Fórum de Longevidade Bradesco será transmitido ao vivo pela web

Realizado pelo sétimo ano consecutivo pelo Grupo Bradesco Seguros, o Fórum da Longevidade terá, pela primeira vez, transmissão ao vivo pela Internet (bradescoseguros.com.br), permitindo que todos os interessados acompanhem as palestras que abordarão o envelhecimento ativo e seus impactos na economia. A atração especial do evento será a palestra da atriz Jane Fonda (74 anos), que vai abordar temas como amor, saúde e fitness, na fase da vida que ela chama de terceiro ato de sua trajetória.

O Fórum também terá a presença de Bibi Ferreira (90 anos), ícone nacional da longevidade, que fará um “pocket show” do espetáculo “Bibi, Histórias e Canções”. Juntas estarão no palco para receber dos organizadores homenagens como ícones nacional e internacional da longevidade. Outro palestrante ser á o professor de Economia da Universidade de Harvard, David Bloom. O Fórum acontecerá em no dia 27 de novembro, em São Paulo, a partir das 8h.

AIG realiza workshop sobre Responsabilidade Civil Portuária

A AIG Seguros promove, no próximo dia 27 de novembro, workshop sobre o Seguro de Responsabilidade Civil Portuária. O evento ocorrerá em São Paulo. Voltado para Corretores de Seguros e Resseguros, o workshop terá como tema a “Mudança de Comportamento, Práticas Internacionais e Loss Control como Valor Agregado”.

Segundo a empresa, a cidade de São Paulo foi escolhida para receber este evento, devido sua proximidade com um dos maiores parques portuários: Santos – responsável por grande parte das cargas que transitam pelo Brasil. Os palestrantes selecionados para o evento serão Robson Alves, responsável pela carteira de Transportes e RC Portuário da AIG Brasil, Leonardo Fantini, Gerente Regional de Responsabilidade Civil Marítima , e Alfredo Chaia, Responsável pela área de engenharia de Riscos AIG Brasil.

Agenda:

27/11 (SÃO PAULO)
09:00h – 09:30h WELCOME COFFEE
09:30h – 09:45h ABERTURA (Paulo Robson Alves)
09:45h – 10:30h PRÁTICAS INTERNACIONAIS (Leonardo Fantini)
10:30h – 11:15h LOSS CONTROL COMO VALOR AGREGADO (Alfredo Chaia)
11:15h – 11:30h ENCERRAMENTO
ENDEREÇO: Professor José Lanes, n° 40 – Auditório.

Segurar.com lança tabela de preço online de seguro de carro

Comunicado

A Segurar.com lança a Tabela Segurar, aplicativo que permite fazer consultas a qualquer momento sobre o preço de seguros auto de acordo com o modelo do veículo, importado ou nacional. O sistema é abastecido por dados de diferentes seguradoras e oferece uma média ponderada dos valores e em linha com a realidade do mercado. “O preço do seguro de um veículo tem influenciado cada vez mais a decisão de compra do consumidor” explica Oswaldo Romano, CEO da Segurar.com. “A tabela foi lançada com o propósito de oferecer uma referência de valores da forma mais fácil e rápida possível”, completa. “Com a Tabela Segurar, não é mais preciso ligar para um amigo ou aguardar o retorno da corretora para saber se a apólice cabe ou não no bolso”.

Disponível também no site da corretora, em www.tabela.segurar.com, o aplicativo funciona em qualquer smartphone ou tablet.Para fazer a cotação e consultar a Tabela Segurar não é necessário nenhum cadastramento prévio. Todos os dados da tabela serão atualizados constantemente. De acordo com o COO da Segurar.com, Renato Spadafora, inicialmente a Tabela Segurar deverá apresentar uma variação de preços de até 10% em relação ao valor de uma apólice encontrada no mercado. “A tendência é que o indicador seja cada vez mais assertivo, pois estamos gradativamente ampliando a nossa base de seguradoras que oferece o seguro auto”, explica.

Argo lança seguro especiais para proteção e gestão de riscos profissionais

Pena estar fechada em especiais de previdência, o que me deixa sem tempo para me aprofundar em notícias como essa. Para não deixar de registrar, segue comunicado distribuído pela seguradora

Release

A Argo lança o Protector – tecnologia inovadora de prevenção, proteção e gestão de riscos profissionais. Com a nova modalidade de seguro, a Argo tenta tangibilizar a oferta de produtos de seguros especiais, desde a forma como são apresentados ao cliente até o momento da regulação do sinistro, permitindo que o usuário se identifique imediatamente com a proteção. Tal qual um software, o usuário Protector poderá interagir com o produto, fazendo a contratação e acessando todas as coberturas num ambiente on-line com total segurança.

