Tem algumas empresas que realmente fazem a diferença quando o assunto é divulgação da indústria de seguros. A Swiss Re é uma delas. Além dos excelentes estudos sobre a indústria mundial, abrangendo os mais diversos temas e regiões, hoje ela lançou um aplicativo para iPad. O que é o resseguro? Para que se usa? O que tem a ver com o progresso econômico? Se você quer saber mais, então o aplicativo da Swiss Re para iPad ® é para você, diz a nota enviada aos jornalistas.
Segundo a resseguradora, o aplicativo foi desenvolvido para aqueles que estão começando uma carreira no âmbito do resseguro e para aqueles que precisam repassar seus conhecimentos sobre a indústria. Além disso pode ser usado para explicar para estudantes, parceiros e até família e amigos o que é o resseguro.
Você sabia, por exemplo, que sem o apoio da indústria do resseguro, muitos produtos e serviços que tomamos por garantidos não estariam disponíveis? Este aplicativo cobre todos os conceitos básicos do negócio, incluindo o modelo de negócio do resseguro, riscos emergentes, gestão de riscos e outros temas. O aplicativo contém áudio, gráficos, vídeos e animações para tornar o assunto do resseguro mais apaixonante.
Parabéns pela iniciativa. Quem quiser saber mais, basta baixar o aplicativo da APP Store.
Hoje o jornal Estado de São Paulo publicou um artigo comovente sobre a Leôncio de Arruda, falecido dia 29 de dezembro. O texto foi escrito por Antonio Penteado Mendonça, jornalista, advogado, consultor e amigo de Leôncio.
Segue a íntegra do texto
Leoncio morreu no dia 29 de dezembro. Seu nome figurou entre os mais importantes da atividade seguradora brasileira nos últimos 25 anos
Apesar de todos os sinais positivos, o mercado segurador brasileiro começa 2012 de luto. No dia 29 de dezembro passado morreu Leoncio de Arruda,um dos principais nomes da atividade ao longo dos últimos 25 anos. Por honestidade jornalística tenho de dizer que Leoncio era meu amigo. Amizade que começou há mais de 20 anos, quando ele ainda não ocupava os cargos que veio a ocupar, mas já fazia os primeiros movimentos para se consolidar como umadas grandes lideranças dos corretores de seguros.
Quem sabe o momento mais próximo, e com certeza o que me deu a melhor imagem de quem era Leoncio de Arruda, aconteceu em 1992, durante um evento do mercado segurador, na cidade de Maringá, no Paraná. No último dia do congresso, Leoncio de Arruda e eu alugamos um carro e, junto com a advogada Terezinha Correa, fomos até a cidade de Paranavaí, próxima de Maringá. Foi lá que Leoncio, menino pequeno, chegou com a família, retirantes do nordeste, para o avô trabalhar como boia-fria. Dito isto, e vendo sua carreira impressionante, fica mais fácil entender o tipo de homem que ele era. Não é comum pessoas normais se transformarem em líderes de uma determinada categoria profissional. Pensar que um dos maiores nomes da história dos corretores de seguros começou a vida numa família de boia-fria, trabalhando no norte do Paraná, dá a dimensão de pelo menos três traços que fizeram Leoncio de Arruda galgar os mais altos postos das entidades representativas de sua atividade.
O primeiro é sua coragem. Leoncio era corajoso sem dizer que era. Ele não se gabava,não ameaçava,não dizia que fazia e acontecia. Pelo contrário, conversava, e conversava de novo, e, se necessário, conversava ainda mais uma vez. O segundo é que Leoncio gostava de chegar a bom termo através do diálogo, o que não significa dizer que não sabia ser duro ou que ficava com medo diante das dificuldades que teve que superar. O terceiro é que desde sua atuação à frente de uma associação que ele criou para se tornar conhecido e acabar vencendo as eleições para presidente do Sindicato dos Corretores de Seguros do Estado de São Paulo (Sincor/SP), sempre foi um guerreiro, um articulador extremamente bem sucedido e um homem focado em resultados.
Seus congressos, feiras, seminários, cursos,programas de treinamento profissional e demais fóruns de discussão com foco na profissionalização e reconhecimento do corretor de seguros sempre foram um sucesso de público e de resultados, o que fez com que, poucos anos após ser eleito presidente do Sindicato dos Corretores de São Paulo, fosse eleito presidente da Federação Nacional dos Corretores de Seguros.
Ao longo de sua trajetória vitoriosa, onde os grandes beneficiários foram dezenas de milhares de corretores de seguros espalhados por todo o Brasil, Leoncio nunca se furtou a mostrar a cara e assumir as responsabilidades pelos seus atos, e por outros não tão seus, o que fez dele uma figura polêmica, mas sempre respeitada,quando não temida, pela competência no jogo político e pela obstinação em relação aos seus objetivos.
2012 começa com a impressionante marca de mais de 70 mil corretores de seguros cadastrados no país. Todos, sem exceção,devem boa parte do reconhecimento e o respeito que a categoria atualmente desfruta à atuação de Leoncio de Arruda como líder da categoria, tanto em São Paulo, como a nível nacional.
