Resseguro brasileiro evolui e enfrenta novos desafios

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O mercado de resseguro já superou a fase de adaptação e agora se depara com novos desafios, principalmente, no processo de regulação de sinistros, diz a advogada especialista em resseguro internacional Marcia Cicarelli Barbosa de Oliveira, sócia da JBO Advocacia.

Dados atuais sobre o desempenho do mercado de resseguro sinalizam que o desafio inicial de adaptação ao mercado livre já foram superados. Atualmente, o setor é formado por mais de 100 empresas, sendo 14 resseguradoras locais, 29 admitidas e 60 eventuais. Entre 2008 e 2011, o mercado de resseguros no Brasil arrecadou cerca de R$ 18,5 bilhões, de acordo com levantamento da Federação Nacional das Empresas de Resseguros (Fenaber).

“O estágio de adaptação já passou e agora o mercado está funcionando em franca expansão, estabilizado e mais operacional”, diz Marcia Cicarelli Barbosa de Oliveira, sócia da JBO Advocacia. Mas, se por um lado o resseguro brasileiro tem evoluído rapidamente, com maior faturamento e novos players, por outro, a advogada aponta novos desafios pela frente. “Os problemas agora são relacionados a contratos, renovações, regulação de sinistro, estes inerentes à nova fase do mercado”, diz.

A regulação de sinistros, segundo ela, pode ser um dos maiores desafios do resseguro, especialmente no momento atual, em que estão em curso diversos eventos de infraestrutura no país, os quais provocarão, naturalmente, o aumento da sinistralidade. Marcia Cicarelli chama a atenção para as consequências do não cumprimento de determinadas cláusulas do contrato de resseguro. Um exemplo são as Cláusulas de Assistência, Cooperação e Controle de Sinistros (CCC), que podem impactar na relação entre segurador e ressegurador.

Ressegurador na regulação

As CCC são cláusulas eventualmente exigidas pelos resseguradores em seguros de grandes riscos, normalmente na colocação de resseguros facultativos. Mas o ponto nevrálgico, a seu ver, está em trechos como o seguinte: “(…) Ressegurador exercerá, a qualquer momento, o direito de assumir o controle total das investigações, perícias e liquidações de quaisquer sinistros notificados (…)”. O problema é que a nomeação de peritos e reguladores por resseguradores traz inúmeras implicações, a começar pelo desconhecimento do mercado brasileiro, suas regras e legislação. Os pontos afetados são os prazos de elaboração de relatórios e pareceres e a exposição das seguradoras a riscos jurídicos.

A advogada pondera que, de um lado, as cláusulas de controle de sinistro devem ser exercidas pela resseguradora sem excluir a seguradora da regulação, porque é esta, afinal, que responde perante o segurado. Mas, de outro lado, observa que, em muitos casos, a seguradora colabora para uma situação de desconfiança ao deixar de fornecer todas as informações à resseguradora. “Advogo para resseguradoras estrangeiras e vejo como ficam em pânico, às vezes, pela falta de informação, por não saberem ou não entenderem o que está acontecendo”, diz.

Perda de indenização

Marcia Cicarelli explica que a inserção de obrigações de notificação e informação em cláusulas de controle e cooperação de sinistros, como as conditions precedent (condições precedentes), são práticas reiterada nos contratos de resseguro. Todavia, tais cláusulas, quando interpretadas sob a égide do direito brasileiro, segundo ela, não têm o mesmo efeito do direito inglês. A advogada esclarece que as cláusulas mais comuns são as claims control e claims cooperation clauses (cláusulas de controle de sinistros e cooperação em sinistros). “Na prática de mercado, tais cláusulas, quando alçadas à qualidade de condições precedentes à responsabilidade da resseguradora no âmbito de um contrato de resseguro, se inobservadas, podem ensejar o declínio da indenização ressecuritária”, adverte.

