Susep cria medida para atrair Fundos de Pensão ao mercado de seguros

Comunicado oficial

A Superintendência de Seguros Privados (Susep), em resolução ad referendum do Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP), abriu a possibilidade dos Fundos de Investimento em Participações (FIP), cujos cotistas sejam Entidades de Previdência Complementar (EFPC), de entrarem no grupo de controle de sociedades seguradoras, resseguradoras, capitalização e entidades abertas de previdência complementar. A medida visa a geração de investimentos dos Fundos de Pensão, que administram recursos da ordem de R$ 600 bilhões, nos mercados supervisionados pela Susep.

A autarquia acredita que a decisão gere, além dos investimentos previstos, maior concorrência e a consequente queda nos custos das operadoras de seguro, resseguro, capitalização e previdência complementar aberta, beneficiando diretamente o consumidor.
Outro dos focos da Susep é alavancar a capacidade do mercado, fornecendo maior cobertura inclusive para projetos de infraestrutura e aqueles vinculados ao Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).

A medida foi possível com alteração do Regulamento anexo à Resolução CNSP nº 166, de 17 de julho de 2007. Ao capítulo três do documento, que trata da Estrutura de Controle Societário, foi acrescentado o inciso IV, abrindo a possibilidade dos Fundos de Pensão participaram dos mercados supervisionados pela Susep.

Unimed Seguros investe em corridas de rua

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Neste sábado, dia 10, a Seguros Unimed levará aos participantes da etapa de São Paulo da corrida noturna Fila Night Run, a última do ano, um cenário que representa um pódio para que todos possam tirar fotos simulando a premiação. Posteriormente as fotos estarão disponíveis no site Correr é Viver www.correreviver.com.br.

A largada da prova de 5km está prevista para as 19h30 e a da prova de 10km para as 20h30, no Sambódromo do Anhembi. A Seguros Unimed patrocina o evento que reúne corredores profissionais e amadores em várias cidades brasileiras.

A Night Run, que já chegou a reunir 15.000 participantes em uma só etapa, é uma corrida diferente, que une diversas gerações. Disputada à noite, traz atrações musicais e espetáculos de luzes que deixam o evento ainda mais animado.

“Com nossa tradição no marketing esportivo reforçamos o cuidado que temos com as pessoas. Além disso, estreitamos o relacionamento com alguns dos nossos públicos estratégicos, como clientes, corretores e seguidores da fanpage no Facebook, que participam das provas como convidados ou dos concursos culturais”, afirma Henrique João Dias, superintendente de Marketing.

Durante este ano, a Seguros Unimed patrocinou 17 etapas de corridas de rua, incluindo Circuito do Sol (4 etapas), Fila Night Run (10 etapas), Athenas (2 etapas) e Circuito Vênus (1 etapa). Levou cerca de 850 pessoas para estes eventos e recebeu mais de 2 mil em sua tenda nas corridas.

Para o próximo ano, a boa nova é que a companhia segue sendo patrocinadora da corrida Circuito do Sol, que já anunciou as datas de quatro etapas: Belo Horizonte (13/01), Brasília (20/01), Rio de Janeiro (27/01) e São Paulo (03/02). E ainda há muitos projetos sendo estudados.

Além do patrocínio a eventos esportivos, a seguradora mantém o site Correr é Viver, no qual realiza concursos culturais e promoções, além de levar ao conhecimento do público um de seus produtos, o Unimed Corredor Premiável, criado especialmente para assessorar corredores de rua amadores.

Sobre a Seguros Unimed
A Seguros Unimed iniciou suas operações em 1989, com o objetivo de atender as demandas do Sistema Unimed, formado por 371 cooperativas, 111 mil médicos cooperados e 18 milhões de clientes em todo o Brasil. Com matriz em São Paulo e 26 escritórios regionais estrategicamente distribuídos pelo país, a empresa visa a expandir os seus negócios e atender as necessidades do mercado em geral por meio da melhoria contínua de seus processos, da valorização de seus colaboradores e do compromisso com os clientes. Com 5,6 milhões de clientes e 33 produtos nos segmentos de Vida, Previdência e Saúde, a seguradora está entre as maiores do setor, sendo a 4ª em Saúde, a 13ª em Vida e a 14ª em Previdência Privada.

