A Tokio Marine Seguradora fechou o ano de 2012 com uma produção recorde de R$ 2,085 bilhões em seguros gerais, incluindo o DPVAT. Entre os destaques do resultado estão a produção de cerca de R$ 1 bilhão de prêmios emitidos no ramo Automóveis, o que representa um crescimento de 55% em relação ao ano anterior, e o crescimento de 22% na produção de Afinidades. Também foram expressivos os desempenhos do Produto Empresarial, que cresceu 30% em relação a 2011, e Transporte, com um aumento de 10% no período.
Segundo o Diretor Executivo Comercial, Valmir Rodrigues, essa é uma marca histórica e entre as razões apontadas para o crescimento expressivo estão o aumento do número de Corretores e as inovações que a companhia tem implementado em seus produtos e serviços, especialmente em tecnologia.
“Houve um aumento de 48,9% da base de Corretores ativos da Companhia, o que ocorreu ao mesmo tempo em que tivemos um significativo crescimento na produção dos profissionais que já eram parceiros da Seguradora”, afirma Rodrigues. Hoje, a Tokio Marine Seguradora tem 15,5 mil Corretores cadastrados.
De acordo com o executivo, o aperfeiçoamento dos serviços oferecidos para Corretores, Assessorias e Clientes também foram determinantes para a conquista dos resultados. Recentemente, a Tokio Marine Seguradora fez investimentos no Autoatendimento via internet, implementou melhorias na ferramenta de websinistro, lançou o Portal de Oficinas e seu novo vídeo institucional. “Em 2013 continuaremos investindo no aprimoramento de nossos produtos, serviços e processos para que sejamos cada vez mais reconhecidos como uma excelente Companhia para fazer negócios”, conclui Valmir Rodrigues.
Nota oficial distribuída pela Susep aos jornalistas
Como forma de facilitar tornar ainda mais acessível as informações aos consumidores de seguro, o Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP), seguindo sugestão da Susep (Superintendência de Seguros Privados), aprovou norma que cria elementos mínimos a serem observados na contratação de seguro por meio de bilhete. Pela nova regra, os bilhetes deverão conter os seguintes elementos de caracterização do contrato: o ramo de seguro, com o respectivo código, nos termos da legislação específica; nome completo da seguradora, CNPJ e o código de registro junto à Susep; número do processo administrativo(s) de registro junto à autarquia do plano de seguro ao qual se vincula o bilhete; número de controle do bilhete; data da emissão do bilhete; nome ou razão social do segurado, seu endereço completo e respectivo CNPJ, se pessoa jurídica, ou CPF, se pessoa física; identificação dos beneficiários no caso de seguro de pessoas; identificação do bem segurado, no caso de seguro de danos; coberturas contratadas; valor monetário do limite máximo de garantia ou do capital segurado de cada cobertura contratada; riscos excluídos e/ou bens excluídos; e franquias ou carências aplicáveis a cada cobertura, se previstas; período de vigência do bilhete de seguro, incluindo a data de início e término das coberturas contratadas.
Deverá constar do bilhete ainda o valor a ser pago pelo segurado a título de prêmio, incluindo: prêmio de seguro por cobertura contratada; valor do IOF, quando for o caso; e valor total a ser pago pelo segurado; prazo e forma de pagamento do prêmio e, se for o caso, sua periodicidade; prazos de tolerância e os períodos de suspensão aplicáveis, se previstos; documentação necessária para o recebimento da indenização para cada cobertura contratada; prazo máximo para pagamento da indenização ou do capital segurado pela sociedade seguradora; número de telefone da central de atendimento ao segurado/beneficiário disponibilizado pela seguradora responsável pela emissão do bilhete; informação do link no portal da Susep onde podem ser conferidas todas as informações sobre o plano de seguro ao qual se vincula o bilhete contratado; número de telefone gratuito de atendimento ao público da autarquia; chancela ou assinatura do representante seguradora; e nome e número de registro na Susep do corretor, se houver.
