Standard & Poor’s eleva ratings de crédito de contraparte atribuídos à Austral Seguradora S.A. e à Austral Resseguradora S.A.

australA Standard & Poor’s Ratings Services elevou os ratings de crédito de contraparte atribuídos à Austral Seguradora S.A. e à Austral Resseguradora S.A. (aqui denominadas conjuntamente “Austral” ou “grupo” ou “companhia”), de ‘brA-’ para ‘brA+’. A perspectiva é estável.

Fundamentos
Analisamos a Austral Seguradora e a Austral Resseguradora de forma consolidada e, consequentemente, seus ratings se equiparam. Os ratings refletem a nossa visão sobre o perfil de risco de negócios “vulnerável” do grupo e o seu perfil de risco financeiro “adequado inferior”, refletindo uma posição competitiva “menos que adequada” e uma avaliação “forte” de capital e rentabilidade, mas uma posição de “risco alto”.

Nossa avaliação do risco da indústria seguradora de um país (IICRA, na sigla em inglês para Insurance Industry Country Risk Assessment) para o segmento de ramos elementares (P&C, na sigla em inglês para Property & Casualty) do Brasil é “intermediária.” A Austral enfrenta um risco-país “intermediário” e um risco “baixo”da indústria. Nossa classificação de risco-país se baseia nos riscos dos sistemas econômico, político e financeiro do Brasil, sendo que os dois primeiros se baseiam nos nossos critérios de ratings soberanos, e o último nos critérios do BICRA (ver BICRA do Brasil permanece no Grupo ‘4’; Perspectiva de seis bancos alterada para negativa pelo aumento no risco econômico e no risco da indústria e Rating ‘BBB’ de longo prazo em moeda estrangeira do Brasil reafirmado; perspectiva permanece estável). A nossa avaliação de risco “baixo” da indústria se ampara nos níveis bons e estáveis de rentabilidade do setor, somada aos padrões adequados de subscrição, com exposições a riscos administráveis. Também consideramos que os potenciais riscos em geral provenientes de catástrofes são moderados, dadas a composição do portfólio da indústria e a baixa incidência de desastres naturais no país. Consideramos que a supervisão e o histórico regulatórios do mercado local são adequados, promovendo um desempenho satisfatório da indústria e crescente competição nos últimos anos. Adicionalmente, o regulador monitora frequente e adequadamente toda a indústria.

A Austral tem uma posição competitiva “menos que adequada,” em nossa visão, derivada sobretudo de sua natureza start-up, a qual resulta numa pequena presença de mercado e num subdesempenho quando comparado à média do mercado. Ambas as companhias reportaram lucros em 2012, somente após dois anos de operação. O negócio de resseguros apresentou taxas de crescimento significativas em termos de prêmios subscritos. Ainda assim, a rentabilidade tem sido menor e o índice combinado maior que os dos pares. Futuramente, a posição competitiva poderá se beneficiar de uma diversificação adequada nas linhas de negócios de seguros e resseguros. Por outro lado, a Austral precisará se empenhar mais do que seus pares para consolidar a marca, visto que é nova e não pode se alavancar sobre uma marca forte de um controlador.

A avaliação do capital e rentabilidade do grupo é “forte”, a qual acreditamos continuará entre 2013 a 2015, amparada pelo fortalecimento da rentabilidade. Isso deverá possibilitar ao grupo manter capital que ultrapasse nosso benchmark para o rating ‘AA’. Consideramos a adequação de capital do grupo como extremamente forte em termos consolidados. No entanto, a capitalização é significativamente mais forte no nível do ressegurador e, de acordo com o nosso cenário de caso-base, esperamos que essa situação persista. Vemos esse índice de forma consolidada, dada a estrutura do grupo; qualquer uma das companhias pode pagar dividendos à empresa holding a fim de capitalizar uma a outra.

Assumimos um lucro líquido consolidado em torno de R$ 8-10 milhões para 2013 e entre R$ 12-16 milhões para 2014. Esperamos que a resseguradora seja a principal contribuidora para os resultados do grupo. A Austral Resseguradora já tem uma escala maior e apresentou taxas de crescimento significativamente mais altas do que às da seguradora em 2012 e assumimos que isso continuará. Embora projetemos taxas médias de crescimento de, pelo menos, 12% para a seguradora em 2013 e 2014, a nossa média estimada de crescimento para a resseguradora gira em torno de 40%-45%.

Em nossa visão, a posição de risco da Austral reflete “risco alto”. Observamos um crescente apetite por risco do grupo, conforme se evidencia pelas taxas de crescimento muito altas da resseguradora. Como a abertura do mercado ressegurador no Brasil é recente, notamos que nos últimos anos aumentou-se rapidamente os participantes do setor e o ambiente tem se tornado mais competitivo, fazendo com que algumas companhias adotem riscos mais altos. Apenas contrabalançando parcialmente isso, consideramos as diretrizes de investimento do grupo conservadoras. Em dezembro de 2012, em uma base consolidada, 87,5% dos investimentos estavam alocados em títulos públicos e 12,5% em fundos de investimento de renda fixa de boa qualidade de crédito.

A Austral apresenta flexibilidade “menos que adequada”, em nossa visão. Atualmente, a única fonte de capital do grupo são as contribuições de capital dos acionistas. A já ampla utilização de resseguros na Austral Resseguradora também limita parcialmente a flexibilidade financeira.

