FF Seguros lança proteção para equipamentos de tecnologia, de notebooks a servidores

Fonte: FF Seguros

A FF Seguros lançou o Seguro Riscos Diversos (RD) de Equipamentos de Tecnologia (TI). O produto protege equipamentos como Notebooks, Computadores, Servidores, Impressoras, Scanners, entre outros contra danos e perdas, como roubo, furtos, incêndio e alagamento, por exemplo.

“O nosso objetivo é minimizar riscos, garantindo todo o suporte aos profissionais e empresas do setor caso ocorra algum acidente, evitando perdas de receita ou mesmo paralisação de seus projetos”, afirma Daniel Camargo, Superintendente de Produtos da Unidade de Negócios (BU) de Canais Digitais da FF Seguros.

Segundo o executivo, o seguro RD para o setor de TI possui alto potencial de crescimento no mercado securitário, pois resguarda os profissionais autônomos e as empresas de tecnologia diante de situações adversas, na medida que protege os clientes de problemas relacionados a fatores externos levando em conta que os altos custos relativos à perda desses equipamentos podem impactar fortemente o patrimônio desses usuários.

Outro benefício do seguro para equipamentos de tecnologia é assegurar o ressarcimento de prejuízos decorrentes de danos de causa externa, além da flexibilidade de considerar outras coberturas como roubos, furtos qualificados, incêndios ou danos elétricos ocorridos nos aparelhos. Para se ter uma ideia, um notebook custa entre R$ 3.000 a R$ 30.000. Já um servidor depende da sua configuração, mas seu preço pode variar de R$ 12.000 a mais de R$ 90.000 a unidade. 

Além do Seguro RD Equipamentos de Tecnologia, a BU de Canais Digitais passa agora a contar com um portfólio composto por 10 produtos. Entre eles, Responsabilidade Civil (E&O), voltado para as categorias de Médicos, Dentistas e Corretores de Seguros, Riscos Diversos para Construção Civil, conhecido por Linha Amarela, Seguro de Riscos Diversos (RD) para Equipamentos Médicos, Odontológicos, Estética e Veterinário, Seguro de Responsabilidade Civil para Administradores e Diretores (D&O), Seguro de Riscos Diversos (RD) para Equipamentos Cinematográficos e Fotográficos e Seguro de Bike.

Camargo destaca que o novo Seguro RD passa a integrar a plataforma digital desenvolvida pela área de Tecnologia e Inovação da companhia, que oferecerá uma variada oferta produtos de varejo, proporcionando benefícios para os corretores e seus clientes, além de abrir espaço no futuro para a participação de novos canais de distribuição.

Rápida e descomplicada, a plataforma oferece uma solução integrada e proporciona a melhor experiência para toda a cadeia de relacionamento do setor de seguros. Trata-se de uma ferramenta que visa simplificar o processo de cadastramento das corretoras e aprovação das apólices.  Em apenas um minuto, é aprovada a apólice de seguro sem que o corretor e seu cliente tenham de aguardar horas ou dias para aprovar a transação.

Os seguros que fazem parte do portfólio da unidade de Canais Digitais são baseados no conceito do mundo digital: cotação instantânea, emissão da apólice 100% digital e disponibilização de inteligência de performance através de dados e dashboard de controle. A facilidade, agilidade e a segurança da plataforma permitem ao corretor apresentar cotações e emitir apólices em poucos cliques e sem burocracia.

A plataforma digital da FF Seguros já conta com mais de 3 mil corretores cadastrados. Trata-se de um número expressivo de corretores listados que podem montar suas carteiras de clientes na própria plataforma digital, projetando a rentabilidade das operações, volume diário, semanal e mensal de vendas, simulador de ganho de comissões, campanhas promocionais, sistema de pontuação e prêmios. 

Segundo Camargo, o prêmio de seguro acumulado da unidade Canais Digitais mais que dobrou este ano em relação a 2023 atingindo o valor de R$ 40 milhões. A meta para 2025 será superar R$ 100 milhões em prêmio.

