planner em todo país. Este ano, a seguradora conquistou o Selo de Excelência em Franchising, concedido pela Associação Brasileira de Franchising (ABF), pelo segundo ano consecutivo. O Selo credencia a Prudential como uma das melhores franquias para se investir no Brasil.
O mercado de seguro de pessoas, que inclui produtos como seguro de vida e coberturas como Doenças Graves e Acidentes Pessoais, por exemplo, tem muito potencial para crescer no país. Atualmente, apenas 18% da população conta com a proteção financeira, segundo pesquisa Fenaprevi/Datafolha, o que significa que mais de 80% dos brasileiros estão desprotegidos. Em termos de faturamento, o mercado de seguro de pessoas segue em alta. Na Prudential do Brasil, por exemplo, houve aumento de 17,4% de janeiro a julho de 2014, em relação ao mesmo período do ano passado.
O diretor jurídico da Prudential do Brasil, Pedro Mansur, será o mediador do debate Franchising e Relações de Trabalho: Desafios e Limites do Vínculo Trabalhista entre Franqueadores e Franqueados, programada para o primeiro dia de evento, quinta-feira, 7, das 19h às 20h. Também participam da mesa Christiano Willon, do escritório Willon Advogados, Luciana Gato Plácido, sócia na Riche Advogados Associados, e Pedro Paulo Abreu, diretor jurídico adjunto da ABF.
A EZZE Seguros anunciou um upgrade do patrocínio do Sport Club Corinthians Paulista mirando a próxima temporada. Agora, além de seguir mais um ano estampando as costas da camisa da equipe profissional masculina, a marca da seguradora estará presente também na camisa da equipe sub20 masculina e na parte superior das camisas do time de futebol feminino até o fim da temporada de 2025.
O novo contrato contará com bonificações atreladas à performance esportiva do time profissional masculino em 2025. Outra novidade é que no próximo ano a EZZE irá promover um campeonato de corretores de seguro nas instalações do Corinthians ao término da temporada.
“Estamos preparados para potencializar as ações de Marketing e trazer o torcedor ainda mais próximo da EZZE. O futebol é realmente uma paixão nacional e temos alcançado uma visibilidade incrível junto aos nossos potenciais clientes nesta nova fase da nossa companhia”, ressalta o vice-presidente de Relações Institucionais e Marketing da EZZE, Ivo Machado.
“Sempre acreditamos na força desta parceria para divulgar a cultura do seguro em nosso país. Damos mais um passo importante, especialmente no incentivo ao time de futebol feminino, um dos principais da América do Sul e que tem gerado muitas oportunidades. Reconhecemos o potencial das jogadoras e estamos confiantes nas conquistas que elas terão em 2025”, diz o CEO da EZZE Seguros, Richard Vinhosa.
“Para o Corinthians, é muito importante ter um patrocinador do porte da EZZE, que, inclusive, se antecipou e já ampliou seu investimento no clube para o próximo ano, expandindo sua participação também ao futebol feminino profissional e ao sub20 masculino. O novo acordo intensifica ainda mais essa relação entre as marcas, traz novos ativos para o patrocinador e reforça a valorização do Corinthians enquanto plataforma de patrocínio”, comemora Vinicius Manfredi, Superintendente de Marketing do Corinthians.
A Smiles Viagens, operadora de turismo da GOL, junto com a Assist Card – multinacional de assistência integral aos viajantes – anunciam o lançamento da Any Reason. A cobertura permite que os clientes da operadora tenham flexibilidade e reembolso sem complicação, caso precisem cancelar a viagem por qualquer motivo.
Em linhas gerais, as multas de cancelamento só são cobertas pela seguradora em casos de doenças, internações e outros motivos bem específicos. “Este é o diferencial que criamos para a Smiles Viagens, pois se o viajante simplesmente desistir da viagem, as multas de cancelamento serão cobertas pelo seguro”, explica Alexandre Camargo, diretor-geral da Assist Card no Brasil.
