SulAmérica registra alta nas vendas e queda no lucro

A SulAmérica divulgou hoje comunicado sobre o resultado do segundo trimestre e acumulado do ano até junho. O faturamento cresceu 13,9% no segundo trimestre, para R$ 2,6 bilhões. Já o lucro líquido do segundo trimestre de 2012 foi de R$ 3,6 milhões, apresentando redução de 86,8% em relação ao mesmo período de 2011.

Veja abaixo o comunicado oficial

A Sul América S.A. (BM&FBovespa: SULA11) encerrou o primeiro semestre de 2012 com R$ 5,1 bilhões de receita em prêmios, o que representa crescimento de 14,4% em relação ao mesmo período do ano anterior. Prêmios do trimestre crescem 13,9% e alcançam R$ 2,6 bilhões. As principais carteiras da companhia seguem apresentando bom desempenho em vendas, principalmente as de saúde e odontológico que, em linha com o primeiro trimestre do ano, continuaram a apresentar forte crescimento em prêmios ao registrar alta de 19,3% em relação ao semestre anterior e receita acumulada de R$ 3,5 bilhões.

O segmento corporativo, com 1,2 milhão de vidas seguradas cresceu 22,5% no acumulado do semestre em relação ao mesmo período de 2011, e 20,6% no segundo trimestre deste ano. Já o segmento de pequenas e médias empresas apresentou um crescimento 30,3% em comparação com o segundo trimestre de 2011.

Com receita de R$ 23,8 milhões em prêmios no segundo trimestre de 2012, o segmento odontológico cresceu 40,1% ante o mesmo período do ano anterior. A carteira encerrou o primeiro semestre com 495 mil membros, alta de 25% em relação ao número observado no mesmo período em 2011. “O resultado obtido na carteira de saúde e odontológico deve-se ao fortalecimento do relacionamento com o canal de corretores, e à grande aceitação de uma linha de produtos que vem sendo comercializada desde o ano passado. Todas essas ações proporcionaram condições para a companhia torna-se ainda mais competitiva e uma das maiores do mercado de seguro saúde”, avalia o presidente da SulAmérica, Thomaz Cabral de Menezes.

A receita com seguros de automóveis no primeiro semestre de 2012 representou 21,7% dos prêmios totais da companhia e somou R$ 1,1 bilhão, crescendo 4,0% sobre o mesmo período do ano anterior, com a frota segurada alcançando 1,5 milhão de veículos. As reservas de previdência e VGBL finalizaram o trimestre totalizando R$ 3,5 bilhões, com destaque para o crescimento de 15,1% da carteira de VGBL. Já a área de Gestão de Ativos da SulAmérica acumulou recursos de R$ 21,8 bilhão ao final do período, com crescimento de 26,2% sobre o saldo apresentado ao final do primeiro semestre de 2011, destacando-se a evolução da carteira constituída pelos recursos de terceiros, que registrou alta de 41,1%. A carteira de recursos próprios, não vinculada à previdência e VGBL, apresentou rentabilidade de 108,3% do CDI no semestre.

Thomaz Menezes complementa destacando que a companhia continuou a investir na expansão de sua infraestrutura de presença física regional e a ampliar seu portfólio de produtos e serviços. Nesse sentido, foram inauguradas quatro filiais no trimestre, com a rede finalizando o período contando com 68 unidades distribuídas em todo o Brasil. A SulAmérica lançou ainda novos produtos, como o SulAmérica Capital Global e o SulAmérica Previdência PME, desenvolvidos especialmente para o promissor mercado de empresas de pequeno e médio porte. Além disso, anunciou a assinatura de contrato para aquisição da SulaCap, a quarta maior empresa de capitalização do País, que avalia como uma excelente oportunidade para a SulAmérica, uma vez que irá incorporar ao seu portfólio um novo segmento de mercado e de consumidores.

Resultado geral

O lucro líquido do segundo trimestre de 2012 foi de R$ 3,6 milhões, apresentando redução de 86,8% em relação ao mesmo período de 2011. Essa queda no resultado é consequência do aumento da sinistralidade no trimestre das duas principais áreas de negócios da companhia. A sinistralidade da carteira de saúde aumentou para 88,2%, em linha também com os índices de mercado. Principalmente nos segmentos de planos individuais e grupais, o período foi marcado por índice de reajustes abaixo do crescimento da variação dos custos médicos e hospitalares e também por um aumento na frequência da utilização.