Icatu Seguros mira nas pequenas e médias empresas

Pessoal, coloco alguns releases só para registrar a informação e assim que tiver um tempinho volto para fazer uma matéria mais abrangente do assunto. Sorry, mas tenho muitas entrevistas e matérias para escrever essa semana. Estou na luta desde às 5h30 hoje e só devo parar umas 2 da matina para cumprir prazos de editores.

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De olho em um mercado que representa cerca de 98% das empresas em operação no Brasil e que deve crescer mais de 50% até 2015, a Icatu Seguros lança esse mês a família de produtos Contrate Fácil, focada nas pequenas e médias empresas. O Contrate Fácil engloba produtos de Seguros de Vida e de Previdência para atender empresas de 3 a 499 funcionários.

“Com um mercado cada vez mais competitivo, é imprescindível que as empresas de pequeno e médio porte busquem se diferenciar para atrair e reter talentos. Uma das formas é oferecendo ou ampliando o pacote de benefícios aos seus empregados. A previdência complementar, por exemplo, já é oferecida por cerca de 70% das grandes empresas” – afirma Aura Rebelo, diretora de Produtos e Marketing da Icatu Seguros

A executiva comenta que o Contrate Fácil foi desenvolvido para facilitar e simplificar o processo de contratação e manutenção desses produtos pelas PMEs, facilitando, também, a venda por parte do corretor. No ramo de Vida, compõem o portfólio do Contrate Fácil produtos com diversas opções de coberturas e assistências. Em Previdência, Contrate Fácil permite que a empresa escolha o plano ideal conforme seu perfil.

Resseguradoras locais detém 53% do mercado até abril, afirma Terra Brasis

A Terra Brasis, resseguradora local que aguarda autorização da Susep para atuar, divulgou um report sobre resseguros hoje. Durante os quatro primeiros meses de 2012, o mercado segurador brasileiro gerou R$ 1,93 bi de prêmio de resseguros, bruto de comissão, volume similar ao ano anterior. Deste total perto de 53% foi colocado em Resseguradores Locais.

• A falta de uniformidade na contabilização dos prêmios emitidos pelas Resseguradoras Locais permanece. Na Demonstração de Resultados, dentro da rubrica “Prêmios Emitidos” aparece um novo item, “prêmio – riscos vigentes não emitidos”, com significativa importância. Provavelmente representa o volume estimado de prêmios de tratados proporcionais cujas contas técnicas ainda não foram recebidas.

• Foi feita uma análise de sazonalidade para as estimativas de fluxo anual de prêmios de resseguro. Foi estimado para 2012 um volume de R$ 6,2 bi em prêmios de resseguros cedidos por cedentes brasileiras, um crescimento de 5,0% em relação a 2011. Destes, R$ 4,3 bi deverão ser direcionados a Resseguradoras Locais, um crescimento de 10,4% relativo a 2011.

• O lucro líquido das Resseguradoras Locais apresentou crescimento expressivo. O retorno sobre o capital apresenta recuperação, mesmo após a entrada massiva de recursos no mercado local de resseguros.

Este relatório esta disponível na nossa página da internet www.terrabrasis.com.br

Zurich – O desafio de reter talentos

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Como parte da programação exclusiva que a Zurich Seguros levou para o 38º CONARH-ABRH (Congresso Nacional sobre Gestão de Pessoas), a seguradora levou o jornalista Gilberto Dimenstein, colunista da Folha de S. Paulo e idealizador do Portal Catraca Livre, para proferir uma palestra sobre “aposentadoria da vida”. A consultora de negócios Béia Carvalho falou sobre inovação, enquanto o filósofo Mario Sérgio Cortella trouxe à discussão o fato de “Não nascemos prontos”. Para fechar o ciclo de palestras, a Zurich Seguros tratou de um assunto bastante comentado dentro dos departamentos de Recursos Humanos e de Gestão de Pessoas das grandes organizações: “orgulho como fator de resultados das empresas”. Este assunto foi abordado pelo administrador Mauro Mercadante, e também sócio-diretor do LAB SSJ, consultoria dedicada à construção de soluções de aprendizagem que possam alavancar a excelência profissional nos mercados.