O reembolso é válido para todos os produtos adquiridos pelo consumidor para compor a viagem, como passagem aérea, hospedagem, atividades, transfer entre outros. “Ficamos felizes em anunciar essa novidade para os nossos clientes, que podem adicionar o seguro-viagem e fazer o cancelamento sem preocupações. Também estamos animados em estreitar ainda mais nosso relacionamento com a Assist Card, que complementam nossas experiências e trazem segurança aos nossos clientes” diz Rodrigo Possatto, diretor da Smiles Viagens.
Com quase 30 anos de trajetória no mercado de benefícios, o executivo Ricardo Steiman assumiu nesta segunda-feira (4) a posição de Chief Benefits Officer (CBO) da Inter Risk, holding de seguros, resseguros e benefícios que tem como sócio o grupo americano Amwins. O objetivo é posicionar a operação brasileira entre as dez maiores do país, em linha com a posição global da Amwins Group Benefits, responsável pela colocação de US$ 6.2 bilhões de dólares e mais de 5 milhões de vidas seguradas.
Steiman é economista, com pós-graduação em gestão de saúde, e uma longa trajetória na área de benefícios. A corretora que criou em 1999 foi comprada por uma multinacional líder do setor em 2007. Na época, ele assumiu um cargo de executivo na empresa, na qual permaneceu por 15 anos, alcançando a posição de CCO. Em 2022, foi convidado pelo grupo Dasa para se tornar sócio da Dasa Empresas, onde foi responsável pela área comercial e relacionamento com o mercado.
O economista chega a Inter Risk de olho em uma fatia relevante das 50 milhões de pessoas que possuem benefícios corporativos no Brasil. O foco, explica, é crescer mantendo a excelência no atendimento que é uma característica da Inter Benefícios, cujo NPS (métrica de avaliação de qualidade pelos clientes) alcança 92% de satisfação.
“Hoje, cerca de 30% das vidas corporativas administradas no Brasil estão concentradas em apenas 10 corretoras, embora existam mais de 10 mil em operação. Vamos desenvolver ainda mais a estrutura da Inter com o objetivo de atrair a gestão dos benefícios dos clientes que já estão na casa (cross-sell) e também novos clientes”, afirma Steiman.
Fernando Coelho, Chief Strategy Officer (CSO) da Inter Risk, destaca a sinergia entre as trajetórias de Steiman e a da corretora. A preocupação com compliance e relacionamento local com apoio global é comum aos novos parceiros, por exemplo.
“É com grande satisfação que anunciamos a chegada de Ricardo à nossa equipe. Ricardo desenvolveu habilidades no estabelecimento e na manutenção de relações estratégicas com operadoras e prestadores de serviços, incluindo hospitais, clínicas e redes de laboratórios, e a Inter Risk é reconhecida por sua abordagem de boutique e sua especialização em gerenciamento de riscos complexos. É com essa abordagem que oferecemos soluções sob medida e eficazes para nossos clientes, aliando tecnologia de ponta e mecanismos de controle rigorosos. A integração de Ricardo à nossa equipe, além de trazer ao time um dos executivos mais respeitados do mercado brasileiro de Benefícios, reforça nosso compromisso contínuo em expandir nossa capacidade de atendimento, através de uma abordagem cada vez mais consultiva”, afirma Coelho.
De acordo com Steiman, que demonstra grande entusiasmo neste novo desafio, a Inter Benefícios desenvolve estratégias voltadas tanto para o crescimento orgânico quanto para a expansão por meio de aquisições.
“Essas abordagens nos dão a confiança necessária para aprimorar nosso posicionamento no mercado de Benefícios e permanecer entre as corretoras mais destacadas do país”, completa.
Quem pedala por ruas, estradas, trilhas e participa de provas e pedais em pelotão, precisa se proteger contra acidentes. O prejuízo com a queda de um ou mais ciclistas é grande. Somente o quadro da bicicleta representa 70% do valor dela. Pior ainda se quebrar um monte de itens juntos: pneu, catraca etc. Para alertar e divulgar a importância do seguro bike, a Fairfax Seguros (FF Seguros) levou uma equipe de corretores, que também são ciclistas, para participar do L’Etape Campos de Jordão.
