Porto Bank abre pré-venda exclusiva para o Taste São Paulo 

Os clientes do Cartão Porto Bank contam com o acesso a uma pré-venda exclusiva de ingressos para o Taste São Paulo. Até o dia 23 de março, além da prioridade na compra, os clientes contarão ainda com 25% de desconto na aquisição dos tickets. 

O evento acontece no Parque Villa-Lobos, em São Paulo, nos dias 22 a 24, 29 a 31 de maio e 4 a 7 de junho, reunindo algumas das principais experiências gastronômicas do país. Considerado um dos maiores festivais gastronômicos do mundo, o Taste São Paulo deve receber mais de 77 mil visitantes ao longo da programação, de acordo com a organização.  

Durante os dez dias de evento, os clientes do Cartão Porto Bank poderão aproveitar a programação do Taste São Paulo, que reúne mais de 30 estabelecimentos gastronômicos, mais de 100 expositores e mais de 650 aulas e atividades gratuitas, incluindo demonstrações culinárias, degustações e workshops com chefs renomados. 

A iniciativa reforça o compromisso do Porto Bank em oferecer experiências exclusivas aos seus clientes por meio de eventos culturais e gastronômicos relevantes. O Taste São Paulo integra o território de entretenimento e cultura da marca, que busca promover conexões autênticas com o público por meio de experiências memoráveis. 

“Queremos que o uso do Cartão Porto Bank na rotina de nossos clientes se traduza em benefícios reais. A gastronomia é um território estratégico para nós, e estar no Taste São Paulo reforça esse compromisso. Essa pré-venda exclusiva, somada à nossa plataforma Gastronomia Porto Bank, consolida uma proposta de valor focada em proporcionar experiências marcantes e vantagens em restaurantes renomados para o nosso público”, afirma Luciana Hildebrandi, diretora de Meios de Pagamento do Porto Bank. 

Outras frentes de benefícios 

A iniciativa se soma a outras frentes de experiência do Porto Bank, como a recém-lançada plataforma Gastronomia Porto Bank, que conecta clientes a uma curadoria de restaurantes parceiros em São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte, com benefícios como até 15% de desconto e amenidades exclusivas, conforme as condições definidas por cada estabelecimento.

Além da frente gastronômica, o Cartão Porto Bank oferece vantagens em diferentes categorias de experiência e conveniência. Entre elas estão benefícios em mobilidade, como Tag de pedágio e estacionamento gratuita, condições especiais em combustível com Shell Box, acesso a salas VIP em aeroportos, IOF Zero com cashback em compras internacionais e acúmulo de até 3,5 pontos por dólar gasto, além de descontos em eventos culturais e experiências.

Serviço 
Taste São Paulo 2026 

Parque Villa-Lobos – São Paulo 

Datas: 22 a 24, 29 a 31 de maio e 4 a 7 de junho 

Pré-venda exclusiva 

Até 23 de março 

Benefício: 25% de desconto para clientes do Cartão Porto Bank 

Venda: Eventim 
Obs: permitida a compra de até 8 ingressos por CPF, sendo 2 meias-entradas

CNseg: gap de proteção reduz recuperação em cidades afetadas por desastres em SC

Os municípios catarinenses estão entre os que mais receberam recursos federais em 2026 para ações de defesa civil e recuperação de infraestrutura danificada por desastres naturais. Rio do Sul recebeu R$ 3,53 milhões; Luiz Alves, R$ 470 mil; e Massaranduba, R$ 452 mil, conforme levantamento publicado por O Globo, com base nos atos publicados no Diário Oficial da União pelo Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional.

O volume de repasses evidencia a recorrência de eventos extremos na região Sul, especialmente chuvas intensas e enchentes. Segundo o “Radar de Eventos Climáticos e Seguros do Brasil”, da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), a frequência média anual de eventos climáticos praticamente dobrou no país na comparação entre os períodos 2015–2019 e 2020–2024, passando de 2.500 registros anuais para 4.500. Somente até junho de 2025, os eventos climáticos significativos no país geraram perdas estimadas de R$ 31 bilhões.

As chuvas intensas respondem pelos impactos sociais mais agudos, causando uma média anual de 278 mortes e de 669 mil desabrigados/desalojados em todo o Brasil. Apesar do socorro público para recuperar parte das perdas, em um cenário de eventos cada vez mais frequentes e intensos, a limitada proteção securitária amplia a vulnerabilidade econômica de famílias, empresas e municípios.

Entre os setores econômicos atingidos por esses eventos climáticos extremos, o mais impactado é o agronegócio, que em 2025 contava com apenas 3,3% da área coberta pelo Programa do Seguro Rural.