A sinistralidade na carteira de seguro automóvel cresceu 3.5 p.p. neste trimestre em relação ao mesmo trimestre do ano anterior, chegando a 67,7% neste segundo trimestre, sendo um dos principais motivos para este resultado o aumento de roubo e furto de veículos nas grandes metrópoles do País.

“Entre outros fatores que impactaram o resultado da SulAmérica está a queda da taxa básica de juros fixada pelo Governo. Mesmo considerando as constantes revisões para baixo nas projeções do PIB brasileiro e diante de um ambiente econômico internacional ainda instável devido à crise mundial que afetou a economia de diversos países, o cenário para o mercado de seguros no Brasil, para o segundo semestre, é otimista. Focaremos ainda mais em melhorias contínuas em nossos processos e serviços para que a SulAmérica continue crescendo e que seus acionistas tenham o retorno esperado”, afirma o presidente da companhia.

Mercado de seguro de pessoas cresce 18,86% em maio

Comunicado oficial

Os seguros de pessoas movimentaram R$ 1,8 bilhão em prêmios de seguros no mês de maio, montante 18,86% superior ao registrado no mesmo mês do ano anterior, segundo levantamento da Federação Nacional de Previdência Privada e Vida (FenaPrevi). O mercado de seguro de pessoas engloba vários produtos, entre eles, prestamista, educacionais, vida individual e em grupo. O seguro de vida é o produto de maior representatividade no segmento e respondeu pela maior parte dos prêmios arrecadados no período: R$ 745,6 milhões, alta de 10,40% em relação aos R$ 675,3 bilhões verificados no ano anterior. “O seguro de vida é um importante mecanismo de proteção social, especialmente para as pessoas economicamente menos favorecidas, onde a ocorrência de um infortúnio pode comprometer significativamente a renda e a subsistência familiar”, diz Marco Antonio Rossi, presidente da Fenaprevi.

O seguro prestamista (proteção financeira que garante o pagamento de prestações de bens adquiridos pelo segurado em caso de morte, invalidez e desemprego), por sua vez, registrou R$ 507,2 milhões em prêmios, expansão de 30,32%. Já o seguro desemprego (que garante uma renda temporária ao segurado, em caso de desemprego) obteve crescimento de 72,20%. A modalidade somou R$ 8,6 milhões no período. Segundo a FenaPrevi, entidade que representa 74 empresas que comercializam seguros de pessoas e previdência, o seguro viagem foi outro produto que apresentou resultado expressivo em maio (expansão de 91,35% e R$ 4,8 milhões em prêmios).

Resultado acumulado – Na avaliação do acumulado, o mercado de seguros de pessoas movimentou R$ 8,8 bilhões, crescimento de 13,83% em maio de 2012, comparativamente a igual período do ano anterior. Dentre os seguros com maior representatividade no mercado, os produtos que obtiveram melhor desempenho foram o seguro desemprego, que cresceu 224,30%, com prêmios de R$ 56,3 milhões, e o educacional, o qual expandiu 88,68% e registrou R$ 14,1 milhões.

Brasil novamente é destaque no balanço da Mapfre

O Brasil é o grande destaque do balanço do grupo espanhol Mapfre, que reportou hoje pela manhã os números obtidos no primeiro semestre. As operações internacionais continuam crescendo fortemente, passando a representar 66% do faturamento do grupo no primeiro semestre do ano. Os prêmios totais do grupo somaram 11 bilhões de euros, 15% acima do resultado obtido em mesmo período do ano anterior. O lucro, no entanto, recuou 20%, para 434 milhões de euros, devido a provisões decorrentes da crise bancária na Espanha. O segmento de vida avançou 22%, para 3 bilhões de euros, e seguros gerais 12%, para 8 bilhões de euros. Na divisão America, o volume de prêmios chegou a 4,2 bilhões de euros, alta de 46% no semestre. O Brasil apresentou crescimento de 75%, para 2,3 bilhões de euros, com redução da sinistralidade na região, afirma nota divulgada.

Fenaprevi promove VI Fórum Nacional de Seguro de Vida e Previdência Privada

A FenaPrevi (Federação Nacional de Previdência Privada e Vida) promove em São Paulo, nos dias 21 e 22 de agosto de 2012, o VI Fórum Nacional de Seguro de Vida e Previdência Privada. A FenaPrevi reunirá no evento presidentes e diretores de seguradoras e entidades abertas de previdência complementar, bem como lideranças do mercado segurador brasileiro, para debater tendências dos setores de previdência privada aberta e de seguros de pessoas, segmentos de grande importância no Brasil e no mundo. Segundo a organização do evento, a expectativa é reunir nos dois dias mais de 450 pessoas.

