Allianz amplia coberturas e modalidades do seguro D&O

Para atender às necessidades de um mercado promissor, a Allianz ampliou o produto de D&O, que passou de 20 para 28 coberturas voltadas a diferentes cenários. Essa apólice assegura o patrimônio pessoal de executivos, diretores e administradores contra processos movidos por terceiros em relação a atos de gestão.

As coberturas principais, como pagamento ao segurado, reembolso da empresa e reclamação de valores mobiliários, tiveram ampliações e, agora, o cônjuge ou companheiro passam a figurar como pessoa segurada e são diretamente amparados caso a demanda do titular respingue também no seu patrimônio pessoal devido ao regime matrimonial. Além disso, a proteção para investigação agora inclui custos para preparação de depoimento, protegendo o segurado desde a fase pré-investigatória. As coberturas processos de bens e liberdade, inabilitação, indisponibilidade de bens por bloqueio, penhora on-line também foram melhoradas, levando em consideração os ganhos líquidos do segurado e sendo paga na metade do tempo do produto anterior.

Já as novas coberturas compreendem evento cibernético; custos de mitigação; danos morais, materiais e corporais; reclamações originadas de sócios ou acionistas; e defesa para garantia e aval. Entre as novidades estão, ainda, a cobertura para eventos extraordinários com órgãos oficiais; limite adicional para segurados nomeados; cobertura para ofertas públicas futuras; e venda de controle de subsidiária.

Mauricio Masferrer, diretor executivo de Negócios Corporativos da Allianz Seguros e Managing Director da Allianz Commercial Brasil, lembra que o seguro D&O é um importante instrumento de mitigação de riscos, proporcionando aos executivos segurança para o exercício de suas funções. “Ao proteger o patrimônio pessoal desses profissionais, o produto contribui para a tomada de decisões e promove um ambiente de negócios mais transparente e com maior governança.”

Novas modalidades

Além de incorporar novas coberturas, o seguro D&O da Allianz passa a oferecer soluções para Gestora de Fundo de Investimento (IMI) e Gestão de Entidade de Previdência Complementar (PTL). Também podem contratar o produto empresas comerciais privadas, de capital aberto locais e de capital aberto com exposição nos Estados Unidos.

Diferenciais do seguro D&O da Allianz

Entre as opções disponíveis no mercado, o seguro D&O da Allianz se destaca por oferecer cobertura automática para novas subsidiárias adquiridas pela empresa durante a vigência da apólice, desde que o volume de ativos esteja dentro do limite contratado. Nesses casos, os diretores e administradores dessas novas empresas passam a estar automaticamente protegidos, sem a necessidade de contratação adicional. A apólice também contempla subsidiárias de capital aberto ou com programa de DR (Depositary Receipt) – certificados que permitem que empresas brasileiras negociem ações em bolsas estrangeiras –, com exceção dos Estados Unidos, Canadá, Reino Unido e Austrália.

Outro diferencial é a cobertura vitalícia para ex-segurados do período contratual: mesmo após o desligamento do executivo, independentemente do motivo, os atos de gestão praticados durante o período em que ele atuou na empresa permanecem cobertos por tempo indeterminado, garantindo proteção ao seu patrimônio pessoal.

“O D&O, como produto all risk, traduz a tendência do mercado segurador de oferecer cobertura ampla: tudo que não estiver expressamente excluído é passível de proteção, garantindo segurança diante dos desafios diários enfrentados por diretores e gestores. É um produto que se adapta ao risco diário que um diretor ou gestor de empresa está suscetível”, detalha o diretor.

Mercado em expansão no Brasil

O seguro D&O tem registrado crescente adesão por parte das empresas no Brasil, impulsionado por uma combinação de fatores estruturais, regulatórios e amadurecimento dessa modalidade. “A conscientização sobre a importância do segmento vem se consolidando, especialmente entre companhias que buscam atrair e reter talentos executivos em um ambiente cada vez mais complexo. O cenário regulatório e jurídico brasileiro é notoriamente denso, com diversas normas que atribuem responsabilidade direta aos administradores por atos de gestão. Além disso, o avanço das práticas de governança corporativa, especialmente em empresas de capital aberto e organizações com presença internacional, tem impulsionado a adoção dessa apólice como um padrão de mercado”, explica Carlos Berfein, superintendente de Linhas Financeiras da Allianz Seguros.