Gilberto Dimenstein fez sua palestra para o auditório lotado. Seu tema “aposentadoria da vida” foi debatido de maneira fácil e atrativa. O jornalista trouxe exemplos particulares, além de outros famosos com idade avançada e vida ativa. Segundo ele, esperar a aposentadoria é esperar a morte. “Você deve planejar a aposentadoria só por um motivo: para não se aposentar. Porque a pior coisa do mundo é você fazer a vida esperando este momento. Isso não é projeto de vida. Ninguém vai te aguentar”, disse Dimenstein.

Após sua palestra, o colunista da Folha de S. Paulo visitou o estande da Zurich Seguros para conversar com visitantes e espectadores de sua apresentação. “Aposentadoria para mim pode ser a melhor versão do meu eu. Nela, posso falar não para tudo que me desagrada e fazer só o que me faz bem. Todos devem pensar assim e não ficar esperando por ela”, comentou o jornalista.

Assim como Gilberto Dimenstein, o filósofo Mario Sérgio Cortella teve as 140 cadeiras do auditório preenchidas. “Não nascemos prontos”. “Heráclito [filósofo grego] já dizia que a única coisa permanente é a mudança”, citou Cortella, no início da palestra. “Homens e mulheres, vocês têm que ter consciência de sua incompletude”, disse o professor da PUC-SP. Para Cortella, é necessário evoluir, que, em grego, significa mudança.

Béia Carvalho, sócia e consultora da empresa 5 Years From Now, falou sobre inovação. “A receita para inovar é voltar-se para o futuro e mergulhar numa tendência. Uma das tendências é a longevidade. Cada tendência cria oportunidades de negócios”, afirmou Béia. A consultora de negócios lembrou que, nesse contexto, é possível pensar na criação de uma agência de viagens, na elaboração de revistas especializadas em roupas e sapatos para a 4ª idade.

No último dia do evento, foi a vez de Mauro Mercadante apresentar o tema “O Desafio da Retenção de talentos”. O administrador trouxe uma pergunta, que hoje é estudo dentro de grandes empresas. “O que é orgulho?”, “Por quê orgulho?”. Todas as pessoas têm orgulho, e segundo ele, este pode ser o ponto exato para conseguir entender o baixo ou alto rendimento de uma empresa.

O orgulho para Mercadante está ligado a engajamento. Segundo a Pesquisa Gallup Employee Engagement Index, realizada em 2009 com 42 mil pessoas, 67% dos profissionais não estão felizes com o que fazem. Isso, para Mercadante, tem relação com a falta de conexão das pessoas com empresas em que o desempenho não é apoiado nem reconhecido. “O engajamento é um indicador consciente de performance individual e resultados. Todas as empresas precisam dele”, disse Mercadante.

“Trazer informações e oportunidades de ouvir especialistas sobre assuntos que estão na mente dos profissionais de RH e é essencial para o seu dia a dia. É assim, planejamento futuro, que a Zurich pretende agregar valor”, enfatiza Mauricio Amaral, vice-presidente de Vida & Previdência Corporativa da Zurich Seguros, que comemora a participação de quase 600 espectadores durante os quatro dias de palestras, que foram oferecidas, gratuitamente, pela Zurich Seguros, multinacional de origem suíça e que já está presente no Brasil há mais de 30 anos.

“Sabemos da importância em investir em pessoas. A experiência acumulada nos permite dizer que conceder altos salários não é a única, nem a melhor, forma de reter funcionários e conquistar novas aquisições para as empresas. É preciso cativar, incentivar, reconhecer as atividades do presente, mas com a atenção redobrada para situações do futuro dessas pessoas, quando elas não mais estiverem ativas no mercado de trabalho”, comentou o Moisés Correia da Silva, diretor de Recursos Humanos da Zurich Seguros.