No primeiro dia do evento, após a abertura, que contará com a participação do presidente da FenaPrevi, Marco Antonio Rossi, entre outras personalidades do setor, serão abordados os seguintes temas: os “Novos Segmentos para Expansão do Mercado de Seguros”; “Mídias Sociais e Educação Financeira”; “Vender e Manter: a Gestão de Conflitos no Relacionamento com Clientes”; “Longevidade”. O segundo dia contará com os seguintes painéis: “Eficiência Operacional e Competitividade”; “Investimento e Sustentabilidade”; “Comportamento do Consumidor”; e os “Desafios Econômicos para a Próxima Década”.

As novidades do VI Fórum Nacional de Seguro de Vida e Previdência Privada podem ser acompanhadas pela fanpage do evento: .

O VI Fórum Nacional de Seguro de Vida e Previdência Privada acontecerá no Hotel Unique, em São Paulo. As inscrições poderão ser realizadas pelo site do evento www.forumvidaeprevidencia.com.br. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (21) 2523-0304 ou pelo e-mail forumvida@idealizar.com.br

ACE Seguradora inicia operação no competitivo segmento de auto

Comunicado oficial

A ACE Seguradora, que iniciou atividades no Brasil em 1999 e já disputa no País a liderança de segmentos de seguros como Afinidades, Transportes, D&O, Energia e Responsabilidade Civil, está ingressando no competitivo setor de auto. Para iniciar os negócios nesta área, a empresa contratou uma equipe de profissionais com mais de 20 anos de experiência no segmento. Eles estão trabalhando sob a liderança do Presidente da ACE no Brasil, Farid Eid Filho, que é um dos criadores do atual perfil do seguro de auto, que passou a ser adotado pelo mercado nos últimos anos. O questionário baixou de forma expressiva a sinistralidade do setor, permitindo a prática de preços mais em conta para o consumidor final.

Para iniciar a carteira a partir do zero, a ACE está primeiramente concentrando as suas ações nos nichos de Auto Frota e Alta Renda. “Na área de Auto Frota a ACE está complementando o seu leque de produtos para clientes corporativos. Este público já contrata da empresa soluções inovadoras e sob medida em setores como Riscos Patrimoniais, Riscos de Engenharia, Vida e outros”, diz afirma Adalber Alencar, Diretor de Personal Business Insurance da ACE. Já com relação ao nicho de Alta Renda, a ACE passa a oferecer no Brasil o seguro de auto por meio de uma grife que a companhia consolidou nos Estados Unidos ao longo dos últimos 15 anos. “Trata-se da marca ACE Private Risks Services, que está introduzindo no Brasil um novo modo de comercializar seguros, com base em um sistema com plataforma web”, complementa Adalber.

Seguros representa 13% do lucro do Itaú no segundo trimestre

O lucro líquido recorrente do Itaú atingiu R$ 3.585 milhões no segundo trimestre de 2012, com aumento de 1,2% em relação ao trimestre anterior. O resultado de seguros, previdência e capitalização representou 13% do ganho do banco e atingiu R$ 710 milhões no segundo trimestre do ano, uma redução de 5,4% quando comparado com o primeiro trimestre de 2012. Segundo balanço divulgado, a queda foi influenciada, principalmente, pelas maiores despesas com sinistros nos ramos de Vida e Soluções Corporativas. No acumulado do ano, essas receitas apresentaram um aumento de 20,2% em relação ao primeiro semestre de 2011. Em seguros, o Itaú prevê crescimento entre 10 a 12% em 2012.

No segundo trimestre de 2012, os prêmios ganhos atingiram um total de R$ 1 bilhão no subsegmento de Seguros, uma elevação de 1,2% em relação ao trimestre anterior, ocasionada pelo desempenho do produto de garantia estendida e riscos patrimoniais. No subsegmento de Vida e Previdência os prêmios ganhos atingiram R$ 233 milhões, representando uma redução de 4,2% em relação ao trimestre anterior.

Neste trimestre, o lucro líquido recorrente de Seguros atingiu R$ 134 milhões, uma redução de 15,2% em relação ao trimestre anterior, devido a redução da margem de underwriting, influenciada principalmente pelo aumento das despesas com sinistros nos ramos de Vida e Soluções Corporativas, além de um aumento nas despesas não decorrentes de juros.

