A Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Complementar e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (CNseg) realiza o I Seminário sobre os Impactos Jurídicos e Operacionais da Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS) no Mercado Segurador na próxima segunda-feira, 27 de maio, de 8h30 às 17h30, no Hotel Windsor Atlântica, em Copacabana, zona sul do Rio de Janeiro.
O evento vai reunir a secretária de Articulação Institucional e Cidadania Ambiental do Ministério do Meio Ambiente, Mariana Meirelles, que acaba de assumir o cargo, o secretário de Estado do Meio Ambiente do Rio de Janeiro, Carlos Minc, o diretor do Centro de Experimentacion e Seguridad Vial do CESVI da Argentina, Fabián Pons, entre outros.
Um dos destaques será a recomendação de criação de um seguro específico para empresas que transportem e removam resíduos. Além disso, os painéis terão como principais temas os aspectos gerais da Política Nacional de Resíduos Sólidos, as implicações jurídicas dessa política para as empresas de seguros, a sua integração nas operações de seguros, a reciclagem de peças automotivas, com informações sobre o cenário brasileiro de desmontagem de veículos e a criação do seguro popular, além do panorama geral sobre o seguro de responsabilidade civil ambiental sob a ótica da PNRS.
Hoje fiquei sabendo que o nome escolhido para a Nova Arena do Palmeiras foi Allianz Parque, com a maioria dos votos dos internautas na página da Allianz no facebook . Em segundo lugar ficou Allianz Center e por último Allianz 360o. A assessoria de imprensa não confirmou, mas nos bastidores do setor muitos já foram informados. Segundo divulgou a Allianz na semana passada, a votação, que começou, em 29 de abril, já tinha registrado mais de 520 mil votos, dias antes de ser encerrada a campanha. O nome deverá ser anunciado em um evento no início de junho. Espero ser convidada, mesmo estragando a surpresa.
Descarte Inteligente e Consultoria e Orientação Ambientais são alguns dos lançamentos do Seguro Residencial da Mapfre Seguros, empresa do grupo segurador Banco do Brasil e Mapfre. As novas assistências podem ser acionadas pelos telefones 4004-0101 (capitais e principais cidade metropolitanas) e 800-705-0101. A expectativa da Companhia é mobilizar os seus clientes e colaborar promovendo nos consumidores práticas cada vez mais sustentáveis.
O cliente pode usar o descarte inteligente para se desfazer de móveis, equipamentos eletrônicos e eletrodomésticos e segue todas as práticas de sustentabilidade e normas vigentes. A equipe retira os móveis ou equipamentos na casa do cliente.
Já a Orientação Ambiental é disponibilizada sempre que o cliente necessitar de dicas, por site ou e-mail, para manter a sua residência dentro do conceito de sustentabilidade. Os clientes contam com orientações para reduzir gastos com energia elétrica e água e fazer reciclagem correta do seu lixo residencial.
“Nós temos um papel estratégico na proteção do patrimônio dos lares brasileiros. O setor de seguros pode garantir a economia das famílias brasileiras ao reduzir o seu risco de perdas patrimoniais e consciência ambiental. Esse é o compromisso do GRUPO BB E MAPFRE”, ressalta Maurício Galian, Diretor Geral de Massificados.
Outras assistências do Produto Residencial foram reformuladas e ampliadas, bem como simplificamos as opções de contratação do produto. Entre as novas coberturas também estão dedetização, desratização, descupinização e conversão de fogões. As novidades estão disponíveis a partir do dia 18 deste mês.
“Ao incluirmos entre as assistências os serviços de descarte e a consultoria ambiental colocamos, acima de tudo, o nosso comprometimento com a indução de práticas ecoeficientes, que faz parte de um trabalho mais amplo e constante de cultura para a mudança de comportamento do consumidor”, explica Fátima Lima, executiva de Sustentabilidade do Banco do Brasil e Mapfre.
O produto ainda conta com o Serviço de Assistência 24Horas, que garante serviços de chaveiro, encanador e vidraceiro sem custo adicional, assim como o conserto de equipamentos e eletrodomésticos danificados decorrente de oscilação de correntes elétrica (linhas branca e marrom) sem limite por evento.
A quantidade de indenizações pagas pelo Seguro DPVAT de janeiro a março de 2013 aumentou em 28% em relação ao mesmo período em 2012. De acordo com a Seguradora Líder DPVAT, administradora do Seguro no país, foram pagos 124.846 benefícios entre as três coberturas do DPVAT – morte, invalidez permanente e reembolso por despesas médico hospitalares. As indenizações por invalidez permanente representaram 68% deste número.
