Associação beneficente da Allianz lança relatório com as principais ações e resultados dos últimos dois anos

A Associação Beneficente dos Funcionários do Grupo Allianz Seguros (ABA) apresenta uma nova edição de seu relatório com as atividades desenvolvidas pela entidade. O documento traz as principais ações realizadas pela instituição nos últimos dois anos para suporte educacional e emocional dos frequentadores e o apoio às famílias da comunidade Santa Rita, localizada na zona Leste de São Paulo.

Em três décadas ininterruptas de atuação, completadas em agosto deste ano, a ABA contribui com a educação de crianças e adolescentes da região em situação de vulnerabilidade social. A entidade mantém um acompanhamento constante desse público com o objetivo de auxiliá-lo no processo educacional e no desenvolvimento para o mercado de trabalho e para a vida. Até hoje, a ABA já contribuiu com o desenvolvimento de mais de 10 mil pessoas por meio de aulas de dança, artes visuais, artes digitais, audiovisual, esportes e linguagem de programação, com trabalhos feitos em horário complementar à escola regular, por meio de um time de educadores. Além disso, a Associação facilita o acesso de adultos e idosos à cultura digital por meio de aulas de computação e uso de dispositivos móveis.

Eduard Folch, presidente da Allianz Seguros, destaca o comprometimento da empresa com a responsabilidade social. “A Allianz e sua equipe sempre estiveram alinhadas aos valores e propósitos da ABA e seu principal objetivo é assegurar que crianças, adolescentes e adultos em situação de vulnerabilidade possam acessar bens culturais, inovações tecnológicas, educação e práticas sustentáveis. Esse acesso é crucial para impulsionar a mudança social.”

Atual presidente da Associação, Marco Campos reforça que o relatório consolida os resultados tangíveis e consistentes do trabalho desenvolvido pela entidade, pautado pela transparência, ética, compromisso e respeito. “Ao completar 30 anos de trabalho, a ABA é um testemunho do nosso compromisso coletivo com a mudança social. Acreditamos no poder de proporcionar acesso a um futuro mais promissor e a um presente norteado pela educação”, declara. 

Principais marcos da ABA em 2022 e 2023

Após dois anos de distanciamento social devido à covid-19, a ABA voltou, em 2022, a receber presencialmente as crianças e os adolescentes atendidos pela instituição, bem como os seus familiares. Todos eles, assim como as emoções desafiadoras que surgiram durante a pandemia, foram acolhidos por meio do diálogo e da escuta atenta. No período, a Associação também retomou as apresentações de ballet no teatro depois de duas edições totalmente online exibidas no Portal ABA Digital.

Outro destaque do biênio foi o Programa de Desenvolvimento Socioemocional, que no mesmo ano completou uma década de seu lançamento. A iniciativa busca ensinar os participantes a identificar e a lidar com sentimentos e emoções por meio de técnicas de mindfulness.

Ainda em 2022, no mês de agosto, a ABA retomou sua Mostra de Artes Visuais e Digitais de forma presencial, com trabalhos inspirados no artista e produtor cultural indígena Jaider Esbel. Ao todo, foram recebidas mais de 800 pessoas em três dias de evento. Em dezembro, os frequentadores realizaram a segunda edição da Mostra, baseada nas obras de Adriana Varejão.

No ano seguinte, em 2023, a ABA registrou um crescimento de 114% no número de atendimentos em comparação com 2019. Atualmente, a instituição recebe cerca de 1 mil pessoas anualmente. Foi também em 2023 que Associação recebeu universitários internacionais em intercâmbio no Brasil para um encontro focado na troca de experiências, inspiração e aprendizado, auxiliando os jovens em seus projetos de vida. A interação ampliou a compreensão dos adolescentes sobre o mundo, oferecendo uma visão mais abrangente da diversidade e da globalização.

“A ABA está imbuída de uma missão inspiradora de fazer a diferença positiva na vida daqueles que atendemos, desde a infância até a idade adulta. Essa é a fonte de nosso propósito e paixão”, afirma Rose Oliveira, diretora da instituição. A intenção da Associação, de acordo com Rose, é ser uma fonte de inspiração e autoestima, contribuindo para que os atendidos possam reconhecer sua própria capacidade de crescer como cidadãos. “Nos esforçamos para que cada experiência na ABA possa fomentar sonhos e realizações”, finaliza.

IRB(Re) apura lucro líquido total de 260,2 milhões até setembro

O IRB(Re) registrou lucro líquido total de R$ 115,9 milhões no terceiro trimestre de 2024 (3T24), alta de 142,8% frente ao lucro de R$ 47,7 milhões apurado no 3T23. O resultado considera R$ 82,6 milhões de lucro recorrente e R$ 33,4 milhões não recorrentes, referentes à venda de terreno no Rio de Janeiro. Os números, divulgados hoje (12/11) conforme a Visão Negócio, mostram a evolução do ressegurador, que obteve resultado positivo pelo sétimo trimestre consecutivo. De janeiro a setembro (9M24), o lucro líquido somou R$ 260,2 milhões, representando mais que o dobro do resultado total verificado em 2023, que foi de R$ 114,2 milhões.

“Os resultados indicam uma tendência positiva e crescente, demostrando a consistência da estratégia de negócios. Neste trimestre, o lucro líquido foi influenciado pelo bom resultado de subscrição. Também registramos o efeito não recorrente da venda de um terreno no Rio de Janeiro. Vale ressaltar ainda a redução da sinistralidade e do índice combinado. A evolução contínua dos nossos números mostra que o processo de turnaround da companhia está consolidado e termina ainda em 2024. Além disso, evidencia a capacidade de entregar um resultado operacional sustentável, com rentabilidade”, afirma Marcos Falcão, CEO do IRB(Re), em nota.

Resultado de subscrição cresce

O resultado de subscrição totalizou R$ 117,9 milhões no 3T24, superior aos R$ 10,8 milhões verificados no 3T23. Considerando os 9M24, o resultado de subscrição chega a R$ 274,1 milhões frente a R$ 49,9 milhões nos 9M23. Vale ressaltar que este resultado já contempla os sinistros referentes às enchentes do Rio Grande do Sul. 

O prêmio emitido total – em linha com a estratégia de concentração de negócios no Brasil e de redução da participação no exterior – avançou 10,1%, no 3T24, na comparação anual, registrando R$ 2,2 bilhões. A participação de negócios firmados no Brasil alcançou 83% do portifólio no 3T24. 

Em relação ao volume, houve crescimento de 7,1% do prêmio emitido no Brasil na comparação com o 3T23, alcançando R$ 1,8 bilhão. Já o prêmio emitido no exterior, que representou 17% do portifólio, totalizou R$ 372,9 milhões no 3T24, alta de 27,1% em relação ao 3T23. Nos 9M24, o prêmio emitido total foi de R$ 5,1 bilhões, superior ao reportado nos 9M23 em 1,9%.