O lucro líquido recorrente do subsegmento de Vida e Previdência atingiu R$ 263 milhões, uma queda de 1,8% em relação ao trimestre anterior, impactado pela redução do resultado das operações com previdência e pelo aumento das despesas não decorrentes de juros em relação ao trimestre anterior. A captação total dos planos de previdência no trimestre atingiu R$ 4.874 milhões, um aumento de 26,7% comparado ao trimestre anterior.

Quando comparado ao mesmo período do ano anterior, verifica-se um aumento de 55,4%, influenciado principalmente pelo aumento de 65,7% nas captações do produto VGBL. A captação líquida, que representa a captação total deduzida de resgates e portabilidades externas, teve aumento de 25,0% quando comparada ao trimestre anterior. Considerando captação líquida no acumulado de janeiro a maio (conforme dados disponibilizados pela SUSEP), nossa participação de mercado atingiu 28,3% no período.

As provisões técnicas de previdência totalizaram em 30 de junho de 2012 o montante de R$ 71.357 milhões, apresentando um acréscimo de 6,1% em relação ao saldo de 31 de março de 2012 e de 26,4% comparativamente ao mesmo período do ano anterior.As receitas com taxa de administração somaram R$ 207,3 milhões no segundo trimestre de 2012, um crescimento de 8,4% em relação ao trimestre anterior e um acréscimo de 31,4% em relação ao mesmo período de 2011.

O lucro líquido com capitalização atingiu R$ 70 milhões, uma redução de 14,7% em relação ao primeiro trimestre de 2012, tendo como principais impactos a queda da margem financeira gerencial e um aumento nas despesas não decorrentes de juros verificadas no período.

Seguridade responde por 31% do lucro do Bradesco

A participação das operações de seguridade no lucro líquido do banco Bradesco continua alta. Segundo balanço divulgado nesta segunda-feira, o lucro líquido do conglomerado atingiu R$ 2,8 bilhões no segundo trimestre, com alta de 1,7% em relação ao mesmo período de 2011. Na comparação com o primeiro trimestre, a expansão foi de 1,4%. O aumento dos ganhos, segundo o banco, ocorreu por conta do crescimento das vendas de seguros, melhora das operações de crédito e expansão das receitas com tarifas e serviços bancários. A participação das operações de seguros, previdência e capitalização respondeu por 31% do lucro. Os prêmios retidos, as vendas de planos de previdência e títulos de capitalização cresceram 20% e somaram R$ 11,6 bilhões no segundo trimestre.

Segue a íntegra divulgada pelo grupo

O Grupo Bradesco Seguros, líder do mercado nacional de seguros com atuação multilinha e presença em todas as regiões do país, apresentou faturamento de R$ 20,988 bilhões até junho de 2012, nos segmentos de seguros, capitalização e previdência complementar aberta. Esse valor representou crescimento de 20,1% em relação aos R$ 17,473 bilhões totalizados no mesmo período de 2011.

O resultado é fruto principalmente da evolução do Grupo em todas as linhas de produtos e negócios nos principais segmentos:

· 23,36% no VGBL / Previdência;
· 20,89% em Vida;
· 13,15% em Auto/RE e Demais Ramos;
· 23,71% em Capitalização;
· 16,18% em Saúde.

O lucro líquido do Grupo Bradesco Seguros no 1º semestre de 2012 foi de R$ 1,786 bilhão, evolução de 14,41% em relação ao mesmo período do ano anterior, impulsionado pelo crescimento de 20,1% no faturamento, foco em produtos de maior rentabilidade, da queda de 0,5 p.p. na sinistralidade, da melhora do resultado patrimonial e da redução nos gastos gerais e administrativos, mesmo com o aumento referente ao acordo coletivo da categoria, ocorrido em janeiro de 2012, compensado, em parte pela queda no resultado financeiro.

O Grupo Bradesco Seguros encerrou o trimestre com R$ 128,526 bilhões contra R$ 106,202 bilhões em 2011de ativos financeiros – crescimento equivalente a 21,02%. O Grupo Bradesco Seguros atualmente contabiliza 41,898 milhões de clientes entre segurados, participantes de planos de previdência complementar aberta e portadores de títulos de capitalização. O crescimento foi de 10,3% em relação a 2011.

O total pago em indenizações e benefícios, em 2012, pelo Grupo Bradesco Seguros atingiu R$ 13,242 bilhões, evolução de 18,45% em relação aos R$ 11,179 bilhões registrados em 2011. O volume de provisões técnicas também apresentou considerável aumento, alcançando R$ 111,789 bilhões, contra R$ 93,938 bilhões no mesmo período de 2011.

