Vendas de seguro de vida avançam 13%, para R$ 10,5 bi

Enquanto a economia se retrai, as vendas de seguros de vida avançam, deixando as famílias mais protegidas. As seguradoras registraram vendas de R$ 10,5 bilhões no segmento de pessoas, que englobam o seguro prestamista, seguros educacionais, seguro de vida individual ou em grupo, entre outros, alta de 13,77% na comparação com o mesmo período do ano passado, segundo dados divulgados pela Federação Nacional de Previdência Privada e Vida (Fenaprevi). Segundo o levantamento, o seguro desemprego e de perda de renda obteve o maior crescimento relativo no período, com alta de 174%, para R$ 64,4 milhões.

O educacional também registrou expressivo crescimento, para R$ 16 milhões, alta de 71,40%, em relação ao primeiro semestre do ano anterior. O aumento do número de viagens nacionais e internacionais impulsionou o resultado do seguro viagem, com arrecadação de R$ 26,1 milhões, alta de 24,90%. O líder de vendas continua sendo a apólice de seguro de vida tradicional, com R$ 4,6 bilhões, volume 6,6% maior que o verificado no primeiro semestre de 2011. A segunda maior arrecadação ocorreu com o seguro prestamista – garante o pagamento de prestações na compra de bens, com R$ 2,6 bilhões, avanço de 21,97%.

Microsseguro tem de ser S.U.A.V.E, diz consultor no Fórum da Fenaprevi

Sete anos. Esse é o prazo médio para uma seguradora começar a ter lucro com microsseguro. Esse prazo considera que o investidor vai obedecer a sigla S.U.A.V.E: simple, understood, accessible, valuation and efficient. (simples, de fácil entendimento, acessível, ter valor para todos na cadeia e uma estrutura de custos eficiente).

Com base nisso, Michael Machord, do Microinsurance Centre, abordou todos os temas prioritários para que as seguradoras que começam a criar produtos definidos para atuar nesse segmento recém regulamentado no Brasil, tenham operações de sucesso. ““São elementos essenciais para o sucesso do microsseguro no pais.”, afirmou Machord. Hoje as seguradoras brasileiras atuam com apólices de baixo tíquete. São mais de 22 milhões de contratos negociados com valores de até US$ 100 por ano. A fase atual é saber se esses contratos vão migrar para microsseguros ou permanecerão como seguro popular, bem como criar produtos dentro da nova legislação.

Simplicidade foi a palavra mais repetida em sua palestra, proferida logo após a abertura do VI Fórum Nacional de Seguro de Vida e Previência Privada, realizado pela Federação Nacional das Empresas de Previdência e Vida (Fenaprevi), que acontece hoje e amanhã no Hotel Unique, em São Paulo. “A simplicidade beneficia todos na cadeia. A seguradora gasta menos para produzir o produto, o corretor gasta menos tempo para explicar, o cliente entende de maneira fácil e, por entenderem, a venda tem maior chance de sucesso”, resumo o palestrante aos mais de 400 executivos que lotam o auditório.

As exclusões foram um dos itens destacados por McCord. No microsseguro, não é possível apenas transformar o clausulado dos seguros tradicionais para o formato de microsseguro. É preciso fazer pesquisa para descobrir quem é o público alvo, o que ele necessita, e o que ele pode pagar. Um dos produtos citados pelo executivo para ilustrar a sua recomendação foi um seguro saúde. “Vi um produto na Jordânia em que a seguadora teve de gastar uma quantia considerável para explicar em detalhes que a cirurgia de troca de sexo não tinha cobertura. Se tivesse feito pesquisa teria detectado que as pessoas de classes menos favorecidas não pensam em troca de sexo e teriam feito um produto sob medida, com cobertura para acidentes do dia a dia”, comentou.

Depois de bater diversas vezes na tecla da simplicidade, McCord insistiu na educação financeira e na eficiência, dois pontos básicos para se ganhar dinheiro com a venda de microsseguros. “Não temos sido muito eficiênte com seguros tradicionais. Temos de assumir isso para mudar. Todas as partes tem de ter lucro, tanto a seguradora, como o corretor, como o segurado”, disse. Quais os custos envolvidos? É preciso entender a estrutura de custos, ressalta o especialista em venda de apólices para as classes menos favorecidas da sociedade.