Inicialmente, o Protector estará disponível para médicos, engenheiros, contadores e empresários e futuramente para outras áreascomo advogados e dentistas. “O Protector garante o risco de responsabilização por atos profissionais, incluindo as Condenações judiciais, acordos e ressarcimentos” afirma Eduardo Pitombeira, Diretor de Linhas Financeiras & Desenvolvimento de Negócios da Argo no Brasil Todos os gastos necessários para a defesa, tais como honorários advocatícios, depósitos recursais, contratação de perito, casos de calúnia, injúria e difamação, além de demais despesas suplementares são também custeados diretamente pelo Protector”, afirma Eduardo Pitombeira, Diretor de Linhas Financeiras & Desenvolvimento de Negócios da Argo no Brasil

O Protector é comercializado numa plataforma exclusiva e sua ativação é feita eletronicamente pelo usuário, sob orientação do corretor – numa plataforma segura, única e exclusiva da Argo. A Argo oferece treinamento e suporte de vendas para corretores interessados em distribuir o produto. “O mercado de seguros profissionais é praticamente inexplorado no Brasil. Acreditamos que isso se deve a deficiências na oferta e na maneira como o seguro é apresentada ao cliente”. explica Pitombeira “Procuramos oferecer uma experiência agradável, que começa com um processo de contratação bastante simplificada”

Outra novidade é a opção de pagamento em até 12 parcelas no cartão de crédito, bem como a efetivação da cobertura imediata no próprio site. Há também benefícios exclusivos, como a “Sala de Emergência” na qual profissionais que estejam enfrentando situações de risco relacionadas a sua profissão, tais como processos de clientes, possam consultar profissionais especializados na mitigação do risco. “Acreditamos que a ação preventiva rápida é a melhor maneira de minimizar prejuízos para o nosso cliente”, explica o diretor da Argo.

A Argo estima que o mercado potencial para o Protector seja de mais de 1 milhão de clientes em todo o Brasil, considerando tanto pessoas físicas quanto jurídicas abrangidas pelos produtos disponíveis na plataforma.

Mais informações podem ser acessadas em www.argo-protector.com.br

Relator busca consenso para Lei Geral dos Contratos de Seguro

Comunicado oficial

Vamos buscar um texto consensual. A afirmação foi feita pelo deputado Armando Vergílio (PSD-GO), relator do Projeto de Lei 3555/04 – que estabelece regras gerais para os contratos de seguros – após a audiência pública realizada nesta terça-feira (20) para discutir a proposta, na comissão especial criada para analisar a matéria, na Câmara.

Vergilio – que também é presidente da Fenacor – utilizará como base para o seu relatório as opiniões apuradas nessa audiência pública; no seminário “Nova Lei Geral do Seguro – PL 3.555-A”, realizado no dia 08 de novembro, com a presença de parlamentares e especialistas; e de outra audiência pública, marcada para a próxima quarta-feira (28), na qual serão ouvidas várias personalidades do setor.

O encontro desta terça-feira contou com a participação do ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, que apresentou a proposta quando ainda era deputado, em 2004.

Ele defendeu projeto, argumentando que é preciso aumentar a segurança jurídica no setor e de seguros e “balizar direitos dos consumidores”.

Para o ministro, é importante manter a espinha dorsal da proposta original. Ele entende que não é razoável que um setor que mobiliza tantos recursos seja regulado sem a participação do Legislativo, apenas com normativos infralegais editados pela Superintendência de Seguros Privados (Susep) e, em menor escala, pelo Código Civil. “Quando há interesses econômicos tão relevantes, o balizamento legal garante direitos, limites, regras, inclusive para a Administração Pública, que terá garantias para agir, e para a sociedade, que ganhará segurança em contratos dessa natureza”, afirmou José Eduardo Cardozo.

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, que foi convidado, não pode comparecer à audiência pública, sendo representado pelo secretário Executivo Adjunto do Ministério, Dyogo Henrique de Oliveira, que manifestou posição contrária a do autor do projeto.

Segundo ele, o mercado brasileiro é exemplo mundial de qualidade e não precisa de uma ampla legislação.

O secretário observou que ainda são registrados problemas nos grandes contratos, firmados em obras de infraestrutura como usinas elétricas, plataformas de petróleo e rodovias. “Não há, de maneira prática, uma regra geral que possa ser aplicada em empreendimentos com naturezas tão distintas. Nosso receio é enquadrar tudo em uma regra que acabe aumentando os custos por conta da dificuldade de prever todas as situações relacionadas aos projetos”, alertou.

