Prudential é a nova patrocinadora do Rede Tênis Brasil  

Fonte: Prudential

 A seguradora Prudential do Brasil é a mais nova patrocinadora do Rede Tênis Brasil (RTB), instituição sem fins lucrativos dedicada a transformar a vida de jovens por meio do tênis. Com foco no desenvolvimento de atletas e cidadãos, o RTB investe na formação de novos talentos. Atualmente, o projeto está presente em oito estados brasileiros e mais o Distrito Federal, nas cinco regiões do país. Em 2024, mais de 15 mil jovens foram beneficiados pelo programa, totalizando mais de 90 mil, desde a fundação da instituição em 2014.

“Para nós é um grande orgulho patrocinar o Rede Tênis Brasil e fomentar a modalidade do esporte, fortalecendo ainda mais esse pilar que temos investido com a Bia Haddad Maia e seu técnico Rafael Paciaroni, e mais recentemente com a Sophia Chow. O patrocínio reforça nosso compromisso com o bem-estar por inteiro focado em valores como disciplina, superação e resiliência. Por meio da parceria com o RTB, iremos incentivar jovens talentos, ampliando oportunidades e reforçando o papel do esporte como agente de inclusão e desenvolvimento social. Apoiar o esporte brasileiro é também investir em um futuro melhor para toda sociedade”, declarou a diretora de Marketing da Prudential do Brasil, Fernanda Riezemberg. 

Mariana Miné, CEO do RTB, ressalta a importância da parceria para a instituição: “Estamos extremamente felizes em contar com o apoio da Prudential do Brasil, uma empresa totalmente comprometida com o desenvolvimento do esporte. O patrocínio da Prudential do Brasil não só fortalece nosso trabalho, mas também amplia a capacidade do RTB em formar atletas de alto nível, ao mesmo tempo em que conseguimos alcançar ainda mais crianças e jovens em todo o Brasil”, afirmou.

Em 2023, a Prudential do Brasil assumiu o compromisso de incentivar o tênis brasileiro ao patrocinar a atleta Beatriz Haddad Maia e seu técnico, Rafael Paciaroni, até 2025. No ano passado, a seguradora anunciou patrocínio ao Minas Tênis Clube, à Copa do Mundo de Beach Tennis e à Sophia Chow, uma das maiores atletas do beach tennis da atualidade. Outra iniciativa que reforça a parceria da Prudential com o esporte é o Prudential Open, um torneio exclusivo para colaboradores, franqueados e parceiros comerciais da seguradora. A competição estreou em 2023 na Arena Ace, em São Paulo, e teve uma segunda edição no ano passado.

Suporte integral para novos tenistas

O Time RTB é composto por tenistas juvenis que estão dando os primeiros passos rumo ao profissionalismo, com destaque para atletas como, Luis Augusto Miguel (Guto), Nauhany Silva (Naná), Pietra Rivoli, Ana Cruz, Pedro Dietrich, Pedro Chabalgoity, Pedro Winheski, Pedro Rodrigues, entre outros. A instituição conta ainda com uma equipe multidisciplinar de especialistas, que oferece suporte contínuo aos atletas, tanto dentro quanto fora das quadras. Essa equipe é formada por profissionais de renome nacional e internacional, garantindo que os atletas recebam o melhor suporte em todas as áreas essenciais para o seu crescimento, como preparação física, psicológica, técnica e de saúde.

No âmbito social, o RTB desenvolve desde 2014 um importante trabalho de inclusão, apresentando a modalidade em escolas públicas e apoiando crianças a partir de 6 anos de idade com aulas gratuitas de tênis, reforço escolar e capacitação.

Grupo REAJJ anuncia nova diretoria para 2025 

grupo Reajj corretores de seguros
Da esquerda para a direita, Leonardo Gonçalves, Adolpho Mendes, Ricardo Romera, Junior Picon, Rafael Carvalho, João Gomes, José Geraldo, José Luis

O Grupo REAJJ, fundado em 2016 em São José do Rio Preto/SP, anunciou sua nova diretoria para 2025. A presidência será ocupada por Leonardo Duarte Gonçalves, da Sevisa Corretora, enquanto Ricardo Romera Lopes, da Lopes Corretora, assume a vice-presidência. A mudança marca um novo capítulo na história do grupo, que reúne atualmente oito renomados corretores da região, especialistas em diversos segmentos e reconhecidos pela excelência em suas operações.

