O grupo alemão Talanx, presente no Brasil através da HDI Seguros, está comprando por 770 milhões de euros a totalidade das ações da companhia de seguros polonesa Tuir Warta SA, pertencente ao grupo belga KBC. A transação, ainda sujeita à aprovação das autoridades regulamentadoras, deverá estar concluída no segundo semestre deste ano. Após a conclusão do negócio, a Talanx International AG terá direito a 70% das ações da Warta Talanx International AG – empresa resultante da aquisição. Os outros 30% caberão à Meiji Yasuda, parceira japonesa da Talanx.
Segundo nota do grupo, em 2010 o Grupo Warta registrou prêmio bruto de aproximadamente 1 bilhão de euros, dos quais 560 milhões de euros provêm de seguros de vida e outros 433 milhões vêm dos ramos elementares (não vida). Além da forte atuação em seguros de vida, a empresa é uma das principais seguradoras polonesas no ramo industrial — em que se destacam os segmentos naval e de aviação. O grupo Warta possui em carteira 1,5 milhão de segurados.
Atualmente, o grupo Talanx está presente na Polônia por meio de duas empresas nos ramos de automóvel, responsabilidade civil geral, property e vida: a HDI Asekuracja TU SA e a HDI-Gerling Zycie TU SA. A aquisição da Warta fará da Talanx, a partir do segundo semestre de 2012, o segundo maior grupo segurador do mercado polonês e reforçará ainda mais sua estratégia de ampliar sua carteira internacional. A Europa e a América Latina são hoje os principais mercados alvos da Talanx.
“Com a aquisição da Warta, estamos dando um passo decisivo rumo à nossa meta de crescimento estratégico”, afirmou Torsten Leue, membro do Conselho da Talanx AG e diretor Executivo do Conselho de Administração da Talanx International AG.
A J.Malucelli está perto de iniciar suas operações em ramos elementares. Até então, a seguradora opera apenas em seguro garantia e de crédito. A expectativa para ampliar a atuação em ramos elementares é grande. Segundo João Gilberto Possiede (foto), presidente da seguradora, a festa de inauguração está prevista para o dia 27 de fevereiro. Até lá, acredita-se que todas as autorizações da Superintendência de Seguros Privados (Susep) tenham sido homologadas. Nesta semana, a Susep homologou a alteração do controle acionário indireto e da ingerência efetiva nos negócios da J. Malucelli Seguradora S.A, da J. Malucelli Resseguradora S.A., e da J. Malucelli Seguradora de Crédito, todas com sede na cidade de Curitiba, no Paraná, que agora passam a ser exercidos de forma compartilhada pelo Paraná Banco S.A., e pelo The Travelers Companies, INC., dos Estados Unidos, por meio da também americana Travelers Brazil Acquisition LLC. A portaria está publicada no Diário Oficial da União.
Cada dia que passa, mais gente tem aderido ao hábito de pedalar em São Paulo. Este foi o terceiro ano que a Bradesco Seguros patrocinou o World Bike Tour São Paulo. Imagina quanta gente a seguradora já ajudou a melhorar de vida com a prática do esporte. Eu e minha família somos um exemplo. Com a inscrição do primeiro evento ganhamos a bike, que passou a fazer parte da nossa rotina. Todo domingo vamos praticar saúde e nos divertir na Ciclo Faixa, circuito também apoiado pela Bradesco Seguros. E cada domingo parece ter mais gente. Gente feliz, criando hábitos saudáveis.
Hoje, mais 8 mil pessoas ganharam uma magrela para pedalar no 458º aniversário da capital paulista. O passeio ciclístico teve 9km de percurso, com a largada na Ponte Otávio Frias (Ponte Estaiada) e a chegada na Universidade de São Paulo (USP). O World Bike Tour já se tornou tradição no aniversário de São Paulo. Segundo executivos do Bradesco Seguros, o evento está alinhado às ações nas quais o grupo investe, como a prática do exercício físico, o incentivo à qualidade de vida, o bem-estar e à adoção de hábitos mais saudáveis, além da convivência harmoniosa entre ciclistas, motoristas e pedestres, explica Alexandre Nogueira, diretor de marketing do grupo Bradesco Seguros, em nota divulgada.
Todos puderam pedalar com tranquilidade nesta quarta-feira de sol. Havia água a vontade, segurança, boa organização e dez mecânicos do serviço SOS Bike estiveram espalhados no percurso do Bike Tour, ajudando os ciclistas que tiveram contratempos com suas bicicletas.