Embora o setor agropecuário seja o mais afetado em termos de perdas econômicas, ele não concentra o maior volume de indenizações securitárias devido a essa baixa participação do Seguro Rural no Brasil. Nesse sentido, o grupo de seguros patrimoniais apresenta a maior parcela de indenizações relativas a eventos climáticos extremos.

Esse cenário já se reflete no mercado segurador catarinense. De acordo com dados da CNseg, em 2025, em Santa Catarina, as indenizações pagas pelo Seguro Auto cresceram 15,3%; pelo Seguro Residencial, 11%; pelo Seguro Habitacional, 7,3%; e pelo Seguro Empresarial, expressivos 75,4%, evidenciando o impacto crescente dos eventos extremos sobre o patrimônio das famílias e das empresas do estado.

A partir de estudo realizado pela CNseg junto às suas associadas, estima-se que apenas cerca de 9% das perdas econômicas dos desastres climáticos são cobertas pelo mercado segurador brasileiro, ocasionando uma maior exposição ao risco por parte de pessoas físicas e jurídicas.

Recorrência de enchentes e chuvas intensas amplia pressão sobre municípios e evidencia necessidade de proteção estruturada. Esse descompasso entre perdas econômicas e cobertura securitária revela a necessidade de soluções estruturais que integrem setor público e privado.

Além de ampliar a proteção securitária da população, a CNseg defende o fortalecimento de mecanismos público-privados para cobertura de catástrofes e o desenvolvimento de seguros voltados à infraestrutura urbana e aos serviços essenciais. A entidade também apoia a e a adoção de medidas de resiliência, com foco em investimentos e reformas voltadas à adaptação climática.

Para a diretora de Sustentabilidade da CNseg, Claudia Prates, estados como Santa Catarina ilustram a urgência de integrar seguro e planejamento urbano. “O seguro precisa ser reconhecido como instrumento estruturante de política climática. Ampliar a cobertura significa reduzir a dependência de recursos emergenciais, acelerar a recuperação econômica e fortalecer a capacidade das cidades de enfrentar eventos extremos cada vez mais frequentes. O Brasil precisa integrar proteção securitária, planejamento urbano e gestão de risco em uma mesma agenda de resiliência.”

Na avaliação de Claudia Prates, esse esforço também requer o fortalecimento da cooperação entre o poder público e o setor privado podem ampliar a capacidade de resposta do país diante de eventos extremos, seja por meio da criação de mecanismos de cobertura para catástrofes, seja pelo desenvolvimento de seguros voltados à infraestrutura urbana e aos serviços essenciais.

Em linha com a diretora da CNseg, o presidente do Sindicato das Seguradoras de Santa Catarina (SindsegSC), João Amato, afirma que “o mercado segurador comprovou sua solidez e resiliência nos últimos acontecimentos na região, mas ainda persiste o desafio de avançar na ampliação da proteção, especialmente para as populações economicamente mais vulneráveis.

”O setor tem um papel estratégico na gestão e mitigação dos riscos associados a eventos climáticos extremos e vem evoluindo continuamente suas ferramentas de análise, gestão de exposição e apoio às comunidades. Ainda assim, fortalecer a resiliência climática exige um esforço que vai além da atuação isolada do seguro, envolvendo planejamento urbano, prevenção, mitigação e cooperação entre empresas, governos e sociedade. A discussão sobre novos instrumentos e mecanismos colaborativos é fundamental para ampliar a capacidade de adaptação, sobretudo em regiões mais expostas, e para lidar de forma estruturada com o aumento dos riscos climáticos no longo prazo”, concluiu.

A experiência internacional demonstra que países com maior participação do seguro na economia conseguem se recuperar mais rapidamente de desastres, reduzir a pressão sobre o orçamento público e fortalecer suas economias locais. Ampliar a cultura do seguro no Brasil é, portanto, não apenas uma agenda setorial, mas uma estratégia de desenvolvimento e resiliência.

CNseg: seguro rural recua em 2025 e reforça debate sobre financiamento e proteção do agro brasileiro

seguro rural MAPA

O mercado de seguro rural registrou retração em 2025, interrompendo um ciclo de expansão observado nos anos anteriores e acendendo um alerta sobre os mecanismos de proteção financeira disponíveis para o agronegócio brasileiro. 
 

Dados da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg) mostram que a arrecadação do segmento caiu 8,8% no último ano, passando de R$ 14,2 bilhões em 2024 para R$ 12,9 bilhões em 2025. A queda ocorre em um contexto de redução de recursos destinados à subvenção ao prêmio do seguro rural e de maior cautela por parte dos produtores diante do aumento do custo das apólices.
 

Esse cenário ajuda a explicar por que a proteção financeira no campo ganhou importância nas discussões do setor. O tema estará no centro do “Diálogo Setorial: Seguros, Crédito e Agronegócio. Proteção rural e novos instrumentos de financiamento”, que será realizado no dia 8 de abril, em Brasília.
 

