Porto Seguro anuncia novas garantias para os nichos patrimonial e penhor rural

Fonte: Porto

A Porto Seguro anuncia o lançamento de novidades no Seguro Patrimonial e Penhor Rural, ampliando ainda mais a proteção para os produtores rurais. As atualizações incluem: amparo para danos de geada e congelamento do sistema de placa solar, a extensão da garantia para equipamentos locados ou cedidos a terceiros e melhorias na jornada, facilitando a contratação do seguro.

Entre os destaques, também está a nova cobertura de furto simples para máquinas e equipamentos móveis, que garante a indenização em casos de subtração sem arrombamento ou sinais visíveis de violência.

Além disso, os limites para a contratação de benfeitorias foram ampliados, podendo alcançar até R$ 15 milhões, dependendo da atividade agrícola. A cobertura para vidros de máquinas e equipamentos também foi ajustada, com o limite elevado para até R$ 50.000,00.      

“Com as novidades, reforçamos o nosso compromisso em oferecer soluções completas e inovadoras para o agronegócio brasileiro. A Porto Seguro acredita que a segurança e a tranquilidade dos produtores rurais são fundamentais para o desenvolvimento sustentável do setor”, comenta Marcelo Santana, Superintendente PJ de Ramos Elementares e Transportes da Porto Seguro. 

Um mercado em crescimento com necessidades específicas

O agronegócio brasileiro se destaca como um dos setores mais importantes da economia nacional, com um crescimento expressivo nos últimos anos. De acordo com a SUSEP (Superintendência de Seguros Privados), em 2023, os produtos Patrimonial e Penhor Rural, juntos, geraram uma comercialização de R$ 4,3 bilhões. Esse cenário demonstra a relevância do setor e a crescente demanda por soluções de seguro adequadas às necessidades específicas.

Tecnologia embarcada e alto valor agregado exigem proteção robusta

As máquinas e equipamentos agrícolas atuais possuem alta tecnologia embarcada, representando um investimento significativo para os produtores. Além disso, esses itens têm influência substancial no resultado do negócio, tornando sua proteção essencial para a continuidade das operações.

Diferenciais da Porto Seguro para o agronegócio

A Porto Seguro se destaca no mercado por oferecer um seguro completo e inovador para o agronegócio, com diferenciais como:

  • Ampla aceitação para máquinas, equipamentos agrícolas e benfeitorias: a Porto Seguro oferece cobertura para uma ampla gama de bens, inclusive máquinas e equipamentos de última geração, além de benfeitorias e edificações utilizadas para a produção rural.
  • Novidades nos processos operacionais: a empresa investe continuamente na modernização de processos em toda a jornada de contratação (análise, inspeção e emissão), que facilitam a contratação, gestão e acompanhamento do seguro.

Para mais informações sobre o Seguro Patrimonial e o Penhor Rural, a Porto conta com uma rede de mais de 37 mil corretores parceiros, prontos para esclarecer todas as dúvidas e ajudar na escolha do plano de seguro mais adequado para cada necessidade.

Chubb lança modelo de Industry Practices na América Latina para coberturas de seguros

Ángel Díaz Chubb

A Chubb lança um modelo de coberturas, chamado Industry Practices, na América Latina para oferecer soluções de seguros personalizadas e específicas, desenvolvidas para atender às necessidades de diversas indústrias na região. O foco inicial está nos setores de Climate+ (produtos e serviços de seguros voltados a empresas do segmento de energias renováveis e economia de baixo carbono), Construção, Tecnologia e Saúde.

Em um ambiente empresarial caracterizado por riscos interconectados e exigências específicas, a Chubb reforça sua visão de que os seguros devem ser mais do que uma simples cobertura; mas sim um recurso estratégico que impulsiona o sucesso das empresas.

“Acreditamos firmemente que os seguros para empresas devem ser customizados. Não se trata apenas de proteger os ativos, mas de compreender a complexidade dos riscos específicos de cada indústria e oferecer soluções integradas que respondam de forma eficaz a eles”, declarou Ángel Díaz, Senior Vice President, Major Accounts e Head de Industry Practices da Chubb América Latina.

As Industry Practices da Chubb colocam o cliente e suas necessidades no centro de uma ampla proposta de valor, integrando as capacidades especializadas da Chubb em subscrição, engenharia de riscos, gestão de sinistros e serviços multinacionais em uma abordagem focada em atender os desafios únicos enfrentados por seus clientes.

A Chubb se destaca nessa área por oferecer um modelo integral e personalizado, que vai desde coberturas específicas para indústrias-chave, até o desenvolvimento de produtos adaptáveis que atendem a riscos exclusivos. Além disso, a conexão entre diversas coberturas e serviços possibilita a oferta de soluções completas, enquanto a consultoria especializada garante que cada empresa encontre a proteção ideal para suas operações, em um ambiente dinâmico e em constante transformação.

