A Pósitron, marca da PST Electronics, líder e referência de segurança automotiva, realiza hoje o lançamento de um importante produto do portfólio 2014, um rastreador e seguro de carro ao mesmo tempo, ao que tudo indica. Detalhes serão fornecidos hoje, durante coletiva de imprensa com Alcides Rodrigues, gerente de Negócios da Unidade de Rastreamento da Pósitron.
Presidente da CNseg participa de almoço do CVG-SP
O CVG-SP receberá em seu tradicional almoço o presidente da Confederação Nacional das Empresas de Seguros (CNseg), Marco Antonio Rossi. O evento será realizado dia 22 de maio, na Sala Panorama do Terraço Itália, em São Paulo, a partir das 11h45. Na ocasião, Rossi apresentará palestra abordando o tema “Perspectivas e Oportunidades do Mercado Segurador frente aos Novos Consumidores”.
Atual presidente da Bradesco Seguros e ex-presidente da FenaPrevi, Rossi foi empossado presidente da CNseg em cerimônia realizada dia 7 de maio, em Brasília (DF). Ele sucede Jorge Hilário Gouvêa Vieira.
Trajetória profissional
Marco Antonio Rossi é presidente da Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (CNSeg), diretor-presidente do Grupo Bradesco de Seguros, diretor vice-presidente do Banco Bradesco, Conselheiro da Associação Comercial do Rio de Janeiro (ACRJ), membro efetivo da Geneva Association – International Association for the Study of Insurance Economics. Possui MBA em Altos Estudos de Estratégia e Geopolítica pela Faculdade Armando Álvares Penteado (FAAP), pós-graduação em Gestão do Cliente e formação em Marketing, ambos pela Universidade Paulista. Atuou na Bradesco Vida e Previdência desde a sua fundação.
Inscrições: diretamente no site www.cvg.org.br, menu “Eventos”, sub-menu “Agenda”, ou pelo e-mail c…@cvg.org.br. Informações: telefones (11) 3331-9313 e (11) 9.6308-0220. Vagas limitadas.
Investimento: R$ 100,00 para fundadores, funcionários/colaboradores de seguradoras associadas ao CVG-SP e corretores de seguro (prestigiando os corretores, para este evento o CVG-SP equivalerá os mesmos à condição de associados). R$ 150,00 para os demais participantes.
Itaipava fecha naming rights da Arena Pernambuco
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O Grupo Petrópolis, segundo maior do setor cervejeiro no país e maior companhia 100% brasileira de bebidas, dá continuidade aos investimentos no futebol e patrocina mais uma grande arena multiuso no Nordeste: a Itaipava Arena Pernambuco. O primeiro jogo profissional sediado no estádio acontece no próximo dia 22 de maio com um amistoso entre Náutico, clube pernambucano que passará a mandar seus jogos na arena a partir de julho, e Sporting Clube de Portugal, um dos times mais tradicionais de Portugal, responsável por revelar Cristiano Ronaldo para o futebol mundial.
A Itaipava Arena Pernambuco, que será sede de jogos da Copa das Confederações e da Copa do Mundo, é a segunda arena a assinar um contrato de naming right com a marca – a primeira foi a Itaipava Arena Fonte Nova, na Bahia. Para ter o privilégio, o Grupo Petrópolis investirá R$ 10 milhões por ano, por 10 anos – mesmo valor negociado com o estádio baiano. O contrato concede à Itaipava e TNT Energy Drink o direito de comercialização de energéticos e cerveja sem álcool com exclusividade em todos os bares e restaurantes do equipamento, além de possibilitar várias ações de marketing planejadas pela empresa com os torcedores.
Segundo Douglas Costa, diretor de mercado do Grupo Petrópolis, o fato mostra o comprometimento da companhia em apoiar o futebol. “Na condição de empresa 100% brasileira, queremos contribuir para profissionalizar a gestão dentro do esporte mais popular do país. O modelo das novas arenas incentiva uma gestão moderna e eficiente, assim como favorece um tratamento diferenciado aos torcedores”, afirma. “Mesmo para os objetivos da marca na região, o investimento será eficiente apenas se o estádio for bem aproveitado, o que beneficia diretamente o futebol nordestino. Por isso estamos fazendo esses investimentos”, explica.