A retração contrasta com a trajetória de crescimento observada entre 2021 e 2024. Nesse período, a arrecadação passou de R$ 9,6 bi em 2021 para R$ 13,4 bi em 2022, R$ 14 bi em 2023 e R$ 14,2 bi em 2024. A queda registrada em 2025 interrompe esse ciclo e sugere desaceleração na demanda por cobertura securitária rural.
 

A combinação entre a perda na arrecadação e a estabilidade das indenizações reforça a percepção de que parte dos produtores pode estar ficando mais exposta aos riscos climáticos e de produtividade, justamente em um cenário de maior frequência de eventos extremos. Especialistas apontam que a redução da contratação de seguros pode ampliar a vulnerabilidade financeira das cadeias produtivas.
 

Diálogo Setorial: Seguros, Crédito e Agronegócio

O primeiro painel “Novos instrumentos de financiamento como mecanismos que impulsionam o crescimento e a sustentabilidade do agronegócio”, discutirá alternativas para ampliar e diversificar as fontes de recursos destinadas ao setor. O objetivo é avaliar soluções capazes de estimular investimentos em tecnologia, modernização da infraestrutura e práticas produtivas mais sustentáveis.

Participam do debate:

  • Fabiana Perobelli, Client Relationship – Brokers and Agribusiness Companies da B3
  • Marcelo Porteiro, superintendente da Área Agropecuária e de Inclusão Social do BNDES
  • João Rabelo, diretor de Novos Negócios do IRB Re
  • Octaciano Neto, sócio-fundador da Zera.Ag

A moderação será conduzida por Gláucio Nogueira Toyama, presidente da Comissão de Seguro Rural da Federação de Seguros Gerais (FenSeg).

A discussão reflete um movimento crescente de aproximação entre o agronegócio e o mercado de capitais, com a criação de novas estruturas financeiras voltadas ao financiamento da produção, da inovação tecnológica e da expansão das cadeias produtivas. 

Na sequência, o segundo painel: “Destravando o seguro rural no Brasil: inovação e resiliência climática”, abordará os desafios estruturais do seguro rural no país e as possibilidades abertas pela transformação digital e pelo uso de novas tecnologias no monitoramento e gestão de riscos. O debate reunirá: 

  • Bruno Alves, diretor de Tecnologia, Portfólio, Soluções Digitais e Analytics da BB Seguros
  • Guilherme Campos, secretário de Política Agrícola do Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA)
  • Tania Zanella, presidente do Instituto Pensar Agropecuária
  • Monica Sodré, CEO da Meridiana

A moderação será feita por Renato Buranello, vice-presidente da ABAG. O painel discutirá como a ampliação do seguro rural pode ajudar a mitigar perdas causadas por eventos climáticos extremos, cada vez mais frequentes, além de fortalecer a estabilidade financeira das cadeias produtivas. Proteção financeira como pilar do agro Especialistas apontam que o avanço de instrumentos de crédito, seguros e resseguros é fundamental para sustentar o crescimento do agronegócio brasileiro. 
 

Em um setor altamente exposto a riscos climáticos, oscilações de preços e desafios logísticos, a ampliação das ferramentas de proteção financeira tem papel decisivo para garantir continuidade produtiva, segurança de renda e atração de investimentos. 
 

Nesse contexto, o diálogo entre setor segurador, instituições financeiras, governo e representantes do agro tende a ganhar cada vez mais importância na construção de soluções estruturais capazes de fortalecer a competitividade do campo brasileiro no cenário global. 
 

O evento será encerrado após os debates técnicos, consolidando as discussões sobre como seguros, crédito e inovação podem atuar de forma integrada para ampliar a segurança econômica e a resiliência do agronegócio no país.
 

Promovido pela Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), Associação Brasileira do Agronegócio (ABAG) e Associação Nacional das Instituições de Crédito, Financiamento e Investimento (Acrefi), o encontro reunirá autoridades públicas, especialistas e representantes do mercado financeiro para discutir caminhos que ampliem o acesso a recursos e reforcem a proteção do produtor rural diante de novos riscos econômicos e climáticos.

Perdas seguradas globais com catástrofes naturais somaram US$ 107 bilhões em 2025, segundo Swiss Re Institute

catástrofe

Os chamados eventos climáticos secundários, como incêndios florestais, tempestades severas e enchentes, responderam por um recorde de 92% das perdas seguradas globais com catástrofes naturais em 2025, segundo estudo divulgado nesta quinta-feira, 19, pelo Swiss Re Institute. No total, as perdas seguradas somaram US$ 107 bilhões no ano, em um cenário marcado pela alta frequência de eventos em áreas densamente ocupadas e de elevado valor econômico.