Além disso, toda e qualquer informação capaz de influenciar a decisão do consumidor ou que importe em restrição de direitos deverá constar obrigatoriamente no bilhete, sendo que sua disposição gráfica e a programação visual serão determinadas pelas seguradoras, observando-se que as cláusulas restritivas de direito devem estar em destaque, permitindo sua imediata e fácil compreensão.
Caso o segurado seja estrangeiro, poderá ser utilizado o número do passaporte, com a identificação do País de expedição, para pessoa física, ou o número de identificação no Cadastro de Empresa Estrangeira/Bacen (Cademp) para pessoa jurídica, excetuadas as universalidades de direitos que, por disposição legal, sejam dispensadas de registro no CNPJ e no Cademp.
As seguradoras deverão abrir processos administrativos específicos para os planos de seguro comercializados por meio de bilhete. A contratação de seguros por emissão de bilhete poderá ser feita mediante solicitação verbal do interessado, desde que realizada de modo inequívoco, e cuja comprovação caberá à seguradora. A vigência das coberturas oferecidas em planos de seguros contratados mediante a emissão de bilhete iniciar-se-á sempre a partir das 24 horas da data de pagamento do prêmio, mas a Susep poderá estabelecer critérios distintos de início de vigência para determinadas coberturas.
Fica a Susep autorizada a expedir normativos complementares em função dos critérios específicos inerentes a cada ramo de seguro. É vedada a cobrança de custo de emissão na contratação de planos de seguro por meio de bilhete. Esta norma não se aplica aos seguros obrigatórios, que deverão observar regulamentação específica. As seguradoras não poderão comercializar produtos em desacordo com o disposto nesta Resolução, após decorrido o período de 180 dias a partir de sua publicação.
Os planos atualmente comercializados deverão ser adaptados à presente Resolução dentro do prazo previsto no caput, mediante abertura de novo processo administrativo. Os contratos em vigor devem ser adaptados à presente Resolução na data das respectivas renovações.
Dando continuidade ao plano de expansão para 2013, a AIG, líder mundial em seguros gerais, patrimoniais e de responsabilidade civil, acaba de anunciar Fábio Cabral como Diretor de Grandes Riscos para o Brasil e Paulo Alves como Superintendente de Especialidades para AIG Brasil.
Fabio, que em janeiro de 2012 foi nomeado Diretor de Vendas para o Brasil, agora será responsável também pela Diretoria de Subscrição de Grandes Riscos da AIG no país. Ele manterá suas funções em Vendas e assumirá a liderança da Área Técnica da Empresa.
Paulo, em sua nova função, estará à frente de linhas de negócios como Ambiental, Aeronáutico, Crédito, Garantia, Pequenas e Médias Empresas e Transportes, reportando-se a Fabio Cabral.
Fábio Cabral começou a carreira na AIG em 2000, no Rio de Janeiro, onde atuou na área de vendas. Em 2005 passou a trabalhar na AIG em Nova Iorque e posteriormente Miami – dando suporte às operações da América Latina para Financial Lines até 2007, quando voltou para São Paulo. Em janeiro de 2012 foi nomeado Diretor de Vendas no Brasil.
Paulo Alves começou sua carreira em 1993 como estagiário na AIG chegando ao cargo de vice-gerente de Marine. Após um período fora da empresa, retornou em 2009 para reestruturar a Área. No mesmo ano, Paulo tornou-se presidente da Comissão Técnica da Federação de Seguros Marítimos.
Pelo segundo ano consecutivo, a Lojacorr S.A.* realiza um grande evento para reunir todos os Corretores de seguros Acionistas da empresa – atualmente mais de 370 profissionais. A 2ª Convenção Nacional Lojacorr S.A. acontecerá em Florianópolis/SC (cidade escolhida pela maioria dos participantes da última edição), no Hotel Maria do Mar, nos dias 8 e 9 de março sob o tema “Vamos construir juntos a corretora do futuro”.