Nos últimos anos, Leoncio de Arruda comandou o primeiro programa de seguros bem sucedido na televisão brasileira. Com a cara e a coragem ele enfrentou o desafio de colocar no ar, no horário nobre da noite de domingo, um programa falando de um segmento econômico. E deu certo, ao ponto de se transformar numa das boas audiências da TV Gazeta. Foi sua derradeira contribuição para a atividade seguradora nacional. Depois de uma longa luta contra um câncer, Leoncio encontrou o descanso.Pena que isso tenha acontecido muito cedo. Com sua morte, o setor de seguros perde um de seus grandes nomes.E eu perco um querido amigo.
Impressionante a curiosidade das pessoas em relação a SulAmérica. E estimulante, principalmente num momento de entressafra de notícias. Neste período do ano há poucas notícias, pois muitos executivos estão em férias e outros em ritmo frenético de trabalho para finalizar o balanço de 2011. Como não podem falar antes da divulgação do balanço, prevista para fevereiro, os jornalistas sofrem com a escassez de informações.
Todos querem saber o que a centenária seguradora fará com os R$ 500 milhões que serão emitidos em debêntures em fevereiro. Bem, como diz a nota divulgada aos acionistas, parte do dinheiro será para pagar dívida e investir na operação. Restam cerca de R$ 150 milhões, segundo cálculos dos executivos que buscam decifrar a estratégia de uma das maiores seguradoras do Brasil. Se vai comprar alguém, será alguém pequeno, uma vez que a recessão em países europeus e o crescimento do Brasil aliado ao fato de ser o anfitrião da Copa 2014 e Olimpíadas 2016 valorizaram o passe das companhias locais.
Pode se associar também. A parte do ING, avaliada em US$ 720 milhões, não tem como comprar só com esse valor. A não ser que alguém esteja comprando e parte dos recursos será injetado via a compra de debêntures. Interessados não faltam, contam. Muitos estrangeiros querem entrar no mercado de seguros do Brasil, que cresce o dobro do PIB há dez anos. Há segmentos pouco explorados, como residencial, vida e riscos financeiros, que prometem boa rentabilidade se analisado o histórico passado e o comportamento mundial dessas carteiras.
O que poucos falam é do investimento que pode ser essa emissão. 110% do CDI, envolvendo duas empresas com credibilidade — SulAmérica e ING —, é um excelente retorno diante das perspectivas do cenário econômico mundial. Bem, a saída é ficar atento e torcer para que a SulAmérica fique cada dia melhor para atender a uma demanda crescente da população por proteção financeira e patrimonial. Principalmente em plano de saúde, que representa mais da metade do faturamento do grupo. Nos últimos anos, o grupo ganhou boa parte das premiações envolvendo governança corporativa, transparência e qualidade de atendimento. Uma companhia assim, que se moderniza, se mantém longeva.
Depois do fim da parceria com o Itaú, que durou de 2006 a 2009, o grupo XL volta a atuar em seguros no primeiro trimestre de 2012. Atualmente, o grupo opera como resseguradora. Segundo nota do grupo, a seguradora oferecerá uma gama de produtos de seguro de acidentes pessoais, seguro de bens patrimoniais, seguro profissional e seguro de itens especiais. Com a expectativa de iniciar as operações no primeiro trimestre de 2012, a empresa seguradora será comandada pelo diretor geral Juan Bragadin.
Mike McGavick, CEO da XL, o Brasil está na interseção do desenvolvimento, conectividade e crescimento globais. “Estamos entusiasmados para expandir nossas operações no país. O anúncio de hoje é o resultado da dedicação e do trabalho duro por parte de nossas lideranças e das equipes regionais”.
Bruno Laval, gerente regional do segmento de seguros da XL para Ibéria & América Latina, destacou que, “em 2010, o Brasil representava 42% dos prêmios de seguro não vida da América do Sul, e previsões mostram que o mercado de não vida no Brasil poderá atingir US$ 160 bilhões em 2030, valor similar às projeções para economias da Europa Ocidental como a Alemanha. Programas de investimentos locais, atenção global e uma extensão diversificada de parceiros comerciais e produtos manufaturados colocam o país no caminho de oportunidades contínuas”.
Na leitura das notícias internacionais de seguros da quarta-feira, pela manhã, li no site da Reactions que o ING havia finalizado a venda de ativos na América Latina. Corri para ver, com o coração na mão, para checar se tantos boatos envolvendo a venda da participação do grupo holandês na SulAmérica para a francesa AXA eram verdadeiros. No entanto, falava da venda das operações de vida e previdência na Colômbia para o Grupo de Inversiones Suramericana (Gruposura). No final da noite, vejo esse comunicado de emissão de R$ 500 milhões em debêntures. Bem, vamos aguardar.