Um dado preocupante é a quantidade de indenizações pagas por acidentes envolvendo motocicletas: 70% do total. Segundo dados de março de 2013 do DENATRAN, o veículo de duas rodas representa apenas 27% da frota nacional de veículos. Os automóveis, que representam a maior parte da frota de veículos (60%), foram responsáveis por 24% das indenizações.
O perfil das vítimas permanece constante: 77% dos benefícios foram pagos para vítimas do sexo masculino. A maior incidência de indenizações envolveu acidentados de 18 e 34 anos, representando 51%. Destes, 40% foram do sexo masculino. Os motoristas foram os mais indenizados, com 61%. Os pedestres ficaram em segundo lugar, com 22%.
De acordo com Márcio Norton, Diretor de Relações Institucionais da Seguradora Líder DPVAT, o aumento do número de indenizações levanta a discussão sobre ações para reduzir este cenário. “Infelizmente estamos verificando este aumento no número de indenizações ano após ano. Faz-se necessário um maior controle dos motoristas para coibir o uso de bebidas e a velocidade excessiva para todos os tipos de veículos, realização de campanhas educativas e esclarecimentos sobre direção segura são importantes para mudar este quadro.”
Mesmo com uma queda de 1% em relação a janeiro a março de 2012, os dados ainda preocupam: foram pagas 14.349 indenizações por morte em 2013, o que significa mais de 150 benefícios por morte a cada dia deste ano.
A Região Sudeste foi a que mais recebeu indenizações por morte no país. São Paulo, estado que tem a maior frota de veículos do país com 30,5%, liderou esta estatística com 17,2% dos benefícios de morte no Brasil. Os dados apontam os automóveis responsáveis por 53% dos acidentes fatais indenizados no Sudeste e as motocicletas, por 32%.
Representando 43% da frota de veículos do Nordeste, as motocicletas representaram 81% das indenizações pagas por invalidez permanente no período analisado. A região foi a que teve maior incidência deste tipo de indenização, com 32%. Em seguida, o Sudeste com 24%.
A Pósitron, marca da PST Electronics, líder e referência de segurança automotiva, realiza hoje o lançamento de um importante produto do portfólio 2014, um rastreador e seguro de carro ao mesmo tempo, ao que tudo indica. Detalhes serão fornecidos hoje, durante coletiva de imprensa com Alcides Rodrigues, gerente de Negócios da Unidade de Rastreamento da Pósitron.
O CVG-SP receberá em seu tradicional almoço o presidente da Confederação Nacional das Empresas de Seguros (CNseg), Marco Antonio Rossi. O evento será realizado dia 22 de maio, na Sala Panorama do Terraço Itália, em São Paulo, a partir das 11h45. Na ocasião, Rossi apresentará palestra abordando o tema “Perspectivas e Oportunidades do Mercado Segurador frente aos Novos Consumidores”.
Atual presidente da Bradesco Seguros e ex-presidente da FenaPrevi, Rossi foi empossado presidente da CNseg em cerimônia realizada dia 7 de maio, em Brasília (DF). Ele sucede Jorge Hilário Gouvêa Vieira.
Trajetória profissional
Marco Antonio Rossi é presidente da Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (CNSeg), diretor-presidente do Grupo Bradesco de Seguros, diretor vice-presidente do Banco Bradesco, Conselheiro da Associação Comercial do Rio de Janeiro (ACRJ), membro efetivo da Geneva Association – International Association for the Study of Insurance Economics. Possui MBA em Altos Estudos de Estratégia e Geopolítica pela Faculdade Armando Álvares Penteado (FAAP), pós-graduação em Gestão do Cliente e formação em Marketing, ambos pela Universidade Paulista. Atuou na Bradesco Vida e Previdência desde a sua fundação.
Inscrições: diretamente no site www.cvg.org.br, menu “Eventos”, sub-menu “Agenda”, ou pelo e-mail c…@cvg.org.br. Informações: telefones (11) 3331-9313 e (11) 9.6308-0220. Vagas limitadas.
Investimento: R$ 100,00 para fundadores, funcionários/colaboradores de seguradoras associadas ao CVG-SP e corretores de seguro (prestigiando os corretores, para este evento o CVG-SP equivalerá os mesmos à condição de associados). R$ 150,00 para os demais participantes.