Itaúsa olha o mercado de seguros e de saúde

“Somos proibidos pelo Banco Central de comprar bancos no Brasil. A gente pode comprar uma corretora, um negócio de seguros, uma coisa menor. Outro setor que a gente vê com potencial, mas também não encontramos oportunidades concretas, é saúde. Estudamos vários negócios, mas nenhum nos fez brilhar os olhos”, informou Alfredo Setubal, CEO da Itaúsa, maior empresa de participações do Brasil, em entrevista ao Valor.

Segundo ele, a holding está sempre em busca de oportunidades de investimentos. Porém, os juros elevados dificultam a tarefa de encontrar alvos com retorno adequado. “O Brasil sempre teve juros muito altos. Agora, está altíssimo, em temos reais, em 7%, 8%, 9%, é uma loucura”, diz.

Setor de seguros entra em uma nova era com o Novo Marco Legal do Seguro, segundo CNseg

Fonte: CNseg

A indústria de seguros brasileira vive um momento de transformação profunda e multifacetada. Mais do que acompanhar a grande inovação nos produtos, nos canais de distribuição, nas parcerias estratégicas e na forma de se relacionar com o consumidor, o setor está imerso em um novo ciclo jurídico e regulatório que promete redefinir suas bases. Essa foi a tônica da fala de Dyogo Oliveira, presidente da CNseg, na abertura da XVII edição do Congresso da AIDA Brasil (Associação Internacional de Direito de Seguro), realizado nos dias 8 e 9 de abril, em São Paulo.

Ao destacar a importância da recém-sancionada Lei 15.040 — o chamado Novo Marco Legal dos Seguros —, Dyogo frisou que o setor encara grandes oportunidades, mas também desafios à altura da magnitude dessa mudança, afirmando que, ainda que haja certas objeções, ela é a lei possível, construída com respeito aos interesses de todos os envolvidos.

Sancionada em 9 de dezembro de 2024, a nova norma tem como pilares a modernização das regras de contratação de seguros, o reforço da proteção ao consumidor e o aumento da segurança jurídica nas relações contratuais. Mas Dyogo foi além: lembrou que o seguro é diferente de qualquer outro produto ou serviço — ele é uma promessa de proteção futura. “E quem entende de promessas e contratos são os advogados. Por isso, este Congresso tem um papel tão essencial”, concluiu.

O presidente da CNseg também chamou a atenção para outra novidade legal: a Lei Complementar 213/2025, que cria uma porta de entrada para cooperativas de seguros e operadoras de proteção patrimonial mutualista que antes operavam à margem da legislação. “Mas essa adesão à regulação será voluntária, voltada àquelas que desejam estar sob supervisão formal”, destacou.

A maior reforma em seis décadas

O superintendente da Susep, Alessandro Octaviani, deu ainda mais peso à relevância da nova legislação: “A Lei 15.040 é a maior reforma do setor nos últimos 60 anos. Foram mais de duas décadas de debates e maturação, com mais de 200 emendas ao texto original.” Para ele, sem uma base regulatória sólida, não há mercado que prospere. E revelou que a Susep já está trabalhando para concluir o processo regulatório envolvendo tanto a nova lei quanto a LC 213 ainda em 2025. As primeiras minutas para Consulta Pública devem ser divulgadas até o final do primeiro semestre.

A densidade jurídica da nova lei

Coube à diretora jurídica da CNseg, Glauce Carvalhal, o mergulho mais técnico nos fundamentos da nova legislação e no posicionamento institucional da Confederação. Ela ressaltou que a norma, com seus 134 artigos, alinha o Brasil aos padrões internacionais — como os praticados em países como Itália, França, Portugal, Espanha, Argentina e Chile —, além de trazer mais clareza e robustez aos conceitos que estruturam o contrato de seguro.

Ao tratar do questionário de avaliação de riscos, mencionado nos artigos 13, 44, 45 e 46, Glauce Carvalhal explicou que as seguradoras agora têm o dever de alertar os consumidores sobre quais informações são relevantes. No entanto, isso não exime os segurados da obrigação de prestar dados que impactem o valor do seguro, mesmo que não tenham sido explicitamente solicitados — em respeito ao princípio da boa-fé que rege o setor.

Entre limites e responsabilidades

Outro ponto sensível abordado foi o artigo 51, que trata da vedação à discriminação social. A diretora da CNseg foi enfática ao esclarecer que a nova lei proíbe práticas comerciais ou técnicas que resultem em exclusões sociais. Mas alertou que isso não deve ser confundido com a seleção de riscos baseada em critérios técnicos e comerciais legítimos — essência da atuação das seguradoras. “Discriminar é adotar critérios com finalidades ilícitas e abusivas. Selecionar riscos, não”, pontuou.

