Inclusão, educação e formação de novos profissionais na agenda da CNseg

A CNseg inicia o ano de 2025 com grandes projetos. Entre estes, o da implementação da “Agenda de Qualificação no Setor Seguros”, que tem como inspiração dois dos 17 Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS), da Organização das Nações Unidas (ONU).

São eles:

  • Objetivo 04 – Assegurar a educação inclusiva, equitativa e de qualidade por meio da promoção de oportunidades de aprendizagem ao longo da vida para todos; e
  • Objetivo 08 – Promover o crescimento econômico sustentado, o emprego pleno e produtivo e o trabalho decente para todos.

Para isso, em novembro de 2024, a Confederação Nacional das Seguradoras trouxe o executivo Andre Nunes, que já foi CEO da Caixa Seguridade, da Caixa Corretora e da Caixa Participações, além de vice-presidente de Estratégia e Pessoas da Caixa.

“A Agenda de Qualificação no Setor Seguros traz em suas ações a preocupação com a popularização dos seguros e a divulgação do setor para a sociedade como um todo. Apresentar a operação de seguros, valorizar a formação da mutualidade e levar à população as informações sobre os diferentes produtos de seguro, de capitalização e de previdência complementar aberta de forma simples e acessível é objetivo recorrente em todos os projetos que serão desenvolvidos. Todos eles aderentes à iniciativa ‘Consumidor no Centro da Estratégia’ proposta no pilar Imagem do Seguro do Plano de Desenvolvimento do Mercado Segurador (PDMS)”, afirmou Andre.

Agenda de Qualificação no Setor Seguros já tem idealizado três projetos em desenvolvimento:

Projeto “Programadores: Futuro Seguro”: desenvolvido em parceria com a ONG Generation, o projeto é estruturado para preparar e apoiar pessoas em situação de vulnerabilidade socioeconômica para que possam ingressar em carreiras que, de outra forma, seriam inacessíveis a elas, contribuindo para a mobilidade socioeconômica e a redução de desigualdades.

“O projeto cria a oportunidade de inclusão produtiva em posições de tecnologia na indústria de seguros e se inicia com a oferta de turma piloto de 45 alunos no primeiro semestre de 2025. O primeiro curso será de desenvolvedor Java e o segundo, de programador Cloud AWS. Ao final, os alunos estarão aptos para trabalhar no mercado segurador, em startups, empresas de desenvolvimento de software de médio e grande porte, e em empresas de consultoria”, explicou o executivo.

Durante 180 dias após o término do curso, os participantes contarão com um programa de mentoria e eventos de empregabilidade em conexão com a ONG Generation e com empregadores parceiros. “Nossa meta é colocar no mercado de trabalho até 80% dos alunos concludentes do curso”.

O monitoramento e a avaliação de dados dos alunos e de empregadores será realizado por até 5 anos, produzindo informações efetivas e aprofundadas sobre inclusão produtiva duradoura e os efeitos do projeto na vida dos formandos, assim como uma análise de custo-efetividade de sua implementação.

Projeto “Atuários do Futuro”: realizado em parceria com a Prudential, no Rio de Janeiro, e com a UNIFESP, em São Pauloo projeto busca contribuir para que alunos em situação de vulnerabilidade ingressem, permaneçam e concluam seus estudos em nível superior no curso de Ciências Atuarias.

Além de fortalecer a imagem reputacional do setor, o projeto contribui para a inclusão, a redução de desigualdades e para demandas de qualificação.

“Além de facilitar a futura contratação dos egressos do programa nas empresas do mercado segurador, o projeto pretende suprir a demanda existente por profissionais de atuária, garantindo a competitividade da profissão a partir do fluxo contínuo de formação de estudantes”, afirmou Andre.

