A SulAmérica Seguros, Previdência, Investimentos e Capitalização tem novo diretor. Renato Roperto, 37, exercerá o cargo recém criado de diretor de Sinistros Automóvel, reportando-se à vice-presidência de Operações, comandada por Marco Antunes. A nova estrutura tem como objetivo promover melhorias contínuas no processo de sinistro auto, com alta performance em análise, agregando ao serviço uma visão integrada da relação do cliente com a companhia.
Renato é graduado em Direito e pós-graduado em Direito Securitário e Ressecuritário e em Administração de Empresas. Atua no mercado segurador desde 1994 com passagens pela Porto Seguro e pelo Itaú Seguros.
SulAmérica tem novo diretor de Sinistros Automóvel
Eleições no CVG-RJ; duas chapas se apresentam para a disputa
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Com base no Art. 15º do Estatuto, o presidente do CVG-RJ, Danilo de Souza Sobreira, convocou através de Edital, no dia 14 de junho de 2013, os Sócios Fundadores, Efetivos e Beneméritos do Clube Vida em Grupo para uma Assembleia Geral Ordinária, a ser realizada no dia 15 de julho de 2013, na sede do Clube, Rua da Quitanda, 159 – 12º andar – Centro, às 18h, em 1ª convocação, e às 18h30, em 2a e última convocação.
Em pauta, a prestação de contas da atual Diretoria, referente ao período de julho de 2012 a junho de 2013; Apresentação da nova Diretoria e do Conselho Consultivo para o período de julho de 2013 a junho de 2015 e eleição e posse da Diretoria Executiva e da Comissão Fiscal para o período de julho de 2013 a junho de 2015.
As duas chapas inscritas que irão concorrer ao pleito são:
Chapa: Marcello Teixeira de Hollanda
Presidente: Marcello Teixeira de Hollanda
Vice-Presidente: Anselmo Abrantes Fortuna
Diretor Social: Carlos Marcos Salgado
Diretor Tesoureiro: Gilberto Villela
Diretor de Seguros: Carlos Ivo de Jesus Gonçalves
Chapa: Lucio Antonio Marques
Presidente: Lucio Antonio Marques
Vice-Presidente: Claudio Roberto Contador
Diretor Tesoureiro: Jorge Carvalho
Diretor de Seguros: Nelson Matos
Diretor Social: Fausto José Toneloto
Encontro mensal dos Bolinhas foi marcado por muitas novidades
Na última terça-feira, durante o tradicional jantar do Clube da Bolinha quatro novos membros foram aceitos para integrar o grupo. São eles: Ernani da Silva Ribeiro, André Luiz Gomes de Oliveira, Renato Martins e Amilcar Feres. Houve anúncio também da nova reitoria eleita para o período de 2013/2014 que será constituída por Paulo Machado (reitor); Heber Barbosa (tesoureiro) e Carlos Marcos Salgado (secretário).
A nova reitoria tomará posse formal no dia 31 de agosto, no evento comemorativo dos 60 anos de fundação do Clube da Bolinha, que será realizado no Windsor Atlântico Copacabana (ex-Meridien). A festa contará com o patrocínio de várias seguradoras.
O reitor Anselmo Fortuna disse “que a sua diretoria deixa o comando da Confraria com a consciência de dever cumprido. Nos empenhamos pela união de todos, visando a continuidade dos princípios e valores adotados pelo Clube: união, amizade e solidariedade. Conseguimos concluir a missão com êxito e deixamos para os nossos sucessores um legado importante, que é a garantia da continuidade ao Clube através da incorporação de novos membros, que certamente, irão enriquecer, ainda mais, o seleto grupo que hoje dispomos em nossos quadros. Desejamos a eles os nossos sinceros votos de êxito nesta nova etapa”, concluiu Anselmo.
Ainda sob o comando da atual reitoria, o próximo jantar será realizado no dia 13 de agosto.