Consideramos a gestão integrada de riscos (ERM, na sigla em inglês para Enterprise Risk Management), a administração e as práticas de governança corporativa do grupo como fatores que enfraquecem ligeiramente seu perfil de crédito. De um modo geral, a nossa avaliação de ERM é adequada, refletindo nossa visão de que a cultura de gestão de riscos, os controles de riscos e a gestão estratégica de riscos têm sido suficientes até o momento. No entanto, consideramos que a Austral possa estar subestimando potenciais riscos emergentes que poderiam surgir pelo rápido crescimento que a companhia vem experimentando, afetando a sua volatilidade de perdas no futuro. Além disso, consideramos a ERM de alta importância para a companhia, dados a sua natureza start-up, o curto histórico de resseguros (excluindo-se o IRB-Brasil Resseguros S.A) e o negócio de seguro garantia no Brasil.

A avaliação da administração e governança da Austral é “regular,” em nossa opinião, refletindo principalmente o curto histórico da companhia, o qual fornece evidência limitada sobre a eficácia de sua administração. No entanto, consideramos que a administração conta com expertise adequada e capacidades para transformar estratégias em ações. Até o momento, vemos que o grupo tem tido sucesso ao se expandir e melhorar consistentemente o desempenho operacional.

Consideramos a liquidez da Austral como “adequada” em função da solidez de suas fontes de liquidez disponíveis, principalmente a boa qualidade do portfólio de ativos alocados sobretudo em títulos públicos. Grande utilização de resseguros também incrementa a liquidez ao limitar exposições a riscos.

Perspectiva
A perspectiva estável dos ratings da Austral leva em consideração o desempenho prospectivo. Esperamos que o grupo mantenha uma posição competitiva “menos que adequada” principalmente impulsionada pela pequena participação de mercado e por uma marca não consolidada. A perspectiva incorpora uma projeção de melhora de certa forma no desempenho operacional tanto na seguradora quanto na resseguradora e forte capitalização para 2013-2015. Esperamos um lucro líquido em torno de R$ 8-10 milhões em termos consolidados para o exercício de 2013 e entre R$ 12-16 milhões para o de 2014. Acreditamos que ambas as companhias continuarão ampliando sua escala. Elas melhorarão seu desempenho operacional por meio da amortização de custos operacionais frente a uma grande base de prêmios, atingindo índices combinados de 85%-90% no longo prazo.

Não esperamos elevar os ratings da Austral nos próximos dois anos com base no fato de que não pensamos que a companhia será capaz de construir massa crítica muito mais rápido do que o esperado e mudar sua posição competitiva substancialmente.

Por outro lado, poderemos rebaixar os ratings se:

A Austral não atender nosso caso-base de expectativas de desempenho operacional registrando perdas em 2013-2014.
A companhia não conseguir sustentar fortes níveis de capitalização de acordo com o nosso modelo de capital e cumprir com as exigências regulatórias de capital.
Observarmos um aumento no apetite por risco, o qual consideramos como uma avaliação fraca de ERM.

Standard & Poor’s eleva para ‘brAA’ na Escala Nacional Brasil rating da resseguradora e seguradora do grupo JMalucelli

jmalucelliApós reavaliarmos as companhias JMalucelli Seguradora S.A. e JMalucelli Resseguradora S.A., com base no nosso novo critério de seguros, elevamos os ratings de ambas as companhias, de ‘brAA-’ para ‘brAA’.

Os ratings refletem predominantemente nossa visão sobre o perfil de negócios “regular” e o perfil de risco financeiro “moderadamente forte” das companhias, refletindo a posição de liderança da JMalucelli Seguradora no mercado de seguro garantia com relacionamentos duradouros com seus clientes corporativos e a avaliação “forte” do capital e rentabilidade de ambas as companhias.

A perspectiva estável reflete nossa expectativa de que a JMalucelli manterá sua posição competitiva “adequada”, enquanto prossegue apresentando bom desempenho operacional apesar da forte competição no mercado brasileiro de seguro garantia.

Ações de Rating
SÃO PAULO (Standard & Poor’s), 23 de maio de 2013 – A Standard & Poor’s Ratings Services elevou os ratings de crédito de contraparte atribuídos na Escala Nacional Brasil à JMalucelli Seguradora S.A. e à JMalucelli Resseguradora S.A. (aqui denominadas conjuntamente “JMalucelli” ou “companhia”), de ‘brAA-’ para ‘brAA’. A perspectiva dos ratings de ambas as companhias é estável.

Fundamentos
Analisamos a JMalucelli Seguradora e a JMalucelli Resseguradora de forma consolidada e consequentemente seus ratings se equiparam. Os ratings refletem nossa visão sobre o perfil de risco de negócios “regular” e o perfil de risco financeiro “moderamente forte” da JMalucelli, baseado na posição competitiva “adequada” e na avaliação “forte” de seu capital e rentabilidade. Não adicionamos nenhum suporte à JMalucelli pela participação da The Travelers Cos. Inc. (“Travelers”: A/Estável/A-1) na companhia, visto que sua participação não é majoritária.