Osvaldo Nascimento, diretor do Itaú Unibanco e da Fenaprevi, mediador do painel, afirmou que a sigla SUAVE faz todo o sentido para a nossa indústria. “Realmente se seguirmos essa sigla construiremos um mercado robusto de microsseguros no Brasil”. Segundo o diretor da Fenaprevi, o maior desafio que o mercado de seguros brasileiro enfrenta é a educação financeira. “Precisamos realmente nos dedicar a fazer o cidadao que esta ascendendo entenda os produtos financeiros. Essa é uma questão estratégica”.

Abertura

Eis alguns detalhes da abertura escrito por Thais Ruco, na página do evento criada no facebook.

Marco Antonio Rossi, presidente da Bradesco Seguros e da Fenaprevi, fez a abertura do evento. Marco Antonio Rossi, presidente da FenaPrevi, e Lucio Flavio Conduru de Oliveira, presidente da Comissão Organizadora do VI Fórum Nacional de Seguro de Vida e Previdência Privada, abrem o primeiro dia do evento. “Fico feliz por estarmos vivendo um ótimo momento nos mercados de seguros de vida e previdência e por termos a oportunidade de reunir neste VI Fórum cerca de 400 pessoas interessadas no tema, enquanto no passado o grande foco era automóvel. O mercado evoluiu, nós crescemos e os seguros de vida e previdência passaram a ter espaço na vida dos brasileiros, e isso se deve a executivos aqui presentes. Brasileiro tem buscado mais proteção e isso é que norteia nossos debates, temos que levar mais seguro e proteção às pessoas”, afirma Rossi. “Vamos discutir temas atuais e desafios como formas de educar a sociedade para a compra de seguros e previdência, para amparar os brasileiros mais longevos, a importância de aderir aos canais virtuais para atender ao novo público, inovar na abordagem com uma linguagem mais fácil de ser entendida e criar mecanismos mais simples para contratação”, diz Oliveira.

BB, Brasilprev e BB Mapfre criam grupo de corrida de rua

Incentivar o esporte é hoje uma forma importante de promover a marca da empresa. Ainda mais com o país sendo anfitrião dos dois mais importantes eventos mundiais nos próximos anos. A novidade desta segunda-feira é a estreia oficial do conglomerado Banco do Brasil, e suas subsidiárias da área de seguridade, em corrida de rua. O primeiro evento será no dia 30 de agosto, no Circulo Militar, a partir das 18 horas, e contará com a presença do diretor de Seguridade do Banco do Brasil, Marco Barros, do presidente do GRUPO BB E MAPFRE nas áreas de Pessoas, Rural e Imobiliário, Roberto Barroso, e do diretor Comercial e de Marketing e presidente em exercício da Brasilprev, Miguel Cícero Terra Lima.

Caixa Seguros e Bradesco Seguros já acumulam um grande histórico de patrocínio de corridas. No final de semana passada, a Caixa foi uma das patrocinadoras da corrida Track Field, edição Shopping Cidade Jardim, em São Paulo. No próximo final de semana, é a vez da Bradesco Capitalização, que patrocina há anos a corrida contra o câncer de mama, realizada na região do Parque do Ibirapuera, em São Paulo. Além das corridas de ruas, outra forma de contribuir para que a sociedade pratique saúde é o incentivo ao uso de bicicletas. Nesse quesito, temos Bradesco, com as ciclofaixa, Itaú e SulAmérica com o aluguel de bicicletas e a Porto Seguro, que voltou a comercializar as bicicletas motorizadas.

Microsseguro: “Esse é só o começo”, afirma Marco Barros, da Fenacap e do BB

“Esse é só o começo”, disse Marco Antonio Barros, presidente da Federação Nacional das Empresas de Capitalização (Fenacap) e responsável pela área de seguridade do Banco do Brasil, no encerramento do seminário Microcrédito & Microsseguro – Inclusão Social, realizado ontem pelo Valor Econômico, em São Paulo. “Demos um passo grande com a regulação do microsseguro. Temos muito trabalho pela frente para falar que a nossa sociedade está protegida e tem condições melhores para enfrentar um fato adverso na vida”, disse.