De acordo com a instituição, os incêndios em Los Angeles geraram perdas seguradas combinadas de cerca de US$ 40 bilhões, tornando-se o maior evento de perdas seguradas por incêndio florestal já registrado nas séries sigma. Já as tempestades severas convectivas, que incluem granizo e ventos destrutivos, provocaram US$ 51 bilhões em perdas seguradas no mundo, fazendo de 2025 o terceiro ano mais caro da história para esse tipo de evento, atrás apenas de 2023 e 2024, em valores corrigidos.

Apesar de o volume de perdas ter ficado abaixo da tendência de longo prazo para catástrofes naturais, a Swiss Re alerta que isso não representa uma redução do risco estrutural. Segundo Balz Grollimund, Head Catastrophe Perils da companhia, o resultado de 2025 refletiu mais uma variabilidade favorável do que um enfraquecimento dos riscos subjacentes. “Se as perdas voltarem aos níveis médios de longo prazo, elas chegariam a US$ 148 bilhões em 2026. Em um cenário de pico modelado, as perdas seguradas poderiam subir para cerca de US$ 320 bilhões”, afirmou.

A ausência de um grande furacão atingindo o território dos Estados Unidos também ajudou a conter o resultado do ano passado. Ainda assim, a companhia destaca que as perdas globais com catástrofes naturais seguem trajetória de crescimento anual entre 5% e 7%, impulsionadas pelo aumento da exposição, pela valorização dos ativos e pela elevação dos custos de reconstrução.

Para Urs Baertschi, CEO Property & Casualty Reinsurance da Swiss Re, um ano de perdas extremas pode mais do que dobrar os volumes anuais recentes e ultrapassar US$ 300 bilhões. Segundo ele, o fortalecimento da consciência sobre riscos, das medidas de adaptação e mitigação, além da existência de cobertura securitária e ressecuritária suficiente, será decisivo para ampliar a resiliência da sociedade diante de eventos de baixa frequência, mas alta severidade.

O levantamento mostra ainda que, entre 1970 e 2025, o crescimento da exposição explicou mais de 80% da alta de longo prazo nas perdas seguradas relacionadas ao clima. Na América do Norte, esse avanço foi puxado principalmente pelos incêndios florestais e pelas tempestades severas convectivas, com as perdas por incêndios crescendo a uma taxa média anual de 14%. Na Europa, mais da metade do crescimento das perdas seguradas veio das tempestades severas, com expansão estimada em 10% ao ano. Na Ásia, o avanço foi dominado pelas enchentes, enquanto na Oceania e na Austrália houve divisão mais equilibrada entre tempestades severas e inundações.

Embora os ciclones tropicais continuem sendo o maior componente da média anual de perdas no longo prazo, as tempestades severas convectivas aparecem como o principal vetor histórico de crescimento das perdas seguradas, respondendo por 38% dessa expansão. Os incêndios florestais, apesar das taxas mais elevadas de crescimento, representam cerca de 20%, enquanto as enchentes contribuem com aproximadamente 10%.

O Swiss Re Institute ressalta, porém, que em algumas regiões o aumento da exposição já não explica sozinho a velocidade da alta das perdas. Na América do Norte, temporadas de incêndio mais longas e mudanças persistentes nos padrões de temperatura e precipitação ampliam o potencial de danos. Na Europa, onde as perdas seguradas com tempestades severas crescem mais rapidamente, menos da metade do avanço observado pode ser atribuída apenas ao aumento da exposição, o que indica influência também de alterações nas características das tempestades e de mudanças na vulnerabilidade.

As perdas econômicas globais com catástrofes naturais atingiram US$ 220 bilhões em 2025, das quais 49% estavam seguradas — o maior percentual já registrado pela série sigma. Para a Swiss Re, o dado mostra que o setor segurador vem cumprindo papel relevante na redução da lacuna de proteção, embora esse déficit continue elevado, especialmente em economias emergentes, onde entre 80% e 90% das perdas catastróficas normalmente não têm cobertura de seguro.

Segundo Jérôme Jean Haegeli, Head Swiss Re Institute e economista-chefe do grupo, a maior parte do crescimento das perdas no longo prazo decorre de uma realidade simples: há mais propriedades valiosas sendo construídas em áreas expostas a riscos, enquanto os custos de reconstrução também subiram. Ele acrescenta que, em algumas regiões e para determinados perigos, a evolução dos riscos e da vulnerabilidade parece avançar mais rapidamente do que o crescimento da exposição, o que torna ainda mais importantes as políticas de adaptação, mitigação e ampliação do acesso ao seguro.