Generali em saúde? A conferir

Uma fonte me contou hoje que a Generali deverá anunciar nos próximos dias o retorno ao seguro saúde. Ela irá alugar a rede da Gama Saúde (Grupo Tempo). O líder do projeto, Valter Hime, já está montando as equipes da nova operação que deverá ter o seu QG em São Paulo. Será? Vamos checar!

Itaú ressalta importância da proteção em nova campanha

Enquanto filósofos debatem o ser e ter, as seguradoras abusam do “ter” para “ser”em rentáveis. Depois do sucesso da campanha da Bradesco Seguros “melhor ter”, a Itaú surge com “Você é importante demais para não ter”

Segue release da Itaú Seguros

Sob o mote “Você é importante demais para não ter”, o Itaú lança sua nova campanha de marketing para seguro de vida. Assinada pela DM9DDB, a campanha é parte de um grande trabalho que vem sendo feito pela seguradora com o objetivo de mudar a visão das pessoas sobre seguros e conscientizá-las sobre a importância da proteção.

Uma família real, com pai, mãe e três filhos, protagoniza a campanha, o que dá veracidade às cenas mostradas, que remetem ao dia a dia e a registros de momentos importantes da família. No ano passado, os protagonistas da campanha também eram pai e filha na vida real. Toda a comunicação é permeada por tons emocionais, dando sequência a um trabalho que vem sendo desenvolvido pelo Itaú nos dois últimos anos. A mensagem da campanha é dirigida especialmente aos pais, que se preocupam em proporcionar o melhor a seus filhos e, nesse sentido, precisam também preparar o futuro caso não estejam mais presentes.

Enquanto o filme mostra cenas do cotidiano da família, o narrador fala: “Eles chegam tão frágeis e indefesos que nos partem o coração. E nós os aquecemos, alimentamos, entregamos nosso amor e nossa liberdade para que eles um dia sigam seu caminho. Damos tudo sem querer nada em troca. E nada na vida terá sido mais recompensador. Seguro de vida Itaú: você é importante demais para não ter”.

“Às vezes nos empenhamos tanto em proteger nossa família que acabamos só pensando no agora e deixamos coisas muito importantes de lado. Esta campanha tem a intenção de mostrar às pessoas que o seguro de vida é algo tão indispensável como manter os filhos na escola ou ter um plano de saúde para eles. É um dos principais atos de proteção e amor que os pais podem fazer pelos seus filhos”, afirma Cristiane Magalhães, diretora de Marketing de Negócios do Itaú Unibanco.

A campanha será composta por filmes para cinema e TV, canais abertos e fechados, mídia impressa, on-line, spot de rádio e merchandising nas agências.

Agenda: 3ª Conferência de Proteção do Consumidor de Seguros e Ouvidoria

Segue programa do evento, copiado do site da CNseg

3ª Conferência de Proteção do Consumidor de Seguros e Ouvidoria

11 e 12 de setembro de 2012,
Hotel Sheraton WTC, São Paulo

1º Dia – Terça

8h30 – Credenciamento e café

9h – Abertura do Evento

Jorge Hilário Gouvêa Vieira, Presidente da CNseg
Solange Beatriz Palheiro Mendes, Diretora Executiva da CNseg
– Exibição do filme sobre a evolução das Relações de Consumo nos últimos 22 anos
– Apresentação dos Pontos-Chave

– Apresentação do Jogo Caminhoneiro Estou Seguro (filme)

9h30 Palestra: CDC – 21 anos depois: atualidade ou atualização?