Segundo ele, dobrar a participação de seguros no Produto Interno Bruto, chegando a 7% ou 8% é um grande otimismo. “Para conquistar isso temos muitos desafios e muita estrada pela frente”. Para ele, o ponto mais importante dessa jornada está na comunicação. “Insisto que temos de deixar 100% claro para quem se direciona o nosso produto, para que serve, qual o benefício que oferece”. Um ponto em que todos tem batido é na simplificação dos termos técnicos. “Falar a linguagem deste novo cliente. Tirar o segurês das apólices e de toda a comunicação que fazemos com a sociedade em geral. A sociedade está cansada de ouvir falar de prêmios, sinistros. É preciso falar a linguagem dos clientes”.

Outra questão chave, segundo Barros, é a distribuição. “Temos de reinventar. Pensar além dos modelos tradicionais. Chegar a algo que não vimos para termos custos compatíveis com o negócio e que seja sustentável no tempo”, sugere. A educação continuada para todos os agentes do setor é o outro ponto relevante dentro da filosofia que Barros pretende compartilhar com o setor. “Temos sim a responsabilidade de educar os consumidores. Mas antes temos de educar os vendedores. So atingiremos a sustentabilidade se os distribuidores tiverem a clareza de vender os produtos certos para as pessoas certas. Isso vai livrar o setor de ter de escutar comentários como “leia com atenção as letras miúdas”, ditas por órgãos de defesa dos consumidores e jornalistas”, comentou, referindo-se a um vídeo de uma matéria transmitida pela teve Globo, usada por um dos palestrantes do evento.

Barros também defendeu a busca de incentivos por parte governamental para que o setor possa levar produtos a preços mais compatíves a realidade das pessoas de menor renda. “Esses incentivos têm de se transformar em investimento, de forma que todos enxergem. Temos experiências interessantes. Parte das renúncias é alocada na própria comunidade, como a geração de emprego ou benefícios diretos em infraestrutura como temos visto no projeto Estou Seguro, liderado pela CNseg, no Morro Santa Marta, no Rio de Janeiro”.

Segundo o executivo, o setor de seguros tem grande oportunidade de contribuir para ter uma sociedade mais protegida. “São sociedades protegidas que garantem gerações futuras mais promissoras. Na medida em que nossas soluções cheguem as mais diversas famílias, nos mais longinquos lugares, iremos consolidar o crescimento do pais. O primeiro passo foi dado. Agora temos de fazer tudo para que de fato o seguro e o microsseguro se consolide todas as classes.”.

Um compromisso e tanto fazer esse discurso. Vamos acompanhar a prática agora. O setor já tem boas histórias para contar sobre reduzir o segurês, como o projeto da Mapfre, que investe R$ 100 milhões para acabar com o segurês. Objetivo é criar, até 2016, uma nova interface de comunicação com o cliente e decifrar a “linguagem segurês”. A SulAmérica também colocou no ar o site “Previdência Sem Blá Blá Blá”, que decifra a previdência para os internautas. Muito didático, o portal deixa claro os benefícios fiscais e o efeito dos juros compostos. Pelo que tenho escutado, teremos muitos projetos com esse foco daqui para frente. Que bom!

BB Mapfre avança no microsseguros

A BB Mapfre se prepara para colocar no mercado os primeiros seguros voltados à população de baixa renda, informou Bento Zanzini, diretor-geral de Vida da BB Mapfre. durante o seminário Microcrédito & Microsseguro, Inclusão Social, promovido ontem pelo jornal Valor Econômico. “Aguardamos apenas a finalização da regulação pela Susep”. Faltam ainda duas resoluções para serem divulgadas, que tratam do capital mínimo e da constituição das reservas.

Mesmo assim, Maria Augusta de Queiroz Alves, responsável pela área de microsseguros da Susep presente no evento, “a superintendência já pode receber pedidos de autorização das seguradoras para operar com microsseguros e para isso é necessário enviar uma carta de autorização com um plano de negócios”. Para ela, a nova modalidade de seguro é acessível a mais de 70 milhões de pessoas hoje vulneráveis a riscos.