O Grupo Petrópolis, segundo maior do setor cervejeiro no país e maior companhia 100% brasileira de bebidas, dá continuidade aos investimentos no futebol e patrocina mais uma grande arena multiuso no Nordeste: a Itaipava Arena Pernambuco. O primeiro jogo profissional sediado no estádio acontece no próximo dia 22 de maio com um amistoso entre Náutico, clube pernambucano que passará a mandar seus jogos na arena a partir de julho, e Sporting Clube de Portugal, um dos times mais tradicionais de Portugal, responsável por revelar Cristiano Ronaldo para o futebol mundial.
A Itaipava Arena Pernambuco, que será sede de jogos da Copa das Confederações e da Copa do Mundo, é a segunda arena a assinar um contrato de naming right com a marca – a primeira foi a Itaipava Arena Fonte Nova, na Bahia. Para ter o privilégio, o Grupo Petrópolis investirá R$ 10 milhões por ano, por 10 anos – mesmo valor negociado com o estádio baiano. O contrato concede à Itaipava e TNT Energy Drink o direito de comercialização de energéticos e cerveja sem álcool com exclusividade em todos os bares e restaurantes do equipamento, além de possibilitar várias ações de marketing planejadas pela empresa com os torcedores.
Segundo Douglas Costa, diretor de mercado do Grupo Petrópolis, o fato mostra o comprometimento da companhia em apoiar o futebol. “Na condição de empresa 100% brasileira, queremos contribuir para profissionalizar a gestão dentro do esporte mais popular do país. O modelo das novas arenas incentiva uma gestão moderna e eficiente, assim como favorece um tratamento diferenciado aos torcedores”, afirma. “Mesmo para os objetivos da marca na região, o investimento será eficiente apenas se o estádio for bem aproveitado, o que beneficia diretamente o futebol nordestino. Por isso estamos fazendo esses investimentos”, explica.
Outro fator destacado por Costa é o fato da Itaipava Arena Pernambuco ser uma estrutura multiuso. “Reconhecemos a importância de Pernambuco e sua vocação para eventos de grande porte e seu potencial turístico. Colocar uma estrutura a serviço de grandes eventos culturais vai favorecer ainda mais o desenvolvimento da região e sua inserção na agenda dos grandes acontecimentos mundiais e impulsionar o turismo”, afirma.
Para o presidente da Itaipava Arena Pernambuco, Sinval Andrade, a assinatura do contrato consolida uma tendência e demonstra a confiança do mercado no modelo de Parceria Público Privada, assim como no potencial da Odebrecht Properties na operação da arena.
O Grupo Petrópolis está construindo uma fábrica em Itapissuma, a 45 km de Recife, que será inaugurada em 2014. Com investimentos calculados em R$ 1,1 bilhão, serão gerados 500 empregos diretos e 3 mil indiretos após inauguração da unidade fabril pernambucana. “Estamos dispostos a fazer mais do que oferecer nossos produtos. Queremos contribuir para o desenvolvimento socioeconômico e cultural da região direcionando nossos investimentos para o país”, diz Costa.
Naming Rights
O modelo de patrocínio por naming rights é utilizado em todo o mundo. Consiste na cessão de direitos ao anunciante sobre o nome de determinada propriedade, seja ela o título de um campeonato, evento ou arenas e estádios.
Bastante difundida em países europeus e nos Estados Unidos, a prática é recente em estádios no Brasil – antes da taipava Arena Pernambuco e da Itaipava Arena Fonte Nova, o único caso foi registrado em 2005, quando o Atlético Paranaense cedeu o direito de uso do nome do seu estádio Arena da Baixada, que ficou conhecido como “Kyocera Arena”. Recentemente a seguradora Allianz também já anunciou a compra do naming right da futura arena do Palmeiras, em São Paulo.
No mundo, são conhecidas as parcerias como a do clube Arsenal de Londres com a companhia aérea Emirates (Emirates Stadium), do Stutgart com a montadora automotiva Mercedes-benz (Mercedes-Benz Arena), da seguradora Allianz com o Bayern de Munique (Allianz Arena), o estádio de beisebol americano, batizado com o nome da cervejaria Miller (Miller Park), dentre outros.