Nos mercados internacionais, em especial no inglês, a violação de uma condição precedente desonera automaticamente a resseguradora da obrigação assumida no contrato de resseguro. Entretanto, no Brasil, a condição precedente não tem o mesmo efeito. Segundo Marcia Cicarelli, o Poder Judiciário tende a resolvê-la em perdas e danos, de acordo com o prejuízo demonstrado, e não com a desoneração automática da obrigação assumida pela resseguradora.

Isso porque o Código Civil não contempla o conceito de condição precedente, mas apenas o de condição suspensiva (os efeitos do negocio jurídico ficam suspensos até que ocorra a condição) e resolutiva (o negocio jurídico vigora até que esta se implemente). “Para que a condição precedente tenha efeito similar a do direito inglês é necessário que a cláusula seja redigida de forma a explicitar com clareza as obrigações a cargo da ressegurada – de notificação imediata do sinistro, de envio de informação, de concordância prévia para o pagamento ou negativa de indenização etc.- e os efeitos decorrentes do seu eventual descumprimento”, afirma.

Nesse contexto, ela ressalta o importante papel da assessoria jurídica. “Os advogados podem colaborar para o sucesso da regulação de sinistros, revisando os termos dos contratos de resseguro, que muitas vezes contém cláusulas mal traduzidas ou contraditórias, e participando do processo, para assegurar que o fornecimento de informações e outras previsões contratuais sejam satisfatoriamente cumpridos pelas partes”. Para Marcia Cicarelli, muito existe ainda a ser melhorado no resseguro brasileiro. “Mas o importante é que o mercado está caminhando”, afirma.

Jovens da Escola Olodum incentivam os torcedores a ter boas práticas no trânsito para melhorar a mobilidade urbana

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A Liberty Seguros, idealizadora do projeto Sinal Livre, realizou no último dia 22 de junho em Salvador, em parceria com a Escola Olodum e com a Secretaria Cidade Sustentável da Prefeitura de Salvador, uma ação ao redor do Estádio Fonte Nova para incentivar os torcedores a ter atitudes corretas que melhorem a mobilidade urbana. Cerca de 15 jovens do Ensino Médio municipal ficaram nos cruzamentos próximos ao estádio orientando a locomoção segura dos pedestres, ciclistas e motoristas.

Desenvolvido em parceria com a Lynx, agência de consultoria socioambiental da Holding Clube, o projeto Sinal Livre tem como base três temáticas: a mobilidade verde, estimulando a escolha de meios de locomoção que causem menor impacto ao meio ambiente; a fluidez, reforçando o respeito de todos dentro dos espaços de deslocamento nos grandes centros urbanos; e a segurança no trânsito, trabalhando efetivamente na prevenção dos acidentes. O Sinal Livre – Andar com responsabilidade é andar seguro, tem como objetivo a difusão de boas práticas para estimular o engajamento e a conscientização das pessoas para uma locomoção mais segura. Mais informações sobre o projeto acesse o site www.projetosinallivre.com.br.

Daniel Gonzalez é o novo COO da ACE Brasil

ACE Daniel GonzalesDaniel Gonzalez é o mais novo Chief Operating Officer (COO) da ACE Brasil. O executivo ingressou no departamento financeiro da empresa quando o Grupo ACE adquiriu uma das operações da Cigna, onde ele atuava desde 1984. Em 1996, Daniel havia sido promovido a CFO da ACE Argentina e, desde 2006, vinha exercendo esta mesma função na ACE Brasil.

Zurich prepara lançamentos de seguros corporativos

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A Zurich Seguros, multinacional de origem suíça presente no Brasil há mais de 30 anos, apresentou, durante a 4ª edição da Zurich Corporate Conference, suas novas soluções e ferramentas em gestão e análise de riscos estratégicos na cadeia de suprimentos e na área de riscos cibernéticos para empresas brasileiras. O evento, realizado na cidade do Guarujá-SP, também contou com workshops e palestra com o economista Paulo Rabello de Castro.