Projeto “Think Tank em Seguros Privados”: em parceria com o IBMEC, o projeto congrega iniciativas em quatro frentes principais: escolas, graduação, pós-graduação e pesquisa, ampliando a já exitosa cooperação técnica e acadêmica entre Ibmec e CNseg, que vem desde 2021. Além de fazer a ponte entre o conhecimento acadêmico/científico e as práticas do mercado de seguros, o think tank pretende desenvolver pesquisas, produzir análises conjunturais e gerar recomendações baseadas em evidências.

“A escassa formação técnico-profissional especializada em seguros resulta na baixa produção de estudos técnicos sobre o tema pautados pela qualidade técnica e imparcialidade. Além disso, a limitada formação especializada nessa área resulta em uma lacuna significativa entre a demanda do mercado e a disponibilidade de profissionais capacitados. O Think Tank em Seguros Privados será um espaço de convergência entre disseminação da cultura do seguro, formação acadêmica especializada e pesquisa acadêmica, contribuindo para a inovação e o fortalecimento do mercado de seguros”, concluiu.

Allianz Seguros promove mudanças em diretorias

livia prata allianz seguros

A Allianz Seguros anunciou uma nova estrutura em suas diretorias. As modificações, que entraram em vigor a partir de 1º de janeiro, envolvem duas diretorias regionais e a criação de uma diretoria específica de Frotas.

A Regional São Paulo Interior passou ser liderada por Luciano Ambrosini, que também permanece interinamente à frente da Regional Sul até a definição de seu sucessor. Já Leonardo Marins deixou a gestão do interior paulista para assumir a operação na Regional Rio de Janeiro e Espírito Santo, até então sob o comando de Livia Prata.

Com as mudanças, a Allianz criou, ainda, uma diretoria exclusiva para o produto Frotas. A nova área foi assumida por Livia Prata, com reporte direto a David Beatham, diretor de Automóvel e Massificados.

De acordo com Nelson Veiga, diretor executivo Comercial da companhia, as modificações visam aprimorar a atuação comercial e acelerar o crescimento sustentável da Allianz. “Essas mudanças reforçam o nosso compromisso em promover talentos internos e alinhar nossas estratégias às necessidades dos nossos parceiros e clientes. Estamos confiantes de que essas transições trarão resultados significativos para Allianz”, afirmou.

PGFN altera regulamentação do uso de seguro garantia para débitos com a União

A Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN) publicou em seu portal nesta terça-feira (31) o novo marco normativo sobre oferecimento e aceitação de seguro garantia para débitos inscritos – ou próximos de serem inscritos – em dívida ativa da União ou do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), em execução fiscal ou em negociação administrativa.

A nova norma busca trazer padronização e segurança para a União e contribuintes. Entre as principais alterações está a possibilidade de oferta de seguro garantia para débitos não inscritos em dívida ativa da União e do FGTS, quando houver intenção de discussão judicial. Outras mudanças são a disponibilização de modelos de apólice padrão e a modernização do normativo à atual legislação.

O seguro garantia permite que, caso a empresa não cumpra o combinado em contrato, seja com o Poder Público ou um particular, a seguradora ressarça a outra parte.

As alterações foram discutidas em consulta pública e contou com o apoio de entidades do setor como a Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), da Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg).

FF Seguros planeja expandir a distribuição de seguros do agro

Guilherme Frezzarin, superintendente de agronegócios da FF Seguros.

Fonte: FF Seguros

A FF Seguros valida a expansão da plataforma digital FF Place, que é um ambiente personalizado e automatizado capaz de gerar apólices em cerca de um minuto. A plataforma já opera em outros segmentos da seguradora e será aplicada nas contratações do seguro Patrimonial Rural e Penhor Rural em 2025.

A seguradora está investindo na área de subscrição para aprimorar os processos de análises de propostas. O objetivo é apoiar o produtor no planejamento de safra de soja e milho 2025/26, visando garantir que a contratação do seguro agrícola ocorra no momento ideal, durante a fase de financiamento de custeio, a partir de abril de 2025.

