Levantamento feito pela SulAmérica Seguros, Previdência e Investimentos identificou aumento de 21% na demanda das empresas por seguro com proteção contra vendaval em 2012, cuja cobertura é oferecida na apólice do SulAmérica Empresarial. Para a seguradora, o aumento da frequência e intensidade dos eventos climáticos que afetaram diversos países, entre eles o Brasil, tem feito com que aumente a preocupação com riscos desta natureza. .
“Toda empresa está exposta a riscos e nesta época do ano é comum o aumento de temporais que podem vir acompanhados de quedas de granizo, vendavais e outros eventos correlatos. E para evitar que eventos desta natureza se tornem um aborrecimento, oferecemos proteção e segurança que preservam o patrimônio empresarial e até mesmo a continuidade do negócio, evitando perdas e prejuízos maiores para os empresários”, explica o diretor de Ramos Elementares da SulAmérica, Luís Alberto Mourão.
As empresas que contratam a cobertura adicional de vendaval na sua versão mais completa ficam protegidas em caso de danos materiais causados às edificações e seu conteúdo, diretamente por vendaval, queda de granizo, ciclone, tornado, furacão, queda de aeronave ou quaisquer outros engenhos aéreos ou espaciais, impacto de veículos terrestres e fumaça.
A SulAmérica constatou também que entre os ramos de atuação das empresas que mais contratam esta cobertura estão os restaurantes (48%), vestuário (39%), bares (28%) e escritórios (25%). A seguradora percebeu ainda que Santa Catarina é o estado que mais busca esta proteção, seguido do Rio Grande do Sul e São Paulo. “Isso acontece por questões basicamente geográficas, devido a essas regiões receberem constantemente os efeitos da entrada de frentes frias que muitas vezes são acompanhadas por rajadas de ventos, o que faz com que os empresários dessas praças procurem mais por esse seguro”, acentua Mourão.
O Clube dos Corretores de Seguros de São Paulo (CCS-SP), capitaneado pelo mentor Alexandre Camillo, recebeu nesta terça-feira (05/03) o titular da Superintendência de Seguros Privados (Susep), Luciano Portal Santanna para um agradável bate-papo, em almoço no Restaurante do Circolo Italiano.
“Nosso objetivo no CCS-SP é promover a interlocução dos corretores com profissionais de representatividade em seguros, e São Paulo tem a honra e o privilégio de receber a autoridade máxima do nosso pujante setor”, afirmou Camillo. O evento reuniu cerca de 300 pessoas – além dos associados do Clube, contou com a presença de lideranças de corretores de seguros de São Paulo, incluindo de clubes e sindicatos de outras localidades, além de presidentes e diretores das principais seguradoras do mercado.
Luciano Portal Santanna se colocou à disposição dos corretores de seguros. “Temos um grupo de trabalho para atualizar as normas da corretagem de seguros, um momento importante, pois discutimos com corretores e com os seguradores sobre o que não esta funcionando bem. O CCS-SP completa 40 anos de fundação, eu que ainda não tenho esse tempo de idade não poderia deixar de vir participar de reunião de uma entidade tão tradicional”, afirmou.
“Tudo o que é produzido pela Susep, pelos seguradores ou outros atores dessa indústria é levado para os consumidores por meio dos corretores. Por isso, tenho que agradecer ao superintendente por transmitir a nós melhor entendimento do nosso setor”, disse Camillo.
O superintendente falou sobre projetos e ações no período de ano e meio à frente da Susep. Projetos como a regulamentação do seguro popular de automóvel “usamos como critério os veículos a partir do terceiro ano de uso, é um mercado grande em potencial”, e do PGBL Saúde, “que seria um produto diferente, fiscalizado parte pela Susep e parte pela ANS”.
Uma das mais recentes ações é a substituição de penalidades de multa a corretores de seguros, por recomendações (advertências) em casos de infrações consideradas leves. “Preferimos abrandar em casos em que analisamos a ausência de má-fé”. Por outro lado, foram estabelecidas penalidades de multa para profissionais de seguradoras como pessoa física, quando identificado o responsável por uma infração.