Thomas Hürlimann, CEO mundial de Global Corporate da Zurich, destacou a importância da cadeia de suprimentos em um mundo corporativo cada vez mais globalizado. “A conectividade entre empresas é latente e isso faz com que a volatilidade na indústria de seguros cresça a cada minuto. Daí, temos a necessidade de prevenir perdas e reagir em caso de falhas ou atrasos.”

A necessidade de monitorar e analisar constantemente todos os processos que envolvem a cadeia de suprimentos são aspectos que devem ser levados em conta para minimizar os impactos negativos, explica Linda Conrad, diretora de Riscos Estratégicos da Zurich. “Em pesquisa realizada pelo Business Continuity Institute (BCI), em uma amostra de 200 companhias, constatou-se que 85% destas empresas tiveram pelo menos uma ruptura em sua cadeia de suprimentos. E, 50% dessas, tiveram mais do que um episódio de interrupção em sua cadeia.”, explica Linda Conrad.

Há mais de dez anos, o Grupo Zurich investe em ferramentas e soluções aos danos causados por interrupção de negócios na cadeia de suprimento ao redor do mundo. Linda ressalta que a o Grupo Zurich desenvolveu um produto específico para quebras na cadeia de suprimento, o “Supply Chain Insurance”, uma apólice com cobertura all risks, e que poderá chegar ao mercado brasileiro no decorrer do próximo ano.

A edição deste ano também contou com o Zurich Market Place, workshops que promoveram pequenas palestras onde executivos e corretores conheceram mais de perto algumas ferramentas e soluções que a Zurich Seguros oferece ao mercado corporativo. Confira:

Gestão de riscos em frotas automotivas – Na área de gestão de riscos em frotas de automóveis, a Zurich Seguros, além da cobertura tradicional da apólice, oferece consultoria especializada em quatro áreas distintas: direção preventiva, análise de sinistros, perfil do condutor/frota e região de atuação do cliente. “Durante a vigência da apólice nossa equipe acompanha e analisa todos os riscos que envolvem este importante setor. Fazemos visitas in loco, ou mesmo entrevistas, o que resulta em um melhor entendimento das particularidades de nossos clientes”, explica Luis Vitiritti, consultor de riscos de transportes e frotas da Zurich Seguros.

Aplicativo e Software de Gerenciamento de Riscos – Durante a conferência, a Zurich Seguros também apresentou o aplicativo “What if?”, ferramenta desenvolvida pela área de Riscos de Engenharia onde é possível visualizar de uma forma simples os impactos das recomendações e as respectivas melhorias no grading da operação das empresas. Carlos Cortês, superintendente de Engenharia de Riscos, explica o aplicativo é uma excelente ferramenta para tomada de decisões e também para prevenção, reduzindo os riscos nas plantas industriais.

Linda Conrad apresentou ainda o software “Velocity ERM”, programa que permite, de forma intuitiva e organizada, compilar o conjunto de ocorrências/sinistros que acontecem em uma empresa. E, com isso, facilitar o gerenciamento de riscos e direcionar, o gerente de riscos, na sua tomada de decisão.

Riscos cibernéticos estão no foco da Zurich Seguros – Mitigar e proteger os riscos de um mundo virtualmente conectado também são o foco da Zurich Seguros, que apresentou durante a 4ª edição da Zurich Corporate Conference seu mais novo seguro voltado para os ataques cibernéticos. O “Security & Privacy” deve chegar ao mercado no segundo semestre deste ano. Além de ataques cibernéticos, o seguro também irá cobrir fraudes dentro das empresas. Vale destacar que, somente nos Estados Unidos, o Grupo Zurich conta com mais de mil apólices emitidas.

Vinícius Jorge, superintendente de Linhas Financeiras da Zurich Seguros, ressalta a importância de se proteger as informações e os prejuízos que as falhas na área da Tecnologia da Informação podem causar aos negócios. “A necessidade de se mapear os riscos para reduzir os danos é imprescindível no mundo virtual e nosso produto chega ao mercado justamente para oferecer soluções na área de riscos cibernéticos.”, comenta Vinícius Jorge.