“O plantio só costuma começar em outubro, mas é fundamental que o produtor não tome decisões tardias nem seja impactado por movimentos especulativos de mercado. Recomendamos que o agricultor programe as compras de insumos e invista na proteção da lavoura com antecedência”, orienta Guilherme Frezzarin, head de agronegócios da seguradora FF Seguros.

Além disso, há outras tecnologias aplicadas pela seguradora que facilitam a rotina e o atendimento aos clientes. “Temos ferramentas de sensoriamento remoto, previsão do clima e coleta de vários dados para a avaliação das áreas e registro de histórico de sinistros e outros problemas. As tecnologias nos ajudam nos cálculos de riscos para que possamos oferecer produtos mais assertivos e competitivos, de acordo com as reais necessidades dos produtores”, explica Frezzarin.

A FF também está planejando promover rodadas de conversas com cooperativas e instituições bancárias. De acordo com Diego Caputo, gerente comercial de cooperativas da FF Seguros, o objetivo é fortalecer parcerias, promover treinamentos de corretores especialistas no atendimento do agronegócio para aumentar aderência dos produtos.

“Conhecemos muito bem a rotina do agricultor, a janela de plantio e colheita e as necessidades de mitigação de riscos e proteção da lavoura em cada momento da safra. Nossa meta para 2025 é continuar aprimorando os nossos produtos e capilarizar a distribuição para que a FF esteja cada vez mais presente no campo em regiões estratégicas para produção nacional de grãos”, afirma Caputo.

Perspectivas de safra

O ano de 2024 foi marcado por desafios climáticos e algumas regiões tiveram problemas e perdas durante a safrinha de milho. No entanto, segundo a análise geral da seguradora, considera-se que a safra brasileira de grãos 2023/24 teve uma boa performance.

Até o momento, a perspectiva para 2025 indica que o ano poderá registrar um período de neutralidade climática ou pode ocorrer a incidência do fenômeno La Niña de baixa intensidade, o que seria um panorama favorável para os cultivos agrícolas. No entanto, ainda que a previsão inicial seja otimista, é fundamental proteger as plantações por meio da contratação de um seguro agrícola.

Para apoiar os produtores, a FF Seguros vai oferecer novas condições comerciais e atendimento de excelência, principalmente para clientes que priorizam a agricultura sustentável. “Produtores que investem em boas práticas agrícolas terão condições diferenciadas para contratar o seguro. Nós pretendemos valorizar quem faz o melhor manejo na propriedade”, revela Frezzarin.

Outro destaque previsto para 2025 envolve questões de políticas públicas. Segundo o head de agronegócio, são esperadas mudanças no Proagro (Programa de Garantia da Atividade Agropecuária) que podem limitar o acesso ao programa, impactando o mercado de seguros tradicional. “Acredito que haverá uma adaptação das seguradoras para absorver diferentes demandas de seguro privado em 2025. De modo geral, o setor deseja mais investimentos e melhorias no Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR)”, diz Frezzarin.

Com o patrocínio do Grupo Bradesco Seguros, 20ª edição do Jogo das Estrelas movimenta o Maracanã

Fonte: Bradesco

O Jogo das Estrelas, tradicional evento esportivo de fim de ano promovido por Zico há 20 anos, foi realizado no Maracanã nesse sábado, 28, e reuniu mais de 40 mil pessoas. Além do anfitrião, a partida contou com diversos astros da bola, como Adriano Imperador, David Luiz, Denílson, Djalminha, Júlio César, Mozer, Renato Gaúcho, Rivaldo, Sávio e Wesley. Também entraram em campo craques internacionais, como o sérvio Dejan Petković, o espanhol Michel Salgado, e o português Ricardo Quaresma.