Comunicado ao Mercado
SULAMÉRICA S.A. (BM&FBovespa: SULA11) (”Companhia”), em atendimento ao disposto no artigo 157, §4º da Lei 6.404/76 e ao disposto na Instrução CVM 358/05, vem informar aos seus acionistas e ao mercado em geral que seu Conselho de Administração aprovou, nesta data, a realização da primeira emissão de Debêntures Simples, Não Conversíveis em Ações, da Espécie Quirografária, em Série Única, de emissão da Companhia, no montante total de R$500.000.000,00 (quinhentos milhões de reais) para distribuição pública com esforços restritos de colocação, nos termos da Instrução CVM 476/09 (“Oferta Restrita” e “Debêntures”, respectivamente).
Serão emitidas 50.000 (cinquenta mil) Debêntures, com valor nominal unitário de R$10.000,00 (dez mil reais). Para todos os efeitos legais, a data de emissão das Debêntures será 6 de fevereiro de 2012 (“Data de Emissão”). As Debêntures terão prazo de vencimento de 5 (cinco) anos contados a partir da Data de Emissão, vencendo-se, portanto, em 06 de fevereiro de 2017.
O valor nominal das Debêntures será amortizado em três parcelas anuais e sucessivas a partir do terceiro ano da sua emissão e farão jus ao pagamento de juros remuneratórios, pagos semestralmente, correspondentes a 100% (cem por cento) da variação acumulada das taxas médias diárias dos DI – Depósitos Interfinanceiros de um dia, “over extra-grupo”, acrescida de sobretaxa, a ser definida de acordo com o Procedimento de Bookbuilding, e, em qualquer caso, limitada a 1,35% ao ano.
Os recursos líquidos obtidos pela Companhia com a emissão das Debêntures serão destinados para: (i) suprir necessidades de caixa decorrentes da expansão das operações da Companhia e/ou de qualquer sociedade controlada, direta ou indiretamente pela Companhia; (ii) reconstituir o caixa após a liquidação de dívida financeira; e (iii) objetivos corporativos gerais.
A Oferta Restrita está automaticamente dispensada de registro de distribuição pública na CVM, nos termos do artigo 6º da Instrução CVM nº 476/09.
Como diz o diretor presidente, Keiichi Hara, 2012 começa com grandes novidades para a Mitsui Sumitomo Seguros. “Temos a grande satisfação em apresentar o novo diretor vice-presidente, o Sr. Hélio Kinoshita (foto)”, escreve o executivo em carta aos corretores de seguros, principal canal de vendas da seguradora japonesa no Brasil.
Kinoshita, na verdade, retorna a casa após 15 anos. Ele estava na MetLife até dezembro, onde atuou como CFO (Chief Financial Officer) e também como presidente interino por cerca de um ano até a nomeação de Mario Traverso em agosto do ano passado. Antes de chegar a MetLife, o executivo ajudou a criar a CitiInsurance e atuou na Allianz, durante a gestão de Paulo Marracini, hoje presidente do conselho da seguradora alemã.
Oficialmente no cargo há apenas quatro dias, Kinoshita se mostra totalmente animado para o desafio de levar a Mitsui da 19ª colocação do ranking para o seleto grupo das dez maiores seguradoras, considerando-se apenas seguros gerais (sem vida, saúde, previdência e capitalizacão). “Estamos preparados para conquistar mercado neste cenário de grande competição e queda da taxa de juros. O grupo investiu mais de R$ 170 milhões desde 2008 para se preparar para este momento de crescimento do pais e da indústria de seguros”.
Ele concorda que é um grande desafio. Ainda mais se considerarmos que o cenário é de extrema competição, estimulada pela briga de gigantes como Bradesco, Banco do Brasil e Mapfre, Itaú e Santander com Zurich. “Realmente é um grande desafio. Podemos rever as metas, mas vamos nos esforçar para cumpri-las”, diz, sem descartar a hipótese de aquisições. ˜Prefiro falar deste assunto um pouco mais para frente, pois só estou no cargo há quatro dias”.
Além dos produtos e serviços de primeira lançados nos últimos dois anos para os corretores conquistarem clientes, a Mitsui prepara muitas outras novidades. Entre elas, cogita transformar a resseguradora admitida em local, com aporte de mais recursos, e entrar com mais força na area de vida, até então pouco representativa no mix de produtos do grupo. “A experiência do Sr. Kinoshita no segmento de Vida será fundamental para consolidar a Mitsui Sumitomo Seguros como forte player também no mercado de seguros de pessoas”, avisa o presidente Hara aos parceiros de negócios.
Fortalecida em vida, a estratégia do grupo em linhas comerciais visa ter uma resseguradora local para ofertar um preço mais competitivo aos clientes. Isso porque a regulamentação do resseguro determina que as locais podem reter 40% do risco do contrato. “Isso nos permite ter um preço diferenciado”, explica Osvaldo Lopes, diretor de seguros customizados.
Com um preço mais atrativo, o grupo pretende usar o poder de fogo do conglomerado. A Mitsui Sumitomo Insurance Group (MSIG) faz parte de uma organização que atua entre os mais variados segmentos da economia, com ramificações no financeiro, imobiliário, eletrônico, minério, construção, telecomunicações entre outros.
