Bradesco Vida e Previdência lança BVP Planner: planejamento financeiro estratégico

A Bradesco Vida e Previdência acaba de lançar a BVP Planner, uma solução completa de planejamento financeiro e sucessório 360º, desenvolvida para entregar diagnósticos amplos e aprofundados sobre renda, proteção e construção de patrimônio de longo prazo.

Com interface intuitiva e uma abordagem totalmente integrada, a ferramenta organiza informações como bens, passivos, dívidas, fluxo de renda, objetivos de aposentadoria e necessidades futuras, proporcionando uma visão clara e estratégica da situação financeira do cliente. A partir desse mapeamento, torna-se possível elaborar planos mais aderentes ao perfil, às metas e ao momento de vida de cada pessoa.

“Nossa intenção é aprofundar conversas mais qualificadas sobre planejamento financeiro e sucessório, ajudando clientes e corretores no desenvolvimento de planos consistentes, incluindo soluções como seguro de vida e previdência privada. Essa é mais uma iniciativa para potencializar entregas personalizadas em cada atendimento”, observa Ricardo Campos, superintendente sênior de Negócios da Bradesco Vida e Previdência.

O lançamento da BVP Planner chega em um momento de transformação acelerada do mercado de seguros no Brasil, impulsionado pelo avanço da inteligência artificial em diversas frentes. Ao unir tecnologia, conhecimento técnico e visão consultiva, a ferramenta torna a jornada financeira do cliente mais eficiente, estratégica e conectada às suas reais necessidades — contribuindo diretamente para otimização de custos e para a melhor tomada de decisão.

Zurich Santander Brasil anuncia Alejandro Widder como CEO

A Zurich Santander Brasil está sob nova liderança. Com sólida trajetória no setor de seguros e mais de 30 anos de experiência em Finanças, Produtos e Ciências Atuariais, Alejandro Widder assumiu a posição de CEO com o objetivo de impulsionar o desempenho da companhia, mirando a evolução constante da experiência do cliente e ampliar o alcance das soluções de Seguros e Previdência no país, em prol da proteção dos brasileiros.

“É um desafio que assumo com grande senso de responsabilidade e visão de longo prazo, guiado pelo propósito de inovar constantemente para proteger as pessoas e seus projetos, enquanto contribuímos para promover um mercado segurador cada vez mais humano, ético e sustentável. Nesse compromisso, reitero a preocupação constante da companhia com a experiência dos mais de 8 milhões de clientes que nos conferiram a sua proteção, com a evolução de todas as frentes tecnológicas, dados e, consequentemente, de crescimento e transformação”, afirma o executivo.

Widder construiu carreira em seguradoras de destaque na América Latina, com passagens pela Argentina e pelo México, além de atuação em posições regionais. Ao longo desse percurso, liderou áreas estratégicas como Finanças, Atuarial, Produtos, Pricing, Subscrição, Analytics, Clientes (CX) eEstratégia, acumulando visão integrada do negócio de seguros.

Desde 2018 na Zurich Santander Brasil, ingressou como responsável pela área financeira (CFO) e, progressivamente, ampliou seu escopo para incluir frentes-chave da companhia. Agora, no comando da operação, lidera uma equipe de mais de 400 profissionais, com foco em crescimento sustentável, excelência operacional e consolidação da cultura de proteção e educação previdenciária no mercado brasileiro.

MetLife amplia presença em esporte e bem-estar e reforça estratégia de marca para 2026

A MetLife Brasil anuncia a ampliação de sua estratégia de patrocínios e ativações para 2026, reforçando sua presença em iniciativas que conectam esporte, bem-estar e impacto social. O movimento tem como foco o fortalecimento do relacionamento com corretores, parceiros comerciais e públicos estratégicos. Como parte desse plano, a seguradora confirma a renovação da parceria com o piloto Átila Abreu, um dos principais nomes da Stock Car Pro Series, e amplia o investimento na categoria ao longo do ano.

Presente na principal competição do automobilismo nacional, a MetLife consolida sua atuação em um ambiente que traduz valores diretamente conectados ao seu negócio: planejamento, disciplina, consistência e performance de longo prazo. A parceria com a Stock Car reforça a estratégia da companhia de associar sua marca a experiências de alta performance, confiança e visão de futuro.

Entre os destaques de 2026 está a presença da MetLife no Truck Lounge, espaço premium da Stock Car voltado a experiências exclusivas, networking e hospitalidade corporativa. O ambiente será utilizado para encontros com parceiros, ações de relacionamento e iniciativas voltadas ao fortalecimento do ecossistema de distribuição da seguradora.

“O automobilismo reflete atributos muito próximos da nossa atuação no mercado de seguros. Assim como nas pistas, nossa operação exige precisão, estratégia, visão de longo prazo e confiança. A parceria com o Átila representa exatamente essa combinação de disciplina, solidez e compromisso com resultados consistentes”, afirma Denise Coelho, diretora de Marketing e Comunicação da MetLife Brasil.

Da performance ao cuidado: compromisso com a saúde e a vida

Além do esporte, a MetLife reforça em 2026 seu compromisso social por meio do apoio a instituições de referência em saúde no Brasil, ampliando sua atuação em iniciativas voltadas à proteção da vida e ao cuidado com as pessoas.

Entre as organizações apoiadas estão o Hospital Pequeno Príncipe, o maior hospital exclusivamente pediátrico do país e referência na América Latina em saúde infantil, e o Hospital de Amor, reconhecido nacionalmente pela excelência no atendimento oncológico gratuito e pelo impacto social de suas ações de prevenção, diagnóstico e tratamento do câncer.