Nos últimos dois anos, a Allianz contabilizou números expressivos no faturamento desse produto. Em 2024, o crescimento foi de 80% em relação a 2023. Já nos oito primeiros meses de 2025, a receita avançou 110% em comparação ao mesmo período do ano passado, quando a companhia faturou R$ 11 milhões. “Esses avanços demonstram que o seguro D&O não é estático. Ele está sendo continuamente aperfeiçoado para acompanhar as transformações do ambiente empresarial, os marcos regulatórios e as novas exposições identificadas pelos clientes”, finaliza o executivo.

Estão abertas as inscrições para o 15º Congresso Brasileiro de Atuária

por Karem Soares

O Instituto Brasileiro de Atuária (IBA) anuncia a abertura das inscrições para o 15º Congresso Brasileiro de Atuária (CBA), o maior encontro da ciência atuarial no país. O evento será realizado nos dias 13 e 14 de agosto de 2026, no Windsor Barra Hotel. Com o tema “Risco, Dados e Inteligência: o Papel Estratégico do Atuário na Sociedade Brasileira”, o evento reúne profissionais, pesquisadores e lideranças para debater o futuro do setor.

Com 15 edições históricas desde 1994, o Congresso se consolidou como o principal polo de modernização da carreira. Em um cenário global onde a análise de dados e a inteligência artificial redefinem mercados, o 15º CBA propõe uma imersão técnica e estratégica para posicionar o atuário como peça-chave na sustentabilidade econômica e social do Brasil.

Para o presidente do IBA, Giancarlo Germany, o congresso marca um momento de maturidade e transformação para a categoria. “Chegamos à 15ª edição do nosso Congresso em um momento em que é preciso debater as questões da atualidade. O tema deste ano reflete exatamente o que o mercado exige. A capacidade de transformar dados complexos em decisões inteligentes e seguras. O evento não é apenas um espaço de aprendizado, mas um marco para o fortalecimento institucional da nossa profissão, onde conectamos a tradição da ciência atuarial às novas fronteiras da tecnologia,”. 

A programação foi planejada para oferecer uma visão 360° dos desafios contemporâneos. De acordo com Priscila Portal, diretora de Perícias Atuariais do IBA e membro da comissão organizadora, o foco está na adaptação do profissional às novas demandas do mercado. “A expectativa é proporcionar aos participantes uma visão ampliada sobre os rumos da profissão diante de um cenário cada vez mais orientado por dados, tecnologia e complexidade regulatória. Além de estimular uma reflexão sobre o posicionamento do atuário como agente estratégico na sociedade brasileira”, destaca Priscila Portal.

Destaques do Evento Ao participar do 15º CBA, os congressistas terão acesso a uma jornada completa de valorização profissional, a atualização técnica de alto nível, com palestras e painéis com a participação de especialistas nacionais e Internacionais, a conexão direta com os principais players do mercado de seguros, previdência, saúde e finanças, a integração com os órgãos reguladores, em um diálogo próximo com os representantes das entidades fiscalizadoras, além do foco nas habilidades necessárias para o atuário no futuro.

Zurich reforça protagonismo do corretor com escuta ativa e ações estruturadas de relacionamento

Marcio Benevides

A Zurich Seguros reforça o posicionamento do corretor como protagonista de sua estratégia ao apresentar os desdobramentos das Rodas de Conversa realizadas com parceiros em todo o país. A iniciativa consolidou a escuta ativa como prática permanente e orientou melhorias implementadas ao longo de 2025 na jornada do corretor, de ponta a ponta. 

“As Rodas de Conversa trouxeram direcionamentos claros sobre onde precisávamos evoluir. O corretor está no centro das nossas operações e cada melhoria implementada reflete essa construção conjunta”, afirma Marcio Benevides, diretor executivo de Distribuição da Zurich Seguros. 