“Continuamos a concentrar negócios no Brasil, pois este é um mercado que conhecemos profundamente e observamos nele a oportunidade de aumentar a nossa rentabilidade. O mercado brasileiro vem apresentando crescimento orgânico e de taxas. Nos 9M24, nosso prêmio no Brasil teve alta de 10%, ultrapassando os R$ 4 bilhões. Ao mesmo tempo em que reduzimos em 21% no exterior. Destaco também que a linha Patrimonial cresceu sua participação na carteira de 35%, nos 9M23, para 44%, no 9M24”, diz Daniel Volpe, diretor Técnico de Subscrição do IRB(Re), que está substituindo o vice-presidente de Resseguros, Daniel Castillo, de férias.

Sinistralidade cai

O índice de sinistralidade, no 3T24, foi de 67,9%, melhor em 6,1 p.p. quando comparado com o mesmo período do ano anterior. Analisando de janeiro a setembro de 2024, a sinistralidade totalizou 63,8%, com melhora de 11,4 p.p. frente aos 9M23. Considerando a geografia, a sinistralidade dos contratos fechados no Brasil foi de 61% em linha com o registrado no ano anterior. Nos 9M24, fechou em 56%, 14 p.p. menor que nos 9M23. Já o índice de sinistralidade no exterior caiu 10,4 p.p. na comparação com o 3T23, fechando em 81,3%. Nos 9M24, foi de 82,8%, melhor 0,9 p.p. que um ano antes.

“A redução da sinistralidade ocorre, principalmente, devido à queda do índice em Rural, Riscos Especiais e Patrimonial. Algumas carteiras tiveram sinistralidade acima do esperado, como Aviação, Responsabilidade e Transporte. No entanto, por serem linhas menos representativas, não mudaram a tendência de redução da sinistralidade da companhia”, explica Volpe, acrescentando que o impacto da tragédia ocorrida no RS foi de R$ 5 milhões no 3T24, atestando a efetividade das reservas constituídas e do programa de proteção de carteira do IRB(Re).

O índice combinado – que inclui sinistralidade, comissionamento e demais despesas – passou de 110,2%, no 3T23, para 102,1%, no 3T24. No acumulado do ano, houve melhora em 7 p.p. totalizando 102,1% nos 9M24. “O índice combinado no segmento Não-Vida foi de 98% nos 9M24, uma queda de 8 p.p. ante os 9M23. Por outro lado, o índice combinado de Vida, nos 9M24, foi de 118%, alta de 7 p.p.. Esperamos que, com os ajustes realizados na carteira de Vida, o índice combinado do segmento tenda ao índice do Não-Vida no médio prazo, contribuindo para redução do índice combinado da companhia”, disse Volpe.

Índice de despesas administrativas estável

O índice de despesas administrativas fechou o 3T24 em 9%, em linha com o reportado no 3T23. As despesas gerais e administrativas do IRB(Re), no 3T24, totalizaram R$ 85 milhões. Valor 13% maior que o reportado no 3T23. No acumulado até setembro, as despesas administrativas se mantiveram inferiores aos 9M23 em 2%, totalizando R$ 244 milhões, com índice de 8,4%. 

O resultado financeiro e patrimonial totalizou R$ 196,4 milhões, superior ao 3T23 em 7,4%. No acumulado do ano, alcançou R$ 504 milhões, maior do que o 9M23 em 19%. Vale destacar que o aumento foi influenciado pela venda do terreno no Rio de Janeiro, que beneficiou o resultado patrimonial em R$ 37 milhões.

“Encerramos o 3T24 com R$ 8,5 bilhões em ativos financeiros, em linha com o reportado no 3T23. A alocação destes recursos pode ser dividida em 61% de ativos no Brasil e 39% no exterior”, informa Paulo Valle, diretor-geral da IRB(Asset), braço de investimentos do ressegurador.

Suficiência nos indicadores regulatórios

O IRB(Re) deve observar dois indicadores regulatórios, conforme dispõe normativo da Susep, órgão responsável pela supervisão do setor de seguros e resseguros: Índice de Suficiência de Patrimônio Líquido Ajustado em relação ao Capital Mínimo Requerido (CMR) e o Índice de Cobertura de Provisões Técnicas. Em 30 de setembro de 2024, a companhia apresentou suficiência em ambos os índices.

“O primeiro indicador, Índice de Suficiência de Patrimônio Líquido Ajustado, fechou o 3T24 com suficiência de R$ 892 milhões, uma elevação de 67% em relação ao registrado no fim do ano passado. O que significa uma suficiência de 183%. O resultado se deve, principalmente, à queda do capital mínimo requerido e ao aumento do Patrimônio Líquido Ajustado. O Índice de Cobertura de Provisões Técnicas encerrou o 3T24 com suficiência de R$ 599 milhões”, diz Eduarda La Rocque, diretora de Controles Internos, Riscos e Conformidade do IRB(Re).

IFRS 17

O IRB(Re), além de reportar seus números considerando a Visão Negócio da IFRS 4, utilizada pelo regulador setorial, a Susep, publicou seus resultados do 3T24 em IFRS 17, metodologia adotada pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM). A norma internacional, direcionada ao mercado de seguros e resseguros, trata os fluxos operacionais trazidos a valor presente, considerando o valor do dinheiro no tempo. 

Considerando a IFRS 17, o resultado da companhia no 3T24 foi positivo em R$ 192 milhões, ante lucro líquido de R$ 44 milhões no 3T23. Nos 9M24, chegou a R$ 623 milhões. “O resultado trimestral é explicado, principalmente, pelo aumento da receita com resseguros no valor de R$ 227 milhões. Além disso, houve variação positiva na retrocessão, com efeito no resultado líquido de R$ 238 milhões, gerado pela recuperação de sinistros no período. E, por fim, o resultado financeiro líquido teve uma redução de R$ 71 milhões, impactado pela variação do câmbio no trimestre”, afirma Falcão.

Grupo Bradesco Seguros promove pré-conferência do CQCS Insurtech & Inovação 2024

Fonte: Bradesco

Nesta segunda-feira, 11, lideranças do Grupo Bradesco Seguros e do CQCS receberam os palestrantes internacionais que farão parte da programação do CQCS Insurtech & Inovação 2024. A iniciativa teve como objetivo iniciar as importantes discussões sobre o mercado segurador, que permearão os dois dias da Conferência.

“Essa é uma oportunidade única de conhecer e estar junto a palestrantes qualificados de diversos locais do mundo, permitindo trocas riquíssimas, com debates sobre cenários de outros países, além de analisar o que pode ser desdobrado para o setor de seguros no Brasil”, ressaltou Alexandre Nogueira, Diretor de Marketing do Grupo Bradesco Seguros.