Ricardo Morishita Wada, Professor de Responsabilidade Civil e Direito do Consumidor na graduação da Escola de Direito da Fundação Getúlio Vargas/RJ

10h15 Palestra: Ética, Consumo e Sustentabilidade

Moderador: Pedro Bulcão, Presidente do Conselho de Ética da CNseg
Palestrante:
Hélio Mattar, Presidente da AKATU

11h Intervalo para café

11h30 Painel 1 – Nós na Rede e Microsseguro

Moderador: Eugênio Liberatori Velasques, Presidente da Comissão de Microsseguros e Seguros Populares da CNseg
Painelista: Daniel Domeneghetti, Diretor da DOM Strategy Partners

12h30 Almoço

14h Talk Show – Consumidor Consciente
(Votação Eletrônica)

Moderador: Caco Barcellos, Jornalista, repórter de televisão e escritor
Participantes: Marco Antônio da Silva Barros, Presidente da Federação Nacional de Capitalização – FenaCap
Marcio Serôa de A. Coriolano, Presidente da Federação Nacional de Saúde Suplementar – Fenasaúde
André Longo, Diretor de Gestão da Agência Nacional de Saúde Suplementar – ANS
Getúlio Souza Rego, Secretário Geral da Superintendência de Seguros Privados – SUSEP

15h30 Palestra: Marketing de Relacionamento

Palestrante: Martha Gabriel, Escritora, palestrante internacional, consultora e professora de MBA

16h30 Intervalo para café

17h Painel 2 – Evolução das Relações de Consumo no Mercado Segurador

Moderador:Antônio Penteado Mendonça, Advogado de Seguros e Relações de Consumo
Painelistas: Marco Antonio Rossi, Presidente da Federação Nacional de Previdência Privada e Vida – FenaPrevi
Jayme Garfinkel, Presidente da Federação Nacional de Seguros Gerais – FenSeg
– Lançamento do Guia de Boas Práticas do Seguro de Garantia Estendida e Assinatura do Termo de Adesão

18h30 Coquetel

2º Dia – Quarta

9h Abertura dos trabalhos

Solange Beatriz Palheiro Mendes, Diretora Executiva da CNseg
– Exibição do filme sobre a evolução das Relações de Consumo nos últimos 22 anos
– Apresentação do Guia de Acesso às Ouvidorias do Mercado Segurador

9h15 Talk Show – Ouvidoria na Estratégia das Empresas

Moderadora: Ângela Crespo, Jornalista Especializada em Defesa do Consumidor e Ouvidoria do Instituto de Pesos e Medidas – IPEM de São Paulo
Palestrantes:Paulo Arthur Lencioni Góes, Diretor Executivo do PROCON
Silas Rivelle Junior, Ouvidor da Seguros Unimed

10h45 Intervalo para café

11h15 Palestra: A evolução das Ouvidorias e as Perspectivas para o Consumidor do Futuro

Moderador: Mario de Almeida Rossi, Presidente Comissão de Ouvidoria da CNseg
Palestrante: Roberto Meir, Publisher & CEO do Grupo Padrão, Revista Consumidor Moderno e Revista CM NOVAREJO

12h10 Palestra: O Papel do Corretor de Seguros no Ambiente Digital

Palestrante: Armando Virgílio Jr. , Presidente da Fenacor
Debatedor: Renato Campos Martins Filho, Diretor Executivo da Escola Nacional de Seguros

12h30 Almoço

14h Painel 3 – Construindo o Futuro em parceria

Moderador: Edson Vismona, Presidente do Conselho Deliberativo da Associação Brasileira de Ouvidores – ABO
Painelistas: Juliana Pereira da Silva, Secretária Nacional do Consumidor do Ministério da Justiça
Luiz Antônio Rizzatto Nunes, Desembargador do Tribunal de Justiça de São Paulo

15h30 Painel 4 – A visão dos Órgãos Reguladores

Moderador: Luiz Celso Dias Lopes, Presidente da Comissão de Relações de Consumo da CNseg
Painelistas: Marco Antonio Zanellato, Ministério Público de São Paulo, Stael Riani, Ouvidora da ANS, Gabriel Costa, Coordenador do Setor de Atendimento ao Público da Superintendência de Seguros Privados – SUSEP