A partir desse diálogo, a companhia promoveu ajustes em processos, produtos e serviços com foco em agilidade e simplicidade. Entre os avanços estão melhorias no Portal do Corretor, simplificação de fluxos no cálculo e proposta, evolução na vistoria prévia com redução de 26% no volume de chamados, maior autonomia no Chat para temas de cobrança e redução do tempo de resposta em sinistros de Automóvel e Residencial para até três horas, quando abertos entre 9h e 17h. 

“O nosso compromisso é reduzir fricções operacionais e oferecer mais previsibilidade no dia a dia do corretor. Simplificar impacta diretamente na eficiência da operação e na experiência do cliente”, destaca Benevides. 

Além das melhorias na jornada, a Zurich mantém uma agenda estruturada de valorização e proximidade com o canal. A campanha de incentivo “Vou com a Zurich”, realizada desde 2012, reforça o reconhecimento ao desempenho dos parceiros e o compromisso com crescimento conjunto. A seguradora também mantém as 27 filiais abertas em todo o país, com equipes comerciais completas e presença intensificada junto aos corretores, além de contar com mais de 80 assessorias atuando em 20 estados. 

A estratégia inclui ainda a atuação da Filial Digital, lançada em 2022 e expandida para todo o território nacional, oferecendo atendimento remoto personalizado aos corretores que optarem por esse modelo. O canal complementa a presença física e amplia o suporte comercial em regiões onde não há estrutura local. 

“Ser a melhor seguradora para o corretor trabalhar é um compromisso que se traduz em ações concretas. Investimos em presença regional, relacionamento próximo e soluções que apoiam o crescimento sustentável dos nossos parceiros”, conclui o executivo. 

CNP Assurances fatura € 39,1 bi e reforça operação no Brasil como principal mercado fora da Europa

A CNP Assurances encerrou 2025 com receita global recorde de € 39,1 bilhões (aproximadamente R$ 247 bilhões), lucro líquido de € 1,49 bilhão (cerca de R$ 9,4 bilhões) e índice de solvência de 256%. Nesse cenário, o Brasil se apresenta como um dos principais vetores estratégicos de geração de valor para o grupo no mundo.

A operação no Brasil registrou receita de € 5,5 bilhões (aproximadamente R$ 35 bilhões) e um resultado líquido de € 0,6 bilhão (cerca de R$ 3,8 bilhões), consolidando sua posição como 3º maior grupo segurador do País, com mais de 12 milhões de clientes.

A operação no Brasil registrou receita de € 5,5 bilhões (aproximadamente R$ 35 bilhões) e um resultado líquido de € 0,6 bilhão (cerca de R$ 3,8 bilhões), consolidando sua posição como 3º maior grupo segurador do País, com mais de 12 milhões de clientes.

Resultados não-financeiros

Além do desempenho financeiro, 2025 foi marcado por avanços consistentes em indicadores ambientais, sociais e de governança (ESG), que ocupam papel central na estratégia global do grupo.

A CNP Assurances encerrou o ano com € 33 bilhões (aproximadamente R$ 208 bilhões) em investimentos verdes em nível global. Na América Latina, mais de 5% dos recursos próprios das subsidiárias no Brasil e na Argentina foram alocados em ativos com critérios ESG, representando mais de R$ 1,1 bilhão.

A diversidade é outro pilar estratégico do grupo. Em 2025, na América Latina, 45% das posições de senior management são ocupadas por mulheres, reforçando o compromisso com equidade de gênero e ampliação da representatividade feminina em posições estratégicas.

Nas ações sociais, a CNP Assurances vem ampliando iniciativas voltadas à inclusão social e o acesso ao seguro. A América Latina conta com mais de 1,1 milhão de segurados em produtos inclusivos, segundo os critérios de eligibilidade da CNP Assurances.