Alper Seguros oficializa marca no Centro-Oeste com inauguração de filial em Lucas do Rio Verde (MT)

marcos couto alper segurros

A Alper Seguros oficializa este mês a inauguração de sua unidade em Lucas do Rio Verde, Mato Grosso. A nova filial é fruto da integração da Reolon, corretora com quase três décadas de história no estado, adquirida pela companhia em 2025. O movimento marca a consolidação da Alper no coração do agronegócio brasileiro, unindo a expertise local a uma estrutura nacional de última geração.

A inauguração oficial marca o início de uma operação otimizada, que combina a solidez de uma corretora com presença nacional à agilidade técnica exigida pelo mercado mato-grossense. Além de levar soluções em seguros de ponta para a região, a Alper reforça seu compromisso com o desenvolvimento socioeconômico local.

“Nossos planos de expansão são arrojados e priorizam o desenvolvimento de talentos locais e a geração de novos empregos, reafirmando nosso compromisso com o crescimento próspero e sustentável de toda a região”, afirma Marcos Aurélio Couto, CEO da Alper Seguros

Com a consolidação, os clientes do Mato Grosso passam a contar com o suporte de uma estrutura robusta sem perder a essência do atendimento de proximidade. A equipe de especialistas permanece radicada na região, garantindo uma atuação ágil tanto na frente comercial quanto na gestão de sinistros.

Embora o agronegócio e as agroindústrias sejam o foco central e a vertical de maior expertise técnica da unidade, a atuação da Alper no estado será abrangente. A estrutura foi desenhada para ser a solução corporativa definitiva para diversos segmentos, incluindo o setor de serviços e as diversas cadeias produtivas que movimentam a economia local.

Metas e diferenciais

A Alper projeta um crescimento acelerado e consistente para a unidade de Lucas do Rio Verde, com metas estabelecidas em dois dígitos para o próximo biênio. Para alcançar esses objetivos, a prioridade será a personalização e a amplitude dos serviços e seguros que antes não eram atendidos pela Reolon. 

“Atuaremos com foco total na integração de todas as nossas verticais para oferecer uma blindagem completa. Estamos preparados para entregar soluções que vão além do convencional, garantindo que cada operação — do campo ao setor corporativo — esteja protegida de ponta a ponta”, destaca Felipe Reolon, Diretor da unidade.

Histórico 

Fundada em 1997, a Reolon construiu uma reputação sólida no maior estado produtor agropecuário do País, administrando mais de R$ 76 milhões em prêmios. Agora, sob a bandeira Alper, a unidade torna-se um pilar estratégico para a companhia, oferecendo um portfólio que inclui benefícios, frotas e soluções corporativas complexas.

Mulheres impulsionam alta de 21% na contratação de seguros em 2025

O aumento da presença feminina ao volante e nas duas rodas tem refletido também no comportamento de contratação de seguros. Segundo um levantamento da Suhai Seguradora, entre 2024 e 2025, a procura de mulheres por proteção cresceu em mais de 21%, indicando uma postura cada vez mais estratégica em relação à segurança diária, à prevenção de riscos e à organização financeira. 

O destaque vai para o seguro de motocicletas, que registrou crescimento de 25% na demanda feminina, seguido de carros, com alta de 15%, e caminhões com 5%. Além da maior busca por segurança e planejamento, o movimento se torna também um reflexo do crescimento de novas mulheres habilitadas.  

Segundo a Senatran, o número de mulheres com permissão para pilotar e dirigir atingiu mais de 45% nos últimos 10 anos, com destaque para motos, com alta de cerca de 70%. Um levantamento da Prezi reforça o cenário: até agosto de 2025, o Brasil contabilizou cerca de 20,9 milhões de mulheres habilitadas, representando mais de 46% do total de motoristas com CNH no país. 

Esse crescimento revela também uma transformação no comportamento e nas prioridades das brasileiras. A mobilidade tem se consolidado como uma ferramenta de autonomia e, ao assumir o volante ou o guidão, muitas mulheres fortalecem sua independência e ganham mais flexibilidade para organizar o próprio tempo, otimizar deslocamentos e acessar novas oportunidades. Nesse cenário, contar com um seguro passa a ser parte fundamental dessa jornada de independência, oferecendo respaldo diante de imprevistos e garantindo que a liberdade conquistada venha acompanhada de segurança e estabilidade financeira. 

Entre as mulheres, o interesse vai além das coberturas tradicionais de assistência 24 horas, mas sim planos contra furto e roubo, que agrega suporte e mais tranquilidade no dia a dia. Essa escolha reforça uma busca por proteção integral, não apenas do veículo, mas da própria rotina, priorizando apoio rápido em situações inesperadas, a confiança de não estar sozinha diante de imprevistos e a redução de gastos inesperados. 