16h30 Intervalo para café

17h Painel 5 – Os Novos Consumidores

Palestrante: Ricardo Amorim, Economista, apresentador do Programa Manhattan Connection da GloboNews, Presidente da Ricam Consultoria e Colunista da Revista Isto É

18h Encerramento

Solange Beatriz Palheiro Mendes, Diretora Executiva da CNseg

SulAmérica abre edital para captação de novos parceiros para projetos sociais

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A SulAmérica divulgará, no próximo dia 3 de setembro, o edital para captação de novos parceiros para atuarem em projetos sociais com a companhia. As iniciativas devem englobar ações sociais que atendam as comunidades do Jardim Panorama , Real Parque, Jaguaré, Americana, Aricanduva, Bandeirantes, Santana e Campos Elísios, locais próximos aos endereços das unidades da seguradora, e Jardim Irene II, Grajaú, Lajeado, Jardim Ângela, Jaguaré, Paraisópolis, Jardim Olinda, Vergueirinho, Vitotoma, Santo Eduardo e Haia do Carrão, comunidades atendidas pelo projeto Praças da Paz SulAmérica.

A SulAmérica avaliará as propostas com capacidade de apoio financeiro até o limite de R$ 300 mil. Podem participar da avaliação as organizações não governamentais ou da sociedade civil sem fins lucrativos e organizações formalmente estabelecidas há pelo menos cinco anos. Todos os projetos deverão estar devidamente registrados na Lei do Fundo Municipal da Criança e do Adolescente, no Município de São Paulo.

Serão priorizados os projetos que demonstrem impacto no longo prazo, que sejam concebidos em alianças ou redes com outras organizações do território, que promovam a participação ativa dos jovens e que apresentem descrição das ações planejadas, garantindo a continuidade do projeto após o término do apoio da SulAmérica.

“A SulAmérica acredita na força da iniciativa privada como um importante agente provedor e transformador da sociedade. Como empresa comprometida com o desenvolvimento sustentável, além de gerar empregos e recolher impostos, também contribui para o desenvolvimento do País, estimulando e apoiando projetos voltados para a educação, saúde e meio ambiente”, explica a executiva.

Fitch vai monitorar efeito da atuação da Segurobrás sobre o setor

A recente aprovação pelo presidente da República, Dilma Rousseff, da criação da Agência Brasileira de Gestão de Fundos e Garantias SA (ABGF), apelidada pelo mercado de Segurobrás, pode representar riscos para o setor de seguros, afirma relatório da Fitch divulgado hoje. Segundo a análise, caso a nova seguradora venha a conduzir a distorções na concorrência de preços e práticas de subscrição em determinados segmentos. “Embora o governo tenha anunciado que ABGF vai atuar apenas sobre os riscos e segmentos onde há pouca ou nenhuma capacidade, vai levar algum tempo para se ter mais clareza no escopo da AGBF. Estaremos acompanhado de perto a evolução desse risco e as suas potenciais conseqüências nas empresas e no setor”, afirma o estudo.

A análise do setor de seguros divulgada pela Fitch abrange o primeiro semestre de 2012. Para a agecia, apesar da retração da atividade econômica, os prêmios de seguros e contribuições para previdência cresceram mais rápido do que as expectativas. De acordo com dados publicados pela Susep, os prêmios de seguros e contribuições (excluindo os prêmios de seguros de saúde) totalizou R$ 74,1 bilhões, com avanço de 21%.

Segundo o estudo, o crescimento foi impulsionado principalmente pelo produto líder de seguro de vida no país, Vida Gerador de Benefícios Livres (VGBL, um fundo de previdência privada para os indivíduos que normalmente é comparado com o americano 401k. Os prêmios de VGBL cresceram 38,1%, refletindo a demanda alta para este produto que representa cerca de um terço de todos os prêmios e contribuições. A Fitch acredita que o crescimento permanecerá sólido, dado os programas de estímulo do governo e da recuperação esperada no crescimento econômico nos próximos períodos.