Em abril de 2010, a MSIG efetivou a integração, na forma de troca de ações, com as companhias AIOI e Nissay Dowa, passando a adotar o nome de MS & AD. Com esta aliança, o grupo tornou-se a maior seguradora no Japão e a quinta maior do mundo, com base em receita líquida de prêmio de seguros. De olho no crescimento mundial e busca por rentabilidade mais atrativa, o grupo passou a diversificar seus investimentos, com o claro objetivo de pulverizar a carteira de riscos concentrada no mercado asiático.
Obviamente, o Brasil está entre os principais países da lista de prioridades. A MS&AD é acionista da Vale, da Usiminas, da Toyota, da Madza, montadora que já avisou que pretende voltar a investir no Brasil, entre vários outros empreendimentos nos quais tem participações relevantes. “Conquistar um pouco do seguro de grupos nos quais temos participação acionária e também participar dos contratos financiados pelo banco do conglomerado nos ajudará a atingir nossa meta”, diz o novo vice-presidente. Tamanha diversificação setorial e geográfica fez a carteira da Mitsui no Brasil ser uma das poucas no mundo onde os clientes japoneses tem uma participação menor do que os clientes locais. “No Brasil, 75% dos clientes são locais e 25% provenientes de empresas japonesas”, conta.
A Mitsui divulgará o balanço de 2011 nas próximas semanas. Nos últimos quatro anos, o grupo apresentou crescimento de 130%, o que significa uma média de 27% (nominal) ao ano. ˜Praticamente crescemos o dobro do mercado nas linhas em que atuamos”, diz Kinoshita. A meta neste ano é garantir a eficiência operacional para manter a rentabilidade e o nível de serviços prestados aos corretores e clientes para avançar na conquista do market share.
A previsão do grupo é crescer 15% nas vendas gerais. “Em vida e riscos comerciais a meta é avançar 40%. Em automóvel, que representa 60% das vendas, somos mais conservadores, prevendo 14%”, diz Rogério Hashimoto, diretor de massificados. A idéia é conquistar clientes fora do eixo Rio São Paulo, onde risco e concorrência ainda são mais controlados do que nos grandes centros urbanos. Se depender da disposição dos executivos da Mitsui, a concorrência terá mais trabalho daqui para frente.
A missa de 7º dia de Leoncio de Arruda, falecido em 29 de dezembro, será realizada na próxima quarta-feira, 04 de janeiro, às 18h30, na Paróquia Nossa Senhora Aparecida de Moema.
Paróquia Nossa Senhora Aparecida de Moema
Praça Nossa Senhora Aparecida, s/nº – Moema (Av. Moema, esquina com a Av. Ibirapuera).
Telefone: (11) 5052-4919
Eis uma cara que fez história. Um cara muito bacana. Um cara que deixa saudades! Com amor, siga em paz!!!
Comunicado oficial
É com pesar que comunicamos o falecimento na tarde desta quinta-feira, 29/12, de Leoncio de Arruda, ex-presidente do Sindicato dos Corretores de Seguros do Estado de São Paulo (Sincor–SP).
Aos 56 anos, Leoncio estava internado no Hospital Sírio Libanês, em São Paulo, onde lutava contra um câncer de intestino.
Um dos mais atuantes presidentes da entidade, Leoncio de Arruda esteve à frente do Sincor-SP por quatro gestões (1992/95; 1995/98; 2004/07 e 2007/10). Nesse período, Leoncio modernizou o sindicato e conseguiu fazer do Sincor-SP uma dos mais atuantes e respeitadas entidades do setor de Seguros.
Formado em Administração de Empresas pela Faculdade São Judas Tadeu, de São Paulo, Leoncio de Arruda presidiu também a Fundação Escola Nacional de Seguros (Funenseg) entre 1997 e 2000.
O sepultamento está marcado para amanhã (30/12), ao meio dia no cemitério de Congonhas, localizado à Rua Ministro Álvaro de Souza Lima, 101 – Jardim Marajoara. O velório acontece a partir das 21h desta quinta-feira (29/12) no Velório do Cemitério Congonhas.
Notas de pesames
A Liberty Seguros recebeu com tristeza a notícia do falecimento de Leoncio de Arruda, uma grande perda para todo o mercado de seguros. A companhia se solidariza com os familiares e amigos desse ilustre profissional que deixou como legado uma contribuição ímpar em suas gestões frente a FENACOR e ao SINCOR-SP.
É com profundo pesar que nós, da SulAmérica Seguros, lamentamos o falecimento de nosso grande amigo Leôncio Arruda. Uma das maiores lideranças da história do setor segurador, Leôncio, com sua atitude empreendedora e habilidade nata para a comunicação, soube como ninguém desenvolver projetos grandiosos que contribuíram de forma ímpar para a cultura do seguro no Brasil.
