O número de países que sofrem violência política aumentou 36%, segundo estudo da Marsh

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O número de países que sofrem violência política aumentou 36% em um ano, uma tendência que provavelmente continuará devido à crescente instabilidade de em regimes de vários países em todo o mundo, é o que diz a Prática Global de Riscos Políticos da Marsh e sua Prática de Crédito, além da empresa de análise de risco e mapeamento, Maplecroft, que em conjunto com a Marsh, lançou o Mapa de Risco Político 2013. De acordo com o mapa, 38 países, ou aproximadamente um em cada cinco de todos os países analisados, estão passando por uma escalada de violência política – em 2012 eram 28 os países nesta situação.

O mapa destaca a dinâmica dos riscos políticos em 197 países, incluindo conflitos, terrorismo, estabilidade macroeconômica, estado de direito, ambientes regulatórios e de negócios, risco de desapropriação, recursos para segurança e disponibilidade de infraestrutura. Grande parte desta realidade é consequência dos efeitos resultantes da violência política e do terrorismo que têm se espalhado da Líbia e Síria até o Mali, Líbano, Argélia e pelo Norte e Oeste da África, chegando até o Oriente Médio.

Ao mesmo tempo, os investidores estrangeiros enfrentam um risco intensificado de desapropriação em países ao longo do Oriente Médio e do Norte da África, onde as sociedades tentam impor mudanças de regime. Os poderes vigentes usam frequentemente a desapropriação e recorrem ao nacionalismo para pacificar descontentamentos sociais que possam ameaçar seus respectivos regimes. Entre os países com maior risco de mudança de regime forçada pela revolta social encontram-se: Guiné-Bissau, Zimbábue, Síria, Madagascar, Sudão Meridional, Paquistão, Iêmen, Mali, Bangladesh, Quênia e Turcomenistão, de acordo com o Mapa de Risco Político 2013.

“As empresas com investimentos estrangeiros diretos estão operando em um ambiente volátil e de mudanças bruscas com a capacidade de provocarem instabilidades que poderiam trazer impactos financeiros negativos e mudanças aos planos destes investidores”, afirma Alyson Warhurst, CEO da Maplecroft. “O recente sequestro de reféns por terroristas na Argélia, a atual crise da dívida européia, as desapropriações de ativos energéticos na Argentina e Bolívia, a guerra civil incessante na Síria, os ataques à embaixada e ao consulado dos EUA no Egito e na Líbia e as repercussões constantes decorrentes das mudanças de liderança na China, ilustram a natureza dinâmica do atual cenário de risco político global”.

“Levando em consideração este ambiente altamente volátil, é indispensável que os investidores estrangeiros permaneçam a par das questões que possam impactar tais regiões e tenham planos estratégicos para proteger seus interesses das ameaças resultantes de mudanças políticas e de atos de violência imprevistos”, afirma Evan Freely, Líder Global das Práticas de Risco Político e Crédito da Marsh. “Cada vez mais empresas estão recorrendo ao seguro de Risco Político como forma de salvaguardar seus interesses vitais de expansão, ativos, cadeias de fornecimento e fluxos de receitas nestes mercados com alto potencial de crescimento, mas, com risco mais elevado.”

Mercado de seguros de pessoas tem crescimento de 14,45% e movimenta R$ 21,8 bilhões

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O mercado de seguros de pessoas, que engloba vários produtos, dentre eles, o seguro prestamista, o seguro educacional e os seguros de vida individual e em grupo, fechou 2012 com R$ 21,8 bilhões em prêmios emitidos, um crescimento de 14,45%, na comparação com o mesmo acumulado do ano anterior, segundo a FenaPrevi (Federação Nacional de Previdência Privada e Vida), entidade representante de 74 empresas que comercializam produtos de vida e previdência.

De acordo com levantamento da federação, no acumulado de 2012 foram pagos aos segurados cerca de R$ 5,7 bilhões em indenizações, 11,44% a mais do valor registrado no ano anterior, quando foram pagos R$ 5,1 bilhões. “As indenizações demonstram a importância social do seguro, o qual proporciona proteção e garantia para a continuidade dos projetos pessoais e da vida econômica, do segurado e seus familiares”, afirma Osvaldo Nascimento, presidente da FenaPrevi.