Nossa avaliação do risco da indústria seguradora de um país (IICRA, na sigla em inglês para Insurance Industry Country Risk Assessment) para o segmento de ramos elementares (P&C, na sigla em inglês para Property & Casualty) do Brasil indica um “risco intermediário”. Isso reflete o risco normalmente enfrentado pelos seguradores do setor de P&C que operam no país, e é derivado de nossa avaliação de risco-país “intermediária” e risco “baixo”da indústria para o segmento de P&C. Nossa classificação de risco-país se baseia nos riscos dos sistemas econômico, político e financeiro do Brasil, sendo que os dois primeiros sistemas se baseiam nos nossos critérios de ratings soberanos, e o último nos critérios do BICRA (ver BICRA do Brasil permanece no Grupo ‘4’; Perspectiva de seis bancos alterada para negativa pelo aumento no risco econômico e no risco da indústria e Rating ‘BBB’ de longo prazo em moeda estrangeira do Brasil reafirmado; perspectiva permanece estável). A nossa avaliação de risco “baixo” da indústria se ampara nos níveis bons e estáveis de rentabilidade do setor, somada aos padrões adequados de subscrição, com exposições de risco administráveis. Também consideramos que os potenciais riscos em geral provenientes de catástrofes são moderados, dadas a composição do portfólio da indústria e a baixa incidência de desastres naturais no país. Em nossa visão, o mercado brasileiro mostra barreiras importantes para entrada, não pelo lado regulatório, mas sim como resultado da composição do mercado, o qual é integrado por grandes e bem estabelecidos participantes. Consideramos que a supervisão e o histórico regulatórios do mercado local são adequados, promovendo um desempenho satisfatório da indústria e crescente competição nos últimos anos. Adicionalmente, o regulador monitora frequente e adequadamente toda a indústria.

Em geral, o rating da JMalucelli reflete a posição competitiva “adequada” da companhia no mercado de seguro garantia, o que tem acarretado bom reconhecimento da marca nessa modalidade. Suas principais vantagens competitivas são a experiência que sua administração tem em subscrição, o relacionamento duradouro da companhia com seus clientes corporativos e as vantagens de preços quando comparados à carta de produto de crédito oferecida por instituições financeiras. Em nossa visão, a incorporação da Travelers como acionista vem contribuindo para melhorar o perfil de negócios da companhia ao aumentar de forma gradativa sua participação nos segmentos de P&C, diversificar sua base de produtos e fortalecer sua posição de mercado no ramo de seguro garantia do país.

A avaliação do capital e rentabilidade da JMalucelli é “moderadamente forte”, refletindo uma categoria ‘AAA’ com 54% de redundância com base nos dados consolidados de dezembro de 2012, segundo o modelo de capital ajustado pelo risco da Standard & Poor’s aplicado na América Latina e Estados Unidos. A empresa tem historicamente mantido fortes índices de capitalização em função de sua política conservadora de gestão de capital. Embora aproximadamente 100% do resseguro seja cedido para seu ressegurador cativo e, dessa forma, uma grande parcela do risco é retida pelo grupo segurador, o risco é de certa forma mitigado pela forte capitalização da resseguradora, a qual se fortaleceu desde a incorporação da Travelers como acionista.

A JMalucelli tem apresentado bons indicadores de rentabilidade resultantes da rentabilidade consistente nos negócios de seguro garantia e da boa gestão de subscrição. Os índices de retorno sobre ativos (return on assets ou ROA) da companhia, o retorno sobre receitas (return on revenues ou ROR) e o retorno sobre patrimônico líquido (return on equity ou ROE) têm sido consistentemente bons, amparados pelas fortes vantagens competitivas e pelas boas eficiências operacionais da JMalucelli. Dada a nossa expectativa de que o Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil continuará a crescer a taxas boas (2,5% em 2013) e levando em consideração os projetos futuros relacionados à Copa do Mundo, projetamos um crescimento nos prêmios subscritos para 2013 na faixa de 10% a 15% em nosso cenário de caso-base. No entanto, o negócio de resseguros da companhia, que é relativamente novo, poderá adicionar volatilidade à rentabilidade e reduzir os níveis de capitalização à medida que a empresa se expande.

Em nossa visão, a posição de risco da JMalucelli reflete o “risco moderado”, proveniente de concentrações no portfólio de investimentos por setor. Em dezembro de 2012, o portfólio de investimentos era composto por 19% de fundos de investimento (renda fixa); 11% por fundos de ações (equity funds), 8% por títulos públicos federais (LFT – Letras Financeiras do Tesouro), 62% pelos Depósitos a prazo com garantia especial (DPGE) do Fundo Garantidor de Crédito (FGC). Esse portfólio é administrado pela área de gestão de recursos de terceiros (asset management) do Paraná Banco S.A. (BB+/Negativa/B e brAA/Negativa/–), um acionista da JMalucelli com 50,5% de participação) e o Banco Itaú é a instituição custodiante. No entanto, desde a incorporação da Travelers como acionista, eles têm criado um comitê de investimentos que será responsável pela definição da política de investimento da companhia futuramente. A avaliação de “risco moderado” também incorpora nossa visão de que a adequação de capital prospectiva da companhia tem certo risco de volatilidade acima da média proveniente do esperado crescimento do negócio de resseguros.

A JMalucelli tem uma flexibilidade financeira “adequada”, em nossa visão. A companhia mantém flexibilidade financeira apropriada em função do seu capital, que é consistente com as expectativas de crescimento e os bons resultados e também por causa da liquidez de seu portfólio de investimentos e ausência de emissões de dívida. Desde a incorporação da Travelers como acionista, acreditamos que a flexibilidade financeira da companhia tem se fortalecido. Além disso, a Travelers injetou capital na empresa holding como parte das negociações da aquisição, resultando em uma melhora na posição de capital da JMalucelli.

Consideramos a gestão integrada de risco (ERM, na sigla em inglês para Enterprise Risk Management) da JMalucelli, a sua administração e as práticas de governança corporativa como consistentes com os ratings. A avaliação de ERM como “adequada” reflete nossa visão positiva de que a JMalucelli apresenta práticas de gestão integrada de riscos que se traduzem em políticas prudentes para riscos de subscrição, de mercado e de crédito, entre outros.