Leôncio deixará um grande legado para as novas gerações de corretores de seguros e profundas saudades em todos que tiveram o privilégio de conviver com ele.
Em 2012, uns pagarão mais e outros menos. Essa é a conclusão de um estudo da Marsh divulgado hoje. A pesquisa revela que as taxas de seguros globais continuaram a subir na maioria dos locais e linhas de negócios, afetadas por perdas no quarto trimestre de 2011; por outro lado, quedas nas taxas ainda são possíveis em muitas linhas de negócios, de acordo com um relatório publicado pela Marsh.
Apesar dos recordes de prejuízos segurados resultantes de catástrofes de mais de US$ 100 bilhões em 2011, a capacidade do mercado segurador global continua abundante e aumentos generalizados de taxas não estão sendo observados, de acordo com o Global Insurance Market Quarterly Briefing: Q4 2011 (Briefing Trimestral do Mercado Global de Seguros: 4o Trimestre de 2011).
As seguradoras, no entanto, estão respondendo aos recordes de perdas buscando aumentos de taxas em contas com perdas significativas e com exposições a catástrofes. Por exemplo, quase metade dos clientes de seguros patrimoniais da Marsh nos EUA tiveram aumentos de taxas na renovação durante o segundo semestre de 2011, em comparação com 31 por cento no primeiro semestre. Enquanto a maioria dos aumentos de taxa foram aplicados a programas com exposição a catástrofes, as contas com pouca ou nenhuma exposição ou perdas tiveram, em diversas ocasiões, redução de taxas durante a segunda metade do ano.
“O mercado global de seguros permanece bem capitalizado e, em geral, competitivo”, disse Dean Klisura, Líder das Práticas de Risco da Marsh EUA. “Este ano, o recorde em perdas catastróficas está resultando em uma rigidez de preços em contas sujeitas a catástrofes e perdas, mas não houve nenhuma alteração geral nos preços de mercado. Os fundamentos do mercado permanecem, de forma geral, robustos”.
Segundo o relatório da Marsh, os países afetados pelas maiores catástrofes durante o ano tiveram as maiores altas nas taxas de catástrofes patrimoniais no trimestre. No Japão, os programas com riscos de terremotos geralmente renovaram com aumentos de até 50 por cento. Na Tailândia, onde as perdas seguradas resultantes de inundações ao redor de Bangkok são estimadas em mais de US$ 10 bilhões, os programas estão sendo renovados com aumentos de até 30 por cento.
Globalmente, os custos de benefícios a empregados aumentaram significativamente durante o trimestre como resultado do aumento dos custos médicos. Na Índia, por exemplo, os empregadores tiveram um aumento de preço de 20 por cento no trimestre. O estudo diz também que as taxas para Seguros de responsabilidade de D&O (Directos & Officers) em grandes mercados emergentes como a China e Índia continuaram a subir, enquanto as taxas em todos os outros grandes mercados permaneceram estáveis ou declinaram.
Este é o prognóstico de todos os executivos do setor, entrevistados pela Revista Apólice durante a XVI Exposeg, que aconteceu em Brasília
“Neste ano iniciamos a operação de Vida e Previdência. Obtivemos crescimento de 70% na carteira, e devemos continuar neste ritmo. No ramo de pessoas, acho que o brasileiro vai apostar mais no seguro de vida individual. Em afinidades, o seguro vendido atrelado a um bem também deve crescer, bem como a previdência individual. No primeiro semestre de 2012, a empresa de resseguros do Grupo deve iniciar sua operação, assim como outras linhas de negócios que estamos analisando. Queremos ser uma seguradora completa para atender todos os corretores e clientes.”
João Gilberto Possiede | Presidente da L. Malucelli
“O ano de 2011 foi bom. Nossa carteira tem crescido anualmente e o resultado operacional foi excelente. Nossa sinistralidade foi muito baixa. Alcançamos nossa meta. Nesta feira decidimos participar com estande. Até então, participávamos do nacional e do paulista indiretamente, mas desta vez resolvemos mostrar a cara. Com relação a 2012, aumentamos as esperanças de que teremos um ano extraordinário, não só pelo tão encantado mundial de futebol, as Olimpíadas, mas acontece que junto com estes eventos vem o desenvolvimento do País com obras de infraestrutura, principalmente no que se refere à geração de energia. Inúmeros são os locais em que há condição de se construir uma usina e elas são necessárias, porque o País sempre terá demanda.”
Francisco Vidigal Filho | Vice Presidente da Marítima Seguros
“O ano de 2011 foi bom e teremos um crescimento de 20%, impulsionado no segundo semestre pela carteira de automóvel e, durante o ano inteiro, pela carteira de ramos elementares. Para 2012, apostamos nestas carteiras. A Marítima acredita bastante na expansão regional. Este ano, abrimos Goiânia e, até o fi nal, abriremos Recife e Brasília. Estas praças devem impulsionar o crescimento da companhia no próximo ano. O Brasil está num momento bom e o mundo inteiro está voltado para cá. O mercado de seguros vai explodir nos próximos 5 ou 10 anos e ele terá mais que o dobro da participação que tem hoje. Estamos no mercado certo e no momento certo. Apesar de ainda ser necessário aculturar a população em relação ao seguro de pessoas, acho que o seguro de vida tem um potencial de crescimento muito grande, mas que ainda levará algum tempo para o seu crescimento aparecer com força.”