O desconhecimento acaba sendo principal razão para a reduzida contratação do seguro bike que é muito útil por incluir coberturas para roubo, furto, acidentes e até indenização terceiros. Para quem não faz ideia de preços, o seguro da FF Seguros protege bicicletas de R$ 500 reais até R$ 120 mil, incluindo as elétricas. O valor da franquia varia em função do valor da bicicleta, em torno de 10% do valor da bike. É um produto flexível que pode ser montado com cobertura para roubo e furto ou somente a cobertura para acidentes, envolvendo terceiros. Cada um personaliza o seguro da maneira que quiser.
Para divulgar o seguro flexível para bicicletas, em 2024, a FF Seguros patrocinou a temporada 2024 do L’Etape Brasil, com etapas realizadas em Cunha, Rio de Janeiro e em Campos de Jordão.
Na última etapa, em Campos de Jordão, realizada em 28 de setembro, a FF Seguros levou profissionais que pedalam, com muita experiência neste tipo de seguro. Conheça alguns dos participantes do time FF Seguros na L’Etape Brasil Campos de Jordão:
Como diretor comercial da FF Seguros, Marcel Giacon teve a ideia de convidar corretores, que também são ciclistas, para pedalar no L’Etape Campos de Jordão.
“Além de engajados nesta atividade esportiva, são distribuidores de seguros e, melhor do que ninguém, sabem da importância desta proteção”, afirma Giacon.
Com experiência no pedal, Giacon fez parte do time de ciclistas. O diretor comercial da FF Seguros começou a pedalar em 2011, por orientação médica, para diminuir o volume de corrida. Desde então, a bicicleta nunca mais saiu da minha vida dele. “Com a mesma bike, participei de algumas edições do Troféu Brasil de Triathlon e também estive no L’Etape Brasil, em Cunha, no Rio de Janeiro, em 2015”, conta.
A corretora de seguros, Mayra Bianchini, pedala de 3 a 5 vezes por semana pelas estradas vicinais em Sorocaba há, pelo menos, 10 anos. Na etapa L’Etape Campos de Jordão, ela integrou o time FF Seguros.
“Acredito que as pessoas sentem confiança em mim quando precisam de seguro para bike porque eu pratico e conheço bem a atividade”, afirma. Na Bianchini Corretora de Seguros, a proteção para bike deslanchou, com forte representatividade no total de contratos.
“Muitos optam por seguro com cobertura Internacional para provas fora do país. Não é só por conta do risco de mala extraviada, mas também devido aos danos físicos na bike durante o voo. O seguro cobre roubo, queda e qualquer dano durante a viagem”, explica Mayra Bianchini. “O quadro representa em torno de 70% do valor da bike. Se o quadro entorta durante a viagem, é preciso trocar para não colocar em risco a vida da pessoa”, completa.
Integrante de time FF Seguros no L’Etape Campos de Jordão, o CEO da Odlevati Corretora de Seguros, Arnaldo Odlevati Junior, avalia o principal motivo que leva as pessoas a contratar um seguro para bicicleta ainda é o risco de roubo e furto. Mas, no dia a dia, o seguro acaba sendo acionado por conta de acidentes nos pedais, principalmente, com participação de bastante gente. “É muito fácil cair e quebrar roda, câmbio, quadro e outras itens da bicicleta”, diz.
“No Letape, algumas pessoas tiveram acidente com bike e caíram. É importante ter o seguro com cobertura para acidentes”, afirma.
Na avaliação do sócio fundador da MCGS Corretora de Seguros, Marcelo Guirao, integrante do time FF Seguros do L’Etape Campos de Jordão, a busca por um estilo de vida saudável, somado ao aumento de provas de bikes no Brasil, resultaram em um maior número de pessoas pedalando e contratando seguro para a bicicleta.
“Gosto de fazer seguro de bike completo com danos a terceiros. Se o ciclista bate na porta de algum carro, a responsabilidade é dele pagar e reparar o carro”, explica Guirao.