Desde que as circulares foram divulgadas, uma comissão foi formada pelo grupo BB Mapfre para identificar quais produtos se enquadravam dentro nas normas. “Temos mais de 30 produtos em nosso portfólio que têm como foco as classes populares e um dos nossos projetos para democratização de microsseguros foi selecionado pela Fides (Federação Interamericana de Seguradoras) e será subvencionado pela federação. A estratégia do projeto consiste em pesquisa de campo, desenvolvimento e aplicação de microsseguros para atender às necessidades das classes D e E”, ressalta

Entre os cases de sucesso do grupo, Zanzini citou o Plano de Amparo Social Imediato (PASI) – um seguro de vida destinado ao trabalhador há 21 anos no mercado, que hoje conta com mais de 700 mil segurados e 2,4 milhões de beneficiários. Outro produto comercializado com grande sucesso é o Seguro Crediamigo, operação lançada em 2008 que conta com cerca de 150 mil segurados. O Crediamigo é um seguro de Vida com coberturas de morte, acidentes pessoais, auxílio-funeral e capitalização. A rede de distribuição do Crediamigo atende a mais de 1.800 municípios em toda a área de atuação do BNB – região Nordeste e norte de Minas Gerais e Espírito Santo, além das capitais RJ, BH e Brasília. A equipe de mais de 1 mil agentes do banco realiza o atendimento.

Já pelo canal bancário, dois produtos de destaque são o “BB Proteção” e o “BB Seguro Vida”, que podem ser adquiridos a partir de R$ 6,49 mensais nas agências e nos terminais de auto-atendimento do Banco do Brasil. “Por meio de planos competitivos e acessíveis, nossos produtos de microsseguros oferecerão coberturas para os riscos mais significativos para o segmento de baixa renda, além de um conjunto de benefícios, que atendem às principais aspirações das famílias”, explica Zanzini. Nos parceiros do varejo, a seguradora conta com o “Vida Protegida Premiada”. O seguro custa R$ 79,90 por ano (equivalente a R$ 0,22 dia) e inclui diversas coberturas e assistências, como acidentes pessoais, diárias por internação hospitalar, cesta básica, desconto em remédios nas farmácias das redes conveniadas, além de sorteios mensais no valor líquido de R$ 5 mil.

Além desses, Roberto Barroso, CEO da BB Mapfre para as áreas de vida e rural, informou que a equipe desenvolve projetos para ofertar a pequenos produtores rurais seguros pessoais, agrícola, de bens entre outros. A distribuição dos produtos continuará focada na estratégia multicanal, que prevê a distribuição dos produtos via corretores, rede bancária e parcerias com redes de varejo, correspondendo a mais de 25 mil pontos de distribuição em todo país.

Governo zera IOF de seguro garantia

Setor de seguros encerra a semana em ritmo de festa, comemorando o imposto zero para o seguro garantia. Segundo informa a repórter Aline Bronzati no jornal Estado de São Paulo, a partir do dia 16 de novembro os consumidores brasileiros pagarão menos para contratar um seguro garantia. O governo decidiu zerar a alíquota de Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) incidente sobre os prêmios pagos pelos segurados nesse tipo de produto, através do Decreto 7.787/12, publicado na edição desta quinta-feira do Diário Oficial da União. Atualmente, essa alíquota é de 7,38%.

A decisão está relacionada ao lançamento do Programa de Investimento de Logística, na quarta-feira. Pela legislação em vigor, os investidores podem usar o seguro ou a fiança locatícia como garantia no financiamento público ou privado de um projeto de infraestrutura. E os bancos estavam levando a melhor, conta o Valor Econômico. Segundo o jornal, um episódio recente mostra que a fiança bancária tem força para ser um adversário importante ao seguro. Na disputa pelas garantias do leilão das licenças de quarta geração de telefonia móvel (4G), os bancos levaram a melhor sobre as seguradoras. Nas garantias de proposta, a fiança foi usada na maior parte dos casos. Para as garantias de performance, que têm tíquetes e duração maiores e ainda não foram emitidas, uma disputa silenciosa tem sido travada, apurou o Valor com pessoas próximas das negociações.

Entrevistado por Aline, do Estadão, Alexandre Malucelli, presidente da JMalucelli, comemorou. “A notícia é superpositiva. O IOF onerava o seguro-garantia e não fazia sentido, uma vez que a fiança bancária não tinha o imposto”, afirmou. Ele avalia que a isenção do tributo deve ser repassada integralmente ao consumidor.

Capitalização tem faturamento recorde no semestre

De acordo com os dados divulgados pela FenaCap – Federação Nacional de Capitalização – o mercado de títulos de capitalização faturou no primeiro semestre do ano cerca R$ 7,9 bilhões, registrando um crescimento de 19,2% em relação ao primeiro semestre de 2011, um crescimento recorde.