A avaliação da administração e governança da JMalucelli é “satisfatória,” em nossa opinião. A companhia tem um histórico de planejamento estratégico diligente, boa execução e administração financeira relativamente conservadora e boa. As políticas financeiras do grupo baseadas em valor lhe permitem alocar capital para subsidiárias mais rentáveis e tem levado a uma orientação voltada a desempenho em todo o grupo.

Consideramos a liquidez da JMalucelli como “forte”. Sua estratégia de investimentos tem sido historicamente bem conservadora, com foco na qualidade e liquidez, com riscos de crédito e de mercado limitados. Adicionalmente, 44,9% do portfólio de investimentos conta com liquidez diária.

Os fatores que posicionam o rating da JMalucelli abaixo daqueles de seus competidores são a sua posição de mercado em relação às companhias de seguros com negócios mais diversificados no país e o seu foco de crescimento em resseguros, um negócio que ainda está em início de operações (start-up) no país, em nossa visão.

Perspectiva
A perspectiva estável reflete nossa visão de que a Travelers tem contribuído para uma melhora no perfil de negócios do grupo ao diversificar o perfil da JMalucelli e ao fortalecer sua posição de mercado no segmento de seguro garantia brasileiro. Também prevemos que a companhia manterá um desempenho operacional consistente com o nosso caso-base e, pelo menos, uma forte posição competitiva.

Poderemos rebaixar os ratings se:

O perfil financeiro da JMalucelli se deteriorar, o que poderia derivar de uma redução significativa em sua posição de capital ou se adotar uma estratégia mais agressiva.
A JMalucelli não mantiver seus níveis de liquidez. O índice de perdas da companhia se deteriorar em função de menor rentabilidade.

A possibilidade de uma ação de rating positiva é remota nos próximos dois anos. Esta demandaria uma diversificação nas linhas de negócios da JMalucelli, o que pode melhorar seu perfil de negócios ao aumentar gradualmente sua participação no segmento de ramos elementares, diversificar sua base de produtos e fortalecer sua posição de mercado no segmento de seguro garantia brasileiro e, também, se seus níveis de rentabilidade ultrapassarem de forma sustentada nossas atuais projeções. Conforme analisado em bases consolidadas, isso requereria que o negócio de resseguros suportasse nossas expectativas.

Standard & Poor’s reafirma ratings ‘A-’ e ‘brAAA’ da AGCS, do grupo Allianz

allianzResumo

Após reavaliarmos a resseguradora brasileira Allianz Global Corporate & Specialty Resseguros Brasil S.A. com base no nosso novo critério de seguros, reafirmamos seus ratings ‘A-’ na escala global e ‘brAAA’na Escala Nacional Brasil.
Reafirmamos a importância estratégica da subsidiária brasileira para o seu controlador em última instância Allianz SE.

Os ratings refletem predominantemente nossa visão do perfil de risco de negócios regular da companhia e do seu perfil de risco financeiro moderadamente forte, com base na sua condição start-up (em início de operações) e na avaliação forte de seu capital e rentabilidade.

A perspectiva estável reflete nossa visão de que a companhia manterá forte capitalização à medida que expande seu negócio.

Ações de Rating
Em 23 de maio de 2013, a Standard & Poor’s Ratings Services reafirmou seus ratings de crédito de contraparte e de capacidade financeira ‘A-’ na escala global e o rating de crédito de contraparte ‘brAAA’na Escala Nacional Brasil atribuídos à Allianz Global Corporate & Specialty Resseguros Brasil S.A. (“AGCS Re Brasil). A perspectiva é estável.

Fundamentos
Os ratings refletem nossa visão do perfil de risco de negócios (BRP, na sigla em inglês para Business Risk Profile) “regular” da companhia e do seu perfil de risco financeiro (FRP, na sigla em inglês para Financial Risk Profile) “moderadamente forte” em função de uma posição competitiva “menos que adequada”, dadas a sua natureza start-up, e a avaliação “forte” de seu capital e rentabilidade. Em nossa visão, a forte gestão integrada de riscos (ERM, na sigla em inglês para Enterprise Risk Management) da companhia, a sua administração e práticas de governança corporativa satisfatórias são consistentes com seu perfil de crédito individual (stand-alone credit profile ou SACP) ‘bbb’ e adicionamos dois degraus de suporte com base na sua importância estratégica para o seu grupo. No entanto, os ratings da AGCS Re Brasil são limitados pelo rating de crédito soberano em moeda local do Brasil (A-/Estável/A-2). A AGCS Re Brasil é uma subsidiária da Allianz Risk Transfer AG, a qual é uma subsidiária da Allianz Global Corporate & Specialty AG. Juntamente com suas empresas-irmãs e outras subsidiárias relacionadas, a AGCS Re Brasil é uma subsidiária da Allianz SE e compreende coletivamente o negócio mundial da Allianz Global Corporate & Specialty.

A subsidiária brasileira é muito importante para a estratégia de crescimento global do grupo. A AGCS Re Brasil se tornará um centro regional para a América do Sul, região estimada para representar uma parcela significativa dos mercados de crescimento da AGCS.