Será que temos a primeira microsseguradora?

Interessante a publicação desse anúncio. Será a primeira microsseguradora do Brasil? A declaração de propósito é assinada por Gilson Araújo. Ao dar um google no nome, acrescentando a palavra seguros, a pesquisa traz um executivo ligado a Economax Negócios Empresariais, Conexão Saúde e Corretora de Seguros, com sede em Brasília, e também passagens pela Caixa Seguros. Vamos aguardar para ter mais informações!

Newprev Previdência Privada S/A

CNPJ/MF nº 31.461.148/0001-57

Declaração de Propósito

Sociedade Anônima de Capital Fechado, inscrita no CNPJ/MF sob o nº 31.461.148/0001-57, com sede na cidade do Rio de Janeiro, Estado Rio de Janeiro, na Rua da Lapa, 286, 3º andar, centro, CEP 20021-180, representada por seu Diretor Presidente, Declara, nos termos do art. 5º, das Normas Anexas à Resolução CNSP nº 166/2007, sua intenção de atuar como Sociedade Microsseguradora do Ramo Vida e Danos e atuar nas 1ª, 2ª, 3ª, 4ª, 5ª, 6ª e 8ª regiões do País e que preenche as condições estabelecidas pela regulamentação em vigor. Eventuais impugnações a presente declaração deverão ser comunicadas diretamente a Superintendência de Seguros Privados – SUSEP, na Av. Presidente Vargas, 730 – Centro, Rio de Janeiro – CEP 20071-900, no prazo máximo de quinze dias, contados da data dessa publicação, por meio de documento que o autor esteja devidamente identificado, acompanhado da documentação comprobatória, observado que a declarante poderá na forma da legislação em vigor, ter direito a vista do respectivo processo.

Rio de Janeiro,19 de julho de 2012.

Gilson Araújo

Crise e regulação preocupam CEOs mundiais, que apostam nos emergentes para manter resultados

Extraído do site da CNseg (www.viverseguro.org.br)

Os líderes da indústria de seguros tem preocupações sérias sobre os efeitos da regulamentação inadequada e os efeitos da atual crise econômica”, de acordo com o boletim think tank divulgado pela Geneva Association, que reúne os principais CEOs das empresas que atuam na indústria mundial de seguros.

A pesquisa ouviu mais de 40 CEOs ligados a associação sobre as perspectivas de desempenho e áreas de crescimento prováveis para o setor de seguros nos próximos 12 meses, bem como os desafios que eles enfrentam na implementação de suas estratégias. De acordo com a pesquisa, o foco das seguradoras nos mercados emergentes foi evidenciado por cerca de 70% dos CEOs. A Ásia e a América Latina são as preferidas, regiões consideradas por 46% deles como muito importante para o crescimento do grupo nos próximos 12-24 meses.

No entanto, os principais temas que emergiram da pesquisa foram “preocupações sobre o ambiente macro-econômico e as próximas decisões sobre a regulamentação de seguros. Quando questionados sobre os desafios de implementar a estratégia, 75 dos CEOs citaram a crise da zona do euro como uma questão prioritária. Cerca de 73% citaram o excesso de regulamentação e regulação inadequada como uma das principais preocupações para a sua estratégias.

Embora os CEOs não expresse muito otimismo em relação a melhora do quadro da crise, eles estão otimistas quanto as suas próprias perspectivas futuras. Cerca de 59% indicaram que esperam melhora na rentabilidade ao longo dos próximos 12 meses, enquanto mais da metade acredita que o dividendo esperado pelo acionista deve permanecer estável.

O relatório descreveu os entrevistados como cautelosamente otimista sobre as perspectivas para o setor de seguros com 56% à espera de um endurecimento das taxas de seguro e 92% apostam que a capacidade de oferta de seguros permanecerá estável ou deve aumentar durante o próximo ano.

A maior parte dos CEOs aposta na queda dos mercados acionários, na manutenção do mercado de renda fixa e num ambiente propício ao aumento da inflação. Nikolaus von Bomhard, presidente da Associação e presidente do Conselho de Administração da Munich Re acredita que a indústria de seguros tem um papel vital para estabilizar a sociedade e as economias do mundo, tanto como um participante significativo nos mercados financeiros como um amortecedor de choque para indivíduos e empresas que sofrem uma perda segurada. “Os resultados desta pesquisa revelam que os líderes de algumas das maiores seguradoras do mundo estão preocupados que a regulação inadequada de um risco sistêmico afetar a capacidade da indústria de seguros de desempenhar esse papel”, afirmou em comunicado.