Reino Unido registra aumento no custo de regulação

As queixas e preocupações das seguradoras com os atuais custos de regulação não é uma exclusividade do Brasil, comenta o consultor Francisco Galiza em seu comentário desta semana. Ele cita uma pesquisa recente para avaliar esse aspecto realizada no Reino Unido, um dos principais mercados de seguros e de resseguros do mundo. Lá estão as principais empresas de regulação que atuam no mundo, e que servem de parâmetro para normas e regras adotadas em todo o mundo.

Alguns dados do estudo destacadas por Galiza:

Nas seguradoras, os custos anuais com regulação chegam a £ 730 milhões (entre taxas para o órgão regulador, salários, serviços, etc).

Esse número total representa aproximadamente 1% do faturamento das empresas.

No último ano, as taxas de regulação, especificamente, tiveram um aumento de 36%, passando de £ 29 milhões para £ 40 milhões.

Nos últimos três anos, os custos de regulação tiveram, na média, um aumento de 75% e, em algumas empresas, uma variação de 400%!

86% das seguradoras disseram que seus negócios estão bem mais complicados do que há três anos, e 92% confirmaram que a regulação foi um dos principais motivos.

Pelo menos, um aspecto positivo: 68% das empresas acreditam que esse novo cenário pode proporcionar uma vantagem competitiva para muitas seguradoras, com benefícios para o consumidor final. “Esses dados são interessantes, para serem comparados com a realidade brasileira (tanto como referência positiva, como negativa)”, comenta Galiza.

O estudo está disponível no link http://www.insuranceage.co.uk/insurance-age/news/2223944/insurer-regulation-costs-hit-gbp730m

Assurant realiza sonhos de crianças ao participar de Make-A-Wish

Release

A Assurant Solutions é parceria da instituição Make-A-Wish® Brasil e junto com a entidade realizou nesse mês uma ação para tornar realidade o sonho de diversas crianças portadoras de alguma doença grave como câncer, leucemia, entre outras enfermidades. O projeto é realizado pelo Grupo segurador no mundo todo, simultaneamente, e no Brasil a ação foi realizada com o apoio de grupos de voluntários, todos colaboradores da seguradora. Ao todo foram atendidas 10 crianças e cada uma trouxe uma história e um desejo peculiar.

José Kaike Silva de Oliveira, de 8 anos, de Santo André, região do ABC paulista, foi um dos que tiveram o seu desejo realizado. O seu sonho era ter uma bicicleta Cross de aro 16, vermelha. Karolina do bairro do Grajaú, em São Paulo, de 13 anos, recebeu um computador. Além de ser internauta assídua, gosta de músicas. A sua preferida é a “Waka Waka” da Shakira. Já Alam, 14 anos, do Itaim Paulista, gostaria de ganhar uma sanfona e conhecer a artística e apresentadora Inezita Barroso. O jovem toca diversos instrumentos como, violão, viola, teclado e flauta. Guilherme de 10 anos, estudante de música, tinha o sonho de ter um Oboé (instrumento musical de sopro). O jovem mora em Fernadópolis (SP) com os seus pais e irmãos.

Esses são alguns exemplos de crianças que tiveram os seus sonhos realizados com o apoio da Assurant Solutions em parceria com a Make-A-Wish® Brasil. Os demais jovens receberam notebooks, viagens ao exterior, passeio no Parque do Beto Carrero, visita ao planetário e até ganhar um telescópio para observar as estrelas.

“Foi uma experiência impar fazer parte dessa missão de realizar os desejos dessas crianças e jovens. A parceria com a Make-A-Wish é uma iniciativa global do Grupo Assurant e o objetivo dessa é ajudar a tornar possível os seus sonhos”, afirma Danilo Dias, diretor de Recursos Humanos da Assurant Solutions.

Taxas de seguros tendem a subir, revela pesquisa da Marsh

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Os preços para seguros continuaram a subir durante o terceiro trimestre de 2012, seguindo a tendência que começou no segundo semestre de 2011. De acordo com o relatório Marsh Risk Management Global Insurance Index, os preços para todas as linhas de seguro subiram cerca de 0,9% no terceiro trimestre. As taxas de renovação aumentaram em média 1,4% no terceiro trimestre, o mesmo nível de aumento para as renovações que ocorreram no segundo trimestre.