Executivos debatem sustentabilidade com professores de Cambridge em seminário no Rio
Matéria extraída do portal da CNseg (www.cnseg.org.br)
Sustentabilidade é o tema do seminário Liderança em Sustentabilidade do Setor de Seguros Brasileiro, ministrado pela Universidade de Cambridge em parceira com a CNseg, que acontece neste 8 e 9 de julho, no Hotel Windsor Atlântica, em Copacabana, na Zona Sul do Rio. Na abertura, o diretor de Programas Abertos do Programa de Liderança em Sustentabilidade de Cambridge (CPSL, sigla em inglês), Aris Vrettos, agradeceu aos anfitriões do evento e apresentou o cronograma do curso. O professor lembrou os 802 anos de trajetória inovadora da universidade, que a credencia para falar sobre assuntos contemporâneos, como a sustentabilidade.
Aris Vrettos apresentou ainda alguns dados de uma pesquisa feita com executivos do mercado de seguro brasileiros, mostrando que a maioria deles associa sustentabilidade a bem-estar. O pesquisador destacou ainda os dados que mostram os executivos brasileiros passaram recentemente – nos últimos 12 meses – a considerar o assunto como uma prioridade. “O trabalho CNseg no último ano, certamente, contribuiu para isso”, avaliou Vrettos.
Na seqüência, os professores Richard Burrett, Bárbara Oliveira e Swenja Surminski fizeram uma rápida apresentação sobre suas experiências no mercado e sua relação com o assunto do curso.
O presidente da CNseg, Marco Antonio Rossi, deu as boas-vindas aos presentes e destacou a relevância do tema para o mercado de seguros. “Fiquei muito feliz em saber que esse é o primeiro evento da universidade no país e isso mostra a liderança e inovação da nossa área”, ressaltou. Rossi lembrou que o país passa por um momento de transformação e o setor deve estar preparado para isso.
Entre os números citados pelo pesquisador está o preocupante nível de água potável no mundo, atualmente em 2,5% do total, e o aumento do consumo de alimentos. “Entre 30 e 80% da população mundial está obesa. “Tenho dados publicados pela BBC que mostram que quase metade da população brasileira está com sobrepeso”, citou Burrett. O professor também falou sobre o aquecimento global, lembrando um pico de calor no verão de 2003, quando dezenas de milhares de pessoas morreram na Europa, e os asfaltos derreteram em função das altas temperaturas. “Em 2040 ou 2050, será assim todos os dias. Precisamos estar preparados para isso”, alertou o especialista. Burret finalizou a primeira parte do curso citando uma frase do ex-CEO do Walmart, Lee Scott – “Sustentabilidade é a grande oportunidade de negócios do século 21” – e abriu para o debate entre os executivos presentes, que discutiram o cenário atual
O presidente da Chubb do Brasil Cia. de Seguros, Acacio Rosa de Queiroz Filho, foi o primeiro a se manifestar, destacando sua preocupação com o mundo atual: “A mudança climática já é uma realidade. Se aumentar 20cm de água no Rio de Janeiro, inunda toda a Baixada Fluminense”.
O presidente da FenaPrevi, Osvaldo do Nascimento, argumentou que o crescimento do mercado interno brasileiro afasta o país do conceito de mundo sustentável. “Sustentabilidade exige macropolíticas para que as micropolíticas possam acontecer. Quanto mais uma nação evolui em relação às questões sociais, mais se afasta da sustentabilidade. Isso devido à noção de bem-estar que é vendida à sociedade, que é focada no consumo”, lembrou o executivo.
A superintendente Corporativa da SulAmérica Seguros, Adriana Boscov, cobrou vontade política para modificar o cenário atual: “Riscos para alguns são oportunidades para outros. Falta vontade política para fazer diferente”. Richard Burret pontuou, lembrando que o assunto não se esgota e exige grande reflexão. “Grandes idéias não são questões fáceis. Qual a população ótima para o planeta? Depende do modelo de economia”, afirmou.
A primeira palestra da noite abordando os temas específicos do curso foi de Richard Burrett, membro sênior do Programa de Liderança em Sustentabilidade da Universidade de Cambridge. O executivo abriu o curso ressaltando a dificuldade de fazer previsões no mundo atual e apresentou dados alarmantes sobre poluição, desmatamento, emissão de carbono e escassez de alimentos no mundo.