AIG lança seguro para animais de estimação

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O Brasil é o segundo maior mercado de animais de estimação do mundo, atrás apenas dos Estados Unidos. Quase 50% das casas brasileiras possuem pelo menos um cão ou gato, segundo pesquisa Comissão de Animais de Companhia do Sindicato Nacional da Indústria de produtos para Saúde Animal (Sindan).

O segmento de pets está em plena expansão. De acordo com dados da Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação (Abinpet), em 2012, o setor gerou R$ 14,2 bilhões, respondendo por aproximadamente 0,30% do Produto Interno Bruto do País. São diversos itens já ofertados aos animais de estimação que vão desde roupas e brinquedos até planos de assistência médica.

Pensando nisso, a AIG acaba de lançar o seguro PET, uma proteção com coberturas para quem deseja oferecer mais segurança e carinho aos seus bichinhos. Com planos feitos especialmente para cães e gatos domésticos, a apólice, além de garantir indenização no caso da morte acidental do pet, cobre serviços emergenciais, despesas com funeral e/ou cremação, além de responsabilidade civil, protegendo o dono caso o animal de estimação cause a morte ou danos a terceiros, dano material a propriedade de terceiros, bem como, morte ou danos corporais a outros cães e gatos domésticos.

De acordo com Henrique Faria, Gerente de Personal Lines da AIG, o seguro foi desenvolvido justamente para evitar gastos inesperados, que geram preocupações aos donos. “Sabemos como os animais de estimação são importantes para as famílias brasileiras e temos consciência que os gastos com o funeral ou nos casos em que o dono tem que ressarcir um terceiro, são inesperados e na maioria das vezes alto, por isso criamos o PET AIG, uma cobertura que visa à tranquilidade do dono nessas horas complicadas”.

Um dos grandes diferenciais do produto da AIG é a cobertura de responsabilidade civil, que garante ao segurado o reembolso do valor gasto caso o animal provoque algum dano material ou corporal a terceiro. “O Seguro Pet AIG reembolsa o segurado caso ocorra algum destes imprevistos, dentro dos limites do plano contratado, garantindo ao dono do animal uma preocupação a menos”, afirma Faria.

Cobertura para tumultos deve ser contratada à parte

tumulto 3Acrescentando uma informação importante ao texto da revista Apólice. Os clientes estão ligando para seus corretores para pedir a cobertura para tumultos. No entanto, isso deverá custar muito caro, diante do cenário de risco atual.

Prejuízo mesmo para toda a indústria de seguros mundial será se a FIFA cancelar o evento por falta de segurança. Apólice tradicional dos eventos da FIFA tem cobertura para isso, mas o valor cobre apenas uma parte dos danos. O grande prejuízo ficará por conta de toda a população. Novamente.

Segue a íntegra do texto da Apólice

Por Amanda Cruz, da Revista Apólice

As manifestações que tiveram início em São Paulo, nas últimas semanas, e se estenderam para muitas outras cidades do país despertam a dúvida: os danos causados pelos atos são cobertos pelo seguro?

Patrimônios, tanto públicos quanto privados, sofreram depredações. Lojas, bancos, e estações de metrô não ficaram ilesos pela ocupação das ruas. Sem contar os automóveis, que também sofreram depredações quando voltavam para casa com o trânsito totalmente parado.

No seguro de property as apólices geralmente cobrem apenas riscos como explosões de gás e quedas de raios, por exemplo. Para obter a cobertura contra tumultos é necessário realizar uma contratação à parte. Essa contratação muitas vezes não é divulgada, até porque há mais de 20 anos não se via uma movimentação como essa nas ruas.

A cobertura para tumultos funciona da seguinte maneira: caso a aglomeração gere confusões que saiam do controle e acabem por prejudicar algum patrimônio, ele estará coberto contra o acontecimento. Mesmo assim as seguradoras podem investigar e tentar diferenciar atos gerados pelo tumulto de atos isolados de vandalismo.