“Em 2025, o Brasil reforçou sua posição como principal mercado da CNP Assurances fora da Europa, combinando resultados consistentes, diversificação de soluções financeiras e avanços concretos em sustentabilidade, diversidade e impacto social. A perspectiva para o próximo ciclo de quatro anos é muito positiva, tendo em vista o potencial de crescimento do setor, a qualidade de nossos parceiros e os investimentos que estamos fazendo no país”, afirma Maximiliano Villanueva, CEO da CNP Assurances para a América Latina. 

MDS conclui a maior operação de M&A na corretagem de seguros em Portugal com a aquisição da Seguramos e reforça sua liderança no país

Em uma operação que une a corretora líder a uma das 10 maiores em volume de negócios em Portugal, a MDS passou a deter 50,1% do capital social da Seguramos, tornando-se sua acionista majoritária.

A transação, alinhada à estratégia de crescimento, diversificação de competências e transformação do modelo de negócios da companhia, resulta da aquisição da participação anteriormente detida pelo Grupo Proef, seguida de um aumento de capital.

Trata-se da maior operação já realizada por uma corretora sediada em Portugal, reforçando estruturalmente a liderança da MDS, consolidando sua participação de mercado — significativamente superior à dos demais operadores — e posicionando-a como a maior distribuidora de seguros do país.

Com a conclusão da operação, a MDS Portugal passa a administrar um volume de prêmios de cerca de 600 milhões de euros e uma receita de aproximadamente 95 milhões de euros no território português.

A integração da Seguramos permitirá à MDS ampliar sua capilaridade no país, com a duplicação de sua rede qualificada de agentes que passa a contar com cerca de 1.000, além da maior rede de escritórios do país, totalizando 49. A operação fortalece ainda a presença da companhia em regiões estratégicas e complementares às localidades onde a MDS já atua, , onde a Seguramos possui forte atuação.

Fundada em 1962, a Seguramos conta com aproximadamente 100 colaboradores, uma das maiores redes de distribuição e presença consolidada nas regiões Norte e Centro de Portugal, totalizando 18 escritórios nacionais.

O atual acionista e CEO da Seguramos, Mário Ramos, mantém uma participação estratégica relevante de 49,9% do capital social da empresa, assegurando continuidade, proximidade ao negócio e total alinhamento no desenvolvimento e execução do projeto. A equipe de gestão continuará sob a sua liderança, com Ezequiel Silva como CCO & COO e Luís Queiroz como CFO, passando ainda a integrar Ricardo Pinto dos Santos, CEO da MDS Portugal, e Mário Vinhas, COO da MDS Portugal, como administradores.

Para Ricardo Pinto dos Santos, CEO da MDS Portugal, “a Seguramos é uma organização com história, dimensão relevante, forte presença territorial e uma cultura de proximidade com o cliente que valorizamos. Essa aquisição fortalece estrategicamente nossa liderança em Portugal, projeta a companhia para uma nova dimensão de mercado e amplia nossa capilaridade, garantindo maior capacidade de resposta e excelência no atendimento a clientes e parceiros em todo o país.”

Já Mário Ramos, CEO da Seguramos, afirma que “a integração na MDS representa uma oportunidade estratégica para acelerar o nosso crescimento e ampliar a nossa capacidade de resposta, agora reforçados com o acesso aos recursos, escala e especialização de um grupo de dimensão internacional, com claros benefícios para os nossos colaboradores, clientes e parceiros.”

A operação contou com assessoria estratégica e financeira da PTCG, assessoria jurídica da Deloitte Legal TELLES e da PLMJ, além de due diligence financeira e fiscal conduzida pela EY.

Porto Seguro é reconhecida como Marca Líder em Seguros na 28ª edição do Marcas de Quem Decide

Porto Seguro

A Porto Seguro foi reconhecida como Marca Líder na categoria Empresa de Seguro, sendo apontada como a mais lembrada e preferida pelo público na 28ª edição da pesquisa Marcas de Quem Decide, promovida pelo Jornal do Comércio. O estudo, conduzido pelo IPO – Instituto Pesquisas de Opinião, avalia o desempenho e a força das marcas junto ao mercado gaúcho, com base em um levantamento quantitativo realizado em todo o Rio Grande do Sul. 