Na ocasião, os palestrantes internacionais ressaltaram os diferenciais dos serviços oferecidos pelas suas Companhias, bem como as percepções das oportunidades e desafios do mercado segurador brasileiro. Dentre eles estavam: Amin Toufani, CEO da T Labs; Marcelo Picolo, diretor executivo da Solera; Rodrigo Garcia, CEO e cofundador da Suyana; Mirka Vahtera, Strategic Insurance & Broker Accounts Lead da ICEYE; Chad Hersh, head de desenvolvimento de mercado global da AWS; e Tim McCosh, CEO e cofundador da Yokahu.

Também presente no evento, Gustavo Doria Filho, fundador do CQCS, destacou a importância do acesso às inovações e conexões promovidas pelo evento, que acontece nesta terça e quarta-feira (12 e 13), no PRO Magno Centro de Eventos.

Expansão de elétricos no Brasil gera desafios para setor segurador e indústria automotiva

cop 29 seguros cnseg

por Carla Simões

No caminho da descarbonização, os carros elétricos terão papel relevante no Brasil gerando assim um desafio para o setor segurador.  O país conviverá com uma frota multi-tecnologia de cada vez mais carros e ônibus elétricos e híbridos ao lado dos modelos convencionais.  Essa foi uma das conclusões durante o debate “Expansão do mercado de veículos eletrificados no Brasil: reflexos na indústria automotiva e no setor de seguros”, durante a COP 29, em Baku, no Arzebaijão, entre CNseg, CNT e Anfavea. 

Hoje, os desafios para a expansão de veículos elétricos e híbridos no Brasil são vários. Entre eles estão a ausência de incentivos governamentais significativos, a falta de infraestrutura adequada e a carência de regulamentação e normas técnicas específicas. Apesar disso, as vendas estão crescendo fortemente. 

Segundo dados da Anfavea, até outubro, foram vendidos 140 mil veículos eletrificados, 7,16% de todos os veículos vendidos no setor automotivo do Brasil em 2024. No ano passado, foram 94 mil. E a expansão continuará. A entidade projeta que a venda de VE’s leves pode ultrapassar a de veículos a combustão, atingindo 1,5 milhão em 2030 e podendo representar mais de 90% das vendas em 2040. 

A própria Anfavea levanta pontos importantes para este avanço como desenvolver um ecossistema abrangente, que inclui a cadeia de fornecedores, infraestrutura (principalmente postos de recarga e pavimentação), geração e distribuição de energia, produção de biocombustíveis, definição de normas técnicas e elaboração de políticas de incentivos. 

O diretor-executivo da Anfavea é a favor da eletrificação da frota e acredita em múltiplas tecnologias para descarbonizar os veículos e reduzir a emissão de CO2 na atmosfera.  “Se vamos seguir uma rota via uso de biocombustível, elétrico ou hidrogênio é questão comercial das empresas. Esse movimento é inescapável. Para o setor automotivo é algo que não podemos mais voltar. Os consumidores estão buscando isso”, disse Igor Calvet. 

O presidente da CNSEG, Dyogo Oliveira, afirma que o setor segurador está acompanhando esse processo e se preparando para uma maior presença dos carros eletrificados no mercado. “O carro elétrico tem diferenças significativas do ponto de vista do seguro. Se danificar a bateria em um acidente é melhor dar perda total. O setor segurador precisa se preparar para isso.” disse o presidente. O crescimento da frota eletrificada, no entanto, deve melhorar a oferta de peças e técnicos especializados no reparo desses veículos, reduzindo seus custos. 

A Confederação Nacional dos Transportes é convergente de ter uma multitecnologia para o transporte brasileiro. A descarbonização tem que ser vista na cadeia como um todo e uma das experiências que temos é o álcool que é uma grande alternativa no debate da descarbonização, disse o presidente Vander Costa. 

“A eletrificação já é realidade e pode ser solução pra transporte urbano no País e o álcool pode ser melhor alternativa para os veículos que percorrem grandes distancias”, concluiu. 

Tendências, desafios e oportunidades no mercado de seguros brasileiro

Quer entender qual o cenário atual e as tendências para 2025 do mercado de seguros, que deve encerrar o ano com vendas próximas a R$ 400 bilhões? Então acompanhe as notícias sobre o CQCS Insurtech & Inovação, maior evento de inovação em seguros da América Latina, que acontece dias 12 e 13 de novembro, no Pro Magno Centro de Eventos, em São Paulo. Praticamente 100% do PIB de seguros está presente no evento.

A programação do CQCS Insurtech & Inovação 2024 é dividida em duas partes: pela manhã, o evento oferece palestras dos Keynote Speakers — líderes globais em inovação e proteção — que trarão suas perspectivas sobre o futuro dos seguros, com a participação de especialistas da América Latina, Europa, Ásia e América do Norte. 

No período da tarde, o evento disponibiliza painéis simultâneos em cinco salas, onde serão discutidas diretrizes e oportunidades de crescimento para o setor. Essas sessões permitirão que o público conheça experiências de players importantes de diferentes países e discuta novas formas de expandir o mercado de seguros de forma mais conectada e inclusiva.

Praticamente impossível acompanhar todos os debates, mas o Sonho Seguro elegeu alguns temas prioritários para a cobertura, usando também notícias do CQCS, com o devido link para a leitura completa das matérias. Este post será atualizado até quinta-feira, com a cobertura se encerrando no pós evento diante da sua grandiosidade.

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CQCS ABERTURA

A inteligência artificial e o seguro se conectam a todo instante. No dia 12/11 foi o primeiro dia do CQCS Insurtech & Inovação e levou os mais de dois mil participantes à reflexão sobre o papel da tecnologia, destacando a importância da inteligência humana. 

Pedro London, diretor executivo do CQCS, realizou a abertura do evento e iniciou seu discurso agradecendo a presença de todos. Ele valorizou a jornada de trabalho ao lado do Gustavo Doria Filho, idealizador do evento. “É uma alegria caminhar ao lado de um amigo, onde aprendo a todo o instante com sua liderança e proatividade, em todos os momentos”. 

Gustavo Doria Filho, fundador do CQCS, lembrou que a chegada da Inteligência Artificial no Mercado de Seguros gerou inquietação para os profissionais do setor, que se viram diante da possibilidade do trabalho humano ser substituído pela tecnologia, porém, as iniciativas técnicas auxiliam os procedimentos no que diz respeito a Formatação de Produtos, Precificação, Gerenciamento de Riscos, Atendimento ao Cliente, Assistência 24 horas, Gestão das Indenizações, Renovações e Relações com os Corretores.

“Nós chegamos a conclusão de que a Inteligência Artificial está em todo lugar e nos perguntamos onde o ser humano fica nessa jornada. Temos muito a caminhar. É preciso haver o trato adequado e isso precisa acontecer em todas as companhias. Os sistemas ainda não se integram e é preciso organização. Sozinha, a tecnologia não consegue se colocar no lugar do ser humano. A real transformação virá de uma maneira rápida e quanto mais humanos formos, menor a possibilidade da Inteligência Artificial dominar a inteligência humana”, concluiu. 