“Os casos de vandalismo podem ser excluídos, pois o ato significa um objetivo de depredação de quem o pratica. Sendo objetivada, a depredação deixa de ser apenas uma consequência do que está ocorrendo ao redor”, explica Fernando Valentim diretor de sinistros da Chubb. A premissa é que o seguro proteja alvos incertos e, nesses casos, a propriedade se torna um alvo comum. Mesmo assim, tendo a cobertura, o segurado ainda pode recorrer ao direito do consumidor em caso de negativa da indenização. As partes deverão avaliar com cuidado o ocorrido.

Nos ramos automóvel e vida não há grandes alterações. O seguro auto geralmente possui uma apólice abrangente, que assegura indenização em caso de vandalismo. O indivíduo que possui apólice de vida tem a indenização garantida, não importando em que local ele esteja.

Chegou o momento das seguradoras se voltarem para esses novos movimentos. O risco existe e deve ser observado com cautela, para que seja possível identificar quais setores têm maior necessidade desse tipo de cobertura. “Corretores, por sua vez, precisam também observar as necessidades dos clientes e oferecer produtos e coberturas extras que hoje não são difundidas no Brasil”, observa Rodrigo Protasio, vice-presidente da JLT.

Avaliação dos prejuízos

O valor exato dos danos causados ainda não foi divulgado, mas algumas estimativas já foram feitas. Conforme publicado pela Agência Brasil, a Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) divulgou que os prejuízos podem chegar a R$ 2 milhões. A informação foi fornecida pelo deputado Paulo Melo (PMDB).

Já em São Paulo, onde ocorreram saques e depredações a lojas, o grupo Magazine Luiza, que sofreu ataques em sua filial localizada na Rua Direita, divulgou em nota oficial que ajudará a Polícia nas investigações e que acredita que os saqueadores estavam infiltrados no ato popular. O grupo não divulgou o valor dos prejuízos.

No último dia 12, o Metrô de São Paulo também revelou seus números. Segundo a Secretaria de Transportes Metropolitanos o prejuízo alcançou a marca de R$109 mil.

SulAmérica atinge a marca de 1 milhão de fãs no Facebook

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curtir-facebook1A SulAmérica Seguros, Previdência, Investimentos e Capitalização acaba de conquistar a marca de 1 milhão de curtidas em sua página no Facebook. Com uma ação de ativação consistente desde novembro de 2012, a fanpage tem atraído clientes, corretores e interessados pelo conteúdo informativo e promocional, atingindo um número de fãs inédito entre as páginas de seguradoras no Brasil.

Para tornar o ambiente online atrativo, a SulAmérica vem preparando publicações relacionadas aos serviços prestados pela seguradora, como cuidados com a saúde, dicas automobilísticas, manutenção residencial, educação financeira, entre outros. Além disso, concursos culturais foram realizados como forma de engajar os fãs. Recentemente, foram distribuídos ingressos para os musicais “Alô Dolly!” e “Galinha Pintadinha – Cadê Popó” aos autores das frases mais criativas das duas promoções.

“A marca de 1 milhão de fãs é importante para a SulAmérica, pois significa que o público está conectado com a empresa através do conteúdo publicado na página. Procuramos sempre utilizar esse espaço para informar sobre nossos produtos de maneira agradável e proporcionar envolvimento a partir dos variados conteúdos e promoções. Como próximo passo, iremos fazer da página um canal de relacionamento e atendimento para clientes”, comenta a superintendente de Marketing Digital, Luciana Froehlich.

TaClaro.com passa a oferecer seguro para motocicletas a partir deste mês

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Os números de roubo de motos em São Paulo estão deixando os moradores preocupados. Só nos três primeiros meses de 2013, 3,8 mil motocicletas foram roubadas na capital paulista, segundo dados da Polícia Civil. E o mercado de seguradoras está sentindo a maior busca por seguros para esse tipo de veículo.