O seguro viagem, que cobre acidentes, extravio ou perda de bagagens, despesas hospitalares e médicas, de viajantes em deslocamentos no Brasil e exterior, foi o destaque no período. A modalidade registrou R$ 68,1 milhões de prêmios emitidos no acumulado do ano, expansão de 59,28% em relação aos doze meses do ano anterior.

A performance desse segmento é reflexo do maior fluxo de passageiros no país e para destinos internacionais. Segundo o Departamento de Estudos e Pesquisas do Ministério do Turismo, o número de viagens internas subiu de 190,8 milhões, em 2011, para cerca de 197 milhões, em 2012. O fluxo de viajantes internacionais também cresceu como têm mostrado os indicadores de gastos dos brasileiros no exterior. “O brasileiro está viajando mais, ancorado pelo aumento da renda e do emprego, o que impactou positivamente a emissão de seguros para cobertura de passageiros em trânsito”, diz.

O segundo produto de maior crescimento relativo foi o seguro educacional, que movimentou R$ 27 milhões, alta de 42,24%, em relação ao acumulado de 2011, quando foram registrados R$ 19 milhões em prêmios. “É um produto que tem forte apelo entre os pais, pois seu objetivo principal é auxiliar nas despesas com a educação do menor, principalmente as mensalidades escolares, em caso de morte, invalidez ou desemprego do responsável financeiramente pelo estudante”, afirma.

De acordo com o balanço da FenaPrevi, o seguro contra desemprego e perda de renda, foi outro produto com desempenho positivo, no acumulado de 2012. A modalidade somou R$ 108,6 milhões, 32,71% superior aos R$ 81,8 milhões registrados em 2011. “Esse é um seguro que está entre os mais procurados pelos brasileiros porque garante ao segurado uma renda temporária em caso de desemprego, para o pagamento de dívidas e prestações”, explica o executivo.

O prestamista, proteção financeira comercializada pelas seguradoras principalmente em parceria com redes de varejo, foi também o seguro com significativo crescimento relativo em 2012. Registrou uma expansão de 29,49% e prêmios de R$ 5,8 bilhões, contra R$ 4,5 bilhões, em 2011.

Ranking das seguradoras por prêmio no acumulado de 2012 – R$ 21,8 bilhões

Grupo BB/Mapfre (19,51%)

Grupo Bradesco (17,98%)

Grupo Itaú (12,72%)

Zurich Santander Brasil Seguros e Previdência (9,78%)

Icatu Seguros (4,65%)

Grupo Caixa (4,02%)

Grupo HSBC (4,00%)

Metropolitan Life Seguros e Previdência (3,46%)

Cardif do Brasil Vida e Prev. (2,86%)

SulAmerica (2,17%)

*As demais seguradoras representaram 18,87% dos prêmios de seguros. Foram considerados, para este ranking, as respectivas holdings.

Resultado Mensal – Dezembro de 2012

Na avaliação mensal, o mercado de seguros de pessoas movimentou R$ 1,9 bilhão em dezembro de 2012, expansão de 18,58%, em relação ao mesmo mês de 2011. Dentre os seguros de maior representatividade no mercado, os produtos que obtiveram o melhor desempenho foram o viagem e o prestamista. O volume de prêmios do seguro viagem cresceu 78,84% e somou R$ 6,7 milhões, em relação aos R$ 3,8 milhões registrados no mesmo período do ano passado. Já o prestamista registrou R$ 593,4 milhões, 59,50% superior aos R$ 372 milhões de dezembro de 2011. O seguro de vida também obteve desempenho expressivo em dezembro: R$ 747 milhões (alta de 8,49%).

Grupo Caixa Seguros registra lucro de R$ 1,22 bilhão em 2012

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O Grupo Caixa Seguros apresentou em 2012 lucro líquido de R$ 1,22 bilhão – o maior de sua história. A Companhia registrou crescimento de 22%, ante lucro líquido de R$ 1 bilhão obtido em 2011. Em faturamento, o Grupo (que atua nas áreas de seguros, previdência, capitalização, consórcios e saúde) fechou o exercício passado com R$ 7,975 bilhões.