Também enfatizou as ações da Susep visando à transparência e à eficácia do setor. “Estamos fiscalizando as resseguradoras, seguradoras, empresas de previdência e capitalização, para estimular a adequação às regras. Uma empresa que sabe que será fiscalizada, começa a se preparar, corrigir ajustes, sanar os problemas. E é isso que queremos. Nenhuma empresa ficará mais de dois anos sem fiscalização. No caso de corretores, visitamos muitos, mas apenas quando somos demandados, pois a Susep tem a dificuldade de fiscalizar quase 70 mil corretores, tendo uma estrutura enxuta com 347 colaboradores. Nos queremos um mercado que funcione melhor e com melhor credibilidade perante a sociedade e a premissa do cumprimento dos contratos é essencial para o desenvolvimento do mercado de seguros”.
Também sobre transparência, falou sobre a disponibilização de dados e atendimento de solicitações na Lei de Acesso à Informação. “Desde a entrada em vigor da Lei (em maior de 2012) lideramos o ranking no atendimento a questionamentos. Isso reflete a importância do mercado de seguros que tem milhões de segurados”.
Falou sobre a criação das entidades autorreguladoras da corretagem de seguros, e garantiu que o modelo concebido pelo Conselho Nacional de Seguros Privados está fase final de estudos. “Nós temos um sistema de autorregulação que irá abranger quem aderir voluntariamente. É um assunto polêmico, mas já existe um modelo no mercado de capitais, dentro da CVM – Comissão de Valores Mobiliários. A autorreguladora será complementar à Susep, que pode reverter suas penalidades”.
Sobre o fim do convênio de cadastramento de corretores de seguros entre Susep e Fenacor/ Sincor’s, explicou que a falta de estrutura para atender em diversos pontos do Brasil fez com que precisasse ser criado um novo sistema e deixasse de ser emitida a carteirinha. “Criamos novas regras, tivemos que abrir mão da carteirinha e reformular o sistema. Tivemos e podemos ainda ter dificuldades, mas é um sistema que está funcionando, não é oneroso e é mais rápido do que via sindicato. Quando tivermos as autorreguladoras, não descarto a possibilidade de fazer alguma parceria”.
Contou sobre a criação de um livro didático sobre seguros que será encaminhado a todas as escolas de Ensino Médio do país. ”A reflexão que o aluno fará na escola sobre a importância da previdência e do seguro será levada para dentro de casa. Com um programa sério de educação, nosso mercado vai crescer ainda mais”.
Afirmou que está sendo criado um sistema de fiscalização para o mercado marginal de seguros, formado por empresas que vendem seguro sem regularidade nem reservas técnicas para garantia. Com o projeto de lei para a criação da Comissão Nacional de Seguros – “para substituir a Susep e a CNSP, com estrutura melhor do que existe hoje” – poderá liquidar também as empresas do mercado marginal de seguros.
A Superintendência de Seguros Privados (Susep) liberou os primeiros cinco produtos de microsseguro para serem comercializados. Direcionados a um público-alvo de baixa renda (classes C, D e E), com idade de contratação variando entre 18 e 70 anos, sendo que em alguns planos a venda está restrita a titulares de conta bancária ou caderneta de poupança, os produtos serão vendidos por meio de correspondentes bancários, correspondentes de microsseguro, corretores de microsseguro, lojas, empresas de prestação de serviços e também por meios remotos.
Segundo nota divulgada pela Susep, esses primeiros produtos liberados serão comercializados pelas empresas Bradesco Auto Re e Bradesco Vida e Previdência, Companhia de Seguros Aliança Brasil e Vida Seguradora, do grupo BB Mapfre, e Panamericana de Seguros.
Nota da Bradesco informa que em breve o Grupo segurador passará a disponibilizar o Microsseguro Bradesco Proteção em Dobro. Inicialmente, o novo produto estará disponível em cerca de 1 mil agências do Banco Bradesco em todo o Brasil, além das agências localizadas em comunidades de São Paulo e do Rio de Janeiro. A comercialização será apoiada por meio eletrônico – telefonia móvel e de POS (Point of Sales) -, tecnologia já utilizada pelo Grupo que, de acordo com a empresa, além de viabilizar a integração e simplificação dos processos de venda em todo o país, reduz significativamente os custos de aquisição do seguro.