Em nossa visão, a ACGS Re Brasil enfrenta risco-país da indústria seguradora “intermediário” em seu negócio de resseguros, de acordo com a nossa avaliação do risco da indústria seguradora de um país (IICRA, na sigla em inglês para Insurance Industry Country Risk Assessment). De um modo geral, a AGCS RE Brasil enfrenta risco-país “intermediário” e “baixo” risco da indústria”. Nossa classificação de risco-país se baseia nos riscos dos sistemas econômico, político e financeiro do Brasil, sendo que os dois primeiros sistemas se baseiam nos nossos critérios de ratings soberanos, e o último nos critérios do BICRA (ver BICRA do Brasil permanece no Grupo ‘4’; Perspectiva de seis bancos alterada para negativa pelo aumento no risco econômico e no risco da indústria e Rating ‘BBB’ de longo prazo em moeda estrangeira do Brasil reafirmado; perspectiva permanece estável). A nossa avaliação de risco “baixo” da indústria reflete os níveis bons e estáveis de rentabilidade do setor, os padrões adequados de subscrição e as exposições a riscos administráveis. Também consideramos que os potenciais riscos em geral provenientes de catástrofes são moderados, dadas a composição do portfólio da companhia e a baixa incidência de desastres naturais no país. Consideramos que a supervisão e o histórico regulatórios do mercado local são adequados, promovendo um desempenho satisfatório da indústria e crescente competição nos últimos anos. Adicionalmente, o regulador monitora frequente e adequadamente toda a indústria.

Dada a natureza start-up da companhia, em nossa visão, a AGCS Re Brasil tem uma posição competitiva “menos que adequada.” Como a companhia foi fundada recentemente, esperamos que seu desempenho seja inferior ao dos seus pares nos primeiros anos de operação, com menor rentabilidade e maiores índices combinados. No entanto, acreditamos que a AGCS Re Brasil poderá se tornar a 3ª ou 4ª maior resseguradora do país em 2013, com base no desempenho da AGCS no Brasil como uma resseguradora admitida desde 2009, no tamanho do negócio da Allianz Seguros, a qual cederá à AGCS Re Brasil e no recente sucesso com outros seguradores cedentes além da Allianz Seguros. No entanto, a participação de mercado da companhia será pequena, correspondendo a menos de 10% dos prêmios do mercado. Uma diversificação de linha de negócios adequada e introdução de novos produtos (por exemplo, soluções de resseguros para o setor de óleo & gás), somadas à associação com a força da marca da Allianz, deverão suportar o crescimento rápido nos próximos três anos.

A avaliação do capital e rentabilidade da companhia é “forte”, e esperamos que continuará em nosso caso-base. A capitalização inicial, apesar do desempenho operacional de certa forma mais fraco especialmente em 2013 e 2014, deverá ser suficiente para suportar as operações e o crescimento do negócio nos próximos três anos. Esperamos que a companhia mantenha seu capital acima de nosso benckmark para o rating ‘AA’, amparada por um programa de resseguro abrangente e investimentos de boa qualidade de crédito. No entanto, nossa avaliação é parcialmente afetada por uma base de capital relativamente pequena de cerca de R$ 145 milhões.

Assumimos um lucro líquido marginal para 2013 em torno de R$ 1 milhão a R$ 2 milhões e uma melhora consistente na rentabilidade à medida que a companhia cresce em escala com um lucro líquido médio de R$ 20 milhões em 2014-2015. Nossas projeções assumem que a AGCS Re Brasil gerará rentabilidade de certa forma mais fraca do que seus pares nos primeiros anos principalmente em função de sua escala relativamente pequena e de elevadas despesas operacionais associadas à sua natureza start-up. No entanto, também prevemos uma melhora rápida no desempenho de subscrição, especialmente por causa da expertise da AGCS. Em nosso caso-base, estimamos um índice combinado superior a 100% em 2013, mas conforme os custos operacionais são amortizados em uma base maior dos prêmios retidos, esperamos que os índices combinados se estabilizem em torno de 90%-95% no médio prazo.

Em nossa visão, a posição de risco da AGCS Re Brasil reflete riscos moderados, beneficiando-se das políticas de investimento muito conservadoras. A estratégia de investimento da subsidiária brasileira está alinhada à filosofia de investimento global da AGCS, a qual se foca em liquidez e alta qualidade de crédito. Entidades menores, como a AGCS Re Brasil, podem alocar somente investimentos em instrumentos simples de renda fixa. Em dezembro de 2012, o portfólio de investimentos da companhia consistia de títulos públicos locais denominados em Reais, com uma qualidade de crédito média do portfólio de ‘A-’. No entanto, o status start-up e a falta de histórico aumentam os riscos, como poderemos observar mais volatilidade de capital e rentabilidade do que assumimos em nosso cenário de caso-base.

Vemos a flexibilidade financeira da AGCS Re Brasil como “adequada”, em função de sua associação ao grupo Allianz e da nossa expectativa de que, se necessário, a companhia receberia suporte de capital por parte do controlador. A companhia atualmente não detém nenhuma dívida ou obrigação financeira, e não esperamos que essa situação mude.

Consideramos a gestão integrada de riscos (ERM), a administração e as práticas de governança corporativa da companhia como consistentes com os ratings. Nossa avaliação de ERM é forte visto que está totalmente inserida na ERM da AGCS e em última instância na da Allianz SE e reflete a nossa visão positiva sobre a cultura de gestão de riscos, os controles de risco, a gestão de riscos emergentes e a gestão estratégica de riscos da Allianz SE. Acreditamos que essas capacidades possibilitarão ao grupo continuar otimizando a alocação de capital e rentabilidade e a melhorar o perfil de risco/retorno.

