Temos vários balanços publicados nos jornais e que deverão render matérias ao longo do dia, como Assurant, IRB, Zurich Santander, Credito y Caucion, bem como a coletiva da BB Mapfre em São Paulo, a partir das 11 horas, entre outros. A Porto Seguro divulgou ontem dados de seu desempenho em 2012, com lucro líquido de R$ 702 milhões. O resultado foi 15% superior ao alcançado em 2011. A receita total da empresa avançou 14% em relação a 2011, para R$ 11,5 bilhões, crescimento em todas as linhas de negócio. No ano, a rentabilidade sobre o patrimônio líquido aumentou em 0,7 ponto percentual, subindo de 16,6% para 17,3%. “Adotamos uma estratégia focada na recomposição das margens e mesmo assim conseguimos crescer em todas as linhas de negócio”, informa nota no relatório.
Unimed fecha 2012 com crescimento de 21%
A Seguros Unimed movimentou prêmios ganhos de R$ 1,2 bilhão, valor 21,45% maior que o de 2011. O lucro líquido fechou em R$ 92,1 milhões e patrimônio líquido da companhia teve um incremento de 25,02%, com R$ 463.067 milhões. Tais números correspondem aos resultados consolidados dos ramos de saúde, vida, previdência e odonto. Separadamente, o ramo saúde teve um crescimento no lucro líquido de 37,24%, com R$ 65.176 milhões, e prêmio ganho de R$ 788.405 milhões (+24,06%). Já o prêmio ganho do segmento vida atingiu R$ 344.838 milhões, um aumento 18,20% com relação a 2011. As contribuições em previdência tiveram um incremento de 5,69%, passando de R$ 54.490 milhões para R$ 57.589 milhões. Já a empresa de planos odontológicos obteve prêmio ganho de R$ 15,064 milhões, 34,25% maior que em 2011.
Em 2013, a expectativa de expansão continua e a empresa dirigirá seus esforços em três frentes: lançará o seguro de responsabilidade civil para os médicos cooperados do Sistema Unimed, acrescentando mais um importante produto ao portfólio, consolidará a presença da Unimed Odonto no mercado e irá trabalhar fortemente na expansão das vendas de Previdência Privada.
“Vamos continuar firmes na execução de nosso Planejamento Estratégico 2020 e atentos a pontos importantes para o nosso crescimento, como a abrangência dos nossos negócios e produtos, reforçar nosso posicionamento de empresa que cuida de pessoas e atingir custos competitivos em sinistralidade e despesas administrativas. Estamos felizes com os resultados e prontos para um ano cheio de novas celebrações”, declara Rafael Moliterno Neto, presidente da Seguros Unimed.
Indenizações pagas pelo Seguro DPVAT crescem quase cinco vezes mais que o aumento da frota de veículos
A Seguradora Líder DPVAT acaba de divulgar o balanço com as indenizações pagas pelo Seguro DPVAT de janeiro a dezembro de 2012. No período, foram contabilizadas 507.915 indenizações pagas por morte, invalidez permanente e reembolso de despesas médicas e hospitalares, representando um aumento de 39% em relação ao ano de 2011. O crescimento do número de indenizações em 2012 foi superior ao aumento da frota, que ficou em 7,9%, quando comparado com 2011, chegando a 74,4 milhões de veículos.
Para a Seguradora Líder DPVAT, administradora do seguro no país, o aumento acentuado das indenizações pagas é impulsionado pelo crescimento de pedidos de invalidez permanente, além de um maior conhecimento da população sobre o acesso ao benefício. “A quantidade de pessoas que recebem a indenização por invalidez permanente aumentou principalmente devido ao alto número de motociclistas que estão muito mais expostos aos impactos de um acidente. Também temos realizado uma série de campanhas educativas para a população brasileira sobre o direito ao Seguro DPVAT. A Seguradora expandiu os locais de atendimento para a vítima dar entrada no pedido de indenização com a parceria com os Correios”, afirma o diretor-presidente da Seguradora, Ricardo Xavier.