Outro fator destacado por Costa é o fato da Itaipava Arena Pernambuco ser uma estrutura multiuso. “Reconhecemos a importância de Pernambuco e sua vocação para eventos de grande porte e seu potencial turístico. Colocar uma estrutura a serviço de grandes eventos culturais vai favorecer ainda mais o desenvolvimento da região e sua inserção na agenda dos grandes acontecimentos mundiais e impulsionar o turismo”, afirma.
Para o presidente da Itaipava Arena Pernambuco, Sinval Andrade, a assinatura do contrato consolida uma tendência e demonstra a confiança do mercado no modelo de Parceria Público Privada, assim como no potencial da Odebrecht Properties na operação da arena.
O Grupo Petrópolis está construindo uma fábrica em Itapissuma, a 45 km de Recife, que será inaugurada em 2014. Com investimentos calculados em R$ 1,1 bilhão, serão gerados 500 empregos diretos e 3 mil indiretos após inauguração da unidade fabril pernambucana. “Estamos dispostos a fazer mais do que oferecer nossos produtos. Queremos contribuir para o desenvolvimento socioeconômico e cultural da região direcionando nossos investimentos para o país”, diz Costa.
Naming Rights
O modelo de patrocínio por naming rights é utilizado em todo o mundo. Consiste na cessão de direitos ao anunciante sobre o nome de determinada propriedade, seja ela o título de um campeonato, evento ou arenas e estádios.
Bastante difundida em países europeus e nos Estados Unidos, a prática é recente em estádios no Brasil – antes da taipava Arena Pernambuco e da Itaipava Arena Fonte Nova, o único caso foi registrado em 2005, quando o Atlético Paranaense cedeu o direito de uso do nome do seu estádio Arena da Baixada, que ficou conhecido como “Kyocera Arena”. Recentemente a seguradora Allianz também já anunciou a compra do naming right da futura arena do Palmeiras, em São Paulo.
No mundo, são conhecidas as parcerias como a do clube Arsenal de Londres com a companhia aérea Emirates (Emirates Stadium), do Stutgart com a montadora automotiva Mercedes-benz (Mercedes-Benz Arena), da seguradora Allianz com o Bayern de Munique (Allianz Arena), o estádio de beisebol americano, batizado com o nome da cervejaria Miller (Miller Park), dentre outros.
Previdência complementar aberta acumula R$ 18,9 bilhões no 1º trimestre de 2013
O mercado de previdência complementar aberta arrecadou R$ 18,9 bilhões no primeiro trimestre de 2013. O volume de novos recursos que ingressaram no sistema é 26,83% superior aos R$ 14,9 bilhões registrados no mesmo período do ano anterior segundo dados da FenaPrevi (Federação Nacional de Previdência Privada e Vida), entidade que representa 22 seguradoras e 13 entidades abertas de previdência complementar no país.
A previdência privada aberta é uma das principais alternativas de investimentos de longo prazo para garantir aposentadoria complementar à da Previdência Social. Essa modalidade de investimento conta com aproximadamente 12 milhões de contratos ativos. Cerca de 131,9 mil já usufruem dos benefícios (aposentadoria, pecúlio, pensão, renda por invalidez e renda a menores).
Com o desempenho da previdência complementar aberta no primeiro trimestre, a carteira de investimentos do sistema alcançou o patamar de R$ 348,3 bilhões, alta de 22,78% na comparação com os R$ 283,7 bilhões registrados nos primeiros três meses de 2012. No primeiro trimestre de 2013, a carteira de investimento do VGBL expandiu 28,88% e acumulou R$ 219,4 bilhões. Já a carteira do PGBL somou R$ 75,6 bilhões, consolidando crescimento de 10,92%. Por fim, a carteira dos planos tradicionais passou de R$ 44,7 bilhões para R$ 52,7 bilhões, alta de 17,92%.
Na análise por produto, os planos individuais foram o destaque com arrecadação de R$ 16,9 bilhões, volume 33,16% superior ao trimestre de 2012. Os planos para menores registraram aportes de R$ 425,4 milhões (R$ 448,1 milhões, no trimestre de 2012). Já os planos empresariais contabilizaram R$ 1,5 bilhão em novos depósitos nos três primeiros meses. No mesmo período do ano passado, essa modalidade acumulou R$ 1,7 bilhão.