Frank Moraes assume como diretor de resseguros na Inter Risk

A Inter Risk, holding controlada pelo grupo americano Amwins, anunciou Frank Moraes como Diretor de Resseguros Facultativo de Riscos Patrimoniais e Construção. Ele será responsável pelo desenvolvimento da carteira de Property, Casualty e Risco de Engenharia, atendendo clientes diretos e parceiros.

Frank traz mais de 25 anos de experiência no mercado de seguros e resseguros, com passagens por empresas como Allianz, RSA, AIG e HDI Global Seguros. Ele também participou da criação de uma MGA voltada à terceirização de atividades de seguradoras. Sua formação inclui Tecnologia Mecânica pela FATEC-SP e pós-graduação em Administração pela FAAP.

Fernando Coelho, Chief Strategy Officer (CSO) da Inter Risk, destacou que a experiência de Frank beneficiará os clientes da empresa. Dalve Ortolani, Chief Commercial Officer (CCO), ressaltou que a contratação, junto com a de Paulo Dart e Ricardo Steiman, reforça a estratégia da Inter Risk para 2025, voltada ao crescimento sustentável e à ampliação da capacidade de atendimento em seguros, resseguros e benefícios.

Chegolá inicia operações com foco no mercado de consórcios, conta Marcelo Blay, sócio fundador

marcelo blay, socio da ChegoLá

A Chegolá Consórcio começa a operar com a proposta de auxiliar brasileiros em suas conquistas financeiras, oferecendo inicialmente consórcios para imóveis e veículos. “Venderemos inicialmente consórcio para ter foco. Seguros estão nos planos futuros”, afirmou Marcelo Blay, sócio-fundador e presidente do conselho da empresa, em entrevista ao Sonho Seguro.

Blay possui mais de 34 anos de experiência no mercado de seguros. Ele foi responsável pelas áreas de automóvel e saúde da Porto Seguro, a maior seguradora de automóveis do Brasil, durante 10 anos. Também atuou como COO na área de seguros varejo do Itaú Seguros.

A proposta da Chegolá é se destacar no mercado de consórcios, que movimenta mais de R$ 300 bilhões anualmente, segundo dados da Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios (ABAC). A empresa opera em parceria com a Porto Bank, do grupo Porto Seguro, e busca oferecer taxas administrativas competitivas e altos índices de contemplação.

“Nosso compromisso é cultivar um cuidado que promova crescimento, oferecendo soluções financeiras alinhadas às metas e realidades de cada cliente”, disse Blay. Ele destacou que os consórcios são uma alternativa às modalidades de crédito com juros altos, proporcionando mais flexibilidade para a aquisição de bens.

Guilherme Pereira, sócio-fundador e CEO da Chegolá, explicou que o diferencial da empresa está em sua abordagem centrada no cliente. “Queremos construir uma relação de confiança, atuando como parceiros estratégicos para que cada cliente transforme seus sonhos em conquistas”, afirmou.

A empresa também investe em uma plataforma digital intuitiva e integrada, com atendimento multicanal via aplicativo, WhatsApp, telefone e videochamadas. “Aliamos inovação tecnológica a um atendimento personalizado, permitindo que cada cliente tenha as ferramentas necessárias para gerenciar seu planejamento financeiro de forma prática e segura”, disse Márcia Camacho, sócia-fundadora e COO.

Outro nome de peso na equipe é Manes Erlichman, também fundador e ex-diretor técnico da Minuto Seguros. Ele integra o conselho da Chegolá, trazendo sua experiência para o desenvolvimento do negócio.

Com planos ambiciosos, a Chegolá espera consolidar sua posição no mercado de consórcios e soluções financeiras nos próximos cinco anos, contribuindo para o crescimento do setor e impactando positivamente a vida de milhares de brasileiros.

Adaptação às novas regras e avanço do open insurance são prioridades para o setor em 2025

cassio amaral

2025 será um ano crucial para o setor de seguros no Brasil, com desafios significativos relacionados à adaptação ao Novo Marco Legal de Seguros, que entrará em vigor no final do ano, segundo Cassio Gama Amaral, advogado do escritório Machado Meyer. “Quem conseguir se adaptar de forma mais rápida e eficiente sairá na frente”, enfatiza Amaral. Além disso, ele reforça que o mercado precisa estar mais aberto a novos entrantes e soluções conectadas a experiências de diversos setores da economia, pois “as pessoas não compram mais serviços e produtos, compram experiências gratificantes”.