O Jogo dos Artistas abriu a programação do evento, às 16h, e contou com participações ilustres como Diogo Nogueira, Felipe Simas, José Loreto, Nicolas Prattes, Rafael Portugal e Xamã, entre outros famosos. No intervalo, o grupo italiano, Double You, embalou o público com clássicos dos anos 80 e 90.

A partida principal, entre os times das Estrelas Vermelhas e das Estrelas Brancas, contou com o pontapé inicial de Renato Aragão, embaixador da UNICEF (Fundo das Nações Unidas para a Infância) no Brasil, instituição beneficiada pelo evento nesse ano.

Comandado por Zico, o Estrelas Vermelhas ganhou a partida de virada, com placar de 7 a 6 e gol do dono da festa. O evento homenageou, ainda, Adílio, ídolo e campeão do mundo pelo Flamengo, que faleceu em 2024, aos 68 anos.

Executivos do Grupo Bradesco Seguros acompanharam a edição histórica no Maracanã, evento que encerra o calendário anual de eventos da companhia. “Nossa parceria com o Jogo das Estrelas é de longa data, e ficamos muito felizes em ver o impacto que o evento traz para a sociedade. Para além das instituições beneficiadas todos os anos, é uma celebração que reúne diferentes gerações, no campo e nas arquibancadas,” destacou Alexandre Nogueira, Diretor de Marketing do grupo segurador.

Kristen Peed é nomeada presidente da RIMS para 2025

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A RIMS, a sociedade que reúne gestores de riscos de seguros dos Estados Unidos, anunciou hoje que Kristen Peed liderará a organização como presidente para o mandato de 2025, com início em 1º de janeiro.

Kristen é chefe de Riscos Corporativos na Sequoia, uma plataforma de tecnologia de recursos humanos e serviços de consultoria sediada em San Mateo, Califórnia. Na Sequoia, ela é responsável pela colocação dos programas de seguros corporativos, gestão de sinistros e implementação de estratégias de mitigação de riscos. Além disso, é uma líder destacada no setor de seguradoras cativas, tendo recebido reconhecimentos como “Top 20 Proprietários de Seguradoras Cativas” pela Captive Review em 2024 e uma indicação para integrar o Conselho de Diretores do Centro Internacional de Educação em Seguradoras Cativas no mesmo ano.

“É um novo dia no mundo da gestão de riscos”, disse Kristen. “Todos os dias, os profissionais de riscos enfrentam uma enxurrada de novos e evolutivos desafios. Enquanto o mundo reage com incertezas, esses profissionais precisam avançar corajosamente, focar no aprimoramento de suas habilidades e programas, além de se posicionarem para impulsionar a inovação e fortalecer a resiliência dos negócios.

“Como presidente da RIMS em 2025 – e como líder privilegiada por assumir este papel no ano em que celebramos o 75º aniversário da RIMS – minha prioridade é garantir que a RIMS continue a oferecer insights de ponta e oportunidades de networking robustas, permitindo que esta comunidade profissional prospere por muitos anos.”

Kristen possui mais de 20 anos de experiência na indústria de seguros, tanto no lado do corretor quanto do cliente. Antes da Sequoia, foi diretora de Riscos Corporativos na CBIZ, Inc. e integrou as equipes de gestão de riscos da Swagelok e da STERIS Corporation. No início de sua carreira, adquiriu experiência valiosa como corretora de linhas comerciais com foco em responsabilidade profissional e executiva nas empresas BB&T e Oswald Companies. Em 2016, Kristen foi homenageada como uma das “Mulheres a Serem Observadas” pela Business Insurance.

Kristen tem uma participação ativa na RIMS ao longo de sua carreira, inicialmente como diretora e membro do Conselho do Capítulo Nordeste de Ohio da RIMS. Ela integrou o Conselho Global de Diretores da RIMS em 2018 e atuou no Comitê Executivo como secretária, tesoureira e, mais recentemente, como vice-presidente em 2024. Kristen é formada em Relações Industriais pela Universidade da Carolina do Norte em Chapel Hill.