Ricardo Saad | Presidente da Bradesco Auto/RE
“O ano está terminando de forma bastante positiva. Todas as empresas do Grupo tiveram crescimento signifi cativo. A Bradesco Auto/RE teve um desempenho muito bom. No ramo de auto, devemos terminar o ano com crescimento dentro das nossas projeções. Em ramos elementares, o foco foram os produtos massificados, em especial o residencial. O mercado cresceu na faixa de 15% e a companhia cresceu 45%. Estamos terminando o ano com quase 2 milhões de residências seguradas. Crescemos muito também no ramo empresarial, com foco no seguro de transporte. Para o ano que vem, estamos imaginando um crescimento em torno de 10 a 15% nas áreas de auto e RE, também focados nos produtos massificados. O Brasil está apresentando várias oportunidades para o mercado de seguros, principalmente com o crescimento do consumo interno, das famílias brasileiras, que hoje representa quase 60% do crescimento do PIB brasileiro.”
“Vamos continuar apostando no empresarial e no residencial, além dos riscos diversos com foco nos equipamentos. Em automóvel haverá uma recomposição dos preços, pois houve uma forte demanda da área de reparação automotiva pelo aumento dos custos, principalmente por conta dos preços das peças e da mão de obra. Pode ser que isso se reflita nos preços.”
João Francisco Borges | Presidente da HDI Seguros
“O ano foi muito bom. Fechamos o primeiro semestre com 20% de crescimento, baseado na expansão geográfi ca da companhia, que entrou em regiões e cidades onde ainda não atuávamos. O resultado do primeiro semestre foi 25% maior que do mesmo período do ano anterior e ainda alimentamos a perspectiva de fechar o ano bem, embora a queda da taxa de juros já comece a afetar um pouco o resultado fi nanceiro das companhias e do mercado como um todo. Estimamos fechar o ano com faturamento de R$ 1,85 bilhão, com quase 1,5 milhão de veículos segurados. Para 2012, tudo vai depender da economia e, em nosso caso, em função do desenvolvimento do mercado interno, do nível de emprego no País, da confi ança do consumidor e das vendas de novos veículos. Estamos otimistas e achamos que existe um trabalho da equipe econômica para manter a indústria automobilística com mesma performance positiva. Com isso, esperamos crescer cerca de 15% no próximo ano.”
Marcus Vinicius Martins | CEO da Zurich Seguros
“A empresa sempre foi muito conhecida em grandes riscos e continuamos muito bem nisso. Para se ter uma ideia, temos em nosso portfolio três estádios segurados e mais um que será anunciado em breve. Tomamos foco para crescer no segmento de affi nity, através de distribuidores de varejo, como garantia estendida. Na parte de varejo, no seguro de automóveis, fi zemos um trabalho forte de aproximação com o corretor para mostrar os diferenciais da companhia. Para atender o corretor criamos o ZAC em diversas localidades, o que nos trouxe crescimento forte com resultado. Oferecemos agora benefícios que realmente agregam valor ao seguro, como o auto com desemprego, que só a Zurich tem. O cliente que compra o seguro auto da Zurich se fi car desempregado, não precisa pagar as prestações restantes. Em dezembro lançamos a cobertura para doenças graves: o segurado que for acometido de AVC, infarto, transplante de órgãos ou câncer, o seguro está quitado.”
Marcio Magnaboschi | Diretor Comercial da MetLife
“Temos como perspectiva fechar 2011 com 30% a mais de lucro do que no ano anterior, baseado na carteira de vida, que apresentou sinistralidade muito boa e com volume de prêmios que nos dá tranquilidade para não fi car dependente da oscilação da sinistralidade. Chegamos ao equilíbrio técnico e estamos ganhando efi ciência administrativa, investindo em sistemas de cotação online, faturamento e angariação. Na parte de planos odontológicos, fechamos o ano com 500 mil vidas na carteira. Ainda estamos na fase de investimentos em tecnologia , em sistemas e processos e vamos entrar no break-even em 2012. Apesar da crise, o Brasil está vivendo um momento especial e o setor de seguros continuará crescendo na casa de dois dígitos, com vida aumentando até 14%, principalmente nos produtos para pequena e média empresa. Em 2012, vamos investir fortemente em produtos para PME e vamos retrabalhar a questão de custos e facilidades para o pequeno empresário.”