“Nossa expectativa é levar os benefícios do seguro a milhões de brasileiros ainda sem acesso a esse mercado. Trata-se de um produto simples de ser entendido e fácil de adquirir, a custo muito acessível”, afirmou, em nota, o diretor executivo do grupo, Eugênio Velasques, para quem operar no segmento de microsseguro é uma vocação natural do grupo pela sua atuação em todo o País.
Segundo comunicado da Susep, existem quatro produtos de microsseguro de pessoas, que estão focados principalmente nas coberturas de Morte Acidental e Reembolso de Despesas com Funeral, cobrindo sinistros ocorridos com o segurado e seus dependentes em qualquer parte do planeta. Além destas, também há produtos que oferecem as coberturas de Morte, Reembolso de Despesas com Funeral, Invalidez Permanente Total por Acidente, Despesas Médicas, Hospitalares e/ou Odontológicas decorrentes de acidente pessoal, Diárias por Internação Hospitalar, Diárias por Incapacidade Temporária, Desemprego e Doenças Graves.
As definições de cada cobertura podem ser encontradas na Circular Susep nº 440/2012. Para microsseguro de danos, foi protocolizado somente um produto, que oferece as coberturas de incêndio, queda de raio e explosão para residências em todo o território nacional.
A Susep regulamentou o microsseguros em junho de 2012. As circulares que formam estabelecem apólices de baixo valor voltadas para a população de menor poder aquisitivo. As regras criam a figura do corretor de microsseguro, pessoa das comunidades que será treinada e autorizada pelo órgão regulador a atuar como intermediário, desde que habilitado para isso. As normas permitem, ainda, o uso de correspondentes de microsseguros, como forma de estreitar a relação com o consumidor. Para ofertar e promover planos de microsseguros, os fornecedores deverão estabelecer contrato ou firmar convênio com as com as sociedades seguradoras. As seguradoras deverão registrar o estabelecimento junto à Susep.
O prazo mínimo de vigência das coberturas de microsseguro será de um mês. As sociedades seguradoras e entidades abertas de previdência complementar deverão protocolar junto à autarquia os planos de microsseguro, incluindo condições gerais ou seus regulamentos. Outra norma limita o valor das coberturas nas apólices, para que o produto seja caracterizado como microsseguro. Como exemplo, a indenização para perda de bagagem esta em R$ 1 mil, para seguro de vida, em R$ 24 mil, e reembolso de despesas com funeral em R$ 4 mil.
A regulamentação ainda permite uso de celular na venda de seguros e a inclusão de sorteios pela capitalização. Os bilhetes de microsseguro emitidos pelas sociedades seguradoras deverão conter informações como: nome do plano ao qual se vincula o documento; nome e CNPJ da sociedade seguradora; número do processo administrativo de registro junto à Susep; número de controle do bilhete; entre outros.
O dano elétrico decorrente de tempestades (raios e vendaval) e oscilação de energia é a principal causa dos acidentes com eletroeletrônicos e eletrodomésticos dentro das residências. Segundo estudo realizado pela Liberty Seguros, com base em 5.715 mil solicitações de atendimentos a residência (casa e apartamento) de seus segurados, entre dezembro de 2011 a novembro de 2012, 44% dos incidentes corresponderam a danos elétricos.
Segundo o diretor de Sinistros da Liberty Seguros, Francisco Minarelli, os eletroeletrônicos e eletrodomésticos queimados pela oscilação de energia, devido a tempestades ou problema na transmissão, têm sido a principal causa de acionamento de seguro residencial. “Danos elétricos acontecem principalmente em dias chuvosos e tiveram mais ocorrências em algumas cidades do interior de São Paulo, por exemplo, em Ribeirão Preto, Araçatuba, Franca, Marília e Presidente Prudente, chegando a ser mais do que o dobro da média no Brasil, que corresponde a 2,2% para cada 100 residências”, afirma.
Ainda de acordo com a pesquisa, a segunda maior causa das chamadas foi por ocorrência de roubos ou furtos, chegando a 30% das ligações. Já, 18%, por conta de vendavais e, 3%, devido a incêndios. Os demais 5% das solicitações dos serviços foram em razão de outros acidentes, por exemplo, quebra de vidros. “Vendavais são sazonais e em algumas situações a sua intensidade causa grandes estragos, atingindo em poucos minutos muitas residências gerando prejuízos. Esse fenômeno é frequente principalmente em algumas regiões do Sul do país”, explica.