Jorge Nasser anuncia saída da Bradesco Vida e Previdência e da Bradesco Capitalização

Jorge nasser bradesco seguros

Jorge Nasser, 59 anos, anunciou sua saída do grupo Bradesco Seguros na virada do ano. “A vida é feita de ciclos, e certas decisões não são fáceis, mas devem ser tomadas com calma e leveza. Hoje encerro um ciclo de 40 anos em uma organização que me proporcionou oportunidades, conhecimento e muitos amigos. Preciso seguir meu projeto de vida com mais tempo para a família e para novos sonhos. Tenho uma imensa gratidão por ter compartilhado muitos sonhos com meus times e por deixar um legado de prazer em fazer o mais difícil, o necessário, e com isso ter a certeza de continuar assistindo ao sucesso das pessoas que compõem o grupo”, comentou o ex-presidente da Bradesco Vida e Previdência e da Bradesco Capitalização.

Apesar da tradição da instituição, Nasser sempre demonstrou inquietude nas quatro décadas em que trabalhou no Bradesco. Sempre atento ao futuro, liderou uma onda de transformações no grupo, influenciando o corpo diretivo e as equipes com suas percepções atualizadas sobre as mudanças sociais, econômicas e, na última década, sobre os impactos da tecnologia na vida das pessoas e, consequentemente, no sucesso das empresas que têm o consumidor como foco da estratégia.

Ivan Gontijo, presidente do Grupo Bradesco Seguros, assume interinamente o cargo. A aposta de executivos próximos é que o sucessor de Nasser seguirá a tradição do Bradesco, com o reconhecimento de um dos executivos treinados para a sucessão.

Em um post anterior ao de sua saída, Nasser fez uma reflexão sobre 2024: “Na Bradesco Vida e Previdência e Bradesco Capitalização, temos muito a celebrar, mas há muito mais a fazer do que já foi feito. E esse é o verdadeiro encanto da nossa missão: caminhar cada vez mais próximos dos nossos parceiros de negócios e clientes nas diversas regiões do Brasil, proporcionando segurança, confiança e proteção em todos os seus ciclos de vida.”

Já para Nasser, o momento agora é de celebrar a vida com sua principal fonte de inspiração para viver melhor: a família. Outra paixão sua é aproveitar a vida em duas rodas, especialmente em passeios de moto por estradas em dias ensolarados. Contudo, com o crescimento do setor de seguros e a busca por profissionais à frente de seu tempo para implementar mudanças necessárias para a longevidade, é provável que, em breve, seja anunciada sua nova jornada profissional.

Por aqui, desejamos sucesso ao querido Nasser. Que 2025 seja abençoado em todos os aspectos da sua vida. E ansiosos para contarmos sobre sua nova jornada.

Lula sanciona lei que acaba com a volta do DPVAT

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou, nesta terça-feira (31), a lei que institui o fim do Seguro Obrigatório para Proteção de Vítimas de Acidentes de Trânsito (SPVAT), antigo DPVAT. Desta forma, o seguro não será cobrado em 2025.

A retomada do seguro desagradou a oposição que, após um acordo com o governo, conseguiu apoio para que a revogação do DPVAT fosse incluída como um “jabuti” – matéria estranha ao assunto original da proposta – em um dos pacotes de cortes de gastos do governo que foi sancionado no dia 31 de dezembro.

O texto da lei complementar 211 altera regras do arcabouço fiscal, limita a concessão de benefícios tributários e permite o bloqueio de emendas parlamentares.

O governo havia conseguido aprovar o retorno do seguro em maio deste ano com o intuito de destravar R$ 15 bilhões para os cofres públicos que estavam congelados. A cobrança para as pessoas começaria a partir de 1º de janeiro de 2025.

No entanto, governadores se recusaram a firmar contratos com os Detrans locais para realizar as cobranças. Desta forma, o governo resolveu derrubar a cobrança.