O grande objetivo é a aproximação entre os Acionistas da empresa, com atuação em cinco estados brasileiros (os três do Sul, além de São Paulo e Distrito Federal) e com seguradores, para relacionamento e troca de informações. “Durante os dois dias de evento teremos palestras e trabalhos em equipe. Vamos compartilhar conhecimentos a respeito do mercado e, juntos, definirmos as diretrizes da Lojacorr S.A. para os próximos anos”, afirma o diretor de Expansão, Diogo Arndt Silva.
A 2ª Convenção Nacional Lojacorr S.A. tem o patrocínio das Seguradoras Allianz, BNP Paribas Cardif, Mapfre, Porto Seguro/ Itaú/ Azul, HDI, Liberty e Chubb. Executivos da empresa estarão presentes em estandes e no Talk Show “Tendências e Oportunidades”, que já tem as presenças confirmadas de Edward Lange, presidente da Allianz; Paulo Umeki, vice-presidente Técnico da Liberty; Priscila Magni, diretora Personal Lines da Chubb; e Dirceu Tiegs, diretor Geral da Mapfre.
Os trabalhos se encerram com uma festa para a entrega do Troféu Referência Nacional 2012, premiando os Corretores Acionistas que foram destaque de vendas no ano passado.
Programação completa
Sexta-feira – 08 de março
14h – Palavras do presidente e da diretoria Lojacorr
14h20 – Talk show “Tendências e Oportunidades”: com representantes das Seguradoras
16h10 – Coffee break e visitação aos estandes das Seguradoras
17h40 – Palestra “Corretor de Seguros ou algo mais?”: com Itamar Borges Ziliotto
18h30 – Encerramento do dia
Sábado – 09 de março
9h – Apresentação do treinamento empresarial, dinâmica de integração e divisão de grupos
9h30 – Trabalhos em grupos: foco em identificação das melhores práticas
10h30 – Coffee break
10h50 – Apresentações das melhores práticas identificadas em cada subgrupo
12h30 – Almoço
14h – Apresentação dos resultados dos grupos
15h30 – Palestra interativa “O desafio da mudança”: com Daniel Spinelli e Eneida Ludgero
16h35 – Fechamento do evento com todos os participantes
17h – Fim da programação com o brinde “Você faz a nossa história”
17h15 – Coquetel
19h30 – Festa para entrega do Troféu Referência Nacional
*Sobre a Lojacorr S.A.
A Lojacorr S.A. é uma sociedade de corretores de seguros que agrega como acionistas preferenciais profissionais da corretagem para o compartilhamento de acesso às companhias seguradoras, sistemas de gestão, multicálculo e centralização de backoffice operacional. Encerrou o ano de 2012 com 372 corretores acionistas, que garantiram à empresa um crescimento de 43% no volume de vendas em relação ao ano anterior.
Mais um passo para a desestatização do IRB, que mantém a preferência de 40% dos negócios de resseguros do Brasil garantidas pela regulamentação do setor.
Decreto de 21 de fevereiro de 2013
Autoriza o aumento do capital social do IRB-Brasil Re, com emissão de ações, e a renúncia total da União ao exercício do direito de subscrição.
A PRESIDENTA DA REPÚBLICA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 84, caput, inciso VI, alínea “a”, da Constituição, e tendo em vista o disposto no art. 2º da Lei nº 12.380, de 10 de janeiro de 2011, no art. 4º do Decreto-Lei nº 1.678, de 22 de fevereiro de 1979 e na Lei nº 9.491 de 9 de setembro de 1997, D E C R E T A :
Art. 1o Fica autorizado o aumento do capital social do IRBBrasil Resseguros S.A. – IRB-Brasil Re, no valor de até R$ 202.500.000,00 (duzentos e dois milhões e quinhentos mil reais), mediante subscrição particular de ações ordinárias.