O mercado de previdência complementar aberta arrecadou R$ 18,9 bilhões no primeiro trimestre de 2013. O volume de novos recursos que ingressaram no sistema é 26,83% superior aos R$ 14,9 bilhões registrados no mesmo período do ano anterior segundo dados da FenaPrevi (Federação Nacional de Previdência Privada e Vida), entidade que representa 22 seguradoras e 13 entidades abertas de previdência complementar no país.
A previdência privada aberta é uma das principais alternativas de investimentos de longo prazo para garantir aposentadoria complementar à da Previdência Social. Essa modalidade de investimento conta com aproximadamente 12 milhões de contratos ativos. Cerca de 131,9 mil já usufruem dos benefícios (aposentadoria, pecúlio, pensão, renda por invalidez e renda a menores).
Com o desempenho da previdência complementar aberta no primeiro trimestre, a carteira de investimentos do sistema alcançou o patamar de R$ 348,3 bilhões, alta de 22,78% na comparação com os R$ 283,7 bilhões registrados nos primeiros três meses de 2012. No primeiro trimestre de 2013, a carteira de investimento do VGBL expandiu 28,88% e acumulou R$ 219,4 bilhões. Já a carteira do PGBL somou R$ 75,6 bilhões, consolidando crescimento de 10,92%. Por fim, a carteira dos planos tradicionais passou de R$ 44,7 bilhões para R$ 52,7 bilhões, alta de 17,92%.
Na análise por produto, os planos individuais foram o destaque com arrecadação de R$ 16,9 bilhões, volume 33,16% superior ao trimestre de 2012. Os planos para menores registraram aportes de R$ 425,4 milhões (R$ 448,1 milhões, no trimestre de 2012). Já os planos empresariais contabilizaram R$ 1,5 bilhão em novos depósitos nos três primeiros meses. No mesmo período do ano passado, essa modalidade acumulou R$ 1,7 bilhão.
Desempenho por plano (VGBL e PGBL)
Segundo a FenaPrevi (Federação Nacional de Previdência Privada e Vida) na avaliação por tipo de plano, a carteira do VGBL, modalidade indicada para quem declara o IR pelo modelo simplificado, foi a que obteve melhor desempenho. A modalidade registrou R$ 16,4 bilhões em novos depósitos (crescimento de 32,20%, frente ao primeiro trimestre de 2012). Já o PGBL, recomendado para os participantes que declaram o IR pelo formulário completo, registrou depósitos de R$ 1,6 bilhão, leve alta de 0,36%. Por fim, a arrecadação dos planos tradicionais apresentou queda de 1,67%, passando de R$ 826,5 bilhões no primeiro trimestre de 2012 para R$ 812,7 bilhões no mesmo período em 2013.
Ranking das Empresas – Carteira de Investimentos (R$ 348,3 bilhões)
A Bradesco Vida e Previdência liderou o ranking no período com 32,73% do total das reservas; Itaú Vida e Previdência (24,33%); BrasilPrev Seg. e Previdência (20,76%); Zurich Santander Seg. e Prev. (6,10%); Caixa Vida e Previdência (5,74%); HSBC Vida e Previdência (3,24%); Icatu Seguros (1,99%); Sul América Seg. e Previdência (1,25%); Safra Vida e Prev. (0,86%); Porto Seguro Vida e Prev. (0,68%). As demais entidades somam, no total, 2,32% da carteira de investimentos.
Provisões
As provisões (recursos acumulados pelos titulares dos planos do sistema de previdência complementar aberta) apresentaram saldo de R$ 337 bilhões e alta de 22,07% no primeiro trimestre. No mesmo período do ano anterior, as provisões totalizaram R$ 276,1 bilhões. As provisões do VGBL tiveram o crescimento mais expressivo no período (alta de 28,48%), passando de R$ 170,8 bilhões para R$ 219,4 bilhões.
As provisões dos planos PGBL cresceram 12,61%, no período, passando de R$ 67,2 bilhões para R$ 75,6 bilhões. As reservas de planos tradicionais, por sua vez, passaram de R$ 37,5 bilhões para R$ 41,4 bilhões, no período, alta de 10,22%.
Com relação a market share, os planos VGBL mantiveram a liderança no volume de provisões entre os planos de caráter previdenciário, com 65,10% do total, seguidos pelos PGBL, com 22,46% do volume total de provisões, enquanto os planos tradicionais contaram com 12,28% do volume total de provisões. Outros produtos – incluindo os FAPI – completam a equação, com 0,15%.