“O mercado de seguros se manteve sólido no Brasil, com bons índices de crescimento, mesmo num ano em que as principais economias do mundo estavam se recuperando de dificuldades”, avalia o presidente da Companhia, Thierry Claudon. “Para 2013, vamos acompanhar a CAIXA em sua estratégia de crescimento, focando em seguros simples e acessíveis, investindo no segmento de pequenas e médias empresas e ampliando nossa participação nos mercados de vida e previdência”, conclui.

Veja alguns destaques das empresas do Grupo:

CAIXA SEGURADORA – Volume dos prêmios chegou a R$ 2,2 bilhões, ante R$ 1,8 bilhão do ano anterior (crescimento de 22,2%).Foram pagos cerca de R$ 600 milhões em indenizações e benefícios. Em 2012, destaca-se o expressivo crescimento no mercado de Vida – principalmente no quesito de seguros populares.

CAIXA VIDA E PREVIDÊNCIA Encerrou o exercício 2012 com lucro líquido de R$ 204,2 milhões. Alta de 22,1%, se comparado aos R$ 167,2 milhões registrados no ano anterior. O estoque de reservas técnicas cresceu 20,5%, passando dos R$ 16,1 bilhões para R$ 19,4 bilhões. A empresa inovou no mercado com seus produtos de taxa de carregamento zero na entrada para aportes pequenos.

CAIXA CONSÓRCIOS
Lucro líquido, no exercício de 2012, de R$ 123,4 milhões. Ampliação da carta de crédito para R$ 700 mil (máxima era de R$ 300 mil).

CAIXA CAPITALIZAÇÃO
O lucro líquido da Companhia atingiu os R$ 160,1 milhões. Valor 27% maior do que os R$ 125,7 milhões obtidos no exercício anterior. Em 2012, contemplou 8.486 clientes e entregou R$ 55,7 milhões em prêmios. Foi sorteado o maior prêmio da história da empresa: R$ 5 milhões.

CAIXA SEGURADORA SAÚDE
Em 2012, em seu primeiro ano de operação, a empresa inovou na venda em canais online, principalmente do produto odontológico.

Família Larragoiti retoma controle da Sulasapar. Veja comunicado

Finalmente alguma notícia sobre a parceria SulAmérica e ING, que gera especulações há anos entre jornalistas. O fato relevante publicado hoje pela SulAmérica informa que a partir desta data as ações de emissão da Companhia de titularidade do ING ficam desvinculadas do atual Acordo de Acionistas entre Sulasa e ING, datado de 10 de maio de 2002 (“Acordo de Acionistas Atual”) e de todas as suas restrições à alienação, sem importar, no entanto, qualquer modificação aos demais direitos e obrigações ali previsto.

Com o Fechamento da Operação, a atual participação direta e indireta do ING na Companhia, correspondente a 36,0% de seu capital social total, terá sido reduzida a uma participação direta de 28,8% do capital social da Companhia. Ao mesmo tempo, a participação da Família Larragoiti na Companhia, direta e indireta, aumentará dos atuais 24,8% para 31,9%.

A SulAmérica e suas controladas deixarão de associar sua marca à marca ING. Ao mesmo tempo, o ING não poderá realizar qualquer atividade ou negócio no Brasil considerado concorrente à SulAmérica durante o período de cinco anos a partir da data de fechamento da operação.

Na nota, o grupo afirma que nada na operação afetará o curso normal das operações da SulAmérica e suas controladas operacionais ou tampouco o controle final da companhia, já detido pela Sulasa.

FATO RELEVANTE

Em atendimento ao disposto no artigo 157, §4º, da Lei nº 6.404/76, e na Instrução CVM nº 358/02, a Sul América S.A. (BM&FBovespa: SULA11) (“Companhia” ou “SulAmérica”) vem a público informar que firmou, como interveniente-anuente, acordo celebrado nesta data entre sua controladora Sulasapar Participações S.A., companhia fechada (“Sulasapar”), e o ING Insurance International B.V. (“ING”), acionista da Sulasapar e da SulAmérica (“Contrato”), o qual prevê a realização de reorganização societária e recompra, pela Sulasapar, da totalidade da participação acionária do ING na Sulasapar, permanecendo como único acionista da Sulasapar, ao término da operação, a Sulasa Participações S.A. (“Sulasa”), holding da Família Larragoiti, já atual controladora da Sulasapar (“Operação”).