Desempenho por plano (VGBL e PGBL)
Segundo a FenaPrevi (Federação Nacional de Previdência Privada e Vida) na avaliação por tipo de plano, a carteira do VGBL, modalidade indicada para quem declara o IR pelo modelo simplificado, foi a que obteve melhor desempenho. A modalidade registrou R$ 16,4 bilhões em novos depósitos (crescimento de 32,20%, frente ao primeiro trimestre de 2012). Já o PGBL, recomendado para os participantes que declaram o IR pelo formulário completo, registrou depósitos de R$ 1,6 bilhão, leve alta de 0,36%. Por fim, a arrecadação dos planos tradicionais apresentou queda de 1,67%, passando de R$ 826,5 bilhões no primeiro trimestre de 2012 para R$ 812,7 bilhões no mesmo período em 2013.
Ranking das Empresas – Carteira de Investimentos (R$ 348,3 bilhões)
A Bradesco Vida e Previdência liderou o ranking no período com 32,73% do total das reservas; Itaú Vida e Previdência (24,33%); BrasilPrev Seg. e Previdência (20,76%); Zurich Santander Seg. e Prev. (6,10%); Caixa Vida e Previdência (5,74%); HSBC Vida e Previdência (3,24%); Icatu Seguros (1,99%); Sul América Seg. e Previdência (1,25%); Safra Vida e Prev. (0,86%); Porto Seguro Vida e Prev. (0,68%). As demais entidades somam, no total, 2,32% da carteira de investimentos.
Provisões
As provisões (recursos acumulados pelos titulares dos planos do sistema de previdência complementar aberta) apresentaram saldo de R$ 337 bilhões e alta de 22,07% no primeiro trimestre. No mesmo período do ano anterior, as provisões totalizaram R$ 276,1 bilhões. As provisões do VGBL tiveram o crescimento mais expressivo no período (alta de 28,48%), passando de R$ 170,8 bilhões para R$ 219,4 bilhões.
As provisões dos planos PGBL cresceram 12,61%, no período, passando de R$ 67,2 bilhões para R$ 75,6 bilhões. As reservas de planos tradicionais, por sua vez, passaram de R$ 37,5 bilhões para R$ 41,4 bilhões, no período, alta de 10,22%.
Com relação a market share, os planos VGBL mantiveram a liderança no volume de provisões entre os planos de caráter previdenciário, com 65,10% do total, seguidos pelos PGBL, com 22,46% do volume total de provisões, enquanto os planos tradicionais contaram com 12,28% do volume total de provisões. Outros produtos – incluindo os FAPI – completam a equação, com 0,15%.
Resultado Mensal (Março de 2013)
Na avaliação mensal, a arrecadação expandiu 15,76% e registrou R$ 6,5 bilhões. Os planos individuais receberam 5,9 bilhões em novos aportes (alta de 17,84%), os planos empresariais R$ 530,8 milhões (2,95% superior) e os planos para menores R$ 141 milhões, com recuo de 9,09%. No mês de março, o VGBL respondeu por R$ 5,7 bilhões dos novos depósitos e o PGBL por R$ 560,7 milhões.
Seguros de pessoas crescem 17,02% e acumulam R$ 6,2 bi o 1º trimestre
O mercado de seguros de pessoas fechou o primeiro trimestre do ano com arrecadação de R$ 6,2 bilhões, alta de 17,02% em relação ao mesmo período do ano anterior, quando o setor movimentou R$ 5,3 bilhões. No primeiro trimestre o setor pagou cerca de R$ 1,4 bilhão em indenizações aos segurados, volume 19,75% superior ao registrado no mesmo intervalo de 2012. Os dados são da FenaPrevi (Federação Nacional de Previdência Privada e Vida), entidade que representa 74 empresas que comercializam produtos de seguros de pessoas e previdência complementar aberta.
O segmento de seguros de pessoas engloba produtos como seguro prestamista, educacional, seguros de vida individual e em grupo, seguro viagem, entre outros. O seguro viagem, que cobre acidentes, extravio ou perda de bagagens, despesas hospitalares e médicas de viajantes no Brasil e no exterior, fechou o período com 22,1 milhões em arrecadação, expansão de 76,41%.