Ele relembra a história de uma cliente que se enroscou com outra ciclista em um pelotão de bike. “Minha cliente foi culpada. A bicicleta dela deu perda total e a bike da outra pessoa teve perda parcial. A seguradora indenizou a bike da minha cliente e também a da outra ciclista”, diz Guirao.
“Foi uma experiência fantática”, disse o corretor Luiz Carlos Alvarez Morales Júnior sobre o L’Etape Brasil Campos de Jordão. Foi sua primeira vez participação em uma prova de bike.
Há 35 anos no comando da Lar Corretora de Seguros, Morales Júnior explica que pedala há 20 anos, em grupo, por diferentes lugares de São Paulo, interior e em outros países. São passeios e não prova de ciclismo.
Começou a pedalar há 20 anos, quando criou a União dos Corretores de Seguros (UCS), junto com outros corretores da associação para a prática de hábitos saudáveis e bem-estar. “Consegui perder 33 quilos”, diz.
Nas pedaladas, Morales Junior nunca passou por acidentes graves. O único problema que teve com sua bike foi com um furo que rasgou a câmera do pneu. “Não tinha reserva. Acionei a seguradora e trocaram a câmera por uma nova”, diz.
Em São Paulo, Luiz Carlos conta que é a maior parte dos sinistros, na carteira de clientes da corretora, está relacionada a roubos. “Há 2 meses, tivemos uma bicicleta roubada, em torno de 40 mil”, afirma.
O casal proprietário da Provence Corretora de Seguros, Máyra Konishi de Carvalho e Rodrigo de Carvalho, pedalam há 10 anos na região de atuação da corretora, Vale do Paraíba. Experientes nesta prática esportiva, integraram o time da FF Seguros no L’Etape Brasil Campos de Jordão.
Máyra Konishi de Carvalho conta que o maior risco do ciclista é em relação aos acidentes. “A chance da queda do que de roubo quando se treina diariamente. Na corretora, temos mais registros de quedas”, afirma Máyra.
“Na bike, em uma descida com pedras soltas no asfalto, cai e uma roda de carbono amassou. Esse tipo de roda fica imperfeita com reparo. Acionei o seguro e acabei fazendo negociação com a seguradora e recebi R$ 8 mil”, diz Máyra. Ela explica que o custo das rodas da bike dela é de R$ 16 mil, mas há modelos com rodas no valor de R$ 40 mil.
Também o marido e corretor, Rodrigo de Carvalho, já trincou o quadro de duas bicicletas, em diferentes ocasiões. Ambas tiveram os quadros trincados e outros componentes da bicicleta danificados.
Ciclista há 10 anos, a sócia e vice-presidente de marketing e estratégia de negócios da Gallagher Corretora de Seguros, Carla Abrunhosa, integrou o time da FF Seguros no Letape Brasil Campos de Jordão. Com umafrota de 6 bikes seguradas, Carla está acostumada a provas de ciclismo e triathlon no Brasil e no exterior.
Uma única vez, passou por acidente, tendo seu capacete quebrado em três partes. “Como eu tinha cobertura de acessórios, ele foi pago integralmente, após acionar a franquia que era 15% do valor da bike. Na época, o capacete custava cerca de R$ 2,8 mil”, explica.
Na Gallagher Corretora de Seguros, os clientes costumam acionar o seguro bike por variados riscos, desde acidente a roubos. “A maior parte dos contratos de seguro bike na corretora se divide entre Rio de Janeiro e São Paulo”, diz Carla Abrunhosa.
O diretor da Mx Seguros, Renato Olbi, participou pela primeira vez do L’Etape Brasil Campos de Jordão no time da FF Seguros.
Acostumado a pedalar, Olbi explica que nunca precisou usar o seguro de sua bicicleta, mas a corretora tem registro de imprevistos, principalmente roubos de bike, acionados pelos clientes, concentrados na cidade de São Paulo e interior, como Campinas, Jundiaí, entre outras cidades.