No que diz respeito ao compartilhamento de documentos relacionados à regulação de sinistros — tratados nos artigos 80, 82 e 83 —, a norma estabelece que as seguradoras devem fornecer aos interessados todo o conteúdo de suas apurações, desde que não haja sigilo legal ou risco de danos a terceiros. Mas a diretora fez um alerta importante: a própria definição de “interessado” ainda carece de maior clareza, e será necessário demonstrar legitimidade para ter acesso aos documentos, o que também visa reduzir possibilidades de fraude.

A polêmica sobre a vigência da nova lei

Entre os artigos que mais suscitaram discussões no Congresso está o 134, que trata da vigência da nova legislação. Enquanto algumas interpretações defendem que a norma alcança inclusive contratos firmados antes de sua promulgação, a posição da CNseg é de que a lei não deve retroagir — entendimento que ainda deve ser debatido com profundidade nos próximos meses.

Apesar das divergências interpretativas, um ponto reuniu consenso: a transição para o novo marco exigirá um esforço coletivo, intenso e contínuo de adaptação. Será preciso estudo, diálogo e cooperação entre todos os atores do mercado — reguladores, seguradoras, consumidores, advogados e especialistas — para que a nova lei cumpra seu papel transformador sem abrir espaço para inseguranças ou retrocessos.

Reconhecimento e emoção marcam o primeiro dia do Congresso

O primeiro dia do Congresso da AIDA Brasil também foi marcado por um momento de grande emoção e merecido reconhecimento. A diretora Jurídica da CNseg, Glauce Carvalhal, foi homenageada com o título de Personalidade do Ano da AIDA, em reconhecimento à sua trajetória exemplar, marcada por uma dedicação incansável à comunidade jurídica especializada em direito do seguro.

A honraria destacou não apenas sua atuação firme e consistente na defesa dos pilares do setor, mas também suas valiosas contribuições ao fortalecimento institucional da AIDA Brasil e ao desenvolvimento do mercado segurador como um todo. Glauce, visivelmente emocionada, agradeceu a distinção, sendo recebida com aplausos calorosos da plateia, composta por colegas, especialistas e representantes de diferentes segmentos do setor.

Mapa apresenta seguros agrícolas brasileiros em palestra no 18° Congresso ALASA

Nesta quarta-feira (9), o secretário de Política Agrícola do Ministério da Agricultura e Pecuária (SPA/Mapa), Guilherme Campos, palestrou no XVIII Congresso Internacional da Associação Latino-Americana para o Desenvolvimento do Seguro Agropecuário (ALASA), realizado no Centro Internacional de Convenções de Brasília (CICB). Sob o tema “Experiências Internacionais em Seguros Agrícolas: EUA, China e Brasil”, o evento contou com representantes dos Estados Unidos e da China por videoconferência, promovendo um intercâmbio de estratégias para o setor, informa o Ministério da Agricultura e Pecuária.

Em sua fala, o secretário Guilherme Campos destacou os instrumentos de política agrícola do Mapa. “O ministro Carlos Fávaro que palestrou aqui ontem, foi muito assertivo na sua colocação a respeito da importância do seguro rural para o Brasil. O Zoneamento Agrícola de Risco Climático (Zarc) tem por finalidade melhorar a qualidade e a disponibilidade de dados e informações sobre riscos agroclimáticos no Brasil e, ao seguir suas orientações, os produtores aumentam a probabilidade de safras bem-sucedidas, reduzindo custos com perdas e otimizando o uso de recursos”, afirmou.

O ZARC, coordenado pelo Mapa em parceria com a Embrapa, identifica as melhores épocas e regiões para o plantio de diferentes culturas, com base em análises científicas de clima, solo e ciclos de cultivares. Seu objetivo principal é minimizar perdas causadas por eventos climáticos adversos, como secas, chuvas excessivas ou geadas, sendo um pré-requisito para que produtores acessem benefícios de programas como o PSR e o Proagro, já que muitas instituições financeiras exigem seu cumprimento para liberar crédito rural.

Outro programa apresentado pelo secretário da SPA, foi Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR), um dos principais instrumentos do Mapa para promover a seguridade agrícola no Brasil, funcionando como um incentivo financeiro que reduz o custo do seguro rural para os produtores. “Em 2024, a subvenção do PSR foi de mais de um bilhão de reais. Desde a efetivação do programa em 2006 até hoje, foram 1,7 milhão de apólices contratadas e mais de 290 mil produtores beneficiados. Além de R$ 9,4 bilhões aplicados em subvenção ao prêmio e 28 bilhões pagos em indenização pelas seguradoras aos produtores, sendo 19 bilhões apenas nos últimos 5 anos”, destacou o secretário.