O segundo seguro com maior crescimento relativo foi o seguro funeral, que prevê cobertura, em caso de falecimento, das despesas com o sepultamento do segurado. Essa modalidade registrou R$ 58,9 milhões no primeiro trimestre, alta de 58,59% na comparação com o mesmo período do ano anterior.
Já o seguro prestamista, proteção financeira comercializada pelas seguradoras, principalmente, em parceria com redes de varejo, foi outro produto com desempenho positivo no período. A modalidade somou R$ 1,5 bilhão, 30,88% superior aos R$ 1,2 bilhão registrado nos três primeiros meses de 2012. O desempenho deve-se ao maior volume de vendas parceladas, principalmente no varejo. O seguro de vida, produto de maior participação no mercado de seguros de pessoas, fechou o primeiro trimestre do ano com R$ 2,8 bilhões em arrecadação, um crescimento de 14,41%.
Ranking. No ranking das seguradoras, segundo a FenaPrevi, a liderança ficou com o Grupo BBMapfre, com 17,25%. Em segundo lugar, ficou o Bradesco, com 16,43%. Zurich Santander Brasil, Itaú Unibanco e Caixa Econômica Federal vieram a seguir, com 14,29%, 12,29% e 5,89%, respectivamente.
Dilma autoriza venda de ações do Tesouro no IRB Brasil Re para a holding BB Seguros Participações
Autoriza a alienação de ações do IRB-Brasil Re, pela União, para o BB Seguros Participações S.A e a integralização de cotas dos fundos garantidores de que tratam os arts. 27 e 32 da Lei nº 12.712, de 30 de agosto de 2012.
A PRESIDENTA DA REPÚBLICA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 84, caput, inciso VI, alínea “a”, da Constituição, e tendo em vista o disposto no art. 6º, caput, inciso II, alínea “b” da Lei nº 9.491, de 9 de setembro de 1997, no art. 1º, caput, inciso I, da Lei nº 12.380, de 10 de janeiro de 2011, e nas Resoluções CND nº 3, de 7 de abril de 2011, e CND nº 3, de 16 de janeiro de 2013, do Conselho Nacional de Desestatização,
D E C R E T A:
Art. 1º Fica a União autorizada a alienar duzentas e doze mil, quatrocentas e vinte e uma ações ordinárias representativas do capital social do IRB-Brasil Resseguros S.A. – IRB-Brasil Re ao BB Seguros Participações S.A., uma vez atendidas as condições estabelecidas no inciso I do caput e no § 1º do art. 1º da Lei nº 12.380, de 10 de janeiro de 2011.
Art. 2º Fica autorizada, a critério do Ministro de Estado da Fazenda, a integralização de cotas dos fundos garantidores de que tratam os arts. 27 e 32 da Lei nº 12.712, de 30 de agosto de 2012, mediante a transferência de ações ordinárias de emissão do IRBBrasil Re, excedentes ao necessário para a participação da União no grupo de controle por acordo de votos.
Art. 3º Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação. Brasília, 16 de maio de 2013; 192º da Independência e 125º da República.
DILMA ROUSSEFF
Guido Mantega
IFC investe R$ 400 milhões na SulAmérica
A SulAmérica, maior grupo segurador independente do país, anunciou que o International Finance Corporation (IFC), braço financeiro do Banco Mundial, comprou parte das ações do ING na Sul América S.A. (BM&FBovespa: SULA11) por aproximadamente R$ 400 milhões e passará a deter uma participação de 7,9% na companhia. A participação direta do ING na SulAmérica cairá de 21,2% para 13,6%.
Os entendimentos entre a SulAmérica, o ING e o IFC incluem a possibilidade de o IFC indicar um membro para o conselho de administração da companhia, o que permitirá que o IFC possa compartilhar de forma mais efetiva sua grande experiência no desenvolvimento de produtos e serviços em mercados emergentes. O IFC é a maior instituição de desenvolvimento voltada para o setor privado nos países em desenvolvimento e atua com o objetivo de auxiliar empresas e instituições financeiras presentes em mercados emergentes a criar empregos, gerar receitas e aprimorar práticas de governança corporativa e sustentabilidade, além de se posicionar como investidor de longo prazo.