Realizado há 28 anos, o Marcas de Quem Decide é considerado um dos principais levantamentos de percepção de marca do estado. Os resultados completos são apresentados em um caderno especial publicado pelo Jornal do Comércio, que reúne rankings, análises setoriais e recortes estratégicos por perfil e região, oferecendo um panorama aprofundado do cenário empresarial gaúcho.

Grupo Bradesco Seguros realiza a 10ª edição do Insurance & Innovation Talks com foco em inovação em saúde

O Grupo Bradesco Seguros promove, no dia 10 de março, das 14h às 16h30, a 10ª edição do Insurance & Innovation Talks. Com o tema “Saúde em Movimento: cuidado que acompanha, não espera”, o encontro marcará uma edição especial dedicada à inovação no segmento de saúde, abordando prevenção, acesso e a transformação da experiência ao longo da jornada do paciente. 

O evento será realizado em formato híbrido, com vagas presenciais limitadas, na sede da Beep Saúde, em Botafogo, no Rio de Janeiro, e contará com a parceria da própria Beep e da FIRJAN. 

Como celebração da 10ª edição, o debate amplia o olhar sobre o cuidado para além dos espaços tradicionais, explorando como diferentes atores do ecossistema vêm integrando tecnologia, dados e novos modelos de atendimento para tornar a saúde mais acessível e centrada no paciente. 

“Ao chegar em uma nova edição, o Insurance & Innovation Talks reforça seu papel como espaço de diálogo sobre os principais movimentos que impactam o setor. Discutir inovação em saúde é olhar para soluções que aproximam o cuidado das pessoas e contribuem para uma jornada mais fluida e preventiva”, afirma José Loureiro, diteror de Inovação do Grupo Bradesco Seguros. 

Programação 

14h00 | Welcome coffee 

14h30 | Abertura – Boas-Vindas 

14h40 | Cuidado, Acesso e Experiência: os Desafios e Oportunidades da Saúde 
Labruna Romão, Superintendente Sênior (Bradesco Seguros), Juliana Santos, PMO de Inovação (mediadora), e Luiz Humberto Werdine, coordenador de produto/medicina na FIRJAN 

15h10 | Como a tecnologia está transformando a jornada de saúde 
Gustavo Mariozzi, COO da Beep 

15h35 | Break 

15h45 | Perspectivas e Caminhos para o Futuro da Saúde 
Painel com representantes da Bradesco Seguros, Beep Saúde e FIRJAN, incluindo Thais Jorge de Oliveira e Silva, Felipe Szuster (mediação), Fernanda Spaziani, Diretora de Dados da Beep, e Juliana Fontanezi, coordenadora da saúde digital e do hub de saúde FIRJAN SESI 

Serviço 

Evento: Insurance & Innovation Talks – 10ª edição 
Tema: Saúde em Movimento: cuidado que acompanha, não espera 
Data: 10 de março 
Horário: das 14h às 16h30 (welcome coffee a partir das 14h) 
Formato: Híbrido (presencial + online) – vagas presenciais limitadas 
Local: Beep Saúde – Rua Praia de Botafogo, 501, 7º andar – Botafogo, Rio de Janeiro 
Inscrição gratuita: https://www.sympla.com.br/evento/insurance-innovation-talks-10-edicao-saude-em-movimento-cuidado-que-acompanha-nao-espera/3317005?algoliaID=c935ef3b00cf805f1212adce3d0f1291 

Susep concede autorização definitiva para a 88i Seguradora Digital

A Superintendência de Seguros Privados (Susep) concedeu autorização definitiva para a 88i Seguradora Digital S.A. operar seguros de danos e pessoas, no segmento S4, em todo o território nacional, sem as restrições do ambiente experimental. A empresa havia participado da primeira edição do Sandbox Regulatório. 