Resultado Mensal (Março de 2013)
Na avaliação mensal, a arrecadação expandiu 15,76% e registrou R$ 6,5 bilhões. Os planos individuais receberam 5,9 bilhões em novos aportes (alta de 17,84%), os planos empresariais R$ 530,8 milhões (2,95% superior) e os planos para menores R$ 141 milhões, com recuo de 9,09%. No mês de março, o VGBL respondeu por R$ 5,7 bilhões dos novos depósitos e o PGBL por R$ 560,7 milhões.
O mercado de seguros de pessoas fechou o primeiro trimestre do ano com arrecadação de R$ 6,2 bilhões, alta de 17,02% em relação ao mesmo período do ano anterior, quando o setor movimentou R$ 5,3 bilhões. No primeiro trimestre o setor pagou cerca de R$ 1,4 bilhão em indenizações aos segurados, volume 19,75% superior ao registrado no mesmo intervalo de 2012. Os dados são da FenaPrevi (Federação Nacional de Previdência Privada e Vida), entidade que representa 74 empresas que comercializam produtos de seguros de pessoas e previdência complementar aberta.
O segmento de seguros de pessoas engloba produtos como seguro prestamista, educacional, seguros de vida individual e em grupo, seguro viagem, entre outros. O seguro viagem, que cobre acidentes, extravio ou perda de bagagens, despesas hospitalares e médicas de viajantes no Brasil e no exterior, fechou o período com 22,1 milhões em arrecadação, expansão de 76,41%.
O segundo seguro com maior crescimento relativo foi o seguro funeral, que prevê cobertura, em caso de falecimento, das despesas com o sepultamento do segurado. Essa modalidade registrou R$ 58,9 milhões no primeiro trimestre, alta de 58,59% na comparação com o mesmo período do ano anterior.
Já o seguro prestamista, proteção financeira comercializada pelas seguradoras, principalmente, em parceria com redes de varejo, foi outro produto com desempenho positivo no período. A modalidade somou R$ 1,5 bilhão, 30,88% superior aos R$ 1,2 bilhão registrado nos três primeiros meses de 2012. O desempenho deve-se ao maior volume de vendas parceladas, principalmente no varejo. O seguro de vida, produto de maior participação no mercado de seguros de pessoas, fechou o primeiro trimestre do ano com R$ 2,8 bilhões em arrecadação, um crescimento de 14,41%.
Ranking. No ranking das seguradoras, segundo a FenaPrevi, a liderança ficou com o Grupo BBMapfre, com 17,25%. Em segundo lugar, ficou o Bradesco, com 16,43%. Zurich Santander Brasil, Itaú Unibanco e Caixa Econômica Federal vieram a seguir, com 14,29%, 12,29% e 5,89%, respectivamente.
Autoriza a alienação de ações do IRB-Brasil Re, pela União, para o BB Seguros Participações S.A e a integralização de cotas dos fundos garantidores de que tratam os arts. 27 e 32 da Lei nº 12.712, de 30 de agosto de 2012.
A PRESIDENTA DA REPÚBLICA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 84, caput, inciso VI, alínea “a”, da Constituição, e tendo em vista o disposto no art. 6º, caput, inciso II, alínea “b” da Lei nº 9.491, de 9 de setembro de 1997, no art. 1º, caput, inciso I, da Lei nº 12.380, de 10 de janeiro de 2011, e nas Resoluções CND nº 3, de 7 de abril de 2011, e CND nº 3, de 16 de janeiro de 2013, do Conselho Nacional de Desestatização,
D E C R E T A:
Art. 1º Fica a União autorizada a alienar duzentas e doze mil, quatrocentas e vinte e uma ações ordinárias representativas do capital social do IRB-Brasil Resseguros S.A. – IRB-Brasil Re ao BB Seguros Participações S.A., uma vez atendidas as condições estabelecidas no inciso I do caput e no § 1º do art. 1º da Lei nº 12.380, de 10 de janeiro de 2011.
Art. 2º Fica autorizada, a critério do Ministro de Estado da Fazenda, a integralização de cotas dos fundos garantidores de que tratam os arts. 27 e 32 da Lei nº 12.712, de 30 de agosto de 2012, mediante a transferência de ações ordinárias de emissão do IRBBrasil Re, excedentes ao necessário para a participação da União no grupo de controle por acordo de votos.
Art. 3º Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação. Brasília, 16 de maio de 2013; 192º da Independência e 125º da República.
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