Alguns incidentes apresentam mais ocorrências em determinadas épocas do ano. De acordo com a base da Liberty, os danos elétricos, por exemplo, acontecem com maior frequência em março (53% dos casos), fevereiro (50%) e janeiro (46%). “Março é marcado por fortes chuvas, gerando muitos problemas elétricos nas residências”, diz Minarelli.
Roubos e furtos, de acordo com o levantamento, têm maiores picos no mês de julho (43%), agosto (42%); maio (37%). “Julho é período de férias e sempre apresenta maior incidência dessa modalidade de crime, já que grande parte das famílias está viajando e fica um período maior fora de casa”, analisa. “Já agosto e maio não têm relação direta com o período de férias, são ocorrências corriqueiras ligadas a invasões nas residências”, completa o diretor da Liberty.
Ranking de serviços solicitados
A pesquisa mapeou também os serviços mais solicitados entre janeiro e outubro de 2012. Do total de 28.700 chamadas registradas, 34% foram por problemas de encanamento, 23% para consertos de eletrodomésticos e eletroeletrônicos.
A Mapfre Investimentos, uma das cinco maiores assets management independentes do Brasil, acaba de lançar no País o Mapfre Inversion Hiper Agressivo Multimercado, fundo desenvolvido de forma exclusiva que tem como foco proporcionar mais rentabilidade aos aplicadores, sendo, dessa maneira, uma opção àqueles que procuram um maior retorno financeiro para seus recursos.
Destinado a investidores especializados (pessoas física e jurídica, além de investidores institucionais) e que possuem predisposição ao risco, o produto, que também usará de alavancagem, é o mais agressivo já disponibilizado pela companhia, sendo mais exposto ao risco oferecido pelos mercados de taxa de juros pré e pós-fixados, índices de preços, moeda estrangeira, renda variável, dentre outros.
Com aporte inicial de R$ 50 mil e aplicações adicionais de R$ 5 mil, o novo fundo é mais uma alternativa que a MAPFRE Investimentos disponibiliza ao investidor que quer se adequar à nova realidade econômica do País, que inclui queda acentuada dos juros, inflação e baixíssima perspectiva de ganhos no curto prazo.
“Devido às características do produto, poderemos alocar os ativos favoráveis à carteira de acordo com o cenário macroeconômico”, explica o vice-presidente da MAPFRE Investimentos, Elíseo Viciana, ressaltando que “a expectativa da empresa é captar R$ 100 milhões somente no primeiro ano”.
Ainda segundo Elíseo, “com as mudanças econômicas e com a queda de juros acentuada, os investidores começaram a buscar produtos mais sofisticados e se dispor um pouco mais ao risco. Por se tratar de um produto que tem como meta um público que observa atentamente onde estão seus recursos e quanto está rendendo, o Inversion Hiper Agressivo vem suprir justamente esta lacuna, permitindo ao investidor aplicar seus recursos e obter um retorno maior e com mais segurança”.
O Sindicato dos Corretores de Seguros no Estado de São Paulo (Sincor-SP) promoveu no último dia 28/02, no auditório do Sindicato das Seguradoras, Previdência e Capitalização do Estado de São Paulo (Sindseg SP), um encontro com as seguradoras que atuam no ramo de Automóvel, com o objetivo de apresentar seu modelo de ferramenta multicálculo para uso exclusivo dos corretores de seguros associados.
Em fase de desenvolvimento, essa ferramenta busca agilizar o processo de cotação do seguro, mas sem prejudicar as condições comerciais do mercado. “O corretor de seguros leva em torno de 65 minutos para cotar e transmitir a proposta aprovada para o consumidor. Queremos reduzir esse período para cinco minutos e assim garantir aos profissionais mais tempo para prospectar negócios e prestar um melhor serviço de consultoria ao cliente”, destacou o presidente do Sincor-SP, Mário Sérgio de Almeida Santos.