Swiss Re Cat Bond Index registra retorno total de 17,29% em 2024, o segundo maior da história

Fonte: Artemis

O mercado de bonds catastróficos registrou o segundo maior retorno total de sua história em 2024, alcançando 17,29% no acumulado do ano, de acordo com dados dos Índices de Performance de Cat Bonds da Swiss Re. Esse resultado marca o segundo melhor desempenho anual já registrado pelo índice da Swiss Re.

Com uma diferença de apenas 2,40% em relação ao recorde estabelecido em 2023, esse resultado reflete, em parte, os ganhos recuperados após o furacão Ian em 2022 não gerar as perdas inicialmente previstas. Esses ganhos se materializaram na primeira metade de 2023, juntamente com outras dinâmicas de preço observadas naquele ano. Isso torna o retorno anual de 2024 ainda mais impressionante, considerando que a recuperação pós-Ian era um evento único e improvável de ser repetido, destacando a força do desempenho total de 2024 para o mercado de bonds catastróficos.

É importante destacar, no entanto, que os fundos gerenciados de cat bonds tendem a não alcançar retornos tão altos quanto o índice de mercado calculado pela resseguradora global Swiss Re. A maioria das estratégias ficou entre 12% e cerca de 15% de retorno no acumulado de 2024, segundo nossas fontes. É difícil replicar totalmente o índice, e a maioria dos gestores de fundos de cat bonds prefere buscar sua própria estrutura de retornos, baseada em suas filosofias específicas de gestão e negociação, em vez de replicar o beta do mercado de cat bonds.

Screenshot

O desempenho do mercado em 2024 refletiu um mercado operando com spreads recordes de juros sobre o risco acima da perda esperada, gerando retornos significativos para seus investidores ao longo do ano passado. Apesar de um leve enfraquecimento nos preços observado nas emissões primárias de cat bonds no final do ano, os retornos permanecem historicamente elevados.

Olhando para o futuro, o impacto do recente enfraquecimento nos preços sobre os retornos totais de 2025 ainda é incerto. Neste momento, parece improvável que o retorno total de 2024 seja igualado sem uma rápida estabilização ou reversão na trajetória de preços, ou alguma outra mudança de cenário. Os preços dos cat bonds têm acompanhado o movimento de enfraquecimento global nos mercados de resseguros e retrocessões, em alguns casos, até um pouco mais, conforme a eficiência desses instrumentos securitizados ficou evidente novamente no último trimestre do ano passado.

Apesar do enfraquecimento recente, os retornos do mercado de cat bonds continuam em níveis historicamente altos, como evidenciado por gráficos que mostram preços, spreads e múltiplos de mercado dos bonds ao longo dos anos e trimestres, além de dados sobre rendimento do mercado de cat bonds fornecidos pela Plenum Investments.

Com um retorno total de 17,29% em 2024 e acumulando pouco mais de 40% nos últimos dois anos, segundo o Índice da Swiss Re, os cat bonds continuam sendo um dos principais destaques nas categorias de renda fixa, alternativas e fundos hedge.

FenaSaúde estima que ano fechará com 51,7 milhões de beneficiários em planos de saúde 

Vera Valente FenaSaúde

Projeções feitas pela Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde), que representa os principais grupos de operadoras do país, apontam que o número de brasileiros com planos médico-hospitalares deve ficar próximo de 51,7 milhões ao fim de 2024. O aumento deverá ser de 865 mil de beneficiários no ano, em torno de 1,2%.   

Confirmada a previsão, será o maior patamar de usuários desde o início da série, em 2000.  

“Esse resultado está alinhado aos resultados da economia brasileira, refletindo o aquecimento da atividade econômica, com a redução da taxa de desemprego e, consequentemente, maior oferta de planos de saúde pelas empresas a seus colaboradores”, analisa a diretora-executiva da FenaSaúde, Vera Valente.