Embora representem 27% da frota nacional de veículos, as motocicletas foram responsáveis por 69% das indenizações pagas pelo Seguro DPVAT em 2012. Nestes casos, 72% das vítimas são os próprios motociclistas. Os automóveis, que respondem por 60% da frota nacional de veículos, foram os responsáveis por 25% das indenizações pagas em 2012. Para os acidentes indenizados ocasionados por automóveis, 52% das vítimas foram pedestres. De todas as indenizações pagas em 2012, 58% dos beneficiários foram os motoristas.
O perfil das vítimas que receberam indenização permaneceu estável. A grande maioria é composta por homens de idades entre 18 e 34 anos, representando 40,97% Os homens representaram 77% das indenizações pagas. A maior incidência das vítimas de ambos os sexos foram os motoristas, totalizando 58% sendo 45% destes, do sexo masculino.
Mapa dos acidentes pelo país
O Nordeste foi a região com maior quantidade de indenizações do Seguro DPVAT – 29%, quando comparado com as outras regiões. A liderança se deve aos acidentes com motocicletas que totalizaram 65% dos pagamentos. A região Sul vem logo a seguir com 28%.
Quando analisadas apenas as indenizações de morte, o Sudeste do país continua em primeiro lugar. A região representa 38% dos benefícios pagos, sendo São Paulo o estado com o maior percentual: 19% das indenizações por morte no Brasil foram entregues aos beneficiários legais das vítimas.
As estatísticas completas do balanço de 2012 do Seguro DPVAT estão disponíveis no site da Seguradora Líder DPVAT, na sala de imprensa, em Boletim Estatístico.
O Seguro de Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Via Terrestre, mais conhecido com Seguro DPVAT, existe desde 1974. É um seguro de caráter social que indeniza vítimas de acidentes de trânsito, sem apuração de culpa, seja motorista, passageiro ou pedestre. O DPVAT oferece coberturas para três naturezas de danos: morte, invalidez permanente e reembolso de despesas médicas e hospitalares (DAMS).
A atual responsável pela administração do Seguro DPVAT é a Seguradora Líder – DPVAT, que tem o objetivo de assegurar à população, em todo o território nacional, o acesso aos benefícios do Seguro DPVAT. O procedimento para o recebimento do seguro pelas vítimas de trânsito é simples e não é necessário intermediário para dar entrada no pedido de indenização. Há seguradoras em todo o Brasil para receber as vítimas de trânsito. Basta apresentar os documentos na seguradora escolhida no prazo de três anos a contar da data da ocorrência do acidente. O pagamento da indenização é feito em conta corrente ou poupança da vítima ou de seus beneficiários, em até 30 dias após a apresentação da documentação necessária. O valor da indenização é de R$ 13.500 no caso de morte e de até R$ 13.500 nos casos de invalidez permanente, variando conforme o grau da invalidez, e de até R$ 2.700 em reembolso de despesas médicas e hospitalares comprovadas.
Os recursos do Seguro DPVAT são financiados pelos proprietários de veículos, por meio de pagamento anual. Do total arrecadado, 45% são repassados ao Ministério da Saúde (SUS), para custeio do atendimento médico-hospitalar às vítimas de acidentes de trânsito em todo país. 5% são repassados ao Ministério das Cidades, para aplicação exclusiva em programas destinados à prevenção de acidentes de trânsito. Os demais 50% são voltados para o pagamento das indenizações.
CNseg e Febraban se reúnem para debater experiências sobre relacionamento com o consumidor e governo
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A Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (CNseg) realizará nesta quarta-feira, 27 de fevereiro, a 1ª Palestra do Ciclo de Ouvidorias. O evento ocorrerá no auditório do Sindicato das Seguradoras de São Paulo, a partir das 9h30.
Na ocasião, os executivos da Febraban Sérgio Giannella e Gustavo Marrone apresentarão às comissões de Ouvidoria e Relações de Consumo da CNseg, a experiência na formulação de Indicadores Públicos, no relacionamento com os órgãos de proteção ao consumidor e com a Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon). Além disso, será exposto o projeto da Central de Processamento de Reclamações e de Autoregulação, um conjunto de normas com o propósito de criar um ambiente de comunicação e respeito ao consumidor.