Após o evento, quinze Bikes Anjos guiaram os participantes pedalando em comboios a pontos estratégicos de retorno, como a Ponte Estaiada, estações de Metrô e de Trem, e para vários bairros de São Paulo. Os Bike Anjos são ciclistas experientes que trabalham por uma cidade mais humana, onde todos possam pedalar nas ruas.
É isso ai. O Brasil no circuito dos grandes eventos internacionais. O World Bike Tour já passou pelas cidades de Lisboa e Porto, em Portugal, e Madri, na Espanha. Parabéns Bradesco!!! Tenha certeza de que mudou para melhor a vida de muita gente! Minha bike do ano passado está sendo doada para um jovem que quer trocar o ônibus pela bike para ir ao trabalho! Ou seja, gentileza gera gentileza e o bem se espalha de uma forma inimaginável.
O MetLife Mature Market Institute publicou algumas dicas de planejamento financeiro para quem cuida de familiares. São dicas para ajudar a população que perde uma considerável quantia em dinheiro quando se afasta do emprego para cuidar de parentes idosos. Segundo informa a seguradora em comunicado, o estudo recente descobriu que 10 milhões de pessoas que cuidam de pais ou parentes idosos e que estão empregados nos Estados Unidos perdem cerca de três trilhões de dólares em salários, aposentadoria e benefícios durante a sua vida se saírem do emprego prematuramente; a média da perda é de US$ 304 mil por pessoa.
“Essas dicas foram desenvolvidas para apresentar pequenas soluções para muitas pessoas dedicadas que não só fazem sacrifícios físicos e emocionais, mas também sacrifícios financeiros por seus pais”, comenta Sandra Timmermann, doutora em Educação e diretora do MetLife Mature Market Institute, no release. “Existem ações que as pessoas podem fazer para minimizar os custos ocultos do cuidado, e existem programas que os empregadores podem instituir para apoiar seus funcionários”, completa.
Confira algumas dicas do MetLife Mature Market Institute:
Pense duas vezes antes de sair do seu emprego para cuidar da pessoa doente, uma vez que isso terá um impacto duradouro nas suas finanças e num futuro emprego – Além de perder seus rendimentos mensais, você também pode perder anos de serviço necessários para ter direito à aposentadoria, ou para receber uma pensão do governo.
Verifique com seu empregador quais são os benefícios oferecidos e como você poderia substituí-los caso precise sair do emprego – Seu empregador talvez possa oferecer algumas opções como horário flexível ou licença médica ou familiar – para que você possa continuar no emprego e ao mesmo tempo cuidar do seu parente.
Avalie o que você tem e as despesas para cuidar do paciente – Considere seus custos atuais para viagens, home care e qualquer outro item de sua responsabilidade. Some todos os custos extras atuais necessários ao cuidado do paciente e separe uma verba para essas despesas.
Procure benefícios públicos – Veja se existe algum serviço comunitário de baixo custo ou gratuito, ou mesmo organizações sem fins lucrativos que possam ajudar.
Calcule quanto custaria para manter seu ente querido em casa – Existem muitos recursos que permitem que uma pessoa idosa envelheça em casa, como serviços adicionais de entrega de refeições em domicílio, serviços de acompanhante e modificações na residência.
Considere contratar os serviços de um gestor de cuidados geriátricos – este gestor em geral é um assistente social ou enfermeiro que dá serviços de consultoria com avaliação, indicação e monitoramento de um plano de cuidados para idosos.
Cuidado com possíveis abusos financeiros – Pessoas idosas, principalmente aquelas que têm alguma deficiência física ou cognitiva, podem ser vulneráveis à exploração inescrupulosa que pode exaurir as economias da pessoa.
Converse com seu ente querido sobre questões legais, financeiras e médicas – Consulte a possibilidade de ter uma procuração por tempo determinado ou indeterminado e a execução de um testamento em vida.
Poupe um valor para suas próprias necessidades de aposentadoria – Pense em quanto você precisará para manter seu atual estilo de vida depois de se aposentar; os especialistas geralmente fixam esse valor em 80% da sua renda atual.
O estudo produzido em parceria com a National Alliance for Caregiving e o Center for Long Term Care Research and Policy da Faculdade de Medicina de Nova York, relata que o número de adultos que cuida de pessoas com mais de 50 anos triplicou desde 1994 e hoje chega a quase 10 milhões. O MetLife Mature Market Institute possui várias publicações para ajudar os familiares.