Devido ao aumento de procura, a TaClaro.com começou a oferecer o seguro para motos acima de 90 cilindradas ou estradeiras. Além do roubo, há também proteção básica contra furto, colisão e incêndio. De acordo com o cofundador da empresa, João Cardoso, a implementação desse tipo de produto é resultado da grande busca dos motociclistas preocupados em proteger seu patrimônio. “Percebemos uma maior procura por este tipo de serviço, além da assistência que já tínhamos disponível. O motociclista quer proteger seu patrimônio, que conquistou com muito esforço, da melhor maneira possível”, destaca Cardoso.

Além das proteções básicas, o segurado poderá optar por coberturas adicionais, que garantem proteção para os acessórios e até um carro reserva em caso de sinistro.

FICO realiza fórum voltado para o mercado brasileiro de seguros

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A FICO (NYSE:FICO), empresa líder em análise preditiva e software de gestão de decisões, anunciou hoje que realizará um fórum no dia 2 de julho sobre seguros. O evento abordará os maiores desafios do mercado brasileiro e analisará como as seguradoras do mercado mundial utilizam os modelos analíticos para otimizar suas operações.

Os participantes do Fórum Executivo de Seguros poderão conhecer especialistas da FICO, com know-how reconhecido mundialmente, bem como discutir como os modelos analíticos interagem com a gestão de risco, a precificação e identificar fraudes.

Serviço

Programa:

9:00

Café da Manhã & Credenciamento

9:30

Considerações de Abertura

9:45

Overview da FICO no Setor de Seguros

10:00

2013 e os Desafios do Setor de Seguros no Brasil

11:00

Coffee Break

11:30

Estudo de Caso do Cliente: Gerenciamento de Decisões para o Underwriting de Seguros

12:30

Gestão de sinistros e mitigação de fraude

1:30

Almoço

2:30

Estudo de Caso do Cliente: A Modernização do Gerenciamento de Regras

3:30

Gestão das Decisões – Tudo o que Você Deve Saber

4:30

Coffe Break e Networking & Demonstração de Produtos

5:30

Encerramento

Data:

2 de Julho de 2013

Das 9:00 às 17h30

Local:

Espaço Fit Eventos
R. Peixoto Gomide, 282
São Paulo – SP

Berkley agrega novos seguros da Linha Casualty

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A Berkley Brasil lança oficialmente neste mês a comercialização dos novos produtos da Linha Casualty, que contempla Responsabilidade Civil Geral (RCG), RC Profissional (E&O) e D&O (Directors and Officers). Justamente com este lançamento, a companhia atualiza seu produto focado em Eventos, com serviços e sistemas únicos.

O Seguro de Responsabilidade Civil tem por objetivo proteger o segurado contra danos a terceiros. Para isso, conta com diversas modalidades e coberturas adicionais voltadas às necessidades dos clientes.

Já o RC Profissional (E&O) protege o segurado de danos causados a terceiros em virtude de erros e omissões durante a atividade profissional, enquanto o produto D&O é indicado para assegurar o patrimônio pessoal de diretores, administradores, conselheiros e estatutários em casos de punição por atos de gestão.

Os novos produtos são direcionados a clientes corporativos de grande, médio e pequeno porte, tendo como característica principal a simplificação do processo de cotação e elaboração de propostas de acordo com cada demanda.

De acordo com o diretor de Riscos Diversos, Alexandro Sanxes, o crescimento neste segmento esta entre as estratégias da Berkley, que tem feito investimentos nesta área, reforçando a equipe com profissionais experientes focados em nichos específicos.

Entre os diferenciais para operação destes novos produtos, a companhia conta com agilidade na cotação e emissão digital de apólice através de ferramentas tecnológicas adequadas às necessidades de seus corretores parceiros.

Além dos novos seguros, a Linha Casualty reúne produtos já consolidados no mercado como Engenharia, RD Equipamentos, Responsabilidade Civil Obras, Transportes, Garantia/Fiança e Multirisco Eventos.