Criado por cinco corretores de seguros com o objetivo de fortalecer sua presença no mercado, ampliar o networking e estabelecer parcerias estratégicas com seguradoras, o Grupo REAJJ evoluiu ao longo dos anos e encerra 2024 com cerca de R$ 130 milhões em prêmios emitidos. A nova liderança chega com um plano ambicioso para levar o grupo a novos patamares.

“Assumir a presidência de um grupo composto por profissionais que têm no mercado o que eu tenho de vida é uma grande honra e responsabilidade. Representar esses corretores frente ao mercado, aos clientes e às nossas parceiras seguradoras é um desafio que me motiva muito. Estou focado em trazer melhorias significativas para o grupo em 2025”, destaca Leonardo Duarte Gonçalves, em nota. 

Entre as prioridades da nova gestão estão a implementação de inovações tecnológicas, o fortalecimento da capacitação dos colaboradores e a ampliação dos benefícios para os corretores associados e clientes. Apesar de atualmente concentrado na região de São José do Rio Preto, o grupo já trabalha em um projeto para expandir sua atuação para outras localidades.

“A expansão do grupo é um dos nossos principais objetivos para 2025. Estamos estruturando a entrada de novos associados em outras regiões, o que permitirá consolidar ainda mais a marca REAJJ no mercado nacional. Além disso, manteremos nosso foco em estreitar o relacionamento com as seguradoras parceiras, buscando resultados que sejam vantajosos para todas as partes”, afirma Gonçalves.

O grupo também reforça o compromisso com sua Convenção Anual, um momento especial de celebração e integração entre os membros e parceiros. “Posso garantir que em 2025 o Grupo REAJJ alcançará novos patamares. Estamos muito confiantes de que teremos muito o que comemorar no final do ano”, conclui o presidente.

Ministério reavalia corte de verbas do seguro rural e garante subvenção das apólices aprovadas em 2024

O secretário de Política Agrícola do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), Guilherme Campos, anunciou na última quinta-feira (9), em reunião com a Comissão de Seguro Rural da Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg), que honrará com o pagamento da subvenção de todas as apólices do Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR) contratadas em 2024. 

A medida atendeu uma solicitação feita pelas seguradoras representadas pela FenSeg, que haviam sido pegas de surpresa no dia 1º de janeiro de 2025, ao serem notificadas de que o governo federal não repassaria R$ 67 milhões referentes à subvenção ao prêmio do Seguro Rural, inviabilizando, desse modo, o pagamento de 10 mil apólices já contratadas. O anúncio tinha como justificativa a necessidade de cumprimento da Lei de Responsabilidade Fiscal. 

Na avaliação do presidente da Comissão da FenSeg, Glaucio Toyama, o Ministério foi bastante sensível ao reverter o corte, evitando, assim, o prejuízo aos produtores rurais envolvidos, pois a maioria destas operações são da safra de soja. Além disso, sublinha Toyama, a reversão será essencial para não impactar as margens dos produtores em um ano de forte aperto de resultados. “Nossa maior preocupação era não prejudicar a operação de 2024. Agora, superado esse momento, nosso objetivo é retomar as negociações com o Governo Federal para que tenhamos mais recursos e previsibilidade na questão orçamentária deste ano”, afirmou.

PSR em 2024

O valor do PSR no Projeto de Lei Orçamentária (PLOA) de 2024 começou com R$ 1.060 bilhão, mas sofreu um corte inicial, passando para uma dotação de R$ 964,6 milhões. Com a resolução publicada no dia 31 de dezembro de 2024 (remoção de R$ 67 milhões), somada ao contingenciamento anterior, o total foi reduzido para R$ 820,2 milhões. Este valor não contabiliza o recurso extraordinário destinado ao Estado do Rio Grande do Sul (referente à Medida Provisória Extraordinária para o Estado) de R$ 210,8 milhões, dos quais foram liquidados R$ 184,2 milhões.

