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O Grupo Petrópolis, segundo maior do setor cervejeiro no país e maior companhia 100% brasileira de bebidas, dá continuidade aos investimentos no futebol e patrocina mais uma grande arena multiuso no Nordeste: a Itaipava Arena Pernambuco. O primeiro jogo profissional sediado no estádio acontece no próximo dia 22 de maio com um amistoso entre Náutico, clube pernambucano que passará a mandar seus jogos na arena a partir de julho, e Sporting Clube de Portugal, um dos times mais tradicionais de Portugal, responsável por revelar Cristiano Ronaldo para o futebol mundial.
A Itaipava Arena Pernambuco, que será sede de jogos da Copa das Confederações e da Copa do Mundo, é a segunda arena a assinar um contrato de naming right com a marca – a primeira foi a Itaipava Arena Fonte Nova, na Bahia. Para ter o privilégio, o Grupo Petrópolis investirá R$ 10 milhões por ano, por 10 anos – mesmo valor negociado com o estádio baiano. O contrato concede à Itaipava e TNT Energy Drink o direito de comercialização de energéticos e cerveja sem álcool com exclusividade em todos os bares e restaurantes do equipamento, além de possibilitar várias ações de marketing planejadas pela empresa com os torcedores.
Segundo Douglas Costa, diretor de mercado do Grupo Petrópolis, o fato mostra o comprometimento da companhia em apoiar o futebol. “Na condição de empresa 100% brasileira, queremos contribuir para profissionalizar a gestão dentro do esporte mais popular do país. O modelo das novas arenas incentiva uma gestão moderna e eficiente, assim como favorece um tratamento diferenciado aos torcedores”, afirma. “Mesmo para os objetivos da marca na região, o investimento será eficiente apenas se o estádio for bem aproveitado, o que beneficia diretamente o futebol nordestino. Por isso estamos fazendo esses investimentos”, explica.
Outro fator destacado por Costa é o fato da Itaipava Arena Pernambuco ser uma estrutura multiuso. “Reconhecemos a importância de Pernambuco e sua vocação para eventos de grande porte e seu potencial turístico. Colocar uma estrutura a serviço de grandes eventos culturais vai favorecer ainda mais o desenvolvimento da região e sua inserção na agenda dos grandes acontecimentos mundiais e impulsionar o turismo”, afirma.
Para o presidente da Itaipava Arena Pernambuco, Sinval Andrade, a assinatura do contrato consolida uma tendência e demonstra a confiança do mercado no modelo de Parceria Público Privada, assim como no potencial da Odebrecht Properties na operação da arena.
O Grupo Petrópolis está construindo uma fábrica em Itapissuma, a 45 km de Recife, que será inaugurada em 2014. Com investimentos calculados em R$ 1,1 bilhão, serão gerados 500 empregos diretos e 3 mil indiretos após inauguração da unidade fabril pernambucana. “Estamos dispostos a fazer mais do que oferecer nossos produtos. Queremos contribuir para o desenvolvimento socioeconômico e cultural da região direcionando nossos investimentos para o país”, diz Costa.
Naming Rights
O modelo de patrocínio por naming rights é utilizado em todo o mundo. Consiste na cessão de direitos ao anunciante sobre o nome de determinada propriedade, seja ela o título de um campeonato, evento ou arenas e estádios.
Bastante difundida em países europeus e nos Estados Unidos, a prática é recente em estádios no Brasil – antes da taipava Arena Pernambuco e da Itaipava Arena Fonte Nova, o único caso foi registrado em 2005, quando o Atlético Paranaense cedeu o direito de uso do nome do seu estádio Arena da Baixada, que ficou conhecido como “Kyocera Arena”. Recentemente a seguradora Allianz também já anunciou a compra do naming right da futura arena do Palmeiras, em São Paulo.
No mundo, são conhecidas as parcerias como a do clube Arsenal de Londres com a companhia aérea Emirates (Emirates Stadium), do Stutgart com a montadora automotiva Mercedes-benz (Mercedes-Benz Arena), da seguradora Allianz com o Bayern de Munique (Allianz Arena), o estádio de beisebol americano, batizado com o nome da cervejaria Miller (Miller Park), dentre outros.

