Para o Sindicato, a participação das seguradoras é muito importante para viabilizar a construção de um sistema que beneficie de forma abrangente o mercado de seguros. “Atualmente existem diversas empresas que oferecem soluções ao mercado que podem ser adquiridas por alguns corretores. Todos esses sistemas demandam tempo e recursos das seguradoras para adaptação. Tornando-se parceiras do Sincor-SP nesse projeto, as seguradoras serão beneficiadas, pois contarão com uma plataforma única, que permitirá ganhos em escalas, tecnologia de ponta e mais facilidade para lançar novos produtos, além de contar com um maior contingente de corretores comercializando seus seguros”, afirma Mário Sérgio.
Sobre a disponibilização de dados, Mário Sérgio garantiu que o modelo idealizado não abrirá indistintamente os cálculos de todas as companhias. “Os corretores terão acesso somente às informações das seguradoras com as quais já trabalham”, afirma.
Para o desenvolvimento de sua ferramenta multicálculo, o Sincor-SP montou diferentes grupos de corretores de seguros que estudaram vários aspectos negativos e positivos da implantação do sistema. Com esse material de apoio, o Sindicato estabeleceu critérios específicos para sua viabilização, como a não abertura do cálculo diretamente ao consumidor, a permissão das operações apenas com o uso do certificado digital, a disponibilização de cálculos real time aos corretores por parte das seguradoras com as quais já trabalham e contar com o serviço de empresas especializadas em tecnologia e direito digital para garantir a boa prestação de serviços.
Desse encontro, o primeiro de uma série que o Sindicato pretende promover, participaram representantes das seguintes companhias seguradoras: Alfa Seguradora, Bradesco Seguros, Chubb Seguros, HDI Seguros, Liberty Seguradora, Mapfre Seguros, Marítima Seguros, Mitsui Sumitomo Seguros, Porto Seguro, SulAmérica Seguros, Tokio Marine Seguros, Yasuda Seguros e Zurich Seguros. Também marcaram presença os membros da Comissão Multicálculo do Sindicato, sua diretoria executiva e os profissionais das empresas parceiras em tecnologia e direito digital.
O Grupo Euromoney, por meio da revista Reactions, realiza a 5a Conferência Anual de Resseguros do Brasil, no Rio de Janeiro, nos dias 13 e 14 de março. Segundo divulgou, o evento acontece em uma das economias que mais cresce no mundo. “À medida que o Brasil expande rapidamente as oportunidades nos setores de energia, construção e engenharia, as empresas de seguros e de resseguros devem encontrar maneiras de acomodar esse crescimento de maneira sustentável e positiva”, informa o material publicitário.
Há várias palestras interessantes, com pesos pesados que negociam os maiores contratos de seguros do país. Mas é preciso checar a possibilidade de cobrir o evento, pois as credenciais para imprensa são limitadas.
Dia 1, quarta-feira, 13 de março de 2013
8h45 Inscrição e comes e bebes
9h30 Notas de abertura do líder da mesa
9h45 Palestra de abertura: Oportunidades e desafios no mercado de seguros brasileiro
Alexander Moczarski, CEO & President, Guy Carpenter & Company LLC at Marsh & McLennan Companies Inc.
10h15 Visão geral macroeconômica: Como o seguro brasileiro está atravessando a crise econômica global? Taoufik Gharib, Director, Standard and Poors
10h45 Comes e bebes e networking
11h30 Painel executivo de resseguro: O papel das resseguradoras na crescente sofisticação do mercado Wady Cury, Executive Officer – Great Risks, BBMapfre Seguros Marco Antonio de Simas Castro, President & General Representative, Lloyd’s Brazil
Margo Black, Head of Latin America, Swiss Re
Paulo Eduardo Botti, CEO, Terra Brasis Re
Moderator: Taoufik Gharib, Director, Standard and Poors
12h15 Os principais riscos de mercado estão sendo absorvidos adequadamente para o mercado de resseguros? João Botelho, Product and Reinsurance Superintendent, Itau Seguros Nilton Rafael Haiter, Reinsurance Executive Superintendent, Tokio Marine
Ana Carolina Pereira Mello, Director – Property & Engineering Line, Argo Seguros
13h00 Almoço
14h30 Operações externas: Oportunidades para operar em outros países latino-americanos
Juan Fernando Serrano, President, Latino Insurance
15h00 Cobertura de responsabilidade ambiental: Quanto tempo para entrar no ritmo?