A avaliação da administração e governança da AGCS Re Brasil é “satisfatória”, em nossa opinião. Grande parte dos executivos da administração da companhia já fez parte do grupo Allianz e tem uma ampla experiência no mercado de resseguros. A subsidiária brasileira operará mediante uma estrutura organizacional matriz e a maioria dos seus empregados reportará a mais de uma pessoa, visto que a companhia está inserida na estrutura global do grupo.

Consideramos a liquidez da companhia como forte, em função da solidez das fontes disponíveis de liquidez, principalmente no portfólio de ativos que consiste de títulos de alta qualidade de crédito. Não há obrigações financeiras e acreditamos que o programa de resseguros abrangente limita o risco associado aos amplos sinistros inesperados. A esperada melhora no desempenho operacional da companhia por meio de receitas estáveis de prêmios também suportaria sua liquidez.

Perspectiva
A perspectiva estável da AGCS Re Brasil incorpora o desempenho esperado e a nossa expectativa de que a companhia permanecerá uma subsidiária estrategicamente importante para a Allianz SE. Esperamos que seu lucro líquido seja marginal em 2013 principalmente por causa de sua escala de negócios ainda pequena e custos de start-up grandes. No entanto, acreditamos que à medida que a escala da companhia aumenta, o desempenho operacional melhorará por meio da amortização de custos operacionais em uma base mais ampla de prêmios subscritos, atingindo resultados de subscrição positivos menores até 2014 e que os índices combinados se estabilizem em torno de 90%-95% no médio prazo. Esperamos que a companhia mantenha capital e rentabilidade e liquidez fortes. Nossa perspectiva assume que não haverá nenhum pagamento de dividendos até 2016 e que a companhia não incorrerá em nenhuma dívida ou obrigações financeiras.

Um rebaixamento é possível se mudarmos nossa visão sobre o suporte do controlador e não mais considerarmos a subsidiária como estrategicamente importante. Por outro lado, uma elevação da AGCS Re Brasil é possível se a Standard & Poor’s elevar o rating do Brasil, porque o rating em moeda local do governo soberano brasileiro atualmente limita o rating da companhia, e nossa metodologia de grupo ainda permitiria mais um degrau de elevação.

SulAmérica tem novo Ouvidor

Release

A SulAmérica Seguros, Previdência, Investimentos e Capitalização acaba de reformular a sua estrutura de Ouvidoria. O novo ouvidor da empresa, Gilberto Fonseca, passa a reportar-se diretamente ao presidente da companhia, Gabriel Portella. Com isso, a área que anteriormente estava ligada ao departamento jurídico, ganha mais relevância e passa a atender plenamente às normas da Superintendência de Seguros Privados (Susep) e a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS).

O novo ouvidor, Gilberto Fonseca, é farmacêutico, engenheiro químico e administrador. Na SulAmérica desde 1998, atuou nas áreas de atendimento, treinamento e qualidade, sendo um dos responsáveis pela estruturação da área de Ouvidoria. “Foram muitas conquistas ao longo dos anos, mas a mais valiosa, sem dúvida, foi a conquista da confiança do cliente e da própria empresa, que hoje enxerga a Ouvidoria como uma área que traz soluções para o consumidor e também para a organização”, afirma Fonseca.

Criada em 2005, a Ouvidoria da SulAmérica vem atuando em parceria com as áreas técnicas, jurídica e de produtos da companhia com objetivo de analisar e arbitrar casos de insatisfação dos clientes que já tenham sido tratados pelo Serviço de Atendimento ao Cliente.

Ainda para aprimorar o atendimento, facilitando a comunicação entre a seguradora e o cliente, a SulAmérica criou um 0800 exclusivo para a Ouvidoria. O telefone de contato é 0800 725 3374.

Willis Brasil anuncia novo diretor de Affinity

A Willis Brasil, uma das corretoras líderes nacionais pertencentes ao Willis Group, anuncia a contratação de Tiago Mateus das Neves, que assume a divisão Affinity no país. O executivo tem como missão ampliar as linhas de negócios da empresa neste segmento. Neves irá se reportar ao CCO Anthony Harvey. Antes de ingressar na Willis Brasil, atuou em companhias como o Grupo Sonade / MDS, Banco Financial Português – Caixa Geral de Depósitos S/A e no antigo Unibanco.

“A chegada do Tiago reforça a importância da divisão como parte fundamental e estratégica para a companhia, tendo em vista o crescimento do segmento no mercado de seguros massificados, além da introdução do microsseguro”, afirma Anthony Harvey – CCO da Willis Brasil.

Bradesco Capitalização é Top Socioambiental de RH 2013

Release

A Bradesco Capitalização foi destaque na 6ª edição do Prêmio Top Socioambiental e de RH 2013, em Pernambuco. Vencedora pela terceira vez consecutiva, a companhia recebeu o prêmio na categoria “Meio Ambiente” pelo case “Projeto Tamar – apoio ao Projeto TAMAR protege 3 milhões de tartarugas marinhas”, que em dois anos, monitorou, pesquisou e protegeu o ciclo de vida de 3 milhões de tartarugas.

Promovido pela Associação dos Dirigentes de Vendas e Marketing do Brasil (ADVB-PE), o prêmio destaca os projetos de responsabilidade social corporativa, ações de respeito ao meio ambiente e sustentabilidade e projetos na área de recursos humanos. No total, concorreram ao prêmio 38 trabalhos, sendo sete na categoria “Sociocultural”, vinte e dois em “Meio Ambiente” e nove de “Recursos Humanos”.