Após o anúncio do governo, a FenSeg convocou uma reunião de emergência no primeiro dia útil do ano (2 de janeiro) para discutir o tema e tentar uma nova solução com o MAPA. Em uma semana, o secretário Guilherme Campos convocou a Comissão de Seguro Rural da FenSeg, com o objetivo de anunciar a reversão do corte da subvenção de todas as apólices recepcionadas em 2024. 

A solução apresentada foi de reprocessamento destas apólices para que sejam liquidadas a partir da aprovação da LOA de 2025. Na prática, esse compromisso de 2024 passará para o exercício de 2025, subtraindo 67 milhões do orçamento proposto para 2025. O secretário assegurou que a solução não dependerá de outras pastas, como o Ministério da Fazenda.

“Essa garantia é um alento para o produtor rural e assegura a credibilidade do PSR, que é um instrumento fundamental para a sustentabilidade da base da produção agrícola nacional”, diz. 

Dados do seguro rural

A performance do Seguro Rural é diretamente impactada pelo PSR. De janeiro a outubro de 2024, segundo um levantamento da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), o produto apresentou queda em indenizações e na arrecadação, pagando aproximadamente R$ 3,7 bilhões, recuo de 2,5%, e arrecadando cerca de R$ 12,3 bilhões, 0,2% abaixo do faturado no mesmo período de 2023. Neste novo cenário do programa, a entidade estima que o Seguro Rural cresça apenas 0,5% até o final de 2024.  

Comparando os valores ordinários, sem o adicional para o Rio Grande do Sul, houve uma redução de 12%, passando de R$ 933,1 milhões para R$ 820,2 milhões — o menor nível do PSR desde 2019, quando o total foi de R$ 440,3 milhões. Nos anos subsequentes, os valores aplicados foram R$ 881 milhões em 2020, R$ 1,181 bilhão em 2021 e R$ 1,109 bilhão em 2022.

Sancor Seguros investe no futebol e patrocina o Paranaense

A Sancor Seguros anuncia o patrocínio do Campeonato Paranaense. A estratégia visa conectar a marca aos fãs e aumentar sua atuação no mercado brasileiro, evidenciando a relação entre seguro e esporte.

O patrocínio reflete o alinhamento da Sancor com os valores regionais e sua ambição de consolidar-se como referência nacional. A escolha do Campeonato Paranaense foi motivada pela relevância do estado para a empresa, que possui sua matriz em Maringá e destaca o Paraná como um de seus principais mercados.

“Nos últimos tempos, a Sancor tem aumentado seu investimento em posicionamento de marca, e um desses canais tem sido o esporte. O patrocínio no Campeonato Paranaense é o nosso primeiro passo nessa modalidade no Brasil, e faz todo o sentido porque nossa matriz está no estado. O objetivo é aumentar nossa fatia de mercado e, para isso, visibilidade é o primeiro passo”, afirma o Coordenador de Comunicação, Marketing e Eventos, Rodrigo Theodoro, em nota.

A visibilidade proporcionada pelo evento, segundo a Sancor, é um dos elementos chave para o investimento. “Prevemos que os resultados já venham com os primeiros jogos, tanto do público presente quanto das transmissões em tv e streaming. O nível de percepção e posicionamento da marca tende a aumentar entre esse público já nas primeiras rodadas.”

Essa novidade se alinha com os planos de expansão da empresa para outros estados. “Concentrar esforços em uma região onde já temos uma forte atuação é uma preparação para conquistar espaço em outros mercados do Brasil”, explica João Levandowski, Gerente de Estratégia Comercial & Filial Digital, destacando Curitiba como um foco estratégico.

Além das placas de campo, a Sancor planeja ações complementares para maximizar o impacto do patrocínio. “Pretendemos realizar ações e campanhas que ativem esse patrocínio e promovam relacionamento entre nossos corretores e parceiros”, conclui Levandowski. 

Ao associar sua imagem ao esporte, a companhia reforça seus laços com a comunidade paranaense e aposta no futebol como plataforma para ampliar sua visibilidade e consolidar sua posição no mercado nacional.