O secretário-geral John H. Fitzpatrick destacou que a indústria de seguros “apoia as iniciativas regulamentares em curso realizadas pelo G-20. “Acreditamos que o desenvolvimento e promoção de políticas eficazes de supervisão e de regulamentação para reduzir o risco sistêmico, bem como lacunas de informação, são discussões que trarão benefício de todos. No entanto, ele também salientou que o sistema bancário e o de seguros têm modelos de negócio muito diferentes e atuam também de forma diferente na sociedade e na economia mundial. Diante disso, devem ser regulados de forma diferente.

Liberty amplia presença em Porto Alegre

Comunicado Oficial

A Liberty Seguros, empresa do grupo Liberty Mutual, inaugurou no último dia 11, em Porto Alegre, mais uma unidade de Seguros Corporativos. Com a nova área implantada na capital do Rio Grande do Sul, o objetivo da companhia é aumentar a sua participação no segmento empresarial, oferecendo ao mercado a melhor equipe em análise de riscos e uma operação mais ágil aos segurados e aos corretores locais.

A implantação da unidade na região deve-se ao potencial de desenvolvimento de empresas de diversos portes e segmentos de atuação. Outro fator decisivo em relação à atenção da seguradora para o Rio Grande do Sul é o fato de Porto Alegre ser sede dos jogos da Copa do Mundo da FIFA 2014™. A expectativa é de que a preparação da cidade para o evento impulsionará o setor de seguros local.

Segundo a Secretaria Municipal de Gestão e Acompanhamento Estratégico (SMGAE) de Porto Alegre, os investimentos para as obras de Mobilidade Urbana da Matriz de Responsabilidade do Governo Federal e mais contrapartida do município de Porto Alegre totalizam cerca de R$ 574,2 milhões. Para ser palco do principal torneio de futebol, já estão sendo realizadas diversas melhorias de infraestrutura, transporte urbano, estradas, ampliação e reforma de aeroportos, portos, estádios, ciclovias e revitalização de pontos turísticos. O Estado do Rio Grande do Sul movimenta R$ 2,6 bilhões em prêmios, ou seja, 6,26% do mercado securitário brasileiro (exceto ramo de vida).

A nova área de Seguros Corporativos da Liberty terá uma especialista dedicada exclusivamente aos clientes, prospects e atuará junto aos corretores da região. A executiva Adriana Pereira será a gerente de Seguros Corporativos da unidade na capital do Rio Grande do Sul. Segundo Luciano Calheiros, diretor de Seguros Corporativos da companhia, o time regional de especialistas é formado por profissionais com larga experiência no mercado segurador, ressegurador, corretagem e que possuem amplo conhecimento sobre as empresas e seus respectivos segmentos econômicos. “Contratamos 100 pessoas e hoje já temos em torno de 120 profissionais. Além de termos os melhores especialistas, temos também eficiência operacional para dar todo suporte aos atuais e futuros clientes, inclusive em relação às particularidades regionais”, afirma.

Calheiros explica que os corretores parceiros da Liberty em Porto Alegre terão a vantagem de poder oferecer aos seus clientes produtos e serviços voltados para riscos de maior complexidade. A unidade de Seguros Corporativos trabalhará juntamente com as divisões de Seguros para Grandes Riscos e Riscos Especiais, que demandam conhecimentos de profissionais especializados para subscrição de riscos financeiros, de responsabilidades, de transportes e de engenharia que demandam maiores capacidades. Os novos seguros têm coberturas de até R$ 200 milhões. “Nosso foco são as empresas locais com até 500 funcionários. O objetivo é aumentar a participação do segmento empresarial no mix de produtos da companhia oferecendo ao mercado a melhor equipe em análise de riscos e maior agilidade na operação”, diz.

Pequenas e Médias Empresas

Para atender o segmento empresarial de ponta a ponta, a Liberty investiu não só no atendimento para grandes empresas. Voltou à atenção também para os pequenos e médios empreendimentos, desenvolveu e expandiu a linha de produtos. Para o segmento PME, criou o Liberty Seu Negócio, seguros que podem ser customizados de acordo com as necessidades de cada tipo de negócio e abrange hotéis, pousadas, papelarias, bares, restaurantes, lavanderias, salões de cabeleireiro, entre outros setores. Para atender as particularidades desse público, mapeou ao todo mais de 16 segmentos que podem contar com coberturas de até R$ 4 milhões para se proteger dos seus riscos.