Amaral acredita que o Open Insurance será um importante veículo para a transformação do setor, permitindo a entrada de novos participantes e a criação de experiências conectadas a diferentes ecossistemas, especialmente o financeiro. Ele também vê o mercado de capitais como um potencial gerador de capacidade de resseguro e seguro, por meio de soluções como securitização.

“O Brasil pode se transformar em um hub mundial de ILS (insurance-linked securities)”, projeta. Em dezembro, a Superintendência de Seguros Privados (Susep) autorizou as duas primeiras Sociedade Seguradora de Propósito Especifico (SSPE) para atuar com este instrumento financeiro, que pretende ampliar as fontes de recursos para as seguradoras e as resseguradoras, tem dado bons retornos para os investidores nos mercados americano e europeu.

A LRS é um título de renda fixa, com prazos diversos e rendimento atrelado a fatores de risco de seguro. O retorno tem como base parâmetros facilmente identificados, como enchentes, ventania, granizo e catástrofes climáticas em uma região pré-definida. Para tanto, o advogado defende a reformulação da estrutura do mercado de resseguros e a ampliação do modelo sandbox regulatório, permitindo a entrada de novos players e projetos disruptivos. Ele também enxerga nas cooperativas e mútuas recentemente autorizadas a comercializar seguros uma oportunidade de aumentar a capilaridade e o volume de prêmios no país.

Ao avaliar o desempenho de 2024, Amaral destaca que o Machado Meyer esteve à frente de importantes transações, como a aquisição da Liberty pela HDI e da BMG Seguros pelo Banco Daycoval, além de iniciativas pioneiras como a constituição da primeira Sociedade Processadora de Ordem de Cliente (SPOC) no âmbito do Open Insurance e da primeira Sociedade Seguradora de Propósito Específico (SSPE) para emissão de Letras de Risco de Seguros.

Amaral é cofundador da Guru Spoc, a primeira Sociedade Processadora de Ordem do Cliente no âmbito do Open Insurance no Brasil. Ele observa que o setor atraiu novos entrantes, como seguradoras, corretoras e MGAs, trazendo inovação e interesse de investidores. Contudo, o principal desafio foi a discussão limitada sobre o novo marco legal de seguros, que pegou muitos players despreparados, mesmo com o apoio institucional da CNseg, a confederação das seguradoras, e da Fenacor, a federaçao nacional dos corretores de seguros.

No entanto, Amaral lamenta a ausência de iniciativas relevantes para ampliar a penetração de seguros em 2024, salvo algumas ações digitais, como seguros para roubo de celular e produtos voltados para a economia gig. Ele critica a baixa cobertura de seguros em eventos no Rio Grande do Sul, que evidenciou a falta de capilaridade do setor, e aponta limitações no modelo sandbox atual, que restringe o surgimento de produtos e players inovadores. “O ideal seria um modelo mais aberto, como o da Inglaterra, que permite a criação de novos stakeholders e joint ventures com outros mercados”, avalia.

Em relação às reformas e investimentos públicos, Amaral observa que o PAC ainda não gerou negócios significativos para o setor de seguros. Ele também destaca o desconhecimento do Estado sobre o potencial do seguro garantia nas obras públicas, refletido no baixo número de editais que contemplaram a nova modalidade prevista na Nova Lei de Licitações.

Por fim, ao abordar a inovação, Amaral avalia que a transformação digital no setor de seguros ainda é incipiente. Ele aponta dificuldades como altos custos de transação e a pouca digitalização de canais. Para ele, o Open Insurance, se implementado de forma estratégica e integrada ao Open Banking, pode ser o principal vetor para superar essas barreiras, facilitando a comercialização de seguros e a criação de novos modelos de negócios. “Apostaria no Open Insurance e sua interoperabilidade como o futuro da transformação digital de seguros no Brasil”, conclui.