O diretor presidente da Bradesco Vida e Previdência, Jorge Nasser, destacou que a inteligência artificial não é coisa do futuro: é passado e presente. No entanto, é preciso saber utilizá-la da maneira correta, especialmente no Mercado de Seguros. Apesar da importância, a IA não conseguirá substituir o que é humano, a empatia, emoção, tolerância e a proximidade daquilo que é o entendimento e a realidade das pessoas. 

CQCS CEOS

O tema “Como a tecnologia e a inovação vão transformar o seguro nos próximos anos” foi pauta do debate que reuniu Ivan Gontijo, Presidente do Grupo Bradesco Seguros, Paulo Kakinoff, CEO do Grupo Porto, Eduardo Dal Ri, CEO do Grupo HDI e Felipe Montenegro, CEO da Caixa Seguridade. A discussão evidenciou o compromisso das liderança sem tornar o seguro cada vez mais acessível, eficiente e personalizado, destacando a união da Inteligência Artificial, análise de dados e plataformas digitais para fortalecer uma indústria conectada é centrada no cliente, onde as experiências digitais facilitam a o dia a dia de todos os envolvidos e ajudam a impulsionar um futuro promissor e inovador. 

CQCS HELDER MOLINA

Hoje, 14, o CEO da MAG Seguros, Helder Molina, receberá em sua casa cerca de 80 representantes da Central Única das Favelas (CUFA) do mundo inteiro, que participam do G20, grupo que reune as maiores economias do mundo. “Minha família está no setor de seguros há muitos anos, mas esse é o projeto da minha vida”, afirmou Molina. “Quero ir embora e deixar algo importante como este projeto”, disse ele durante o evento CQCS Insurtech & Inovação. A CUFA está envolvida no G20 por meio do G20 Favelas, uma iniciativa que visa levar as demandas das favelas para o cenário global. Trata-se de uma cúpula social organizada pelo governo brasileiro para ampliar a participação da sociedade civil nas decisões do G20, no evento que acontece no Rio entre 14 e 16 de novembro.

CQCS SEGUROS E PREVIDÊNCIA

No primeiro dia do evento, a sala Marcelo Blay, debateu o tema “A Tecnologia e os Seguros de Vida e Previdência – Para onde estamos indo?”. Estiveram presentes no painel o Presidente da Bradesco Vida e Previdência e da Bradesco Capitalização, Jorge Nasser, a Presidente da Brasilprev, Ângela Assis e o Presidente da MetLife Brasil, Breno Gomes. os especialistas refletiram sobre o compromisso das seguradoras em adaptar seus processos e utilizar inovações tecnologias para otimizar a gestão de riscos e a experiência do cliente. Visando um futuro mais conectado e ágil, os produtos estão cada vez mais alinhados às principais expectativas dos consumidores, prometendo ainda avanços significativos para os próximos anos. 

CQCS SEGURO E PREVIDÊNCIA EM TRANSFORMAÇÃO

 “Seguros e Previdência em Constante Transformação”, reuniu três grandes nomes do setor que compartilharam suas perspectivas sobre como a longevidade, as novas tecnologias e as mudanças no comportamento dos consumidores estão moldando o futuro dos produtos de seguros e previdência no Brasil. Na sala denominada “Vinicio Fonseca”, Nilton Molina, presidente do Instituto de Longevidade da MAG, Silas Kasahaya, CEO da Samplemed, e Alexandre Dominguez, CEO da ALM, discutiram como o mercado de seguros e previdência está se adaptando a um cenário em constante evolução.

CQCS DADOS E AI EM SEGURO DE PESSOAS

O tema “Dados e Inteligência Artificial transformando o seguro de pessoas e previdência”. Estiveram presentes no painel o Presidente do Fórum Mário Petrelli, Marco Antonio Gonçalves, o CEO da CAPEMISA Seguradora, Jorge Andrade e o Presidente da PrevData, Carlos de Paula. Os especialistas destacaram os impactos transformadores dos dados e da Inteligência Artificial para o Mercado de Seguros. A troca de ideias ressalta como as tecnologias estão permitindo que as seguradoras personalizem produtos, otimizem processos e ofereçam uma experiência mais eficiente, tornando o setor mais ágil, preciso e preparado para atender às novas demandas, consolidando uma era modificada para os serviços de seguros. 

CQCS RESSEGURO

Jailson Meireles, diretor da Confitec; Rodrigo Botti, executivo do mercado financeiro; e Eduardo Toledo, vice-presidente de Resseguros da Alper Seguros participaram do painel intitulado “Resseguro na Era Digital”. Questionado sobre a democratização do resseguro no Brasil, Eduardo Toledo, vice-presidente da Alper Seguros, destacou o progresso que o país tem feito nesse sentido. “Estamos dando passos largos, e o Brasil é um mercado com potencial decisivo para esse setor. Acho que estamos no caminho certo, e o país vem se preparando, apesar de ainda sermos novos nesse conceito,” concluiu Toledo, demonstrando otimismo quanto à evolução do mercado de resseguros no território nacional.

CQCS EDUCAÇÃO

Valdirene Secato, diretora executiva da Bradesco Seguros, Rafael Domingues Conessa, diretor comercial e marketing CAIXA Vida e Previdência, e Pedro London, diretor executivo do CQCS Conhecimento debateram sobre ‘Capacitando em Seguros para a era exponencial’. Durante o evento, Pedro London lançou, em primeira mão, o CQCS Conhecimento, a plataforma de educação do CQCS, a maior comunidade de profissionais do setor de seguros do mundo. Em parceria com a Suhai Seguradora, o CQCS conta com um case, a Suhai Capacita, que tem aulas ao vivo, atividades externas, com certificados, acesso a vídeos, podcasts e outros conteúdos em diferentes formatos bem como a gamificação integrados com dados. “A gente tem, hoje, mais de 40 mil cadastros. Sabemos o quanto a vida dos parceiros é corrida e, ainda assim, alcançamos mais de 25 mil acessos único”, disse. 

CQCS CAPITALIZAÇÃO

Otimizar processos, ampliar a análise de grande volume de dados e personalizar produtos são algumas das possibilidades que a inteligência artificial proporciona aos mais variados segmentos. Devido à presença cada vez maior dessa tecnologia no dia a dia de pessoas e empresas, o CQCS Insurtech & Inovação 2024, evento que teve início nesta terça-feira (12/11), em São Paulo, trouxe o tema para o painel “Capitalização na Era da IA e do Digital”. O presidente da Federação Nacional de Capitalização (FenaCap), Denis Morais, participou do debate abordando as principais aplicações dessa ferramenta no setor. Ele destacou ainda as questões de governança e segurança envolvidas nesse processo.

CQCS MONITORAMENTO DE CLIMA

Durante o CQCS Insurtech Inovação, realizado em São Paulo, Mirka Vahtera, líder de contas estratégicas de seguros e Llder da EMEA na ICEYE, detalhou o apoio oferecido pela empresa a empresas e governos na resposta a inundações, tanto no Brasil quanto em outras regiões afetadas por desastres naturais.