A nova licença para atuação permite a remoção de limitação de número de riscos emitidos e da importância segurada das coberturas nas quais a empresa operava dentro do Sandbox, além de facilitar a expansão para outros produtos que não são permitidos no âmbito do programa de inovação. 

Para conferir a autorização da 88i Seguradora Digital S/A, acesse a Portaria DIORE/SUSEP nº 110, de 26 de fevereiro de 2026

Sandbox Regulatório 

O Sandbox é um ambiente regulatório experimental que incentiva a implantação de projetos inovadores em produtos e serviços a serem ofertados no âmbito do mercado de seguros e que sejam desenvolvidos ou oferecidos a partir de novas metodologias, processos, procedimentos, ou de tecnologias existentes aplicadas de diversos modos. 

As sociedades participantes do Sandbox podem testar – sob a supervisão da Susep – novos produtos, serviços ou novas formas de prestar serviços tradicionais. A Susep, com isso, pode avaliar os benefícios e riscos relacionados a cada inovação e a necessidade de realização de ajustes, seja no modelo de negócios ou mesmo na regulamentação vigente. Entre os pontos positivos do projeto, destaca-se a possibilidade de inovação no mercado de seguros, com a manutenção das principais salvaguardas regulatórias. 

Considerando as três edições do Sandbox, foram selecionadas 20 seguradoras, das quais 6 já receberam autorização definitiva e 7 estão com processo de conversão em andamento. 

A Susep, ao divulgar a terceira edição, trouxe os temas de transformação ecológica e inovação tecnológica para a centralidade do programa, que passou a não ter prazo determinado, recebendo propostas de forma contínua.

Conheça os vencedores do VIII Prêmio de Jornalismo em Seguros 

premio de jornalismo em seguros

Em evento realizado casa de espetáculos Tokio Marine Hall, em São Paulo (SP), nesta terça-feira (3 de março), foram anunciados os vencedores da oitava edição do Prêmio de Jornalismo em Seguros, organizado pela Escola de Negócios e Seguros (ENS), Federação Nacional dos Corretores de Seguros (Fenacor) e Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg).

Esta edição contou com o apoio de grandes empresas e entidades do setor, que deram nome a cinco das seis categorias: Allianz – Seguro Rural; CAPEMISA – Previdência e Vida; Mapfre – Sustentabilidade & Seguros; Seguros Unimed – Seguros Gerais; FenaCap – Capitalização; e Saúde Suplementar.

A Tokio Marine, que também é patrocinadora do Prêmio, cedeu, em forma de permuta, a casa de espetáculos para sediar o evento de anúncio dos vencedores.

FINALISTAS

Os 30 trabalhos finalistas foram submetidos à Comissão de Julgamento, que elegeu os vencedores em cada uma das seis categorias e, também, o vencedor geral do Prêmio, que ganhou o título “Tokio Marine – Jornalista do Ano em Seguros”.

Os autores dos três melhores trabalhos em cada categoria foram contemplados com R$ 20 mil (1º lugar), R$ 10 mil (2º lugar) e R$ 5 mil (3º lugar), totalizando R$ 210 mil em premiações.

O vencedor do título “Tokio Marine – Jornalista do Ano em Seguros” foi Arthur Moraes, do Portal Seguro Gaúcho, autor da reportagem “Quando o Seguro sobe o morro: a inovação humana que floresce nas favelas brasileiras”. Primeiro colocado na categoria “Seguros Unimed – Seguros Gerais”, ele receberá, adicionalmente, bolsa de estudos em uma das imersões internacionais da ENS, com passagens e hospedagens pagas. Arthur Moraes obteve a maior média final entre os 6 primeiros colocados de cada categoria.

Uma novidade criada nesta edição foi a homenagem especial “AXA – Veículo do Ano em Seguros”, cujo objetivo é reconhecer o trabalho de excelência na difusão do setor. O veículo eleito foi a Revista Apólice que, em 2025, completou 30 anos de atuação no mercado. A placa foi recebida pelas diretoras da revista, Kelly Lubiato (Redação) e Graciane Pereira (Comercial).