“O aumento de mulheres habilitadas coloca a segurança delas no centro da discussão. Surgindo o carro ou moto como parte da rotina, seja para trabalhar, estudar ou empreender, cresce também a necessidade de contar com proteção diante dos riscos do dia a dia. Nesse cenário, o seguro deixa de ser apenas uma defesa para o veículo e passa a funcionar como ferramenta de gestão de risco e garantia de continuidade da mobilidade. Para muitas condutoras, estar segurada significa ter assistência rápida, respaldo em situações imprevistas e maior previsibilidade financeira. A prioridade está na tranquilidade e na segurança para seguir em frente”, afirma Ana Paula Rodrigues, CMO da Suhai Seguradora. 

Exemplo na prática: Parceria entre Aceleradas e Suhai Seguradora reforça o incentivo à independência e segurança da mulher   

Um exemplo concreto desse movimento é o relacionamento de longa data entre a Suhai Seguradora e a Eliana Malizia, fundadora do Aceleradas, movimento que estimula a presença feminina no universo automotivo e motociclístico. Com apoio da Seguradora há quatro anos, o projeto cria espaços seguros para que mulheres desenvolvam habilidades, tirem dúvidas e ganhem mais confiança ao dirigir ou pilotar. A iniciativa contribui para fortalecer a autonomia, ampliar o acesso à informação e incentivar a independência feminina na mobilidade. 

Essa mobilização também se reflete em dados concretos. No estudo “Elas & as Motos: universo invisível das motociclistas brasileiras”, desenvolvida em parceria com a Scopo Consumer Insights, 56% das mulheres habilitadas afirmam utilizar a moto diariamente. O deslocamento para compromissos e trabalho (53%) e o lazer (38%) aparecem como os principais motivadores. A pesquisa evidencia que a escolha pela moto está diretamente ligada à busca por agilidade e praticidade na rotina, além da economia proporcionada pelo modal, fatores que reforçam a moto como ferramenta de autonomia e independência no dia a dia feminino. 

“Para nós, este estudo tem um grande significado: foi idealizado e executado por mulheres e nasceu com a missão de compreender um público ainda não muito ouvido. Nosso objetivo é dar voz a essas motociclistas, entendendo suas experiências, desejos e desafios para que possamos evoluir juntos”, comenta Ana Paula. Ainda segundo a executiva, ao apoiar iniciativas como o Aceleradas Experience, a empresa reforça seu incentivo à presença feminina em espaços historicamente masculinos. “Na Suhai Seguradora, entendemos que apoiar estas iniciativas é ir além do patrocínio: é construir conexão genuína com essas mulheres, incentivando e fortalecendo a confiança delas em busca de independência e mobilidade”, afirma.

A próxima edição do Aceleradas Experience acontece nos dias 14 e 15 de março, com programação dedicada a motos e carros, respectivamente, no Autódromo haras Tuiuti, em São Paulo, das 8h às 17h. A 4ª edição reunirá mais de mil participantes e a Suhai Seguradora apresentará, além de test-ride e drive exclusivos, e experiências interativas como talk show, estação beleza, gourmet, kids, entre outros. Além disso, o patrocínio busca, também, reforçar o compromisso social com a conscientização sobre o câncer de colo do útero no Mês Lilás, também comemorado o Mês das Mulheres. 

Bradesco Vida e Previdência promove primeiro Café ConVida do ano com lançamento do ‘Empresarial Flexível Coletivo’

No primeiro Café ConVida do ano, a Bradesco Vida e Previdência anunciou a ampliação de seu portfólio para PMEs com o lançamento do Empresarial Flexível Coletivo Bradesco. A novidade reforça a estratégia da companhia de oferecer soluções cada vez mais completas e personalizáveis em um momento de evolução consistente do segmento empresarial.

Segundo Ricardo Campos, superintendente Sênior de Negócios da Bradesco Vida e Previdência, o mercado de PMEs vive um momento de amadurecimento na contratação de benefícios e proteção financeira. “As empresas estão mais conscientes sobre retenção de talentos e gestão de riscos. Nosso movimento com o Empresarial Flexível Coletivo Bradesco é responder a essa demanda com uma solução estruturada, competitiva e preparada para escalar”, observa.

O Café ConVida é um bate-papo virtual ao vivo, promovido pela Bradesco Vida e Previdência,  voltado a corretores de seguros de todas as regiões do país. A live reúne especialistas para debater estratégias de vendas, produtos e tendências de mercado e chega a reunir mais de dois mil profissionais.