Nos termos do Contrato:
(a) A partir desta data, as ações de emissão da Companhia de titularidade do ING ficam desvinculadas do atual Acordo de Acionistas entre Sulasa e ING, datado de 10 de maio de 2002 (“Acordo de Acionistas Atual”) e de todas as suas restrições à alienação, sem importar, no entanto, qualquer modificação aos demais direitos e obrigações ali previstos.
(b) No fechamento da Operação (“Fechamento”), será firmado distrato do Acordo de Acionistas Atual, o qual será substituído por um novo Acordo de Acionistas a ser celebrado entre a Sulasapar e o ING no âmbito da Companhia, cujo propósito consistirá em assegurar ao ING o direito de indicar um membro para o Conselho de Administração da Companhia enquanto for titular de, no mínimo, 10% (dez por cento) do capital social da Companhia.
(c) Será facultada, de acordo com o disposto no Estatuto Social da Companhia, e por prazo a ser oportunamente informado, a conversão de ações ordinárias de emissão da Companhia em ações preferenciais, visando a formação de novas units. A Sulasapar, nos termos do Contrato, converterá uma determinada quantidade de ações e entregará as respectivas units ao ING por meio de reorganização societária, mantendo a titularidade da maioria do capital votante da Companhia.
(d) A partir do Fechamento, a Companhia e suas controladas deixarão de associar sua marca à marca “ING”.
(e) Durante o período de 05 (cinco) anos que se seguir à data do Fechamento da Operação, o ING não poderá, direta ou indiretamente, utilizando a marca ou o nome “ING”, realizar qualquer atividade ou negócio no Brasil considerado concorrente com as atividades e negócios da Companhia e suas controladas.

Com o Fechamento da Operação, a atual participação direta e indireta do ING na Companhia, correspondente a 36,0% de seu capital social total, terá sido reduzida a uma participação direta de 28,8% do capital social da Companhia. Ao mesmo tempo, a participação da Família Larragoiti na Companhia, direta e indireta, aumentará dos atuais 24,8% para 31,9%.

O Fechamento da Operação estará sujeito ao cumprimento de determinadas condições suspensivas previstas no Contrato, usuais em transações similares, incluindo a obtenção das aprovações governamentais pertinentes, no Brasil e na Holanda.

Nada na Operação afetará o curso normal das operações da SulAmérica e suas controladas operacionais ou tampouco o controle final da Companhia, já detido pela Sulasa.

A Companhia manterá seus acionistas e o mercado em geral informados acerca de quaisquer novos fatos relevantes atinentes à operação aqui descrita.

Mercado brasileiro é estratégico para o grupo Allianz

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Nesta quarta-feira à noite, Edward Lange, presidente da Allianz Seguros, recebeu dois dos principais executivos do Grupo Allianz: dra. Helga Jung, membro do Conselho de Administração da Allianz SE , e Vicente Tardio, presidente da Allianz para as operações da Península Ibérica e América Latina , no Arola 23 – Hotel Tivoli Mofarrej.

Esta é a primeira vez que Helga Jung vem ao país, após assumir as regiões da Península Ibérica, América do Sul, em janeiro do ano passado. A visita ressalta o apetite do Grupo Allianz pelo mercado brasileiro, que teve participação de 61% nas operações da América Latina. “Nenhum outro mercado emergente conseguiu obter tal equilíbrio entre a democracia e a prosperidade amplamente difundida como o Brasil”, disse Helga Jung.

Para Vicente Tardio, o Brasil está no caminho certo: “Um país que se desenvolve em seguros de varejo é próspero e isso está acontecendo aqui no Brasil”.

Lange aproveitou a presença dos convidados para revelar os investimentos que a Allianz está fazendo no país, tais como o novo edifício corporativo, que tem o dobro do espaço do atual, e a plataforma tecnológica que entra em funcionamento no 2º semestre de 2013, e conta com investimentos de mais de 40 milhões de euros. O presidente da Allianz ainda mencionou a intenção da seguradora em ampliar sua atuação no segmento Saúde, em relação a produtos e fornecedores.

“O ano de 2013 será de muito trabalho. O nosso foco está na eficiência nos serviços, reforçando a presença da Allianz, sobretudo, no varejo, que é responsável por 48% das vendas da companhia”, afirmou Lange.