O PSR subsidia parte do prêmio das apólices, geralmente entre 20% e 40%, dependendo da cultura, região e tipo de cobertura (agrícola, pecuária, florestal ou aquícola), com limites definidos no Plano Safra. O PSR é crucial para proteger a renda dos agricultores em anos de adversidades severas, reduzindo o impacto financeiro de perdas e mantendo a capacidade de investimento em novas safras.

Representando os EUA, Tom Zacharias, presidente do National Crop Insurance Services (NCIS), abordou o Federal Crop Insurance Program, um dos alicerces da política agrícola americana. “Com subsídios generosos, parcerias público-privadas e produtos diversificados, o seguro tornou-se indispensável para proteger os agricultores contra a imprevisibilidade do clima e do mercado”, afirmou. O programa cobre riscos como eventos climáticos adversos (seca, chuvas excessivas, geadas, granizo), desastres naturais (incêndios, furacões), pragas, doenças, quedas de preço e falhas no plantio, com apólices adaptadas às culturas seguradas.

Já a acadêmica chinesa Ming Zhu apresentou a China Pacific Property Insurance Co., Ltd. (CPPIC), uma das maiores seguradoras de propriedade e casualidade da China. No segmento agrícola, a CPPIC oferece 2.891 produtos, cobrindo mais de 250 variedades, como grãos (arroz, milho, trigo), oleaginosas (soja, amendoim) e culturas econômicas (cana-de-açúcar, algodão). “Destaco o Guangxi Sugarcane Project, que moderniza a produção de cana-de-açúcar em áreas tropicais com irrigação eficiente, reciclagem de subprodutos e mecanização”, disse Zhu.

O secretário Campos encerrou sua fala reforçando a necessidade de um seguro adaptado aos produtores brasileiros. “Diante das mudanças climáticas, precisamos construir uma proposta coletiva, que nasça do agricultor, passe pelo setor e pelo Congresso, e conte com o apoio dos governos federal, estadual e municipal para atender às demandas do campo”, declarou. Ele destacou a importância do PSR e do Plano Safra para que o agricultor “trabalhe e produza com segurança”.

O XVIII ALASA evidenciou como Brasil, EUA e China, apesar de contextos distintos, convergem na busca por soluções que aliem tecnologia, sustentabilidade e proteção ao setor agrícola, essencial para suas economias.

Tokio Marine renova parceria com Felipe Massa pelo quarto ano consecutivo

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A Tokio Marine Seguradora reafirma sua estratégia de fortalecimento da marca ao renovar, pelo quarto ano consecutivo, sua parceria com Felipe Massa na temporada 2025 da Stock Car Pro Series. A presença constante da marca nas pistas tem contribuído significativamente para consolidar a Tokio Marine no top of mind dos consumidores como a Seguradora que resolve. 

Além da tradicional exposição da logomarca da Companhia no capacete, macacão, painéis do box da equipe e carro do piloto em todas as etapas da temporada, a Tokio Marine passa a ser uma das patrocinadoras da cobertura da Stock Car na TV Bandeirantes e no BandSports, ampliando ainda mais sua visibilidade junto ao público apaixonado por automobilismo.

“Estamos muito felizes por poder contar por mais um ano com o Felipe Massa como embaixador da marca Tokio Marine. Nossa parceria tem sido fundamental para reforçar nosso posicionamento no mercado, associando nossa marca a valores como segurança, confiança e alta performance. Felipe é um ícone do automobilismo e transmite credibilidade e seriedade, características que estão alinhadas ao nosso propósito de disseminar a importância do Seguro para a vida e o patrimônio das pessoas e empresas”, comenta Flávio Otsuka, Diretor de Estratégia de Crescimento e Marketing da Tokio Marine Seguradora.

Além de ser um dos grandes nomes da história do automobilismo brasileiro, Felipe Massa segue em alto nível competitivo, tendo conquistado a posição de vice-campeão da Stock Car em 2024 e sido um dos grandes destaques da temporada. Com sua vasta experiência na Fórmula 1, em que acumulou 11 vitórias, Massa continua sendo um exemplo de profissionalismo, determinação e segurança nas pistas — valores que se conectam diretamente à missão da Tokio Marine.

O piloto também participará de ativações e ações de relacionamento com Clientes e Parceiros de Negócios da Companhia e, mais uma vez, será o garoto-propaganda da campanha de mídia da Tokio Marine em 2025.