“Nós entendemos que o ingresso do IFC como acionista da SulAmérica é muito positivo e sinaliza que o novo investidor reconhece nossas práticas de governança corporativa e iniciativas de sustentabilidade empresarial, além de confiar no posicionamento estratégico da companhia e no potencial de desenvolvimento dos mercados nos quais a empresa atua”, afirma o presidente do Conselho de Administração da SulAmérica, Patrick de Larragoiti Lucas.
Para o diretor do IFC para Mercados Financeiros da América Latina, África e Caribe, Paolo M. Martelli, o investimento na SulAmérica é consistente com o foco da instituição na promoção do acesso ao seguro, em particular, o seguro saúde, que o IFC avalia como essencial para melhorar a qualidade de vida e inclusão social, especialmente em países em desenvolvimento. “Também valorizamos o amplo alcance geográfico da empresa atendendo a corporações e indivíduos não apenas em regiões desenvolvidas do Brasil, mas também naquelas áreas onde os níveis de penetração de seguros ainda são menores.”
O ING é acionista da SulAmérica desde 2002, e a operação que foi anunciada é parte do plano de reestruturação e desinvestimento das atividades de seguros e gestão de ativos do ING, conforme acordo que celebrou com a Comissão Europeia em 2008.
Microsseguro à venda no portal do Banco do Brasil
O BB Microsseguro Proteção Pessoal, primeiro produto dessa modalidade de seguro do grupo BB e Mapfre para as vendas exclusivas no Banco do Brasil. Esse produto, que começou a ser comercializado em 16/05/2013, garante o reembolso das despesas de funeral do segurado ou de seu cônjuge e filhos, dependendo do plano, e se, ele preferir, garante a prestação desse tipo de serviço.
Assegura também a cobertura para riscos de morte acidental e internação hospitalar por acidente, nesses casos, apenas para o segurado titular. Em todos os casos os valores de indenização são limitados ao valor contratado pelo seguro.
São quatro os planos do BB Microsseguro Proteção Pessoal:
· Plano Individual I – a partir de R$ 6 mensais, garante reembolso de despesas com funeral de até R$ 3 mil e cobertura por morte acidental do titular de R$ 10 mil para os beneficiários.
· Plano Individual II – a partir de R$ 6,34 por mês, inclui as mesmas coberturas e 45 diárias de R$ 50,00 por internação hospitalar devido a acidente do segurado titular.
· Plano Familiar I – a partir de R$ 11 mensais, garante reembolso de despesas com funeral de até R$ 3 mil para o titular, cônjuge e filhos e cobertura por morte acidental de R$ 10 mil para o titular.
· Plano Familiar II – a partir de R$ 11,34 por mês, inclui as mesmas coberturas e 45 diárias de R$ 50,00 por internação hospitalar devido a acidente do segurado titular.
O BB Microsseguro Proteção Pessoal inclui também Assistência Cartão Alimentação, que, em caso de morte do titular, dá ao beneficiário um cartão alimentação com recargas de crédito de R$ 100 mensais por seis meses; e Assistência Psicológica, que oferece atendimento em situações de forte impacto emocional, como luto, perdas, acidentes, doenças graves, aposentadoria e envelhecimento. Essa assistência deve servir como auxílio a beneficiários caso o titular passe por uma dessas situações.
“Este microsseguro representa um avanço não só no setor, mas principalmente para a economia popular e para o bem estar de pessoas, que, de outra forma, não teriam acesso a benefícios fundamentais, como auxílio-funeral e diárias de internação”, avalia Bento Zanzini (foto), diretor geral de Risco de Pessoas do BB e Mapfre.
O BB Microsseguro reserva ainda mais um benefício: ao contratá-lo, os segurados podem participar de 02 sorteios mensais em dinheiro no valor de R$ 5000,00 cada, lastreados por títulos de capitalização da Brasilcap Capitalização S.A., processo SUSEP 15414.900356/2013-83. Para isso, basta que o segurado esteja com os pagamentos em dia. Os sorteios são feitos pela Loteria Federal.