As seguradoras estão com tudo em futebol para divulgar a marca. Nesta semana, a Mongeral Aegon mostrou interesse em patrocinar Palmeiras e dar o nome a estádios. Nesta sexta-feira, a HDI Seguros divulgou seu apoio ao futebol. A seguradora, de origem alemã, estará presente nos campos este ano quando a bola rolar nos campeonatos gaúcho e matogrossense de futebol. Fiel à sua tradição de apoiar o esporte, a seguradora renovou o patrocínio do Veranópolis Esporte Clube (RS) e fechou outro com o União Esporte Clube de Rondonópolis (MT).
Segundo nota do grupo, uma das mais jovens equipes que disputam o campeonato gaúcho, o Veranópolis, fundado em 1992, conta com o patrocínio da HDI Seguros pelo terceiro ano consecutivo. Pelo contrato, válido para o campeonato estadual, a marca da HDI Seguros estará estampada nas mangas dos uniformes oficial e de treino. A estreia do Veranópolis no Gauchão 2012 está marcada para o dia 22 de janeiro contra o Ulbra.
A HDI Seguros faz sua estreia no campeonato matogrossense ao patrocinar o União Esporte Clube de Rondonópolis. A marca da seguradora ficará exposta ao longo de 2012 nos uniformes oficiais e de treinamentos, bonés, faixas, banners e na área reservada à imprensa para entrevistas com jogadores e comissão técnica.
Fundado em 1973, o União é o clube de maior torcida em todo o estado de Mato Grosso. Seu nome deve-se ao fato de ter surgido da união de quatro times amadores de Rondonópolis: Santos, Paraibana, Comercial e Olaria. A primeira partida pelo campeonato deste ano está marcada para o dia 22 de janeiro contra o Cuiabá.
“O patrocínio de ambas as equipes visa reforçar nossa marca em dois importantes mercados: no Rio Grande do Sul, onde estamos entre as três maiores seguradoras no segmento de automóveis, e no Mato Grosso, onde estamos consolidando nossa presença”, destaca Paulo Moraes, diretor de Marketing da HDI Seguros.
A instabilidade global é a primeira da lista entre as preocupações da indústria mundial de seguros, Segundo estudo divulgado ontem pela Geneva Association, que reúne os principais CEO do setor. Outros desafios dos executivos dize respeito sobre a gestão do risco de catástrofe natural e sobre a forma de lidar com o envelhecimento da população, ambos temas dependentes das ações governamentais. “Nenhum outro tópico tem preocupado os países do que a persistência da instabilidade financeira global”, afirmao secretário geral e diretor da entidade think thank Patrick M. Liedtke (foto).
Além da instabilidade causada pela renegociação das dívidas soberanas de grandes nações, os países têm de lidar com questões sobre os impactos dos prejuízos causados pelas mudanças climáticas e o reforço da regulamentação do mercado financeiro para evitar riscos sistêmicos. Segundo o estudo, a regulamentação financeira tem um impacto “profundo na forma de atuação dos mercados de capitais e sistemas financeiros, assim como a velocidade e os parâmetros de sua evolução. Só com uma compreensão profunda das questões técnicas, os reguladores conseguirão um efeito positivo com as reformas. O seguro é um negócio altamente complexo e não é facilmente comparável com qualquer outra atividade, apesar de compartilharem alguns elementos comuns.”
A indústria de seguros sofre com uma falta de compreensão das pessoas for a do setor sobre como funciona a engenharia financeira de uma companhia de seguros ou de resseguro. “Isso cria o risco de um mal-entendido de suas operações e aumenta a probabilidade de conseqüências negativas na atividade que visa proteger perdas de terceiros.”
2012 tem uma agenda importante sobre regulamentação, que pela primeira vez foi orquestrada através do G-20. “É vital, portanto, que quaisquer decisões tomadas respeitem plenamente o papel dos seguros como um facilitador da gestão dos riscos e de soluções de transferência de riscos, fatores prioritários para o equilíbrio das economias modernas”.
A Geneve Association também traz a discussão sobre as perdas recordes do setor com pagamento de indenizações consequentes de catástrofes naturais em 2011. Segundo o estudo, pouco se avançou na prevenção, ou seja, como lidar com as vulnerabilidades existentes e com os riscos a que os países estão expostos. Muitos deles precisaram tirar milhões em recursos destinado ao crescimento para socorrer vítimas de inundações, enchentes, terremotos ou furacões. “Em 2012, os governos devem fazer progressos na compreensão dos riscos do seu país também sobre a gestão de riscos que acabam expondo a população a situações catastróficas para que assim possam implementar medidas preventivas de mitigação de riscos”.
O outro ponto, a longevidade, também ganhou destaque no estudo da Geneva Association. Viver mais tempo é um fator positivo, mas é preciso pensar em como isso irá impactar financeiramente os países, ou seja, governo, empresas, famílias e indivíduos. As dúvidas sobre a capacidade financeira de estados endividados, com necessidade de cortes dos benefícios sociais para ajustar os orçamentos diante da crise financeira é um assunto importante para ser debatido em 2012.