Localizado em Curitiba (PR), o Hospital Pequeno Príncipe recebe crianças e adolescentes de todo o país para tratamento em 47 especialidades médicas, como cirurgia pediátrica, hepatologia, oncologia, cardiologia, cirurgias cardíacas, neurologia, nefrologia, ortopedia, pediatria e doenças raras, entre outras. Já o Hospital de Amor, leva cuidados de excelência a todo o Brasil com suas unidades fixas e móveis. Hospitais, centros de prevenção e carretas equipadas garantem atendimento humanizado e diagnóstico precoce.

“Na MetLife, acreditamos que esporte e saúde são pilares fundamentais de cuidado e prevenção ao longo da vida. Ao apoiar essas instituições, colocamos nosso propósito em prática, estar sempre ao lado das pessoas e ajudar a construir um futuro mais seguro para todos”, completa Denise Coelho.

Zurich fecha acordo para adquirir Beazley por £ 8,1 bilhões e cria líder global em seguros Specialty

Foi fechado um acordo para que a seguradora global Zurich adquira a seguradora especializada Beazley, com sede em Londres, em uma transação integralmente em dinheiro no valor de £ 8,1 bilhões (US$ 10,8 bilhões), unindo “duas empresas altamente complementares para estabelecer uma líder global em seguros Specialty”.

Os Conselhos de Administração de ambas as companhias aprovaram os termos de uma oferta recomendada, totalmente em dinheiro, feita pela Zurich para adquirir a totalidade do capital social emitido e a ser emitido da Beazley.

No mês passado, foi divulgado que as duas seguradoras haviam chegado a um acordo de princípio sobre os principais termos financeiros, após a Zurich apresentar uma proposta melhorada de até 1.335 pence por ação da Beazley, depois de a Beazley ter rejeitado diversas propostas anteriores feitas pela Zurich ao longo de 2025 e no início de 2026.

Nos termos da transação agora acordada, os acionistas da Beazley terão direito a receber um valor total de 1.335 pence por ação, sendo 1.310 pence por ação em dinheiro (contraprestação em caixa) e um dividendo de 25 pence por ação.

O anúncio confirma que os acionistas da Beazley terão direito a receber, no total, aproximadamente £ 8,1 bilhões (US$ 10,8 bilhões) em dinheiro, montante que sobe para £ 8,2 bilhões (US$ 11 bilhões) quando incluído o pagamento permitido do dividendo intermediário de 25 pence por ação.

CNseg: seguradoras colocam em ação plano emergencial para atender clientes e não clientes em MG

O presidente da Confederação Nacional das Seguradoras, Dyogo Oliveira, afirmou que o setor segurador brasileiro já colocou em prática um protocolo especial de atendimento diante das fortes chuvas que atingiram cidades da Zona da Mata mineira, com dezenas de mortes e impactos severos sobre a população e a infraestrutura local. A declaração foi dada após reunião convocada pela Superintendência de Seguros Privados com representantes de seguradoras e entidades do mercado, realizada nesta manhã de segunda-feira.

Segundo ele, em situações de calamidade pública as companhias adotam medidas extraordinárias para garantir agilidade e reduzir burocracia. “Normalmente são acelerados os pagamentos e as avaliações de indenizações, reduz-se a exigência de documentos e facilita-se a sua apresentação. Em alguns casos, as seguradoras chegam até a provocar os clientes, ligando ou enviando mensagens para verificar se houve sinistro relacionado à apólice”, explicou.

De acordo com o dirigente, esse procedimento já está sendo aplicado nas cidades mineiras afetadas, bem como em outras regiões impactadas por eventos climáticos extremos. Além disso, diversas seguradoras disponibilizaram equipes e equipamentos de resgate para apoio local. “Uma vez que o equipamento está na rua, ele acaba atendendo também veículos sem seguro, ajudando a liberar vias e a remover automóveis que estejam impedindo o trânsito. Há um esforço de atenção mesmo para quem não é segurado”, destacou.

Paralelamente às ações emergenciais, o setor iniciou o levantamento de dados para dimensionar o tamanho dos prejuízos e avaliar as consequências econômicas dos eventos. O objetivo é subsidiar tanto o pagamento de indenizações quanto a formulação de políticas públicas mais estruturadas.

A reunião desta manhã, promovida pela SUSEP, reuniu entidades como a Federação Nacional dos Corretores de Seguros e representantes de diferentes segmentos com atuação nas áreas afetadas. Para o presidente da CNseg, o encontro foi “muito proveitoso” e evidenciou a necessidade de avançar na construção de ferramentas estruturadas que permitam não apenas a absorção dos riscos e o pagamento de indenizações, mas também atuem como instrumentos de prevenção e preparação da infraestrutura municipal, estadual e federal para lidar com eventos climáticos cada vez mais frequentes.

Nesse contexto, ele lembrou que o setor já disponibilizou uma ferramenta de risco de alagamento, recomendando que a população consulte o instrumento e que as seguradoras utilizem essas informações para desenvolver produtos mais adequados aos riscos climáticos.

Entre as propostas discutidas, está a possibilidade de identificar, no Sistema de Registro de Operações (SRO), os pagamentos de sinistros relacionados a desastres naturais, permitindo maior transparência e acompanhamento estatístico. A SUSEP ficou de avaliar a viabilidade da medida.

Também foi debatida a construção de uma solução de seguros por meio do Fundo Nacional de Calamidades Públicas. O fundo já existe, mas atualmente não pode operar por meio de seguros. “Eventualmente seria necessário alterar a lei para que ele pudesse atuar com seguros”, afirmou o presidente da CNseg, ressaltando que a proposta foi bem recebida, embora ainda não haja decisão definitiva.