O CEO da Allianz Seguros, Edward Lange, abriu o segundo dia do seminário ministrado pela Universidade de Cambridge aos diretores da CNseg. Sua palestra é mediada pelo diretor de Programas Abertos, do Programa de Liderança em Sustentabilidade da Universidade de Cambridge, Aris Vrettos. O encontro de dois dias ocorre no Rio de Janeiro e encerra-se nesta terça-feira. O executivo apresentou os números da empresa, líder mundial em sustentabilidade do setor, e convidou os executivos brasileiros a caminharem na direção de uma gestão verde. “Está claro que algo precisa ser feito e, como líderes do nosso setor, devemos estar à frente desse processo. É preciso definir aonde se quer chegar e motivar todos dentro da empresa para poder passar à ação”, afirmou Lange.
O presidente da Allianz Seguros listou algumas ações sustentáveis, realizadas por sua empresa, como o esforço para neutralização da emissão de carbono. “Em 2006, definimos a meta para 2015 de reduzir 35% da emissão de CO2 e chegamos lá em 2012, três anos antes do previsto. 40% de todo o papel que utilizamos já é reciclado e 44% da nossa energia consumida já vem de fontes renováveis”, explicou o executivo.
Lange destacou ainda o investimento da empresa em microsseguros, algo essencial para a sustentabilidade, na sua opinião. “Há pesquisas que mostram que, após um desastre ambiental, os países que têm maior penetração de seguros recuperam com mais facilidade o PIB”, justificou, complementando que esse apoio à prevenção de riscos contribuiu para a estabilidade econômica. “É claro que a nossa margem de lucros nesses produtos também é ‘micro’, mas há muitos benefícios indiretos, como o ganho de reputação, de marca, e futuramente, uma sociedade mais bem preparada”, justificou.
Questionado pelos executivos brasileiros sobre o que motivou sua empresa a investir em sustentabilidade, o presidente da Allianz explicou que a companhia pensa a longo prazo. “Queremos produzir valor aos nossos acionistas nas próximas décadas e não apenas nos próximos anos”, disse ele, destacando que 40% dos sinistros pagos por sua empresa hoje devem-se a desastres ambientais: “Se nada for feito, nosso negócio fica inviável”.
O terceiro painel do seminário Liderança em Sustentabilidade do Setor de Seguros Brasileiro foi comandado pelo membro sênior do programa de Cambridge, Richard Burrett. O acadêmico avançou no debate proposto na noite anterior, quando falou dos desafios do mundo moderno no âmbito do meio ambiente, e conclamou os líderes das empresas participantes a assumirem a liderança no processo de mudança. “Podemos até dar passos curtos, mas nossas metas precisam ser ambiciosas. O desafio da sustentabilidade não é fácil, e precisamos começar a mudar de forma efetiva imediatamente”, propôs.
O executivo destacou que esse processo precisa de liderança, e para isso, é preciso visão. “A liderança vem de quem assume riscos. O tamanho disso vai depender do nosso nível de ambição. Mas será preciso assumir algum risco e levar essa visão às organizações e à sociedade”, defendeu.
Entre os caminhos para chegar à liderança, Richard Burrett listou a inovação, o pensar lateralmente para lidar com a escassez de recursos, novas abordagens, parcerias e metas e diretrizes audaciosas. “O motor da próxima economia tem valores sustentáveis e geram valores sustentáveis”, lembrou.
A palestra foi seguida pela realização de grupos de discussão entre os executivos do setor de seguros nacional. No encerramento do Seminário, executivos de várias empresas e associações do país foram convidados a se dividir em grupos e debater novas políticas e práticas para a área. Representado pelo presidente para América Latina da Zurich Seguros, Antônio Cássio dos Santos, o primeiro grupo concluiu que depois de conhecer as consequências da omissão na áreas de sustentabilidade fica muito difícil deixar de agir. “Nossa missão agora é decidir o grau de envolvimento que vamos assumir e os passos a serem dados”, justificou.
O grupo representado pela superintendente de Sustentabilidade da SulAméricas, Adriana Boscovi, analisou que as seguradoras podem – e devem – agir tanto como atores quanto indutores de mudanças. “Além de atuar na identificação dos riscos ambientais e sociais, as empresas podem ajudar a difundir essas informações, contribuindo para a educação dos agentes envolvidos e a prevenção dos riscos”, analisou.