Ô Insurance Group estima crescer acima de 2024 neste ano

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Fonte: Ô Insurance Group

Em 2024, a Ô Insurance Group reafirmou seu compromisso com a inovação, crescimento e impacto no setor de seguros e serviços. Com iniciativas arrojadas, novas soluções e uma estratégia voltada para a tecnologia, o grupo alcançou marcos importantes, fortalecendo sua presença nos segmentos B2B, B2C e B2B2C.

Com um crescimento de 38% no Prêmio e 39% na Receita Bruta em relação ao ano anterior, o grupo alcançou marcos significativos.

Algumas das principais ações responsáveis para alcançar esses números foram: 

Avanços Estratégicos e Inovação em Produtos – No segmento B2C, a Assegurou brilhou ao consolidar sua presença digital. A plataforma permite a contratação e o acompanhamento de diversos seguros em um único lugar, proporcionando praticidade e autonomia aos clientes.

Um dos destaques do ano foi o lançamento de produtos pioneiros, como o Vida Simples, um seguro de vida com contratação ultra-simplificada que atraiu muitos clientes. Com três meses gratuitos, sem carência ou necessidade de cartão cadastrado, o produto demonstrou a capacidade da Ô Insurance de combinar acessibilidade com tecnologia de ponta.

Foco em Tecnologia – Um marco significativo esse ano foi a fundação da ÔnTecH, que oferece tecnologia para integração de produtos de seguros e serviços por meio de APIs. A empresa já coleciona cases de sucesso com clientes que se beneficiaram dessa solução inovadora.

A Ô Affinity, por sua vez, reafirmou sua posição como referência em soluções customizadas. A combinação de alta tecnologia e estratégias tailor-made resultou em parcerias de sucesso e produtos personalizados, elevando a experiência do cliente.

Expansão no Segmento de Saúde – No segmento de saúde, a Ô Health ganhou destaque como boutique de soluções para RH, com profissionais altamente qualificados para atuar em Vendas, Relacionamento e Inteligência de dados. 

A implantação da Máquina de Vendas otimizou o fluxo de leads e a conversão, reforçando a eficiência das operações. Possibilitando que as bases sejam trabalhadas de forma automatizada para melhorar os resultados da nossa operação, tendo clareza nos indicadores e personas. 

Reconhecimento no Mercado

A participação em eventos de grande porte e a presença em publicações renomadas consolidaram a imagem da Ô Insurance no mercado. Além disso, a inauguração de um novo escritório no InovaBra simboliza a aposta do grupo em um ambiente que estimula a inovação e o crescimento colaborativo.

Investimento em Pessoas e Cultura Organizacional

O desenvolvimento da cultura organizacional foi uma prioridade em 2024. Por meio de treinamentos e iniciativas de desenvolvimento, a Ô Insurance promoveu o alinhamento dos times, fortalecendo a colaboração e a inovação interna. Esses investimentos em capital humano foram determinantes para o êxito das entregas e o crescimento sustentável do grupo.

Resultados e Projeções para 2025

O ano fechou com crescimento pelo terceiro ano consecutivo no prêmio e na receita, aumento da base de clientes e parcerias, e expansão significativa das operações. Com metas ambiciosas para 2025, a Ô Insurance planeja avançar ainda mais em sua missão de distribuir seguros e serviços de forma digital, escalável e eficiente.

A trajetória da Ô Insurance em 2024 é um exemplo de como a combinação de estratégia, inovação e cultura organizacional pode impulsionar resultados. Com um time engajado e uma visão clara, o grupo segue preparado para transformar o mercado e liderar o futuro dos seguros e serviços.

Seguradora Sompo anuncia mudança na área comercial

A Sompo comunica sua nova estrutura comercial. Desde o início de 2025, Rogério Santos, Diretor Comercial de Filiais e Canais, e Emerson Bueno, Diretor Comercial Megabrokers e Licitações, assumem a liderança da área e o relacionamento com corretores de seguros, respondendo diretamente a Alfredo Lalia Neto, CEO da companhia. Fernando Grossi encerra seu ciclo como Diretor Executivo Comercial, mas segue como consultor, contribuindo com sua expertise e conhecimento em projetos estratégicos, reforçando o compromisso da empresa de seguir com investimentos para estar em posição de destaque na área de Seguros Corporativos e de Agronegócio.