Para o dirigente, o momento exige mobilização e ações concretas. “As seguradoras e resseguradores podem ser um mecanismo importante para reduzir o impacto nos orçamentos públicos e gerar uma resposta mais rápida para atendimento da sociedade”, concluiu, reforçando que o setor seguirá colaborando intensamente com o grupo de trabalho criado pela SUSEP para analisar soluções específicas para cada tipo de desastre.

Europ Assistance investe em 13 projetos de impacto social e cultural em 2026

A Europ Assistance Brasil anuncia o investimento de mais de R$ 2 milhões em 13 projetos incentivados ao longo de 2026 e reforça seu compromisso em ações de impacto social, sustentabilidade e fomento à cultura no Brasil.

Os investimentos em projetos sociais contemplam nove iniciativas, com foco em inclusão de pessoas com deficiência, empoderamento feminino, conscientização sobre mudanças climáticas e promoção da igualdade, que ampliam o acesso à saúde, esporte, educação e comunidades. Já na frente cultural, são quatro projetos incentivados voltados à música, literatura, artes e produção cultural, que contribuem para o desenvolvimento da economia criativa no país.

“Cada um dos projetos que apoiamos traduz o compromisso da Europ Assistance em contribuir ativamente para uma sociedade mais inclusiva, sustentável e acolhedora. São iniciativas que dialogam com desafios reais do país e reforçam nosso papel em gerar impacto positivo para as pessoas e comunidades”, afirma Sergio Marcos, CEO da Europ Assistance Brasil.

No pilar de pessoas, a Europ Assistance Brasil apoia o Instituto Barueri Paralímpico, que atua no desenvolvimento do esporte paralímpico como instrumento de inclusão e transformação social. A companhia também investe na Casa do Vovô, instituição dedicada ao acolhimento e cuidado de idosos, alinhada ao seu segmento de atuação na prestação de serviços voltados ao público 65+ e Hospital de Base de São José do Rio Preto, por meio de iniciativas voltadas à melhoria da infraestrutura e atendimento hospitalar.

A empresa também apoia a ONG Doutores da Alegria, que utiliza a arte do palhaço para humanizar o atendimento hospitalar de crianças e adolescentes, e a Associação Alma Autista, voltada ao acolhimento, inclusão e desenvolvimento de pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA) e suas famílias.

Com foco no empoderamento de meninas, a Europ auxiliza as entidades que utilizam o esporte como ferramenta de desenvolvimento pessoal, autonomia e fortalecimento da autoestima com destaque para o Audax e o Em Busca de Uma Estrela, que incentiva a participação feminina no futebol.

Uma das pautas mais urgentes da atualidade, a conscientização sobre mudanças climáticas também está no centro das atenções da Europ Assistance Brasil. A empresa apoia a Ecorun, evento esportivo e educativo que promove a educação ambiental e incentiva práticas sustentáveis.

Nossos investimentos nas áreas cultural e esportiva são direcionados a projetos aprovados por leis de incentivo — tanto à cultura quanto ao esporte — que ampliam o acesso à arte, fortalecem a formação de novos talentos e promovem inclusão e desenvolvimento social. Entre as iniciativas apoiadas estão o Em Busca de Uma Estrela, dedicado ao estímulo de jovens meninas com talentos para o futebol; o Livro de Gastronomia, que valoriza a culinária brasileira e preserva tradições; as ações da OPUS, com produções musicais e cênicas de grande alcance; o Tokio Marine Hall, que fomenta apresentações em um dos principais palcos culturais do país.

“Seguiremos investindo em iniciativas que gerem impacto positivo com responsabilidade e visão de longo prazo. Acreditamos que esse é o caminho para contribuir efetivamente com a sociedade”, finaliza Sergio.

O seguro como pilar invisível da indústria audiovisual 

por Ricardo Minc

Com a proximidade de grandes premiações internacionais, como o Oscar, o audiovisual volta a ocupar o centro do debate cultural e econômico. O olhar do público e da crítica se volta às narrativas, às performances e à inovação técnica, mas pouco se fala sobre um elemento silencioso que sustenta praticamente todas as grandes produções: o seguro. Não como acessório burocrático, mas como parte estrutural da viabilidade do projeto.

Produção audiovisual é criatividade, mas também é operação. Envolve pessoas, cronogramas rígidos, contratos complexos, equipamentos de alto valor, locações sensíveis e exposição constante a terceiros. Nesse contexto, assumir integralmente o risco não é ousadia criativa, é fragilidade financeira. A própria história da indústria demonstra que os riscos não são hipotéticos.

Acidentes em sets de filmagem acompanham o cinema desde sempre. Em 1982, durante a produção de Twilight Zone: The Movie, um helicóptero perdeu o controle e matou três pessoas em cena, em um dos episódios mais graves da história do setor. Décadas depois, em 2021, o filme Rust voltou a expor a vulnerabilidade dos sets quando um disparo com arma cenográfica matou a diretora de fotografia Halyna Hutchins, interrompendo a produção e gerando repercussões jurídicas e financeiras. Há ainda inúmeros casos de dublês gravemente feridos, incêndios em estúdios, acidentes com veículos em cena e produções paralisadas por lesões de atores.

Esses episódios deixam claro que o risco está espalhado por toda a cadeia produtiva. Ele pode estar no elenco, em um equipamento essencial, em uma locação externa, em uma cena de ação ou até em um arquivo digital perdido. O papel do seguro não é eliminar o risco – isso seria impossível – mas impedir que um imprevisto transforme um projeto viável em uma perda irreversível.