Marco Antônio P Ferreira, Soluções Corporativas, Itaú Seguros S.A. Nathalia Gallinari, AIG Seguros Brasil, Environmental Underwriter Adias Gerbaud, Environmental Underwriter, International P&C,
XL Group
15h45 Comes e bebes e networking
16h15 Sessão técnica: Petrobras pede por gerenciamento
Luciana Carvalho, Claims & Control Manager, Petrobras
16h45 Sessão de infraestrutura: Criação e expansão do investimento no setor de infraestrutura dinâmica
Kátia Luz, Vice President Engineering & Construction, Odebrecht Vanderlei Bittencourt Ravazzi, Superintendente de Subscrição, Itau Unibanco Rosemary B Herzka, Director, Engineering-Property, Malucelli Seguros Moderator: Kaoru Fujita, Technical Director, Miller do Brasil
17h30 Notas de encerramento do líder da mesa, seguidas de coquetel de recepção
Dia 2, quinta-feira, 14 de março de 2013 8h45 Comes e bebes
9h15 Notas de abertura do líder da mesa
9h30 A cobertura de catástrofes deveria ser levada mais a sério no Brasil?
Joaquin Toro, Senior Disaster Risk Management Specialist, World Bank
10h00 Painel executivo de seguro brasileiro anual: Inovando novos nichos no mercado
Jacques Bergman, CEO, Fairfax Brazil, Edward Lange, CEO, Allianz Seguros, Luis Reis, Head of Mass Consumer Latin America, Zurich Seguros Wady Cury, Executive Officer – Great Risks, BBMapfre Seguros
10h45 Comes e bebes e networking
11h15 Agrosseguro: Garantindo maior penetração de mercado em um setor crucial
Jose Cullen, Head of Agro & ECM CorSo Brazil & Senior Vice President, Swiss Re Corporate Solutions
Luiz Roberto Foz, President of the Rural Insurance Commission, FENSEG Laura Emilia Dias Neves, Executive Director, Agro Brasil Seguro Agricola Pedro Loyola, Economist, Association of Grain Growers in Parana State (FAEP)
12h00 Seguro de garantias: Como as crescentes perdas em 2012 afetaram esta linha de negócios?
Carla Acras, Surety Manager, AIG Seguros, Gustavo Mello, Professor at Funenseg and Owner, Correcta Seguros, Renato Rodrigues, Director, Liberty International Underwriters, Specialty Lines Division of Liberty Seguros
Carlos Frederico Ferreira, CEO, AUSTRAL Insurance Company Moderator: Marcelo Mansur, Partner, Mattos Filho, Veiga Filho, Marrey Jr e Quiroga Advogados.
12h45 Debate de encerramento do líder da mesa: Criando um mercado aberto – Como o debate se desenvolve no Brasil David Matcham, Chief Executive, International Underwriting Association
13h15 Notas de encerramento do líder da mesa, seguido de almoço
A Mongeral Aegon, uma das dez maiores seguradoras independentes do Brasil, encerrou 2012 comemorando o crescimento. O destaque foi o lucro líquido de R$ 18 milhões – 67% acima do observado em 2011. A empresa registra, ainda, um aumento de 20% no faturamento, que chegou a R$ 549 milhões.
O resultado reflete o empenho da companhia em crescer seus negócios com a satisfação do consumidor. “Alcançamos esse resultado positivo com um grande investimento na excelência em prestação de serviço, consolidação das parcerias comerciais existentes, criação de novas parcerias e canais de distribuição, desenvolvimento de novos produtos e fidelização de clientes”, revela Helder Molina, presidente da Mongeral Aegon.
Em 2012, a companhia iniciou sua atuação no segmento de seguros populares com o Minha Família. A partir da regulamentação do mercado de microsseguros, a Mongeral Aegon pretende atuar também neste segmento. Além disso, lançou os planos Previdência Sustentável, os primeiros do mercado brasileiro regidos pelos requisitos da sustentabilidade. No ano passado, ainda foi destinado R$ 1 milhão em ações de marketing esportivo.