Os executivos desembarcaram no país na última quarta-feira, 27, e partem para outros países da América do Sul onde o Grupo opera nesta quinta-feira, 28. Helga Jung e Vicente Tardio vieram conferir de perto o crescimento da Allianz no país – que registrou alta de 16% em 2012 -, conhecer o novo edifício corporativo da companhia, em Pinheiros – cuja mudança está prevista para o segundo semestre –, além de reunirem-se com a equipe local para definição de novas estratégias no país, englobando importantes investimentos.

Lucro da SulAmérica avança 7,8%, para R$ 483,2 milhões

A SulAmérica apresentou lucro líquido de R$ 483,2 milhões em 2012, ficando 7,8% acima do resultado de 2011. O resultado financeiro da companhia ficou em linha com o que os diretores esperavam e fechou 2012 em R$ 564,7 milhões, queda de 14,2% em relação ao ano anterior, causado pelas dificuldades enfrentadas no cenário macroeconômico e a queda da taxa básica de juros.

As vendas atingiram prêmios de R$ 10,6 blhões, alta e 12,5%, com crescimento significativo no segmento de seguro saúde, impulsionados, entre outros, pelas apólices de pequenas e médias empresas. A SulAmérica afirma que 2013 será um ano de eficácia operacional, com melhoria da procutividade da empresa, que tem perspectivas de recuperação da atividade econômica e um mercado de trabalho robusto para este ano. Veja abaixo a íntegra da carta que abre o relatório financeiro, assinada pelo CEO Thomaz Menezes.

“Fortes resultados no quarto trimestre consolidaram um ano movimentado e bem-sucedido para a SulAmérica. Assim, 2012 foi um ano especial e ficamos contentes em ver que o nosso desempenho validou as principais decisões estratégicas da companhia. Reagimos com sucesso aos desafios que nos foram apresentados ao longo do ano, entre os quais destaco a redução da taxa de juros, a alta sinistralidade e o avanço da inflação médico-hospitalar. Nosso resultado em 2012 é fruto de um dos pilares fortes da SulAmérica – uma visão de longo prazo, sustentada por elevado profissionalismo, engajamento, e identificação que administradores e demais colaboradores têm com a companhia.

Apresentamos crescimento significativo de prêmios, principalmente no segmento de seguro saúde, impulsionados, entre outros, pelas apólices de pequenas e médias empresas. Reduzimos a nossa sinistralidade mesmo em meio a condições de mercado adversas. Além disso, entregamos um excelente resultado financeiro, consequência da boa gestão da carteira de investimentos. Nosso resultado, mais uma vez, demonstra a vantagem do nosso modelo de negócios multilinha, com a SulAmérica se mantendo em posições de destaque nas principais áreas em que atua.

Não obstante os desafios a que fomos submetidos em 2012, aproveitamos o bom momento do mercado de capitais e fizemos nossa primeira emissão de debêntures, num montante total de R$500 milhões. Na sequência, obtivemos upgrade do nosso rating pela agência de classificação de riscos Fitch, que nos elevou a categoria de grau de investimento. A melhoria da nota refletiu o ótimo momento pelo qual a seguradora passa, com crescimento das operações, solidez financeira e caixa confortável. Também conquistamos, pelo segundo ano consecutivo, o 1o lugar no prêmio “As Melhores Companhias para os Acionistas – 2012”, organizado pela Revista Capital Aberto, em que foram avaliados quesitos como criação de valor, retorno da ação e dividendos, governança corporativa e sustentabilidade.

O crescimento orgânico foi forte e consistente, impulsionado pela inovação e por uma marca cada vez mais presente em todo o País. Estamos confiantes na nossa capacidade de manter um padrão de crescimento sustentável e prosseguir na melhoria da rentabilidade em nossas principais áreas de negócios ao longo dos próximos anos.

As perspectivas de recuperação da atividade econômica e um mercado de trabalho robusto são certamente encorajadoras. 2013 será um ano de foco, disciplina, excelência e eficácia operacional, estabelecimento de prioridades e melhoria da produtividade. Continuaremos criando valor de forma sustentável, fortalecendo nossas operações e buscando uma adequada remuneração do capital dos acionistas. Estamos convencidos de que a SulAmérica está bem posicionada para um futuro promissor.”