Sobre a Bradesco Capitalização

A Bradesco Capitalização registrou faturamento de R$ 983 milhões no primeiro trimestre de 2013, crescimento de 23,6% em relação ao mesmo período do ano anterior. No primeiro trimestre de 2013, a Bradesco Capitalização disponibilizou R$ 866,9 milhões aos seus clientes, através de prêmios de sorteios e resgates de títulos. Desse total, destinou R$ 16 milhões em prêmios brutos, distribuídos para 575 títulos sorteados nesse período. A empresa encerrou o primeiro trimestre de 2013 com uma carteira de 8,2 milhões de títulos tradicionais. Com carteira de 3,5 milhões de clientes e marketshare de 24,2% (Provisões Técnicas – até mar/2013), a Bradesco Capitalização faz parte do Grupo Bradesco Seguros, que integra a Organização Bradesco e lidera o mercado de seguros no Brasil com atuação multilinha, em âmbito nacional.

ABGR prevê pequena tendência de queda para seguros do setor elétrico

abgrProteção para riscos de parada não programada, Garantia Judicial e Cativa, Lucros Cessantes, Property e Riscos Operacionais, bem como Directors & Officers (D&O) foram os principais temas do XII Encontro do Comitê do Setor Elétrico da Associação Brasileira de Gerenciamento de Risco (ABGR), realizado nos dias 15 e 16 de maio de 2013, na Cidade de Manaus, com a Eletrobrás Amazonas Distribuição, como anfitriã.

Segundo Eduardo Gedrait Pires, diretor da ABGR para o Setor Elétrico, e Coordenador do Comitê, o grupo já soma R$ 190 bihões em ativos segurados, com prêmios na ordem de R$ 100 milhões. Trata-se de um segmento que desperta muito interesse da indústria de seguros, principalmente pelo potencial de negócios que o setor tem no médio e longo prazo. “Pudemos observar que as empresas estão com as taxas niveladas, com pequena tendência de queda, entre 2012 e 2013. Um ou outro caso discrepante (para cima ou para baixo) foi tratado no grupo e, normalmente, se deve à ocorrências de sinistros ou pelo investimento em gerenciamento de risco, o que consequentemente gera uma boa gestão de ativos”, contou Pires.

No 1º dia, onde foram divulgados e discutidos as condições de contratação dos diversos ramos de seguro, de todas empresas participantes. Já o 2º dia foi dedicado ás palestras técnicas já citadas. “A renovação das concessões, com forte redução na receita das empresas, também foi alvo de discussões e trará a necessidade de ajustes nos custos de seguro”, contou Pires.

As patrocinadoras do evento, nesta edição foram a resseguradora Swiss Re, as seguradoras Mapfre e BTG Pactual e as corretoras JLT e MDS. Além disso, houve palestras dos especialistas Clemens Freitag da AON, e Eduardo Pitombeira, da Argo, abordando o tema D&O.

Foram exibidos 4 filmes institucionais da Amazonas Energia, que demonstraram as dificuldades enfrentadas e as soluções exigidas, para que a energia elétrica seja entregue para a sociedade. Quem tiver interesse, pode acessar os videos nos seguintes endereços:
http://youtu.be/_WjDPrbHOt0
http://youtu.be/_VNrlfPmB3w
http://youtu.be/6NYt6hr-Cd4
http://youtu.be/EeEf9aQsvDQ

Maioria dos clientes da Smartia faz cobertura total

roubo e furto carroRelease

Quando o assunto é seguro de carro, muitas pessoas ficam em dúvida sem saber se vão conseguir pagar para ter o bem segurado. A Smartia, especializada na venda de seguro de automóvel pela internet, oferece pacotes para todos os clientes. O diferencial da companhia é dar total transparência, comodidade, rapidez e os melhores preços para o consumidor. Oito seguradoras são parceiras da empresa: Allianz, BNP Paribas – Cardif, Bradesco Seguros, HDI Seguros, Liberty Seguros, Marítima Seguros, Tokio Marine Seguradora e Zurich Seguros.

Segundo Rodrigo Caixeta, CEO da Smartia, “o valor médio do seguro total de um carro popular gira em torno de 1.500,00(*)“. A maior parte dos clientes da empresa faz cobertura total (compreensiva). Ao todo, 95% dos clientes opta por essa modalidade de seguro.

Para consultar e contratar o seguro é muito simples: basta acessar o site www.smartia.com.br e preencher o formulário com os dados do veículo, condutor e do proprietário. Ao final da consulta, o portal mostrará o valor do seguro nas seguradoras parceiras. Assim, o cliente ainda pode comparar os serviços oferecidos pelas seguradoras e customizar o produto escolhendo a cobertura que deseja para o seu automóvel.

A Smartia oferece 3 tipos de cobertura:

· Total – também chamada de compreensiva, que inclui os seguintes riscos: colisão, incêndio e roubo ou furto.

· Danos a terceiros – essa cobertura é a Responsabilidade Civil Facultativa de Veículos (RCF-V), que garante o reembolso de indenizações que você seja obrigado a pagar devido a danos causados a outras pessoas ou a proprietários de bens materiais. Prevê também o pagamento de advogado e custas judiciais.

· Somente roubos e furtos – cobre roubo ou furto do automóvel.