Por meio da nova estrutura, a Sompo pretende incrementar ainda mais o relacionamento com parceiros corretores de seguros, com o propósito de fomentar negócios, bem como seguir na expansão de abrangência e ampliação do portfólio de produtos, com objetivo de disponibilizar soluções completas para o gerenciamento de riscos dos clientes.

“Fernando é uma autoridade quando o assunto é área comercial de seguradoras. Sua contribuição até o momento em cargos de liderança e na interlocução com o mercado foi inestimável para o desenvolvimento da Sompo”, destacou Alfredo Lalia Neto, CEO da Sompo. “Após quase meio século de trabalho 24×7 dedicado ao mercado de seguros, o Fernando decidiu desacelerar para ter mais tempo com a família e amigos. Assim, nessa nova fase, a sua expertise será fundamental no desenvolvimento de projetos estratégicos para a Sompo.

Emerson e Rogério, por sua vez, seguem com a missão de conduzir nossas equipes comerciais no dia a dia, para fazer com que a Sompo siga superando todas as expectativas, a exemplo do que observamos nos anos recentes”, comenta o executivo em referência ao crescimento médio anual de 23,2% no faturamento entre 2021 e 2024, contra 16,9% do mercado nos ramos em que a companhia atua hoje. 

Inclusão, educação e formação de novos profissionais na agenda da CNseg

A CNseg inicia o ano de 2025 com grandes projetos. Entre estes, o da implementação da “Agenda de Qualificação no Setor Seguros”, que tem como inspiração dois dos 17 Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS), da Organização das Nações Unidas (ONU).

São eles:

  • Objetivo 04 – Assegurar a educação inclusiva, equitativa e de qualidade por meio da promoção de oportunidades de aprendizagem ao longo da vida para todos; e
  • Objetivo 08 – Promover o crescimento econômico sustentado, o emprego pleno e produtivo e o trabalho decente para todos.

Para isso, em novembro de 2024, a Confederação Nacional das Seguradoras trouxe o executivo Andre Nunes, que já foi CEO da Caixa Seguridade, da Caixa Corretora e da Caixa Participações, além de vice-presidente de Estratégia e Pessoas da Caixa.

“A Agenda de Qualificação no Setor Seguros traz em suas ações a preocupação com a popularização dos seguros e a divulgação do setor para a sociedade como um todo. Apresentar a operação de seguros, valorizar a formação da mutualidade e levar à população as informações sobre os diferentes produtos de seguro, de capitalização e de previdência complementar aberta de forma simples e acessível é objetivo recorrente em todos os projetos que serão desenvolvidos. Todos eles aderentes à iniciativa ‘Consumidor no Centro da Estratégia’ proposta no pilar Imagem do Seguro do Plano de Desenvolvimento do Mercado Segurador (PDMS)”, afirmou Andre.

Agenda de Qualificação no Setor Seguros já tem idealizado três projetos em desenvolvimento:

Projeto “Programadores: Futuro Seguro”: desenvolvido em parceria com a ONG Generation, o projeto é estruturado para preparar e apoiar pessoas em situação de vulnerabilidade socioeconômica para que possam ingressar em carreiras que, de outra forma, seriam inacessíveis a elas, contribuindo para a mobilidade socioeconômica e a redução de desigualdades.

“O projeto cria a oportunidade de inclusão produtiva em posições de tecnologia na indústria de seguros e se inicia com a oferta de turma piloto de 45 alunos no primeiro semestre de 2025. O primeiro curso será de desenvolvedor Java e o segundo, de programador Cloud AWS. Ao final, os alunos estarão aptos para trabalhar no mercado segurador, em startups, empresas de desenvolvimento de software de médio e grande porte, e em empresas de consultoria”, explicou o executivo.