Ricardo Saad deixa Bradesco Auto RE e Tarcisio Godoy assume

Realmente o dia está cheio de novidades para a indústria de seguros. Ricardo Saad deixa a presidência da Bradesco Auto RE para se lançar a novos desafios. Em seu lugar assume Tarcisio Godoy, que estava cuidando da diretoria de finanças e controladoria da Bradesco Seguros.

Godoy terá pela frente um grande desafio, tendo em vista que ele é um executivo com formação em finanças, já tendo sido secretário adjunto do Tesouro Nacional e também presidente da Brasilprev, a empresa de previdência do Banco do Brasil. Agora ele comandará uma das maiores seguradoras do Brasil focada na venda de seguros gerais, tendo seguro de carro como o carro chefe. Também faz parte da companhia seguro de casa, empresarial, grandes riscos e resseguro. Vamos aguardar mais detalhes em breve.

Seguros representa 28,3% do ganho do Paraná Banco

O Paraná Banco encerrou 2012 com lucro líquido ajustado de R$ 151,8 milhões, número 21,7% superior aos R$ 124,8 milhões obtidos no ano anterior. Este resultado leva a rentabilidade, medida pelo retorno sobre o patrimônio líquido (ROAE), a 13,1%, o que representa um retorno sobre o CDI de 156,5%. O fim do exercício de 2012 do Banco combinou rentabilidade, crescimento de carteira e manutenção da qualidade dos ativos de crédito.

A participação do grupo segurador no resultado do Banco foi de 28,3% em 2012. Em dezembro o sócio norte-americano Travelers Companies exerceu sua opção de aumentar a participação nas empresas de seguros JMalucelli, o que, para a Administração, representa o reconhecimento de uma perspectiva de médio/longo prazo para o negócio de seguros bastante positiva. Em volume de negócios, a JMalucelli Seguradora emitiu 16,6% mais apólices de seguro garantia do que no decorrer de 2011, que, no entanto, por conta da maior disputa de players deste mercado, renderam um volume de prêmios retidos estável na comparação anual.

No acumuldado de janeiro a dezembro de 2012 o mercado de seguro garantia brasileiro apresentou uma estagnação, decrescendo 1,5% em relação a 2011 segundo dados da SUSEP. Também em 2012, como já fazem desde 1997, a JMalucelli Seguradora e a JMalucelli Resseguradora mantiveram a liderança de mercado com 28,3% e 34,4% do mercado de garantia, respectivamente. A perspectiva para 2013 é positiva. Gustavo Heinrich, vice-presidente da JMalucelli Seguradora, acredita que 2013 estará “no aguardo do avanço das obras de infraestrutura, como, por exemplo, do trem-bala, das rodovias, do saneamento básico e dos empreendimentos ligados à energia”. O discurso pouco mudou do ano passado, mas a verdade é que a expectativa ainda é a mesma.

Segundo o Presidente do Paraná Banco, Cristiano Malucelli, o ano de 2012 foi de crescimento e ganho de eficiência. “O balanço do Banco cresceu 22% acompanhado de elevação e reafirmação de nossos ratings, criando condições bastante favoráveis para redução do custo de funding a médio prazo. Temos executado nossa estratégia com muita disciplina buscando ganhos de eficiência via controle de custos e melhoria de processos. A manutenção da qualidade da carteira sempre esteve no topo da nossa agenda e tem ganhado ainda mais atenção a medida que avançamos em middle“, finaliza Malucelli.

BB Mapfre lucra R$ 884 milhões em 2012, 19,1% acima do ano anterior

O grupo segurador BB Mapfre divulgou hoje lucro líquido de R$ 884 milhões em 2012, avanço de 19,1% sobre 2011. O resultado foi comemorado na matriz, que destacou a operação brasileira entre os pontos principais do balanço mundial. No Brasil, o ganho da seguradora representou uma fatia importante do sócio Banco do Brasil, que divulgou lucro de R$ 121 bilhões em 2012.