Por isso, as produções profissionais recorrem a diferentes camadas de proteção. Há seguros voltados a interrupções e cancelamentos, que preservam o orçamento quando filmagens precisam ser suspensas por acidentes, ordens de autoridade ou falhas operacionais. Outros se concentram no elenco e em profissionais-chave, garantindo a continuidade artística e financeira caso alguém indispensável se torne indisponível. Há coberturas que absorvem impactos de acidentes pessoais e viagens, protegem equipamentos de alto valor e resguardam o material filmado, hoje, em grande parte digital, contra perdas, danos ou corrupção de dados.

Do ponto de vista jurídico, o seguro de Errors & Omissions é o que sustenta o direito de exibir a obra. Ele protege produtores, investidores e distribuidores contra alegações de plágio, uso indevido de imagem, falhas contratuais ou problemas na cadeia de direitos, sendo frequentemente uma exigência para a comercialização do conteúdo.

Um exemplo recente e emblemático foi o caso da minissérie Bebê Rena. Após enorme sucesso de público, a produção passou a enfrentar questionamentos públicos e jurídicos relacionados à representação de pessoas reais, à caracterização dos personagens e aos limites entre narrativa autobiográfica, ficção e direito à imagem. Independentemente do mérito das alegações, o caso ilustra com clareza um ponto central: mesmo obras consagradas, amplamente aclamadas e já distribuídas globalmente permanecem expostas a riscos jurídicos relevantes. É exatamente nesse momento que o seguro de E&O deixa de ser um requisito contratual e se revela um pilar essencial de proteção financeira e continuidade comercial.

Quando a produção envolve cenas de ação, dublês, veículos, aeronaves, embarcações ou efeitos especiais, o risco se intensifica e exige ainda mais rigor. Esses elementos não inviabilizam a criação, mas reforçam uma premissa básica: sem transferência adequada de risco, o custo de um único evento pode superar todo o orçamento do projeto.

Esse aspecto ganha relevância adicional em produções financiadas por fundos públicos, coproduções internacionais ou investimentos privados estruturados. O seguro passa a ser um requisito de governança, transparência e preservação de recursos, contribuindo para a sustentabilidade econômica do setor e para a confiança de investidores, financiadores e parceiros institucionais.No fundo, o seguro atua como um instrumento de governança. Ele impõe planejamento, protocolos de segurança e disciplina financeira. Reduz desperdícios, protege recursos públicos e privados e reforça a confiança de investidores e financiadores. Não é coincidência que investidores exijam limites elevados de responsabilidade civil, não para imobilizar capital, mas para estruturar o risco de forma profissional.

Não por acaso, no setor de seguros o valor pago não é tratado como “custo”, mas como prêmio. É, de fato, um privilégio ter uma produção totalmente segurada. Isso traz tranquilidade, protege o investimento e permite que o produtor concentre tempo e energia no que realmente sabe fazer: produzir e contar histórias. Reter risco é uma decisão profissional. Transferi-lo adequadamente também.

Circuito da Longevidade Bradesco Seguros atrai mais de cinco mil pessoas em São Paulo

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Mais de cinco mil atletas lotaram a Praça Charles Miller, no Estádio do Pacaembu, em São Paulo, para participar do Circuito da Longevidade Bradesco Seguros. A etapa paulistana contou com provas de 5km e 10km e sempre marcou presença em temporadas passadas do projeto. Os atletas Willian Pires e Julia Mendes foram os vencedores da categoria 10km, com os tempos de 34’48 e 43’08. Já nos 5km, Gabriel Jomba e Mariana Shinzato saíram campeões, ao marcarem 16’59 e 20’30, respectivamente.

“A praça Charles Miller é um excelente espaço para a realização de corridas. Temos um percurso que otimiza a performance de todos os participantes, o que estimula ainda mais à prática de atividades físicas. O Circuito da Longevidade faz parte do nosso compromisso em apoiar ações que incentivem a conquista da longevidade com qualidade de vida e poder ver lotada a 1ª etapa de 2026 é sinal de muito sucesso”, comenta Ana Claudia Frighetto Gonzalez, superintendente sênior de Marketing do Grupo Bradesco Seguros.

Os longevos também se destacaram e provaram a importância de se manterem ativos por meio da corrida. Bezino dos Santos, de 76 anos, e Marisa Santana, 72, obtiveram marcas expressivas na prova de 10km, conquistando tempos de 1h12’ e 1h09’. 

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A próxima edição do evento já tem data marcada, 26 de abril, em Brasília (DF) e as inscrições já podem ser realizadas por meio do site www.runningland.com.br. Criado em 2007 com o objetivo de sensibilizar a população brasileira sobre a importância da atividade física para um futuro saudável, com qualidade de vida e bem-estar, o Circuito da Longevidade ainda passará por diversas cidades brasileiras ao longo de 2026.

Icatu Seguros cria diretoria para impulsionar novas frentes de crescimento 

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A Icatu Seguros anuncia novos nomes para sua alta liderança com foco em fortalecer a governança e impulsionar novas frentes de crescimento. O movimento consiste na integração da área de Produtos, sob comando de Antonio Carlos Almeida Braga, e na criação da diretoria de Desenvolvimento Corporativo e Jurídico, liderada por Thiago Morgado.

As nomeações refletem a evolução da Icatu Seguros em um contexto de ampliação do ecossistema de parcerias e aceleração de oportunidades no mercado. A companhia conta hoje com mais de 350 parceiros estratégicos, atua em um modelo B2B2C amplamente diversificado e mantém relacionamento ativo com mais de 10 mil corretores em todo o país, atendendo a mais de 14 milhões de clientes. 