Durante 180 dias após o término do curso, os participantes contarão com um programa de mentoria e eventos de empregabilidade em conexão com a ONG Generation e com empregadores parceiros. “Nossa meta é colocar no mercado de trabalho até 80% dos alunos concludentes do curso”.

O monitoramento e a avaliação de dados dos alunos e de empregadores será realizado por até 5 anos, produzindo informações efetivas e aprofundadas sobre inclusão produtiva duradoura e os efeitos do projeto na vida dos formandos, assim como uma análise de custo-efetividade de sua implementação.

Projeto “Atuários do Futuro”: realizado em parceria com a Prudential, no Rio de Janeiro, e com a UNIFESP, em São Pauloo projeto busca contribuir para que alunos em situação de vulnerabilidade ingressem, permaneçam e concluam seus estudos em nível superior no curso de Ciências Atuarias.

Além de fortalecer a imagem reputacional do setor, o projeto contribui para a inclusão, a redução de desigualdades e para demandas de qualificação.

“Além de facilitar a futura contratação dos egressos do programa nas empresas do mercado segurador, o projeto pretende suprir a demanda existente por profissionais de atuária, garantindo a competitividade da profissão a partir do fluxo contínuo de formação de estudantes”, afirmou Andre.

Projeto “Think Tank em Seguros Privados”: em parceria com o IBMEC, o projeto congrega iniciativas em quatro frentes principais: escolas, graduação, pós-graduação e pesquisa, ampliando a já exitosa cooperação técnica e acadêmica entre Ibmec e CNseg, que vem desde 2021. Além de fazer a ponte entre o conhecimento acadêmico/científico e as práticas do mercado de seguros, o think tank pretende desenvolver pesquisas, produzir análises conjunturais e gerar recomendações baseadas em evidências.

“A escassa formação técnico-profissional especializada em seguros resulta na baixa produção de estudos técnicos sobre o tema pautados pela qualidade técnica e imparcialidade. Além disso, a limitada formação especializada nessa área resulta em uma lacuna significativa entre a demanda do mercado e a disponibilidade de profissionais capacitados. O Think Tank em Seguros Privados será um espaço de convergência entre disseminação da cultura do seguro, formação acadêmica especializada e pesquisa acadêmica, contribuindo para a inovação e o fortalecimento do mercado de seguros”, concluiu.

Allianz Seguros promove mudanças em diretorias

livia prata allianz seguros

A Allianz Seguros anunciou uma nova estrutura em suas diretorias. As modificações, que entraram em vigor a partir de 1º de janeiro, envolvem duas diretorias regionais e a criação de uma diretoria específica de Frotas.

A Regional São Paulo Interior passou ser liderada por Luciano Ambrosini, que também permanece interinamente à frente da Regional Sul até a definição de seu sucessor. Já Leonardo Marins deixou a gestão do interior paulista para assumir a operação na Regional Rio de Janeiro e Espírito Santo, até então sob o comando de Livia Prata.

Com as mudanças, a Allianz criou, ainda, uma diretoria exclusiva para o produto Frotas. A nova área foi assumida por Livia Prata, com reporte direto a David Beatham, diretor de Automóvel e Massificados.

De acordo com Nelson Veiga, diretor executivo Comercial da companhia, as modificações visam aprimorar a atuação comercial e acelerar o crescimento sustentável da Allianz. “Essas mudanças reforçam o nosso compromisso em promover talentos internos e alinhar nossas estratégias às necessidades dos nossos parceiros e clientes. Estamos confiantes de que essas transições trarão resultados significativos para Allianz”, afirmou.

PGFN altera regulamentação do uso de seguro garantia para débitos com a União

A Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN) publicou em seu portal nesta terça-feira (31) o novo marco normativo sobre oferecimento e aceitação de seguro garantia para débitos inscritos – ou próximos de serem inscritos – em dívida ativa da União ou do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), em execução fiscal ou em negociação administrativa.

A nova norma busca trazer padronização e segurança para a União e contribuintes. Entre as principais alterações está a possibilidade de oferta de seguro garantia para débitos não inscritos em dívida ativa da União e do FGTS, quando houver intenção de discussão judicial. Outras mudanças são a disponibilização de modelos de apólice padrão e a modernização do normativo à atual legislação.