Art. 2o Para fins do aumento de capital de que trata o art. 1o, fica autorizada a renúncia total pela União do direito de preferência na subscrição de tais ações.
Art. 3o Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação.
Brasília, 21 de fevereiro de 2013; 192º da Independência e 125º da República.
A AIG divulgou lucro líquido de US$ 3,4 bilhões em 2012, queda de 83% comparado a 2011. Considerando-se apenas o quarto trimestre do ano passado, o prejuízo de US$ 4 bilhões em 2012, depois de ter divulgado lucro de US$ 21,5 bilhões no mesmo período de 2011. Segundo nota da empresa, a perda decorre, principalmente, da venda de suas operações de leasing de aeronaves, a ILFC, além de perdas ligadas à supertempestade Sandy, que consumiu US$ 2 bilhões.
2012 foi um ano decisivo para a AIG, que quitou a dívida contraída ao ser resgatada por contribuintes norte-americanos em 2008 com cerca de US$ 180 bilhões. O lucro operacional chegou a US$ 290 milhões no quarto trimestre, mesmo com as perdas de US$ 1,3 bilhão no quatro trimestre devido à supertempestade Sandy.
ACE está oferecendo no Brasil uma proteção inovadora, voltada especialmente para as pessoas com mais de 60 anos de idade: o seguro Quebra de Ossos. A novidade significa uma grande conquista para esta parcela da população, que corre, de forma permanente, riscos de queda. Normalmente, as principais causas que levam o idoso a sofrer uma queda acidental são doenças agudas como infecção urinária ou respiratória, arritmia cardíaca, acidente vascular encefálico, delírio, labirintite, dentre outras.
O risco de cair aumenta significamente com o avançar da idade, o que coloca esta síndrome geriátrica como um dos grandes problemas de saúde pública, devido ao atual aumento expressivo do número de idosos na população e sua maior longevidade. “No Brasil, cerca de 30% dos idosos sofrem queda ao menos uma vez ao ano. E aproximadamente 50% dos que caem uma vez voltam a sofrer outras quedas”, destaca Marco Araújo, Gerente de Subscrição de Seguros por Afinidade da ACE.
Coberturas
Segundo estudos citados pelo executivo, as pessoas com mais de 60 anos sofrem fraturas em 5% a 10% das quedas. “Se focamos a fratura de quadril, sabemos que 50% desses idosos apresentarão incapacidade total de mobilidade e o novo seguro da ACE contempla cobertura para isso. Além disso, 12% das causas de morte acidental na população geriátrica são provenientes de quedas e isto também está coberto”.
A proteção Quebra de Ossos da ACE oferece uma ajuda significativa ao segurado no caso de fraturas. O valor pode ser usado tanto para pagamento de despesas médicas como para compra ou aluguel de equipamentos ortopédicos como muleta ou cadeira de rodas. Ao mesmo tempo, permite a aquisição de remédios, pagamento de acompanhante, apoio a familiares que desejam acompanhar o segurado durante a internação (transporte e alimentação), transferência de hospital, upgrade de quarto etc. “A indenização não é necessariamente voltada para o reembolso das despesas com o tratamento em si, mas também pode ser usada para isso”, explica Marco.
Custos atraentes pelo canal de Afinidades
Para distribuir o seguro Quebra de Ossos a custos muito atraentes, a ACE está utilizando o canal de Afinidades. Neste setor, a companhia já beneficia mais de 6 milhões de pessoas por meio da oferta de um amplo pacote de proteções diferenciadas, a preços sempre reduzidos. “Em Afinidades, a ACE se destaca no Brasil pelo pioneirismo, liderança e forte especialização. Por esta razão, corretoras de seguros de todos os portes com ou sem experiência no ramo, podem utilizar esta expertise da ACE para distribuir tanto o seguro Quebra de Ossos como todas as demais proteções da companhia”, observa Marco Araújo.