Nos últimos anos, Massa foi o rosto das campanhas “Coragem” (2023), na qual a Companhia propôs uma abordagem diferenciada sobre o mercado securitário — a de que para ter coragem é necessário estar preparado para os riscos por meio da proteção que o seguro proporciona — e “Fique tranquilo, a Tokio Marine Resolve” (2024), idealizada com o intuito de reforçar que a Tokio Marine está sempre ao lado dos Segurados, independentemente da situação na qual se encontrem.

“É uma honra muito grande ter a Tokio Marine pelo quarto ano consecutivo ao meu lado nas pistas para que a gente consiga passar para as pessoas conceitos importantes de segurança e proteção, que eu faço questão de levar não só para o meu trabalho, mas para a minha vida no geral”, afirmou Felipe Massa.

Com um histórico de superação e comprometimento com a segurança dentro e fora das pistas, Massa reforça a importância da prevenção e da proteção, valores que a Tokio Marine busca compartilhar com seus Clientes.

Congresso AIDA: setor de seguros entra em uma nova era com o Novo Marco Legal do Seguro

Fonte: CNseg

A indústria de seguros brasileira vive um momento de transformação profunda e multifacetada. Mais do que acompanhar a grande inovação nos produtos, nos canais de distribuição, nas parcerias estratégicas e na forma de se relacionar com o consumidor, o setor está imerso em um novo ciclo jurídico e regulatório que promete redefinir suas bases. Essa foi a tônica da fala de Dyogo Oliveira, presidente da CNseg, na abertura da XVII edição do Congresso da AIDA Brasil (Associação Internacional de Direito de Seguro), realizado nos dias 8 e 9 de abril, em São Paulo.

Ao destacar a importância da recém-sancionada Lei 15.040 — o chamado Novo Marco Legal dos Seguros —, Dyogo frisou que o setor encara grandes oportunidades, mas também desafios à altura da magnitude dessa mudança, afirmando que, ainda que haja certas objeções, ela é a lei possível, construída com respeito aos interesses de todos os envolvidos.

Sancionada em 9 de dezembro de 2024, a nova norma tem como pilares a modernização das regras de contratação de seguros, o reforço da proteção ao consumidor e o aumento da segurança jurídica nas relações contratuais. Mas Dyogo foi além: lembrou que o seguro é diferente de qualquer outro produto ou serviço — ele é uma promessa de proteção futura. “E quem entende de promessas e contratos são os advogados. Por isso, este Congresso tem um papel tão essencial”, concluiu.

O presidente da CNseg também chamou a atenção para outra novidade legal: a Lei Complementar 213/2025, que cria uma porta de entrada para cooperativas de seguros e operadoras de proteção patrimonial mutualista que antes operavam à margem da legislação. “Mas essa adesão à regulação será voluntária, voltada àquelas que desejam estar sob supervisão formal”, destacou.

A maior reforma em seis décadas

O superintendente da Susep, Alessandro Octaviani, deu ainda mais peso à relevância da nova legislação: “A Lei 15.040 é a maior reforma do setor nos últimos 60 anos. Foram mais de duas décadas de debates e maturação, com mais de 200 emendas ao texto original.” Para ele, sem uma base regulatória sólida, não há mercado que prospere. E revelou que a Susep já está trabalhando para concluir o processo regulatório envolvendo tanto a nova lei quanto a LC 213 ainda em 2025. As primeiras minutas para Consulta Pública devem ser divulgadas até o final do primeiro semestre.

Coube à diretora jurídica da CNseg, Glauce Carvalhal, o mergulho mais técnico nos fundamentos da nova legislação e no posicionamento institucional da Confederação. Ela ressaltou que a norma, com seus 134 artigos, alinha o Brasil aos padrões internacionais — como os praticados em países como Itália, França, Portugal, Espanha, Argentina e Chile —, além de trazer mais clareza e robustez aos conceitos que estruturam o contrato de seguro.

Ao tratar do questionário de avaliação de riscos, mencionado nos artigos 13, 44, 45 e 46, Glauce Carvalhal explicou que as seguradoras agora têm o dever de alertar os consumidores sobre quais informações são relevantes. No entanto, isso não exime os segurados da obrigação de prestar dados que impactem o valor do seguro, mesmo que não tenham sido explicitamente solicitados — em respeito ao princípio da boa-fé que rege o setor.

Entre limites e responsabilidades

Outro ponto sensível abordado foi o artigo 51, que trata da vedação à discriminação social. A diretora da CNseg foi enfática ao esclarecer que a nova lei proíbe práticas comerciais ou técnicas que resultem em exclusões sociais. Mas alertou que isso não deve ser confundido com a seleção de riscos baseada em critérios técnicos e comerciais legítimos — essência da atuação das seguradoras. “Discriminar é adotar critérios com finalidades ilícitas e abusivas. Selecionar riscos, não”, pontuou.