O volume das reservas técnicas – montante relativo a depósitos efetuados por clientes de títulos de capitalização ativos– cresceu 13,6%, atingindo a marca de R$ 20,8 bilhões. No mesmo período, foram distribuídos mais de R$ 420 milhões em premiações, cerca de 30% a mais do que ano passado. O valor devolvido aos clientes aumentou de R$ 4,3 bilhões em 2011 para R$ 5,1 bilhões nestes seis primeiros meses do ano.

“Estimamos que o mercado de capitalização, com sua capacidade de apresentar soluções criativas e flexíveis, tanto para o consumidor final quanto para o segmento empresarial, manterá uma média de crescimento anual na faixa dos 20% pelo menos pelos próximos três anos, impulsionado pelo aumento do emprego e da renda e também pela chegada dos microsseguros premiados”, assinala Marco Antonio Barros, presidente da FenaCap.

Itaú já vende 19% das apólices de seguro viagem pela internet

Comunicado oficial

Uma em cada cinco apólices de seguro viagem vendidas pelo Itaú são contratadas pela internet. A facilidade foi lançada em janeiro deste ano e, ao final de junho, 19% das apólices no ano tinham sido comercializadas pela web.

“Esse canal vem ao encontro da necessidade do cliente que vai viajar e precisa contratar o seguro rapidamente. Pela internet, ele consegue obter a proteção no mesmo dia da viagem”, afirma André Vasco, superintendente de Produtos de Seguro para Pessoa Física do Itaú.

E esse mercado está em expansão: as vendas de seguro viagem cresceram 39,7% no 1º semestre deste ano, segundo dados da SUSEP (Superintendência de Seguros Privados). Líder do segmento, com 22% de participação nas vendas, o Itaú teve uma expansão ainda maior na venda total de seguro viagem: 97% de crescimento de janeiro a junho em relação ao mesmo período do ano passado.

“O brasileiro está mais atento à necessidade de contratar seguro para se proteger de imprevistos nas suas viagens, seja a trabalho ou lazer”, diz Vasco. Para o executivo, os diferenciais do Seguro Viagem do Itaú, como atendimento especial para gestantes, não haver limite de idade para contratação do seguro e a possibilidade de contratação pela internet, contribuíram para esse bom desempenho da companhia.

O Seguro Viagem do Itaú pode ser contratado para viagens nacionais e internacionais, e o cliente conta com uma central de atendimento 24 horas e com coberturas de assistência médica e odontológica; reembolso de despesas em caso de atraso de voo; indenização por perda, extravio, furto ou destruição de bagagem; dentre outras. No caso de viagens internacionais, o segurado pode optar entre utilizar a rede credenciada ou solicitar reembolso de despesas médicas hospitalares, o que lhe for mais conveniente.

O produto oferece ainda atendimento emergencial para gestantes, até a 28ª semana de gestação, tanto para pacotes nacionais quanto para internacionais, dentro da cobertura de despesas Emergenciais Médicas e Hospitalares. Com o serviço, caso a gestante necessite de qualquer atendimento emergencial, inclusive parto, o Seguro Viagem do Itaú cobrirá todos os gastos dentro da cobertura e dos limites estipulados.

Brasil Insurance lucra R$ 28,6 milhões no 2º trimestre

Comunicado oficial

A Brasil Insurance, primeira holding de corretagem de seguros a abrir capital e uma das líderes em corretagem de seguros no país, reportou lucro líquido de R$ 28,6 milhões no segundo trimestre de 2012, um crescimento de 15% em relação ao mesmo período de 2011 e 17% comparado ao primeiro trimestre de 2012. A receita bruta da empresa no período foi de R$ 59 milhões. O patrimônio líquido registrado foi de R$ 363,6 milhões, contra R$ 332,8 milhões do mesmo período de 2011.

Desde seu IPO realizado em 2010, a companhia acompanhou uma valorização de 19% de suas ações contra uma queda de 24% no Ibovespa. O lucro por ação no segundo trimestre de 2012 foi de R$ 0,30. O volume médio diário de negociação das ações da Brasil Insurance atingiu R$ 7,4 milhões, contra R$ 4,4 milhões no segundo trimestre de 2011, e a base acionária da empresa passou de 333 investidores institucionais (2011) para 714 no último trimestre.