O seguro garantia permite que, caso a empresa não cumpra o combinado em contrato, seja com o Poder Público ou um particular, a seguradora ressarça a outra parte.

As alterações foram discutidas em consulta pública e contou com o apoio de entidades do setor como a Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), da Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg).

FF Seguros planeja expandir a distribuição de seguros do agro

Guilherme Frezzarin, superintendente de agronegócios da FF Seguros.

Fonte: FF Seguros

A FF Seguros valida a expansão da plataforma digital FF Place, que é um ambiente personalizado e automatizado capaz de gerar apólices em cerca de um minuto. A plataforma já opera em outros segmentos da seguradora e será aplicada nas contratações do seguro Patrimonial Rural e Penhor Rural em 2025.

A seguradora está investindo na área de subscrição para aprimorar os processos de análises de propostas. O objetivo é apoiar o produtor no planejamento de safra de soja e milho 2025/26, visando garantir que a contratação do seguro agrícola ocorra no momento ideal, durante a fase de financiamento de custeio, a partir de abril de 2025.

“O plantio só costuma começar em outubro, mas é fundamental que o produtor não tome decisões tardias nem seja impactado por movimentos especulativos de mercado. Recomendamos que o agricultor programe as compras de insumos e invista na proteção da lavoura com antecedência”, orienta Guilherme Frezzarin, head de agronegócios da seguradora FF Seguros.

Além disso, há outras tecnologias aplicadas pela seguradora que facilitam a rotina e o atendimento aos clientes. “Temos ferramentas de sensoriamento remoto, previsão do clima e coleta de vários dados para a avaliação das áreas e registro de histórico de sinistros e outros problemas. As tecnologias nos ajudam nos cálculos de riscos para que possamos oferecer produtos mais assertivos e competitivos, de acordo com as reais necessidades dos produtores”, explica Frezzarin.

A FF também está planejando promover rodadas de conversas com cooperativas e instituições bancárias. De acordo com Diego Caputo, gerente comercial de cooperativas da FF Seguros, o objetivo é fortalecer parcerias, promover treinamentos de corretores especialistas no atendimento do agronegócio para aumentar aderência dos produtos.

“Conhecemos muito bem a rotina do agricultor, a janela de plantio e colheita e as necessidades de mitigação de riscos e proteção da lavoura em cada momento da safra. Nossa meta para 2025 é continuar aprimorando os nossos produtos e capilarizar a distribuição para que a FF esteja cada vez mais presente no campo em regiões estratégicas para produção nacional de grãos”, afirma Caputo.

Perspectivas de safra

O ano de 2024 foi marcado por desafios climáticos e algumas regiões tiveram problemas e perdas durante a safrinha de milho. No entanto, segundo a análise geral da seguradora, considera-se que a safra brasileira de grãos 2023/24 teve uma boa performance.

Até o momento, a perspectiva para 2025 indica que o ano poderá registrar um período de neutralidade climática ou pode ocorrer a incidência do fenômeno La Niña de baixa intensidade, o que seria um panorama favorável para os cultivos agrícolas. No entanto, ainda que a previsão inicial seja otimista, é fundamental proteger as plantações por meio da contratação de um seguro agrícola.

Para apoiar os produtores, a FF Seguros vai oferecer novas condições comerciais e atendimento de excelência, principalmente para clientes que priorizam a agricultura sustentável. “Produtores que investem em boas práticas agrícolas terão condições diferenciadas para contratar o seguro. Nós pretendemos valorizar quem faz o melhor manejo na propriedade”, revela Frezzarin.

Outro destaque previsto para 2025 envolve questões de políticas públicas. Segundo o head de agronegócio, são esperadas mudanças no Proagro (Programa de Garantia da Atividade Agropecuária) que podem limitar o acesso ao programa, impactando o mercado de seguros tradicional. “Acredito que haverá uma adaptação das seguradoras para absorver diferentes demandas de seguro privado em 2025. De modo geral, o setor deseja mais investimentos e melhorias no Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR)”, diz Frezzarin.