No que diz respeito ao compartilhamento de documentos relacionados à regulação de sinistros — tratados nos artigos 80, 82 e 83 —, a norma estabelece que as seguradoras devem fornecer aos interessados todo o conteúdo de suas apurações, desde que não haja sigilo legal ou risco de danos a terceiros. Mas a diretora fez um alerta importante: a própria definição de “interessado” ainda carece de maior clareza, e será necessário demonstrar legitimidade para ter acesso aos documentos, o que também visa reduzir possibilidades de fraude.

A polêmica sobre a vigência da nova lei

Entre os artigos que mais suscitaram discussões no Congresso está o 134, que trata da vigência da nova legislação. Enquanto algumas interpretações defendem que a norma alcança inclusive contratos firmados antes de sua promulgação, a posição da CNseg é de que a lei não deve retroagir — entendimento que ainda deve ser debatido com profundidade nos próximos meses.

Apesar das divergências interpretativas, um ponto reuniu consenso: a transição para o novo marco exigirá um esforço coletivo, intenso e contínuo de adaptação. Será preciso estudo, diálogo e cooperação entre todos os atores do mercado — reguladores, seguradoras, consumidores, advogados e especialistas — para que a nova lei cumpra seu papel transformador sem abrir espaço para inseguranças ou retrocessos.

O primeiro dia do Congresso da AIDA Brasil também foi marcado por um momento de grande emoção e merecido reconhecimento. A diretora Jurídica da CNseg, Glauce Carvalhal, foi homenageada com o título de Personalidade do Ano da AIDA, em reconhecimento à sua trajetória exemplar, marcada por uma dedicação incansável à comunidade jurídica especializada em direito do seguro.

A honraria destacou não apenas sua atuação firme e consistente na defesa dos pilares do setor, mas também suas valiosas contribuições ao fortalecimento institucional da AIDA Brasil e ao desenvolvimento do mercado segurador como um todo. Glauce, visivelmente emocionada, agradeceu a distinção, sendo recebida com aplausos calorosos da plateia, composta por colegas, especialistas e representantes de diferentes segmentos do setor.

Produção da Aconseg-SP chega a R$ 3,8 bi em 2024 e projeção para 2025 supera R$ 4 bi 

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por Carol Rodrigues

A produção das assessorias sob o guarda-chuva da Associação das Empresas de Assessoria e Consultoria do Estado de São Paulo (Aconseg-SP) superou a expectativa em 2024. As 40 assessorias associadas produziram o volume de R$ 3,8 bilhões em prêmios em 2024, um crescimento de 14% quando comparado ao ano de 2023, segundo o 9º  Relatório Aconseg-SP – O mercado de assessorias e consultorias no Estado de São Paulo realizado pelo economista Francisco Galiza.

A distribuição dos prêmios está dividida entre 52% Automóvel, 36% Saúde, 8% Ramos Elementares, 2% Seguros de Pessoas e 2% a outros ramos. De forma geral, o Automóvel é o carro-chefe das assessorias. Ao avaliar a participação da Aconseg-SP nos prêmios de seguro Auto do Estado de São Paulo, o montante correspondeu a 8,3% do valor de todo o Estado de São Paulo, contra 5,8% em 2019. “Um ganho expressivo de aumento de participação. Isso mostra que a queda relativa da carteira de Auto nas filiadas da Aconseg-SP nos últimos anos foi menor do que o valor registrado no mercado total do Estado de São Paulo”, pontua Galiza.

O ano de 2024 foi o primeiro da gestão liderada por Ricardo Montenegro à frente da Aconseg-SP. Na visão do presidente, o ano foi repleto de desafios e conquistas. “Foi o ano em que fizemos o primeiro de uma série de eventos que desejamos promover para apoiar o corretor a atuar em outros ramos”, diz, ao referir-se ao Aconseg-SP convida: “O corretor no seguro de vida”. 

Com o resultado obtido em 2024, a expectativa das assessorias para 2025 é de chegar aos R$ 4,3 bilhões de receita de prêmios em 2025. O estudo contabiliza que, atualmente, as companhias trabalhem com um exército de 22 mil corretores de seguros em todo o Estado de São Paulo. Desde 2016, o relatório registra o aumento no número de corretores cadastrados e atendidos pelas assessorias.

Estrutura interna

Em 2024, as assessorias contabilizaram mais de 700 colaboradores. Para se ter uma ideia, em 2016, esse número era de 384. “É uma variação de mais de 80% no período, o que sinaliza o investimento das assessorias em um serviço de qualidade junto aos seus parceiros. Em média, hoje, podemos dizer, em números redondos, que cada assessoria padrão tem de 10 a 15 colaboradores”, descreve Galiza. 