Para finalizar, Liedtke conclamou a sociedade e os políticos para “agarrar o touro pelos cornos e enfrentar as inevitáveis implicações desses desafios. “Esta é uma grande oportunidade para todos. Em 2012, as seguradoras devem discutir o assunto e desenvolver um canal de comunicação com governos e sociedade, para colaborarem na construção de um setor sustentável”.
O estudo completo está no site da Geneva Association (www.http://www.genevaassociation.org)
Um encontro promovido pela CNSeg planeja discutir como aplicar critérios socioambientais na gestão de risco. O evento ocorrerá no auditório do Sindseg SP (Av. São João 313, 6º andar, São Paulo), no próximo dia 7 de fevereiro, das 8h30 às 14h30. Na oportunidade, serão apresentados os Princípios para a Sustentabilidade em Seguros (PSS), idealizado pela United Nations Environment Programme Finance Initiative (Unep FI). O PSS será lançado por ocasião da Rio + 20, em junho próximo.
A Association of Bermuda Insurers and Reinsurers (Associação das Seguradoras e Resseguradoras das Bermudas) divulgou nesta semana um release com o título “2011 Cat Losses Demonstrate Brazil’s Enormous Risk with Protectionist Reinsurance Regulation” (Catástrofes de 2011 demonstram o enorme risco do Brasil com o protecionismo do resseguro).
O texto, publicado em várias mídias internacionais, informa sobre as principais perdas causadas por desastres naturais em 2011 e faz um alerta aos leitores sobre o perigo de países que têm legislação protecionista. Segundo o comunicado, dos mais de US$ 105 bilhões em perdas com catástrofes no mundo em 2011, 45% foram pagos por resseguradores globais situados fora do local onde ocorreram os prejuízos. Se tais eventos tivessem acontecido no Brasil, forçaria as resseguradoras domésticas a pagarem indenizações volumosas, uma vez que a atuação do mercado internacional está limitada e isso faz com que o risco fique concentrado no país.
“O terremoto do Chile, que ocorreu em 2010, estava totalmente ressegurado. Das indenizações pagas, 95% contavam com um programa de resseguro”, observou Brad Kading, Presidente da Associação de Resseguradroas das Bermudas (ABIR). “Apesar de perdas recordes, as resseguradoras são financeiramente fortes e pagaram as indenizações sem problemas, pois não estavam localizadas no mesmo ambiente onde ocorreu a perda”.
Já no Brasil, diz o texto, a regulamentação faz com que 40% do risco seja colocado em resseguradoras locais. Apenas 20% do contrato pode ser repassado pela local para a matriz, concentrando o potencial de perda para a economia brasileira. “Isso significa que o Brasil não receberia o amparo econômico do resseguro como vimos na Austrália, Nova Zelândia Japão e Tailândia no ano passado, bem como no Chile, em 2010″, afirmou Frank Nutter, presidente da Reinsurance Association of America.
De acordo com o comunicado, enquanto o Brasil é conhecido por não sofrer com terremotos ou furacões, o país está exposto a perdas catastróficas na agricultura em razão das mudanças climáticas (as perdas no Sul são grandes), com as inundações no Rio de Janeiro, Minas Gerais e São Paulo, e também com danos causados nas instalações de produção de petróleo, obras de infraestrutura, incêndio e explosão em parques industriais, terrorismo/vandalismo (temos aqui o caso de Belo Monte) ou outros eventos causados pelo homem.
“O Brasil tem tido uma série de inundações catastróficas nos últimos anos. Em outras partes do mundo tais perdas de seguro são em grande parte ressegurados para evitar um acúmulo de perdas que podem afetar a capacidade das seguradoras domésticas”, afirmou David Matcham, CEO da International Association of London Underwriting.
O comunicado reforça que o Brasil é hoje a sétima maior economia do mundo, em grande parte como resultado de seu comércio internacional, mas que o rápido crescimento deixou a economia vulnerável a grandes perdas catastróficas semelhantes às sofridas em outras economias de rápido crescimento, como Tailândia e Chile, ambas com regras flexíveis para a atuação do resseguro como uma operação mundial. “Um mercado global de resseguros é vital para o Brasil proteger sua economia e os investimentos de longo prazo”, disse Robert Hartwig, presidente e economista para o Insurance Information Institute.