(*) Fonte Smartia, com base em 20.000 cálculos realizados em 2013

Destino sustentável a mais de sete toneladas de móveis e eletrodomésticos descartados

reciclagem eletronicoRelease

Em seis meses, a Allianz Seguros, em parceria com a Ecoassist Serviços Sustentáveis, recolheu cerca de 7 toneladas de móveis, eletrodomésticos e eletroeletrônicos descartados por segurados de condomínios, residências e empresas de pequeno e médio portes. O serviço, recém-ofertado aos clientes, contempla a retirada de móveis e eletroeletrônicos, dando o destino correto a estes.

O maior volume de itens recolhidos vem do seguro para condomínios da Allianz, já que mais de um milhão de pessoas têm acesso ao produto – além de a companhia ser líder nesse segmento, uma apólice envolve uma média 60 condôminos, que podem desfrutar do serviço. Os bens coletados seguem para entidades assistenciais cadastradas, se estiverem em condições de uso. Caso contrário, são descaracterizados e as peças enviadas para indústrias de reciclagem. Todo processo é homologado com base nas melhores práticas da sustentabilidade e o segurado Allianz recebe um certificado que garante que o resíduo foi corretamente descartado e reciclado.

Marco Rossi destaca desafios de sua gestão em encontro no CVG-SP

252204_10200451471064258_54274113_nMatéria extraída do portal da CNseg (www.cnseg.org.br)

Um dos principais desafios da nova diretoria da CNseg é ocupar espaço mais significativo dentro da sociedade brasileira, o que inclui o aprimoramento da comunicação do setor com os Três Poderes. Assim, Marco Antonio Rossi, presidente da CNseg e da Bradesco Seguros, maior grupo segurador do Brasil e da América Latina, iniciou sua palestra no Clube de Vida em Grupo de São Paulo (CVG-SP), realizado em São Paulo, nesta quarta-feira. Esse trabalho, iniciado na gestão anterior, precisa ser aperfeiçoado. “Isso não é fácil”, enfatizou.

Segundo ele, é um trabalho contínuo para mostrar a todos a grandeza do setor. “Como comunicar melhor o nosso setor?”, pergunta ele, para a plateia com mais de 100 executivos do segmento de vida e previdência.

Na sequência, Rossi fez questão de mostrar aos presentes um vídeo com vários dados do setor, que muitas vezes passam despercebidos até mesmo de quem trabalha no setor. Em 2012, por exemplo, o mercado segurador brasileiro registrou produção global de R$ 252 bilho~es. Tal resultado fez a participação do setor na formação da riqueza nacional, que ate´ a década de 90 representava pouco mais de 1% do PIB, alcançar cerca de 6%.

“Mas a verdadeira importância de nosso mercado para a vida econômica e social do País vai muito além desse registro de produção e de índices de crescimento”, disse, acrescentando que, do total arrecadado em 2012, R$ 119 bilhões foram devolvidos a` população e aos agentes econômicos sob a forma de pagamento de indenizações de sinistros, despesas médico-hospitalares, benefícios de natureza previdenciária e resgates de títulos de capitalização.

Outra evidência da relevância do mercado é sua participação estratégica no processo de formac¸a~o de poupanc¸a interna e sua atuac¸a~o como investidor institucional, por apresentar massas crescentes de reservas disponi´veis para financiamento de projetos essenciais ao desenvolvimento do Pais.

Em 2012, o mercado segurador brasileiro acumulou proviso~es te´cnicas superiores a R$ 520 bilho~es. Ale´m disso, a atividade seguradora contabiliza, em seu balanc¸o social, o fato de ser um grande propiciador de oportunidades de trabalho: mais de 100 mil pessoas integram empresas de seguros e corretoras. “Ou seja, sugiro a todos adocicar a limonada, com todos mostrando aos clientes dados positivos do setor”.

Depois de mostrar um pouco mais do que o setor faz, Rossi abordou um pouco dos desafios da nova gestão da CNseg, citando todos os segmentos, como saúde, previdência e vida, seguros gerais e capitalização. “A FenaSaúde tem feito um trabalho abrangente para mostrar o lado da saúde, equilibrando as notícias dos atendimentos feitos com as queixas citadas pela mídia. “Em previdência e vida, temos de criar produtos que atendam a nova realidade trazida pela longevidade e taxas de juros menores. Em automóvel, é preciso viabilizar o seguro popular de automóvel. Em capitalização, também precisamos mostrar como o sorteio pode mudar a vida de alguém”, citou.

“O mundo mudou”, disse. E muito: temos um cenário de taxas de juros diferente, o que instiga as seguradoras a buscarem soluções que garantam a rentabilidade exigida pelo acionista. Ele citou tanto a criatividade dos gestores em reduzir custos, aplicar recursos, bem como aprimorar o diálogo com a Susep, no sentido de flexibilização de regras e modernização de normas, para que o setor continue crescendo a índices chineses.

Outro desafio, cita o presidente da CNseg, é investir e capacitar ainda mais a Escola Nacional de Seguros (Funenseg) para desenvolver novos profissionais para o mercado segurador, bem como aprofundar o conhecimento dos profissionais que já estão consolidados no setor. “Temos de ajudar os corretores para que conheçam mais os produtos, dentro desta linha de transformação que o mercado tem tido”.

Para ele, é um grande desafio estar à frente da CNseg neste momento de transformação. “Tenho a certeza absoluta que temos todas as condições de continuar crescendo no mesmo ritmo dos últimos cinco anos, em todos os ramos de atividades”, disse. Para ele, o mercado está apenas chegando na adolescência e “será preciso ajudar que esse adolescente possa chegar à maturidade com valores que garantam a longevidade. Temos de ter no nosso DNA o compromisso de buscarmos sempre nos aprimorar”, finalizou.