De forma geral, 56% dos colaboradores estão na área comercial e 44% na área operacional. A distribuição dos prêmios das assessorias, sem o Saúde, está majoritariamente com Tokio Marine (34%), Bradesco (18%) e Suhai (18%). Ao se incluir o segmento de Saúde, a SulAmérica assume a liderança, seguida por Tokio Marine, Bradesco e Suhai.

Outro temas importantes

O estudo ainda analisou o envolvimento das assessorias com assuntos em voga como Inteligência Artificial e Open Insurance. “Em termos de importância no futuro, ambos os assuntos são considerados relevantes pelas assessorias, mas a inteligência artificial ganha um destaque maior”, sinaliza o economista.

Outro tema relevante abordado foi a sucessão empresarial. Para 43% das assessorias o assunto já está em andamento; 38% ainda não pensou em sucesso, mas tem interesse; 11% iniciou o processo, mas  não concluiu, 5% nunca pensou no tema e 3% não demonstrou interesse.

Diversificação de produtos e cross-selling também foram abordados. 98% das assessorias consideram a diversificação de produtos e o cross-selling assuntos importantes em suas estratégias de negócios. 

Sobre a realização de eventos da Aconseg-SP, como a imersão sobre seguro de vida realizada em 2024, 92% consideram importante.

Com patrocínio da Bradesco Seguros, Carreira 50+ encerra primeira edição com fila de espera e 100%

Fonte: Bradesco

O Programa de Mentoria Carreira 50+, promovido pelo Instituto IVG com patrocínio do Grupo Bradesco Seguros, encerra sua primeira edição do ano em 24 de abril. A iniciativa tem como objetivo apoiar a reinserção de profissionais com mais de 50 anos no mercado de trabalho, reafirmando o compromisso das organizações envolvidas com a valorização da longevidade e a inclusão produtiva.

As mentorias tiveram início em 11 de março, com aula inaugural. Durante o programa, os 50 participantes selecionados tiveram acesso a uma trilha formativa composta por 12 masterclasses, abordando temas como LinkedIn estratégico, preparação para entrevistas, transição de carreira e empreendedorismo sênior, além de 6 mentorias individuais realizadas por mentores especializados no mercado.

Para Alexandre Nogueira, diretor de Marketing do Grupo Bradesco Seguros, “falar sobre longevidade é essencial para construirmos uma sociedade mais preparada para os desafios e oportunidades de uma vida mais longa. No Grupo Bradesco Seguros, entendemos que promover esse diálogo é contribuir para a conscientização sobre hábitos saudáveis, planejamento financeiro e qualidade de vida em todas as fases da jornada. Trata-se de um compromisso com o presente e, principalmente, com o futuro das próximas gerações”.

Com 50% dos processos encerrados, CNseg apresenta nova Agenda Jurídica

CNSEG AGENDA JURIDICA
Da esq. para a dir: Washington Bezerra da Silva, presidente da Comissão de Assuntos Jurídicos da CNseg; Gaya Lehn Schneider Paulino, presidente da Comissão Nacional de Direito Securitário e representante do Conselho Federal da OAB; Dyogo Oliveira e Glauce Carvalhal, presidente e diretora Jurídica da CNseg, respectivamente; e Alexandre Chu Chang, procurador-chefe da SUSEP.

 Em um movimento estratégico para ampliar a transparência e o engajamento do setor, a Confederação Nacional das Seguradoras lançou, na última segunda-feira, 7, a nova edição da Agenda Jurídica do Mercado Segurador, na Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) São Paulo. A nova publicação traz o acréscimo de oito processos e o encerramento de 23, o que representa mais de 50% dos casos da edição anterior.

Durante a mesa de abertura do evento, o presidente da CNseg, Dyogo Oliveira, destacou o momento delicado enfrentado pela democracia brasileira. “Vivemos um momento em que a democracia está sendo contestada em vários ambientes, então não dá para ficarmos no cantinho. Precisamos defender o nosso ponto de vista, e isso exige muito trabalho e dedicação, além de nos expor bastante.” 

O executivo ressaltou que, embora o documento revele a estratégia e o posicionamento da entidade, ele demonstra grande transparência. “É um exercício puro da mais clara democracia, a qual considero um dos valores mais nobres que a sociedade conseguiu desenvolver ao longo de milênios.”