Solução modular para PMEs combina flexibilidade de coberturas e redução do tempo de operação da plataforma

Voltado a empresas de três a 500 vidas, o Empresarial Flexível Coletivo Bradesco foi estruturado para oferecer uma solução completa. O produto disponibiliza capital segurado de até R$ 2 milhões para todos os grupos e, além das coberturas tradicionais de morte, morte acidental, invalidez permanente por acidente e invalidez funcional permanente total por doença, possui uma grade ampliada de coberturas e assistências. Entre elas: adaptação de residência e veículo, filhos póstumos, incapacidade temporária, diagnóstico definitivo de câncer e diárias por internação hospitalar.

“Além deste produto robusto, estamos entregando mais eficiência na jornada. O corretor ganha autonomia, agilidade na cotação e maior previsibilidade na implantação e renovação. Isso significa mais produtividade e mais capacidade de gerar negócios no segmento empresarial”, explica Alessandro Malavazi, superintendente Sênior da Bradesco Vida e Previdência.

A solução permite a criação de subgrupos com combinações diferenciadas de coberturas, capitais e assistências, de acordo com o perfil de cada empresa. Além disso, opera com opção de contratação nas modalidades contributária ou não contributária, aceite digital e definição de capital uniforme ou múltiplo salarial, dando ao corretor autonomia para construir a melhor oferta para o seu cliente.

Aon Anuncia Fabio Martinez como Head of Health & Talent no Brasil

Aon plc (NYSE: AON), empresa líder global em serviços profissionais, anuncia Fabio Martinez como head of Health & Talent para o Brasil. Em sua nova posição, Martinez passa a liderar as estratégias de saúde e talento da operação brasileira da companhia, apoiando clientes em um ambiente de negócios cada vez mais volátil e marcado por riscos complexos e interconectados.
 

Desde que ingressou na Aon em 2016, Fabio, atuou como Diretor de Broking para o Brasil e América Latina e como Diretor de Relacionamento com Clientes no país. Durante esse período, desempenhou papel fundamental na construção das atuais estruturas de broking da companhia e no fortalecimento do posicionamento da Aon junto a mercados e clientes.
 

Com mais de 30 anos de experiência em empresas nacionais e multinacionais dos setores de seguros, previdência, operadoras de saúde, gestão de benefícios e consultorias, Martinez possui amplo conhecimento técnico e estratégico em soluções de capital humano, seguros e benefícios. Ao longo de sua trajetória, liderou áreas como Underwriting e Atuarial, Desenvolvimento de Produtos, Placement e Relacionamento com Clientes, atuando em contextos de alta complexidade e contribuindo para decisões estratégicas e para o fortalecimento de relações de longo prazo com clientes e parceiros de mercado.
 

“Estou seguro de que a trajetória do Fabio e seu profundo conhecimento do nosso mercado serão determinantes para o avanço da nossa estratégia de crescimento e expansão no Brasil. Sua transição como líder para Health & Talent também reflete o investimento da nossa companhia no desenvolvimento de seus talentos e na formação de equipes orientas a oferecer aos clientes cada vez mais clareza e confiança frente a um ambiente de negócios cada vez mais volátil e complexo.”, afirma Leonardo Coelho, CEO para o Brasil na Aon.
 

Fabio Martinez é graduado em Ciências Atuariais pela PUC-SP e possui MBA em Gestão de Negócios pela Fundação Álvares Penteado (FECAP) e MBA em Gestão de Saúde pela Fundação Getulio Vargas (FGV), além de extensão pela Ohio University, nos Estados Unidos. Ele sucede a Leonardo Coelho, que assumiu, em fevereiro, o cargo de CEO para o Brasil na Aon.

Tokio Marine anuncia Renato Almeida como superintendente comercial de grandes grupos de corretores e Comercial PJ

Em um movimento estratégico que reforça seu posicionamento como Seguradora Especialista no Corretor de Seguros, a Tokio Marine anuncia Renato Almeida como novo Superintendente Comercial de Grandes Grupos de Corretores e Comercial PJ. Ele passa a integrar a Diretoria Nacional de Varejo e Vida, liderada por Marcos Kobayashi, com o objetivo de fortalecer ainda mais o Atendimento de excelência ao único canal de distribuição da Companhia.

Nos últimos anos, a Diretoria vem passando por um processo de transformação para ampliar eficiência, padronizar rotinas e garantir que os times estejam cada vez mais próximos dos Parceiros de Negócios. Como parte dessa evolução, a área foi estruturada em quatro verticais especializadas: duas dedicadas a Produtos (Vida e Produtos PJ) e duas focadas em Canais de Produção (Assessorias e Grupos Econômicos), refletindo a importância de uma operação que combine conhecimento técnico, atendimento consultivo e visão estratégica de mercado. Os Grupos Econômicos, atualmente responsáveis por cerca de 10% da produção da Diretoria, passam a ter ainda mais foco e proximidade com a criação da nova cadeira.
 