CQCS SEGURO DE VIDA

O painel “Reinventando o Seguro de Vida Todo Dia” trouxe para discussão os desafios e oportunidades do mercado de seguros de vida no Brasil. O debate contou com a presença de Nuno David, diretor comercial de marketing da MAG Seguros, Ramon Gomez, vice-presidente comercial da MetLife, e Rogério Araújo, sócio da TGL Corretora de Seguros.
O debate reforçou a necessidade de inovar no setor, buscando um equilíbrio entre a evolução tecnológica e a inclusão de um público diverso e, muitas vezes, desassistido. Os participantes enfatizaram a importância de adaptar o seguro de vida às diferentes realidades do Brasil e de investir em educação para que a população entenda e valorize a proteção financeira proporcionada pelo seguro.

CQCS CARIBOU HONIG

Caribou Honig destacou os principais limites do conhecimento e das inovações. O Sócio Geral da SemperVirens, destacou ser importante lembrar que as ações no setor de seguros  impactam diretamente as pessoas. Embora tecnologias sejam celebradas e ofereçam avanços, também trazem desafios e implicações. “Muitas recebemos propostas de seguros  com valores variados, algumas sem coberturas essenciais, como incêndio, e até recusas de empresas que não estavam interessadas em oferecer apólices. Em uma das cotações. Essas experiências expõem um “mercado perdido”, onde há uma necessidade real, mas os produtos oferecidos não atendem às expectativas e necessidades dos consumidores. Precisamos ser conscientes do impacto que as escolhas do setor de seguros causam nas pessoas e na sociedade”, disse. 

CQCS ALLIANZ

Manuela Diviach, head de Operações, Organização e Dados da Allianz SE, apresentou uma visão detalhada sobre o papel da confiança e da transformação digital como pilares de sucesso a longo prazo na era da inteligência artificial. Ela destacou que empresas centenárias, como a Allianz, a Coca-Cola e o JP Morgan, compartilham mais do que apenas sua longevidade: sustentam sua posição de liderança por meio da capacidade de inovar e de manter a confiança como valor central em suas operações. “A confiança é o valor fundamental, e somos reconhecidos no setor financeiro como uma das empresas mais confiáveis do mundo. No entanto, ela deve evoluir junto com os desafios, especialmente no contexto da inovação tecnológica”, afirmou Diviach.

CQCS USO DE DADOS

Rafael de Albuquerque, CEO da Zoox, Eduardo Viegas, vice-presidente de Operações da Kovr Seguradora, e Antonio Sánchez, vice-presidente do Departamento de Dados e Conectividade da Solera, estiveram no painel “Dados na Criação de Novos Negócios”. Os especialistas discutiram as melhores práticas para coletar, analisar e interpretar dados, transformando informações brutas em insights valiosos que ajudam na tomada de decisões estratégicas.

CQCS PRECIFICAÇÃO

Durante o painel “Precificação Inteligente & Tecnologia”, Alexandre Schujmann, CEO e fundador da Cost House, Ricardo Lachac, head LATAM da Earnix, e Gilvan Braz, consultor de mercado da CARBIGDATA, abordaram a importância da análise de dados e inteligência artificial na definição de preços mais precisos e competitivos. A tecnologia está transformando a precificação de produtos e serviços, oferecendo soluções que permitem uma definição de preços mais precisa e competitiva.

CQCS SANDBOX, RESSEGURO E CAPITAL DE RISCO

Camila Leal Calais, sócia do Mattos Filho, Rafaela Barreda, diretora-presidente do Lloyd’s Brasil, e Rafaela Andrade, partner da Mundi Ventures, debateram o “Sandbox, Resseguro e Capital de Risco: Caminhos de Inovação para o Seguro” do CQCS Insurtech & Inovação 2024, destacaram como as empresas oferecem um ambiente controlado para a experimentação de novas soluções e tecnologias, permitindo que seguradoras testem produtos inovadores, o que estimula a criatividade e a agilidade.

CQCS MGA

No painel “MGA como modelo de ampliar possibilidades de proteção a novos riscos” no primeiro dia do CQCS Insurtech e Inovação 2024, Daniel Lamboy, CUO da Latú, Adriano Guatimosim, sócio do escritório de advocacia Mattos Filho, e Solon Barreto, vice-presidente comercial da Alba Seguradora, discutiram o impacto crescente das MGAs no setor de seguros, especialmente no que diz respeito à maior agilidade, inovação e regulação.

CQCS EXPERIÊNCIA AFRIACANA

De acordo com Tunde Saloko, CEO do Africa Insurtech Lab, o gap de proteção na África é grande e exige atenção: “A África tem uma população de 1,6 bilhão de pessoas localizada no centro do globo. Quando você olha esse continente, [percebe que] tem uma penetração de menos de 3%”, disse o executivo. Pensando nisso, os trabalhos da empresa africana – que agrega todas as partes interessadas no mercado de seguros e tecnologia –  giram em torno de três setores verticais principais, sendo a criação de empreendimentos um dos focos principais. O compromisso é de construir e co-construir empreendimentos inovadores centrados em seguros, destinados a resolver problemas da massa.

CQCS MUDANÇAS CLIMÁTICAS

O tema “O Seguro minimizando perdas em tempos de mudanças climáticas” foi debatido por Rivaldo Leite, CEO de Seguros do Grupo Porto, Adiel Avelar, presidente da Copart Brasil, e pelo CEO da Sancor Seguros. Eles evidenciaram o importante papel do seguro na minimização de perdas causadas por desastres naturais, especialmente em um cenário de mudanças climáticas. A discussão entre os líderes ressaltou como a adaptação às novas condições climáticas vem transformando a maneira como as seguradoras oferecem proteção e enfrentam os desafios rápidos pelo aumento da frequência e intensidade dos eventos climáticos. 

CQCS SEGURO AUTO

Painel “Tecnologia e Inovação criando novos mercados em seguro Auto’ contou com apresentação, Eduardo Borges, vice-presidente do Grupo Autoglass e head da Maxpar, Patrícia Chacon, COO da Porto Seguro, e Rafael Ramalho, vice-presidente de auto do Grupo HDI, foram os convidados. A discussão reforçou a importância de adaptar produtos e serviços às necessidades específicas dos consumidores, com foco em eficiência e acessibilidade. O movimento impulsiona o crescimento do setor bem como a inclusão de um público mais amplo no mercado de seguros automotivos, mostrando que a inovação é essencial para manter a competitividade e a relevância no setor.