Segundo dados da Organização Mundial de Saúde, 6% da população brasileira hoje possui mais de 65 anos. Este estudo aponta que até 2025 o Brasil terá 32 milhões de pessoas com mais de 60 anos, ocupando assim a 6ª posição entre os países com a população mais idosa do mundo. “A demanda pelo produto, portanto, é crescente”, finaliza Marco.
O Grupo Allianz – que atua no Brasil por meio da Allianz Seguros – anunciou resultados sólidos para o exercício financeiro de 2012. A receita atingiu 106,4 bilhões de euros para o ano, um aumento de 2,7% comparado com os 103,6 bilhões de euros do ano anterior. O lucro operacional aumentou 20,8% em 2012 para 9,5 bilhões de euros, em comparação aos 7,9 bilhões de euros em 2011. A Allianz atingiu a sua meta para o lucro operacional, que tinha sido aumentada em outubro de 2012 para mais de 9 bilhões de euros. Até então, a Allianz tinha a expectativa de obter um lucro operacional de 8,2 bilhões de euros, 500 milhões de euros.
Todos os ramos de negócios tiveram um crescimento de dois dígitos em termos de lucro operacional em 2012. O ramo de Property & Casualty se beneficiou de um melhor resultado de subscrição, incluindo menos perdas por parte de catástrofes naturais. O ramo de seguros de Vida e Saúde manteve o curso e foi bem sucedido ao batalhar um ambiente muito competitivo e desafiador de juros baixos. A Gestão de Ativos registrou outro ano excelente.
Lucro líquido atribuível aos acionistas mais que dobrou em 2012, alcançando 5,2 bilhões de euros, depois de 2,5 bilhões de euros em 2011, um aumento de 103,1%. Em 2011, o resultado tinha sido impactado por deteriorações relacionadas à dívida soberana grega e investimentos, especialmente em financeiras.
O patrimônio líquido aumentou para 53,553 bilhões de euros, de 44,915 bilhões de euros em 2011. No final de 2012, o índice de solvência conglomerado era de 197%, um aumento de 18 pontos percentuais sobre o 179% atingido no exercício anterior.
“O nosso negócio evoluiu tão bem nos primeiros três trimestres que tivemos que aumentar a nossa previsão de lucro. Apesar do impacto da tempestade Sandy, conseguimos superar a nossa previsão,” afirmou Michael Diekmann, CEO da Allianz SE. “Os nossos resultados demonstram como o nosso modelo de negócio consegue enfrentar bem as várias turbulências da crise financeira. A sustentabilidade e continuidade do nosso negócio estão também refletidas na nossa política de dividendos. É por isso que estamos novamente recomendando um dividendo de 4,50 euros por ação, que representa um índice de pagamento de 40%.”
O valor bruto de prêmios emitidos no ramo de Property & Casualty – todos os ramos, exceto Vida, Saúde e Previdência – aumentou 4,7% em 2012 para 46,9 bilhões de euros, em comparação a 44,8 bilhões de euros no ano anterior. Ajustado para efeitos de divisas e consolidação, o crescimento de receita interna de 2,5% foi devido praticamente em partes iguais a efeitos de preço e volume. Prêmios aumentaram em praticamente todos os mercados, com destaque para ocrescimento acentuado na Austrália, na unidade global Allianz Global Corporate & Specialty e na região da América Latina. A Alemanha também aumentou a sua receita pela primeira vez em vários anos.
O lucro operacional em Property & Casualty aumentou 12,5% em 2012 para 4,7 bilhões de euros, em comparação aos 4,2 bilhões de euros em 2011. O motivoprincipal para esse resultado foi um robusto aumento de 701 milhões de euros no resultado da subscrição, apoiado por uma evolução positiva no índice de sinistralidade.