Como parte desse movimento, a área de Produtos passa a operar em uma nova estrutura consolidada sob a liderança de Antonio Carlos Almeida Braga, e preservando as diretorias já existentes nas linhas de negócio. A configuração busca acelerar o desenvolvimento de soluções, aumentar as sinergias entre as frentes de negócio e conectar de forma ainda mais direta produtos e canais estratégicos.    

Antonio Carlos Almeida Braga está na Icatu desde 2022 e construiu sua trajetória nas áreas de finanças corporativas, desenvolvimento de produtos e planejamento estratégico, com atuação integrada entre diferentes frentes do negócio. Advogado de formação, o executivo tem experiência em operações societárias e de fusões e aquisições (M&A), com passagem pelo Pinheiro Neto Advogados. Na Icatu Seguros, participou de projetos ligados à estruturação financeira, análise de viabilidade e evolução do portfólio de produtos e soluções da companhia. 

“A Icatu construiu, ao longo do tempo, um portfólio de produtos sólido, diverso e pioneiro. Agora, o desafio é ampliar a integração entre as frentes de negócio para potencializar sinergias, acelerar o desenvolvimento de soluções e garantir que produtos e canais estejam cada vez mais conectados às demandas reais dos clientes, sem perder a visão de longo prazo que sempre guiou a companhia”, afirma Antonio Carlos Almeida Braga.    

Em paralelo, a Icatu Seguros cria a Diretoria de Desenvolvimento Corporativo e Jurídico, que passa a reunir de forma integrada as frentes de desenvolvimento corporativo, Jurídico de Negócios e Jurídico Contencioso. A nova diretoria terá papel central na aceleração de parcerias estratégicas, na avaliação de novos nichos de mercado e no apoio à estruturação de negócios alinhados à estratégia de democratização do acesso à proteção financeira, especialmente no ambiente B2B2C.  

À frente da nova estrutura, Thiago Morgado passa a integrar oficialmente a Icatu Seguros, após liderar essa agenda a partir da holding do grupo. O executivo atua há mais de uma década apoiando a seguradora na estruturação de parcerias de longo prazo, com participação em projetos junto a instituições financeiras, cooperativas, seguradoras e fintechs. 

“A criação da Diretoria de Desenvolvimento Corporativo e Jurídico consolida uma agenda que já vinha sendo construída e que ganha ainda mais relevância neste novo ciclo da Icatu. Nosso foco é viabilizar parcerias, dar agilidade à estruturação de novos negócios e apoiar a expansão da companhia com segurança jurídica e alinhamento estratégico, especialmente no ambiente B2B2C”, destaca Thiago Morgado.

As mudanças reforçam o posicionamento da Icatu Seguros como uma companhia orientada ao crescimento sustentável, à inovação e à construção de relações de longo prazo com parceiros, corretores e clientes, apoiada por uma estrutura organizacional preparada para os próximos ciclos de expansão.

Susep articula força-tarefa e reforça a urgência do seguro para catástrofes com a tragédia em Minas

Alessandro Octaviano SUsep

A Superintendência de Seguros Privados (Susep) convocou na manhã desta segunda-feira uma reunião emergencial com representantes de seguradoras, resseguradoras, corretores, entidades do setor produtivo e órgãos do governo federal para tratar dos impactos da tragédia climática que atinge a Zona da Mata mineira. O encontro foi liderado pelo superintendente Alessandro Octaviani e teve como foco imediato acelerar a assistência às vítimas e organizar a resposta do mercado segurador diante de um cenário que já soma mais de 70 mortes em Juiz de Fora e seis em Ubá, além de desaparecidos e milhares de desabrigados.

Juiz de Fora já figurava entre os municípios mais vulneráveis do país a deslizamentos e inundações, segundo levantamento de 2023 do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden), que identificou 1.942 cidades com população vivendo em áreas de risco. Na cidade mineira, cerca de 129 mil pessoas estavam nessas condições, a nona maior concentração do Brasil e a mais crítica no interior. Em Ubá, 7,4 mil moradores viviam em regiões suscetíveis a problemas decorrentes de chuvas intensas.

Segundo Octaviani, no curtíssimo prazo a prioridade é garantir que as seguradoras deem máxima celeridade aos atendimentos e às indenizações. O mercado, afirmou, já possui maturidade para deflagrar automaticamente procedimentos de assistência quando eventos dessa magnitude ocorrem, mas é fundamental reforçar a coordenação e remover entraves operacionais. Entre as medidas discutidas está a criação de um fluxo acelerado para o registro de óbitos, “um fast track que pode ser construindo com a tecnologia moderna”, permitindo que indenizações de seguros de vida sejam pagas com mais rapidez às famílias atingidas. “A cidade ainda está debaixo de água e as pessoas ainda se dedicam a sobrevivência, e nem lembram neste momento de acionar o seguro”, disse ele em entrevista exclusiva ao Sonho Seguro.

“Também foi lançada uma força-tarefa para centralizar e tabular dados de sinistros, organizando informações enviadas pelas companhias sobre volume de avisos, exposição e eventuais concentrações de risco”, contou. O superintendente destacou, no entanto, que os números iniciais ainda não retratam a dimensão total das perdas. Muitas famílias sequer conseguiram comunicar seus sinistros, dada a gravidade da situação, com cidades ainda cobertas por lama e água. A consolidação de dados mais precisos dependerá da normalização das condições locais e do avanço das comunicações formais às seguradoras.