A jornalista Adriana Aguilar reforçou o treino de bike para integrar o time da FF Seguros e, assim, completar o percurso curto da prova do L’Etape Brasil Campos de Jordão. Acostumada a correr longa distância, soma 10 maratonas em 2024. As duas últimas foram em cidades grandes, em Nova York e, a última, São Paulo.
Já com a bicicleta, anteriormente, em 2018, participou da prova GFNY Portugal, com percurso de 162 kms. Antes, em 2017, participou da prova de triathlon olímpico em Coronado, na Califórnia.
“Nunca teve de acionar o seguro para acidentes com a bicicleta. E procuro pedalar no meio de outros ciclistas para evitar roubos”, afirma Adriana Aguilar.
O escritório Costa, Albino & Rocha Sociedade de Advogados (CAR) realizou nesta quinta-feira, 31, o 2º Seminário Internacional de (Re)Seguros, evento que debate temas nas áreas de seguros, resseguros e grandes riscos. O seminário aconteceu no Centro Brasileiro Britânico (CBB), em São Paulo, e reuniu 210 pessoas, entre executivos, diretores de grandes empresas e corretores, representando mais de 50 companhias do setor.
Palestrantes de várias empresas como Sompo Seguros, Fairfax, Tokio Marine, Fator Seguros, Swiss Re, Mapfre e Marsh marcaram presença. Os debates giraram em torno do marco legal dos seguros, riscos emergentes, gerenciamento de crises, impacto das recuperações judiciais no mercado de seguros e seguros em obras públicas.
Um dos destaques foi o keynote speaker Sam Wakerley (sócio do escritório HFW), advogado britânico, head de seguros e resseguros do HFW no Oriente Médio, além de consultor de diversas empresas. Ele também atua em mediação, arbitragem e contencioso judicial, com ampla atuação no mercado global. Com sede em Londres, a HFW possui mais de 700 advogados no continente americano, Europa, Oriente Médio e Ásia-Pacífico. É parceira no Brasil da CAR.
Wakerley fez uma análise do mercado no Oriente Médio. Segundo ele, na região, o resseguro ainda não tem uma capacidade suficiente para atender às demandas, mas as oportunidades são boas devido à diversificação da economia. “Nós temos 15% do GPD (Produto Interno Bruto) e a economia cresce 5,6% ao ano”, revelou. Em sua análise, uma das razões para esta expansão no Oriente Médio é o fato de ter havido investimentos de muitos expatriados nos últimos tempos. “A indústria de seguros deverá crescer nos próximos anos”, garantiu. Wakerley vislumbra boas perspectivas em produtos de liability, saúde e decenal.
O advogado britânico ressaltou o papel da Arábia Saudita neste contexto. Além de ser o maior exportador de petróleo do mundo, o país se sobressai nas áreas de turismo e entretenimento e desenvolve projetos de energia renovável. Ele destaca também que os árabes vivem um cenário de grande transformação digital, com a potencialização dos serviços de e-commerce, fintechs e bancos digitais, por exemplo.
Em termos de Brasil, de acordo com Wakerley, as exportações para o Oriente Médio aumentaram de US$ 2,8 bilhões em 2023 para US$ 11,2 bilhões apenas no primeiro semestre de 2024. “Já as importações do Brasil da Liga Árabe correspondem a US$ 15 bilhões”, complementa. Em relação ao Catar, o comércio bilateral entre os dois países totalizou mais de US$ 871 milhões nos primeiros dez meses de 2024.
Ao final, o advogado citou o banco de dados do Dubai International Financial Centre (DIFC), espécie de plataforma que mede os índices de desenvolvimento do Oriente Médio, África e mais o sul da Ásia. Wakerley afirmou que há mais de 120 empresas relacionadas ao mercado de seguros/resseguros e que tem atraído “talentos globais”. Os setores envolvidos vão desde infraestrutura, energia, P&C, cyber, marine, entre outros. “A plataforma registrou prêmios emitidos da ordem de US$ 2,6 bilhões até o momento”, destacou.
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