Segundo Ricardo Tavares, secretário das Comissões de Relações de Consumo e de Ouvidoria da CNseg, o evento demonstra o esforço do mercado segurador de qualificar ainda mais as operações que envolvem o consumidor, principalmente o relacionamento com os Procons. “O relacionamento das empresas do mercado com os órgãos de proteção ao consumidor é bom, mas devemos sempre buscar melhorias que facilitem o diálogo. Em alguns casos, há o desconhecimento sobre as operações, o que pode acabar por prejudicar o próprio atendimento”, diz.
Para 2013, a CNseg já formula a realização de uma jornada de encontros mensais com os Procons, com o apoio do Instituto Brasileiro de Política e Direito do Consumidor (Brasilcon). Entre os planos da Confederação está a realização de um curso sobre seguros voltados para os técnicos dos órgãos de proteção ao consumidor.
Obrigatoriedade
Em janeiro deste ano, a Superintendência de Seguros Privados (Susep) publicou a resolução 279, que tornou obrigatória a instituição de ouvidoria no mercado segurador, com o objetivo de assegurar os direitos do consumidor. Entre as mudanças está a redução do prazo de resposta em até 15 dias, a presença de um ouvidor que não acumule funções (exceto a de Diretor de Relações com a Susep), além da obrigatoriedade da produção de relatórios semestrais, que deverão ser validados pela Auditoria Interna da empresa e ficar à disposição da fiscalização da autarquia, pelo prazo mínimo de cinco anos.
Para Tavares, a publicação da resolução deu continuidade a um processo que já vinha sendo anunciado pela Susep desde 2010 e, portanto, já estava sendo esperado pela maioria das seguradoras, as quais já ofereciam os serviços de Ouvidoria desde 2004, de forma voluntária. “O mercado entende a importância do investimento constante nas ouvidorias, uma vez que esse canal é fundamental para atender às demandas dos consumidores. Além disso, em função do trabalho das Ouvidorias, as empresas contam com um importante banco de dados e estatísticas sobre as manifestações de seus consumidores, obtidos gratuitamente, que podem ser utilizados para o aperfeiçoamento de seus negócios”, comenta.
Bolívia começa a repatriar carros roubados no Brasil
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O governo da Bolívia começa amanhã, dia 27, a devolver os carros roubados no Brasil que estavam em situação irregular naquele país. Inicialmente 300 veículos serão repatriados em caminhões cegonha a partir de Puerto Quijaro, fronteira com Mato Grosso do Sul. Será realizada uma cerimônia para a entrega oficial na cidade boliviana, que terá a presença do Ministro da Justiça José Eduardo Cardoso e do Embaixador do Brasil na Bolívia, Marcel Biato.
A negociação para a entrega dos veículos foi feita pelos governos brasileiro e boliviano e pela Federação Nacional das Seguradoras (FENSEG), que está bancando toda a operação de transporte, apesar de apenas nem todos os veículos estarem segurados.
Os veículos serão levados até o pátio da delegacia de furtos e roubos de veículos de Campo Grande, onde, depois de periciados, estarão em condições de serem devolvidos aos proprietários.
As negociações para a devolução dos carros começaram em 2011, após o governo boliviano editar uma lei para regularizar os carros com documentação em situação irregular no país. O pedido de regularização se daria através da internet e, em seguida haveria uma vistoria. Caso não existisse nenhuma restrição, seriam regularizados. Foram cadastrados 123 mil veículos na internet.
As seguradoras brasileiras, através da FENSEG, mandaram um ofício ao governo brasileiro pedindo que tentasse impedir esta ação de legalização, porque a Bolívia é um importante destino dos carros roubados no Brasil e temia-se um aumento do roubo no país.
A partir de acordo entre seguradoras brasileiras e os dois governos, foi feito o cruzamento de dados com a base de dados das seguradoras brasileiras de 2,4 milhões de veículos com registro de roubo/furto entre janeiro de 2005 e junho de 2011, e constatou-se que 4500 veículos entre os 123 mil cadastrados eram roubados no Brasil.– entre carros, motos, caminhões, ônibus e até um trator.
Em julho de 2011, o governo brasileiro (Itamaraty) e as seguradoras negociaram com o governo boliviano a forma como se daria o retorno desses veículos ao Brasil.
Foi então montada uma operação para trazê-los em caminhões cegonha e as seguradoras se responsabilizariam pelo transporte até Campo Grande, onde seriam devolvidos a seus proprietários. No caso de veículos segurados, eles seriam entregues diretamente às seguradoras por terem elas indenizado integralmente os proprietários.