Para além da resposta emergencial, Octaviani defendeu que a tragédia impõe um debate estrutural sobre o modelo brasileiro de proteção contra catástrofes climáticas. Na avaliação dele, o país precisa construir um novo desenho institucional para o seguro de eventos extremos, capaz de abarcar diferentes dimensões do problema. Isso inclui a proteção do segurado individual, especialmente de baixa renda, mais exposto a alagamentos e deslizamentos; a ampliação e adequação das coberturas para empresas, cuja paralisação afeta cadeias produtivas e empregos; e mecanismos voltados à infraestrutura pública, sobretudo municipal, frequentemente atingida e sem instrumentos robustos de transferência de risco.

Enquanto as equipes de seguros seguem mobilizadas para atender as vítimas em Minas Gerais, o setor segurador é chamado a atuar não apenas como pagador de indenizações, mas como protagonista na construção de uma arquitetura mais robusta de proteção, prevenção e financiamento de riscos climáticos. A reunião reuniu representantes do governo federal, da Defesa Civil, do mercado ofertante e intermediador de seguros, além de entidades que representam consumidores e setores produtivos.

Para o superintendente, a pluralidade de atores sinaliza que o tema ultrapassa disputas ideológicas. Trata-se, segundo ele, de uma agenda estratégica para o país. “Se não houver avanço na construção de consensos e propostas concretas, a sociedade corre o risco de enfrentar as próximas tragédias nas mesmas condições de vulnerabilidade”, sentenciou.

Octaviani defendeu ainda que o seguro pode desempenhar papel central na prevenção. Ao inspecionar riscos para emissão de apólices, as companhias passam a identificar fragilidades estruturais, como pontes mal conservadas ou sistemas de drenagem inadequados. “A gestão de risco pode contribuir para elevar o padrão de gestão de risco dos municípios. Em um país com mais de 5.500 cidades, a ampliação da cultura de seguro e da análise técnica de riscos poderia, na visão do regulador, colocar o Brasil em outro patamar de preparação frente aos eventos climáticos extremos”, concluiu.

O Sindicato das Seguradoras de Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso e Distrito Federal (Sindseg MG/GO/MT/DF) e o Sindicato dos Corretores de Minas Gerais (Sincor-MG) já iniciaram uma série de ações conjuntas para mitigar os impactos das fortes chuvas que atingem a Zona da Mata e, mais recentemente, o Norte de Minas Gerais. As entidades mobilizaram tanto ações humanitárias quanto uma força-tarefa operacional para acelerar o pagamento de indenizações aos segurados afetados.

As seguradoras que atuam nas regiões atingidas implementaram um regime especial de atendimento. Peritos foram deslocados para os municípios afetados e a análise digital de danos passou a ser adotada para agilizar os processos.


De acordo com a presidente do Sindicato Regional das Seguradoras, Andreia Padovani, o prazo médio para pagamento das indenizações tem sido de até 48 horas após a abertura do sinistro, a depender da seguradora e da complexidade do caso. Centenas de avisos de sinistro relacionados a alagamentos e enchentes já foram registrados, e a expectativa é de que esse número aumente nos próximos dias.


O atendimento emergencial será mantido enquanto perdurar a situação crítica nas cidades atingidas. Um representante do sindicato permanece na Zona da Mata para acompanhar a evolução dos impactos e apoiar a articulação entre seguradoras e corretores.


De forma coordenada, os corretores estão fazendo uma busca proativa de segurados que podem ter sido afetados. Tanto as seguradoras quanto os corretores estão procurando os clientes para realizar os processos indenizatórios ao invés de esperar. “Como muita gente está sofrendo, acaba nem lembrando do seguro, então estamos trabalhando proativamente na identificação dos prejudicados para acelerar as indenizações. As seguradoras estão sendo muito atenciosas, cuidadosas e responsáveis com os clientes, exigindo o mínimo de documentos necessários, o que tem simplificado muito os processos”, afirma Gustavo Bentes, presidente do Sincor MG.


Apoio às famílias não seguradas

O Sindicato das Seguradoras de Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso e Distrito Federal (Sindseg MG/GO/MT/DF) e o Sindicato dos Corretores de Minas Gerais (Sincor-MG) já iniciaram uma série de ações conjuntas para mitigar os impactos das fortes chuvas que atingem a Zona da Mata e, mais recentemente, o Norte de Minas Gerais. As entidades mobilizaram tanto ações humanitárias quanto uma força-tarefa operacional para acelerar o pagamento de indenizações aos segurados afetados.

As seguradoras que atuam nas regiões atingidas implementaram um regime especial de atendimento. Peritos foram deslocados para os municípios afetados e a análise digital de danos passou a ser adotada para agilizar os processos. De acordo com a presidente do Sindicato Regional das Seguradoras, Andreia Padovani, o prazo médio para pagamento das indenizações tem sido de até 48 horas após a abertura do sinistro, a depender da seguradora e da complexidade do caso. Centenas de avisos de sinistro relacionados a alagamentos e enchentes já foram registrados, e a expectativa é de que esse número aumente nos próximos dias. O atendimento emergencial será mantido enquanto perdurar a situação crítica nas cidades atingidas. Um representante do sindicato permanece na Zona da Mata para acompanhar a evolução dos impactos e apoiar a articulação entre seguradoras e corretores.

De forma coordenada, os corretores estão fazendo uma busca proativa de segurados que podem ter sido afetados. Tanto as seguradoras quanto os corretores estão procurando os clientes para realizar os processos indenizatórios ao invés de esperar. “Como muita gente está sofrendo, acaba nem lembrando do seguro, então estamos trabalhando proativamente na identificação dos prejudicados para acelerar as indenizações. As seguradoras estão sendo muito atenciosas, cuidadosas e responsáveis com os clientes, exigindo o mínimo de documentos necessários, o que tem simplificado muito os processos”, afirma Gustavo Bentes, presidente do Sincor MG.