MAG Seguros cancela festa de comemoração de 190 anos em cruzeiro

Helder Molina Mag Seguros

A MAG Seguros cancelou as comemorações da festa de 190 anos em virtude da morte de um colaborador. “Com muita tristeza, nosso colaborador José Geraldo, de 31 anos, apresentou um mal súbito na madrugada do dia 9 de janeiro, foi socorrido imediatamente, mas infelizmente não resistiu. Não seria possível seguir com as comemorações porque o respeito a vida é um pilar fundamental da nossa empresa. É um momento difícil, mas o que sempre nos definiu como empresa é este sentimento de família. Podem contar sempre comigo”, comunicou Helder Molina, CEO da seguradora mais antiga do Brasil e também uma das mais tecnológicas atualmente.

Após tal fatalidade, o navio MSC Orchestra, que partiu do Pier Mauá no dia 8 em direção a Búzios, retornou ao Rio num profundo clima de luto a bordo pela perda do colega e pela tristeza de um evento, pautado por tamanha generosidade aos funcionários, ter tido tal desfecho. Os passageiros puderam optar em desembarcar ou continuar no Rio. Entre os passageiros, mais de 1.300 não residem no Rio de Janeiro e, por questões logísticas, a companhia utilizou as dependências do navio como apoio, até o desembarque completo, previsto para sábado. A programação que está acontecendo é a agenda padrão disponibilizada pelo navio.

O evento começou a ser organizado há quase um ano pela equipe MAG e era um sonho de Molina: reunir todos os colaboradores em um único lugar para se conhecerem pessoalmente e interagirem sem as preocupações de locomoção e protocolos de roupas de gala. Há anos o aniversario é comemorado no Rio de Janeiro, em três dias de festas, com funcionários, corretores e convidados espalhados por diversos hotéis, com uma logística pesada para transferencias para palestras, premiações, jantares e shows.

“Sejam bem vindos a este evento da MAG Seguros. Quero deixar um beijo no coração de todos vocês e agradecer pela dedicação e por serem parte da construção destes 190 anos. Curtam a festa, que foi organizada para vocês”, disse Molina quando todos já estavam a bordo e prestes para a partida do navio. Na lista, 3 mil colaboradores de diversas partes do país, que incluiu desde profissionais da limpeza até da diretoria de todas as sucursais. Muitos deles sequer tinham a experiência de entrar num avião ou num navio, nem mesmo de dançar e cantar num show ao vivo com celebridades do mundo musical do pagode e do axé.

“É com pesar que o grupo MAG confirma o falecimento de um de seus colaboradores durante um cruzeiro comemorativo. Nosso compromisso com as pessoas e respeito à vida fazem parte, intrinsecamente, dos valores desta companhia, e por isso as festividades programadas foram canceladas. Lamentamos profundamente o ocorrido, e seguiremos nos solidarizando e oferecendo apoio integral à família, amigos, parceiros e demais colaboradores do nosso grupo. Nossos pensamentos estão com a família e amigos neste momento muito difícil,” informou a nota oficial da empresa.

Brasil é destaque em estudo da Munich Re, que revela perdas mundiais de US$ 140 bilhões

Porto Alegre, 03/05/2024, Prefeitura de Porto Alegre a esquerda e o Mercado Municipal a direita, alagados, após chuva intensa. Foto: Gilvan Rocha/Agência Brasil

O ano de 2024 se tornou um marco para os impactos das mudanças climáticas, com desastres naturais gerando perdas globais de US$ 320 bilhões, dos quais US$ 140 bilhões foram segurados, tornando-se o terceiro ano mais caro em termos de perdas seguradas desde 1980. As temperaturas médias globais alcançaram um recorde de 1,5°C acima dos níveis pré-industriais, confirmando 2024 como o ano mais quente já registrado, ultrapassando 2023.

O Brasil não ficou imune aos eventos climáticos extremos. Chuvas intensas em abril e maio causaram enchentes severas no Rio Grande do Sul, resultando em perdas estimadas em US$ 7 bilhões, das quais US$ 2 bilhões foram seguradas, em um dos piores eventos da história recente do estado.