Para se manter à frente do setor, a Brasil Insurance seguiu no segundo trimestre de 2012 sua estratégia de aquisições. Apenas neste período, duas novas corretoras foram adquiridas, somando investimentos da ordem de R$ 20,5 milhões e R$ 20 milhões em prêmios. As corretoras adquiridas nesse período foram Kalassa e Coelho dos Santos, ambas de São Paulo. Atualmente, a holding Brasil Insurance é formada por 43 corretoras localizadas em todo território nacional. Do total, 11 empresas incorporadas a Brasil Insurance em 2011 foram compradas com investimento de R$ 239 milhões após o IPO da companhia.

“O desempenho da Brasil Insurance em relação as suas receitas foi muito expressivo neste período. Em relação a novas aquisições, estamos com tratativas avançadas com mais cinco corretoras sólidas que irão comportar os R$ 200 milhões de investimentos previstos para aquisições em 2012”, afirma Tuca Ramos, diretor presidente da Brasil Insurance.

Com o objetivo de reforçar os esforços comerciais de seus corretores, a diretoria da empresa dividiu as 43 corretoras em sete grupos regionais organizados como Ceará/Pernambuco, Bahia/Sergipe, Minas Gerais, São Paulo, São Paulo e região sul, São Paulo/Rio de Janeiro e Rio de Janeiro/Espírito Santos. Os núcleos são liderados por sete dos principais sócios da holding permitindo assim que as unidades regionais estejam alinhadas em relação a novos produtos e oportunidades de cross-selling (venda cruzada), modalidade que representou 9,9% do volume de vendas da companhia no segundo trimestre de 2012, 5% a mais em relação ao segundo trimestre de 2011.

Em um único contrato fechado através de cross-selling – Hospital Santa Catarina (São Paulo) -, a empresa acrescentou cinco mil vidas à sua carteira de clientes no segmento de saúde corporativo. Outro contrato de seguro saúde fechado com a Natura Cosméticos beneficiará aproximadamente 12 mil funcionários da marca. A atual distribuição em prêmios da companhia no período está dividida em saúde (45%), auto (16%), P&C 15%, vida (8%), affinity (6%), transporte (5%), garantia (4%) e previdência (1%).

Agenda: Seminário de Microsseguros promovido pelo Valor Econômico, com patrocínio da BB Mapfre

.O potencial de mercado e de inclusão social dos microsseguros e do microcrédito – impulsionado agora pela nova regulamentação da modalidade – está no centro das discussões do seminário Microsseguros e Microcrédito, Fatores de Inclusão Social, que o jornal Valor Econômico promove no próximo dia 16/8 (quinta) com patrocínio da BB Mapfre. A inscrição para o público é gratuita e pode ser feita pelo telefone (11) 3895-6819. LOCAL: Mercure Grand Hotel (antigo Sofitel) – Rua Sena Madureira, 1.355, Bloco 1, sala Versailles I e II.

“O Desenvolvimento econômico para a população de baixa renda – Microsseguros e Microcrédito como fatores de inclusão social”

9:30 – Professor Antonio Delfim Neto
10:30 – Coffee break
11:00 – Painel I – O que muda com a nova regulamentação Apresentador: Nelson Victor Le Coq D´Oliveira, diretor de autorizações da SUSEP – Debatedores: Mario Sergio de Almeida Santos, presidente do SINCOR SP, e Marco Antonio da Silva Barros, presidente da FENACAP
12:00 – ALMOÇO
13:30 – PAINEL II – Os benefícios do microcrédito e do microsseguro ao Produtor Rural Apresentadores: Delsa Moreno Cepero, diretora de Seguros Agroindustriales da MAPFRE Colômbia Pedro Loyola, coordenador Técnico e Econômico da FAEP
14:45 – COFFEE BREAK
15:15 – PAINEL III – A contratação de microsseguros por meios remotos na visão de especialistas: os avanços da nova regulamentação Apresentadores: Raphael Araujo, sócio-diretor da Accenture Mauricio Ferreira Agudo Romão, diretor de Produtos e Serviços Verticais da Telefônica Brasil S.A.
16:00 – PAINEL IV – Canais de distribuição: as novas perspectivas para o mercado Apresentadores: Claudemir Alledo, diretor da Unidade de Canais Parceiros do Banco do Brasil José Antonio Rodrigues, diretor do Grupo Riachuelo Rubens Nogueira, presidente da Classic Corretora de Seguros/Brasil Insurance
16:45 – Encerramento