Representado pelo superintendente da Central de Serviços da CNseg, Julio Avellar, o terceiro listou algumas recomendações básicas na área de sustentabilidade, como o mapeamento dos riscos ambientais. “Não fazer nada parece um atraso no momento atual. Precisamos de um ação conjunta desse mapeamento, em colaboração com os governos e as universidades”, sugeriu.
A segunda proposta do grupo foi induzir um comportamento positivo na sociedade. “Precisamos deixar de lado nosso caráter de meros pagadores de indenizações para promover a prevenção e induzir comportamentos mais sustentáveis, influenciando em toda a cadeia envolvida”, completou. Como terceiro ponto, o grupo sugeriu a adoção de uma política de riscos diferenciada, como já acontece no setor de automóveis. “No futuro, poderemos usar isso em favor da sustentabilidade”, disse.
Encerrando o segundo dia do seminário, a diretora executiva da CNseg, Solange Beatriz Mendes, destacou que a maioria das seguradoras do país já está de alguma forma engajada no tema da sustentabilidade, mas que o país ainda enfrenta alguns desafios econômicos e sociais, que precisam ser superados. “Nosso dever como brasileiros é enorme, e esse projeto é de sustentabilidade. Mas como seguradoras, temos feito um bom trabalho e estamos comprometidos com o desenvolvimento do país. Nosso compromisso agora é manter esse desenvolvimento setorial vis-àvis, ao do país e vis-à-vis ao da sustentabilidade”, disse completando estar confiante de que as metas e princípios serão definidas a curto prazo.
Faturamento com o segmento de Seguros Gerais sobe 20,6% até maio, para R$ 22,5 bi
A receita do mercado em Seguros Gerais alcançou R$ 22,5 bilhões no acumulado de janeiro a maio deste ano, apresentando crescimento de 20,6% sobre o mesmo período de 2012. Grande parte da receita deveu-se ao resultado em Automóvel, que arrecadou R$ 11,5 bilhões em cinco meses, alta de 24% na comparação com o mesmo período do ano passado e 51,3% do market share, segundo dados divulgados pela Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg). Na linha dos produtos Patrimoniais (como compreensivo Residencial, Risco de Engenharia etc), o faturamento foi de R$ 4,4 bilhões, alta de 16% na comparação ao acumulado de janeiro a maio de 2012. No confronto dos períodos (janeiro/maio 2012 versus janeiro/maio de 2013), o DPVAT arrecadou R$ 2,1 bilhões, alta de 14,5%; o Habitacional, R$ 854 milhões (23,2%); Transportes, R$ 1 bilhão (4,3%); Riscos Financeiros, 743 milhões (35,9%); Responsabilidades, R$ 471 milhões (8,6%); Riscos Especiais, R$ 222 milhões (8,1%); Cascos, R$ 271 milhões (5,3%); Rural, R$ 675 milhões (67,8%). Apenas a modalidade de Crédito recuou, aos R$ 50 milhões (queda de 34,9%).
10º Encor: “Mídias sociais e suas aplicações no mercado/prospecção de clientes” palestra vital para os corretores
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O tema central do 10º Encor (dias 29 e 30 de agosto, no Centro de Eventos do Hotel Plaza São Rafael, em Porto Alegre) é “Inovar e Empreender para Crescer” e nada mais ajustado do que a palestra “Mídias sociais e suas aplicações no mercado/prospecção de clientes”, a cargo Martha Gabriel. Será no dia 30 de agosto, a partir das 14 horas.
Autora de cinco livros, inclusive o best seller “Marketing na Era Digital”, palestrante de 3 TEDx, keynote speaker internacional com mais de 50 palestras no exterior Marta é premiada 3 vezes nos Estados Unidos.
Rankeada em 35º lugar pela Online Universities entre os Top 100 – professores mais experts em tecnologia no mundo, está na lista dos 50 profissionais mais inovadores do mundo digital brasileiro pela Revista ProXXIma e rankeada entre os Top 50 Marketing Blogers mais influentes do mundo pelo KRED.
Martha Gabriel é engenheira pela UNICAMP, pós-graduada em Marketing pela ESPM e Design pela Belas Artes de São Paulo, mestre e PhD em artes pela USP. Coordenadora do MBA em Marketing da HSM Educação. Colunista dos portais IDGNow!; Cidade Marketing e Administradores.com.