CQCS FORMATAÇÃO DE PRODUTOS

“Formatação de produtos para um mercado em constante transformação” foi tema do painel que contou com a presença de Igor Mascarenhas, CEO da Pier; Alfredo Lalia Neto, CEO da SOMPO; e Eduardo Juliano, Superintendente Executivo de Seguros da Núclea, que debateram os desafios e as estratégias de adaptação de produtos em um cenário de constantes mudanças. Alfredo Lalia Neto, CEO da SOMPO, compartilhou como a companhia tem adotado a inteligência artificial para melhorar a subscrição de produtos e o gerenciamento de riscos. “Recebemos, em média, três milhões de processos, e com isso utilizamos uma ferramenta que analisa esses casos, trazendo agilidade e precisão na aprovação das seleções na carteira de clientes, além de precificação e gerenciamento de riscos”, explicou. Segundo ele, a inteligência artificial tem permitido alcançar uma precisão quase artística no processo de subscrição, sendo fundamental para a SOMPO se manter na liderança do segmento de seguros de transportes.

CQCS HIPERPERSONALIZAÇÃO

Bruno Porte, vice-presidente tecnologia e transformação da AXA Brasil, Daniel Nogueira, Superintendente de Desenvolvimento Tecnológico da Wiz Co, e Domingos Monteiro, CEO da Neurotech, para debaterem sobre “Data-Driven Insurance: Estratégias para a Inovação”. Com foco em estratégias data-driven, os palestrantes exploraram o papel fundamental da tecnologia na transformação do mercado, destacando como o uso inteligente de dados pode aumentar a precisão, personalização e eficiência dos serviços de seguros. O painel reforçou a importância de uma abordagem orientada por dados para atender às demandas do consumidor moderno, otimizar operações e criar novas oportunidades de inovação no setor.

CQCS ATENDIMENTO HUMANIZADO

“Plataformas e Balcões ampliando a penetração do Seguro” com Caio Valli, diretor de canais proprietários e estratégia da Wiz Co, Mauro Santos, sócio da Safe2Go, e Devanir Brisola, gerente de desenvolvimento de negócios da Sicredi. O painel trouxe discussões fundamentais sobre como plataformas e balcões estão promovendo a expansão da penetração do seguro no Brasil. As perspectivas abordadas reforçam o papel das insurtechs e de novos canais de distribuição no alcance a novos públicos, bem como na ampliação da inclusão financeira, ressaltando a importância de parcerias e soluções digitais no fortalecimento do mercado de seguros no país, mas, sem deixar o corretor de fora do processo.

CQCS INTELIGÊNCIA DE DADOS

O tema “Inteligência de Dados que Turbinam o Mercado de Seguros Financeiros”. O debate contou com a presença de importantes líderes do setor: Roque de Holanda, CEO da Junto Seguros; Eduardo Juliano, Head de Seguros da Núclea; e Felippe Astrachan, CEO da Avla. Esse painel destacou como os líderes do setor estão encarando os desafios e explorando as oportunidades oferecidas pela tecnologia de dados, mostrando que o mercado segurador, com a base certa, está pronto para abraçar uma nova era de eficiência e inovação.

Porto registra lucro líquido de R$ 2 bilhões até setembro de 2024

O Grupo Porto apresentou expansão significativa nos resultados do terceiro trimestre do ano, promovidos em larga medida pela diversificação dos negócios e fortalecimento de seu Ecossistema. Entre julho e setembro de 2024, o lucro líquido da companhia foi de R$ 739,1 milhões, um crescimento de 32,3% frente ao mesmo período de 2023, e o ROAE foi de 22,9%.

A Unidade Porto Seguro foi responsável por 59,3% da composição do resultado¹, seguida por Porto Bank (22,8%), Porto Saúde (10,6%) e Porto Serviço (7,2%). Nos nove primeiros meses de 2024, o lucro líquido atingiu a marca de R$ 2,0 bilhões, um aumento de 25,2% em relação aos 9M23. Já o ROAE foi de 20,4% no período, constituído por uma rentabilidade sobre o patrimônio acima de 20% em todas as verticais tanto no trimestre quanto no acumulado do ano.

A receita trimestral cresceu 11,0% quando comparada ao mesmo período do ano anterior, atingindo R$ 9,5 bilhões. No acumulado do ano, a expansão foi de 12,9% (vs. 9M23), totalizando R$ 27,1 bilhões. O aumento de receitas em duplo dígito tem sido impulsionado pela ampliação da base de Clientes, que totalizou 18 milhões ao final do período.

A receita das aplicações financeiras excluindo ALM (Asset and Liability Management) foi de R$ 293,6 milhões no 3T24, o que representa uma rentabilidade equivalente a 83,2% do CDI, impactada pelo desempenho em renda fixa indexados à inflação e pré-fixados. O resultado financeiro líquido foi de R$ 246,4 milhões.

O índice de eficiência operacional, que abrange a soma das Despesas Administrativas em relação à receita total, alcançou 11,1% no 3T24, permanecendo praticamente estável em comparação ao 3T23 (+0,1 p.p.). No acumulado dos primeiros nove meses, o índice de eficiência foi de 11,4%, apresentando uma melhora de 0,3 p.p. (vs. 9M23), decorrente dos ganhos de produtividade observados no período.

Entre os destaques operacionais, a Porto registrou 77 milhões de interações e atendimentos digitais no terceiro trimestre do ano e atingiu a marca de 3,3 milhões de usuários no App². Além disso, cerca de 57% dos acionamentos para serviços de carro ou residência do período foram feitos por meio do App Porto e do WhatsApp. 

unidade Porto Seguro, que responde pelos produtos de seguros, obteve receita praticamente estável (-0,2% 3T24 vs. 3T23), com crescimento de 8,1% no seguro Patrimonial e de 10,4% no seguro de Vida. No Auto, os prêmios foram 4,6% menores, decorrente da estratégia de manutenção de margens mais saudáveis, o que contribuiu para o atingimento de 88,5% no Índice Combinado da Unidade no trimestre.

Na Porto Saúde, as receitas cresceram 41,5% (vs. 3T23), fortemente impulsionadas pelo aumento de beneficiários no Seguro Saúde (+25,7% vs. 3T23), atingindo 641 mil vidas seguradas e favorecidas também pela expansão de 28,4% nos beneficiários do Seguro Odonto, alcançando 946 mil beneficiários. O Índice Combinado do trimestre foi de 93,6%, o que representa uma melhora de 3,3 p.p. (vs. 3T23), decorrente principalmente da redução de 2,3 p.p. na sinistralidade para 78,1% no período. Esse desempenho contribuiu para um lucro de R$ 76,7 milhões, o que representa um aumento de 104,7% (vs. 3T23).

No Porto Bank, unidade que concentra os negócios financeiros, as receitas expandiram 24,1% no 3T24 (vs. 3T23), impulsionadas pelo crescimento de todos os seus principais negócios. No Consórcio, o avanço foi de 37,6% enquanto nas demais operações como Crédito, Riscos Financeiros e Capitalização, o aumento de receita foi de aproximadamente 20% em todos os negócios. A inadimplência das Operações de Crédito acima de 90 dias encerrou o trimestre em 6,4%, estável vs. o 2T24 e 1,0 p.p. melhor vs. o 3T23, e permaneceu 0,8 p.p. abaixo da média de mercado. A estratégia de foco no crescimento em produtos de crédito para clientes do ecossistema Porto continua presente.