Na saudação às mais de 200 pessoas presentes no evento, o presidente da ENS, Lucas Vergilio, destacou que a edição deste ano do Prêmio de Jornalismo em Seguros contou com aproximadamente 200 jornalistas cadastrados, de todas as regiões do País. “Isso prova que o seguro desperta o interesse dos veículos de comunicação. O nosso mercado está conquistando novos espaços. Esse é o caminho que queremos percorrer”, afirmou.

Por sua vez, o presidente da CNseg, Dyogo Oliveira, pontuou a importância da imprensa para fazer a ponte entre o setor segurador e a sociedade. “Temos vários canais à nossa disposição. Mas, o canal mais efetivo, que chega de fato até a população, é a imprensa”, frisou Oliveira.

Já o presidente da Fenacor, Armando Vergilio, parabenizou e agradeceu aos jornalistas presentes por ajudarem o setor na difusão do conhecimento. Ele lembrou ainda que o Prêmio de Jornalismo em Seguros é uma das principais premiações voltadas para a imprensa. “Esse prêmio também é a personificação da integração de nossas entidades, uma sinergia que tem crescido muito nos últimos anos”, assinalou Vergilio.

Veja a relação completa dos vencedores por categoria:

ALLIANZ – SEGURO RURAL

1º)

Título: “Seguro no campo”

Autor: João Carlos Labruna

Veículo: Revista Segurador Brasil

2º)

Título: “Seguro Rural: a solução para evitar perdas no campo, mas burocracia ainda é obstáculo para os produtores de SC”

 Autor: Cristian Delosantos

 Veículo: CBN Floripa

3º)

Título: “Falta de subvenção a seguro rural ameaça a proteção da soja”

Autor: Rafael Walendorff

Veículo: Jornal Valor Econômico

CAPEMISA – PREVIDÊNCIA E VIDA

1º)

Título: “Entre o amanhã e o agora: aumento de plataformizados levanta debate sobre renda futura”

Autor: Patrícia Maria Alves

Veículo: Folha de Londrina

2º)

Título: “Mercado Segurador: o crescimento da previdência privada no Brasil”.

Autor: Verena Veloso

Veículo: BandNews Salvador 

3º)

Título: “Mulheres seguras: câncer de mama e outras doenças graves aumentam busca por seguro de vida entre público feminino”

Autor: Gilson Monteiro

Veículo: Portal TNH1.

MAPFRE – SUSTENTABILIDADE & SEGUROS

1º)

Título: “Taxonomia Sustentável Brasileira redefine regras do jogo para investimentos e sustentabilidade”

Autor: Carol Kossling

Veículo: O Povo

2º)

Título: “Seguro: O Agente Estratégico do Financiamento Climático Global”

Autor: Antonio Carlos Teixeira

Veículo: Revista Plurale.

3º)

Título: “Daqui pra frente, tudo vai ser diferente”

Autor: André Felipe de Lima

Veículo: Revista Apólice

SEGUROS UNIMED – SEGUROS GERAIS

1º)

Título: “Quando o Seguro sobe o morro: a inovação humana que floresce nas favelas brasileiras”

Autor: Arthur Moraes

Veículo: Portal Seguro Gaúcho

2º)

Título: “Golpe do seguro: quadrilhas inventam crimes para ter acesso a indenizações milionárias”

Autor: Marcelo Bruzzi

Veículo: Rede Globo/GloboNews.

3º)

Título: “Supervivência”

Autor: Cinthya Oliveira

Veículo: O Tempo

FENACAP – CAPITALIZAÇÃO

1º)

Título: “A vez da capitalização”

Autor: Thais Ruco

Veículo: Jornal dos Corretores de Seguros – JCS. 

2º)

Título: “Cotidiano e Esperança: os caminhos de Diandra e Wesley nas APAEs gaúchas”

Autor: Fernanda Torres

Veículo: Portal JRS.