As catástrofes climáticas foram responsáveis por 93% das perdas globais e 97% das perdas seguradas em 2024, com furacões, tempestades severas e enchentes dominando as estatísticas. Em números, as perdas totais alcançaram US$ 320 bilhões, acima da média dos últimos 10 anos, de US$ 236 bilhões. As perdas seguradas somaram US$ 140 bilhões, também acima da média da última década, de US$ 94 bilhões.

Cerca de 11 mil pessoas perderam a vida devido a desastres naturais, número inferior à média histórica. Nos EUA, furacões como Helene e Milton causaram perdas significativas, com US$ 135 bilhões em danos totais e US$ 52 bilhões segurados. O furacão Helene, por exemplo, resultou em US$ 56 bilhões em perdas totais, incluindo enchentes devastadoras que atingiram os Apalaches.

Estudos indicam que eventos extremos como os registrados em 2024 estão se tornando mais frequentes e intensos devido ao aquecimento global. No Brasil, as enchentes no Rio Grande do Sul tiveram suas chances de ocorrência dobradas por conta das mudanças climáticas, segundo pesquisadores.

A resseguradora Munich Re, por meio de Thomas Blunck, membro do Conselho de Administração, alertou que as forças destrutivas das mudanças climáticas estão se tornando cada vez mais evidentes e que as sociedades precisam se preparar para catástrofes climáticas mais severas. Segundo ele, o setor de seguros desempenha um papel crucial ao precificar riscos e incentivar a prevenção.

Eventos não catastróficos, como enchentes e tempestades severas, representaram US$ 136 bilhões em perdas totais no mundo, com US$ 67 bilhões segurados, destacando uma tendência de aumento das perdas associadas a riscos menores, enquanto eventos extremos, como ciclones tropicais, continuam a trazer volatilidade às perdas globais. No Brasil, com um mercado de seguros em expansão, o desafio é ampliar a proteção para regiões mais vulneráveis, onde a penetração de seguros ainda é limitada. A adaptação de modelos de risco e estratégias de prevenção será essencial para mitigar os impactos de desastres futuros.

O ano de 2024 reforça a necessidade urgente de ações climáticas e de fortalecimento da resiliência em países vulneráveis. Segundo Tobias Grimm, cientista-chefe de clima da Munich Re, todos pagam o preço pelos extremos climáticos, mas especialmente aqueles em nações com pouca proteção de seguros ou suporte público. Com a escalada de eventos climáticos extremos, o setor de seguros se posiciona como peça-chave para a construção de uma sociedade mais preparada e resiliente diante das mudanças climáticas.

Incêndios em Los Angeles podem custar mais de US$ 20 bilhões para seguradoras

As seguradoras estimam perdas de até US$ 20 bilhões com os incêndios em Los Angeles, depois que focos devastaram alguns dos bairros mais exclusivos da Califórnia. É o que apontam estimativas iniciais de analistas. Nesta quinta-feira, analistas do J.P. Morgan dobraram suas expectativas para as perdas seguradas dos US$ 10 bilhões.

A State Farm General Insurance e o Farmers Group, uma unidade do Zurich Insurance Group são os principais fornecedores de seguro residencial da Califórnia. A State Farm disse no ano passado que estava cortando cerca de 72 mil apólices para residências, apartamentos e empresas no estado, citando a inflação e a exposição a catástrofes, informou a Bloomberg.

Entre 2020 e 2022, as seguradoras se recusaram a renovar 2,8 milhões de apólices para proprietários de imóveis no estado, de acordo com os dados mais recentes do Departamento de Seguros da Califórnia. Isso inclui 531.000 no Condado de Los Angeles, onde os incêndios estão ocorrendo atualmente. Algumas dessas apólices não foram renovadas pelos proprietários de imóveis, de acordo com um grupo comercial do setor de seguros. Mas a maioria dessas apólices foi cancelada pelas seguradoras.

No ano passado, furacões, incêndios e outros desastres geraram perdas de US$ 320 bilhões globalmente, um aumento de cerca de 30% em relação a 2023, de acordo com a Munich Re, maior resseguradora do mundo.