Além da atuação contratual, as entidades também promovem ações solidárias. Segundo Padovani, parte significativa das residências atingidas está localizada em áreas irregulares, o que muitas vezes dificulta a contratação de seguro. Para atender essas famílias, o sindicato coordena campanha de arrecadação de itens de primeira necessidade, como alimentos, produtos de higiene e limpeza. O Sincor-MG, por sua vez, concentra esforços na arrecadação de recursos financeiros destinados a doações emergenciais.

O presidente do Sincor-MG alerta, contudo que a maior parte das pessoas não tem contrato de seguro e que as companhias, aliadas aos corretores, têm buscado entender o que podem fazer, já que grande parte dos automóveis e imóveis sem seguro precisam de serviços para ajudar na solução de problemas, como tirar carros debaixo de entulhos e destroços. “Seguradoras e corretores estão trabalhando de forma voluntária para oferecer, com gratuidade e dentro dos limites das possibilidades de atendimento, ajuda à população, afirma Bentes.

Gustavo Bentes, destacou ainda o avanço do projeto “Cidades Protegidas”, iniciativa que busca ampliar o debate sobre gestão de riscos e proteção social diante do aumento da frequência de eventos climáticos extremos. O projeto prevê diálogo com o poder público municipal e entidades locais para mapear vulnerabilidades e ampliar o acesso da população a soluções de proteção, como seguros de morte acidental, assistência funeral e serviços de telemedicina. Segundo as entidades, a proposta é contribuir para que os municípios mineiros estejam mais preparados para enfrentar eventos climáticos severos, combinando prevenção, informação e mecanismos de proteção financeira.

Bradesco envia equipe e flexibiliza processo de indenizações

Após as fortes chuvas recentes que atingiram as cidades da Zona da Mata de Minas Gerais, a Bradesco Seguros iniciou uma operação de apoio à região. A Companhia está com uma mobilização de profissionais e corretores das cidades atingidas para agilizar a liquidação de sinistros, realizando o pagamento das indenizações aos segurados, no menor prazo possível.

“Nossas equipes estão em contato ativo com segurados e corretores de forma a flexibilizar a demanda de documentos possibilitando uma maior agilidade no suporte aos clientes da região atingida. Também estamos encaminhando equipes de apoio (Guinchos e Vans Residencial). Até o momento, já foram registrados dezenas de avisos de sinistro de nossos clientes”, explica Márcio Jordão, Superintendente Sênior de Sinistros da seguradora.

“A Bradesco Seguros está solidária aos familiares das vítimas das chuvas na Zona da Mata de Minas. Como liderança local, posso garantir que nossos funcionários da região estão empenhados em agilizar os processos e prestar o apoio necessário aos atingidos e aos corretores de seguros ”, afirmou Emanuel Nascimento, Superintendente Regional MG/RJ/ES.

Tokio Marine prioriza atendimentos a clientes

Desde o início da semana, a Tokio Marine vem acompanhando de perto as ocorrências nas regiões impactadas pelas fortes chuvas no estado de Minas Gerais, especialmente na Zona da Mata. Seguindo as diretrizes de seu Protocolo de Eventos Climáticos Extremos, que orienta a sua atuação em cenários críticos, a Seguradora reforça a agilidade no atendimento a Clientes, Corretores, Colaboradores e à Comunidade.

Como parte desse processo, a Tokio Marine mobilizou equipes especializadas que mantêm contato direto com Corretores locais por aplicativo de mensagens, facilitando a identificação de casos que exigem pronta intervenção e viabilizando o pagamento das indenizações devidas.

Entre as medidas adotadas, foi implementada a priorização na URA da Central para Clientes e Corretores impactados. A Companhia também passou a realizar contato proativo com Segurados e Corretores para formalizar o aviso de sinistro e viabilizar o agendamento das vistorias com maior rapidez. Como reforço a essa dinâmica, o agendamento digital de vistorias passou a ser utilizado de forma prioritária, trazendo mais organização e transparência ao acompanhamento dos atendimentos.

Até o momento, já foram atendidos 116 sinistros, sendo a maior parte relacionada ao ramo Automóvel, seguidos pelos segmentos Empresarial e Residencial. Em paralelo às ações operacionais, a Companhia está em contato com a Defesa Civil para alinhar a melhor forma de contribuir com o envio de doações, especialmente alimentos e itens de higiene, de acordo com as necessidades identificadas pelas autoridades locais.

“Priorizamos o atendimento no Contact Center para ligações de DDD de todos os municípios afetados e deslocamos prestadores de serviços para avaliar as áreas mais atingidas. A prioridade absoluta é prestar todo o auxílio necessário a nossos Corretores e Clientes nesse momento tão difícil”, afirma o Superintendente de Estratégia de Mercado, Qualidade e ESG da Tokio Marine, André Cordeiro.

Zurich e Zurich Santander destinam recursos emergenciais para apoiar vítimas

Diante das fortes chuvas que atingiram Juiz de Fora (MG) e Ubá (MG), Paraty, Nova Iguaçu e São João de Meriti (RJ) e Peruíbe (SP), o Fundo de Catástrofes, criado e mantido pela Zurich Seguros e pela Zurich Santander, em parceria com o Movimento União BR e o Instituto da Criança, foi acionado e teve a liberação de recursos aprovada na última quarta-feira (26). Ao todo, estão sendo destinados mais de 7,5 mil itens (entre cestas de alimentação, kits de higiene e limpeza e fraldas geriátricas e infantis). A iniciativa deve impactar cerca de 16 mil pessoas, e a entrega dos itens se iniciou no último sábado (28). 