Em praticamente todos os mercados, o índice combinado estava bem abaixo de 100% em 2012. O índice combinado do Grupo melhorou em 1,5 pontos percentuais para 96,3%, em relação ao 97,8% atingido em 2011. Apesar dos efeitos da tempestade Sandy, as catástrofes naturais contribuíram somente 1,7 pontos percentuais ao índice de sinistralidade em 2012, comparados aos 4,4 pontos percentuais do ano anterior.O índice de sinistralidade de acidentes para o ano de 2012 caiu para 71,2% de 74,1% no ano precedente. O coeficiente de despesas de 28% permaneceu invariável em relação ao anoprecedente, 27,9%.
“Estou animado com o forte crescimento em termos de prêmios, especialmente devido à recuperação de mercados europeus chave. Essa evolução demonstra que somos um parceiro de risco atraente,” afirmou Dieter Wemmer, Diretor Financeiro da Allianz SE. “Não podemos influenciar riscos como catástrofes naturais, porém podemos influenciar a proteção dos nossos clientes.”
O ramo de Vida e Saúde registrou uma evolução estável em prêmios estatutários, gerando 52,3 bilhões de euros em 2012, comparado a 52,9 bilhões de euros no ano precedente. O mercado permaneceu difícil para todo o setor em 2012, em particular na área de produtos direcionados a investimento.
O lucro operacional aumentou 22,1% em 2012 para 3 bilhões de euros, de 2,4 bilhões de euros, devido, em particular, a um melhor resultado de investimento operacional com ganhos realizados superiores e deteriorações inferiores em comparação ao ano precedente.
A receita de juros e afins também aumentou de acordo com o crescimento da base de ativos, que compensou o efeito de rendimentos levemente inferiores. A base de ativos operacionais aumentou para 475,9 bilhões de euros de 431,1 bilhões de euros em 2011.
A margem de novos negócios foi de 1,8% em 2012, comparado a 2,3% no ano anterior. Esse resultado reflete a persistência dos juros baixos. Consequentemente, o valor de novos negócios foi de 790 milhões de euros, comparado a 940 milhões de euros em 2011.
“Os resultados do nosso ramo de seguros de Vida e Saúde superaram as nossas expectativas de um ano atrás. Estamos muitos satisfeitos com a situação, especialmente levando em conta a persistência dos juros baixos, um crescimento econômico nulo e os efeitos da repressão financeira,” disse Dieter Wemmer. “Conseguimos realizar pagamentos de mais de 20 bilhões de euros aos nossos clientes neste ramo no ano passado. Os nossos números de desempenho confirmam não somente o valor a curto prazo para clientes e acionistas, mas também a sustentabilidade do nosso modelo de negócios.”
O negócio de Gestão de Ativos na Allianz teve um dos desempenhos mais sólidos do mercado em 2012. A receita de taxas e comissões líquidas cresceu 23,1% para 6,7 bilhões de euros de 5,5 bilhões de euros em 2011. O crescimento interno foi de 15,0%.
O lucro operacional de 3 bilhões de euros em 2012 foi 33,6% superior aos 2,3 bilhões de euros realizados em 2011. O crescimento interno atingiu 24,9%. A relação custo-rendimento para 2012 continuou a melhorar, caindo para 55,6%, de 59% no ano anterior, e está bem abaixo da meta de 65% do ano passado.
O total de ativos sob administração atingiu 1,8 trilhão de euros no final de 2012, um aumento de 11,8% sobre o valor de 1,6 trilhão de euros no final do ano precedente. Ativos de terceiros sob administração subiram para 1,438 trilhão de euros, de 1,281 trilhão de euros no final de 2011.
Entradas líquidas de terceiros aumentaram de forma significativa em 2012, atingindo 113,6 bilhões de euros, um aumento de 38,3 bilhões de euros em comparação ao ano anterior. A divisão regional da origem dessas entradas líquidas se tornou mais equilibrada, com a contribuição da Europa mais do que triplicando para compor um terço do total para 2012.