O presidente da CNseg enfatizou ainda que o setor segurador tem cumprido seu papel de pagar indenizações aos segurados, desembolsando, somente em 2024, cerca de R$ 500 bilhões. Além disso, foram pagos aproximadamente R$ 70 bilhões em impostos, sem contar a geração de empregos. Ou seja, “as empresas de seguros são atores importantes na economia brasileira.”

Na classificação por temas, causas cíveis e regulatórias respondem por 58% dos processos, totalizando 35. Em seguida, aparecem ações sobre temas tributários e processuais, que somam 14 e representam 23%. Os temas administrativos e previdenciários correspondem a 5% cada, enquanto trânsito, consumidor e constitucional fecham com 3% cada.

A publicação detalha, de forma segmentada, as ações em que a CNseg atua diretamente e apresenta, de maneira clara, os impactos dessas disputas jurídicas, com especial ênfase nos processos que tramitam no Supremo Tribunal Federal (STF). Em cinco processos, a CNseg aparece como requerente em Ações Declaratórias de Constitucionalidade (ADC), como a ADC 90, que trata da irretroatividade do Estatuto da Pessoa Idosa aos contratos de planos de saúde, e em Ações Diretas de Inconstitucionalidade (ADI), como a ADI 7.428, que discute a inscrição automática de recém-nascidos submetidos a tratamento após o decurso do prazo previsto em lei federal.

Outros seis processos contam com a Confederação e/ou as Federações como amicus curiae, incluindo aqueles que tratam da incidência do PIS, da COFINS e do ITCMD, além de seis processos monitorados pela entidade. “Quando a gente olha a complexidade e o impacto econômico, esses processos são bem relevantes.”

Nesse contexto, Washington Bezerra da Silva, presidente da Comissão de Assuntos Jurídicos da CNseg, destacou que os embates acerca do ITCMD não foram em defesa das seguradoras, mas dos segurados. “O PGBL e o VGBL também são bons porque desafogamos minimamente o Estado. Sabemos, infelizmente, que a previdência social tem um grande déficit, então proteger as pessoas não é só indenizá-las; muitas vezes, está na própria regulação.” Silva informou que o mesmo ocorre em função da retroatividade do Estatuto do Idoso: “Quando alteramos o seguro de saúde individual, quase matamos esse produto. Não dá para entrar com um Fusca na oficina e querer sair com um Porsche.”

A relevância dessas discussões jurídicas e o impacto direto das decisões nos produtos ofertados pelo setor estão entre as razões que motivaram a elaboração do documento. Glauce Carvalhal, diretora Jurídica da CNseg, revela que a iniciativa surgiu de uma constatação alarmante: o desconhecimento generalizado, por parte do setor, sobre a atuação da CNseg nas cortes superiores do país.

A executiva destaca que o ano de 2025 reservará novos desafios, grande parte deles relacionados às novas legislações recentemente editadas, especialmente o Novo Marco Legal dos Seguros (Lei nº 15.040/2024), além das alterações trazidas pela Lei Complementar nº 213/2025, que modifica o Sistema Nacional de Seguros Privados. Esta última regulamenta as operações de proteção patrimonial mutualista, conhecidas popularmente como “associações de proteção veicular”, e as cooperativas de seguros, cuja atuação antes era limitada aos segmentos de seguros agrícolas, de saúde e de acidentes de trabalho.

Sobre a Lei Complementar nº 213/2025, Alexandre Chu Chang, procurador-chefe da Superintendência de Seguros Privados (Susep), sinalizou que o setor, antes marcado por uma postura combativa, agora tem a oportunidade de ser devidamente regulado. “É óbvio que as associações que optarem por permanecer à margem da legislação serão reprimidas”, afirmou. Chu Chang ponderou ainda que, em certa medida, o próprio peso da regulação poderá impedir que todas as associações consigam alcançar a conformidade exigida.

Gaya Lehn Schneider Paulino, presidente da Comissão Nacional de Direito Securitário e representante do Conselho Federal da OAB, também presente no evento, citou que o desafio da OAB nesse cenário é equilibrar decisões que protejam o consumidor, assegurem a aplicação dos contratos e garantam a sustentabilidade do setor.

Ela ainda destacou a importância do engajamento técnico da advocacia: “Não podemos nos conformar com decisões frágeis. Precisamos apresentar discussões técnicas e mostrar o caráter empresarial do setor. Com o advento da Lei 15.040, 2025 nos oferece uma folha em branco para construir, com união, decisões mais equilibradas, sem deixar esse papel exclusivamente nas mãos do Judiciário.”

Agenda Jurídica do Mercado Segurador 2025 não apenas busca esclarecer essa atuação, mas também evidencia a importância estratégica das ações jurídicas da CNseg, que visam proteger os interesses do setor segurador diante de desafios legislativos, executivos e judiciais cada vez mais complexos.