3º)

Título: “Capitalização ganha força como garantia locatícia e vira solução de segurança e liquidez no mercado imobiliário”

Autor: Ana Mello

Veículo: CQCS

SAÚDE SUPLEMENTAR

1º)

Título: “Plano de saúde ainda é incompreendido, embora seja reconhecido pela população”

Autor: Carol Rodrigues

Veículo: Revista Cobertura

2º)

Título: “IA ganha ainda mais espaço na medicina privada”

Autor: Leticia Lopes

Veículo: Jornal O Globo

3º)

Título: “Custo dos planos de saúde para jovens dobra em cinco anos no Ceará e supera alta entre idosos”

Autor: Ingrid Coelho

Veículo: Diário do Nordeste 

“Tokio Marine – Jornalista do Ano em Seguros”

Vencedor – Arthur Moraes

Veículo: Portal Seguro Gaúcho

Homenagem ‘AXA – Veículo do Ano em Seguros’

Vencedor: Revista Apólice

CNseg, Anbima, B3 e Febraban lançam guia prático sobre investimento social privado

Um novo guia ensina o passo a passo para empresas realizarem ISP (Investimento Social Privado) como parte das estratégias de sustentabilidade, com foco em promover impacto positivo na sociedade. O manual foi lançado nesta terça-feira por meio de uma parceria entre a CNseg (Confederação Nacional das Seguradoras), Anbima (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais), B3 (Brasil, Bolsa, Balcão) e Febraban (Federação Brasileira dos Bancos).

O setor segurador tem, em sua essência, a missão de proteger pessoas, empresas e patrimônios, contribuindo para a estabilidade econômica e social do País. Ao incorporar o investimento social privado de forma estratégica, ampliamos essa vocação, direcionando recursos e conhecimento técnico para enfrentar desafios estruturais do Brasil. Este guia reforça o compromisso do setor com uma atuação responsável na construção de um ambiente mais resiliente, inclusivo e sustentável.”, afirmou o presidente da CNseg, Dyogo Oliveira.

O ISP é uma ferramenta para direcionar recursos privados para projetos com foco social que se conectam à área de atuação de cada empresa, ou seja, ao “core business” das companhias. A abordagem permite que a companhia gere impacto social positivo e cria valor em diversas frentes, como transparência, reputação e relação com stakeholders.

“O guia ajuda as empresas a conectarem o ISP aos temas materiais do negócio, com governança, indicadores e prestação de contas. Desta forma, o investimento social deixa de ser pontual e passa a compor a estratégia de valor da companhia”, avalia Fabiana Prianti, head da B3 Social.

O público-alvo do guia são instituições financeiras, do mercado de capitais, seguradoras e empresas abertas. Com viés educativo, o material é dividido em três blocos de conteúdo: compreender o universo do ISP, os benefícios e a conexão com a agenda ESG; implementar na prática, da definição projeto à avaliação de resultados; e se inspirar em casos reais de uso nos mercados financeiro, de seguros e de capitais.

“O investimento social privado é uma forma das empresas contribuírem para o enfrentamento dos desafios socioambientais do Brasil, ao mesmo tempo em que aumentam a resiliência das companhias, fortalecem suas estratégias ESG, beneficiam investidores e contribuem para retornos sustentáveis no longo prazo”, explica Luiz Sorge, diretor da Anbima e líder da Rede ANBIMA de Sustentabilidade.

O documento é resultado da união de forças do setor financeiro e busca estimular a prática de investimento social privado na estratégia das empresas. O material foi construído com apoio técnico do Idis (Instituto para o Desenvolvimento do Investimento Social).

“Ao orientar o uso planejado de recursos privados, o Guia de Investimento Social Privado contribui para o enfrentamento de desafios socioambientais, transformando doações em investimentos estratégicos, alinhados às melhores práticas ESG. A atuação da Febraban, por meio de diretrizes de autorregulação, promoção de boas práticas e iniciativas setoriais, reforça a ética, o monitoramento e o compromisso voluntário dos bancos com a sociedade, reafirmando o papel do setor financeiro como agente de transformação e desenvolvimento sustentável no país”, afirma Amaury Oliva, diretor de Sustentabilidade e Autorregulação da Febraban.