A Porto Serviço, a unidade de negócio que conta com um portfólio de serviços de assistências residenciais, empresariais e automotivas, alcançou uma receita de R$ 620,1 milhões e realizou 1,3 milhão de serviços no trimestre. As receitas obtidas além da Parceria Porto Seguro representaram 23,6% do faturamento do 3T24, decorrente principalmente da ampliação de vendas no segmento B2C, com aumento de 32,7% (vs. 3T23) e do B2B2C, com expansão de 25,8% (vs. 3T23).

Além dos resultados financeiros gerados, a Porto foi pelo terceiro ano consecutivo reconhecida como uma das 10 melhores empresas para trabalhar na edição de 2024 do ranking nacional da GPTW (Great Place to Work). Esse reconhecimento reflete as iniciativas voltadas ao bem-estar, aprendizado e desenvolvimento do time. Além disso, a companhia foi reconhecida pelo 11º ano consecutivo como a marca mais lembrada na categoria Seguradoras pelo Top of Mind da Folha de São Paulo, recebeu o prêmio “Estadão Marcas Mais” na categoria Seguradoras e foi vencedora da 5ª edição do Prêmio Mobilidade, na categoria Melhor Seguro Auto.

Principais destaques (3T24 em comparação com 3T23):  

●        Receita total: R$ 9,5 bilhões (+11%)

●        Receita total¹ Porto Seguro: R$ 5,5 bilhões (-0,2%)

●        Receita Porto Saúde: R$ 1,7 bilhão (+41,5%)

●        Receita Porto Bank: R$ 1,5 bilhão (+24,1%)

●        Receita Porto Serviço: R$ 620,1 milhões

CNP Seguradora anuncia parceria com banco Senff

A CNP Seguradora, empresa brasileira do grupo francês CNP Assurances, firmou parceria com o Banco Senff para a comercialização de seguro residencial. Os produtos serão oferecidos no modelo white label – comercializados com a marca do banco, mas com a operação realizada pela seguradora.  

O Banco Senff atende mais de 5 milhões de clientes, tem mais de 5 mil empresas parceiras que utilizam as suas soluções em todo o Brasil. Fundado em 1892 como um negócio familiar no setor varejista, o banco se consolidou no mercado com a oferta de serviços financeiros — incluindo cartões de crédito, contas digitais, empréstimos e investimentos, além de soluções empresariais — e vem se destacando nos últimos anos pelo foco na inovação digital.  

Essa parceria fortalece a estratégia de negócios da CNP Seguradora de atuar tanto em modelo bancassurance como por meio de outros modelos de parcerias. “Temos capacidade de desenvolver soluções adaptáveis para diferentes parceiros e para diferentes plataformas de vendas”, explica François Tritz, CEO da CNP Seguradora, em nota.

“Com o banco Senff, inicialmente com produtos de seguros residenciais, temos a oportunidade de contribuir para um mercado em expansão no País, que apresentou crescimento de cerca de 25% entre 2017 e 2021, mas ainda tem uma penetração considerada baixa, com apenas 17% das residências protegidas por apólices”, completa Tritz. 

“Ao firmarmos essa parceria com a CNP Seguradora, queremos nos fortalecer no mercado de seguros residenciais com um serviço de qualidade e que agrega valor ao consumidor final. Consideramos este um acordo estratégico que contribuirá para a expansão das operações das duas empresas”, afirma o diretor comercial do Banco Senff, Marco Senff.

Lucro das seguradoras fica estável em R$ 22 bi, apesar da alta de 13,4% nas vendas de janeiro a setembro

O setor de seguros no Brasil obteve lucro líquido de R$ 22,1 bilhões de janeiro a setembro de 2024. O ganho andou de lado comparado ao mesmo período do ano anterior (R$ 22,2 bilhões) mesmo com o aumento 13,4% nas vendas, para R$ 324,5 bilhões, e reservas que beiram R$ 2 trilhões, que representam 26% da dívida pública brasileira, aplicadas em títulos de renda fixa. Uma remuneração que gera um ganho financeiro robusto, considerando-se como base a Selic atual em 11,25% ao ano, o que resulta em juros reais do país de 8,08%, o terceiro maior do mundo, superado apenas por Turquia e Rússia.

“Se não fossem dois eventos extraordinários que impactaram o ganho das companhias de seguros, 2024 seria um novo recorde, em cima do recorde de 2023”, comentou Dawson Henriques, sócio diretor da consultoria Siscorp. As indenizações pagas pela tragédia ocorrida no Sul do Brasil, em abril, com R$ 6 bilhões já contabilizados, e o acidente com o avião da Voepass em Vinhedo (SP), que matou 61 pessoas no dia 9 de agosto. A taxa de sinistralidade na linha de negócio Aeronáuticos do segmento de seguros Danos e Responsabilidades saiu de 12,6% para 341,7% no mês do desastre aéreo.

A liderança do ranking elaborado pela consultoria Siscorp com base de dados da Susep é da BB Seguros, com lucro de R$ 4,4 bilhões de janeiro a setembro deste ano, seguida pela Bradesco Seguros, com R$ 4,2 bilhões. Em terceira e quarto lugar outras duas seguradoras também ligadas a bancos: Caixa, com R$ 2,6 bilhões, e Itaú, com R$ 1,6 bilhão. Para completar o clube do bilhão, temos a Porto, com R$ 1,1 bilhão. Por pouco a Tokio Marine ficou fora, com ganho de R$ 999,6 milhões.

No ranking, que traz as 50 maiores companhias, apenas três apresentaram prejuízo: Mitsui Sumitomo (R$ 255 mil), Sombrero (R$ 8,6 milhões) e Alfa (R$ 18,5 milhões). No mesmo período do ano passado, todas registraram lucro.

Aportes em previdência privada crescem 17,6%, para R$ 146,9 bi até setembro

Edson Franco Zurich Fenaprevi

Ao longo dos nove primeiros meses do ano foram arrecadados R$ 146,9 bilhões nos planos de previdência privada aberta no país, aponta o último relatório elaborado pela Federação Nacional de Previdência Privada e Vida — Fenaprevi. Isso significa um crescimento de 17,6% em relação ao mesmo período de 2023.

Na mesma base de comparação, os resgates aumentaram 3,4%, menos do que a inflação no período, somando R$ 99,3 bilhões. Ao descontá-los do valor arrecadado, tem-se a captação líquida de R$ 47,7 bilhões, aumento de 64,6%.

Em setembro de 2024, os ativos em planos de previdência privada ultrapassaram R$ 1,5 trilhão, o equivalente a pouco mais de 13% do PIB.

“O cenário de recuperação do emprego e da renda contribuiu para os resultados do setor. Somado a isso temos o aumento da preocupação com o futuro, com a aposentadoria em particular, o envelhecimento e a necessidade de mais recursos financeiros por mais tempo”, contextualiza Edson Franco, presidente da Fenaprevi.