O volume de prêmios avançou 18%, para R$ 11,3 bilhões. Segundo dados da Susep, o grupo conquistou market share, passando de 15,6% para 16,2%. O índice de sinistralidade do grupo apresntou redução de 0,9%, para 51,1%. As provisões técnicas totalizaram R$ 8,9 bilhões e o patrimônio liquido R$ 4,9 bilhões. Os ativos totais atingiram R$ 18,9 bilhões.

Em 2013, o grupo apresentará muitas novidades. No entanto, nada pode ser dito em relação a isso em razão do período de silêncio que precede o IPO, protocolada ontem pelo BB na Comissão de Valores Mobiliários (CVM). Segundo o fato relevante, a emissão será realizada no Brasil, em mercado de balcão não organizado, com esforços de colocação no exterior. A quantidade total de ações inicialmente ofertada poderá ser acrescida de um lote suplementar equivalente a até 15% dos papéis inicialmente ofertados (ações suplementares). As ações suplementares serão exclusivamente de titularidade do Banco do Brasil.

Marcos Ferreira, CEO em Auto, Seguros Gerais e Affinities, informou durante coletiva na sede da empresa, em São Paulo, que o bom desempenho de 2012 foi marcado pelo amplo e diversificado portfolio de produtos, sinergia entre as áreas, abrangente estrutura de distribuição e a independência entre os canais. “Todos esses itens nos ajudaram a aumentar a nossa competitividade”, disse.

Carlos Landim, diretor de controladoria, apresentou resultados positivos em praticamente todos os indicadores do grupo segurador. No segmento de pessoas, o grupo ocupa a primeira colocação no ranking, com faturamento de R$ 4,2 bilhões, o que lhe dá participação de 19,6% do mercado. Em automóvel, a BB Mapfre tem a segunda colocação, superada pela Porto Seguros, com market share de 14%, com R$ 4 bilhões, alta de 13,9% sobre 2011.Em seguros de danos, o grupo encerrou 2012 com prêmios de R$ 2,9 bilhões, alta de 12,8%, com avanço considerável no segmento de grandes riscos.

“Concluindo, foi um ano de desempenho importante, crescemos 18%, um retorno de patrimônio de 23%, abrimos sucursais, lançamos produtos diferenciados mesmo sendo um ano dedicado a integração dos sistemas e buscas por sinergias. Encerramos o ano satisfeitos”, conclui Ferreira. O grupo finalizou 2012 com 5,7 mil colaboradores, 4 mil prestadores de serviços e 15 mil corretores. Quanto a colocar os produtos da BB Mapfre na preteleira dos corretores online, Ferreira informou que a estratégia do grupo ainda está sendo definida.

Lucro líquido da Chubb Seguros alcança R$ 32,8 milhões em 2012

A Chubb Seguros encerrou 2012 com lucro líquido de R$32,8 milhões e patrimônio líquido de R$392,6 milhões. Já em ativos totais superou a marca de R$1,1 bilhão. O resultado é atribuído ao aumento de 5% nos prêmios ganhos somado a uma carteira mais diversificada, com o crescimento acima da média do mercado ao longo dos últimos anos e a uma forte disciplina de subscrição e controle de despesas. “Em conjunto, estas diretrizes posicionam positivamente a companhia perante o mercado brasileiro, apresentando de forma consistente bons resultados”, avalia Acacio Queiroz, Presidente & CEO da companhia, em nota divulgada a imprensa.

Os resultados de 2012 permitirão que a companhia invista ainda mais em 2013 nas linhas de atuação, no desenvolvimento de alianças estratégicas com corretores e no trabalho de expansão geográfica. Em 2013, a companhia continuará priorizando a inovação de produtos, o treinamento focado na qualidade de serviços e os investimentos em tecnologia para reduzir custos e agilizar processos.

Mesmo diante as incertezas econômicas e da volatilidade do mercado, o resultado financeiro de 2012 alcançou R$ 47,5 milhões e reflete a consistente política de investimentos, que se concentra na aplicação em títulos públicos em reais.

O índice combinado da Chubb em 2012, através do conceito Susep foi de 87% e o índice combinado ampliado de 83%. A agência de risco Moody’s reafirmou pelo 6º ano consecutivo a classificação da operação brasileira como Aaa.br, de acordo com a escala nacional. Esta classificação está baseada na forte estrutura local, suas subscrições compartilhadas, sinistros, e pela expertise atuarial e financeira aliada ao Grupo Chubb.