Na opinião da agência de classificação de risco, o forte crescimento é explicado por uma série de fatores. Em primeiro lugar, apesar da rápida expansão observada nos últimos anos, a penetração de produtos de seguros e previdência ainda continua muito baixa no Brasil (cerca de 3,5% do PIB em 2011). Baixa penetração, combinada com indicadores macroeconômicos relativamente estáveis, bem como taxas baixa de desemprego estimulam a demanda por produtos de longo prazo no país.

Segundo a Fitch, em um ambiente de taxas de juros em queda e, conseqüentemente, diminuição dos rendimentos financeiros nos últimos trimestres, as companhias de seguros passaram a priorizar a subscrição técnica, deixando de lado a concorrência por preço, abrindo caminho para o crescimento saudável. Para a Fitch, os índices de sinistralidade foram mantidos no primeiro semestre, com algumas exceções. O segmento de automóveis foi um dos que registrou aumento nas taxas de sinistralidade, para 67,3% (65,9% e 63,9%, em 2011 e 2010, respectivamente). O aumento é explicado pela maior freqüência de roubos e alta da inflação para peças do veículo.

Outros segmentos em rápida expansão foram os que beneficiaram de incentivos governamentais e as mudanças nos padrões de consumo individuais, tais como: riscos especiais, principalmente os relacionados com a indústria do petróleo (39,2%); vida individual (32,4%); rural riscos (32%); capitalização; e riscos residenciais (31%), que é um segmento que está altamente correlacionada com as tendências de empréstimos hipotecários e, portanto, que se beneficiou do programa do governo de estímulo econômico.

O segmento de seguros de automóveis também retomou o crescimento, com expansão de 12,4% no comparativo anual (6,5% em 2011). Este resultado, principalmente, gerado pelo aumento de preços, compensou as vendas de carros, que evoluiram num ritmo menor. .Segundo a Fitch, é importante notar que o segmento de seguros de automóveis é bastante saturado e, portanto, é altamente correlacionado com as vendas de veículos novos no país. “O incentivo fiscal do IPI, introduzido pelo governo em maio de 2012 e prorrogado até novembro de 2012, deverá afetar positivamente as vendas de veículos e deve beneficiar o segmento de seguro de automóvel.

Um dos segmentos que registrou uma surpresa queda nos prêmios em comparação com o ano passado foi o de garantia, onde os prêmios caíram 8,4% no comparativo anual. O desempenho decepcionante pode ser culpa do excesso de capacidade, derrubando as taxas, e atrasos em projetos importantes. “Tendo em conta que este segmento é altamente correlacionada com os projetos de investimento público de infra-estrutura, a segunda metade do ano deve ver um crescimento muito mais rápido dado o programa de investimentos anunciado recentemente pelo governo em projetos de infra-estrutura de R$ 133 bilhões e com a eliminação do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) de 7,38% para as apólices de garantia.

Perspectiva da Fitch para o setor de seguros permanece estável. A agência acredita que os fundamentos do setor de crédito são suportados pelo potencial sólida para o crescimento, a rentabilidade razoável, a capitalização suficiente, e o ambiente regulatório prudente garantem a constituição de reserva adequada e alocação de investimentos relativamente conservador. Por outro lado, embora a Fitch acredita que a tendência de alta nos índices de perda em determinados segmentos vai ser contida através de preços mais eficazes e mais foco no controle de custos, a tendência positiva precisa ser monitorada, especialmente considerando a queda observada e esperada na receita financeira.

O ambiente de taxa de juros mais baixa deve continuar a induzir a busca mais intensa por eficiência de custos. Além disso, esse cenário de taxas baixas também pode levar à Susep a autorizar que as empresas de seguros possam investir em uma ampla gama de títulos, abrindo o caminho para ganhar rendimentos mais elevados. No geral, a Fitch espera uma ligeira queda, mas não significativa, na rentabilidade do setor, que tem se caracterizado por um retorno médio de 3% sobre os ativos (ROA) nos últimos três anos (2,7% em 2011).