Segundo Andrew Chester, CEO da Bowring Marsh, enquanto o mercado global de seguros continua em um estado claro de transição, os resultados para os segurados individuais variam significativamente. Com uma capacidade e um apetite para riscos bem gerenciados ainda forte, os segurados ainda podem atingir resultados favoráveis em suas renovações para diversas linhas de negócio.

Algumas linhas sentiram um endurecimento do cenário, com a ascensão média de 1,9% das taxas de seguros financeiros e executivos para renovações, uma tendência já anunciada no ano anterior. Instituições financeiras nos principais países da Zona do Euro vivenciam aumentos nas taxas do seguro de responsabilidade civil à medida que as seguradoras endurecem suas condições. As taxas do seguro de propriedade se estabilizaram graças à falta de grandes perdas ocasionadas por catástrofes naturais neste ano, mas continuaram a aumentar a uma média de 1,2% na renovação.

Segurados sem perdas puderam atingir renovações a taxas fixas. Se não houverem grandes catástrofes naturais, esta tendência deve manter-se, com renovações a taxas fixas cada vez mais comuns até o final do ano. Os dados sobre o mercado dos EUA mostraram que pelo segundo trimestre consecutivo, as empresas americanas estavam mais propensas a experimentarem aumentos de taxa em suas grandes linhas de seguro.

ING e HSBC negociam unidades de seguros

A reestruturação de bancos sempre mexe com a área de seguros. Nesta semana temos duas notícias sobre venda de seguradoras importantes. O ING negociou com a Comissão Europeia um prazo maior para se desfazer das unidades de seguros. Inicialmente previsto para 2013 no acordo que assinou para receber ajuda do governo holandês durante a crise financeira de 2008, agora poderá vender as operações que faltam até 2018. Entre as principais unidades do grupo à venda está na Ásia e no Brasil, na qual detém 36% do capital da SulAmérica.

Segundo nota do Valor, o comunicado divulgado ontem pelo grupo financeiro não cita a participação em seguros no Brasil, afirmando apenas que “as operações de seguros na América Latina foram vendidas em 2011”. Na região, a maior parte dos ativos foi vendida para o Grupo Sura, da Colômbia, por US$ 3,9 bilhões. Segundo informou o ING, a operação asiática será vendida em partes, enquanto nos Estados Unidos e na Europa a aposta está em ofertas públicas diferentes.

Até o fim do ano que vem, o ING terá que vender 50% de suas operações na Ásia e 25% das operações de seguros nos Estados Unidos. Em 2014, mais da metade dos investimentos nos EUA precisam ser vendidos e, em 2015, o mesmo deve ocorrer com as operações de seguro europeias. O prazo final para que o ING se desfaça de todas as operações asiáticas e americanas é 2016, já para as europeias, o prazo se estende até 2018.

Já o HSBC, que tem um brasileiro no comando da área de seguros mundial, está em conversações para vender sua participação na Ping An Insurance, segunda maior companhia de seguro da China, por algo estimado US$ 9,7 bilhões segundo avaliações de bancos envolvidos.

Mercado de seguros será desafiador em 2013, diz CEO da Chubb

Durante o tradicional encontro de final de ano com a imprensa, realizado na sexta-feira, dia 9/11, o Presidente & CEO da Chubb Seguros, Acacio Queiroz, avaliou que o cenário econômico atual e a redução da taxa Selic, hoje em 7,25%, impactaram nos preços das apólices.

“Na Chubb, a situação está estabilizada e decorre dos ajustes que fizemos em 2011. Por isso, este ano, nossos clientes não sentiram aumento nas apólices e nosso preço continua muito competitivo”, explicou o executivo para mais de 20 representantes da imprensa especializada em seguros e finanças do país presentes ao evento no restaurante Praça São Lourenço, em São Paulo.

De acordo com Acacio, em 2011 a Chubb se antecipou às mudanças econômicas e preparou a empresa para enfrentar 2012. “Fizemos uma avaliação criteriosa das nossas carteiras, reduzimos custos e nos concentramos nas áreas mais lucrativas”, disse Acacio Queiroz.

Para ele, em 2013, as seguradoras terão que rever o modelo de aplicação dos recursos financeiros, uma das principais fontes de ganhos para o setor até pouco tempo, e que caiu em 40% por conta do novo cenário econômico. “Em 2011, na Chubb 80% do lucro vinha das aplicações e 20% do operacional. No próximo ano, cada segmento deve representar 50%”, informou. Para mudar esta proporção e aumentar os ganhos operacionais, a Chubb vem trabalhando para reduzir os índices de sinistralidade e melhorar a performance interna.