Fernando Teles deixa cartões para cuidar da área de seguros massificados no Itaú Unibanco
Novo executivo para cuidar de seguros massificados no Itaú Unibanco. Respondendo a Márcio Schettini, vice-presidente do banco responsável por financiamento de automóvel, imobiliário, cartões e seguros, Fernando Teles, vindo da área de cartões, será o responsável por cumprir as metas traçadas pelo banco de avançar em 2013 com a penetração de produtos na base de clientes do banco em todas as frentes, tanto correntistas, como cotistas de fundos, portadores de cartões e financiamentos. Antonio Trindade continua responsável pela área de seguros corporativos. A assessoria de imprensa não confirmou a informação, mas executivos próximos de Teles confirmaram.
Empresas multilatinas podem economizar de 20 a 35% em seus gastos com gestão internacional integrada
O momento do mercado nunca foi melhor para empresas latinas que pretendem se internacionalizar. A crise econômica enfraqueceu concorrentes norte-americanas e europeias, estagnou investimentos e desacelerou o crescimento, possibilitando a aquisição de empresas estabelecidas no mercado internacional, mas que não tiveram liquidez para resistir à queda da atividade econômica. De acordo com levantamento da Dun & Bradstreet, fornecedora internacional de informações de negócios, entre os anos de 2009 e 2011, enquanto o número de multinacionais cresceu modestos 2% nos EUA e 12% no Canadá, ultrapassou a casa dos 25% na América Latina.
Esse cenário é promissor, mas se as empresas latinas quiseram manter o crescimento e se destacar no cenário internacional, devem compreender os mercados locais e controlar as operações em escala global, criando diretrizes de gestão que multipliquem em todo o mundo a cultura da empresa.
Segundo Max Maggio, CCO da Aon Hewitt Latin America, consultoria em benefícios e capital humano, se passarem a tomar decisões de maneira integrada as empresas podem economizar de 20 a 35% em seus gastos com benefícios globais. “A melhor forma de fazer isso é implementando e administrando uma seguradora cativa, estabelecendo e administrando um multinational pooling e desenhando um pacote de benefícios para funcionários expatriados”, afirma.
Para Maggio, o conceito de cativas está cada vez mais difundido. O executivo afirma que ao assumir os próprios riscos e transferir a responsabilidade para as seguradoras apenas em eventos de altíssimo impacto as empresas diminuem consideravelmente seus gastos com seguros e desenvolvem a própria visão para as fragilidades da operação. “As cativas clientes da Aon, por exemplo, possuem, juntas, ativos superiores a US$ 15 bilhões e subscrevem prêmios que superam a casa de US$ 25 bilhões anuais”.
Outra maneira de reduzir custos é o multinational pooling, no qual um grupo de empresas de um mesmo país de origem ou não, que atuam em determinado país estrangeiro, juntam-se para negociar seus programas de benefícios com uma seguradora local. “A vantagem dessa estratégia é que não custa absolutamente nada a mais para a rede e se a empresa paga mais do que recebe de prêmio, ela resgata parte do que foi pago em forma de dividendos”, complementa Max Maggio.
Já no que diz respeito aos funcionários expatriados, o desafio é adequar o pacote de benefícios com as expectativas: os funcionários esperam ter, no país em que trabalham, os mesmos benefícios que teriam no país de origem, mas em algumas regiões os custos de serviços e a escassez de recursos tornam a negociação difícil para as empresas.
Em evento promovido pela Aon e pela Generali no último dia 8 de maio, no Hotel Renaissance, em SP, Bettina Skelton, da área de Seguros de Pessoas da Odebrecht, disse que o continente africano é o mais desafiador, e em países como Angola, Moçambique, Guiné-Conacri, Libéria e Gana, a dificuldade é harmonizar os benefícios dos funcionários locais com o dos expatriados. “Nós não estamos indo pra esses países para explorar o trabalhador local. Queremos desenvolver a região e oferecer o que há de melhor para todos os nossos funcionários. Mas é preciso entender as carências locais. O pulo do gato da Odebrecht é a apólice guarda-chuva, onde a política de benefícios é uma só para todos os expatriados”, revela. Segundo Max Maggio, a solução para as multinacionais é ter contato com uma empresa que conheça a rede de saúde local e tenha poder de barganha.