Grande parte das situações de risco ao patrimônio de empresas pode ser corrigida sem investimentos expressivos
“A grande maioria das empresas possui situações de risco ao patrimônio que necessitam apenas de decisão administrativa para reduzi-las ou mesmo saná-las, sem a necessidade de investimentos significativos”. A afirmação é de Cícero Humberto Aidar, executivo da ACE Seguradora especialista em gerenciamento de riscos. Ele é responsável na América Latina pela AGEN – sigla em inglês para Rede Mundial de Engenheiros da ACE.
De acordo com Cícero, grande parte deste tipo de problema se concentra na carência de capacitação técnica dos profissionais encarregados pelas empresas para lidar, por exemplo, com equipamentos de detecção de incêndios. “É comum observar organizações que realizam investimentos expressivos neste tipo de tecnologia, mas não mantêm profissionais aptos para operar os equipamentos, mesmo que terceirizados. Por esta razão, estes sistemas se encontram simplesmente desligados”, relata. Para resolver o problema, segundo ele, bastaria capacitar funcionários ou exigir o conhecimento dos profissionais terceirizados.
Outros recursos que não demandariam grandes investimentos são as autoinspeções mensais. “São ações que podem ser realizadas por pessoal próprio, levando-se em conta questões básicas como ordem, limpeza e respeito às políticas voltadas para corte e solda, segurança no trabalho, locais vedados ao tabagismo e outros itens”, conta. Aidar afirma que a ACE desenvolveu um roteiro de autoinspeção que pode ser utilizado por qualquer empresa. “Basta treinar um funcionário para fazer o serviço mensalmente. Se bem executado, este tipo de ação reduz os riscos ao patrimônio de forma expressiva, alcançando resultados semelhantes ao de uma checagem feita por um dos especialistas da ACE”, assegura.
Cícero Aidar diz que a equipe de engenheiros da ACE realiza inspeções de forma sistemática em empresas que são clientes ativos ou potenciais da companhia, operam em diversos ramos da economia e em diferentes regiões do País e da América Latina. A equipe analisa riscos ao patrimônio e realiza relatórios a fim de apresentar sugestões para reduzir ou eliminar a frequência e a severidade de eventuais sinistros. “Este tipo de estudo é útil tanto para a empresa segurada como para o corretor e a seguradora, uma vez que sinistros são indesejados por todos”, observa.
A Rede Mundial de Engenheiros da ACE conta com especialistas de vários países do mundo, a partir das 53 nações em que a companhia se encontra presente. “Estamos sempre trocando experiências, a fim de aprofundar os conhecimentos”, conclui o executivo.
AIG anuncia novo presidente e CEO para os negócios Property Casualty na América Latina e no Caribe
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A American International Group, Inc. anunciou hoje que Jim Dwane será o novo presidente e CEO da sua empresa de seguros de propriedade e responsabilidade civil na América Latina e no Caribe, com efeito imediato. Dwane um executivo altamente respeitado na AIG e da indústria de seguros, terá a responsabilidade global para a segurança das operações nos 15 países em que a AIG Property Casualty atua na América Latina e no Caribe. Ele ficará baseado nos escritórios regionais da AIG em Miami e se reportará a Robert Schimek, Presidente e CEO para as Américas da AIG Property Casualty.
“Desde que me uni à Região Américas há dois meses, minha maior prioridade foi refinar a estrutura da nossa organização com a finalidade de facilitar a realização de nossos objetivos estratégicos”, disse Schimek. “Jim é um perito experiente em seguros de propriedade e tem um profundo conhecimento de produtos de seguros e sua nomeação trará uma forte liderança para conduzir os nossos objetivos futuros para a América Latina e Caribe. Sua nomeação é mais um exemplo da qualidade e do grande número de profissionais com vasta experiência global que temos na AIG “.
A carreira de Jim na AIG já dura quase duas décadas. Mais recentemente, atuava como Presidente Regional da região sudeste da AIG Property Casualty dos EUA, que inclui os Estados da Carolina do Norte, Carolina do Sul, Geórgia, Tennessee, Mississippi, Alabama e Flórida. Sob a liderança de Jim, a Região Sudeste serviu de exemplo em excelência de subscrições e em superior capacidade de serviço no que se refere a reivindicações, alavancando sua diversificada mescla de negócios e rede de distribuição. Jim é graduado em Economia e Marketing da Universidade de Clemson.