Ele continua dizendo que não obstante o avanço já alcançado, é necessário aumentar ainda mais a conscientização da sociedade para a importância de planejar o futuro, para que a longevidade possa ser desfrutada e seja sinônimo de bem-estar. “Essa é uma responsabilidade de todos: de cada indivíduo e dos setores público e privado”, destaca Franco.

VGBL continua como o produto favorito

É possível também avaliar o resultado segmentado por produto no relatório. O VGBL – Vida Gerador de Benefício Livre – recebeu a maioria dos aportes e foi responsável por 92% da captação total no período (de, aproximadamente, R$ 135 bilhões). Já nos planos PGBL – Plano Gerador de Benefício Livre – foram captados R$ 9,1 bilhões ou 6% do total arrecadado. Nos planos tradicionais de previdência privada aberta foram aportados R$ 2,2 bilhões no intervalo de tempo analisado.

Número de participantes continua a crescer

Ainda segundo a Fenaprevi, em setembro de 2024 11,2 milhões de pessoas possuíam planos de previdência privada aberta, o que corresponde a 7% da população com 18 anos ou mais no Brasil. Ao mesmo tempo, o estudo indicou o crescimento de 1,6% em comparação com o mesmo mês do ano passado.

“A população com cobertura previdenciária privada aberta segue em crescimento, mesmo que gradual, mostrando que se trata de um produto desejado pela sociedade. Os planos PGBL e VGBL atendem a todas as classes sociais, sendo que quase metade das pessoas por eles protegidas são da classe C”, afirma o presidente da entidade, que acrescenta que ainda há uma grande lacuna de proteção previdenciária a ser revertida, em prol do bem-estar futuro da sociedade e do país.

No Brasil, hoje existem mais de 14 milhões de planos de previdência privada aberta, sendo que 80% são da modalidade individual, enquanto os demais 20% estão na modalidade coletiva. Segmentando a análise por produto, percebe-se o VGBL como o favorito (são 8,9 milhões de planos, representando 63% do total). O PGBL foi a opção escolhida em 22% dos planos comercializados (o que corresponde a 3,1 milhões de planos) e os demais 15% (2,2 milhões) são planos tradicionais.

Zurich lança campanha de venda com foco em seguro de vida  

Daniela cruz zurich

Fonte: Zurich

Para incentivar a contratação do seguro de vida, tanto por pessoas físicas como por pequenas e médias empresas, a Zurich Seguros está lançando a Grand Life Zurich, campanha de vendas para os produtos Zurich Vida Para Você e Zurich Vida Empresa PME.  

A campanha, com vigência até 30 de novembro de 2024, tem como objetivo fomentar as vendas e motivar os corretores a diversificarem sua carteira com os produtos da Zurich a partir de benefícios exclusivos. No caso do Zurich Vida Empresa PME, o corretor terá um valor adicional que poderá chegar até R$ 700,00. Além disso, poderá também receber agenciamento adicional de 30% nas apólices emitidas em novembro, desde que o valor da fatura mensal seja acima de R$ 2 mil. Já para o Zurich Vida Para Você, o seguro de vida individual da companhia, o corretor receberá valores adicionais para cada apólice emitida, a depender do prêmio mensal do seguro, conforme regulamento. Os valores de incentivo serão pagos de uma única vez no momento da apuração da campanha, não valendo para renovações.  

Daniela Cruz, Superintendente de Vida, Previdência e Capitalização da Zurich, explica que o momento é propício para a comercialização dos produtos de vida, considerando que a aceitação desse seguro, em todas as suas modalidades, encontra-se em plena expansão – especialmente com a adesão de empresas ao seguro de vida como benefício aos seus funcionários. 

“De acordo com pesquisa realizada pela Federação Nacional de Previdência Privada e Vida (FenaPrevi), em parceria com a Superintendência de Seguros Privados (Susep), as organizações estão cada vez mais interessadas na contratação de coberturas coletivas. De 2019 a 2023, a adesão de empresas ao seguro de vida em grupo cresceu. Em 2023 alcançou R$ 15,6 bilhões em prêmios emitidos, registrando um crescimento de 31% em relação a 2019”, destaca. 

Segundo ela, a Zurich quer mostrar ao corretor que existem novas oportunidades de negócios. “O seguro de vida é uma ótima oportunidade para os corretores fortalecerem o relacionamento de longo prazo com seus clientes, fomentando a diversificação de suas carteiras ao oferecer proteção para as mais diversas necessidades dos segurados ao longo da vida”, diz. 

Diferenciais dos produtos 

Voltado a empresas de 3 a 500 funcionários, o Zurich Vida Empresa PME é um seguro de vida que oferece diversos benefícios como indenizações por morte e invalidez; proteção para cônjuge e filhos dos colaboradores; cesta natalidade, que garante o fornecimento de um cartão alimentação ao beneficiário após o nascimento do(a) filho(a) para auxiliar na compra de itens de higiene e alimentação; e até verbas rescisórias, para auxiliar as empresas com o reembolso das despesas em caso de morte do colaborador.   

O produto ainda permite a contratação do serviço de telemedicina, o que é vantajoso para empresas que nem sempre possuem benefícios voltados à saúde de seus colaboradores.   

Já o Zurich Vida Para Você, destinado a pessoa física, é um produto completo e customizável: o cliente pode escolher as coberturas que mais se adequam as suas necessidades (entre elas a de doenças graves), além do valor do capital e serviços que deseja contratar.  

O maior diferencial do seguro da Zurich é sua flexibilidade, já que nenhuma das coberturas – nem mesmo a de morte – é obrigatória na contratação. Daniela explica que a personalização das coberturas faz parte da estratégia da companhia de colocar as necessidades dos segurados no centro dos negócios. 

Outro diferencial importante no seguro de vida oferecido pela companhia é a cobertura para doenças graves, que se torna um apoio financeiro essencial em momentos de dificuldade. “São 12 enfermidades, mais uma série de benefícios. Além disso, o cliente conta com indenização especial por cirurgia e diárias de internação hospitalar”, detalha Daniela. 

Conexão com as ações de marca 

O nome Grand Life Zurich, além de fazer referência à última grande campanha comercial do ano nos produtos de vida da companhiafoi escolhido em alusão ao tênis (Grand Slam), já que a empresa é patrocinadora do próximo torneio Rio Open, que acontece em fevereiro de 2025.  

O patrocínio ao torneio é uma das ações previstas na campanha de marca Geração Z – Uma nova geração de seguros, que tem o objetivo de fomentar a importância de diversos tipos de seguros, como automóvel, residencial, de vida e de celular, além da previdência privada, no dia a dia das pessoas. A campanha conta com um squad de influenciadores – os influencers Doutor Maravilha, médico, e Laura Pigossi, tenista, têm sido os principais responsáveis por abordar os benefícios do seguro de vida aos seus públicos.