“A Allianz Asset Management continuou a fortalecer a sua posição entre os principais gestores de ativos no mundo e agora contribui com quase um terço do lucro operacional do nosso grupo. Trata-se de uma conquista excelente,” disse Dieter Wemmer. “A nova estrutura do negócio tem sido um sucesso total, potencializando os perfis da Allianz Global Investors e da PIMCO para atender as exigências de clientes individuais de forma ainda mais aprimorada em todo o mundo.”
Perspectiva para 2013
“Parece que temos os primeiros indícios de estabilidade na zona euro, e alguns observadores preveem que a economia mundial irá recuperar um pouco mais de fôlego perto do final do ano. A previsão, porém, é que os juros vão permanecer baixos, e ainda há muitas incertezas – especialmente em relação aos níveis de dívida soberana e a falta de crescimento forte nos mercados desenvolvidos,” disse Michael Diekmann.
“Não obstante, estou confiante que novamente em 2013 a Allianz irá manter a sua rentabilidade e continuar a ser uma empresa sólida para os nossos clientes e acionistas. Com otimismo cauteloso e supondo que as catástrofes naturais e a turbulência dos mercados de capital não superem os níveis previstos, a nossa perspectiva de lucro operacional para 2013 é de 9,2 bilhões de euros, mais/menos 500 milhões de euros,” continua Diekmann. “Essa previsão é consistente com o nosso sólido lucro operacional em 2012, ajustado de acordo com a nossa nova apresentação para a reestruturação de taxas, implementada no começo de 2013.”
Marcio Schettini (foto) assume a área de seguros no Itaú Unibanco, com a saída de Marcos Lisboa, que estava a frente das operações. Segundo notícia do Valor Econômico, Lisboa deve voltar para a vida acadêmica pelo Insper (Instituto de Ensino e Pesquisa, em São Paulo). Schettini tem uma carreira de sucesso dentro do Itaú, vindo da área de cartões do Unibanco. Hoje ele cuida de Cartões, Redecard, Veículos e Crédito Imobiliário, áreas de maior aposta do Itaú no varejo.
A nomeação de Schettini vem junto com mudanças importantes no Itaú. Segundo comentou Zeca Rudge na entrevista do Valor, o objetivo é simplificar a estrutura, dar maior agilidade às decisões e promover ganhos de eficiência. A principal novidade, não esperada pelos analistas, é a permanência de Roberto Setubal além da data limite de 60 anos. Hoje com 58, Setubal poderá atuar até os 62. José Rudge, que começou no Itaú após a fusão com o Unibanco cuidando de seguros, previdência, pessoa jurídica, capitalização e relações institucionais, amplia sua área de atuação, agora é o vice-presidente responsável por marketing, relações institucionais, imprensa, pessoas, eficiência, cuida agora também de compras, participando do comitê executivo ao lado dos herdeiros do banco.
Hoje temos importantes balanços, com o resultado das maiores empresas da indústria de seguros mundial. Só para antecipar, seguem dados de lucro e faturamento. Ao longo do dia mais detalhes sobre todos eles. A Swiss Re divulgou lucro líquido de U$ 4,2 bilhões em 2012, alta de 60% sobre 2011. O volume de prêmios avançou 15%, para US$ 25,4 bilhões. Os ganhos com investimentos totalizaram US$ 4,5 bilhões. O índice combinado ficou em 83,1%. O retorno sobre o investimento chegou a 4%, abaixo dos 4,4% de 2011. Já a AXA lucrou US$ 5,6 bilhões, queda de 1% sobre o resultado de 2011. O faturamento avançou 5%, para US$ 86 bilhões. A Allianz praticamente dobrou o ganho em 2012, para US$ 6,85 bilhões,. O faturamento cresceu 2,7%, para US$ 103 bilhões.
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