Laerte Tavares | Diretor Comercial da Capemisa
“No ano de 2011, a Capemisa experimentou o maior crescimento da sua história, demonstrando que a política adotada por nosso Conselho e pelo presidente está nos levando para um caminho bastante promissor. 2011 foi um ano de muitas realizações, culminando com o lançamento da Capemisa Capitalização. Agora, a empresa fi ca completa no segmento de pessoas, no tripé que suporta todas as nossas ações comerciais. A princípio, nós vamos trabalhar nestes três segmentos – vida, previdência e capitalização. Naturalmente, como toda empresa que pensa em crescer, é possível que haja uma expansão em outros segmentos, mas não é o nosso foco. Com a chegada da capitalização, naturalmente agregamos mais um valor aos produtos de previdência e também fazemos todos os negócios de capitalização dentro de casa. Para 2012, nossa meta de crescimento é de, no mínimo, 30%.”
Thiago Leão de Moura | Diretor Comercial do Banco Fator Seguradora
“A Fator é uma seguradora nova, com três anos de mercado. Acompanhando o desenvolvimento da indústria de infraestrutura no Brasil, desde o início de 2011 colocamos novos produtos no mercado para dar suporte ao setor. Criamos o seguro de engenharia, RC Obras e Equipamentos, Aeronáutica, Off -Shore, Eventos e Petróleo para builders. Estamos lançando um novo jeito de fazer seguro garantia, para pequenas e médias empresas. Queremos dar suporte às empresas que fazem obras para grandes empresas. Fazemos tudo online e rápido, com agilidade, para não ter complicação. Queremos facilitar a vida das empresas e dos corretores. A partir do primeiro semestre do ano que vem já iniciamos esta atividade.”
Francisco Coutinho | Superintendente Operacional de Associações e Representações da Rodobens
“2011 foi um ano de grandes conquistas, com consecutivos recordes de vendas. Ele foi surpreendente, vantajoso para o consórcio. As perspectivas para 2012 são ainda melhores. Estamos vendo o cenário mundial, mas acreditamos no mercado interno. Consórcio é um produto que sofre com qualquer tipo de alteração que possa haver no mercado, mas é muito consolidado e está ligado a poupança, planejamento. Participamos pela segunda vez da feira por acreditarmos no potencial dos corretores de seguros. 47% da base de distribuição é feita via corretores. Vamos disponibilizar novos produtos para o corretor, sem tirar o foco dele do produto principal, mas agregando valor ao negócio para que ele possa ter melhores ganhos.”
Dirceu Tiegs | Diretor geral Rede Comercial da Mapfre Seguros
“Em 2011 já temos fechados três trimestres, com o Grupo Mapfre crescendo 12% em faturamento no mundo, atingindo 22 bilhões de euros, com crescimento do lucro na casa de 10%, acima de 1 bilhão de euros de volume líquido. O ano foi complicado na Europa, mas a vantagem da Mapfre foi ter deixado a Espanha como único país em 1984 e estar hoje em 43 países, e a Espanha representa 43% de participação. O Brasil tem papel prioritário entre todas as operações internacionais (Ásia, EUA e Leste Europeu).”
“O ano também foi excelente para o Grupo Mapfre no Brasil. Fizemos a integração com o BB e hoje temos produto único tanto pelo canal corretor quanto no balcão, com marcas diferentes, mas com condições e preços compatíveis. Isso nos fez crescer mesmo no ano de integração, com índice de 19% na produção da Mapfre. Melhoramos os processos e produtos e ampliamos a quantidade de corretores em 1200, durante 2011. Chegamos a 14500 corretores e inauguramos mais fi liais. Para o próximo ano, temos uma expectativa importante que não muda em nada nossa postura de abrir novas fi liais, trazendo mais corretores e elaborando melhores processos.”
“Já somos uma empresa focada no canal corretor, para o qual sempre temos um programa que se encaixa à sua necessidade. Atendemos o corretor que está chegando no mercado, o corretor médio, o grande corretor e o broker. Como a gestão dos produtos é da Mapfre, produzimos ferramentas com assertividade. São 2,5 milhões de carros na frota, com quantidade grande de residências seguradas. Trabalhando com 600 regiões tarifárias, conseguimos precifi car os produtos de forma mais adequada e atrativa para o consumidor fi nal. O cenário internacional não vai ser fácil, mas temos em nosso planejamento estratégico crescer mais que o mercado, através de serviços e investimentos em mais distribuidores.”
Marcos Machini | Vice-presidente da Liberty
“Nos últimos 7 anos, crescemos em média 22% ao ano e em 2011 devemos chegar a 15%. Para o ano que vem o cenário é positivo. Temos trabalhado com várias informações econômicas de mercado e há muitos indicadores positivos, como o crescimento da classe C que deve impulsionar o mercado segurador, não só para 2012 mas para os próximos anos também. Vamos ter muitos novos consumidores. O desafio é como trazer este novo consumidor para o produto ideal, para o canal do corretor e para a companhia. Há 35 milhões de empregos criados nos últimos 3 anos.”