Embora os EUA e a Europa tenham sido poupados do maior eventos de perda global em 2011, eventos anteriores como o furacão Katrina e a tempestade Xynthia demonstram a importância da pulverização de risco proporcionada pelo mercado global de resseguro. As indenizações foram pagas com tranquilidade, viabilizando a retomada da economia nas regiões afetadas.
Matéria extraída do site da CNseg (www.viverseguro.org.br)
Os credores da Santos Seguradora S/A, em liquidação extrajudicial, deverão receber parte do que lhes é devido a partir do próximo mês. Segundo comunicado, os credores vão receber o rateio de 40% do saldo do valor dos créditos devidamente inscritos no Quadro Geral de Credores, cujo edital foi publicado nos dias 26 e 27/10/2011, no Diário Oficial da União e no Jornal “Folha de São Paulo”.
Os pagamentos serão efetuados aos credores/beneficiários, por intermédio de crédito efetuado nas respectivas contas correntes bancárias ou por meio de cheques sacados contra o Banco do Brasil S/A, após a apresentação do Instrumento de Quitação Parcial abaixo referido, que lhes será remetido e/ou disponibilizado na sede da empresa.
Para recebimento, o credor ou seu representante legal deverá comparecer ou remeter (via postal ou e-mail: santosseg@santosseg.com.br) para o endereço acima citado, com a documentação que permita sua identificação como titular do crédito, e o Instrumento de Quitação parcial – assinado com firma reconhecida, para a análise da documentação/estabelecimento das datas visando o efetivo pagamento/crédito.
Informações complementares poderão ser obtidas no site “www.santosseg.com.br” e/ou telefone XX (11) 3818-9070.
A BB Mapfre acaba de divulgar um comunicado de que colocará no ar o projeto de microsseguros. Veja abaixo
Release
O projeto para democratização de microsseguros do grupo segurador formado pelo Banco do Brasil e pela Mapfre (BB Mapfre) acaba de ser selecionado pela Fides (Federação Interamericana de Seguradoras) como um dos 10 projetos-piloto na área a terem a implantação subvencionada pela entidade. A seleção foi promovida em seis países pela Fides, em parceria com o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e o Fundo Multilateral de Investimento (Fomin). Além do Brasil, Colômbia, Guatemala, México, Peru e Venezuela receberão subvenção para o desenvolvimento do microsseguro na América Latina e Caribe. O cronograma definitivo dos projetos deve ser definido neste início de 2012.
Para a FIDES, o seguro tem importante papel na ajuda às populações de baixa renda, mais vulneráveis aos riscos devido à baixa capacidade de resposta a eventos fortuitos. No Brasil, a Superintendência de Seguros Privados (SUSEP) é favorável ao desenvolvimento deste mercado, que recebeu um grande impulso com a publicação, no último dia 6 de dezembro, da Resolução 244/2011 do CNSP-Conselho Nacional de Seguros Privados. O microsseguro é visto pelos especialistas como forma de incluir no mercado de seguros um público de mais de 100 milhões de pessoas que nunca compraram uma apólice. “A força da junção da rede Mapfre Seguros com o Banco do Brasil foi um dos principais diferenciais de mercado e fator decisivo na escolha da entidade”, afirma Bento Zanzini, diretor geral de Riscos de Pessoas da BB Mapfre.
A estratégia do programa consiste em pesquisa de campo, desenvolvimento e aplicação de microsseguros focados nas necessidades das classes D e E. Por meio de planos financeiros competitivos e acessíveis, serão oferecidas coberturas para os riscos mais significativos para esse segmento da população, além de um conjunto de benefícios que atendem às principais aspirações familiares identificadas durante o trabalho.
O IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) aponta que 61 milhões de pessoas, 32% da população brasileira, pertencem às classes D e E, parcela que possui renda familiar de, aproximadamente, R$ 900 mensais. A partir desse panorama, o objetivo da ação é ampliar o pacote de benefícios para esse mercado consumidor.
Outro diferencial do programa será que as apólices desenvolvidas para a iniciativa já estarão padronizadas com as especificações da resolução de microsseguros, sancionada recentemente. Dessa forma, os segurados terão a garantia de que também terão um contrato alinhado com todas as regulamentações do setor.
A extensa rede de atendimento também será fundamental no sucesso da implantação. O consumidor será alcançado pelas agências do Banco do Brasil e os diversos canais de distribuição da Mapfre – que contarão com soluções exclusivas desenvolvidas de acordo com o perfil de cada um.
“O microsseguro é uma ferramenta de mitigação de risco, de integração financeira e de inclusão social. Trata-se de uma ação conjunta com todas as iniciativas que o País vem recebendo em prol do seu desenvolvimento”, finaliza Zanzini.
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