Paralelamente às doações, a Zurich e a Zurich Santander reforçaram o atendimento emergencial nas regiões afetadas, com monitoramento constante das áreas impactadas, aumento de viaturas para serviços de guincho e reboque, ampliação da disponibilidade de lonas para cobertura de telhados e equipes nas regiões próximas. O acompanhamento segue ativo enquanto perdurarem os impactos das chuvas, visando prestar todo apoio aos clientes atingidos. 

O Fundo de Catástrofes é um modelo de investimento social privado voltado à resposta rápida e estruturada a desastres naturais e situações de calamidade pública no Brasil. A iniciativa conta com conta exclusiva, processos decisórios pré-autorizados e execução em parceria com organizações sociais especializadas, o que permite a liberação mais ágil dos recursos.  

Neste caso específico, as doações foram liberadas e os itens estão chegando às comunidades afetadas em um prazo de cerca de três a quatro dias. As empresas seguem atentas às necessidades desta e de outras regiões do Brasil, que ainda sofrem com os impactos das chuvas em diferentes estados brasileiros, e estão em contato constante com as instituições sociais que compõem o fundo. 

Em seis anos de atuação, o Fundo já destinou mais de R$ 20 milhões e beneficiou cerca de 550 mil pessoas em todas as regiões do país, oferecendo ajuda emergencial imediata e apoio à reconstrução de comunidades afetadas por eventos climáticos extremos. 

HDI e Yelum

O Grupo HDI, por meio de suas marcas HDI e Yelum, está atuando de forma intensiva no apoio à população de Minas Gerais impactada pelas fortes chuvas registradas nos últimos dias. A companhia ativou seu protocolo para eventos climáticos, que mobiliza diferentes áreas da empresa para garantir atendimento ágil, eficiente e humanizado a clientes, parceiros e comunidades das regiões afetadas.

Desde as primeiras horas, o Grupo HDI vem monitorando continuamente a situação e implementando medidas emergenciais para ampliar a capacidade de atendimento, especialmente nas cidades de Juiz de Fora, Ubá e Matias Barbosa, entre as localidades mais impactadas.

Entre as medidas já adotadas, a companhia mobilizou um time de reguladores de sinistros para reforçar exclusivamente o atendimento na região e disponibilizou guinchos adicionais nas cidades afetadas. Também foram direcionadas equipes de analistas dedicadas exclusivamente aos casos locais, além da criação de pátios especiais para recebimento de veículos, o que tem garantido maior agilidade nos processos de remoção e vistoria.

Paralelamente, os times de Sinistros e Atendimento estruturaram uma operação específica para acelerar as vistorias, as indenizações e as liberações para reparo, assegurando uma resposta ainda mais rápida aos clientes impactados.

Todas essas iniciativas fazem parte do protocolo de eventos climáticos do Grupo HDI, um projeto estruturado que integra diferentes áreas da companhia para garantir não apenas uma resposta rápida e eficiente em momentos críticos, mas também comunicação transparente com clientes, corretores, parceiros e a comunidade.

Clientes e corretores que necessitem apoio, podem entrar em contato com a companhia por meio dos canais de atendimento de suas marcas:

Atendimento Yelum

• WhatsApp: (11) 3206-1414

• Seguros Auto e Vida: 0800 701 4120 

• Seguros Empresariais e Residência: 0800 702 5100 

Atendimento HDI

• WhatsApp: (11) 5502-0700 

• Telefone: 3003-5390 (Regiões Metropolitanas) | 0800 434 4340 (Demais Regiões) 

Atendimento Aliro

• WhatsApp: (11) 3206-1414

• Telefone: 0800 770 1318 (Todas as regiões)

Caixa Residencial – contratações a partir de 15/02/2021

A CAIXA Seguridade, holding da CAIXA, aciona plano emergencial de atendimento junto às empresas do seu conglomerado, para os segurados atingidos pelas chuvas nas regiões da Zona da Mata em Minas Gerais, impactando as cidades de Juiz de Fora e Ubá, reafirmando o seu compromisso em oferecer assistência rápida e apoio humanizado neste momento de emergência. 

As equipes estão mobilizadas para atender as famílias e os imóveis que foram atingidos, prestando o apoio aos segurados e garantindo maior agilidade no atendimento, abertura de sinistros e solicitações de assistência, de acordo com cada tipo de cobertura e serviços contratados, por meio dos canais de atendimento disponíveis pelas empresas:  

Os segurados com seguros habitacionais e residenciais podem acionar ou acompanhar um sinistro pelos seguintes canais: 

– Central de Atendimento – 0800 722 4923. 

Informações gerais, segunda via de documentos, endossos/ alteração no seguro e pagamentos, realizar abertura/ acionar ou acompanhar um sinistro. Atendimento de segunda a sexta-feira, das 8h às 20h, e aos sábados, das 8h às 14h. 

– WhatsApp CAIXA Residencial – (11) 99506-9519 

Consulta de apólices, segunda via de documentos, acionamento de assistências emergenciais, aviso e acompanhamento de sinistro, alteração de endereço de correspondência, consulta de parcelas, cancelamento de apólice e registro de reclamação. 

– Site https://autoatendimento.caixaresidencial.com.br/ na opção Resolva Aqui > Registrar Sinistro. 

– Central de Atendimento – 0800 722 4926  

Assistência (agendamento e acompanhamento de serviços de assistência)