AIG Property Casualty tem operações na América Latina e no Caribe desde 1937. Hoje, uma extensa rede global de propriedade e responsabilidade civil, bem como um forte foco no cliente, colocam a AIG em uma posição única para atender as necessidades de seguros de clientes comerciais, institucionais e individuais em toda a região. AIG está otimista sobre a América Latina e Caribe, porque tem sido parte do crescimento e desenvolvimento da região por mais de sete décadas e continua a ver oportunidades futuras para fornecer soluções de seguros inovadores para a sua crescente base de clientes.
CNseg lança hoje regulamento do Prêmio de Inovação em Seguros
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Acontece hoje, dia 10, o lançamento do Regulamento e do hotsite do Prêmio Antonio Carlos de Almeida Braga de Inovação em Seguros para o Desenvolvimentos Sustentável em evento para lideranças do setor, no Rio de Janeiro.
Contando com a presença do presidente da CNseg, Marco Antonio Rossi, da diretora executiva da Confederação, Solange Beatriz Palheiro Mendes, além das principais lideranças do mercado e o evento servirá também para apresentar de detalhes do Prêmio e envolver os participantes no esforço de divulgação da iniciativa.
O desenvolvimento da indústria de seguros baseado em práticas sustentáveis torna-se cada vez mais importante em um mundo de recursos finitos, além de coerente com os princípios e valores fundamentais de um setor que lida diretamente com prevenção e gerenciamento de riscos.
Ciente de seu papel de indutor de boas práticas, enquanto representante do mercado segurador, a CNseg criou o Prêmio visando ao estímulo e à adoção de ideias inovadoras referentes a produtos, serviços, processos e comunicação.
Em sua terceira edição, agora em 2013, o Prêmio contemplará os projetos com maior aderência aos PSI (Princípios para a Sustentabilidade em Seguros – Principles for Sustainability Insurance), criados pela UNEP FI, do qual a CNseg é apoiadora signatária.
Quem acessar o hotsite pelo endereço www.premioseguro2013.com.br, verá um contador regressivo, cuja contagem se encerra hoje.
Estudo da Marsh aponta que 54% das empresas europeias já sofreram um ataque cibernético
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A Corretora Marsh, líder mundial em corretagem de seguros e gerenciamento de riscos, realizou o estudo 2013 Cyber Risk Survey, baseado em como as empresas europeias estão lidando com os possíveis ataques cibernéticos. O levantamento mostrou que 71% dos pesquisados disseram ter aumentado sua preocupação com Risco Cibernético nos últimos 12 anos. Além disso, 54% afirmaram que sua organização havia sofrido um ataque cibernético recentemente. Enquanto 17% dos pesquisados acreditam que o impacto financeiro de um ataque cibernético poderia custar um excesso de U$5 milhões, 22% admitiram que sua organização não havia realizado um estudo de impacto financeiro dedicado ao risco cibernético. Na percepção existente do nível de maturidade desse tipo de risco em suas organizações, apenas 23% acreditam que a gestão está totalmente integrada e otimizada dentro de suas empresas.
No Brasil esse é um produto recente, mas os clientes aos quais a Marsh apresentou o seguro se mostram receptivos e interessados devido à dependência de sistemas informatizados e o grande volume de dados armazenados e manipulados em ambientes de rede/internet. “Esse é um mercado que está em fase inicial no Brasil, no entanto, ainda não há uma legislação específica para casos de vazamentos de dados ou ataques cibernéticos, mas acredito que em pouco tempo já vamos dispor de uma lei específica”, comenta o Líder de Placement de Responsabilidade Civil e Linhas Financeiras da Marsh Brasil, Maurício Bandeira.
A 2013 Cyber Risk Survey da Marsh foi lançada na Airmic Conference 2013, a maior conferência da Indústria de Seguros e Gerenciamento de Riscos do Reino Unido, realizada em Londres (Inglaterra) de 10 a 12 de junho de 2013.