“Em 2013, a Mongeral Aegon ampliará investimentos em infraestrutura, tecnologia, recursos humanos e pesquisa e desenvolvimento, buscando níveis ainda mais elevados na prestação de serviços e parcerias comerciais”, completa Molina. A expectativa da seguradora para o ano é crescer 30%.
Apresentando um crescimento consistente na operação do Brasil, a MetLife – seguradora global com soluções em vida, previdência privada e planos odontológicos – finalizou 2012 com 12% de aumento no lucro líquido em comparação com o exercício anterior, passando de R$37,1 milhões em 2011 para R$41,5 milhões. Em relação ao patrimônio líquido, fechou em R$475,6 milhões, alta de 16,9%. Apresentou ainda aumento médio anual de 27,7% nos seus ativos totais desde 2008, os quais alcançaram R$3,4 bilhões no encerramento de 2012.
Esse crescimento pode ser atribuído ao desenvolvimento de novos produtos, de canais e novas parcerias de distribuição, e também ao contínuo atendimento às linhas de negócios já existentes, que fizeram com que a MetLife aumentasse significativamente suas vendas e seu faturamento.
“O resultado positivo reforça a convicção da companhia em continuar investindo para construir uma operação sólida e de longo prazo no Brasil, o que nos faz muito otimista com resultados e desafios que virão em 2013”, afirma Mario Traverso, presidente da MetLife no Brasil.
As provisões técnicas totais atingiram o montante de R$2,7 bilhões. Os fundos VGBL e PGBL acumularam, no conjunto, R$2,04 bilhões, crescimento de 32,5% em relação a 2011.
Em 2012, a MetLife indenizou a seus segurados e beneficiários um total de R$286 milhões, que corresponde a cerca de 15.400 sinistros pagos no ano. Este foi mais um ano de redução do índice de sinistralidade, ficando em 40,1%, comparado a 42,7% de 2011, fruto dos investimentos na qualidade de subscrição de riscos e dos processos de análise e pagamentos de sinistros.
A Prudential do Brasil Seguros de Vida divulgou aumento no volume de prêmios de seguros(1) em 28% se comparado a 2011, atingindo a casa dos R$ 369 milhões. O lucro líquido da companhia foi de R$ 22.425 mil. Os resultados foram apurados pelas normas contábeis brasileiras (Brazilian Generally Accepted Accounting Principles – BRGAAP). Em USGAAP (práticas contábeis norte-americanas), o lucro de 2012 antes da incidência dos impostos foi de R$ 1 milhão. Em dezembro de 2012, a Companhia registrou mais de 150 mil Apólices de Seguro de Vida Individual em vigor, elevando o Capital Segurado em vigor(2) a R$ 52 bilhões. 37% a mais, comparado ao mesmo período em 2011.
“Os resultados deste exercício são fruto do nosso compromisso: conscientizar as pessoas sobre a importância do seguro de vida. Representam o empreendedorismo e senso de missão de nossos Franqueados e a dedicação eficiente de nossos Funcionários. A Prudential do Brasil mantém seu objetivo de Proteção Familiar personalizada aliada ao aprimoramento constante”, afirma Fabio Lins, presidente da Segurador, em nota divulgada à imprensa.
A Prudential do Brasil encerrou o ano de 2012 com a abertura de três novas agências e o marco de 150 mil apólices em vigor. Em 2013, o plano de crescimento já teve continuidade com a efetivação de duas novas parcerias para comercialização de seus seguros de vida: com o Grupo XP e o Grupo Case. Em fevereiro, novas agências foram abertas no Rio de Janeiro e chegará ao Distrito Federal para a comercialização de seguro de vida individual personalizado.
A Prudential do Brasil possui vários projetos de suporte a comunidades carentes, saúde de crianças, encorajamento do voluntariado, sustentabilidade e, também, apoio às vítimas de catástrofes naturais. Dentre elas, e a fim de ajudar a alcançar os Objetivos do Milênio estabelecidos pela Organização das Nações Unidas (ONU), a companhia também reforçou em 2012 seu compromisso social através de doações em dinheiro. As instituições escolhidas são focadas na educação e qualidade de vida de moradores de comunidades de baixa renda do Rio de Janeiro
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