“Eles são de todos os segmentos, independente da área e mostra que o crescimento do consumo vai continuar nos próximos anos. Tem também o crescimento imobiliário, independente de bolha, há muita gente comprando imóvel e ele é patrimônio e foco de seguro. Tudo isso é positivo para o mercado e nós estamos olhando para estas informações. Temos que olhar para a rentabilidade, que ainda foi positiva em 2011, mas que sofreu um pouco. Nos seguros de automóvel, a média da sinistralidade subiu um pouco, mas acreditamos que ela vai se recuperar no ano que vem.”
Edson Santiago Soares | Diretor Comercial e de Marketing da Santamália
“Nossa expectativa é das melhores possíveis. Apostamos francamente nas classes C e D e acreditamos que a expertise desenvolvida por nossa empresa garante, de fato, o reconhecimento de nossos clientes, o que ajuda muito a propagação de nossa marca nas regiões em que já atuamos. Não obstante ao cenário de crise que se anuncia, achamos nossos produtos excelentes alternativas para o RH que pretende reduzir seus custos sem abrir mão da qualidade.”
“Vamos investir mais forte no conceito de “Saúde total” propondo ao profissional gestor de RH uma solução completa que envolva PCMSO, ODONTO, SAÚDE “linkados” aos nossos serviços próprios. Vamos ampliar nossa participação no segmento de PMEs com a mesma proposta acima e focar os Coletivos por Adesão. Para 2012, no mínimo, esperamos crescer 30%, mas sempre vamos crescer na mesma proporção em que nossa rede possa atender a demanda. Não podemos e não precisamos pedalar nas vendas, não podemos crescer sem sustentar tal crescimento. Saúde é coisa séria. Não passa pelos nossos planos fugir da nossa história, assim não creio em possíveis aquisições de nossa parte, porém dada a nossa característica regional, sempre vejo com bons olhos parcerias onde expertises se somem para ampliar perspectivas de mercado.”
Valmir Rodrigues | Diretor Executivo Nacional da Tokio Marine
“Fechamos o ano de 2011 batendo todas as metas de produção, com perspectivas de atingir uma super meta, que é dobrar o resultado que assumimos com o Japão. O ano foi maravilhoso sob todos os aspectos. A Tokio evoluiu muito em tecnologia e nossos serviços, processos e produtos melhoraram bastante. Conseguimos aumentar a grade de corretores e estamos encerrando o ano com um trabalho intenso para dar continuidade em 2012. Considerando tudo que está acontecendo no País – obras do PAC, Pré-sal, Copa do Mundo e Olimpíadas – nós estamos nos fortalecendo nos riscos de engenharia, garantia, mas o carro chefe ainda é o automóvel. A Tokio tem 54 sucursais pelo Brasil todo, mas estamos preparados para crescer em vida, em bens – empresarial, transporte, riscos de engenharia, garantia – e no automóvel, que temos muitas novidades. Tanto a Europa quanto os EUA vivem uma crise muito grande e a nossa expectativa é que cada vez venham mais recursos para cá, mais investimentos, e a Tokio quer fazer parte deste trabalho.”
Jayme Garfinkel | Presidente da Porto Seguro
“Acreditamos que 2012 será uma repetição de 2011. Tem coisas positivas: achamos que haverá aumento de prêmios que deve gerar receita nova. Em 2011 houve aumento da sinistralidade, aumento dos custos. O mercado está reagindo neste fi nal de ano tentando realinhar suas margens. Por outro lado – e eu sou um pessimista – é melhor esperar o pior. Esta crise internacional é muito grave e nós temos que olhar com calma. Dentro da Porto, os investimentos que temos que fazer são apenas de continuidade, como um prédio que estamos construindo, investimento em infraestrutura, mas com muita cautela. Não sabemos qual será o impacto da crise na rentabilidade da empresa. Em 2011, lançamos alguns projetos, como a empresa de telefonia celular virtual. É uma forma de apoiar as vendas. Isso já é emoção suficiente para entrar e ver o que dá certo.”
Thomaz Menezes | Presidente SulAmérica
“Mudança é uma constante e nós temos que nos acostumar que o mundo muda sempre, em função das pessoas, da economia cada vez mais globalizada, de novas tecnologias, novas ferramentas, produtos. O mercado como um todo tem que se acostumar com esta realidade. As perspectivas para o próximo ano são positivas. Talvez um pouco mais desafiadoras em função da crise global e dos desafi os do mundo para resolvê-las. O desafio é um pouco maior porque a crise não é só fi nanceira, mas política também, de acreditar que as medidas severas e duras devem ser tomadas.”
“O que aconteceu na Grécia serviu de lição para os outros países da Europa. Para o Brasil será um ano de crescimento, principalmente para a indústria de seguros, não só em termos de desenvolvimento de produtos, tecnologia, mercado, segmentação. Temos o privilégio de sermos uma companhia independente, multiproduto e multicanal, sempre através dos corretores de seguros. Vamos ter oportunidade em quase todos os segmentos. O automóvel tem possibilidades de crescimento. O desafio é disputar o mercado com preço justo. A estratégia de crescimento baseada apenas em preço não é sustentável. Portanto, 2012 é um ano de escolhas para as seguradoras.”
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