De acordo com Kobayashi, Renato chega com a missão em duas frentes estratégicas da Companhia: o desenvolvimento da carteira de Produtos PJ e o Atendimento Especializado para Grandes Grupos. “Com essa movimentação, queremos desmistificar a complexidade da venda de Produtos PJ, demonstrando ao Corretor o potencial de negócios existentes nesse portfólio e fortalecendo a oferta consultiva. Além disso, nosso intuito é aprofundar ainda mais o relacionamento do nosso time Comercial com os Grupos Econômicos, que demandam um Atendimento Especializado, de alto nível técnico e alinhado às especificidades de suas operações”, explicou. 
 

“O Renato reúne exatamente o perfil que buscamos: profundo conhecimento técnico, experiência prática em Corretora e vivência executiva em grandes operações, além de uma afinidade natural com o DNA da Tokio Marine. Sua chegada fortalece nosso compromisso de oferecer um atendimento próximo, qualificado e consultivo, reforçando nossa estratégia junto aos Grupos Econômicos e demonstrando aos Corretores todo o potencial dos Produtos PJ”, finaliza.

FenaCap destaca novas oportunidades para corretores com a Capitalização como instrumento de garantia

A ampliação do uso dos Títulos de Capitalização como Instrumento de Garantia e o papel dos corretores na disseminação dessa solução no mercado foram temas centrais de um debate durante o 6º Congresso dos Corretores de Seguros do Norte e Nordeste (CONSEGNNE), em Salvador, e que contou com a participação da Federação Nacional de Capitalização (FenaCap). O encontro reuniu, no último dia 13, especialistas do setor para discutirem como a evolução legal abre novas frentes de atuação para os profissionais, ampliando o portfólio de soluções que podem ser oferecidas aos clientes e criando oportunidades de negócios em contratos públicos e privados.
 

Na abertura da conversa, o diretor de Assuntos Legislativos da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), Esteves Colnago, destacou que mudanças recentes na legislação já permitem o uso da Capitalização em diferentes etapas de processos licitatórios e em contratos ligados à infraestrutura. Segundo ele, a solução pode ser utilizada tanto no momento de participação em licitações quanto para compor o seguro garantia durante a execução das obras, de forma complementar ou independente, estando prevista em leis relacionadas a Parcerias Público-Privadas.
 

Colnago também ressaltou que a Capitalização começa a aparecer em editais públicos, embora a adoção ainda esteja em fase inicial. Para ele, a ampliação desse uso dependerá da atuação dos profissionais do setor. “Já estamos vendo em vários editais a capitalização citada, o que é muito positivo. O próximo passo é que essa alternativa passe a ser efetivamente utilizada nas contratações”, afirmou, destacando ainda a importância da atuação dos corretores na disseminação da solução junto a empresas que participam de licitações.
 

Durante o painel, o diretor-executivo da FenaCap, Natanael Castro, apresentou um panorama do segmento e destacou que a Capitalização reúne diferentes modalidades capazes de atender necessidades variadas de clientes e empresas. “A Capitalização é um conjunto de soluções financeiras que vai muito além do produto tradicional. Ela pode apoiar desde quem busca disciplina financeira até empresas que precisam de garantias para participar de processos de contratação”, afirmou.
 

Castro também destacou o potencial de crescimento da modalidade voltada a garantias, impulsionado pela elaboração do Marco Legal. “Estudos indicam que essa frente pode crescer de forma significativa nos próximos anos. O mercado é grande e ainda existe uma demanda importante por soluções que ampliem as alternativas de garantia disponíveis”, disse. 
 

Para ele, a proximidade dos corretores com os clientes é um fator determinante para a expansão dessa modalidade. “É o corretor quem entende o momento do cliente e identifica qual solução pode ajudar a viabilizar um negócio”, completou.
 

O líder de Consultoria em Seguros da EY, Nuno Vieira, reforçou que a Capitalização pode funcionar como um complemento às ferramentas já existentes no mercado, contribuindo para destravar projetos e contratos. “Não estamos falando de substituir outros instrumentos, mas de ampliar o leque de soluções disponíveis. Em determinadas situações, a Capitalização pode ser uma alternativa ágil e flexível para viabilizar negócios. Quando o profissional conhece bem o cliente e entende suas necessidades, ele consegue oferecer algo que vai além do preço e ajuda a destravar oportunidades de negócio”, afirmou.
 

O presidente do Sincor-Ceará, Fernando Dantas, também destacou que a disseminação de informação será fundamental para ampliar o uso da modalidade entre os profissionais do setor. “O corretor precisa conhecer melhor as soluções disponíveis para poder orientar seus clientes. Quanto mais informação chegar à ponta, maior será a possibilidade de essa alternativa ser utilizada no mercado”, disse.