Sem apólices, a saída tem sido usar um programa criado pelo estado — mas sem o apoio do contribuinte — chamado plano California FAIR. Essas apólices têm prêmios mais altos do que o seguro privado tradicional e menos cobertura, muitas vezes exigindo que os proprietários comprem uma cobertura adicional “envolvente” a um custo ainda mais alto.

Embora o FAIR deva ser um provedor de seguros de último recurso, a demanda por suas apólices disparou. Em setembro, sua exposição para residências aumentou 61%, chegando a US$ 458 bilhões, em relação ao ano anterior, e triplicou em relação a apenas quatro anos atrás.

Sua exposição para apólices comerciais aumentou ainda mais rápido, quase dobrando para US$ 26,6 bilhões em setembro e 464% nos últimos quatro anos. A California FAIR tentou garantir aos proprietários de imóveis preocupados que seria capaz de lidar com os sinistros que os grandes incêndios desta semana produzirão.

“O Plano FAIR, que é principalmente uma seguradora de catástrofes, está preparado para isso e está atendendo ativamente aos clientes que fizeram reclamações”, segundo comunicado divulgado nesta quarta-feira (9), informa a CNN. “O Plano FAIR tem mecanismos de pagamento em vigor, incluindo resseguro, para garantir que todos os sinistros cobertos sejam pagos”.

Independentemente da condição financeira do FAIR após esses incêndios, é quase certo que os proprietários de imóveis pagarão a conta na forma de prêmios mais altos. De uma forma ou de outra, provavelmente se tornará ainda mais caro viver na Califórnia.

PsycoAI anuncia Fernando Morad como COO para impulsionar expansão em 2025

fernando morad

A PsycoAI, healthtech brasileira que desenvolve soluções de inteligência artificial para os setores de saúde e recursos humanos, anunciou a chegada de Fernando Morad como seu novo Chief Operating Officer (COO). Com início nesta quarta-feira, 8, o executivo assume o desafio de expandir as operações da empresa para acompanhar o crescimento projetado para 2025. “A meta é triplicar o número de agentes e clientes no primeiro trimestre do ano”, destaca Morad.

O novo COO possui uma trajetória profissional. Administrador de empresas, com extensões em Gestão Estratégica de Pessoas e Inovação, além de MBA em Digital Business, Morad traz ampla experiência nas áreas de operação, tecnologia e inovação. Ele já atuou em startups e grandes corporações, com destaque para seus cinco anos como Head de Tecnologia na SulAmérica, onde liderou iniciativas em canais digitais, inovação e experiência do cliente.

O que é a PsycoAI?

Fundada por Fabio Tiepolo (CEO), Vinícius Reis (CTO), Marcello Alvarenga (CFO) e Dr. Eduardo Cordioli (Diretor Médico), a PsycoAI se posiciona como uma healthtech inovadora no mercado brasileiro. A empresa utiliza inteligência artificial para otimizar processos em saúde e recursos humanos, priorizando eficiência e personalização no atendimento ao paciente.

Com soluções que vão além dos chatbots tradicionais, a PsycoAI desenvolve agentes inteligentes capazes de interagir de forma humanizada, auxiliando em diagnósticos, apoio emocional e outras demandas. Entre seus investidores, destacam-se nomes de peso como o Dr. Paulo Chapchap, ex-presidente do Hospital Sírio-Libanês, e Ricardo Bottas, ex-presidente da Amil e SulAmérica.

A healthtech também mantém parcerias estratégicas com grandes players do setor, como Dr. Consulta e o Hospital e Maternidade Santa Joana. Seu objetivo é liderar a transformação digital na saúde, criando tecnologias que humanizem a relação entre pacientes e instituições.

Com a chegada de Morad, a PsycoAI reforça sua estratégia de crescimento e sua missão de impactar positivamente o setor de saúde, ao mesmo tempo em que amplia sua presença no mercado de recursos humanos. A expectativa para 2025 é consolidar sua posição como referência em inteligência artificial aplicada à saúde no Brasil e em mercados internacionais.