Mais um concorrente em resseguros: BTG Pactual
Mais um concorrente em resseguro. A Susep autorizou o BTG Pactual a atuar como ressegurador local, com capital de R$ 100 milhões.
Porto Seguro faz reunião com analistas e investidores de São Paulo
Na próxima sexta-feira, 1° de março, a partir das 8h30, os executivos da área de Relações com Investidores da Porto Seguro (www.portoseguro.com.br) irão comentar os resultados obtidos pela Companhia no quarto trimestre de 2012, em reunião pública da APIMEC em São Paulo (SP). Serão abertas sessões de “ Perguntas e Respostas” para os investidores, analistas de mercado e o público interessado.
Reunião APIMEC – Divulgação dos resultados do 4T12 da Porto Seguro
Quando: sexta-feira, 1° de março de 2013
Horário: 8h30
Onde: Hotel Blue Tree Premium Faria Lima
Endereço: Av. Brigadeiro Faria Lima, 3989 – São Paulo/SP (com estacionamento gratuito no local)
Credenciamento
Jornalistas interessados em acompanhar a reunião com a APIMEC podem se credenciar com a RAF Comunicação, por e-mail (regina@raf.com.br) ou pelo telefone (11) 5573-8916
Marsh contrata líder da prática de Project Finance
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A Marsh contrata Silvia Vergara como sua nova Líder da área recém criada Prática de Project Financ. Será responsável por desenvolver novas abordagens no segmento de Infraestrutura, gerenciando e alavancando o relacionamento da corretora com clientes, prospects, bancos, investidores, mercado de seguro, associações e centros de influência em geral. Silvia também traz sua larga experiência no mercado de Seguro Garantia, já tendo atuado em cargos de direção em grandes empresas do setor e por isto, também oferecerá suporte estratégico ao time de Garantia da Marsh Brasil.
Ecovias acionou seguradora para indenizar clientes prejudicados com deslizamento de terra
A Agência Brasil informa:
Os motoristas que tiveram prejuízos no deslizamento na Rodovia dos Imigrantes no final da tarde de sexta-feira (22) serão indenizados pelo seguro da Ecovias, concessionária que administra a estrada. Segundo a assessoria da Ecovias, já foram feitos os contatos iniciais com a seguradora para garantir o atendimento aos afetados pelo incidente.
O desabamento da encosta da rodovia que liga a capital paulista ao litoral atingiu 24 veículos e matou uma pessoa. O ponto atingido, na altura de Cubatão (SP), no sentido para São Paulo, continua interditado.
TaClaro.com investe em programa para agilizar cotação de seguro
A TaClaro.com acaba de fechar uma parceria com as multinacionais Insurance Systems Inc, “ISI” (Canadá) e Caedent (Reino Unido) que irá viabilizar a implementação de um sistema de gestão de negócios inédito no mercado brasileiro. Com isso, a TaClaro.com passa a disponibilizar às companhias de seguro uma nova tecnologia que tem como objetivo trazer mais agilidade na precificação de seguros, integração de recursos e gestão de apólices.
Por meio da parceria, a TaClaro.com será distribuidora/integradora exclusiva na América do Sul do ISI Enterprise, solução de gestão de apólices, totalmente integrada e baseada em navegador seguro; e da Caedent, especialista na implementação de tecnologias para o mercado de seguros. Ambas empresas já atuam em mercados como América do Norte, Europa e África.
O ISI Enterprise é uma ferramenta de gestão de apólices que permite às operadoras gerenciar todas as linhas de negócios em uma única plataforma moderna, que inclui, além da gestão de apólices, viabilização de portais, faturamento, atendimento a cliente, resseguro, contabilidade e inteligência de negócio. O sistema conta com ferramentas de importação e atualização automática do conteúdo e também propicia a implementação de novos produtos, atualização de taxas, regras, formulários e outras configurações sem a necessidade de modificar o código-fonte durante a implementação. Dessa forma, as seguradoras contam com a flexibilidade e agilidade para hospedar e manter a solução internamente ou a opção de contratação pelo modelo Software-as-a-Service (SaaS).