Previdência privada tem sob gestão R$ 1,6 trilhão em recursos de participantes até novembro de 2024

De janeiro a novembro de 2024, foram aportados R$ 176,5 bilhões em planos de previdência privada aberta no país, avanço de 15,4% comparado ao mesmo período do ano anterior. Na mesma base de comparação os resgates subiram 5,1%, totalizando R$ 122,8 bilhões. Logo, a captação líquida – que é o resultado da arrecadação total dos planos subtraindo os resgates – foi de R$ 54,6 bilhões, uma expansão de 49,6%. ao final de novembro, o setor segurador realizava a gestão de cerca de R$ 1,6 trilhão, que é o equivalente a 13,4% do PIB brasileiro.

O relatório destaca também que o total de pessoas com planos de previdência privada aberta no país é de 11,2 milhões, o que corresponde a 7% da população de 18 anos ou mais do Brasil. Desses, 9 milhões estavam em planos individuais e outros 2,3 milhões estavam em coletivos, isto é, quando a empresa realiza a contratação da previdência complementar para o trabalhador, por exemplo.

Ao todo, essas pessoas possuem mais de 14 milhões de planos de previdência privada aberta, sendo 80% na modalidade individual – quando a própria pessoa toma a iniciativa de contratar um plano desta natureza – enquanto os demais 20% são da modalidade coletiva.

Ao analisar os planos por tipo de produto, o VGBL — Vida Gerador de Benefício Livre — é o favorito, sendo a escolha em 63% dos planos comercializados (8,9 milhões). Em seguida está o PGBL — Plano Gerador de Benefício Livre — com participação de 22% ou 3,1 milhões de planos e, por fim, os demais 15% (2,2 milhões de planos) se referem aos planos tradicionais.

Além de ser o plano mais escolhido, o VGBL foi o produto que mais arrecadou: foi responsável por 92% da captação bruta no período (de janeiro a novembro de 2024) conforme o relatório da Fenaprevi. Por sua vez, nos planos PGBL foram aportados mais de R$ 11 bilhões ou 6,4% do total aferido, frente aos cerca de R$ 2,7 bilhões captados em planos Tradicionais de previdência privada aberta.

Acionistas pedem que UnitedHealth analise impacto de recusas de atendimento médico 

Fonte: Reuters

Acionistas da UnitedHealth Group disseram nesta quarta-feira (8) que solicitaram que a empresa preparasse um relatório sobre os custos e o impacto na saúde pública relacionados às suas “práticas que limitam ou atrasam o acesso à saúde”.

Se a proposta chegar a ser votada na reunião anual da empresa, ela levantará um tópico muito discutido depois que um executivo sênior foi morto a tiros em Manhattan no mês passado.

Um porta-voz da UnitedHealth disse que a empresa responderá às propostas dos acionistas para sua declaração de procuração de 2025 assim que apresentar o documento que serve como agenda para sua reunião anual, que ainda não foi marcada. Nos últimos anos, a empresa emitiu sua procuração em abril, antes da reunião anual de junho.

Entre os que apresentaram a resolução estão grupos religiosos liderados pelas Irmãs dos Santos Nomes de Jesus e Maria de Quebec e a Trillium Asset Management.

O grupo propôs uma análise de como a autorização prévia, ou seja, a aprovação exigida por uma seguradora antes que um paciente possa receber atendimento médico, e as recusas de serviços médicos levam os pacientes a renunciar ao tratamento.

ni“O padrão de atrasos e recusas de cuidados médicos necessários por parte da UnitedHealth e de outras seguradoras prejudica mais do que apenas o próprio paciente”, disse Wendell Potter, presidente do Center for Health & Democracy e ex-executivo da Cigna, em um comunicado enviado em apoio à resolução pelo Centro Inter-religioso sobre Responsabilidade Corporativa.

A morte do presidente-executivo da UnitedHealthcare Brian Thompson, em dezembro, galvanizou as críticas às seguradoras de saúde dos EUA, com grupos de pacientes descrevendo atrasos ou recusas de atendimento e acusando as empresas de usar práticas enganosas.

Luigi Mangione, 26 anos, que foi acusado de matar Thompson, declarou-se inocente em um tribunal de Nova York em dezembro, depois de receber milhares de dólares em doações públicas logo após sua prisão.

Em um comunicado de dezembro, a UnitedHealth disse que aprova e paga, em média, 90% das solicitações médicas enviadas.